Peça: Grande Sertão Veredas – Uma Kizomba Periférica

A Semente Cia de Teatro apresenta a peça Grande Sertão Veredas – Uma Kizomba Periférica, entre os dias 2 e 24 de junho, no Espaço Semente (entre a rodoviária e a biblioteca pública do Gama/DF), sempre às 20h, com entrada gratuita.

De acordo com os organizadores, a peça adentra o universo de Guimarães Rosa “para oferecer ao público uma ousada releitura de um dos grandes clássicos da literatura brasileira. No espetáculo o sertão é o terreiro e as personagens marginais do romance adquirem protagonismo inédito, em uma proposta escancaradamente macumbística que incorpora elementos da estética diaspórica africana, como a música e a religião”.

“Kizomba” é um termo que, em banto, significa “festejo”. É neste clima de festa de terreiro que os intérpretes/médiuns deixam chegar em seus corpos esses personagens/entidades para narrar passagens da vida de Riobaldo.

“A história é contada numa perspectiva metafísica, seguindo conselho do próprio Guimarães Rosa que sempre nos convoca a encarar seus escritos como base poética – ou trampolim – para o salto transcendental. É pela brecha entre o real e o imaginário que os seus personagens ganham textura e densidade, é na encruzilhada do medo e da coragem que o pacto se faz. O sertão é dentro de nós, boa viagem jagunços”, alertam os produtores.

Serviço

Data – 02 a 24 de junho de 2023 – Sexta – Sábado e Domingo

Horário – 20h

Local – Espaço Semente – Entre a rodoviária e a biblioteca pública do Gama/DF.

Entrada gratuita – Os ingressos serão distribuídos no Espaço Semente sempre com uma hora de antecedência ao início do espetáculo. Sujeito à lotação da sala: 70 lugares.

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Reposição de dias parados começa neste sábado (03)

A comissão de negociação do Sinpro se reuniu com a Secretaria de Educação na tarde desta segunda-feira (29) para tratar da recomposição do calendário escolar após a greve.

A reposição dos dias parados começa no próximo sábado, 3 de junho. Serão disponibilizados para reposição todos os sábados de junho e os dias 1º a 22 de julho (incluindo sábados). Isso significa que o recesso escolar do meio do ano, que separa o segundo do terceiro bimestre, será reduzido para 23 a 30 de julho.

A greve tomou 16 dias letivos, mas, para efeito de reposição, também são consideradas as paralisações de 14/03 e de 26/04, além do ponto facultativo de 6 de abril. As escolas que não repuseram essas três datas deverão fazê-lo no segundo semestre – nesse caso, terão autorização para fechar o primeiro semestre letivo dia 22/07 com 97 dias. O segundo, então, terá 103.

Os 3 dias de reposição no segundo semestre terão que cumprir alguns requisitos. Um desses dias deverá ocorrer no 3° bimestre (exceto nos sábados do dia 9/09 e 30/09) e os outros 2 dias deverão ocorrer no 4° bimestre, entre os meses de outubro ou novembro (exceto nos dias 14/10 e 04/11). Nenhum sábado de dezembro será disponibilizado para a reposição.

Mesmo quem não fez a greve terá de seguir o calendário de recomposição em alguns momentos: o dia 28 de julho, que era dia móvel, tornou-se dia de recesso para todos. E este dia deverá ser reposto em algum sábado no 3° bimestre (exceto nos dias 09/09 e 30/09).

Professores que fizeram a greve de forma parcial devem concluir a reposição no primeiro semestre.

Professores que atuam nas CREs e Sede deverão seguir o mesmo calendário de reposição/recomposição que os demais professores das escolas.

O encerramento do ano escolar está mantido conforme o calendário original, 21/12 – sendo 22/12 a data para aplicação de prova final. Durante a reposição, professores(as) e orientadores(as) educacionais terão garantido seu direito a licenças. Sugere-se evitar a utilização de abonos (inclusive TRE) nesse período, no entanto, não está proibido.

Um documento oficial da SEEDF com orientações sobre a reposição dos dias parados e a recomposição do calendário escolar está sendo produzido e será enviado às regionais de ensino. Para sanar dúvidas, procure o diretor ou diretora do Sinpro responsável por sua escola.

Clique AQUI para ver o calendário escolar com as datas de reposição.

 

“Meu menino colorido”: professora se inspira em sobrinho e lança livro sobre LGBTQIA+fobia

 

O lançamento da obra “Meu menino colorido” será neste sábado (3/6), no auditório do Centro de Ensino Médio 01 do Gama (Colégio do Gama – CG), às 20h. O livro é baseado em história real. Seu enredo ilustra um período difícil da vida de Guilherme, sobrinho da autora e professora aposentada, Zenilda Vilarins Cardozo. Ele sofreu ataques homofóbicos na escola por ocasião do Ensino Médio.

