Movimento Orgulho Autista Brasil apoia a greve da educação

O Movimento Orgulho Autista Brasil-MOAB publicou em seu instagram nota de apoio à greve da educação do DF. Na nota, divulgada nesta terça-feira (24/6), o grupo demonstra preocupação com a intransigência do GDF em não negociar com a categoria, e se solidariza com as reivindicações de professores(as) e orientadores(as) educacionais. A nota é assinada elo presidente do MOAB, Edilson Barbosa, a vice-presidente Viviani Guimarães e por Marcia Pereira, Professora e diretora de Ensino do MOAB.
O texto afirma que “a valorização de professores e orientadores é fundamental para que estudantes autistas tenham acesso a um ensino de qualidade, com acolhimento, adaptações e respeito às suas singularidades. A luta por salários dignos e melhores condições de trabalho é também uma luta pela inclusão efetiva de nossos estudantes.”
O Moab é mais uma entidade a expressar seu apoio ao movimento paredista do magistério do DF, que vem obtendo amplo apoio da sociedade.

Sinpro convida à solidariedade: doe sangue e ajude Daniel Gaio

O Sinpro apela à solidariedade da categoria em favor da vida de Daniel Gaio, diretor nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que enfrenta um momento delicado de saúde e precisa, com urgência, de doações de sangue.

O sindicato convida a todos e todas a unirem forças e mostrar que a solidariedade é um dos maiores valores que professores(as) e orientadores(as) educacionais compartilham. Uma única doação pode salvar até quatro vidas — e, hoje, Daniel precisa de todos(as) nós.

A luta pela vida também se faz com pequenos grandes gestos de solidariedade e doação. Contamos com você!

Onde doar:

As doações devem ser feitas no Banco de Sangue de Brasília, localizado na SGAS 915 – Asa Sul, dentro do Centro Clínico Advance I (próximo ao Hospital DF Star).

No local, o(a) doador(a) deve informar o código 10491906 e nome do paciente: Daniel Machado Gaio.

Informações importantes:

Antes de doar, verifique os requisitos necessários. Todos os detalhes estão disponíveis no material informativo da campanha, ou diretamente no local da doação.

Doe sangue. Salve vidas. Compartilhe essa causa!

Educação Faz Pressão | Deputado que defende o povo apoia a greve da educação!

A legitimidade e a força da greve da educação trouxeram apoios fundamentais, desde parlamentares das diferentes casas até lideranças de movimentos sociais e sindicais, passando por setores do Poder Judiciário.

Agora é um momento central para o movimento paredista! Depois do estabelecimento de mediação do Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) – algo inédito e decisivo para que acontecesse a primeira reunião entre governo e comissão de negociação -, o deputado distrital Chico Vigilante (PT) será recebido pelo governador Ibaneis Rocha nesta segunda-feira (23) para tratar de temas referentes à greve.

Iniciada em 2 de junho, a greve da educação tem crescido a cada dia. Diversos deputados e deputadas já declararam seu apoio, mas é preciso mais! Afinal, deputado que defende o povo apoia a greve da educação.

Para que o movimento chegue ainda mais forte à segunda-feira, data da reunião entre Ibaneis e o deputado Chico Vigilante, é fundamental que mais deputados manifestem seu apoio. E você pode ajudar!

Envie mensagens através da plataforma Educação Faz Pressão (botão abaixo), marque deputados e deputadas nas redes sociais e peça apoio!

EDUCAÇÃO FAZ PRESSÃO

Os apoios reunidos até agora são resultado da mobilização da categoria, que segue unida e forte para conquistar os avanços necessários à defesa da escola pública!

 

 

Próxima assembleia

A categoria realiza nova assembleia geral na próxima terça-feira (24), às 9h, no estacionamento da Funarte. Fique atento ou atenta, pois pode haver alteração da data.

MATÉRIAS EM LIBRAS

Greve é unidade; peleguinho, não!

