Reforma trabalhista: Senado aprova urgência e CUT chama pressão total
Jornalista: Leticia
Com 46 votos favoráveis e 19 contrários, os senadores governistas aprovaram nesta terça-feira (4) um pedido de urgência feito em nome da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) para acelerar a tramitação do PLC 38/2017, que trata da Reforma Trabalhista. A proposta começará a ser discutida pelo plenário na sessão desta quarta-feira (5). A votação final será na próxima terça-feira (11).
A Reforma Trabalhista teve relatório favorável aprovado pela CCJ na última quarta (28/06). Apesar do empenho da bancada de oposição – composta por parlamentares do PT, PCdoB, PDT, PSOL, REDE, parte do PSB e alguns senadores do PMDB –, para barrar a matéria, os senadores governistas aprovaram o relatório sem nenhuma alteração no texto que veio da Câmara dos Deputados, para evitar que ele volte a tramitar naquela Casa e possa seguir direto para sanção presidencial, caso aprovado na semana que vem.
A resposta imediata da direção da CUT foi orientar para que em todos os estados suas bases pressionem os senadores, porque agora é com o plenário e a votação desta vez será decisiva e final. Além disso, força total às redes sociais e ao uso do site NA PRESSÃO, onde há uma campanha específica para a Reforma Trabalhista, que proporciona acesso direto a todos os canais e redes sociais dos senadores, além de informar a posição de cada senador sobre a reforma.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, destacou, no lançamento do NA PRESSÂO, que os senadores “dizem que o que os deixa com medo é justamente a pressão nas bases. Então, a ideia é justamente furar o bloqueio e mostrar a indignação dessas bases”. Por isso, fazer chegar a opinião de cada cidadão, em especaial para os senadores indecisos, é fundamental.
Fim da carteira assinada pode ser votada nesta quarta-feira (5)
Jornalista: Leticia
A definição sobre a Reforma Trabalhista (Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017) pode acontecer ainda nesta semana. A proposta do governo ilegítimo Michel Temer (PMDB) terá o regime de urgência votado nesta semana e, após isso, pode já ir para o plenário da Casa.
Caso seja aprovada, bastará a sanção do presidente para implementar um projeto que, na prática, acaba com a carteira assinada ao permitir a ampliação da duração do contrato de trabalho temporário (de 3 meses para 6 meses), do contrato por tempo parcial (de 25 para 30 horas semanais) e ao permitir negociar 13 direitos fundamentais entre patrões e empregados em termos piores do que prevê a CLT (o chamado negociado sobre o legislado).
Neste momento, toda forma de cobrar os parlamentares para que votem contra o projeto é importante. Para pressionar os senadores com um clique basta acessar o site ‘Na Pressão’.
A plataforma disponibiliza uma lista dos indecisos e dos favoráveis à reforma, além de uma proposta de texto para mostrar a quem você elegeu que não concorda com o fim dos direitos trabalhistas. Consulta no Senado – A página do Senado também disponibiliza uma consultapara avaliar o apoio à reforma trabalhista. Até o momento desta publicação, 155.265 votaram contra e 7.583 pessoas se disseram favoráveis ao texto. Vote você também na opção ‘não’ para mostrar aos senadores que aprovar essa medida é trair a classe trabalhadora.
Trabalhadores mostram que golpistas não terão trégua
Jornalista: Leticia
Na noite desta sexta-feira (30), em São Paulo, um grande ato encerrou a Greve Geral nacional. Cerca de 40 mil pessoas foram à Avenida Paulista pedir o fim da tramitação da Reforma Trabalhista.
O dia foi marcado pela paralisação de diversas categorias, além das mobilizações em todos os estados. Ações como trancamento de avenidas, rodovias e ocupação de espaços públicas foram táticas utilizadas pelas centrais sindicais e movimentos sociais para protestar.
Segundo o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, os parlamentares estão receosos de apoiar as reformas do governo golpista de Michel Temer, em decorrência da presença constante de manifestantes nas ruas, lutando pela preservação dos seus direitos. O dirigente sindical aproveitou para convocar a militância para acompanhar de perto os próximos passos da tramitação da Reforma Trabalhista.