 

“O personagem “meu menino colorido” é um ser que carrega, em cada parte do seu corpo, uma cor do arco-íris, que revela o seu perfil psicológico, dotado de amor, empatia, serenidade, companheirismo. É um caleidoscópio humano”, afirma. Publicado pela LC Editorial, o livro é a terceira obra de Zenilda e está disponível do Amazon e no Instagram dela @zenildavilarins.

 

Ela diz que a inspiração para escrever esta obra veio da necessidade de falar sobre LGBTQIA+fobia de forma leve, contando uma história real que teve um desfecho feliz. “Infelizmente, não é o que se revela no cotidiano de muitas pessoas coloridas de nosso País, um país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo. A minha experiência de 34 anos no chão da escola trouxe reflexão sobre o papel das instituições e educadores nesse cenário e o fato de viver, pessoalmente, o drama concretizou a vontade de falar sobre”, afirma.

 

 

A professora lamenta o fato de que o tema LGBTQIA+ não tem espaço nas escolas. “Infelizmente, essa pauta ainda não tem abertura nas escolas e é preciso furar essa bolha. É preciso furar nas famílias também. No caso de minha família, esse tema só entrou para o debate depois dos acontecimentos com o Guilherme”, diz.

 

“Acredito que foram dados passos importantes sobre a causa LGBTQIAP+ no Brasil, mas precisamos que esse alcance chegue às instituições de ensino, à formação continuada dos docentes e, em especial e de fato, ao currículo escolar. Infelizmente, a escola se torna um ambiente hostil no que diz respeito a essa pauta e se estende também às questões raciais”, afirma.

 

A experiência de Guilherme e de outros jovens, não aceitos socialmente, a inspiraram nessa produção. “Espero que, agora, a materialização da história do meu sobrinho, hoje, adulto, possa ajudar outros jovens e outras famílias que passam pela mesma situação”.

 

Spoiler, artesanato e fotografia

O enredo é uma narrativa rimada, inspirada na literatura de cordel, que é outra paixão literária de Zenilda. “Desde a minha infância, gosto da sonoridade, da simplicidade, que parece uma música que chega aos ouvidos de forma leve e envolve o ouvinte. Os adolescentes gostam muito do rap, cujas letras são histórias reais contadas por meio da rima. Assim, o rap e o cordel têm uma conversa entre si e é possível contar e cantar a história. Isso é uma das características de todas as minhas obras”, informa.

 

Voltado para o público pré-adolescente, o enredo de “Meu menino colorido” destaca os conflitos internos de um garoto ao se descobrir diferente de outros moradores do planeta das caixinhas, feito das diversas cores. O protagonista não se sente pertencente àquele lugar que separa as pessoas em caixas de cores únicas. “O preconceito leva Guilherme, meu sobrinho, a pensar a desistir de tudo. Mas, antes disso, ele é salvo pelo amor da mãe”, revela a autora.

 

O livro traz fotografias produzidas por Yan Matos. São fotos de um boneco de pano, confeccionado, especialmente, para este projeto literário. Zenilda conta que a artesã Tiana, de São Paulo, recebeu uma fotografia de Guilherme e as orientações de cores do arco-íris para cada parte do corpo. “Ela conseguiu confeccionar um boneco apaixonante”, comenta.

 

Perfil e pautas sociais

 

Aposentada há 3 anos, Zenilda trabalhou por 34 anos no magistério. Destes, 25 anos foi na Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF). A última escola em que ela lecionou foi a Escola Classe 22 do Gama (EC 22). A aposentadoria, materializada em janeiro de 2020, foi uma porta que se abriu para ela se aventurar no mundo da literatura. A verve literária foi percebida ainda no magistério, quando “eu escrevia textos que serviam de base para o meu trabalho pedagógico na sala de aula”.

Zenilda optou por uma literatura que contempla pautas sociais urgentes por entender que a educação precisa trabalhar em e para os direitos humanos e atualizar suas pautas e ações, trazendo para o centro do debate as causas sociais urgentes com vistas, realmente, para a formação do(a) cidadão(ã) de fato. “Falo de racismo, de violência contra a mulher, de representatividade feminina em espaços de poder e de LGBTQIA+fobia, que é o caso deste meu último trabalho”, finaliza.

Vídeo: reveja a explicação das propostas do GDF negociadas com a categoria

O Sinpro-DF deixou disponível para a categoria, no YouTube, vídeo no qual professores(as) e orientadores(as) educacionais do magistério público do DF poderão rever a explicação, ponto a ponto, das propostas do GDF negociadas com a categoria.

A live, realizada na quinta-feira (25), foi conduzida pelos diretores do Sindicato Cláudio Antunes e Letícia Montandon.

