Curitiba: centro da resistência democrática

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“O presidente Lula está ali e está nos escutando”, disse o senador Lindberg Faria (PT-RJ), a cem metros do prédio da Polícia Federal, em Curitiba, no ato que comandou na manhã desta segunda-feira (9), com a participação de lideranças políticas, como os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Patrus Ananias (PT-MG) e a pré-candidata à presidência da República pelo PC do B, Manuela D´Ávila.
O volume alto da caixa de som, com a exata intenção de fazer chegar os recados aos ouvidos de Lula, animaram a militância que está acampada no local e não pretende arredar pé até que Lula esteja livre.
“Presidente, nós não vamos te deixar só. Vamos lutar até o fim porque o Brasil precisa de você. O povo mais pobre precisa do Lula. Mulheres e homens estão aqui fazendo história e está vindo gente do Brasil inteiro”, destacou o senador Lindberg.
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do partido na Câmara, também mandou seu recado à militância que participa do acampamento: “Tenho certeza que vocês, que estão aqui neste momento, representam milhões de brasileiros e de pessoas de todo o mundo que gostariam de estar junto conosco”.
Pimenta reforçou o discurso feito pelo ex-presidente no sábado (7), dia em que anunciou, durante ato ecumênico em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, que cumpriria a decisão judicial. “Estamos aqui para provar que é impossível aprisionar uma ideia. Os ideais de Lula estão presentes conosco, na nossa voz, nosso coração e nossa alma”.
Ele lembrou que em vários países foram realizados atos para denunciar a “perseguição odiosa e a prisão ilegal do ex-presidente”.
“Um inocente preso, detido, porque representa uma ameaça aos poderosos, à Globo, ao capital financeiro, à elite brasileira, que nunca aceitaram, por causa do preconceito, que um pobre chegasse ao poder, que um retirante nordestino se transformasse no maior líder da história desse país e do mundo”, disse o deputado.
O ex-ministro do Desenvolvimento Social no governo Lula e atual deputado federal Patrus Ananias (PT-MG) também esteve presente no ato. Ele denunciou o estado de exceção no Brasil, agravado com a prisão política de Lula.
“Temos de ter a consciência de que vivemos um golpe. Um golpe dado pelos interesses de grandes grupos econômicos e de países poderosos que não querem que o Brasil se afirme como uma nação soberana, socialmente justa e comprometida com a preservação das suas riquezas”.
Lute como uma garota
A pré-candidata do PC do B à presidência da República, Manuela D´Ávila, fez críticas ao juiz federal Sérgio Moro: “pequeno, vaidoso, fala com ‘pompa’, mas não quer abrir mão de seu auxílio-moradia; a preocupação [de Sérgio Moro] com o povo é zero”.

Manuela também chamou à reflexão aqueles que não apoiam Lula: “não há brasileiro, seja de qual lado for, que não saiba, do fundo da sua consciência, que Lula é um preso político”.
Ela encerrou o ato conclamando a sociedade, estudantes, trabalhadores e trabalhadoras, à luta pelo retorno da normalidade democrática no país. “Não podemos nos calar em nenhum um dia sequer enquanto Lula estiver preso”, disse.
Confira o vídeo da transmissão ao vivo do ato:
Se não fosse Lula, prédio da PF não existiria
O prédio da Superintendência da Polícia Federal, onde se encontra o ex-presidente e onde estão ocorrendo os atos políticos contra a prisão política do maior líder popular do país, não existiria se não fosse Lula. A sede foi construída durante o seu governo como parte da política de fortalecimento da Polícia Federal e de combate à corrupção.
O diretor-geral da Polícia Federal à época, Paulo Lacerda, disse em entrevista a um jornal de São Paulo, que Lula autorizou a destinação de recursos para o programa de modernização da PF, que vinha sendo solicitado desde o governo FHC.
Segundo ele, a Superintendência da PF do Paraná, que funcionava em uma casa no centro de Curitiba, não tinha espaço e vários órgãos funcionavam em outros endereços.
Além de um empréstimo para construir o novo prédio, “Lula melhorou o orçamento da PF e foram comprados em seu governo o que havia de melhor em equipamentos para os institutos de criminalística e de identificação”, disse Lacerda.
Dentro do mesmo programa de modernização engavetado no governo FHC e implementado no governo Lula, foi construída a delegacia de Foz do Iguaçu, a maior do país, que também funcionava em uma casinha.
Com informações da CUT

