Plenária distrital do Plano Plurianual será dia 27 no Sindicato dos Bancários

O Governo Federal iniciou, em abril de 2023, o processo de participação social na elaboração do Plano Plurianual – PPA Participativo 2024-2027, que traça, a partir do programa de governo consagrado nas urnas, a visão de futuro, as diretrizes, os programas e as metas para os três anos seguintes e o primeiro ano do próximo governo.

As plenárias estaduais e distrital são uma das etapas do PPA Participativo em que a sociedade fará a sua colaboração nas decisões sobre como o Governo Federal deverá aplicar os recursos públicos. Ocorrem até julho deste ano nas capitais dos 26 estados. Aqui no Distrito Federal, a plenária acontecerá dia 27 de junho às 18h no Sindicato dos Bancários (CLS 314, na Asa Sul). AQUI você encontra o o formulário de inscrição para participar das plenárias e o calendário completo. O credenciamento terá início às 16h. 

 

Plano Plurianual Participativo

O PPA deve ser entregue no dia 31 de agosto ao Congresso Nacional. É o plano de médio prazo que orienta, juntamente com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a elaboração da Lei de Orçamento Anual (LOA).

A participação de cada cidadã e cidadão na construção do PPA é fundamental para a garantia e a conquista de direitos. O PPA 2024-2027 tem o desafio de ter maior participação e diversidade de públicos na priorização de programas e objetivos.

É importante lembrar que cada cidadã/cidadão tem suas prioridades e interesses legítimos. Elaborar um planejamento também é um momento de diálogo, pois quem participa tem a chance de apresentar as próprias demandas e ouvir outros participantes, identificando o que têm em comum. É oportunidade para perceber que muitas necessidades são mais que individuais, são coletivas e devem estar no orçamento público.

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro declara apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) declara seu apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) por suas lutas históricas por justiça social rural e urbana e reforça, agora, todo esse apoio neste momento em que políticos de extrema direita, muitos dos quais com pendências na Justiça por grilagem de terras públicas, quilombolas e indígenas, usam uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e o dinheiro público para promoverem perseguições ao MST, um movimento social legítimo.

O Sinpro não se furta a denunciar o uso indevido de uma CPI e do próprio Congresso Nacional em benefício próprio pela bancada ruralista e outros empresários, muitos dos quais comprovadamente envolvidos em crimes ambientais e trabalhistas; outros, comprometidos com a Justiça por crimes administrativos, quando exerceram função pública; e, boa parte deles(as), com envolvimento em invasões de Terras Indígenas, grilagem de terras públicas e de pequenos proprietários rurais; também há outros suspeitos de associações criminosas com milícias urbanas, contrabando de todo tipo, armas, tráfico de drogas e de pessoas; e vários são implicados em garimpo, extração de madeiras e exploração de outras riquezas valiosas nacionais de forma ilegal em todo o território brasileiro.

Os deputados protagonistas da CPI do MST repetem o gesto da ditadura militar (1964-1985), quando os generais golpistas, apoiados e financiados por latifundiários e empresários nacionais e estrangeiros, usaram o Estado nacional para perseguirem as Ligas Camponesas e assassinarem lideranças rurais, indígenas, quilombolas, dentre centenas de outros. A CPI não tem lisura para suspeitar e perseguir o movimento legítimo de trabalhadores(as) rurais. Além disso, não há um recanto do Brasil em que esse grupo de políticos e seus financiadores não tenham causado algum grave estrago, prejuízo, destruição, desfalques e até mortes de pessoas, basta lembrar, dentre muitos ataques à população, o massacre de Eldorado dos Carajás, em 17 de abril de 1996, e outras tragédias. Na avaliação da diretoria do Sinpro, a CPI deveria ser para investigar a ação dessa bancada, eivada de suspeitas de crimes, no Poder Público e na apropriação indevida de riquezas do País.

Vale lembrar que o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), um dos principais protagonistas dessa CPI, foi considerado, mundialmente, como uma ameaça global quando exerceu o cargo de Ministro do Meio Ambiente no governo Jair Bolsonaro (PL) e é acusado de ser responsável pelo desmatamento recorde de todas as florestas e unidades de conservação do Brasil, pelo maior índice de incêndios florestais, de fazer aliança com madeireiros ilegais, de praticar o negacionismo climático, de desmonte da fiscalização, de aliança com garimpeiros ilegais, de desmonte do Ibama e do ICMBio, de extinção de unidades de conservação. Clique aqui e confira.