“Os senadores estão morrendo de medo de vocês. Vocês [manifestantes] são muito fortes. Eles iam votar dia 6 e adiaram, eles estão com medo. Isso está acontecendo porque a gente não deixa esfriar, todo dia tem ato no Brasil. A greve foi forte no Brasil inteiro e mostrou a força da classe trabalhadora”, afirmou.
Ainda de acordo com Freitas, o desafio agora é aumentar a pressão sobre senadores para derrotar definitivamente a Reforma Trabalhista. “Estamos enfrentando um dos maiores golpes dos últimos 20 anos. Estamos resistindo com força, garra e luta. Já convoco aqui, vamos para Brasília no dia da votação.”
O coordenador nacional do MTST, Guilherme Boulos, adotou o mesmo tom do presidente CUTista, reforçando a analise de que se a Reforma Trabalhista não for derrotada, vai mergulhar o Brasil num contexto de conflitos e de profunda insegurança jurídica. “Hoje, o grito da classe trabalhadora ocupou as ruas do país inteiro. Vamos seguir firme contra esse golpe e contra a tomada de nossos direitos, sem dar descanso aos golpistas, nas ruas”, concluiu Boulos.
O embate entre o capital e o trabalho é um processo de luta que exige organização, mobilização e capacidade de resistência como qualquer luta de classe.
Só a luta garante.
E, como eu costumo dizer, lutar sempre surte efeito, às vezes, não tão rápido como todos nós gostaríamos. O resultado nem sempre vem de uma vez só, tem de ser construído no dia a dia, nas mobilizações, na resistência, na pressão, nas ruas e no Congresso Nacional.
É importante lembrar que com luta e resistência conseguimos impedir a conclusão do golpe. É isso mesmo. O projeto dos golpistas era destruir o legado e as conquistas dos /as trabalhadores/as, construídas e implantadas nos últimos 13 anos; e, também, acabar rapidamente com os direitos sociais, trabalhistas e previdenciários.
Nós resistimos, lutamos, impedimos que as reformas Trabalhista e Previdenciária fossem aprovadas no primeiro trimestre deste ano, como os golpistas queriam. Estamos acumulando forças para que qualquer decisão tomada no futuro contra os/as trabalhadores/as seja revertida e, juntos, possamos construir um país com justiça e inclusão social, emprego decente, ensino e saúde de qualidade, enfim, com oportunidades iguais para todos e todas.
A greve desta sexta-feira, 30 de junho, é mais um passo na construção da resistência e da luta por um futuro melhor para todos.
Em 6 de julho, dia em que o Senado vota no plenário a reforma Trabalhista, vamos mais uma vez ocupar Brasília contra o desmonte da CLT, do fim do emprego formal, do direito a férias, 13º e carteira assinada.
Nosso papel é lutar, resistir.
E é isso que estamos fazendo cada vez mais desde o fim de 2014, quando parte da mídia e do Judiciário se uniu ao candidato derrotado nas eleições presidenciais e seus aliados conservadores para dar um Golpe de Estado. Sabíamos desde então que o golpe era para acabar com o projeto de distribuição de renda e inclusão social, contra o Brasil, contra a democracia e contra a classe trabalhadora. O projeto dos golpistas é acabar com a soberania nacional, entregar o petróleo e as nossas terras para as multinacionais.
E a nossa resistência surtiu efeito.
Mobilizamos a classe trabalhadora, os movimentos populares e entidades sindicais de todo o mundo, denunciamos os ataques contra os direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, além do ataque contra a democracia no Brasil e impedimos que o golpe se concretizasse como eles pretendiam.
Foi a nossa luta que levou a opinião pública a refletir sobre os reais objetivos do golpista e ilegítimo Temer. Os meios de comunicação, que manipularam as informações e enganaram o povo dizendo que com Temer a economia do país iria aquecer e milhões de empregos seriam gerados, não conseguiram manter a sociedade ao lado do ilegítimo.
O desempenho de Temer despencou. Ele é reprovado por 95% dos brasileiros, segundo pesquisa CUT/Vox. Até o Datafolha desistiu de sustentá-lo e em sua última pesquisa registrou um percentual de apenas 7% de aprovação.
