Distrito drag apoia a greve da educação

A turma do distrito drag, coletivo de artistas que visa produzir e difundir a cultura LGBTI a partir da arte transformista, e que percebe a cultura como ação política, também fez postagens em suas redes sociais em apoio à greve da educação.

No Instagram e no Facebook, o coletivo publicou um “carrossel” com 10 cards explicando os motivos da luta de professores(as) e orientadores(as) educacionais.

Os cards listam as perdas inflacionárias de mais de 30% e 8 anos com aumento zero; salários abaixo do piso nacional (lembrando que para o cálculo do piso não devem ser computadas gratificações), não cumprimento da meta 17 do PDE, salas de aula superlotadas, falta de novas escolas para atender à demanda, falta de professores e orientadores educacionais, falta de concurso público causando excesso de professores do contrato temporário com relações trabalhistas precarizadas, fechamento de várias turmas de EJA.

Professores(as) e orientadores(as) educacionais doarão sangue nesta quarta-feira, 17 de maio

Nesta quarta (17), a tradicional campanha do Sinpro por doação de sangue reunirá no Hemocentro de Brasília professores(a) e orientadores(as) educacionais em greve. Além de ser um ato político na luta por direitos, o movimento realiza uma ação solidária que beneficia pacientes da rede pública de saúde do DF.

É muito importante que as regionais se organizem para participar da ação! Os nomes dos doadores e doadoras devem ser passados para um diretor ou diretora do Sinpro responsável pelos piquetes em cada regional ainda hoje (16/05).

Atenção para os horários de doação:

10h – doadores(as) do Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Guará, Riacho Fundo e Samambaia;

14h – doadores(as) de Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Paranoá e São Sebastião;

15h – doadores(as) do Gama, Santa Maria, Planaltina, Brazlândia.

A pontualidade é indispensável! Devemos chegar meia hora antes do horário da doação! Haverá tenda no local, com disponibilização de água para todos os participantes.

No ambiente interno do Hemocentro, não são permitidas ações militantes. Por isso, nos concentraremos na tenda, do lado de fora.

Para doar sangue, a pessoa não pode estar de jejum, e deve ter se alimentado há, no mínimo, duas horas. Ou seja: quem for doar às 14h, deve ter almoçado até 12h; e quem for doar às 15h, até 13h.

O doador ou doadora deve estar saudável (sem sintomas de doenças respiratórias, por exemplo, tão comuns nesta época do ano), ter entre 16 e 69 anos de idade e mais de 51 kg. Leia as orientações completas abaixo:

Colabore! Há muitas pessoas precisando!

A Fundação Hemocentro de Brasília está com os estoques críticos para os tipos sanguíneos O negativo e O positivo. O apelo do Hemocentro aos potenciais doadores e doadoras vale principalmente para o tipo O negativo, conhecido como doador universal. Estão em nível baixo, também, os estoques dos tipos B negativo, AB negativo e A negativo. Todo tipo sanguíneo será bem-vindo!

O Hemocentro de Brasília é responsável por abastecer toda a rede de saúde pública do Distrito Federal, além de instituições conveniadas, como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia do DF e o Hospital das Forças Armadas. Vamos colaborar!

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Faixas sobre a greve da educação estão nas principais passarelas do DF

As faixas com o mote da greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão estampadas em todos os pontos estratégicos do Distrito Federal. O Sinpro divulgou o movimento em todos os meios de comunicação da cidade, nas suas próprias mídias eletrônicas e impressas e não poderia deixar de fora as tradicionais e eficientes faixas de lona com mensagens sobre a greve.

Para mostrar a todos(as) essa ação da greve, escolhemos fotos das faixas expostas na Floricultura, e, ao mesmo tempo, do outro lado da cidade, na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), bem como em Sobradinho, Cidade Estrutural, Núcleo Bandeirante. Todavia, desde o início da greve, iniciada em 4 de maio, o sindicato tem estampado suas tradicionais faixas com o mote da greve nas principais passarelas, viadutos e pontos estratégicos de todo o DF para explicar à população os motivos do movimento.  

Com a exposição da situação da educação, o Sinpro tem recebido o apoio e a adesão da sociedade brasiliense, que tem enviado mensagens de solidariedade diariamente. Isso mostra que todo tipo de comunicação é necessário para expor o abandono da educação pública e a falta de valorização da carreira do Magistério na rede pública de ensino por parte do Governo do Distrito Federal (GDF). Essa compreensão e força que todos(as) têm manifestado são fundamentais para que a educação seja considerada prioridade pelo governo de Ibaneis Rocha (MDB).

