EC 312 Norte recebe rainha dos Países Baixos e apresenta o projeto “Aprender Valor”

A Escola Classe 312 Norte (EC 312 Norte) recebeu, na semana passada, a visita de Máxima Zorreguieta, rainha do Reino dos Países Baixo (que engloba 12 províncias, dentre elas a Holanda do Norte e a Holanda do Sul), para conhecer o projeto de educação financeira “Aprender Valor”, uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) com o Banco Central do Brasil, desenvolvido na escola.

 

Juntamente com ela, visitaram a escola o atual presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo o Governo do Distrito Federal (GDF), o projeto “Aprender Valor”  é desenvolvido na EC 312 Norte com atividades capazes de articular habilidades relacionadas ao uso responsável do dinheiro com conteúdos e habilidades de Matemática, Língua Portuguesa e Ciências Humanas, de modo integrado.

Na ocasião, Paranaguá disse que a atual gestão do GDF vê o projeto como algo importante para o futuro dos(as) estudantes. “A gente sabe a importância de trabalhar com as crianças essa questão financeira para que elas possam crescer e se tornar adultos com essa visão diferente, de poupar, de gerenciar os seus recursos. A própria Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já preconiza isso, trabalhando de forma inclusiva e transversal com as outras disciplinas. Estamos muitos felizes com o resultado apresentado pelas crianças hoje”.

 

 

A visita repercutiu e várias mídias oficiais, locais e nacionais. Confira:
 

https://instagram.com/stories/bancocentraldobrasil/3119850681409917725?igshid=NTc4MTIwNjQ2YQ== 

https://www.instagram.com/reel/CtfGKUksPJi/?utm_source=ig_web_copy_link&igshid=MzRlODBiNWFlZA==

 

 

 
 
 
 
 
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Agência Brasília: https://www.educacao.df.gov.br/escola-publica-apresenta-projeto-de-sucesso-a-rainha-dos-paises-baixos/ 

 

Canal do projeto Aprender Valor no Telegram:  https://t.me/aprendervaloroficial.

 

Valor Econômico: https://valor.globo.com/financas/noticia/2023/06/07/rainha-da-holanda-pergunta-se-crianas-de-escola-pblica-de-braslia-juntam-dinheiro-para-comprar-ipad.ghtml

 

Decanato de Ensino e Graduação da UnB divulga Boletim das Licenciaturas

Está disponível online o mais recente boletim das licenciaturas editado pelo Decanato de Ensino de Graduação da Universidade de Brasília (DEG – UnB). A publicação reúne notícias, informes e relatos das ações desenvolvidas por docentes e discentes da Universidade de Brasília durante os meses de abril e maio de 2023.

Dentre os destaques da edição, destacam-se as atividades realizadas no CEF Dra. Zilda Arns, CEF 06 de Brasília, CEF 04 da Ceilândia, no CED 01 do Itapoã, no CEAN, no Setor Leste, no CEM 03 de Ceilândia e no CED 11 da Ceilândia.

Sob a direção da professora Eloisa Pilati, do Instituto de Letras da UnB, a Diretoria de Planejamento e Acompanhamento Pedagógico das Licenciaturas (DAPLI/DEG) é responsável pela integração de ações de formação inicial e continuada de professores no âmbito dos cursos de Licenciatura da Universidade de Brasília.

Missa de sétimo dia da professora Holanda será domingo (18)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a missa de sétimo dia da querida professora Holanda será neste domingo, 18 de junho, às 9h, na Paróquia Imaculada Conceição em Taguatinga (QNM 38/40, Setor M Norte).

Vamos prestar mais uma homenagem à nossa guerreira que tanta falta já está fazendo!

TV Sinpro desta quarta (21) apresenta pesquisa inédita sobre o impacto da pandemia na Educação Básica

A edição do TV Sinpro desta quarta-feira (21/6) vai apresentar os resultados inéditos da pesquisa intitulada “Educação básica pública do Distrito Federal em tempos da pandemia da covid-19 – Experiências de 2020”.