Nossos atos, mobilizações e paralisações contribuíram muito para expor a verdadeira face desse presidente ilegítimo, corrupto e totalmente subordinado ao mercado, aos empresários com quem sempre fez negociatas por baixo dos panos ou nos porões do Palácio do Jaburu.
Nenhum direito a menos!.
Queremos eleições diretas já!, para que a voz do povo seja ouvida e o Brasil seja colocado novamente no rumo do desenvolvimento com inclusão social, distribuição de renda e geração de emprego.
Nesta sexta, Brasília parou sem transporte público e sem produção. Isso só foi possível graças à colaboração de cada sindicato que mobilizou e orientou sua base para agir em unidade. Foram vários dias de debate e construção de ações para que, nesse 30 de junho, trabalhadores de todo o país repetissem o recado de que não aceitarão mais nenhum ataque às conquistas trabalhistas.
É fundamental compreendermos que somente o levante da classe trabalhadora será capaz de coibir os retrocessos impostos pelo governo golpista. Governo esse, que atua com viés entreguista e através de políticas neoliberais, que retira direitos dos trabalhadores e trabalhadoras para fortalecimento dos capitais financeiro, agrário e empresarial.
A CUT Brasília atribui o êxito de mais essa Greve Geral às inúmeras categorias que pararam a produção, calaram as máquinas e cruzaram os braços para a construção do movimento paredista contra Temer e suas reformas.
Aos rodoviários, metroviários, aeroportuários, comerciários, servidores públicos distritais, municipais e federais, bancários e demais trabalhadores do ramo financeiro e das empresas de crédito, companheiros dos Correios, da limpeza pública, eletricitários, do transporte de valores, das embaixadas, das telecomunicações, do Detran, educadores das instituições públicas e privadas, o pessoal da área da segurança, enfim, aos mais de 50 sindicatos e às suas bases que aderiram, total ou parcialmente, à Greve Geral.
Esse espírito de coletividade e unidade é o que nos mantém impávidos na luta pela manutenção e conquista de direitos e pela construção de um país cada vez mais justo e igualitário.
A cada um e cada uma, vigorosa saudação e agradecimento sincero.
Somos CUT, somos fortes!
CCJ aprova desmonte da CLT. A resposta da CUT é GREVE!
Jornalista: Luis Ricardo
A greve desta sexta-feira, 30, que está mobilizando milhares de trabalhadores em todo o Brasil vai denunciar mais uma vez os riscos que a aprovação das reformas de Temer representam para a classe trabalhadora e para o País. É mentira o discurso do governo de que vai ter geração de emprego. O que vai ter é o bico institucionalizado, o fim do emprego formal, que garante direitos conquistados, como férias e 13º salário.
E a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na noite desta quarta-feira, 28, do parecer favorável a reforma Trabalhista que promoverá um retrocesso de mais de 80 anos na legislação Trabalhista brasileira, vai mobilizar ainda mais categorias.
Para a CUT, a única saída para impedir que o plenário do Senado aprove a reforma é parar o Brasil, ocupar as ruas e o Congresso Nacional. A classe trabalhadora corre o risco de ser submetida a condições de trabalho semelhantes a que tínhamos na época da escravidão e isso não vamos aceitar de braços cruzados. Estamos cumprindo o nosso papel de organizar, mobilizar, pressionar, fazer greve.
É inadmissível um presidente querer se manter no poder aprovando a pauta patronal – da Fiesp, CNI e congêneres – de retirada de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários. Mais grave ainda é que esse presidente não tem legitimidade nem moral e é o primeiro da história do Brasil a ser oficialmente denunciado por corrupção.
Os sindicatos filiados à CUT fizeram centenas de assembleias e a greve do dia 30 foi aprovada por unanimidade.