Investida da direita é atropelada pela luta do povo em defesa de Lula

Se a direita achou que a foto de Lula sendo conduzido pela Polícia Federal para a prisão ficaria na memória, se enganou. A emocionante imagem do presidente sendo carregado pela multidão já ganhou o mundo inteiro e já é histórica. O juiz federal Sérgio Moro teve sim seus 15 minutos de fama, mas o protagonismo foi dado a Lula e ao povo brasileiro.
“A luta só começou. A gente nunca vai aceitar a prisão do presidente Lula. Nós nascemos, crescemos e nos formamos na luta, e nela vamos permanecer. Vamos continuar a luta com a coragem de sempre e disposição dobrada. Se eles pensam que vão nos calar, estão enganados. Cada esquina desse grande Brasil vai ser pintada de vermelho”, afirma o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.
De acordo com a vice-presidenta da central no DF, Meg Guimarães, uma agenda grande de atos e outras ações está sendo construída. “Daqui pra frente, iremos organizar em cada local de trabalho, em cada escola, em cada fábrica um comitê por Lula livre. Também vamos organizar uma grande mobilização nacional para defender a democracia e os direitos do povo brasileiro.”
Em nota publicada na tarde deste sábado, a CUT Nacional orienta as estaduais a realizarem total apoio à vigília permanente em frente ao prédio da Polícia Federal em Curitiba. A central também indica que as lideranças da CUT e das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo devem se reunir para discutir as ações que podem ser desenvolvidas nos estados.
“A CUT Brasília e seus sindicatos filiados ficarão firmes na luta. Não pararemos um só dia. O que está em jogo são nossos direitos, nossas conquistas. O que está em jogo é a democracia. Não vamos abrir mão disso. O próprio Lula disse que se nem ele baixou a cabeça, nenhum trabalhador tem o direito de baixar. A luta é mais importante. Somos todos Lula”, afirma o secretário-geral da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues.
A “ideia-Lula” não se apagará

O eterno presidente Lula discursou neste sábado para milhares de sem terra e sem teto, agricultores familiares, petroleiros, professores e estudantes, bancários e tantas outras categorias e representações de movimentos sociais que fizeram vigília em defesa do companheiro, em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo (SP). Com o carisma de sempre, Lula disse que se entregaria à Polícia Federal. Mas, acostumado a criar sonhos em momentos de desesperança, o companheiro garantiu que as palavras ditas de cima do carro de som impulsionassem a unidade da esquerda brasileira e fizessem crescer no coração de cada um e de cada uma a coragem de lutar por um Brasil mais justo e igualitário.
“Eu não to escondido, eu vou lá na barba deles pra eles saberem que eu não tenho medo, que eu não vou correr, e para eles saberem que eu vou provar minha inocência (…) Esse pescoço aqui não baixa, minha mãe já fez o pescoço curto pra ele não baixar, e não vai baixar, porque eu vou sair de lá de cabeça erguida e de peito estufado porque eu vou provar a minha inocência”, disse Lula.
Durante o discurso, Lula falou sobre a condenação imposta sem nenhuma prova pelo juiz federal Sérgio Moro e confirmada pelo Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá. Ele também lembrou o papel sujo e definitivo da grande mídia, principalmente da Rede Globo, na sua condenação que, segundo o próprio Lula, faz parte do golpe de 2016.
“Eu acho que tanto o TRF4, quanto o Moro, a Lava Jato e a Globo, eles têm um sonho de consumo. O sonho de consumo é que primeiro: o golpe não terminou com a Dilma. O golpe só vai concluir quando eles conseguirem convencer que o Lula não possa ser candidato a presidência da república em 2018. (…) Eles não querem o Lula de volta porque pobre na cabeça deles não pode ter direito (…) Eu fico imaginando o tesão da Veja colocando a capa comigo preso. Eu fico imaginando o tesão da Globo colocando a minha fotografia preso. Eles vão ter orgasmos múltiplos”, disse o presidente. Mas completou: “E o que eles não se dão conta é que quanto mais eles me atacam, mais cresce a minha relação com o povo brasileiro.”
Nos minutos do discurso histórico, Lula lembrou que, durante sua gestão, foram viabilizadas políticas inclusivas, que garantiram ao pobre o direito de estudar, de comer, de comprar e de ser feliz. E isso a direita não aceitou. “E se for por esses crimes, de colocar pobre na universidade, negro na universidade, pobre comer carne, pobre comprar carro, pobre viajar de avião, pobre fazer sua pequena agricultura, ser microempreendedor, ter sua casa própria. Se esse é o crime que eu cometi eu quero dizer que vou continuar sendo criminoso nesse país porque vou fazer muito mais.”
Lula, que tem meio século de história política, inspirou e continua inspirando àqueles que, assim como ele, não aceitam a concentração de renda, a obtenção de latifúndios, a fome, o país nas mãos de empresas privadas. O nordestino, retirante, metalúrgico e eterno presidente do Brasil virou uma “ideia”. “Não adianta tentar de me impedir de andar por este país, porque tem milhões e milhões de Boulos, de Manuelas, de Dilmas Rousseffs neste país para andar por mim. (…) Não adianta parar o meu sonho, porque quando eu parar de sonhar, eu sonharei pela cabeça de vocês e pelos sonhos de vocês. (…) Não adianta eles acharem que vão fazer com que eu pare, eu não pararei porque eu não sou um ser humano, sou uma ideia”, discursou Lula.
O presidente ainda ressaltou a necessidade da luta para impedir o retrocesso imposto por Michel Temer e seus aliados. “Vamos fazer uma nova constituinte! Vamos revogar a lei do petróleo que eles tão fazendo! Não vamos deixar vender o BNDES, não vamos deixar vender a Caixa, não vamos deixar destruir o Banco do Brasil! E vamos fortalecer a agricultura familiar, que é responsável por 70% do alimento que nós comemos neste país. (…) Eles tem de saber que nós vamos fazer definitivamente uma regulação dos meios de comunicação para que o povo não seja vítima das mentiras todo santo dia.”
Durante o discurso de Lula, o povo chorou. Alguns tiveram que ter atendimento médico diante da notícia de que o maior líder da classe trabalhadora e do povo brasileiro iria para a prisão. O povo não aceitou. Todas as saídas do Sindicato dos Metalúrgicos foram cercadas por militantes que tentaram impedir a saída de Lula. E só depois de muita conversa, Lula saiu, de cabeça erguida, sendo, mais que nunca, o “guerreiro do povo brasileiro”.
Ato todos os dias