Para isso, a diretora de Formação Sindical do Sinpro, Vanilce Diniz, irá receber duas das pesquisadoras que participaram do estudo: Edileuza Fernandes e Ana Sheila Fernandes Costa, ambas professoras doutoras da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB)  e coordenadoras do Observatório da Educação Básica (ObsEB/UnB).

A pesquisa interinstitucional analisou a realidade da rede pública de ensino do Distrito Federal no ano de 2020 e constatou que a gestão pública da pandemia da covid-19 prejudicou a Educação Básica. O trabalho foi realizado pelo ObsEB/UnB e mostra, dentre outros prejuízos, que houve intensificação do trabalho dos(as) gestores(as), que desenvolveram atividades remotamente por mais de 10 horas diárias.

O TV Sinpro vai ao ar, ao vivo e aberto à participação da categoria, nesta quarta-feira, 21 de junho, às 19h, nas redes digitais do Sinpro (YouTube e Facebook) e na TV Comunitária. Não perca! Participe do programa e fortaleça nossa educação pública!

MATÉRIA EM LIBRAS

Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro discute calendário de ações

O coletivo LGBTQIA+ do Sinpro se reuniu na noite de quarta-feira, 14 de junho. Na pauta, a construção e o planejamento de ações para a população LGBTQIA+ no mundo do trabalho, pelo direito de ser na vida e no trabalho, e para a construção de uma educação transformadora, inclusiva, de combate à LGBTQIA+fobia nas escolas e de construção de relações igualitárias em todos os espaços.

Entre as ações discutidas, está a realização de eventos como palestras, debates e seminários, e a elaboração de materiais formativos. É muito importante que esse recorte seja dado às discussões feitas na mesa de negociação com o governo, para proteger e fortalecer esse segmento da nossa categoria. “Nesse sentido, a gestão democrática também é fundamental para promover uma educação inclusiva, abrindo espaço para uma política formativa na semana pedagógica e para a inserção dessa temática no plano político-pedagógico das escolas”, disse Ana Cristina Machado, diretora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro.

Em meio a um contexto político de retomada das relações democráticas entre governo e sociedade, bem como de retomada da produção de políticas públicas para a população LGBTQIA+, o coletivo destacou a importância da presença da classe trabalhadora, através da CUT, no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa LGBTQIA+, vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos.

O coletivo deve definir um calendário bimestral de reuniões, sempre abertas, a ser divulgado em breve. No próximo dia 25, haverá um piquenique para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ (que é dia 28/06). Vai ser no Eixão Norte (Plano Piloto), na altura da 208 Norte, a partir de 10h, e será aberto a todas, todes e todos!

MATÉRIA EM LIBRAS

Artigo | O Pai-Nosso na escola pública: pode ou não pode?

Por Simão de Miranda (*)

Afinal, pode-se ou não rezar o pai-nosso com as crianças na escola?

Eu poderia responder sem rodeios: Não! Nunquinha! Nem pensar! Pai-nosso e nenhum outro culto.

Mas aí, poderiam redarguir:

– Ora, mas o pai-nosso é oração universal!

Pois bem, responderei de forma cordial, gentil e amorosa, convidando a você professora, professor a pensarmos juntos dois pontos fulcrais:

1º ponto: A escola pública é laica porque o estado é laico! A escola pública é aparelho do estado. A laicidade está garantida na Constituição Federal, pelo menos em dois lugares: no inciso VI do artigo 5º que estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença e no artigo 18 que determina que toda pessoa tem direito à liberdade de consciência e de religião. O laicismo é uma doutrina indicadora de que a religião não pode influenciar o Estado. Esta separação entre Igreja e Estado se potencializou com a Revolução Francesa (1789 – 1799). No estado laico não se apoia, nem se discrimina nenhuma religião. A laicidade do estado brasileiro está garantida desde a Constituição Federal de 1891. Você sabia que a palavra “laico”, sinônimo de “leigo”, origina-se do grego laos e refere-se a povo em sua totalidade, à população, sem exceção?