Perdeu a live? Quer rever? Então não perca tempo e acesse o link https://www.youtube.com/watch?v=TEHm4Z5onVA&t=778s

Síndrome de Burnout atinge um a cada três professores, aponta estudo

O magistério é atingido em cheio pela Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional, um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho.

De acordo com a coordenadora de Assuntos de Saúde do Trabalhador do SINPRO-DF, Élbia Pires, “os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão cada vez mais desmotivados(as), frustrados(as) e depressivos(as), pois a Síndrome de Burnout é frequentemente causada pelo acúmulo de estresse crônico no ambiente de trabalho, especialmente quando o(a) educador(a) se sente sobrecarregado(a), submetido(a) a pressões constantes ou enfrenta condições de trabalho desfavoráveis. E isso precisa mudar”, alerta.

Confira abaixo:

Aproximadamente um terço dos professores da educação básica sofre da síndrome de Burnout. É o que aponta um estudo feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Salários defasados, violência nas escolas e pressão por resultados estão entre os fatores que contribuem para a aumentar o estresse no exercício da docência. A pesquisa avaliou 397 professores, de vários estados, de colégios públicos e privados.

“Professor lida com violência física e verbal na escola, falta de estrutura, sofre pressão da gestão escolar e da exigência dos pais”, diz Raphaela Gonçalves, que conduziu o levantamento durante o mestrado em Ciências da Saúde.

Ela, que atua como professora e tem licenciatura em Biologia e Pedagogia, ainda destaca a falta de valorização. “A baixa remuneração exige carga horária cada vez maior para se manter financeiramente, fora o acúmulo de função, tendo um papel de psicólogo, de assistente social e na família”, diz.

No estudo, foi distribuído entre professores um formulário online, com três questionários. Um deles era sobre a prevalência de Burnout, com 25 perguntas de quatro dimensões: esgotamento pessoal (exaustão não relacionada a aspectos laborais); Burnout relacionado ao trabalho (exaustão e frustração ligadas ao trabalho); Burnout ligado aos alunos (influência da relação professor-aluno no entusiasmo profissional); Burnout relacionado aos colegas (sentimentos frente à equipe com a qual o profissional lida).

Após perguntas sobre cada variável (por exemplo “sente-se exausto logo pela manhã quando pensa em mais um dia de trabalho?”), o professor assinalava a frequência com que se identificava com a frase.

O segundo formulário era sobre satisfação no trabalho, com 66 perguntas. Entre os tópicos, salário, responsabilidades, colegas, condições de trabalho e reconhecimento. O outro questionário era sobre dados sociodemográficos. Em 32,75% dos participantes, havia sinais de Burnout.

Homens e mulheres

Segundo a pesquisa, a prevalência dos sintomas de esgotamento entre homens e mulheres era parecida. “Não teve um mais afetado que o outro. Mas, quando cruzamos os dados, vimos que fatores demográficos e a satisfação no trabalho afetavam esses grupos de maneira distinta”, diz Raphaela.

Segundo o estudo, maiores salários conferem diminuição das chances de esgotamento pessoal entre homens. Já para mulheres, quanto maior o salário, maior o risco de esgotamento.

“Para ganhar mais, ela tem de trabalhar mais, sofre mais cobrança. Em casa, ela continua trabalhando. Para mulher, fatores positivos no trabalho a deixam mais propensa ao Burnout.”

O mesmo vale para as mães. Quanto maior o número de filhos, a mulher tem mais risco de esgotamento pessoal. Já no homem, o número de filhos é inversamente proporcional ao risco de desenvolver o transtorno.

“Provavelmente para o homem, filho traz mais satisfação. Não que a mulher não se sinta realizada com os filhos, mas é um trabalho a mais, uma responsabilidade além.”

Outro ponto que chama a atenção foi a maior satisfação entre professores da rede pública. “Pode ter a ver com o fato de que professores da rede pública entendem sua função como propósito, meio de mudança. É um pouco diferente do professor na rede particular, que tem cobrança muito maior. Os pais, como pagam pelo ensino, estão muito mais presentes e exigem mais.”

“Medo absurdo”

Foi justamente a baixa satisfação com o emprego numa escola particular que levou Vanessa Paula Teixeira, de 47 anos, ao quadro de Burnout há quase dez anos. A pedagoga, que atua na área há 20 anos, antes lecionava para pessoas com deficiência (PcD), mas aceitou ir para a rede privada pelo salário ser mais alto. “Foi a pior coisa que fiz. Tudo que eu ganhava gastava em remédio”, relembra.

Segundo Vanessa, o esgotamento estava atrelado a fatores como pressão psicológica por parte da gestão e dos pais, prazos incompatíveis, sobrecarga e assédio moral. “Não conseguia dormir. Porque dormir significava virar o outro dia”, diz.

“Começava a dar o horário de ir trabalhar, me dava uma falta de ar que parecia que eu ia morrer. Era um medo absurdo do horário de estar naquele lugar”, relata Vanessa, que também diz ter emagrecido por falta de apetite.