Nas comunidades escolares, a categoria, que também tem aderido cada vez mais ao movimento, a greve continua forte, com piquetes, ações de rua e atividades organizadas pelo Comando de Greve. Nesta quinta-feira (18), às 9h30, no estacionamento da Funarte, os(as) educadores(as) se reúnem em nova Assembleia Geral. Confira as fotos nas redes.

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Responsabilidade educacional é discutida na Comissão de Educação do Senado nesta terça-feira

Nesta terça-feira (16), a Comissão de Educação (CE) do Senado realiza reunião para deliberar sobre um projeto de lei que tem como objetivo estabelecer medidas para avaliar a qualidade e disponibilidade da educação básica, bem como impor responsabilidades aos gestores públicos em relação ao ensino, sujeitando-os a sanções civis e criminais em caso de má administração. O projeto em questão, denominado PL 88/2023, foi apresentado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR) e conta com um parecer favorável do senador Confúcio Moura (MDB-RO).

Arns argumenta que a falta de uma legislação de responsabilização educacional resultou em consequências particularmente negativas durante a pandemia da covid-19, principalmente em relação ao nível de aprendizado dos estudantes mais jovens. O autor ressalta a necessidade não apenas de termos familiaridade com a Lei de Responsabilidade Fiscal, mas também de termos uma legislação que promova o fortalecimento da cultura de responsabilidade educacional entre os gestores públicos.

De acordo com o PL 88/2023, a qualidade educacional será avaliada com base em indicadores que levam em consideração as metas e diretrizes estabelecidas em leis como o Plano Nacional de Educação (PNE) e a própria Constituição Federal. A má administração poderá acarretar sanções civis e, no caso de prefeitos e governadores, até mesmo ser considerada crime de responsabilidade. O texto também estabelece que eventuais danos causados à oferta e à qualidade da educação básica pública poderão ser objeto de reparação judicial por meio de ação civil pública.

É importante destacar que a decisão da Comissão de Educação é terminativa. Caso o projeto seja aprovado e não haja recurso para votação em Plenário, o texto seguirá diretamente para análise na Câmara dos Deputados.

Justamente por isso, a senadora Teresa Leitão (PT-PE), juntamente com os senadores Confúcio Moura (MDB-RO) e Flávio Arns (PSB-PR), apresentaram requerimento para a realização de duas audiências públicas antes da votação em definitivo. O objetivo é dirimir quaisquer dúvidas e mediar a participação de estados e municípios no contexto do PL 88/2023.

>>> Link da sessão (ao vivo) da Comissão de Educação no Youtube 

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Educadores(as) tomam a Rodoviária do Plano Piloto mais uma vez

Segunda-feira, 15 de maio, foi dia de tomar a Rodoviária do Plano Piloto mais uma vez! Professores(as) e orientadores(as) educacionais em greve chegaram ao local no fim da tarde, erguendo cartazes, pirulitos e distribuindo Sinpro Cidadão.

Os manifestantes dialogaram com a população para expor os motivos da greve e foram bem recebidos. Ao transitar pelas plataformas da rodoviária, os educadores e educadoras eram aplaudidos pelas pessoas que aguardavam seus ônibus nas filas.

A propaganda do governo não conseguiu enganar a população do DF, que sabe da falta de respeito com que o governador Ibaneis Rocha tem tratado a nossa categoria e da situação difícil das escolas públicas do DF.

Ao longo da semana, as mobilizações da greve continuam com piquetes nas cidades e uma grande assembleia geral na quinta-feira (18) pela manhã, no estacionamento da Funarte.

 

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Você já se vacinou contra a gripe?

Desde segunda-feira (15), todos(as) com mais de seis meses de idade já podem receber a vacinação contra a gripe (influenza) no Distrito Federal. São mais de 120 unidades de saúde preparadas para atender a população.

A lista completa está disponível no site da Secretaria de Saúde

A gerente da Rede de Frio da Secretaria de Saúde, Tereza Luiza Pereira, lembra que essa vacina pode ser tomada juntamente com outros imunizantes. “Quem for se vacinar, pode atualizar o cartão vacinal. Os que têm mais de 18 anos, por exemplo, podem receber a aplicação da vacina contra a gripe e a bivalente contra a covid-19”, afirma.

A vacina contra gripe aplicada em 2023 é do tipo trivalente, pois protege contra três vírus diferentes: A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09, A/Darwin/9/2021 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria, tendo sido desenvolvida a partir das cepas em circulação no Brasil). Após a imunização, em duas a três semanas passam a ser detectados anticorpos contra a doença. A duração varia de seis a 12 meses, dependendo do indivíduo, fato que justifica a vacinação ocorrer anualmente.

A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, faz um convite à sociedade para se vacinar. “As unidades de saúde estão abastecidas de doses contra a gripe (influenza). Vacina no braço é proteção. É não permitir, em nosso território, doenças que têm vacina”, alerta a secretária.