– Ora, querido professor Simão, a introdução da Constituição de 1988 invoca Deus!

– É verdade, amada professora, apreciado professor! O preâmbulo da Constituição de 1988 invoca Deus, mas não nos outorga o direito de rezar o pai nosso na escola. Vamos ver o que está escrito? Está assim “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa Do Brasil”. Juristas já pacificaram esta discussão por pelo menos duas teses:

1ª tese: o texto do preâmbulo se situa na área política, e não na jurídica da carta magna;

2ª tese: o preâmbulo não possui força normativa. O STF já ratificou que este caso não afeta a laicidade do Estado brasileiro, não quer dizer de forma alguma que o Brasil é teísta. Significa que oficialmente se reconhece um ser superior de todas as religiões ou de repente de nenhuma.

Portanto, gente querida da educação, na sua individualidade, você tem todo o direito, inclusive constitucional, a professar sua fé em qualquer lugar. Mas não de promovê-la coletivamente no espaço da escola, e muito menos se valer de sua posição hierárquica enquanto professor(a), gestor(a), para impor sua fé pessoal aos estudantes. O estado não pode promover religião e você está a serviço do estado.

2º ponto: o pai nosso não é oração universal nem dentro do cristianismo, enquanto prece.

Ou seja, estimadíssimos colegas da educação pública, envolver os estudantes em qualquer culto religiosos no espaço público escolar, além de afronta à legislação, é ofensa inadmissível aos não praticantes daquele culto.

O fato de sermos um país majoritariamente cristão, não nos autoriza a desrespeitarmos estudantes de famílias não-cristas, como as praticantes de credos de matrizes africanas, ateus ou agnósticos. Insistir nesta prática é uma via de acesso para o racismo religioso. Esta prática intimidatória, abusiva, ilegal e desrespeitosa, alimenta as exclusões tão duramente combatidas pela sociedade. Nenhum agente educativo pode impor sua fé pessoal, isso é vilipendiar a liberdade de credo dos demais.

Então, minha gente, embora a escola tenha herdado lá dos seus primórdios os princípios da fé cristã na chegada dos jesuítas e nos planos de estudos da Cia de Jesus, elaborados por santo Inácio de Loyola e, ainda mais, tendo Cabral mandado rezar logo uma missa assim que pisou nas nossas terras, passa da hora e faz tempo que passa da hora de honrarmos nossos compromissos por uma sociedade justa e verdadeiramente inclusiva.

Concordo plenamente com a professora Roseli Fischman, autora do livro Estado Laico, Educação, Tolerância e Cidadania (São Paulo: Factash, 2012), “A escola é o primeiro contato da criança com o Estado e precisa garantir acolhimento e respeito, sem impor conteúdo de fé, seja ele qual for”.

A laicidade do estado e, portanto, da escola é condição inegociável para a cidadania. A escola pública conta conosco, profissionais da educação. Sigamos esperançando.

 

(*) Por Simão de Miranda, Pós-Doutor em Educação, professor e escritor.

simaodemiranda@simaodemiranda.com.br

www.youtube.com/simaodemiranda

 

Escolas públicas podem agendar visitas gratuitas e mediadas ao MAB

Professores de escolas públicas podem agendar visitas mediadas ao Museu de Arte de Brasília (MAB) até o dia 31 de julho pelo programa MAB Educativo. As visitas preveem ainda atividades pedagógicas que envolvem a mediação do acervo e das exposições temporárias do museu, além de oficinas.

O trabalho com as escolas é realizado pela Mediato, uma iniciativa que colabora para a formação de novos públicos para a arte, para a difusão da produção artística e valorização dos bens culturais.

Óleo sobre tela de Burle Marx (1993), em exposição no MAB

Ao longo da visita, os estudantes realizam leituras de obras junto com as mediadoras e participam de jogos pedagógicos relacionados às obras de arte. Em seguida, ocorre a oficina de isogravura para o público de até o 6º ano e de stencil a partir do 6º ano. As oficinas se relacionam com o acervo do MAB, que é composto por diversas gravuras. Logo, são explicados o conceito e os tipos de gravuras, além da reprodutibilidade da imagem e como resolver o desenho apenas em preto e branco.