Ao longo da história de luta da categoria do magistério público do Distrito Federal por valorização, respeito e investimento na educação, vários momentos ficaram marcados por sua importância na trajetória de vitórias de professores(as) e orientadores(as) educacionais, assim como figuras marcantes que surgiram neste processo. Uma delas foi a professora Maria Holanda, que aos 84 anos de idade mostrava a cada assembleia e movimento grevista a importância da consciência de classe e da unidade em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

O legado de vida deixado pela professora Holanda reforça a necessidade de mobilização de toda a categoria. Na greve de 2012, a ideia foi materializada na forma da música “Peleguinho”. A época era outra, mas a importância da unidade de professores(as) e orientadores(as) educacionais por valorização e uma educação pública de qualidade continua a mesma.

No jargão do movimento sindical, pelego é aquele trabalhador ou trabalhadora que, em vez de se unir aos colegas em greve, “fura” o movimento.

Assembleia

O Sinpro convoca todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para assembleia geral nesta terça-feira (24), às 9h, no estacionamento da Funarte, com possibilidade de alteração.

Edição: Vanessa Galassi

Diretora do Sinpro fala sobre greve da educação em podcast

A diretora do Sinpro Letícia Montandon falará sobre a greve da educação no podcast Buteko do Prof nesta sexta (20/6). O programa, apresentado pelo professor José dos Reis, será transmitido ao vivo pelo Youtube, a partir das 20h30. Os educadores Fernando Souza e Aharom também estarão no bate-papo.

No podcast, a sindicalista falará sobre os desdobramentos do movimento paredista. Iniciada em 2 de junho, a mobilização do magistério por valorização e educação pública de qualidade tem recebido apoio de entidades sindicais, lideranças políticas e organizações da sociedade civil.

Ao longo da greve, professores(as) e orientadores(as) educacionais, organizados(as) pelo Sinpro, têm realizado ações diversas e cobrado do governo Ibaneis-Celina uma proposta que atenda às reivindicações da categoria.

A mobilização e a legitimidade do movimento grevista abriram caminho para negociação com o governador do DF, Ibaneis Rocha. Na próxima segunda (23/6), o chefe do Executivo se reunirá com o deputado distrital Chico Vigilante, às 17h, para discutir os pontos da greve da educação. A expectativa é de que, no encontro, seja definida uma data para Ibaneis receber a Comissão de Negociação do Sinpro.

Livro da professora Taicy Ávila em lançamento póstumo dia 21/6

A família de Taicy Ávila manteve o lançamento do terceiro livro da professora, falecida repentinamente aos 49 anos em 16 de maio. É um gesto de homenagem e celebração à vida, obra e legado de Taicy, segundo o viúvo Roberto. O lançamento acontece no próximo sábado (21/6), das 17h às 20h no Sebinho (406 Norte, bloco C).

Taicy dedicou-se com sensibilidade e coragem a contar histórias que acolhem, representam e ampliam os laços de afeto. “Meu Álbum de Família” é mais do que um livro infantil, é um convite à ternura, à escuta e à diversidade das formações familiares, pensado com carinho por ela e lindamente ilustrado por Vanessa Alexandre.

Será um momento de encontro entre amigos, familiares, leitores e todas as pessoas tocadas por sua generosidade, sua arte e seu compromisso com um mundo mais afetuoso.
“Este encontro não será apenas um evento literário, mas um tributo à memória de Taicy, uma pessoa luminosa, que plantou sementes de amor por onde passou”, diz o viúvo, Roberto Veríssimo, também professor da rede.

Movimentos sociais lançam abaixo-assinado contra privatização da Flona e do PNB

No momento em que a crise climática exige ações urgentes para a preservação ambiental, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) avança com uma proposta de privatização Floresta Nacional (Flona) e do Parque Nacional de Brasília (PNB). A iniciativa tem sido duramente contestada por mais de 70 entidades dos movimentos sociais, ambientais, sindical e sociedade civil do Distrito Federal, que convidam a população a assinar petição em apoio a manifesto em defesa do direito à Flona e ao PNB.

Assine a petição no link a seguir: https://peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR149732

Clique na imagem abaixo e conheça o manifesto:

No manifesto, as entidades expõem sua preocupação com os encaminhamentos que o ICMBio vem dando às duas unidades de conservação. É citado o Artigo 225 da Constituição Federal, que fala sobre o direito ao meio ambiente equilibrado, e ressaltado que essa proposta de privatização surpreendeu a todos e todas, porque não houve participação da sociedade e de representantes das comunidades próximas, bem como de usuários, na etapa de elaboração dos estudos.

