Categoria decide por indicativo de greve e nova assembleia dia 26/04

A primeira assembleia geral de professoras(es) e orientadoras(es) educacionais do DF no ano, que aconteceu na manhã desta terça-feira (14), expressou a potência e a disposição de luta da categoria! Reunidos no dia do aniversário de 44 anos do Sinpro-DF, os profissionais do magistério público definiram o calendário de mobilização da campanha salarial 2023, que exige reestruturação da carreira já. Basta de descaso!

A assembleia foi conduzida por três mulheres – as diretoras do Sinpro Luciana Custódio, Berenice Darc e Márcia Gilda – em referência ao Dia Internacional de Lutas das Mulheres, que foi na semana passada mas marca o mês inteiro!

Ao mesmo tempo em que temos nossos salários congelados há oito anos, com grandes perdas financeiras que implicam na desvalorização da carreira, vemos a profunda desigualdade entre os vencimentos das diversas carreiras de ensino superior do GDF. Por isso, é hora de aprofundar e ampliar os debates, e intensificar a mobilização para fazer valer a meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE). O quadro atual é inaceitável, e transformá-lo depende da nossa luta!

A comissão de negociação informou que as reuniões com o governo, que vêm acontecendo desde setembro/2022 para discutir a reestruturação da carreira do magistério público, foram retomadas nesta segunda-feira (13), inclusive, graças à pressão da mobilização pré-assembleia! Na reunião, os representantes do sindicato foram recebidos pelo secretário de Economia do GDF, Ney Ferraz.

Três eixos orientam as negociações: 1) A tabela salarial atual, que revela as perdas salariais decorrentes de oito anos de congelamento e do não cumprimento da lei (meta 17 do PDE). 2) Redução da quantidade de padrões, para fortalecer a carreira pela garantia de qualidade no acesso, permanência e conclusão dela. 3) Incorporação das gratificações, começando pela Gaped.

É também fundamental, para o fortalecimento da carreira, a valorização salarial dos aposentados e aposentadas. Essa é uma luta importante desta campanha salarial.

Além disso, ainda no sentido do fortalecimento da categoria, a comissão destacou a importância de se nomearem o quanto antes todos os aprovados e aprovadas do último concurso, inclusive o cadastro reserva. Pelas deficiências de hoje na rede, ainda não será o suficiente! Por isso, é importante já ter no horizonte a realização de novo concurso. Os e as profissionais de contrato temporário são fundamentais para vagas temporárias, entretanto, é necessário que professoras(es) e orientadoras(es) educacionais concursadas(os) ocupem as vagas efetivas! Assim, aqueles que hoje são temporários terão a oportunidade de ser efetivos.

Estamos em luta, também, pelas nossas condições de trabalho. A superlotação das salas de aula compromete o trabalho pedagógico e adoece os docentes, além de tornar o trabalho dos orientadores e orientadoras educacionais. Seguiremos defendendo que o GDF garanta a proporção de 300 estudantes por orientador(a)!

Na reunião, a comissão de negociação deu o recado para o governo: a categoria não vai ficar esperando o governo decidir agir. Vai construir a mobilização, dialogar com a sociedade e, se necessário, paralisar as atividades para garantir seus direitos!

Nesse sentido, na assembleia geral desta terça-feira, professoras(es) e orientadoras(es) educacionais aprovaram indicativo de greve e nova assembleia para 26 de abril. Para construir o caminho até lá, foi aprovado um calendário de mobilização nas cidades (veja no final da matéria) para envolver mais educadoras(es) e também para ampliar o debate para o conjunto da comunidade escolar.

O objetivo do calendário é fortalecer a mobilização e a pressão sobre o governo. É fundamental que todas e todos se envolvam nas atividades e conquistem mais colegas para a luta. A responsabilidade dos profissionais efetivos é grande e importante: o volume da nossa mobilização contribuirá para que os temporários e temporárias se sintam seguros para participar. Assim, vamos juntos – efetivos(as) e temporários(as), aposentados(as) e profissionais da ativa – discutir e definir qual carreira queremos para o magistério público do DF!