Com informações da Agência Brasília

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Sinpro Cidadão 56 é especial para estudantes

A edição 56 do jornal Sinpro Cidadão é especial para os estudantes. Totalmente voltado para alunos e alunas da rede distrital de educação, a publicação explica os motivos da greve da educação, e por que a greve também tem a ver com estudantes.
O jornal lembra das turmas superlotadas que prejudicam o processo educativo; lembra da irregularidade na oferta de merenda e como isso é prejudicial para os e as estudantes que só se alimentam adequadamente na escola por falta de recursos das famílias ou por falta de tempo, pois são jovens ou adultos trabalhadores. Também aborda da questão da violência contra as escolas e a quantidade excessiva de profissionais em contrato temporário de trabalho, o que gera uma rotatividade nas escolas que também prejudica o andamento das matérias.
Também são mencionadas as questões de Novo Ensino Médio (cujo objetivo é bem claro: dificultar o acesso de estudantes de escolas públicas à universidade), a questão da retomada pedagógica pós-pandemia, a falta de assistência adequada aos e às estudantes com necessidades educacionais especiais.
Todas essas questões têm relação direta com a qualidade do ensino que chega até os e as estudantes da rede distrital de educação. É por tudo isso que estamos em greve. É pelos nossos ganhos, mas é também pela qualidade do ensino que os e as estudantes recebem. Em outras palavras: a luta da greve da educação também é dos e das estudantes.

Clique aqui para ler e baixar

Sinpro pauta greve no Câmara nas Cidades em Sobradinho

O Sinpro participou, na semana passada, do projeto Câmara nas Cidade, realizado em Sobradinho. A diretora Vanilce Diniz, coordenadora da Secretaria de Formação Sindical do sindicato, juntamente com vários(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que estavam compondo a mobilização da greve nas escolas pautaram o tema da luta da categoria nessa sessão itinerante da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

 

Na ocasião, explicaram ao público de Sobradinho I e II, e a quem mais participava do Câmara nas Cidades, os problemas da educação pública e os motivos da greve. A categoria criticou declarações de parlamentares e outras pessoas que se posicionaram contra a greve e alertaram os distritais sobre a falta de espaços de diálogo com o poder público.

 

Confira o vídeo.

Vamos subir nossa hashtag #IbaneisRespeiteaEducação nas redes sociais!

Nossa atuação piqueteira nas redes sociais tem hashtag! Vamos fazê-la subir? Quando você for postar algum conteúdo relacionado à greve da educação, não se esqueça de incluir a tag #IbaneisRespeiteaEducação !

O governador tem desrespeitado nossa categoria sistematicamente! Ao longo de todo o seu primeiro governo, manteve nossos salários congelados, o que causou enormes prejuízos. Agora, propõe um reajuste de 6% em 2023, que sequer repõe as perdas do último período – enquanto para ele mesmo, para a vice-governadora e todo o primeiro escalão do governo o aumento é de 25% de uma só vez.

Quando em campanha, Ibaneis afirmou que “professor deveria ganhar igual a juiz”. Mas a realidade, em seu governo, é de condições de trabalho precárias, desvalorização da carreira e falta de profissionais nas escolas.

É por isso que todos e todas gritamos bem alto: #IbaneisRespeiteaEducação !

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Sindsasc apoia e se solidariza com a greve do magistério

Leia abaixo a nota do Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do GDF (Sindsasc) em apoio à greve da educação! Para ler no site do Sindsasc, clique AQUI.

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Nota de apoio à greve dos professores e professoras

O Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do GDF (Sindsasc) manifesta seu apoio e solidariedade aos(às) colegas da carreira do magistério público do Distrito Federal que, reunidos em assembleia geral da categoria, aprovaram greve por tempo indeterminado. São justos os pleitos da categoria.

O Sindsasc defende e pratica a solidariedade de classes e atua permanentemente pela união da classe trabalhadora, especialmente quando as categorias se colocam em luta. Justamente por isso estamos engajados na convocação do 1º de Maio unitário, que acontece na próxima segunda, no Eixão Norte. Nossa própria categoria encontra-se em processo de mobilização, tendo realizado uma grande assembleia nesta terça, dia 25/04, que deliberou por uma paralisação de 48h nos dias 30 e 31/05/2023. Nossos motivos são semelhantes aos que levaram os professores e professoras a deflagrarem greve.

O Governo do Distrito Federal tem obrigação de estabelecer mesa de negociação e apresentar propostas aos servidores e servidoras da educação, assim como aos(às) da assistência social e das demais categorias que se colocarem em luta.

Brasília, 26/04/2023
Diretoria do Sindsasc

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