As 70 entidades denunciam o fato de que essa concessão da Flona e do PNB à iniciativa privada desconsidera que as áreas não são apenas reservas ecológicas: são territórios essenciais para o abastecimento de água do Distrito Federal, abrigando aquíferos, como os Lagos Santa Maria e Descoberto.

“O Parque Nacional e a Flona são fundamentais como espaços democráticos de lazer, recreação e esporte. São espaços vitais para a promoção do contato com a natureza e da educação ambiental como mecanismos de compreensão importantes de proteção do Cerrado, das águas da nossa região. Não podemos admitir que esses locais tradicionais e públicos, desde a criação de Brasília, sejam, agora, entregues a uma empresa que irá administrá-los segundo a lógica do lucro em detrimento dos interesses e direitos da população”, afirma João Carlos Machado, professor e coordenador do movimento Caminhos do Planalto Central, formado por voluntários que atuam na criação de trilhas ecológicas.

O Sinpro se une aos movimentos sociais e ressalta sua preocupação com a ação que visa a entregar à iniciativa privada a gestão do uso público das duas unidades de conservação. O sindicato ainda alerta para o fato de que a privatização dessas áreas coloca em risco a preservação ambiental e a segurança hídrica do DF.

Leia também:  Audiência pública sobre privatização do Parque Nacional de Brasília ocorre sem participação da sociedade civil

Foto: Divulgação

 

Repercussão

A pressão social levou o Ministério Público Federal a abrir um inquérito civil público sobre a concessão da Flona e do PNB, e forçou o ICMBio a adiar a consulta pública e revisar parte dos materiais informativos.

Paralelamente, o Instituto Arayara protocolou uma Ação Civil Pública com pedido de suspensão imediata da concessão, apontando graves falhas no processo e ameaças à integridade socioambiental das unidades.

 

Fenajufe repudia fala de Ibaneis sobre greve da educação

A Federação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) publicou uma dura nota de repúdio à fala do governador Ibaneis Rocha a respeito da greve dos professores.

A nota da Fenajufe afirma que “a declaração do mandatário do GDF evidencia abuso de poder, despreparo com a gestão pública e fere o direito de greve garantido pela Constituição, ao menosprezar as reivindicações legítimas da categoria.”

O texto prossegue demonstrando que a declaração de Ibaneis são um desrespeito à classe trabalhadora e que “Ignorar suas demandas e desqualificá-los publicamente é uma afronta aos profissionais e à sociedade, que reconhece a dedicação e o compromisso desses profissionais com a educação de qualidade e a arte de ensinar.”

Na última quarta-feira (11), o governador disse que vai manter o corte de ponto dos profissionais em greve e que “vai ver quantos dias eles vão aguentar”, reafirmando, em total desprezo pelas reinvindicações, que “reajuste salarial, só no próximo ano”.

A nota da Fenajufe é mais uma demonstração do apoio unânime da sociedade brasiliense ao movimento paredista do magistério.

Solte o Verbo pela Educação | Sinpro apresenta ideias para gravação de vídeos

A campanha Solte o Verbo pela Educação está a todo vapor. Para facilitar a elaboração dos roteiros da iniciativa, o Sinpro disponibiliza um banco de sugestões de falas que abordam os vários motivos da greve. O conteúdo a seguir foi sugestão de professores que estão participando dos piquetes no Distrito Federal.

Na campanha Solte o Verbo pela Educação, professor(a), orientador(a) educacional, mãe, pai, estudante ou qualquer pessoa da sociedade gravam depoimentos em favor da greve.

“A educação é um direito de todos, e a mobilização deve ser coletiva”, afirma a diretora do Sinpro Letícia Montandon. Segundo ela, a ideia é mostrar que há diversos motivos para realizar o movimento paredista, e que o movimento é legal.