Ela buscou auxílio de psicólogo e de psiquiatra e tomou remédios. Após dois anos, a escola a demitiu quando ela voltou de licença, justamente por questões de saúde mental. Vanessa então deixou de lado a educação por alguns anos e depois retornou como professora infantil na rede pública. “Hoje vivo em outra realidade.”

Segundo a neuropsicóloga Carolina Garcia, que estuda a saúde mental na docência, entre os sintomas do Burnout estão o desejo de se afastar do trabalho, pensamentos negativos sobre sua atuação e mudança no comportamento alimentar e do sono. O tratamento deve ter acompanhamento psicológico e psiquiátrico e, em muitas situações, é necessário afastamento do trabalho, no mínimo, por seis meses. “É difícil se recuperar no mesmo ambiente que a gente acabou adoecendo”, pondera.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Sinpro alerta para o prazo final da prova de vida de aposentados e pensionistas nascidos em maio

O Sinpro-DF alerta os(as) aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário no mês de maio e ainda não fizeram a prova de vida que faltam apenas dois dias para terminar o mês. Essa comprovação deve ser feita até 31 de maio. A prova de vida é uma comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

O procedimento pode ser realizado de forma presencial, ou seja, o(a) beneficiário(a) por ir, pessoalmente, a qualquer Agência do BRB e fazê-la. Ou pode fazer virtualmente, on-line, por meio do aplicativo disponível nas lojas da iOS e Android. Confira o procedimento virtual no final desta matéria.

 

Ampliação do prazo para nascidos em janeiro

O sindicato informa que o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) ampliou por poucos dias o prazo dessa comprovação de vida para atender os(as) nascidos(as)  em janeiro que não fizeram a prova de vida no mês correto. Clique aqui e confira matéria do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/ultimos-dias-para-nascidos-em-janeiro-se-recadastrarem-no-iprev/

Segundo o instituto, aposentados(as)  e pensionistas(as) do Governo do Distrito Federal (GDF) nascidos em janeiro têm uma última chance para fazer a prova de vida. O Iprev estendeu o prazo do cadastramento até 9 de junho. No site da autarquia, o instituto explica que a medida foi necessária para atender às 657 pessoas aniversariantes do primeiro mês do ano que ainda não realizaram a prova.

O Sinpro apela a todos(as) os(as) aposentados(as) e pensionistas da Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF) nascidos em maio a realizarem a prova de vida até o dia 31 de maio para evitarem o transtorno da suspensão do benefício. Reforça ainda que a extensão do prazo até 9 de junho para os nascidos em janeiro que não fizeram a comprovação à época é a última chance de não ter o benefício bloqueado.

 

Aplicativo Prova de Vida GDF

Criado durante a pandemia da covid-19, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado. Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.

 

Outras formas de fazer a prova de vida

Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES ANDROID

https://play.google.com/store/search?q=prova+de+vida+gdf&c=apps&pli=1

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES iOS

https://apps.apple.com/br/app/prova-de-vida-gdf/id1614842989

 

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Taguatinga recebe festival e mostra competitiva de cinema

O 17º Festival Taguá e a Mostra Competitiva do Festival de Cinema de Taguatinga acontecem de 7 a 10 de junho no Sesc Taguatinga e no hotel Go Inn. Durante o feriado de Corpus Christi, toda a riqueza do cinema brasileiro estará em exibição em mais de 500 curtas, 23 produções na Mostra Competitiva, além de debates, festas, shows, oficinas e muito mais. O festival é totalmente gratuito, e a programação completa pode ser conferida no site oficial do evento.

Nesta 17ª edição, o Festival apresenta desde obras criadas no contexto da pandemia a filmes que celebram o novo Brasil, o resgate da Democracia e que mostram a importância do resgate de programas sociais e políticas públicas para o fortalecimento da Arte e a Cultura no País – eixos fundamentais para trazer senso crítico à sociedade – valores que desde sempre permearam nosso evento.

“O Brasil tenta espantar o fantasma do autoritarismo que insiste em nos assombrar, mas vejo a Cultura e o Cinema como uma ferramenta mágica; uma espada de fogo que corta a ignorância e projeta luz nos caminhos. Por tudo isso, esse ano, nossa expectativa para o festival é muito grande”, elucida William Alves, idealizador do Festival.

 

Homenageado: Gerson Deveras

Figura icônica de Taguatinga, contribui e transforma a Arte e a Cultura da cidade.

A cena artística de Taguatinga não seria a mesma se Gerson Deveras tivesse nascido em outro lugar. “Fazedor multiarte” (é cantor, compositor, artista-plástico, cineasta, performer, poeta, DJ e VJ), é idealizador do projeto Taguatinga tem Concerto e um dos fundadores da banda Os Cachorros das Cachorras, quando cantou e recitou Taguá em suas músicas e poesias, com seu jeito irreverente e transformador.