Militantes de esquerda se reuniram neste sábado na Praça dos Três Poderes, em Brasília, para, mais uma vez reafirmar o apoio ao presidente Lula e ratificar que manterão a luta em defesa da democracia. Eles acompanharam o pronunciamento de Lula em São Bernardo do Campo e confirmaram que uma série de ações serão realizadas nos próximos dias em Brasília e em todo Brasil.
“Aqui, nesta Praça, estão os Poderes da Nação. Aqui (apontando para o Palácio do Planalto), eles deram um golpe, empossaram um impostor. E o Judiciário ali, fez o serviço. Então, nós temos que repensar o Brasil e como esses três poderes foram fundados. Essa é a simbologia dessa manifestação: contra a prisão do Lula e pela defesa da liberdade, da democracia e de uma sociedade socialista”, disse o secretário de Formação da FETEC-CUT/CN, Jacy Afonso.
A manifestação ganhou o apoio da população que passava de carro nas redondezas, e mostrou que o apoio a Lula só cresce.

Lula sai nos braços do povo para cumprir decisão judicial

Lula é um homem de fé e de religião. E a missa em homenagem à sua esposa, D. Marisa Letícia, na manhã deste sábado (7), minutos antes de anunciar que irá cumprir a decisão judicial, deixou expresso os valores e ideais que formam o homem, o nordestino, o retirante, o metalúrgico e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A celebração desta manhã foi marcada por falas pedindo paz, mas também resistência contra a injustiça do Poder Judiciário que condenou um inocente. Os pedidos de liberdade para Lula, um preso político, como ressaltou em nota a executiva nacional da CUT, também foi uma marca da celebração.
Dom Angélico Sândalo disse que não se tratava de um ato político, mas de uma súplica pela paz, justiça, misericórdia e solidariedade. A ex-presidenta Dilma Rousseff também falou em paz e luta por justiça.
Já Lula disse que a história mostrará que os culpados são os que o condenaram e que quanto mais dias ele ficar preso, mais Lulas nascerão no país inteiro. Ele vai cumprir a ordem judicial de cabeça erguida e sair de peito estufado, como ressaltou, porque vai provar a sua inocência.
Clamando pela paz, dom Angélico Sândalo disse que “esse é o maior valor que nós podemos defender“.
“Estamos reunidos para expressar o amor fraterno. Temos a certeza absoluta que o amor fraterno vencerá o ódio”, disse, enquanto as pessoas se emocionavam com as orações e músicas escolhidas pelo próprio Lula para marcar este dia que entrará pra história do Brasil.
A ex-presidente Dilma Rousseff também falou na paz. Ao ler a oração de São Francisco de Assis, ressaltou que Lula sempre se inspirou nos valores de paz e justiça para fazer tudo o que fez pelo país.
“Essa é uma oração de paz, que hoje, mais do que nunca, mostra que nós somos da paz. Não somos nem da injustiça e nem do ódio”, ressaltou.
Nesse momento, as milhares de pessoas que acompanhavam o ato ecumênico perceberam o que seria anunciado em instantes. Um dos padres presentes na celebração, amigo da família e que conheceu e conviveu com D. Marisa Letícia, registrou que “nenhuma prisão prende a mente e os ideiais de um cidadão”.
E assim mandou seu recado final ao Lula: “continue a entregar a sua vida na busca da paz e da justiça. Que Jesus o proteja e seja a sua força”.
Lula, sereno e tranquilo, olhou para o céu e sorriu. Sabia que era chegada a hora de anunciar sua decisão e falar pela primeira vez, desde o início da vigília na quinta-feira (5), com o povo, que não parava de demonstrar sua gratidão e reconhecimento à maior liderança política desse país.
No dia 7 de abril de 2018, exatos 38 anos após a sua prisão pelo regime militar por liderar uma greve em massa dos metalúrgicos do ABC, Lula, ao lado de amigos que nunca o abandonaram, no mesmo Sindicato que foi a sua escola e berço das lutas democráticas da década de 1970, anunciou que cumpriria a ordem judicial.
“Eu vou atender ao mandado deles porque eu quero fazer a transferência de responsabilidade. Eles acham que tudo o que acontece nesse país é por minha causa. E eles vão descobrir pela primeira vez o que tenho dito todo dia: o problema desse país não se chama Lula, mas a consciência do povo que tem as ideias de Lula plantada nas mentes e corações”, disse.
O ex-presidente lembrou aos que querem calá-lo para sempre que não tem como se prender ideais porque eles se multiplicam entre as pessoas que querem justiça e direitos.
“Minhas ideias estão pairando no ar, não há como prendê-las. Não adianta acharem que vão fazer com que eu pare, eu não pararei porque não sou mais um ser humano, eu sou uma ideia”, disse, ao ressaltar que há milhões de Lula dispostos a andar por ele neste país.