Confira abaixo as categorias que vão parar e locais onde realizaremos atos:
Em São Paulo, a concentração para o ato público tem início às 16h, em frente ao vão livre do MASP, na Avenida Paulista, na capital. Depois, tem caminhada até a Prefeitura de SP, onde os manifestantes vão denunciar as privatizações. ACRE
– Bancários
– SINTEAC
– Urbanitários
– Correios
– ADUFAC
– SINDACS
– SINPOSPETRO
– SINTEST
– Auditores fiscais
– Vigilantes
— 8h ato em frente Ao Palácio do Governo do Estado, em Rio Branco. Na sequência, haverá uma caminhada até o centro da Capital. ALAGOAS
– Bancários;
— 6h ato no Coreto de Delmiro Gouveia
— 8h ato na Praça dos Martírios, centro de Maceió
— 13h30 ato na Praça Luis Pereira Lima, em Arapiraca AMAZONAS
— 8h ato na Praça do Congresso, em Manaus AMAPÁ
— 8h ato na Praça da Bandeira, em Macapá. BAHIA
– Ferroviários
– Petroleiros
– Químicos
– Servidores públicos federais; estaduais e municipais; previdenciários;
– Correios;
– Vigilantes;
– Metalúrgicos;
– Comerciários;
– Professores;
– Sentir;
– Sindiferro;
– Sindicato dos profissionais em pesquisa;
– Sindiborracha;
– Sindicatos da agricultura familiar;
– Sintercoba;
– Sindalimentação
– Rodoviários que estão em fase de negociação final.
— 6h30 tem manifestação no Iguatemi
— 15h tem manifestação em Campo Grande, em Salvador CEARÁ
– Transporte
– Educação
– Comércio e Serviço
– Metalúrgicos
– Servidores Públicos
– Bancários
– Rurais (CUT) vão reforçar os atos
— 7h30 ato em frente à Caixa Economica, em Iguatu
— 9h tem concentração para o ato na Praça da Bandeira, em Fortaleza. DISTRITO FEDERAL
– Metroviários vão parar 24 horas
– Rodoviários
– Urbanitários
– Trabalhadores em telecomunicação
– Bancários,
– Professores
– Correios
– Comerciários;
– Professores
– Saúde
– UnB
– Judiciário
– MPU
Serão realizados atos descentralizados em várias cidades do entorno:
— 6h Ato nas empresas Eletro Norte e Furnas / Setor Comercial Norte Q 6 Blocos B/C – Asa Norte
— 6h Ato na sede de Furnas, na Av. Noroeste Qn 431 Conjunto A C D, 214 – Samambaia Sul
— 8h Ato frente ao Prédio da Oi, na SCS. Q. 2 Edifício Brasil Telecom Estação Telefônica Centro
— 8h Ato em Formosa, concentração será na Praça Anisio Lobo
— 8h Ato em Brazlândia, concentração Estacionamento do BRB (Quadra 3, Bloco B Lotes 6/10
— 9h Ato no Paranoá, concentração será no Terminal Rodoviário
— 9h Ato em Defesa da Educação, na Praça do Relógio – Taguatinga ESPÍRITO SANTO
– Metroviários
– Metalúrgicos
– Professores
– Construção civil
– Eletricitários,
– Comerciário,
— 12h tem ato na Assembleia Legislativa, em Vitória. GOIÁS
– Bancários
– Transporte
– Educação
– Saúde
– Servidores públicos estaduais, federais e municipais
– Trabalhadores das escolas particulares.
— A concentração para o ato será a partir das 8h, na Praça Cívica, em Goiânia. MARANHÃO
– Urbanitários
– Servidores Federais
– Servidores Estaduais
– Professores das redes estadual, municipal e Universidades
— 6h30 Concentração em frente ao Porto de Itaqui e ato político na sequência MINAS GERAIS
– Educação
– Saúde
– Bancários
– Aeroviários
– Urbanitários
– Metroviários
— 9h concentração para o ato será na Praça da Estação, na Avenida dos Andradas, em Belo Horizonte.
— 9h ato na Praça da Estação, em Juiz de Fora. MATO GROSSO
– Bancários
– Educação
– Servidores Federais
– Rodoviários,
— 15h, tem ato na Praça Ipiranga, centro de Cuiabá. MATO GROSSO DO SUL
– Educação
– Bancários
– Construção Civil
– Servidores Públicos Estaduais e Federais
— 9h – Ato na Praça Ary Coelho, no centro de Campo Grande PARÁ
— 7h30, em Marabá, tem concentração em frente ao estádio Zinho Oliveira, de onde partirão em caminhada até o bairro Cidade Nova.
— 7h, em Marituba, região metropolitana de Belém, os manifestantes se concentrarão às 7h na entrada da Alça Viária.— 8h,concentração para o ato em frente ao Mercado Municipal de Alatamira.