Na reunião ministerial do dia 22 de abril de 2020, Salles alertou os ministros sobre o que considerava ser uma oportunidade trazida pela pandemia da Covid-19: para ele, o governo deveria aproveitar o momento em que o foco da sociedade e da mídia estava voltada para o novo coronavírus para mudar regras que poderiam ser questionadas na Justiça, conforme vídeo divulgado, na época, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello.

Na reunião, ele disse: “Então pra isso precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de COVID e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas. De IPHAN, de ministério da Agricultura, de ministério de Meio Ambiente, de ministério disso, de ministério daquilo. Agora é hora de unir esforços pra dar de baciada a simplificação, é de regulatório que nós precisamos, em todos os aspectos.”

Clique aqui e relembre essa declaração do ex-ministro do Meio Ambiente e, hoje, deputado federal, inacreditavelmente eleito em 2022.

Confira aqui e leia a matéria da época

MATÉRIA EM LIBRAS

EC Beija-Flor inaugura redário para leitura

A Escola Classe Beija-Flor, na Asa Norte, inaugurou na manhã desta sexta-feira (16) o redário “Xainã”. O evento contou com a presença do ex-dirigente do Sinpro e da CNTE e atual deputado distrital Gabriel Magno (PT), que inaugurou o local. Quando chefe de gabinete da então deputada Arlete Sampaio na CLDF, Gabriel intermediou a emenda parlamentar que viabilizou a construção do redário.

O nome “Xainã” não é por acaso: é o nome da escola (Beija-Flor) em tupi-guarani.

A ideia do redário é que ele se torne uma extensão da sala de leitura Cora Coralina, onde as crianças podem ler seus livros enquanto descansam e relaxam – e, assim, associar a prática da leitura a um momento de paz e tranquilidade. O local conta com dois ambientes, um para contação de histórias e outro com as redes, onde os leitores podem relaxar enquanto leem seus livros.

A inauguração do redário contou ainda com a apresentação de um teatro de bonecos e com uma caminhada da paz ao redor da escola.

Revista Sala de Recursos traz Síndrome de Down na sexta edição

A revista semestral Sala de Recursos publica amanhã (21/6), às 15:30, (21/6) sua sexta edição on-line. Desta vez, a publicação traz uma diversidade de conteúdos científicos e relatos de experiências que visam disseminar conhecimento e promover a inclusão de pessoas com síndrome de Down e outras condições especiais.

O link para acessar a publicação estará disponível no site da revista Sala de Recursos. E, na TV Comunitária, às 15:30, debate sobre a nova edição da revista com as pesquisadoras Bárbara Alencar e Elizabeth Reis.

A revista traz entrevista com a dra Mônica Côelho, especializada no atendimento de crianças com trissomia do cromossomo 21. Outra entrevista é com Wellington de Oliveira, professor de arte na sala de recursos de altas habilidades, sobre como as artes podem ser uma ferramenta inclusiva e transformadora na educação desses estudantes.

Na sessão de artigos científicos, há textos sobre a evolução das políticas de saúde mental, práticas de orientação e mobilidade voltadas para pessoas com surdocegueira.

A pedagoga Elizabeth Cristina Reis de Oliveira traz dez dicas valiosas sobre a dislexia.

Por fim, os relatos de experiências e práticas construtivas na Semana da Inclusão do Distrito Federal em Brasília nos mostram que a inclusão é um trabalho contínuo e que pequenas ações podem ter um impacto significativo na vida das pessoas. Essas histórias de sucesso e aprendizado são inspiradoras e reforçam a importância de promover uma sociedade mais inclusiva e acolhedora para todos.

A publicação aborda todos os assuntos sobre as Salas de Recursos: modalidades, tipos de atendimentos, autonomia do estudante, profissionais e professores, organização, pedagogia, metodologia, articulação com a comunidade escolar. Propõe estudos e reflexões para eliminar barreiras à escolarização, desenvolver pessoas e efetivar a inclusão escolar.