A morte de um guerreiro não acaba com a revolução

– Lula

Lula também falou sobre a condenação injusta, sem provas nem crimes, imposta pelo juiz Sérgio Moro e confirmada pelo Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá.
“Sou o único ser humano que sou processado por um apartamento que não é meu”, ressaltou, ao registrar que, ao contrário daqueles que o perseguem por convicções e não provas, ele dorme com a consciência tranquila.
Lula destacou que nunca foi contra a Lava Jato, mas que ele não pode aceitar que a Justiça condene com base na pressão feita pela Rede Globo, que tem mais de 70 horas de programação contrárias ao ex-presidente.
“Um juiz não pode condenar uma pessoa pela imprensa para depois julgar e condená-la judicialmente. Quem quiser votar com base na opinião pública, largue a toga e vá ser candidato a deputado”.
Ao contrário das acusações nunca provadas, Lula ressaltou que seus crimes foram as oportunidades que seus governos proporcionaram a parcela mais pobre da sociedade, que nunca tinha tido a oportunidade de entrar numa universidade ou comer carne de primeira.
“Se for por esses crimes, de colocar pobre na universidade, fazer pobre viajar de avião, ter oportunidade a mais de uma refeição por dia e ter o sonho da casa própria, então eu vou continuar sendo criminoso nesse país, pois vou continuar fazendo muito mais”.
Lula encerrou sua mensagem para a militância com um poema que ele ouviu de uma menina de 10 anos, em 1972.

Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a chegada da primavera. E a nossa busca é pela chegada da primavera

– Lula

“Quero que saibam que sairei dessa maior, mais forte, mais verdadeiro e mais inocente”, disse, ao acrescentar: “esse pescoço aqui não baixa, a minha mãe já fez esse pescoço curto pra não baixar. Eu vou sair de lá de peito estufado e cabeça erguida”.
 
Com informações da CUT

Mobilização em defesa de Lula mostra força do povo contra arbitrariedades

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Defender Lula é salvar a democracia e garantir um Estado de direito e não de exceção. Esse foi um dos principais recados da população que foi às ruas na tarde desta sexta-feira (6), dia da execução do mandado de prisão contra o ex-presidente de Lula, condenado injustamente e sem provas pelo juiz Sérgio Moro. As palavras de ordem “Lula Livre” e “Lula Inocente “foram as mais entoadas pelas multidões.
Ao longo do dia milhares de militantes de organizações, movimentos sociais, entidades sindicais e trabalhadoras e trabalhadoras de todo o país protestaram contra a decisão da justiça brasileira em mandar prender o ex-presidente Lula sem crimes e sem provas.
Nas redes sociais a #OcupaSãoBernardo ficou em primeiro luhgar no ranking do Twitter Brasil.
Em São Paulo, metalúrgicos do turno da tarde da Volkswagem saíram da fábrica e caminharam pela Rodovia Anchieta em direção à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, onde Lula está cercado por amigos e autoridades desde ontem a noite, para se juntar à Vigília pela Democracia permanente, que reúne no local milhares de militantes.