William Alves, idealizador do FestTaguá, conta que, também por seu ativismo nas questões políticas da região administrativa, será uma honra poder homenagear Gerson Deveras na 17a edição do festiva

 

Confira a programação do FestTaguá:

7/6 – quarta-feira

19:00   Mostra Taguá VR (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Feira de Economia Criativa, Gastronomia e Parque DiverSom (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Dj Savana (Sesc Taguatinga Norte)

20:00   Mostra Competitiva Programa 1 (Sesc Taguatinga Norte)

22:30   Apresentação Sambadeiras de Roda (Sesc Taguatinga Norte)

23:30   Show Mato Seco (Sesc Taguatinga Norte)

 

8/6 – quinta-feira

09:30   Teatro Infantil com Trevo (Sesc Taguatinga Norte )

10:00   Mostra Infantil (Sesc Taguatinga Norte)

10:00   Debate com realizadores (Hotel Go INN Taguatinga Centro)

11:00   Teatro Infantil com Miqueias Paz (Sesc Taguatinga Norte)

15:00   Mostra Azul (Sesc Taguatinga Norte)

15:00   Oficina Imersão para Incorporar Virtualidades (Sesc Taguatinga Norte)

17:00   Oficina Viés Ideológico (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Mostra Taguá VR (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Feira de Economia Criativa, Gastronomia e Parque DiverSom (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Dj Gerson Deveras (Sesc Taguatinga Norte)

20:00   Mostra Competitiva Programa 2 (Sesc Taguatinga Norte)

23:30   Show Gaivota Naves (Sesc Taguatinga Norte)

 

9/6 – sexta-feira

09:00   Oficina de Produção de Podcast (Sesc Taguatinga)

09:30   Teatro Infantil com Trevo (Sesc Taguatinga Norte)

10:00   Mostra Infantil (Sesc Taguatinga Norte)

11:00   Teatro Infantil com Miqueias Paz (Sesc Taguatinga Norte)

14:00   Masterclass: O Fazer Coletivo do Cinema Indígena (Sesc Taguatinga Norte)

15:00   Mostra Paralela_ Cinema de Confluência_ Sessão 1 (Sesc Taguatinga Norte)

15:00   Oficina Cultura Acessível – construções possíveis (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Mostra Taguá VR (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Feira de Economia Criativa, Gastronomia e Parque DiverSom (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Dj Karla Testa (Sesc Taguatinga Norte)

20:00   Mostra Competitiva Programa 3 (Sesc Taguatinga Norte)

22:30   Show Margaridas (Sesc Taguatinga Norte)

23:30   Show Cachorro das Cachorras (Sesc Taguatinga Norte)

 

10/6 – sexta-feira

14:00   Dinâmica Labcine – Realização coletiva de audiovisual (Sesc Taguatinga Norte)

15:00   Mostra Paralela_ Cinema de Confluência_ Sessão 2 (Sesc Taguatinga Norte)

17:30   Show Iara Gomes DF instrumental FEST (Sesc Taguatinga Norte)

18:25   Show Aiure DF instrumental FEST (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Mostra Taguá VR (Sesc Taguatinga Norte)

19:00   Feira de Economia Criativa, Gastronomia e Parque DiverSom (Sesc Taguatinga Norte)

19:15   Show Duo Alvenaria DF instrumental FEST (Sesc Taguatinga Norte)

20:00   Mostra Competitiva Programa 4 (Sesc Taguatinga Norte)

22:30   Show Esdras Nogueira DF instrumental FEST (Sesc Taguatinga Norte)

23:00   Premiação (Sesc Taguatinga Norte)

23:30   Show Passo Largo – DF instrumental FEST (Sesc Taguatinga Norte)

 

Mostra Competitiva

Este ano, foram mais de 500 inscrições para a Mostra Competitiva do Festival Taguatinga de cinema, dos quais 23 filmes foram selecionados. As produções não selecionadas estão disponíveis para serem assistidas e votadas na categoria Seletiva Popular. O filme mais votado será exibido na Mostra Competitiva e concorre a quatro prêmios em dinheiro, sendo três no valor de R$ 2.500,00 – para cada uma das três obras escolhidas pelo Júri Oficial do Festival – e um prêmio no valor de R$1.000,00 para o filme escolhido pelo Júri Popular.