— 8h concentração do ato será em frente à Praça São Sebastião. De lá, os manifestantes devem seguir até a Câmara Municipal. Em Santarém, a paralisação será puxada pelo Fórum Sindical e Popular, que congrega 27 entidades.
— 11h ato na Praça da República, em Belém, com caminhada até o bairro São Brás. PERNAMBUCO
– Bancários
– Metroviários e Conexos
– Docentes Universidade Federal de Pernambuco
– Metalúrgicos
– Vigilantes
– Farmacêuticos
– Professores da Rede Particular
– Professores Municipais
– Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social
– Servidores no Poder Legislativo
– Servidores Administrativos de Apoio Fazendário da Secretaria da Fazenda
– Auditores Fiscais e Julgadores Tributários de Pernambuco
– Servidores Municipais do Recife
– Trabalhadores em Educação de Pernambuco
– Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife
– Policiais Civis
– Trabalhadores de Tecnologia da Informação (TI)
– Servidores e professores municipais do Paulista.
– Servidores municipais de Abreu e Lima
– Petroleiros que atuam no Complexo de Suape/Ipojuca.
– Trabalhadores da construção civil
– Servidores públicos federais – Servidores do Instituto Federal de Pernambuco
– Trabalhadores portuários
– Professores de Gravatá
– Assistentes sociais
– Agentes comunitários de saúde
– Trabalhadores em asseio e conservação
— 15h ato Político-Cultural, Arraiá da Greve Geral, na Praça da Democracia, no Derby, em Recife. PIAUÍ
— 8h inicio a concentração para o ato na Praça Rio Branco, em Teresina. PARANÁ
– Motoristas e cobradores de ônibus
– Correios
– Garis
– Servidores municipais
– Bancários
– Petroleiros
– Técnicos da Saúde
– Servidores da Justiça Federal
– Vigilantes
– Metalúrgicos
– Professores e todo pessoal da Educação
— Curitiba: a CUT, demais centrais e movimentos sociais promoverão atividades durante todo o dia com suas bases, com uma grande concentração na Boca Maldita, às 12h.
— Araucária – 8h30 em frente à Prefeitura
— Cascavel – 8h30 na Unioeste (palestra) / 10h ato público no Núcleo Regional de Educação
— Foz do Iguaçu – 8h no Bosque Guarani
— Guarapuava – 8h30 na Praça 9 de Dezembro
— Londrina – 9h no Calçadão
— Maringá – 9h em frente ao INSS.
— Paranavaí – 9h em frente à Prefeitura
— Ponta Grossa – 8h30 na Praça Barão de Guaraúna RIO DE JANEIRO
– Petroleiros
– Bancários
– Professores
– Universidades
– Servidores públicos estaduais e municipais
– Metalúrgicos
– Vigilantes
— 17h tem ato na Candelária RIO GRANDE DO NORTE
– Educação
– Saúde
– Bancários
– Servidores municipais federais e estaduais
– Ferroviários terceirizados
– Petroleiros
— 7h30, em Currais Novos, concentração em frente à Rodoviária
— 8h, em Caicó, concentração na Praça da Alimentação e caminhada até o Centro Administrativo
— 15h, em Mossoró, tem ato em frente a Igreja do Alto de São Manoel.
— 15h, em Natal, Concentração em frente ao IFRN (Salgado Filho) e caminhada até Mirassol RS – Metalúrgicos
– Sapateiros
– Bancários
– Professores públicos e privados do Estado
– Servidores municipais de várias cidades
– Metroviários
– Servidores da Justiça e do quadro geral do estado
— 9h ato em Caxias
— 10h ato em Pelotas
— 12h ato na Esquina Democrática, em Porto Alegre
— 12h ato em Rio Grande
— No RS os militantes também realizarão piquetes nos rodoviários em várias cidades RONDÔNIA
— 8h, tem concentração para o ato na Praça das Três Caixas D’Água, em Porto Velho.