A visita ao MAB prevê ainda interpretação em libras mediante agendamento, exemplares do material educativo impressos em braile e o local onde acontece o Educativo está preparado para receber pessoas com mobilidade reduzida.

MAB Educativo é o primeiro programa educativo do MAB financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Ele contribui para a valorização da cultura brasileira e acontece para sensibilizar e colaborar com a formação de público, além de fomentar o desenvolvimento profissional de mediadores culturais; proporcionar aos estudantes visitantes atividades práticas de introdução às linguagens artísticas; contribuir com a educação patrimonial e com a democratização do acesso aos equipamentos culturais.

A previsão de atendimento é de cerca de 5.800 estudantes, e desse total está previsto o transporte gratuito para 1.200, mediante sorteio – para concorrer, o responsável pelo agendamento (professor/a, coordenador/a, gestor/a) deverá participar de um encontro de formação no Museu, que acontece uma vez ao mês.

 

Agendamento de visitas todo on-line

Para agendar a visita, basta seguir o passo-a- passo:

1º Acesse o site: www.conecta.mediato.art.br

2º Faça o cadastro

3º Selecione o evento MAB Educativo

4º Escolha a data, horário e confirme a participação.

 

Acervo de tesouros

O acervo do MAB guarda as mais diversas histórias, é uma coletânea de curiosidades destinada à fruição e ao estudo. A variedade de suas obras é a característica que mais amplia a possibilidade de realizar leituras e releituras de mundo. O equilíbrio e a harmonia desse conjunto de obras se expressa na quantidade de artistas de diferentes regiões do Brasil. Além disso, é possível encontrar também o trabalho de artistas estrangeiros.

Essa coleção possui obras de grandes artistas de diversas gerações, modernos, abstratos, concretistas, populares e contemporâneos capazes de gerar deslocamentos, cruzamentos e paralelismos no olhar do público. O museu proporciona o encontro de perto com obras de grandes nomes como Fayga Ostrower, Rubem Valentim, Frans Krajcberg, Tomie Ohtake.

 

Um convite ao lado externo

Além de conhecer o acervo do museu, também é possível aproveitar o espaço em volta do MAB, com uma bela vista e um gramado convidativo para um piquenique, quem quiser pode curtir a área após a visita. Este campo também conta com várias obras instaladas e integradas à arquitetura modernista da instituição que rendem belas fotos.

 

Visitas abertas ao público

O público em geral que quiser viver a experiência de uma visita aos tesouros do MAB, basta chegar ao museu e aguardar o horário do próximo tour, que acontece sábados e domingos às 15h. Aos finais de semana, também serão ministradas oficinas artísticas. Acompanhe a programação e mais informações pelo perfil da  Mediato.

Nota de pesar | Josefa Josiene do Nascimento

O Sinpro informa e lamenta, com muito pesar, o falecimento de Josefa Josiene do Nascimento, professora e vice-diretora da Escola Classe 22 do Gama (EC 22 Gama). Assim que o sindicato obtiver informações sobre velório e sepultamento, consolidaremos esta nota de pesar.

 

Informações de colegas da escola dão conta de que a professora Josefa faleceu a caminho do hospital nessa terça-feira (13). A família solicitou uma autópsia para saber o real motivo da morte. No fim de maio, ela realizou uma cirurgia para retirada do útero e, com ele, um câncer, no entanto, contava com 98% de chance de sobrevida.

 

Segundo informações de colegas da EC 22 do Gama, a professora adquiriu o direito de se aposentar em maio, no entanto, decidiu continuar trabalhando para terminar o seu mandato de vice-diretora e não deixar a atual diretora sozinha. “Ela sempre pensava no próximo”, comentam os(as) colegas.