No Piauí, manifestantes bloquearam a BR-330 entre os municípios de Ipiaú e Jitaúna no final da manhã e liberaram no início da tarde. O grupo prometeu retornar caso Lula seja preso em Curitiba/PR, no início da noite.

Já em Teresina, na capital piauiense, a BR 316 ficou interditada no início da tarde, na altura da localidade Chapadinha. Foi bloqueada por manifestantes em protesto contra a prisão do ex-presidente Lula e em defesa da democracia e da justiça.

Em Recife/PE, a mobilização iniciou na Praça do Derby. Desde às 15h CUT, Frente Brasil Popular e movimentos sociais e populares pedem Lula Livre.

Caminhada em Fortaleza/CE começou no final da tarde e percorreu as ruas do bairro Benfica.

Em Porto Alegre, no Ato na Esquina Democrática. Lula livre, sim. Golpe, não!

Em Salvador, região do Iguatemi, coração do centro financeiro da capital baiana, o ato Lula Livre reuniu centenas de militantes.

Em João Pessoa, os manifestantes defensores da democracia começaram a se reunir no início da noite no Lyceu Paraibano, tradicional ponto de lutas da capital paraibana.

Em Goiânia os atos de apoio ao ex-presidente começaram por volta das 17h, na Praça do Bandeirante, no centro da capital do estado de Goiás.

MST: em todo país, 15 mil Sem Terra bloquearam mais de 50 pontos de rodovias .
As mobilizações aconteceram até agora em 16 estados: Bahia, Sergipe, Pará, Rio Grande do Sul, Paraíba, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Santa Catarina e Piauí. Ao todo o MST anuncia que está mobilizando mais de 15 mil trabalhadores rurais, que prontamente reagiram com indignação ao anúncio da prisão do companheiro Lula. Segundo a coordenação do movimento, a perspectiva é de resistência democrática e de manutenção da vigília em todo o país.
Com informações da CUT

Manifestações em favor do ex-presidente Lula se multiplicam em todo o país

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Trabalhadores e trabalhadoras, militantes de centrais sindicais e movimentos populares estão realizando atos em todo o Brasil em solidariedade e contra a prisão injusta do ex-presidente Lula, determinada pelo juiz Sérgio Moro, na noite desta quinta-feira (5).
“Lula é inocente” é o que dizem todos os manifestantes que estão nas ruas lutando por Lula e pela democracia.
Na Bahia, na cidade de Serrinha, manifestantes bloquearam o entroncamento do Lamarão. Ainda no estado, teve assembleia de trabalhadores e trabalhadoras no Trevo da Resistência.

 
Na Estação da Lapa, em Salvador, Bahia, cinco avenidas estão totalmente fechada por defesa de Lula.
Em Conceição da Barra, no Espírito Santo, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), bloqueou a BR 101.

No Paraná, em Quedas do Iguaçu, cerca de 1500 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), trancaram a PR 476 que liga Quedas do Iguaçu A São Jorge d’Oeste.
Em Rio Bonito do Iguaçu, cerca de 800 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), tranca a BR 158 entre Rio Bonito do Iguaçu e Laranjeiras do Sul.
Em Maringá, a sede da Associação Comercial de Maringá (ACIM) amanheceu pichada com a frase “Lula livre”, na manhã desta sexta-feira (6). Ações parecidas ocorreram em todo Brasil, assim como o trancamento de rodovias. Os atos são contra a prisão do ex-presidente Lula, decretada no fim da tarde desta quinta-feira pelo juiz de segunda instância Sergio Moro.
Em Porecatu, cerca de 1000 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), tranca a PR 170, João Lunardelli, Entre Porecatu e Florestópolis.
Em Quedas do Iguaçu, região do centro sul do Paraná, manifestantes também bloquearam estradas da região.

Em Sergipe houve bloqueio de estradas.

Confira mais atos que serão realizados no final do texto.
Petroleiros aprovam indicativo de greve
Em assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (6), os petroleiros da Refinaria Duque de Caixas (REDUC), no Rio de Janeiro, por unanimidade,  aprovaram o indicativo de paralisação nacional da categoria em apoio ao presidente Lula e em defesa da democracia e dos trabalhadores e trabalhadoras.