Por fim, a assembleia aprovou uma moção de repúdio à impunidade dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e de Anderson Gomes; e uma moção de solidariedade a Jane Becker, presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e região (Sinsej), ameaçada de morte no início deste mês por denunciar uma situação de trabalho análogo à escravidão.

MATÉRIA EM LIBRAS

Assembleia geral com paralisação, dia 14 de março

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF iniciam o ano letivo com força total por valorização profissional, com a Campanha Salarial 2023: Reestruturação da Carreira Já!. O tema será debatido em assembleia geral com paralisação, dia 14 de março, às 9h30, no estacionamento da Funarte.

A data também marca os 44 anos do Sinpro DF, o que “fortalece o cenário de luta em defesa da categoria do magistério público do DF e da educação”, avalia a dirigente do Sinpro-DF Luciana Custódio.

 

Segundo a dirigente sindical reestruturar a carreira do magistério público do DF passa, necessariamente, pela recomposição salarial, e vai além. “São oito anos de congelamento dos nossos salários e perdas financeiras assombrosas. Mas também, com a reestruturação da carreira, garantimos a ampliação de direitos que são para a vida toda e atingem tanto trabalhadores da ativa como aposentados. Por isso, recomposição salarial, isonomia e paridade devem ser princípios da reestruturação da carreira”, afirma.

Para a diretoria colegiada do Sinpro-DF, a eleição do novo governo federal traz expectativas positivas para a garantia de avanços na educação, mas reforça a necessidade de lutar. De acordo com o colegiado, o cenário é mais favorável à educação e à classe trabalhadora de forma geral, mas as conquistas só serão garantidas com unidade e mobilização. “Nossa categoria foi forjada na luta; este sempre foi nosso lugar, e lutar sempre foi imprescindível. Só assim pressionaremos o governo do DF a estabelecer novas práticas”, avalia a diretoria.

Os debates para a reestruturação da carreira do magistério público do DF já vinham sendo feitos com a categoria. No ano passado, o Sinpro-DF realizou assembleias, mutirões nas escolas, reuniões com delegados sindicais, além de plenária para discutir os parâmetros que orientaram esse tema. Há consenso de que um dos desafios centrais dessa reestruturação é a construção de novas tabelas salariais, com base no cumprimento da Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação), que equipara o vencimento básico, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF com nível superior.

Ao longo dos anos, a carreira do magistério público do DF garantiu foi estruturada em uma lógica que conta com o salário base superior à somatória de gratificações recebidas. Isso graças à estratégia política da diretoria colegiada do Sinpro-DF, que atua pela incorporação das gratificações ao vencimento, como foi feito com a Tidem e com o auxílio saúde, por exemplo.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF ainda ressalta que é essencial a mobilização das escolas, tanto de professores(as) efetivos(as) como aqueles em regime de contratação temporária, bem como aposentados(as), e a participação massiva da categoria do magistério público na assembleia geral do dia 14 de março, por reestruturação da carreira já!.

 

 

 

 

Assembleia geral com paralisação, dia 14 de março

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF iniciam o ano letivo com força total por valorização profissional, com a Campanha Salarial 2023: Reestruturação da Carreira Já!. O tema será debatido em assembleia geral com paralisação, dia 14 de março, às 9h30, no estacionamento da Funarte.

A data também marca os 44 anos do Sinpro DF, o que “fortalece o cenário de luta em defesa da categoria do magistério público do DF e da educação”, avalia a dirigente do Sinpro-DF Luciana Custódio.

 

Segundo a dirigente sindical reestruturar a carreira do magistério público do DF passa, necessariamente, pela recomposição salarial, e vai além. “São oito anos de congelamento dos nossos salários e perdas financeiras assombrosas. Mas também, com a reestruturação da carreira, garantimos a ampliação de direitos que são para a vida toda e atingem tanto trabalhadores da ativa como aposentados. Por isso, recomposição salarial, isonomia e paridade devem ser princípios da reestruturação da carreira”, afirma.