 

Piquenique do Dia do Orgulho LGBTQIA+ será neste domingo (25)

Todas, todos e todes estão convidades para o piquenique do Coletivo LGBT da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro! Vai ser no próximo domingo, 25, a partir de 10h no Eixão do Lazer, altura da 208 norte. O piquenique vai celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, comemorado em 28 de junho.

Além de ser um encontro de confraternização, também será um espaço para proporcionar diálogo e reflexões sobre a luta das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho, em especial, na educação.

Traga sua toalha ou canga e seu lanchinho e venha participar do Piquenique do Orgulho LGBTQIA+!

MATÉRIA EM LIBRAS

Câmara do Livro do DF lança a 37ª FeLib nesta terça-feira (27/6)

A Câmara do Livro do Distrito Federal lança, nesta terça-feira (27/6), a 37ª Feira do Livro, com o tema “Mulheres a toda prosa”. O lançamento será realizado no Parque Ana Lídia no Parque da Cidade, às 14h.

O lançamento nesta terça (27) é aberto ao público e contará com a presença de autoridades e convidados(as). O evento representa também o início das divulgações da edição deste ano da feira nos meios de comunicação do Distrito Federal.

Na cerimônia, a Câmara do Livro vai apresentar a programação da 37ª FeLib, que irá ocorrer entre 22 de setembro e 1º de outubro, com previsão de receber 8 mil pessoas por dia durante os 10 dias de evento.

Na ocasião, entre setembro e outubro, a 37ª FeLib apresentará vários eventos literários, shows, vendas de livros entre outros.

Espetáculo “A Sombra dos outros” oferece visita guiada a estudantes da rede pública

A Sombra dos outros | Saiu para comprar cigarro e nunca mais voltou é o título da instalação imersiva que reúne teatro, cinema, fotografia e artes visuais que começou em 2018 em Nova York. O evento chega a Brasília e a partir de junho circula pelo Plano Piloto, Ceilândia e Estrutural com obras realizadas pelos artistas Diego Bresani, Gil Roberto, Rodrigo Fischer e Virgílio Neto, que contará com visita guiada para estudantes da Rede Pública do DF, com interpretação de Libras. A entrada é gratuita. Confira as datas e os locais de exibição do espetáculo, bem como o ocntato para agendamento com escolas  ao final deste post.

O projeto multidisciplinar A sombra dos outros | Saiu para comprar cigarro e nunca mais voltou, do Grupo Desvio, formado pelos artistas Diego Bresani (Fotografia), Gil Roberto (Dramaturgia), Rodrigo Fischer (Teatro/Audiovisual) e Virgílio Neto (Arte Visual) chega neste mês de junho à Capital Federal. Performance, time-based media e teatro fazem parte da instalação imersiva que busca estabelecer um diálogo com a cidade, afetar e ser afetado por ela com o objetivo de enxergar arquiteturas, paisagens, pessoas, imagens e objetos por diferentes perspectivas, reconfigurando assim nossa relação com a cidade, suas invisibilidades e suas sombras.

A apresentação do projeto começa pela Alfinete Galeria (509 Sul), nos dias 23 e 24/06, com visitação das 16h às 20h. A seguir, a instalação será montada no Jovem de Expressão (Ceilândia Norte), 27 e 28/06, das 15h às 19h, e no CREAS (Estrutural), nos dias 30/06 e 01/07, das 14h às 17h. A realização do projeto “A sombra dos outros | Saiu para comprar cigarro e nunca mais voltou” tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Inspirado no romance Memórias do Subsolo de Fiódor Dostoiévski, o projeto foi idealizado por Rodrigo Fischer com cocriação do Grupo Desvio de Brasília que propõe o intercâmbio criativo entre artistas de teatro, cinema, fotografia e artes visuais. O projeto, que estreou no Teatro Dixon Place em Nova York (2018), tem uma estrutura que é recriada a partir do contato específico com cada cidade. Ou seja, em cada cidade, o idealizador se junta com artistas locais e faz o exercício de olhar a cidade por diferentes perspectivas a fim de coletar material para recriar o projeto que se fundamenta na relação deles com a cidade.