Manifestações de centrais sindicais e Confederações de Trabalhadores
As centrais sindicais Força Sindical, UGT, Nova Central e CSB, em nota, declararam que a ordem de prisão do ex-presidente Lula “é uma medida radical que coloca a sociedade em alerta”.
A direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL-CUT) convocou todos os dirigentes e militância do ramo dos transportes de São Paulo e todo país a se dirigirem à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.
Em nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (Contracs-CUT) destaca que consolida-se no Brasil mais uma etapa do Golpe contra a democracia, contra a presunção de inocência, contra o Estado Democrático de Direito.
A Rádio Democracia em Rede Nacional de Rádios Comunitárias se manifestou dizendo que se somava à resistência do povo consciente que entende a necessidade de se garantir a liberdade do ex presidente Lula, a defesa da democracia, a liberdade de expressão e o fim deste governo golpista.
“Liberdade para Lula, em defesa da resistência do povo brasileiro e da liberdade de expressão”.
A direção da Confederação Nacional do Ramo Químico da CUT convocou  todos os dirigentes e militância do ramo para se juntar aos manifestantes que estão na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
Povo na Rua, Brasil com Lula – Confira os atos em todo o país:
São Bernardo do Campo – SP
Vigília permanente na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC – Rua João Basso, 231
Aracaju – Sergipe
16h – Praça General Valadão
Belém – Pará
17h – Mercado de São Brás
Belo Horizonte – Minas Gerais
10h – Praça Sete
Brasília –DF
16h- Praça Zumbi dos Palmares
Cuiabá – Mato Grosso
16h – Praça Alencastro
Florianópolis – SC
17h –  Sede do PT estadual às 17h
Fortaleza – Ceará
15h – Na Gentilândia
Goiânia-Goiás
16h- Praça dos Bandeirantes
João Pessoa – Paraíba
14h – Liceu Paraibano
Natal – Rio Grande do Norte
16h – Midway Mall
Palmas – Tocantins
16h – Memorial Coluna Prestes
Porto Alegre – Rio Grande do Sul
17h30 – Esquina Democrática
Porto Velho – Rondônia
16h – Praça 3 caixas d’ água
Recife – Pernambuco
15h – na Praça do Derby.
Rio de Janeiro – RJ
17h- Cinelândia
Salvador – Bahia
15h –  Iguatemi
Teresina – Piauí
16h – Parque da Cidadania
Vitória – Espírito Santo
16h – UFES (Universidade Federal do Espírito Santo )
Confira os municípios onde haverá atos em defesa de Lula
Alagoas
Propriá – 9h – Cabeceira de Ponte da Divida Alagoas/Sergipe
Bahia
Feira de Santana – 16h –  Avenida Getúlio Vargas
Vitória da Conquista – 17h – Praça Barão do Rio Branco
Ceará
Caucaia – 9h30 – Mercado de Caucaia
Cariri – 16h – Praça do Giradouro – Triângulo
Iguatu – 16h30 – Praça da Caixa Econômica
Maracanaú – 17h – Praça da Estação
Tamboril – 16h –  Em frente à Câmara Municipal
Minas Gerais
Araçuaí – 17h – Praça da Matriz
Governador Valadares – 17h – Praça dos Pioneiros
Juiz de Fora – 16h30 – Em frente a Câmara Municipal
Ouro Preto – 16h – Praça Tiradentes
Uberlândia – 16h  – Praça Ismene Mendes (Tubal Vilela)
Montes Claros – 15h – Praça da Estação
São João del Rei – 16h – Coreto
São Domingos do Prata – 18h – Praça da Matriz
Viçosa – 17h – 4 pilastras UFV
Caxambu – 9h – Sindute
Ubá – 17h-  Sindicato dos Marceneiros
Pará
Altamira – 18h – Praça do Mattias
Rio Grande do Norte
Mossoró – 16 – Igreja do Alto de São Manoel
Rondônia
Jaru – 15h – Praça da caixa econômica (Catuai)
Candeias do Jamary – 15h – Igreja Católica
São Paulo
Campinas – 17h –  Largo do Rosário
Com informações da CUT

Lula deve falar em ato marcado para as 15h, em São Bernardo

Como parte da programação da Vigília da Democracia, sem data para acabar, que está acontecendo em frente à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, está marcado um grande ato político nesta sexta-feira (6), a partir das 15h. Lula pode fazer um pronunciamento durante o ato.
Militantes vão ficar em vigília permanente enquanto for necessário, em frente ao sindicato, resistindo contra a prisão de Lula, determinada nesta quinta-feira (5) pelo juiz Sérgio Moro, decidiram representantes das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúne entidades como CUT, MST e MTST, em reunião realizada na manhã desta sexta, na sede do sindicato.
O limite dessa resistência, disseram representantes dos movimentos sindical e popular que estão no local, será dado pelo próprio presidente Lula, que pode se pronunciar a qualquer momento.
Todas as entidades presentes na reunião, da qual participou também a presidenta do PT, Gleisi Hoffman, concordaram que “é necessário resistir à prisão injusta e arbitrária de Lula, fruto de um julgamento marcado pela farsa e pela podridão das instituições brasileiras, inclusive o Judiciário, que não vamos aceitar”, disse o diretor executivo da CUT, Júlio Turra.
Todos em São Bernardo
O presidente da CUT, Vagner Freitas, convoca todos os militantes, trabalhadores e trabalhadoras que moram em São Paulo ou em cidades vizinhas a irem agora para o Sindicato dos Metalúrgicos.
“Vamos ficar aqui ao lado de Lula. E ele não vai se entregar”, afirmou Vagner.
“Lula não é um réu comum, julgado de forma comum. Lula é vítima de uma injustiça sem tamanho”, completou Júlio Turra, que reforçou a convocação da militância a São Bernardo do Campo.
“Aqui é o centro da resistência”, disse, ressaltando a importância de todos irem prontos para permanecer no local hoje, amanhã, domingo e enquanto for necessário.
Na reunião, os representantes das frentes decidiram também multiplicar em todo o país os comitês pela liberade de Lula.