— 15, em Ji-Paraná, ato com passeata. Concentração na Rua Idelfonso da Silva e caminhada até a Praça do Trevo RORAIMA
– Professores da UFRR
– Às 6h concentração em frente ao IBAMA, Av. Brig. Eduardo Gomes
– Às 9h carreata saindo do Centro Cívico, em Boa Vista SERGIPE
– Rodoviários
– Agentes Comunitários de Saúde de Aracaju – SACEMA
– Agentes de Saúde e Agentes de combate as Endemias de Itabaiana
– SINDACS
– Assistentes Sociais – SINDASSE
– Auditores Fiscais – SINDIFISCO
– Bancários – SEEB
– Comerciários de Aracaju – SECA
– Comerciários de Arauá – SECAR
– Comerciários de Boquim – SECBO
– Comerciários de Itabaianinha – SECI
– Educadores Sociais – SINTS
– Empregados em Supermercados – SESES
– Empregados em Supermercados – SINDESUPES
– Enfermeiros – SEESE
– Engenheiros de Sergipe – SENGE/SE
– Fisioterapeutas – SINTRAFAS
– Médicos do Estado de Sergipe – SINDIMED
– Nutricionistas – SINDINUTRISE
– Professores da UFS – ADUFS
– Professores de Aracaju – SINDIPEMA
– Professores do Estado de Sergipe – SINTESE
– Psicólogos – SINPSI
– Servidores da Barra dos Coqueiros – SINDIBARRA
– Servidores de Amparo do São Francisco – SINDIAMPARO
– Servidores de Campo do Brito – SINDIBRITO
– Servidores de Canindé – SINDISERV Canindé
– Servidores de Cristinápolis – SINDSERVE Cristinápolis
– Servidores de Divina Pastora – SINDIPASTORA
– Servidores de Estância – SINDSEME
– Servidores de Malhada dos Bois – SINTRAM
– Servidores de Malhador – SINDSERVE Malhador
– Servidores de Monte Alegre – SINTEGRE
– Servidores de Nossa Senhora da Glória – SINDISERV Glória
– Servidores de Poço Verde – SINDISERV Poço Verde
– Servidores de Propriá – SINDSERVE Propriá
– Servidores de Riachuelo – SINDISERV Riachuelo
– Servidores de Socorro – SINDSOCORRO
– Servidores do Estado de Sergipe – SINTRASE
– Servidores do IFS – SINASEFE
– Servidores do Judiciário – SINDIJUS
– Servidores Federais (Ebserh e Ibama) – SINTSEP
– Técnico-administrativos da UFS – SINTUFS
– Técnicos de Segurança do Trabalho – SINTEST
– Trabalhadores da Indústria de Cimento, Cal e Gesso – SINDICAGESE
– Trabalhadores das Telecomunicações – SINTTEL
– Trabalhadores dos Correios – SINTECT
– Trabalhadores dos Transportes Rodoviários de Aracaju – SINTTRA
– Trabalhadores em Assistência Técnica e Extensão Rural (Emdagro) – SINTER
– Trabalhadores em Sindicatos, Federações e Associações – SINTES
– Trabalhadores na Agricultura – FETASE *Mobilização dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais dos 74 municípios
– Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe – SINTASA
– Vigilantes do Setor Público – SINDVIPSE.
— 14h concentração para o ato na Praça General Valadão, em Sergipe. SANTA CATARINA
– Rurais
– Fetraf-SC
– Sinasefe Seção IFSC
– Sindsaúde/ SC
– Sintrasem
– SINTUFSC
– Sindpd – Ciasc
– SINDPD – Dataprev
– SINDPD – Serpro
– Sintaema – CASAN
– SINTECT
– SITESPM-CHR
– SISME
– SINDI-SJCR
– Sintrajusc
– Sintespe
– Sindprevs
– UFFS (Chapecó – Técn.)
– Sinergia
– Sinte SC
– SINPSI/SC
– Auditores Fiscais
– SEEB – Bancários
– Sintraseb Blumenau
– Sitespm-CHR – Chapecó
– Sinsej Joinville
– Sintram – São José
— Chapecó 9h – Trevo da BR 282
— Florianópolis – 15h – Ticen
— Lages – 16h30 – Calçadão Pça João Costa
— Ararangua – 8h – Em frente ao INSS
— Caçador – 9h – Largo Caçanjurê
— Itajaí – 5h – Centro
— Joinvile – 14h – Praça da Bandeira
— Blumenau – 13h30 – Praça Victor Konder
— Campos Novos – 8 h – BR 282/BRF
— Rio do Sul – 9h – Praça da Catedral, BR 470 SÃO PAULO
– Metroviários
– Petroleiros
– Bancários
– Professores
– Saúde
– Ferroviários vão parar a linha 8 diamante/esmeralda
— 16h ato em frente ao vão livre do MASP, na Avenida Paulista, na capital, seguido de caminhada.