O ponto de partida foi fazer uma imersão pelas ruas do Plano Piloto e de outras Regiões Administrativas do Distrito Federal, como Ceilândia e Estrutural. Essa imersão foi usada como um disparo para o início de conversas, trocas e reflexões entre os artistas Diego, Rodrigo e Virgílio, que começaram a compor suas obras, principalmente, a partir das contradições que eles observaram nessa etapa. Simultaneamente, Gil Roberto passou a esboçar uma dramaturgia que não apenas condensava poeticamente as reflexões e composições até então, mas delimitava paisagens que atravessavam os diferentes suportes de criação e composição. Uma referência importante neste princípio de criação foi o texto “Nos primeiros começos de Brasília”, de Clarice Lispector. A ideia de uma Brasília peculiar, permeada de estranhezas pela poética da escritora, inspirou o grupo a imaginar uma cidade outra, absurda, onírica, desarrazoada e alienígena.

 

Produção coletiva

Diego Bresani desenvolveu seu trabalho para o projeto baseado na sua relação de deslocamento pela cidade. Diego traz para o projeto, fotografias feitas em suas andanças pela cidade, registrando e coletando paisagens feitas por alguém que passou anteriormente e deixou sua marca. Através dessa coleta finalizada em imagens fotográficas, Diego faz uma reflexão sobre a caráter distópico que também existe no próprio envelhecimento da cidade.

Gil Roberto vê no “dramaturgiar” um modo de existir singular, que também é um modo de agir ética, estética e politicamente no mundo. A partir desta perspectiva, seu olhar se desdobrou, neste projeto, na intenção de agenciar diferenças por meio da narrativa escrita, compondo com os outros artistas, a partir de imagens, perspectivas e estilos diversos, uma Brasília multiplicada no espaço e no tempo.

Rodrigo Fischer iniciou seu trabalho a partir do exercício de filmar paisagens, arquiteturas, pessoas e objetos de Brasília por diferentes perspectivas. Ao longo do processo, foi importante pensar como o audiovisual poderia incorporar e dialogar com elementos da fotografia, do desenho e da dramaturgia. O resultado é composto então por meio de vídeos e instalações que integram o material de arquivo e a materialidade composta ao vivo.

Virgílio Neto partiu da linguagem do desenho pensando paisagem e memória por meio do uso de palavras, imagens de arquivo e arquitetura. Propõe pensar a paisagem da cidade de Brasília de uma outra forma, por meio do diálogo com a produção dos outros artistas e do texto do Dostoiévski.

 

Relato da imersão:

“O primeiro dia deste processo, que foi bastante peculiar e simbólico, delimitou a forma como olhamos para a cidade durante a criação do projeto. Um dia que começou com um café da manhã na saída da passagem subterrânea da 109 norte. Comemos uma excelente tapioca com café feito por uma “ambulante” que está nesse mesmo local há 21 anos. Uma barraquinha que fica em frente a um prédio espelhado residencial da 109 norte chamado “Evolution Residence”. De lá seguimos para o CCBB, onde um grupo, cantando e tocando, esperava ansiosamente a chegada do então presidente eleito Lula, que estava lá para coordenar o grupo de transição do governo. A caminho da Estrutural, lembramos que tinha um grupo de fanáticos, que não aceitava a derrota de Bolsonaro e que estava em frente ao Quartel General das Forças Armadas manifestando sua insatisfação com o resultado das eleições. Era um grupo grande e lá vimos coisas bem estranhas, como uma faixa escrita “Oh virgem dolorosíssima, vossas lágrimas derrubaram o império infernal”. Passamos pela Estrutural e compramos potes de plástico do tamanho ideal para guardar sopa no freezer. O dia estava muito quente. Em Ceilândia, visitamos vários lugares, incluindo a Feira do Periquito e a Feira da Ceilândia, onde bebemos uma cerveja gelada, comemos carne de sol e, de sobremesa, doce de leite com queijo. De lá seguimos para o Museu do TCU, quando percebemos que não tínhamos mais cigarros e que o comércio mais próximo de lá ficava, provavelmente, na Vila Planalto ou no Pier 21. Saímos então para comprar cigarros”.

 

Trechos da dramaturgia:

“Minha raça é de subvertidos, vertidos por baixo, subsolar. Há inteligência nesta terra. Cães vivem entre ratos, baratas, urubus e outros seres. Tem muita alma procurando por uma matéria pra poder ser. Matéria inquieta. Eu me vestiria de justiça cega, de concreto, e implantaria os olhos de cavalos brancos, imaginários”.