 

Estes são os 23 filmes selecionados para a Mostra Competitiva:

A Nossa Festa Já Vai Começar, de Cadu Marques

Ana Rúbia, Diego Baraldi; Íris Alves Lacerda

Big Bang, de Carlos Segundo

Busca, de Rodrigo Sousa & Sousa

Ela Mora Logo Ali, de Rafael Rogante e Fabiano Barros

Filhos da Noite, de Henrique Arruda

Grito do Coletivo, de Vinícius de Oliveira e Thiago Nunes

Jussara, de Camila Cordeiro Ribeiro

Levante Pela Terra, de Marcelo Cuhexê

Manual da Pós-Verdade, de Thiago Foresti

Mergulho, de Marton Olympio e Anderson Jesus

Morro do Cemitério, de Rodrigo R. Meireles

Nem o Mar Tem Tanta Água, de Mayara Valentim

Nossa Mãe era Atriz, de André Novais Oliveira e Renato Novaes

Nossos Passos Seguirão os Seus…, de Uilton Oliveira

Nunca Me Perguntaram Nada, Gabrielle Souza

Quebra Panela, de Rafael Anaroli

Rua Dinorá, de Natália Maia e Samuel Brasileiro

Silêncio dos Homens, de Gabriel Duarte

Último Domingo, de Renan Barbosa Brandão, Joana Claude

Um Transe de Dez Milésimos de Segundos, de Jamile Cazumbá

Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui, de Érica Sarmet.

Xixiá – Mestre dos Cânticos Fulni-ô, de Hugo Fulni-ô

 

Da região Norte, há um filme do Maranhão e um de Rondônia; do Centro Oeste, dois filmes do DF e um do Mato Grosso; do Nordeste, dois filmes da Bahia e um da Paraíba, dois de Pernambuco e um do Ceará.

Já do Sudeste, são três produções de Minas Gerais, quatro do Rio de Janeiro e duas obras de São Paulo. Cinco realizadoras são mulheres, quinze são homens e três obras foram realizadas em direção mista.

Arcabouço fiscal pode trazer prejuízos para a Educação e para o DF

A Câmara dos Deputados concluiu na quarta-feira (24) a votação do novo regime fiscal – conhecido como arcabouço fiscal – para as contas da União, que vai substituir o atual teto de gastos. O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA), para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 93/23, do Poder Executivo.

Durante as votações, Plenário rejeitou todos os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de mudar trechos do texto. Isso pode trazer prejuízos para a Educação brasileira e para o Distrito Federal, vez que entratam no texto o FUNDEB e FCDF.

Segundo o projeto aprovado, as regras procuram manter as despesas abaixo das receitas a cada ano e, se houver sobras de receitas, deverão ser usadas apenas em investimentos, buscando trajetória de sustentabilidade da dívida pública.

Os critérios para a variação real (descontada a inflação) da despesa são fixados de forma permanente, sem depender do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), como constava no texto original.

Assim, a cada ano, haverá limites da despesa primária reajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e também por um percentual do quanto cresceu a receita primária descontada a inflação.

FUNDEB – O relator Cajado – diferentemente  do projeto original do Executivo – com a apresentação do substitutivo ao PLP nº 93/2023, incluiu o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na regra que irá limitar os gastos do governo.

Segundo a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da própria Câmara dos Deputados, “a inclusão da complementação da União dentre as despesas limitadas pelo arcabouço fiscal obrigará a redução de outras despesas, inclusive em programas educacionais, como os da merenda e do transporte escolar, além do livro didático”.

A nota da Consultoria da Câmara afirma ainda que a inclusão da complementação da União ao Fundeb dentre as despesas submetidas ao limite de gastos representará “restrição fiscal”, atualmente inexistente. “[Isso] dificultará o alcance do padrão mínimo de qualidade na educação básica, bem como o atingimento das metas previstas no plano nacional de educação”, diz o texto, que ressalta, ainda, que as regras do fundo já garantem que não haja aumento de gastos imprevistos em períodos de dificuldades ou recessão.

De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), dessa forma, o texto aprovado piora ainda mais o programa de Temer e amplia a dificuldade de investimentos no ensino público e a execução do Plano Nacional de Educação (PNE).

FCDF – Outro ponto problemático diz respeito ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), um instrumento financeiro previsto na Constituição Federal para garantir recursos destinados à segurança pública, saúde e educação no DF. Atualmente, o FCDF corresponde a mais de 40% do orçamento da capital do país. Em 2023, o orçamento do DF é de R$ 57,36 bilhões, dos quais R$ 22,97 bilhões são oriundos do FCDF.

Na avaliação da Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), a inclusão do FCDF no arcabouço fical vai trazer prejuízos. “Isso vai acarretar em serviços públicos com menos qualidade, já que haverá menos investimentos em infraestrutura e na remuneração dos servidores, em especial nas áreas da saúde, educação e segurança”, afirma o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues.

O GDF e os parlamentares do DF alertam que a capital federal pode ter uma perda de R$ 87,7 bilhões em 10 anos.