ABC
— Metalúrgicos do ABC farão ato em frente ao Sindicato, em São Bernardo do Campo e às 9h sairão em caminhada até a Praça da Matriz.
— Químicos ABC vão parar principais empresas em Santo André, Diadema, São Bernardo, Mauá e Rio Grande da Serra.- Professores do ABC
— Professores da rede particular do ABC também vão paralisar suas atividades
— 7h concentração na Praça Santa Cruz, rua São Bento, 1265
— 9h marcha pelas ruas do centro da cidade
ARARAQUARA
— 7h concentração na Praça Santa Cruz, rua São Bento, 1265
— 9h marcha pelas ruas do centro da cidade
BAURU
— Das 6h às 9h, ato na Avenida Rodrigues Alves, em frente a Câmara Municipal
CAMPINAS
— 16h ato no Largo do Rosário
GUARULHOS
— 4h30 ato no Aeroporto de Cumbica
JUNDIAI
— 9h30, na Rua XV de Novembro, 336, centro de Jundiaí
MOGI DAS CRUZES
— 6h, na Praça Marisa, centro de Mogi das Cruzes
OSASCO
—Bancários vão fechar as agencia na Avenida dos Autonomistas e Rua Antonio Àgu, ruas centrais da cidade
— Comerciários vão fechar as lojas no calçadão
— Professores de Osasco farão aula pública no calçadão
— 11h caminhada pelo calçadão de Osasco
RIBEIRÃO PRETO
— 9h ato na Rua Álvares Cabral, centro da cidade
— 11h concentração na Esplanada Pedro II
SANTOS
— 6h ato na Martins Fontes, entrada de Santos via centro da cidade
— 6h ato na Av. Presidente Wilson, em frente ao teleférico de São Vicente, na Baixada Santista
SÃO CARLOS
— 7h concentração na Praça Santa Cruz, rua São Bento, 1265
— 9h marcha pelas ruas do centro da cidade
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
— 17h ato em frente ao terminal urbano
SOROCABA
– Rodoviários
– Metalúrgicos
– Químicos
— 8h passeata na Zona Norte
— 9h concentração na Praça Cel Fernando Prestes TOCANTINS
– Educação
— 8h ato na Avenida JK, com concentração em frente ao Colégio São Francisco. Com informações da CUT
Sexta (30) é dia de parar a produção, participar dos comandos de greve, lutar pela valorização da coletividade e do nosso trabalho. Vamos nos integrar ao movimento paredista para derrotar o capital, o retrocesso trabalhista e o fim das aposentadorias.
A Greve Geral é por você, por nós e pelas futuras gerações. Participe! Vamos PARAR Brasília para BARRAR o retrocesso!
Dia internacional do Orgulho LGBT marca resistência e luta por direitos
Jornalista: Leticia
Hoje, 28 de junho, comemora-se o Dia Internacional do Orgulho LGBT. No Brasil, talvez este seja um dos anos mais difíceis para o segmento que precisa lidar com um governo regressista e um Congresso extremamente conservador, o pior desde 1964.
Ao usurpar o poder através de um golpe parlamentar, Temer tratou logo de extinguir pastas importantes que fomentavam a criação de políticas públicas voltadas à diversidade e às minorias. Desde então, debates sobre a homofobia e toda forma de preconceito e exclusão foram suprimidos das agendas do governo.
Mas, o retrocesso não foi apenas em âmbito federal. No DF, nesta segunda (26/6), o parlamento reacionário reuniu-se para retirar direitos da categoria. Após 17 anos de muita pressão e mobilização dos movimentos LGBTs de Brasília, o governador Rodrigo Rollemberg finalmente regulamentou a Lei Anti-Homofobia (2.615/2000), que proíbe qualquer tipo de discriminação por conta da orientação sexual. Entretanto, a Câmara Legislativa, encabeçada pela bancada evangélica e outros segmentos conservadores, revogou a regulamentação da medida por meio de um projeto de decreto legislativo.
