Imposto Sindical: “não participaremos de nenhuma negociação”

A Central Única dos Trabalhadores – CUT – não negociará com o ilegítimo Temer apoio às nefastas medidas deste governo golpista em troca de financiamento para as centrais sindicais.
O ministro do Trabalho convocou a CUT para participar de reunião nesta quarta (19), com as outras centrais, para discutir uma Medida Provisória que cria o financiamento substituto do Imposto Sindical.
Segundo a mídia conservadora, a iniciativa é uma promessa de Temer a dirigentes de pelo menos duas centrais, entre elas a Força Sindical, que recuaram na luta contra a retirada de direitos ocorrida com a aprovação da reforma trabalhista em troca da Medida Provisória do financiamento sindical.
A CUT não participou dessa negociação e também não atenderá à convocação do ministro do Trabalho para a reunião desta quarta (19) para discutir o tema porque não faz qualquer negociata em troca dos direitos da classe trabalhadora.
“Não participaremos de nenhuma negociação porque, obviamente, não negociamos uma reforma nefasta como essa para manter um imposto que combatemos desde nossa fundação, em 1983”, afirma o presidente da CUT, Vagner Freitas.
A CUT, ao longo de sua história, defende a autonomia, independência e liberdade sindical. Assim, os trabalhadores decidem democraticamente as formas de organização e financiamento de suas entidades sindicais, que são seu principal instrumento de luta, e não ficam subordinados a normas definidas e impostas pelo Estado.

Terceirizados na limpeza nas escolas ainda sofrem com salários e benefícios atrasados

Mais de 3,8 mil trabalhadores terceirizados na limpeza e conservação das escolas públicas no DF estão com os salários e os tíquetes alimentação atrasados. Os trabalhadores e trabalhadoras são ligados às empresas Juiz de Fora e Real JG e deveriam ter recebido no último dia 6 de julho, 5º dia útil do mês.
De acordo com a diretoria do Sindiserviços, sindicato que representa a categoria no DF, os atrasos são constantes e vem ocorrendo há mais de dois anos.
“Esta situação é um desrespeito com os trabalhadores. No mês passado, por exemplo, os terceirizados da Juiz de Fora receberam o pagamento referente a maio no dia 14 de junho. Já  os empregados da Real JG receberam em 4 de julho, com quase dois meses de atraso. Além do sofrimento e totalmente endividados, os trabalhadores são constantemente constrangidos e ameaçados de cortes de ponto caso façam movimento paredista. A direção do sindicato continua na luta para garantir que os direitos dos terceirizados  sejam cumpridos e respeitados”, explica Antônio de Pádua, dirigente do Sindiserviços-DF.

Diretoria eleita toma posse para mais quatro anos de gestão

Diretoria reeleita do Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinproep-DF) tomou posse nesta quinta-feira (13) em cerimônia no Setor de Clubes Sul.
Com a presença de parlamentares, representantes de federações, sindicatos e familiares, os diretores assinaram o termo de compromisso para mais quatro anos de luta.
Em discurso, a Presidente Karina Barbosa ressaltou a dificuldade da luta nestes tempos de retirada dos direitos trabalhistas. “É com muita coragem que iniciamos mais esta gestão para continuar lutando em prol dos direitos dos trabalhadores de ensino em estabelecimentos particulares, no momento em que vemos os direitos trabalhistas serem retirados de maneira desumana, a raça, a garra, a vontade, se faz necessária ainda mais na nossa causa!” afirma Karina durante o discurso de posse.
O secretário de finanças da CUT Brasília, Julimar Roberto, destacou que a reeleição da diretoria reafirmou a confiança da categoria no trabalho realizado na gestão anterior. Ele ressaltou, ainda, que é fundamental que os diretores se mantenham firmes na luta por melhorias para os trabalhadores. “Sabemos que a conjuntura é bastante complicada, mas não podemos nos desanimar. É preciso que mantenhamos a chama de luta sempre acessa, sabendo que, juntos, poderemos construir um enfrentamento mais forte”, disse.