Descaso do GDF impõe manutenção da greve do Detran

Reunidos em assembleia nessa terça-feira (3/4), os servidores do Departamento de Trânsito do DF (Detran) decidiram por unanimidade manter a greve iniciada no último dia 13 de março. A decisão foi tomada pois o Governo do Distrito Federal ainda não fez qualquer proposta efetiva ao pleito dos trabalhadores.
“O governo cancelou reunião na Casa Civil com o Sindicato (Sindetran), não cumpre a legislação do reajuste de 5%, várias pautas administrativas e financeiras não são cumpridas. E por isso a categoria entendeu que o movimento continua, até que o governador tenha sensibilidade para atender nossos pleitos, muitos deles assinados em acordos com secretários e outros previstas em lei”, afirma o presidente do Sindetran-DF, Fábio Medeiros.
Segundo ele, a partir de agora, serão realizadas ainda mais assembleias, piquetes, trabalhos de convencimento com parlamentares e outras ações para intensificar a mobilização da categoria e a pressão sobre o GDF. “Pedimos desculpas à população, sabemos dos transtornos que causam a greve, mas esse é o mais forte instrumento legal que o trabalhador tem para pressionar o governo a atender às reivindicações da categoria”, lembra o sindicalista.
Motivado pelos trabalhadores do Detran, o deputado Wellington Luiz (MDB) disse em assembleia ordinária realizada na Câmara Legislativa nessa terça (3/4) que seu bloco partidário irá obstruir a pauta da Casa e, com isso, não votarão nenhuma proposta até que o problema dos servidores seja solucionado. “Quero lembrar que o Detran continua em greve graças à forma arbitrária que o GDF tem tratado esses servidores”, discursou o parlamentar.
O dirigente do Sindetran, Fábio Medeiros, disse que a direção do Detan formalizou um documento sugerindo a formação de uma comissão entre direção e sindicato para tentar avançar nas negociações. “Vamos sentar à mesa e tentarmos todos os diálogos possíveis, mas a categoria entendeu que a greve continua por ainda não haver nenhuma proposta efetiva”, informa.
Os servidores do Detran exigem o cumprimento imediato de acordos feitos e garantidos em lei desde 2015, como o pagamento da terceira parcela do reajuste salarial concedido à categoria. Os servidores também reivindicam o reajuste do tíquete-alimentação, jornada de trabalho em lei conforme a regra geral da Lei 840/2011, autorização para o abono pecuniário e reajuste salarial referente às perdas inflacionárias de 2014 a 2017.

Transexuais e travestis já podem incluir nome social no título de eleitor

Travestis e transexuais podem incluir o nome social no título de eleitor e no caderno de votação das eleições. Iniciada nesse 3 de abril, a inclusão e a atualização da identidade de gênero no cadastro eleitoral deve ser feita até o dia 9 de maio para valer nas eleições de outubro deste ano.
Quem perder esse prazo só poderá fazer a alteração após as eleições, para os próximos pleitos. O nome social é aquele pelo qual o transexual ou travesti é reconhecido socialmente, diferente do nome civil, que consta na certidão de nascimento. Já a identidade de gênero estabelece com que gênero a pessoa se identifica, masculino ou feminino.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a autodeclaração do eleitor é suficiente para a Justiça Eleitoral fazer as atualizações, não sendo necessário apresentar nenhuma declaração oficial.
“Além de garantir a identificação desejada, o nome social visa assegurar tratamento digno ao eleitor. O nome registrado pelo cidadão constará também das folhas de votação e dos terminais dos mesários nas seções eleitorais, de modo a favorecer uma abordagem adequada à individualidade do eleitor”, informou o TSE, em nota.
O registro do nome social e a atualização da identidade de gênero são procedimentos independentes. De acordo com o TSE, o eleitor pode realizar apenas um ou ambos. O nome social constará no título de eleitor. A identidade de gênero será atualizada apenas no cadastro eleitoral, não sendo impressa no documento.
Os procedimentos podem ser feitos no cartório ou posto de atendimento que atenda à zona eleitoral do interessado, basta apresentar um documento de identificação com foto. O novo título de eleitor, com o mesmo número de inscrição, será impresso e entregue ao cidadão no ato da solicitação.
O eleitor que já tiver incluído seu nome social no título de eleitor poderá voltar atrás da decisão. Nesse caso, é preciso ir a um cartório ou posto de atendimento para solicitar a revisão. Contudo, o TSE reforça que apenas os dados alterados até 9 de maio terão reflexo nas eleições de 2018.
Candidatos
Para o TSE, o reconhecimento da identidade de gênero é importante, sobretudo, para os transexuais e travestis que planejam se candidatar, pois, então, a sua candidatura será contabilizada na cota do gênero com o qual se identifica, feminino ou masculino.
O nome social, entretanto, é diferente do “nome de urna”, com o qual o candidato se identificará durante a campanha, embora possam ser os mesmos. O registro do nome de urna é feito no registro da própria candidatura. Para as eleições deste ano, a data final para registro de candidatura é 15 de agosto.