Para o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, o Brasil e Brasília caminham para trás. “É lamentável perceber que, enquanto outros países avançam nas relações humanas, na preservação de direitos essenciais e na garantia de melhorias sociais significativas, nosso país galopa para o retrocesso”, lamenta o dirigente.
Para Britto, os 13 anos passados sob a gestão de um governo democrático e popular trouxe importantes conquistas para a comunidade LGBT – até então ignorada pelos governos anteriores – mas que precisam ser bravamente defendidas frente a esse governo de ideologia exclusivista e segregador. “São inúmeros os retrocessos já sofridos, como o sucateamento de todo o Ministério dos Direitos Humanos, por isso, precisamos unir todos os segmentos sociais com a classe trabalhadora para fazermos um enfrentamento conjunto e, assim, restituirmos a nossa democracia”, finaliza.
Sem salários, terceirizados em escolas públicas exigem respeito
Jornalista: Leticia
Cerca de 900 terceirizados na limpeza e conservação das escolas públicas do DF estão, mais uma vez, com salários e benefícios atrasados.
Esses trabalhadores realizam o serviço em escolas de Sobradinho, Planaltina, Brazlândia, São Sebastião, Paranoá, Guará e estão há 21 dias sem receber.
Além dos constantes atrasos, os terceirizados estão sofrendo ameaça de corte de ponto caso façam greve.
De acordo com diretor do sindicato que representa a categoria (Sindiserviços-DF) Antônio de Pádua, o problema persiste há mais de dois anos. “Isto é uma falta de respeito com a categoria. Além da intransigência na falta de pagamento, querem penalizar os que realizam movimento paredista. Isto é inadmissível. Já denunciamos diversas vezes esta situação no Ministério Público do Trabalho (MPT) e na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no DF (SRTE/DF), com a presença dos representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e os próprios patrões, porém, insistem em desrespeitar os trabalhadores. Muitos colegas de profissão estão sendo despejados ou vivendo de favor na casa de amigos e familiares por conta desses atrasos. O sindicato reafirma que continuará na luta para garantir que os trabalhadores tenham seus direitos cumpridos”, concluiu.
Senadores da CCJ votam reforma trabalhista e ameaçam assassinar direitos
Jornalista: Leticia
Nesta quarta (28/6), acontece mais uma rodada na luta do bem contra o mal. A reforma trabalhista, que assassina todos os direitos adquiridos através de anos de muito embate e resistência da classe trabalhadora, será votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. Será sua última parada antes de ir ao plenário da Casa para a votação definitiva e, de lá, para a sanção presidencial. Lutar sempre
Frente ao risco desse duro retrocesso, a Central Única dos Trabalhadores de Brasília convoca sua militância para o enfrentamento nesta quarta (28).
Aos companheiros e companheiras que queiram acompanhar a votação no Senado, orientamos que cheguem por volta das 7h30 para conseguir entrar, pelo anexo II (biblioteca). Por ser um dia atípico, sabemos das dificuldades de conseguirmos o acesso, mas estaremos a postos.
Aos que não queiram ir ao Congresso, ou não consigam entrar, haverá uma concentração na CUT Brasília a partir das 8h para acompanhar o andamento da votação. Além disso, outras atividades se seguirão ainda pela manhã, como panfletagem no terminal rodoviário e em pontos estratégicos do Plano Piloto.
O presidente de CUT Brasília, Rodrigo Britto, alerta que esse momento é crucial para demonstrarmos unidade. “O governo golpista se encontra enfraquecido pelos inúmeros escândalos e a perda de apoios importantes. Portanto, esse é o momento da classe trabalhadora deixar ainda mais claro que não apoiará políticos que assassinem direitos”, disse. “Se de um lado está o capital financeiro cobrando a conta do golpe e pagando alta fatura pelas reformas, do outro estão os trabalhadores que possuem o poder do voto. Isso tem pesado bastante na balança dos parlamentares”, garante o dirigente.
Após a CCJ, caso tenha urgência, a reforma trabalhista poderá ser votada no plenário do Senado ainda esta semana.