O secretário de Planejamento, Orçamento e Administração do DF, Ney Ferraz, disse que é “uma situação bem preocupante. Não digo de forma imediata. Pelos cálculos e estudos que a gente tem feito, isso vai impactar, realmente, em meados de 2026 em diante. Não vai ter cortes, não vai diminuir o fundo, mas vai deixar de crescer na mesma velocidade e proporção das necessidades, como investimento em melhoria das condições dos servidores, com novos concursos, nomeações e aumento do salário”.

Texto, agora, segue para análise do Senado Federal.

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Fim do Novo Ensino Médio depende de você. Saiba como responder à consulta do MEC

Fonte: CNTE

O Ministério da Educação (MEC) está com uma consulta pública aberta para ouvir a sociedade sobre o Novo Ensino Médio (NEM) e a CNTE orienta que trabalhadoras/es participem e opinem até o dia 6 de junho, prazo final para a escuta.

O Conselho Nacional de Entidades da CNTE aprovou recomendação aos trabalhadores/as, alunos/as, funcionários/as das escolas para discordarem de todas as 11 perguntas do formulário do MEC, elaborado para conhecer a opinião dos brasileiros a respeito do Novo Ensino Médio. [saiba abaixo como participar]

O NEM apresentou uma reorganização curricular das escolas e trouxe graves problemas a profissionais da educação e a milhares de estudantes ao reduzir disciplinas básicas como Física, Química e Biologia e introduzir um conjunto de aulas, conhecido como itinerários formativos, como forma de ampliar o acesso do setor privado aos recursos públicos por meio da oferta de materiais didáticos e audiovisuais.

Na prática, a reforma não cumpriu a proposta de trazer um caráter mais dinâmico às escolas e não ofereceu alternativas aos estudantes que buscam uma preparação voltada ao ingresso no mercado de trabalho. Diante de tamanhos prejuízos, a CNTE pede a imediata revogação do NEM.

O presidente da CNTE, Heleno Araújo, aponta a importância de uma ampla mobilização por parte dos movimentos sociais para denunciar os prejuízos causados pela reforma, especialmente às famílias mais pobres.

“O ensino médio que está sendo aplicado é um desastre para o Brasil. Como o governo não agiu para revogar de forma imediata, a consulta é um instrumento importante para nossa categoria e para os/as estudantes. Temos que dizer o que está acontecendo e fazer do questionário uma forma de acabar com esse retrocesso”, afirma.

COMO RESPONDER À CONSULTA

PASSO 1

O primeiro passo é o cadastro na plataforma de autenticação do governo federal, a Acesso GovBR (clique aqui para se cadastrar). ATENÇÃO: Se você já é cadastrado no GOV, siga direto para o PASSO 2.

PASSO 2

Acesse a pesquisa clicando na plataforma PARTICIPA+BRASIL.

PASSO 3

No canto superior direito, clique em “ENTRAR”. Insira seus dados de identificação com CPF e senha cadastrados no GOV.

PASSO 4

Leia as orientações da pesquisa, descendo o cursor para baixo: as perguntas estarão disponíveis a partir da metade da página, após as orientações iniciais do texto do MEC intitulado “Avaliação e Reestruturação da Política Nacional de Ensino Médio”.

PASSO 5

Para cada pergunta, você tem que marcar “concordo com a proposição” ou “discordo da proposição” e também inserir um comentário. A CNTE orienta responder “discordo da proposição” em todas as questões, além de incluir um comentário para cada uma das perguntas. Para facilitar, disponibilizamos os comentários para cada questão, a seguir:

Comentário questão 1 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Além de definir critérios mínimos para a oferta do ensino noturno nas etapas fundamental e médio, com carga horária presencial de 2.400 horas no regular e de 1.200 horas na EJA, é preciso assegurar currículos sólidos para a educação em tempo integral e garantir a oferta regular nas escolas diurnas que não possuem estruturas físicas para ofertar o integral, respeitando-se, ainda, a disponibilidade de tempo dos estudantes que não podem cursar o período integral e nem o noturno.

Comentário questão 2 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

O NEM comprovou a incompatibilidade dos itinerários com a organização curricular das escolas, dada a dicotomia criada entre a FGB e as áreas específicas de conhecimento. O desafio consiste em articular o currículo para que as escolas ofertem conjugadamente a parte comum (de no mínimo 2.400h para o EM parcial de 3.000h) e as áreas específicas. Já a educação técnica-profissional possui regulamentação própria na LDB e deve ser priorizada na forma articulada, integrada e presencial.

Comentário sobre questão 3 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

A BNCC precisa ser revista na lógica de se retomar a organização curricular da Resolução CNE/CEB nº 02/2012, composta por FGB e por uma parte diversificada que considere as diversidades, os interesses dos estudantes e as especificidades regionais. Além das disciplinas listadas nesta questão III, é preciso assegurar a língua materna aos povos indígenas, o estudo da cultura afro-brasileira e indígena, a língua espanhola visando a integração regional, entre outras especificidades.