 

Na EC 22 do Gama, a professora Josefa trabalhou como pedagoga da equipe e fez um trabalho tão bem-feito que passou a exercer a função de supervisora. Sua dedicação a levou a assumiu a direção quando a diretora da época saiu para tratamento de saúde. Atualmente, ela exercia a função de vice-diretora.

 

Josefa deixa esposo, quatro filhos vivos e dois netos. No ano passado, ela perdeu o filho especial a quem cuidou com especial atenção enquanto ele viveu e foi mãe dedicada aos outros filhos. Para colegas, amigos(as) e familiares, a professora Josefa “foi uma pessoal espetacular, uma profissional de excelência”.

Hogwarts é aqui no Centro de Ensino Fundamental 102 Norte

Uma escola com estudantes e professores divididos em quatro casas, cada uma com suas características especiais, e que competem entre si. Parece a descrição da escola mágica de Hogwarts, das histórias de Harry Potter. Mas é o que vai acontecer nesta quarta-feira, 14/6, nos dois turnos do CEF 102 norte.

Inspirada num caso de sucesso da escola Ron Clark Academy (RCA), dos Estados Unidos, a diretora Viviane Lima levou a proposta ao corpo docente da escola durante a semana pedagógica. “Os professores que gostam das histórias do Harry Potter gostaram muito da ideia, baixamos o material pedagógico que a própria RCA oferece, fizemos as devidas traduções e fizemos tudo entre nós, professores”.

Viviane explica que essa gamificação da escola à la Harry Potter é apenas um dos trabalhos abarcados pelo projeto #102Inova, que prevê inovações na parte pedagógica, no espaço físico e nas relações humanas.

Pelas regras desse processo de “hogwartsficação”, a escola será dividida em quatro casas: Amistad (amizade, em espanhol), Isibindi (coragem, em zulu), Nukumori (bondade, em japonês) e Sollevare (solidariedade, em italiano). Cada casa tem características próprias, e remete a um país / continente específico.

O vídeo abaixo explica com detalhes o sistema de pontuação, que prevê uma roleta de pontos feita sob medida e até mesmo um campeonato de quadribol. A ideia, segundo Viviane, é trabalhar nos alunos aspectos como liderança, cooperativismo, tolerância, atuação em grupos de estudos e o desempenho escolar.

https://www.youtube.com/watch?v=K0MuJvWhVuA&feature=youtu.be

Mas como os alunos receberam a ideia? “Os alunos não sabem exatamente do que se trata. Vai ser surpresa!”, conta Viviane.

Audiência pública debate o direito de alunos estudarem próximos de casa

O Sinpro, por meio do diretor Cláudio Antunes, será um dos convidados de uma audiência pública que vai debater O direito de crianças e adolescentes de estudarem em estabelecimento público de ensino próximo de casa. O evento será realizado na próxima sexta-feira (16), das 14h às 18h, no Auditório do Campus Riacho Fundo do Instituto Federal de Brasília (Avenida Cedro, AE 15, QS 16, Riacho Fundo I). Também estão confirmadas as presenças do deputado distrital Gabriel Magno, da professora Olgamir Amancia, de conselheiras tutelares, dentre outros.

A vaga em escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima da residência é um direito de toda criança. Isto traz mais segurança aos(às) estudantes, de forma a garantir o efetivo acesso à educação, evitando a necessidade de grandes deslocamentos. Com a falta de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) em construir novas unidades escolares e até mesmo em reformar escolas, aumentando assim o número de vagas, muitas famílias precisam procurar vaga em outras regiões administrativas, o que provoca transtornos e dificuldade dos pais em participarem da educação e do desenvolvimento educacional dos(as) filhos(as).

O diretor Cláudio Antunes lembra que muitas cidades do Distrito Federal estão, hoje, com as salas superlotadas porque o GDF insiste em não fazer a construção de novas unidades escolares. “Dentre os exemplos clássicos temos os casos da Cidade Estrutural e do Paranoá, lugares onde a falta de salas de aula forçou muitos estudantes a serem transportados para outras cidades, porque a própria cidade não tem vaga”.

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