Para a diretoria colegiada do Sinpro-DF, a eleição do novo governo federal traz expectativas positivas para a garantia de avanços na educação, mas reforça a necessidade de lutar. De acordo com o colegiado, o cenário é mais favorável à educação e à classe trabalhadora de forma geral, mas as conquistas só serão garantidas com unidade e mobilização. “Nossa categoria foi forjada na luta; este sempre foi nosso lugar, e lutar sempre foi imprescindível. Só assim pressionaremos o governo do DF a estabelecer novas práticas”, avalia a diretoria.

Os debates para a reestruturação da carreira do magistério público do DF já vinham sendo feitos com a categoria. No ano passado, o Sinpro-DF realizou assembleias, mutirões nas escolas, reuniões com delegados sindicais, além de plenária para discutir os parâmetros que orientaram esse tema. Há consenso de que um dos desafios centrais dessa reestruturação é a construção de novas tabelas salariais, com base no cumprimento da Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação), que equipara o vencimento básico, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF com nível superior.

Ao longo dos anos, a carreira do magistério público do DF garantiu foi estruturada em uma lógica que conta com o salário base superior à somatória de gratificações recebidas. Isso graças à estratégia política da diretoria colegiada do Sinpro-DF, que atua pela incorporação das gratificações ao vencimento, como foi feito com a Tidem e com o auxílio saúde, por exemplo.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF ainda ressalta que é essencial a mobilização das escolas, tanto de professores(as) efetivos(as) como aqueles em regime de contratação temporária, bem como aposentados(as), e a participação massiva da categoria do magistério público na assembleia geral do dia 14 de março, por reestruturação da carreira já!.

Deputados distritais apoiam reestruturação da carreira do magistério público

Dezenas de deputados distritais se somaram à luta central da Campanha Salarial 2023 dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas: a reestruturação da carreira. O apoio foi dado durante visita de dirigentes do Sinpro-DF à Câmara Legislativa, nessa quarta-feira (8/2).

Na atividade, os(as) dirigentes convidaram os(as) parlamentares a participarem do café da manhã que será realizado nesta segunda-feira (13), no Sinpro-DF. O objetivo é sensibilizar deputados(as) a apoiarem a luta da categoria.

“São oito anos de congelamento salarial, e a terceira parcela (devida desde setembro de 2015) não conta, porque é o pagamento de um calote do GDF”, lembrou o deputado Fábio Felix (Psol), ao receber a diretoria do Sinpro. “A pauta de vocês, no que eu puder contribuir, estou à postos”, disse a deputada Dra Jane (Agir)”. “Tenham certeza de que vocês têm meu apoio”, afirmou o deputado Wellington Luiz (MDB), presidente da CLDF. “O nosso mandato está a serviço da educação e da sua categoria”, reafirmou o deputado Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC). Outros parlamentares pró-educação estavam em atividade, mas confirmaram por mensagem a participação no café da manhã e o apoio à luta da categoria.

Ainda nesta semana, a diretoria colegiada do Sinpro-DF visitará os gabinetes da Câmara Federal e do Senado. “É essencial que tenhamos o apoio do maior número possível de parlamentares, que já vêm se mostrando favoráveis à nossa pauta. Isso dá sustentação à luta”, avalia a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.

Nessa terça-feira (7/2), a diretoria do Sinpro-DF se reuniu com a governadora em exercício do DF, Celina Leão, para exigir resposta à pauta do magistério público e cobrar agilidade na transformação da reivindicação em lei. Celina Leão informou que a Secretaria de Planejamento apresentará proposta de reajuste salarial em reunião com o Sinpro, dia 15 de fevereiro.

A pauta de reestruturação da carreira do magistério tem como principal parâmetro o cumprimento da Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação), que equipara a remuneração de professores(as) e orientadores(as) educacionais a de servidores com o mesmo nível de escolaridade. Como princípios, a paridade e a isonomia.