A campanha Solte o Verbo pela Educação foi lançada no último dia 6. Veja as orientações e grave seu depoimento:

– Para que tenha maior alcance, o vídeo deve ter duração de até 1 minuto,

– Escolha um ambiente com boa iluminação;

– Se não tiver tripé, apoie o celular em uma superfície firme, na altura dos olhos; E lembre-se: deixe seu aparelho na posição vertical,

– Tudo certo! Você está pronto(a) para gravar seu vídeo apoiando a greve da educação,

– Agora poste nas suas redes sociais e marque o @sinprodf.

 

Sugestões de temas para serem abordados nos vídeos:

 

  1. INSS dos temporários não foi repassado

“Sou temporária. Meu INSS é descontado, mas não é repassado. Isso significa que eu não posso adoecer, nem me aposentar com segurança. O GDF sabe e não faz nada.” 📢 Frase de impacto: “Doente sem direito? Isso é puro desrespeito!” 

  1. Multa de 1 milhão por dia

“O governo pediu multa de 1 milhão de reais por dia pra tentar calar nossa greve. Mas o STF suspendeu essa barbaridade, porque sabe que o alvo é nosso direito.” 📢 Frase de impacto: “Greve é legal, o ataque é ilegal.”

  1. Recomposição salarial (19,8%)

“Sou professora e estou em greve porque o governo Ibaneis congelou nosso salário por anos. Agora fingem que estão nos dando aumento, mas o que queremos é a recomposição do que perdemos.” 📢 Frase de impacto: “19.8 é obrigação. Não é favor, nem doação!”

  1. Promessa de salário de juiz

“Durante a campanha, Ibaneis disse que professor devia ganhar como juiz. A realidade é que estamos entre os piores salários do DF.” 📢 Frase de impacto: “Prometeu salário de juiz na televisão, mas se esqueceu da educação!”

  1. Celina quer governar, mas se omite

“A vice-governadora Celina Leão não disse uma palavra sobre nossas reivindicações. E ainda quer ser governadora? Quem silencia, consente com o abandono.” 📢 Frase de impacto: “Quer governar o DF, mas finge que não vê? Quem ignora professor, não merece o poder!”

  1. Meta 17 descumprida

“A Meta 17 do Plano Distrital de Educação teve 10 anos para ser cumprida, mas venceu em dezembro de 2024. Ela garante que o professor receba igual a quem tem a mesma formação. Até agora, nada.” 📢 Frase de impacto: “A meta venceu, mas o governo se esqueceu!”

  1. Concursados aguardando nomeação

“Passei no concurso, estudei, me preparei. E mesmo assim, sigo como temporária. O GDF não nomeia ninguém.” 📢 Frase de impacto: “Quem passa espera. Quem governa emperra!”

  1. Educação sem apoio: inclusão precarizada

“Falam de inclusão, mas cadê o apoio? Cadê os profissionais que garantem a aprendizagem dos estudantes com deficiência?” 📢 Frase de impacto: “Sem apoio, a inclusão vira ilusão!”

  1. Temporários também adoecem

“Os professores em contrato seguem sem respeito, sem saúde.” 📢 Frase de impacto: “Se a doença não escolhe, o direito também não pode!”

  1. Altíssima qualificação, baixíssima valorização

“Tenho pós-graduação, cursos, experiência. Mas meu salário não reflete nada disso.” 📢 Frase de impacto: “Qualificados de verdade, ignorados pela autoridade!”

  1. Sinpro incomoda porque luta

“Tentam destruir o sindicato porque ele incomoda. Mas sem o Sinpro, não há defesa dos nossos direitos.” 📢 Frase de impacto: “Atacar o sindicato é golpe disfarçado!”

  1. Educar é resistir

“Eu amo dar aula. Mas também preciso viver com dignidade. Parar é meu direito. Resistir também é educar.” 📢 Frase de impacto: “Parar é resistir, pra educação não ruir!”

  1. Ibaneis quer o Senado, mas nos deixou à míngua

“Como confiar em alguém que ignora os professores do seu próprio estado? No Senado, vai nos ignorar do mesmo jeito.” 📢 Frase de impacto: “Se aqui ele mente, no Senado não será diferente!”