“Brasília foi implantada, enxertada, posta como a marcha de um veículo, nascida mesmo antes de ter alma, e o que povoava seu lugar de inscrição, cruz, era mato, fauna cósmica, flora atemporal, era lobo, pequi, caliandra, a coisa torta, era a carne vívida do cerrado, brasília fora elaborada como uma máquina vítrea, ascéptica, monumental, um ventre frio, de concreto, aço e amplidões, ainda está na iminência de poder vociferar, de falar a língua de suas próprias bestas, está criando seu próprio pedaço de sangue, seus ossos siderais, um sonho está a se tornar orgânico”

“Uma cidade inteira será erguida sobre todo esse verde viçoso, sobre os nossos mortos, sobre os nossos cantos que nunca cessarão de ecoar. Uma cidade assombrosamente clara, solar, sem recantos para cobras, ratos e sombras, uma cidade branca, talhada numa matéria que aqui não há. Marmórea ou vítrea ou cinza. Será obra artificiosa. Inaugurada por um riscado, traço cruzado”

 

Sobre os artistas

Rodrigo Fischer, diretor do Grupo Desvio, é artista multidisciplinar que trabalha a partir da apropriação de poéticas audiovisuais e novas tecnologias para a cena; e pelo agenciamento entre imagens, objetos, sons, luz, corpos e textos para composição de performances polifônicas. Doutor em Processos Composicionais para a Cena pela UnB e CUNY. Pós-doutor em Performance Studies pela Universidade de Nova York e pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UnB.

Diego Bresani é fotógrafo e diretor de Teatro, graduado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Já teve trabalhos publicados em meios de comunicação como New York Times, The Guardian, Paris Match, Revista Cult, Revista GQ, Rolling Stones, entre outras. Estudou retrato em Grande Formato no ICP – International Center of Photography em Nova York. Há anos vem se especializando e fazendo retratos.

Virgílio Neto é artista visual e desenvolve seu trabalho explorando a linguagem do desenho e pintura, abordando temas como paisagem, escrita e memória. Desde 2008 participa constantemente de exposições e projetos em instituições de arte, galerias e espaços independentes. É mestre em Poéticas Contemporâneas pela Universidade de Brasília – UnB.

Gil Roberto é dramaturgo e ator. Membro do Grupo Desvio – DF, sua pesquisa e prática artística enfatizam a proposição de novas dramaturgias para a cena. Atuou como dramaturgo e ator nos espetáculos “Os Fracassados” e “Prometea, abutres, carcaças e carniças” do Grupo Desvio e como dramaturgo e dramaturgista, respectivamente, nos espetáculos “Carnivalize the Matter: Vibration, Electricity and Molecularity” e “Frank, um deus para o jantar. É doutor junto ao PPG-Artes UnB na linha Cultura e Saberes em Artes.

 

Serviço

A sombra dos outros | Saiu para Comprar um Cigarro e Nunca Mais Voltou

Agendamentos para escolas

Os agendamentos devem ser feitos com Rodrigo Fischer, via mensagem de texto de WhatsApp, no telefone 61 8312-3720. Os horários podem ser combinados diretamente com Fischer.

Instalação imersiva

Plano Piloto

Local: Alfinete Galeria (W2 Sul, quadra 509, Bloco A, Entrada 58)

Dias: 23 e 24/06 (Sex. e Sáb.)

Horário: das 16h às 20h

*Visita guiada para estudantes da Rede Pública do DF às 15h e com interpretação de Libras às 16h no dia 23/06.

Entrada Gratuita

 

Ceilândia

Local: Jovem de Expressão (Praça do Cidadão EQNM 18/20, Ceilândia Norte)

Dias: 27 e 28/06 (Ter. e Qua.)

Horário: das 15h às 19h

*Visita guiada para estudantes da Rede Pública do DF às 15h e com interpretação de libras às 16h no dia 27/06.

Entrada Gratuita

 

Estrutural

Local: CREAS (Área Especial 09 – Setor Central)

Dias: 30/06 e 01/07 (Sex. e Sáb.)

Horário: das 14h às 17h

Visita guiada para estudantes da Rede Pública do DF às 15h e com interpretação de libras às 16h no dia 30/06.