CUT Brasília realiza ato em defesa de Lula e da democracia

Nesta quinta-feira (20), a CUT Brasília, sindicatos filiados, partidos políticos e movimentos sociais realizarão um grande ato em solidariedade ao presidente Lula, contra as reformas golpistas, por “Fora Temer” e “Diretas Já!”. A mobilização acontece a partir das 17h, na Praça dos Três poderes.
A Central Única dos Trabalhadores de Brasília evidencia que a base para a condenação sem provas de Lula não foi jurídica e sim, política, o que configura notória inconstitucionalidade. Portanto, defende-lo é defender a democracia, já tão ultrajada pelo golpe de Estado e a retirada de direitos garantidos na Carta Magna.
Portanto, aos trabalhadores e trabalhadoras, e todo o conjunto da sociedade, cabe a resistência democrática para que nosso país se realinhe através de eleições diretas. Tomemos as ruas, em oposição a esse cenário vergonhoso em que estamos mergulhados e para que nos sejam restituídas todas as garantias que nos foram usurpadas.
Na defesa de Lula, contra as TEMERosas reformas golpistas, por “Fora Temer” e “Diretas Já!”, compareçam e vamos defender o Brasil.
#LulaInocente  #SomosTodosLula #ForaTemer #DiretasJa!

Dia 20 tem povo na rua em defesa da democracia e de Lula

Com as bandeiras da defesa da democracia e de Lula, por Fora Temer e Diretas Já e contra a implementação da Reforma Trabalhista, organizações dos movimentos sindical, sociais e partidos vão às ruas de todo o país na próxima quinta-feira (20).
Em São Paulo, a mobilização acontece na Avenida Paulista, a partir das 17 horas, e terá entre os participantes o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alvo da parte jurídica do golpe que começou com a ascensão do ilegítimo Michel Temer.
Além de São Paulo, a CUT organizará e participará de atos em todo o país. Conforme destaca o presidente da Central, Vagner Freitas, não se trata de defender apenas a figura ou o legado do ex-presidente mas, também o funcionamento democrático e igualitário da justiça brasileira e os direitos sociais, previdenciário e trabalhistas.
“Para a Casa Grande, Lula representa o perigo de um governo popular e trabalhista voltar ao poder e reestabelecer a democracia, a igualdade, a distribuição de renda, a justiça e a inclusão social”, apontou.
Durante a reunião em São Paulo para organizar os atos, o membro da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos alertou que é preciso impedir o caráter partidário do Judiciário.
“Vivemos período de profundos retrocessos sociais e democráticos. A condenação de Lula pelo Moro é mais um golpe à já combalida democracia brasileira, porque quando a justiça toma partido, condena sem provas, age pela presunção da culpa e um juiz se torna acusador, há algo sério acontecendo. Por isso fazemos parte dessa campanha que repudia essa acusação sem provas como parte da tentativa de tirar no tapetão o Lula da disputa política”, avaliou.
Dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Gilmar Mauro explicou porque a luta não é restrita aos defensores e simpatizantes do ex-presidente, mas fundamental para todo aquele que acredite na democracia.
“A luta é contra o estado de Exceção que se espalha por todo o país e criminaliza o Lula, mas não apenas, mira o povo brasileiro e conquistas históricas arrancadas com muita luta. Contra isso e para derrotar o golpe é fundamental a participação de cada cidadão e cidadã brasileira que defenda a democracia.”
Presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, apontou que a agenda dos movimentos de combate ao retrocesso deve se aprofundar nesse novo capítulo do golpe.
“Nossa pauta não muda, pelo contrário, mais do que nunca nossa luta é pela defesa da democracia e do direito do presidente Lula, caçado por Moro num processo sem provas, concorrer nas próximas eleições. Porque eleição sem Lula é fraude”, falou.
Secretário-Geral da CUT-SP, João Cayres, ressaltou ainda que cada ato terá o papel fundamental de mostrar a fragilidade das denúncias contra o ex-presidente. Assim como são frágeis os argumentos para destruir a carteira de trabalho.
“Temos de mostrar ao povo que Lula está sendo injustiçado e o absurdo que Moro comete nessa caçada contra ele”, criticou.