  1. Ibaneis não honra o DF

“Antes de pensar em ser senador, Ibaneis devia lembrar da escola que ele abandonou.” 📢 Frase de impacto: “Prometeu como juiz nos pagar, mas só sabe a escola calar!”

  1. Promessas vazias

“Valorização foi só discurso de campanha. A prática é abandono.” 📢 Frase de impacto: “Na fala é respeito, na prática é despeito!”

  1. Celina quer o Buriti, mas silencia

“A vice quer o Buriti em 2026. Mas se esconde enquanto a educação afunda.” 📢 Frase de impacto: “Ibaneis mente, Celina assente. Quem não valoriza, não representa a gente!”

  1. Lei descumprida: cadê os efetivos?

“A lei diz que 90% do quadro deve ser efetivo. O DF não cumpre. Isso compromete toda a educação.” 📢 Frase de impacto: “Educação de verdade exige efetivo com dignidade!”

  1. 16 mil contratos, nomeações travadas

“São cerca de 16 mil contratos. Milhares passaram no concurso e aguardam nomeação.” 📢 Frase de impacto: “Efetivo já! Chega de enrolar!”

  1. Governador manda população se calar

“Ibaneis se irrita e manda a população se calar. Imagina se ele estivesse numa sala com 40 alunos, sem estrutura e sem salário digno?” 📢 Frase de impacto: “Quem não ouve o povo, não pode falar de novo!”

  1. Recomposição salarial Não é aumento. É reparação!

“Não estamos pedindo aumento. Estamos pedindo o que é nosso. 19,8% é o mínimo para quem teve salário congelado por anos.” 📢 Frase de impacto: “Recompor não é favor. É dever com o professor!”

  1. Inclusão sem equipe é exclusão disfarçada

“Faltam Equipes de Apoio à Aprendizagem, salas de recursos e orientadores em muitas escolas. O DF não libera o quantitativo necessário de profissionais e sobrecarrega mais ainda os professores.

📢 Frase de impacto: “Sem equipe afeta a inclusão: isso é governo sem compaixão!”

  1. Meta 17 é lei, não favor

“A Meta 17 é uma dívida de honra com a categoria. Equidade salarial é o mínimo entre profissionais com a mesma formação.” 📢 Frase de impacto: “Meta 17 é obrigação, não promessa de eleição!”

  1. Falta de valorização afasta os jovens da carreira

“Com baixos salários e desvalorização, quem vai querer ser professor amanhã?” 📢 Frase de impacto: “Sem respeito à profissão, não tem nova geração!”

  1. Sala lotada e sem apoio

“Estamos com turmas superlotadas, com equipes de apoio incompletas. Isso prejudica todos.” 📢 Frase de impacto: “Classe cheia e sem suporte? A escola vai à morte!”

  1. GDF fala em investimento, mas corta verbas

“O governo diz que investe, mas as escolas estão com estrutura precária, falta tudo. O discurso não bate com a realidade.” 📢 Frase de impacto: “Fala em investir, mas só sabe mentir!”

  1. Educação é semente, não moeda de troca

“A educação precisa de investimento contínuo. Ela é a base de tudo, não moeda pra barganha política.” 📢 Frase de impacto: “Educação não é favor, é semente do futuro com valor!”

MATÉRIAS EM LIBRAS

Sinpro de Novo Gama se solidariza com a greve do magistério do DF

O Sindicato dos Professores do Município de Novo Gama-GO (Sinprong) publicou em suas redes moção de apoio à greve da educação do Distrito Federal. A nota, assinada pelo presidente do sindicato, Francisco Lima, manifesta total e irrestrita solidariedade aos companheiros do magistério do DF e ao Sinpro-DF.

O Sinprong é mais uma das dezenas de entidades sindicais da educação que reconhece que a luta do magistério distrital não é isolada, “ela ecoa em todo o país, especialmente nos municípios do entorno, onde também enfrentamos realidades similares de desvalorização, sobrecarga e negligência por parte dos gestores públicos”.

A nota conclui: A greve é, portanto, a resposta organizada e necessária diante da falta de cumprimento de acordos, da estagnação das carreiras, da precarização das condições de trabalho e da invisibilidade imposta aos educadores e educadoras.

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