Entrada Gratuita

PL da incorporação da Gaped e da Gase chega à CLDF nesta semana

Após alguns ajustes, esse PL foi encaminhado para a Casa Civil na última quinta-feira, e deve chegar à Câmara Legislativa (CLDF) ainda nesta semana. A apreciação pelo plenário deve acontecer antes do recesso parlamentar.

Outros PLs estão em fase de finalização do texto e serão discutidos na próxima reunião entre Sinpro e SEEDF, que será ainda nesta semana. O esforço é para que os PLs que alteram a lei 5105/2013 (da carreira do magistério público) sejam aprovados antes do recesso parlamentar – como o que se refere ao intervalo, ao recesso dos servidores e servidoras que atuam nas regionais, e à definição do percentual de coordenação pedagógica em 35% para quem atua 20h.

A SEEDF afirmou à comissão que, a partir da homologação do concurso e iniciadas as convocações, começará a tramitação do processo para realização de novo concurso público. A Sugep (Subsecretaria de Gestão de Pessoas) informou que tem discutido com a SubSaúde (Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho) o encaminhamento do direito dos professores e professoras em contrato temporário ao atestado de acompanhamento.

O Sinpro-DF continua atento ao desenvolvimento e ao encaminhamento de todos os itens acordados para o fim da greve. Acompanhe nosso site e nossas redes sociais para futuras informações.

MATÉRIA EM LIBRAS

Categoria escolhe delegação do Sinpro que irá participar do 14º CONCUT e 15º CECUT

A diretoria colegiada parabeniza os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que participaram da Assembleia, realizada nesse sábado (17/6), para escolha delegados e delegadas que representarão a entidade no 14º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (14º CONCUT) e do 15º Congresso Estadual da CUT (15º CECUT).

A categoria mostrou, mesmo em dia de reposição de aula, estar engajada no fortalecimento da luta da classe trabalhadora e da central sindical que a representa. Na Assembleia, com participação de mais de 800 professores(as) e orientadores(as) educacionais, a Chapa 1 foi eleita com 96% dos votos.

Para o 15º CECUT, que será realizado em agosto, foram eleitos(as) 103 delegados(as) e 31 suplentes. Já para o 14º CONCUT, a ser realizado em outubro, foram eleitos(as) 34 delegados(as) e dez suplentes. A delegação ao 14º CONCUT irá eleger as direções da CUT Brasília e CUT Brasil.

A participação demonstra a importância da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do Distrito Federal, principalmente no próximo período da história do País, que, a exemplo dos últimos anos, será marcado por lutas e resistências em razão do fato de o Congresso Nacional, o governo Ibaneis Rocha (MDB) e a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) serem extremamente conservadores.

Diante desse quadro de conservadorismo neoliberal e atuação sistemática dos partidos e políticos da extrema direita nas duas Casas Legislativas federais e, no caso do DF, no Governo do Distrito Federal (GDF) e na CLDF, é preciso fortalecer a CUT, que terá papel fundamental na defesa da manutenção e na ampliação dos direitos da classe trabalhadora.

MATÉRIA EM LIBRAS

104ª edição da Revista Xapuri divulga o projeto de sustentabilidade do CED Agrourbano Ipê

A edição de junho da Revista Xapuri traz matéria do Sinpro-DF sobre a experiência de sustentabilidade desenvolvida no Centro Educacional Agrourbano Ipê (CED Agrourbano Ipê), localizado no Caub I, em Riacho Fundo II.

Na matéria, o professor e biólogo Leonardo Hatano revela como desenvolve um projeto de sustentabilidade na escola e comprova que o respeito é condição sine qua non para a existência de um mundo sustentável. A matéria intitulada “Só há sustentabilidade se houver respeito” está na página 38 do periódico.

Confira também, nesta edição, outros temas, como o que está na manchete da revista: “Junho do orgulho LGBTQIAPN+”. Além do combate à LGBTfobia, a edição traz assuntos pungentes do Brasil atual, como a resistência indígena ao PL do Marco Temporal, a questão agrária e outros da pauta nacional.

 

Conheça a Revista Xapuri e assine aqui https://xapuri.info/assine/

 

 

Clique aqui e leia a 104ª edição da Revista Xapuri.

https://xapuri.info/wp-content/uploads/2023/04/xapuri-104-web.pdf

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Acessar o conteúdo