Com informações da CUT

Reforma trabalhista já faz vítimas: Bradesco e Caixa demitirão em massa

A reforma trabalhista, nova legislação do trabalho sancionada por Michel Temer na última quinta-feira (13), já começa a fazer suas vítimas: no mesmo dia da sanção, o Bradesco anunciou um programa de demissão voluntária (PDV). Dois dias depois, neste sábado (13), foi a vez da Caixa Econômica Federal abrir o mesmo programa.
O Bradesco não deu mais informações e nem quantidade de funcionários que serão demitidos. A Caixa, por sua vez, informou que a meta é alcançar 10 mil empregados a serem mandados embora.
Programas de demissão voluntária são permitidos pela atual legislação e são utilizados por empresas públicas e privadas em momentos de instabilidade financeira, como uma forma de redirecionar os custos. Esse tipo de proposta oferece ao empregado mais do que ele receberia se fosse demitido em uma situação normal.
O fato de os bancos terem anunciado os programas de demissão na mesma semana da aprovação da reforma comprovam que a proposta aprovada no Congresso e sancionada pelo presidente não gera mais empregos, conforme tenta pintar o governo. Se a flexibilização das leis trabalhistas permitiriam, em tese, que as empresas contratassem mais, por que então, mesmo com a reforma aprovada, decidiram demitir em massa?
O fato é que há um detalhe na reforma trabalhista que pode ajudar a explicar um pouco a situação. Pelas novas regras, o funcionário que aderir a um programa de demissão voluntária não poderá acionar a Justiça para reaver qualquer valor posteriormente. Além disso,  a mudança nas leis trabalhistas proíbe que um funcionário possa ser mandado embora e recontratado como terceirizado antes de 18 meses da demissão, mas se o funcionário pedir demissão em um programa de demissão voluntária, nada impede que seja recontratado em seguida como terceirizado, em condições piores que a anterior.
O Bradesco, por exemplo, estaria justamente planejando essa manobra agora permitida pela reforma trabalhista. Ao Blog da Cidadania, um funcionário do Bradesco que não quis se identificar disse que o banco teria dado a opção de, após 120 dias, recontratar os que se demitirem no âmbito de seu recém-anunciado programa de demissões voluntárias. Leia a matéria completa aqui.

CUT Brasília encerra Congresso regido por muita unidade e democracia

Após três dias de intensos debates democráticos e muito aprendizado, a CUT Brasília encerrou, neste domingo (16), sua 15ª Plenária Estatutária – Congresso Estadual Extraordinário e Exclusivo da CUT Brasília. Das discussões do encontro, foi elaborado um caderno de teses, que será debatido no Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores, que acontece em São Paulo no próximo mês.
Durante o Congresso, além de análises conjunturais que avaliaram o contexto de ataques e retirada de direitos, os delegados e delegadas das entidades filiadas à Central apontaram a necessidade do movimento sindical elaborar novas estratégias de lutas.
As atividades do dia foram pautadas pela votação e aprovação das emendas do caderno de teses e da recomposição da direção estadual da CUT Brasília que continha algumas vacâncias. Foi eleita, ainda, a chapa de delegados que participará do Congresso Nacional em São Paulo.
Na avaliação do secretário-geral da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, o congresso foi fundamental para reavaliação do plano de lutas da Central. “Tivemos várias emendas tiradas pelos nossos coletivos e pelas reuniões que realizamos. Essas propostas nos indicarão o caminho a seguir para fortalecer nossa luta de combate ao golpe, em defesa da democracia e para retomada da classe trabalhadora como propulsora do desenvolvimento do nosso país”, concluiu.

Moniz Bandeira: 'Tudo indica que pode haver uma convulsão social no Brasil'

Para o cientista político Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, tudo indica que, com o desmonte da legislação trabalhista, além da Previdência, esta temporariamente adiada, estão se formando as condições para uma “convulsão social” no Brasil, uma resposta “de vingança” da população à retirada de seus direitos, trabalhistas, humanos e civis. “Tudo indica que pode haver uma convulsão social no Brasil. Espero que a guilhotina não seja instalada em frente ao Palácio do Planalto”, afirmou, em entrevista ao Cafezinho, na última quarta-feira (12).
Segundo Moniz Bandeira, há uma ditadura do capital se instalando em solo brasileiro, “mascarada pela legalidade”. A prova disso, segundo ele, são os projetos do governo atual, que visam trabalhar em prol do empresário. “A democracia acabou. O parlamento está todo comprado, desde antes da eleição, com o dinheiro do Cunha e do Temer”, diz.
Sobre a condenação do ex-presidente Lula, o cientista político também alerta: há uma conspiração internacional e nacional. “O inimigo número um da nação brasileira é o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que aumentou os tentáculos de Michel Temer, que aprovou a reforma trabalhista para se manter no cargo e continuar tendo apoio do empresariado.”