Comentário sobre questão 4 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Somos contrários aos itinerários da Lei 13.415, pois criam dicotomia entre a FGB e a parte diversificada, contrariando os artigos 26 e 35 da LDB, que primam pela integração curricular sem blocos distintos. A parte diversificada precisa manter coerência com o currículo geral, ser presencial, manter-se vinculada à formação profissional docente e ter acompanhamento pedagógico consistente para aprofundar as áreas da ciência, da tecnologia, da cultura e do mundo do trabalho.

Comentário sobre questão 5 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Há concordância no que se refere a oferta presencial da formação geral básica. Contudo, os itinerários precisam ser substituídos pelas áreas de conhecimento integradas à formação geral, compondo a Parte Diversificada, de forma presencial, cabendo ao Conselho Nacional de Educação sua futura normatização.

Comentário sobre questão 6 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

A formação técnica-profissional de nível médio está regulamentada em seção própria na LDB (arts. 36-A a 36-D), devendo sua forma articulada e integrada – com profissionais licenciados para cada eixo tecnológico, sem a necessidade do Notório Saber – ser priorizada pelos sistemas de ensino que a ofertarem. A permanência deste itinerário na estrutura da Lei 13.415 mantém a dicotomia entre a FGB e as partes diversificadas, algo que havia sido superado, em 2004, pelo Decreto 5.154.

Comentário sobre questão 7 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

As populações de que tratam essa questão residem geralmente em localidades com apenas uma escola de ensino médio. De modo que os modelos de itinerários da Lei 13.415 não cabem nesses estabelecimentos. Também por essa razão é que precisa ser retomada a organização da formação geral básica integrada com as partes diversificadas do currículo, possibilitando a adequação do projeto pedagógico escolar a cada uma das realidades sociais de um país continental e plural.

Comentário sobre questão 8 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Por óbvio são necessários mais investimentos em infraestrutura e em outras áreas não só do ensino médio, mas de toda a educação básica pública, como a valorização profissional. A política de financiamento deve primar pelo regime de cooperação federativa, sobretudo através do FUNDEB e da aprovação do Sistema Nacional de Educação e do Custo Aluno Qualidade. Os programas com prazos e valores findos não garantem a perenidade da política pública e não agregam os sistemas de ensino.

Comentário sobre questão 9 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Os pressupostos da formação docente para atuar no ensino médio não podem ser os conteúdos da BNCC, como definiu a Resolução CNE/CP nº 2/2019 (BNC-Formação), mas sim os componentes curriculares que integram, indissociavelmente, a FGB e as partes diversificadas do currículo escolar, além das áreas da gestão. Por esse motivo, precisam ser revogadas e reformuladas a BNC-Formação e a própria BNCC, e incluir a profissionalização dos funcionários da educação entre as prioridades.

Comentário sobre questão 10 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

O Enem não pode avaliar somente aspectos da FGB. É preciso contemplar também os conteúdos curriculares das áreas de aprofundamento, como os direitos humanos, as questões ambientais, o processo de envelhecimento e a valorização do idoso, os diferentes aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos da sociedade, além de problematizar conteúdos de empreendedorismo e projeto de vida, por exemplo, que negam à maioria dos jovens sua condição de integrantes da classe trabalhadora.

Comentário sobre questão 11 (marcar discordo da proposição), copie e cole o texto abaixo:

Os Indicadores de Qualidade do Ensino Médio não são suficientes para a avaliação institucional. É preciso avançar na regulamentação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – Sinaeb (estratégias 7.3 e 7.21 da Lei 13.005), no aperfeiçoamento do Enem, além de incluir a EVASÃO no referencial de cálculo do IDEB. A ausência dessa variável tem causado muitas distorções nos sistemas de ensino, que priorizam o fechamento de turmas e escolas para melhorar a nota no IDEB.

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Sinpro realiza campanha do agasalho: “Faça a diferença! Doar é um gesto de amor”

O Sinpro já iniciou sua tradicional campanha do agasalho. Com o lema “Faça a diferença! Doar é um gesto de amor”, a campanha visa a estimular a categoria a praticar o desapego e a exercer a solidariedade em favor de quem nada tem. Doar agasalhos a quem precisa nesta época de frio é também uma forma de justiça social.

As doações podem ser depositadas nas caixas disponíveis na sede e nas subsedes do sindicato. A arrecadação das doações prossegue até 31 de julho.

É a hora de retirar dos armários roupas, cobertas e objetos que não nos servem mais e que podem ser essenciais para outras pessoas.

O Sinpro informa que a comunidade escolar também pode participar. Basta depositar roupas quentes, casacos, meias, luvas, cobertores, sapatos e todos os tipos e tamanhos de agasalhos que ajudem a amenizar a situação de quem não tem como se proteger do frio.

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