Assembleia geral
No dia 14 de março, a categoria realizará assembleia geral com paralisação, para dar encaminhamento à Campanha Salarial 2023: Reestruturação da Carreira Já!. O encontro será às 9h30, no estacionamento da Funarte.

A data também marca os 44 anos do Sinpro DF, o que fortalece o cenário de luta em defesa da categoria do magistério público do DF e da educação.

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro realiza encontro com parlamentares como estratégia para avançar na Campanha Salarial 2023

Dirigentes do Sinpro-DF percorrerão os gabinetes da Câmara Legislativa do DF e do Congresso Nacional nesta quarta-feira (8/2) para convidar parlamentares a um café da manhã no dia 13 de fevereiro. O objetivo é debater com deputados(as) e senadores(as) a necessidade de avançar na Campanha Salarial 2023 da categoria, que neste ano tem como foco a reestruturação da carreira.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF explica que é importante que os parlamentares e as parlamentares se sensibilizem quanto à luta dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais e somem esforços para se possa avançar na pauta de reivindicação. Reestruturar nossa carreira com os princípios da recomposição salarial, da paridade e da isonomia significa garantir direitos para toda a vida, seja para quem está na ativa ou já aposentou”, explica a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.

Os debates para a reestruturação da carreira do magistério público do DF já vinham sendo feitos com a categoria. No ano passado, professores(as) e orientadores(as) educacionais realizaram plenária para discutir os parâmetros que orientaram esse tema. Há consenso de que um dos desafios centrais dessa reestruturação é a construção de novas tabelas salariais, com base no cumprimento da Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação), que equipara o vencimento básico, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF com nível superior.

No dia 14 de março, a categoria realizará assembleia geral com paralisação para debater a Campanha Salarial 2023. O encontro será às 9h, no estacionamento da Funarte.

 

MATÉRIA EM LIBRAS

CAMPANHA SALARIAL 2023 | Assembleia geral dia 14 de março, com paralisação

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF iniciam o ano letivo com força total por valorização profissional, com a Campanha Salarial 2023: Reestruturação da Carreira Já!. O tema será debatido em assembleia geral com paralisação, dia 14 de março, às 9h, no estacionamento da Funarte.

“Reestruturar nossa carreira passa, necessariamente, pela recomposição salarial. Afinal, são seis anos de congelamento dos nossos salários e perdas econômicas assombrosas. Mas também vai além. Com a reestruturação da carreira, garantimos a ampliação de direitos que são para a vida toda e atingem tanto trabalhadores da ativa como aposentados. Por isso, recomposição salarial, isonomia e paridade devem ser princípios da reestruturação da carreira”, afirma a dirigente do Sinpro-DF Luciana Custódio.

A sindicalista destaca que a eleição do novo governo federal traz expectativas positivas para a garantia de avanços na educação, mas reforça a necessidade de lutar. “O cenário é mais favorável à educação e à classe trabalhadora de forma geral, mas nossas conquistas só serão garantidas se tivermos unidade e mobilização. Em nenhum momento da história a luta foi desnecessária; e continua sendo imprescindível. Só com a nossa luta pressionaremos o governo do DF a estabelecer novas práticas”, avalia.

Os debates para a reestruturação da carreira do magistério público do DF começaram ainda no ano passado, quando a categoria realizou plenária para debater os parâmetros que orientaram essa discussão. Há consenso de que um dos desafios centrais dessa reestruturação é a construção de novas tabelas salariais, com base no cumprimento da Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação), que equipara o vencimento básico, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF com nível superior.

A estrutura de carreira do magistério público do DF adotada no passado era composta por um vencimento mínimo e acréscimo de gratificações que representavam a maior parcela da remuneração total. “Ao longo dos anos, com a luta da categoria, foi possível inverter a lógica de estrutura da carreira, que hoje conta com o salário base superior à somatória de gratificações. Isso graças à estratégia política da diretoria colegiada do Sinpro-DF, que atua pela incorporação das gratificações ao vencimento, como foi feito com a Tidem e com o auxílio saúde, por exemplo”, resgata Luciana Custódio.

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