Dia 20 tem povo na rua em defesa da democracia e de Lula

Com as bandeiras da defesa da democracia e de Lula, por Fora Temer e Diretas Já e contra a implementação da Reforma Trabalhista, organizações dos movimentos sindical, sociais e partidos vão às ruas de todo o país na próxima quinta-feira (20).
Em São Paulo, a mobilização acontece na Avenida Paulista, a partir das 17 horas, e terá entre os participantes o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alvo da parte jurídica do golpe que começou com a ascensão do ilegítimo Michel Temer.
Além de São Paulo, a CUT organizará e participará de atos em todo o país. Conforme destaca o presidente da Central, Vagner Freitas, não se trata de defender apenas a figura ou o legado do ex-presidente mas, também o funcionamento democrático e igualitário da justiça brasileira e os direitos sociais, previdenciário e trabalhistas.
“Para a Casa Grande, Lula representa o perigo de um governo popular e trabalhista voltar ao poder e reestabelecer a democracia, a igualdade, a distribuição de renda, a justiça e a inclusão social”, apontou.
Durante a reunião em São Paulo para organizar os atos, o membro da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos alertou que é preciso impedir o caráter partidário do Judiciário.
“Vivemos período de profundos retrocessos sociais e democráticos. A condenação de Lula pelo Moro é mais um golpe à já combalida democracia brasileira, porque quando a justiça toma partido, condena sem provas, age pela presunção da culpa e um juiz se torna acusador, há algo sério acontecendo. Por isso fazemos parte dessa campanha que repudia essa acusação sem provas como parte da tentativa de tirar no tapetão o Lula da disputa política”, avaliou.
Dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Gilmar Mauro explicou porque a luta não é restrita aos defensores e simpatizantes do ex-presidente, mas fundamental para todo aquele que acredite na democracia.
“A luta é contra o estado de Exceção que se espalha por todo o país e criminaliza o Lula, mas não apenas, mira o povo brasileiro e conquistas históricas arrancadas com muita luta. Contra isso e para derrotar o golpe é fundamental a participação de cada cidadão e cidadã brasileira que defenda a democracia.”
Presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, apontou que a agenda dos movimentos de combate ao retrocesso deve se aprofundar nesse novo capítulo do golpe.
“Nossa pauta não muda, pelo contrário, mais do que nunca nossa luta é pela defesa da democracia e do direito do presidente Lula, caçado por Moro num processo sem provas, concorrer nas próximas eleições. Porque eleição sem Lula é fraude”, falou.
Secretário-Geral da CUT-SP, João Cayres, ressaltou ainda que cada ato terá o papel fundamental de mostrar a fragilidade das denúncias contra o ex-presidente. Assim como são frágeis os argumentos para destruir a carteira de trabalho.
“Temos de mostrar ao povo que Lula está sendo injustiçado e o absurdo que Moro comete nessa caçada contra ele”, criticou.

A CUT não aceita o desmonte dos nossos direitos

A Central Única dos Trabalhadores não aceita e não reconhece qualquer legitimidade no fato de 50 senadores liquidarem direitos trabalhistas duramente conquistados, obedecendo as ordens de um governo golpista e ilegítimo e a serviço dos interesses de empresários.
A CUT conclama as suas bases a seguir na luta pela Revogação do PLC 38 e utilizará todos os meios jurídicos, políticos e sociais para atingir esse objetivo. A sanção de Temer a essa lei que atropela inclusive direitos constitucionais não encerra a questão. É preciso derrotar esse ataque maior aos direitos trabalhistas e aos sindicatos através da luta de classe.
A CUT considera que não é uma mera coincidência que esse golpe contra os nossos direitos tenha sido dado em 11 de julho e que, no dia seguinte, o ex-presidente Lula tenha sido condenado pelo juiz de 1ª instância Sérgio Moro, sem qualquer prova material, a nove anos e meio de prisão.
Trata-se da continuidade do golpe dado a serviço dos interesses do capital que se iniciou com o “impeachment” sem crime de responsabilidade da presidenta Dilma, que hoje prossegue no ataque aos direitos e que pretende mais adiante acabar com a aposentadoria com o desmanche da Previdência pública.
Só a força da classe trabalhadora organizada, aliada aos movimentos populares e forças políticas que defendem os interesses do povo, é que poderá reverter essa série de ataques aos direitos sociais, à democracia e à soberania nacional. Por isso mesmo a CUT reafirma sua posição de Fora Temer, Diretas Já e Constituinte para restabelecer a democracia, anular os atos dos golpistas nocivos aos nossos direitos e à nação brasileira.
Desde já a CUT conclama as suas bases – CUTs estaduais, ramos e sindicatos – à mobilização total, pois, além da luta para revogar a contrarreforma trabalhista, temos diante de nós a luta para barrar a aprovação da PEC 287 (Previdência) cuja tramitação na Câmara dos Deputados está prevista para o início do segundo semestre. Esses ataques ao conjunto da nossa classe e aos setores populares colocam novamente na ordem do dia a preparação de uma greve geral.

A LUTA CONTINUA: NENHUM DIREITO A MENOS!

FORA TEMER!

DIRETAS JÁ!

DIREÇÃO EXECUTIVA DA CUT

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