Sindetran/DF realiza assembleia geral nesta terça (3)

O sindicato que representa os servidores do Detran-DF (Sindetran) convoca os servidores e servidoras para uma assembleia geral nesta terça-feira (3). O objetivo é manter a categoria informada, esclarecer sobre o cancelamento da reunião na Casa Civil, agendada para essa segunda-feira (2), e organizar o fortalecimento da greve. O encontro é às 14h15, em frente ao Detran Sede.
Em greve há 21 dias, os servidores exigem o cumprimento imediato de acordos feitos e garantidos em lei desde 2015, como o pagamento da terceira parcela do reajuste salarial concedido à categoria. O funcionalismo também reivindica o reajuste do tíquete-alimentação, jornada de trabalho em lei conforme a regra geral da Lei 840/2011, autorização para o abono pecuniário e reajuste salarial referente às perdas inflacionárias de 2014 a 2017.
O sindicato tem realizado diversas atividades como piquetes, carreatas e protestos para conseguir avanços. Além de travar uma batalha judicial para defender a legalidade do movimento e o abono dos dias paralisados.
“Contamos com a participação de todos para juntos, fortalecermos ainda mais nosso movimento. Compareçam!”, conclamou o presidente do Sindetran-DF, Fábio Medeiros.

Garis do DF resistem e fecham CCT favorável

Foram 88 dias de muita resistência dos garis do Distrito Federal para impedir que a nefasta reforma trabalhista fosse implementada em sua Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Os embates encerraram-se na quarta-feira (28/3) quando a categoria arrancou dos patrões uma proposta que atendeu a coletividade.
Entre as principais conquistas, estão o reajuste de mais de 8% no tíquete-alimentação, o aumento de R$ 2 para R$ 10 na taxa paga para cada trabalhador a título de auxílio odontológico, além da implantação imediata do Plano de Saúde.
“Agora, nossa dor de cabeça é só a licitação. Antes também era a data-base e a ameaça de ver a CCT rasgada e o trabalhador perdendo direitos”, comenta José Cláudio, presidente do Sindlurb DF – entidade que representa os trabalhadores.
Durante esse período, a categoria esteve em um impasse. Com a CCT aberta desde 1º de janeiro, apesar de ainda estar em uso, os direitos podiam ser retirados a qualquer momento.
“O sindicato patronal tentou mexer em toda a convenção, tentou colocar uma taxa em cima dos vales transportes, que já havíamos retirado há anos. Todos os nossos direitos estavam ameaçados”, pontua José Cláudio
Entenda as conquistas
Assistência Odontológica
Antes: Os atendimentos de todos os procedimentos eram realizados no Setor Comercial Sul, próximo ao Conic, sem nenhum custo ao trabalhador.
Agora: Os atendimentos continuarão sem custos e será gerenciado pelo Sindlurb que se empenhará em melhorar o serviço, levando-o para várias regiões administrativas.
Plano de Saúde
Antes: Apenas os trabalhadores do Lote 2 usufruíam do beneficio. No entanto, a CCT estabelece que, em outubro de 2017, o plano deveria ter sido expandido a todos os garis.
Agora: O Sindlurb e a corretora de saúde que presta o serviço para os garis já estão trabalhando para a inclusão, o mais rápido possível, de todos os trabalhadores e trabalhadoras da limpeza urbana.
Convenção Coletiva
Antes: Com a CCT aberta, os trabalhadores poderiam perder direitos a partir de uma licitação e, inclusive, em situações extremas, sofrer com a diminuição do piso salarial, 13º salário e outros benefícios.
Agora: Os trabalhadores asseguraram todos os seus direitos e a licitação que vier deve ter como base a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O Sindlurb já oficiou o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) sobre esta situação.

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