SindMetrô/DF envia à diretoria do Sinpro carta de apoio à greve da educação

Após manifesto em sua conta do Instagram, a diretoria do SindMetrô/DF, o sindicato dos metroviários do Distrito Federal enviou carta em solidariedade à diretoria do Sinpro-DF.

A carta de solidariedade, assinada por Renata Campos Strafacci, da Secretaria de Relação sindical, lembra que não tem sido fácil conseguir valorização do governo Ibaneis-Celina, e que os funcionários do Metrô/DF “tem vivido já em condições difíceis por falta de investimentos para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo Distrito Federal, seja ele na educação, transporte, saúde, entre outros.”

Na conclusão, a diretoria do SindMetrô/DF se põe à disposição do Sinpro e manifesta apoio ao movimento paredista, “reforçamos que a luta de vocês é justa e sensata”.

As manifestações de apoio do SindMetrô somam-se à corrente de solidariedade de inúmeras entidades sindicais e da sociedade civil para o movimento paredista do magistério público distrital.

Primeira assembleia da greve acontece nesta quinta-feira, dia 5

A primeira assembleia desde a deflagração da greve será realizada nesta quinta-feira, 5 de junho, às 9h. Reunidos no estacionamento da Funarte, professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais definirão os rumos do movimento paredista.

 

 

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Desde o início do ano, o Sinpro vem buscando negociar a pauta de reivindicação da categoria com o governo local. Em reunião no último dia 21 de maio, o GDF afirmou que não apresentará qualquer proposta aos mais de 30 mil profissionais que atuam diariamente para garantir o direito da população a um ensino de qualidade.

Além dos itens da Campanha Salarial 19,8% rumo à Meta 17 – pela reestruturação da carreira já!, diversos outros itens igualmente importantes compõem a pauta de reivindicações. Entre eles, o cumprimento do acordo de greve de 2023; a nomeação de todos os aprovados e aprovadas no último concurso para o magistério, zerando o déficit de efetivos na rede, e a regularização do envio da relação de contribuições previdenciárias de professores em regime de contratação temporária ao INSS, problema que vem impedindo 17 mil pessoas de tirarem atestados médicos superiores a 15 dias.

“A primeira assembleia da greve vai demonstrar que a categoria está unida e firme. É de total interesse do Sinpro, bem como de toda a categoria, manter a normalidade do ano letivo de 2025. A garantia disso, entretanto, depende do GDF”, destaca Márcia Gilda, diretora do Sinpro. “Vamos definir as ações que fortalecerão a greve, rumo à vitória”, completa.

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MATÉRIAS EM LIBRAS

 

Publicado originalmente dia 28 de maio de 2025

TV Sinpro desta quarta (4/6) é adiado

O TV Sinpro sobre a Greve da Educação, agendado para ir ao ar nesta quarta-feira (4/6), a partir das 19h, foi adiado. A nova data será divulgada em breve.

O motivo do adiamento é a agenda intensa de atos e reuniões do Comando de Greve, integrado, também, pelos membros da Comissão de Negociação do Sinpro, que seriam os entrevistados do programa.

O Sinpro lamenta a necessidade de adiamento do TV Sinpro, mas informa a todos e todas que é por uma causa de extrema importância: as ações que fortalecem a greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas do DF.

O TV Sinpro vai ao ar toda quarta-feira, às 19h, pela TV Comunitária (Canal 12 da NET) e redes sociais do sindicato.

Diretora do Sinpro fala sobre greve da educação no programa Faixa Livre

A diretora do Sinpro Márcia Gilda é uma das convidadas do programa Faixa Livre desta quarta (4/6). No encontro, a sindicalista vai falar sobre a greve da educação no DF, abordando os motivos que empurram a categoria à paralisação, o descaso do governo Ibaneis-Celina com o magistério, o apoio de lideranças e organizações ao movimento, além de outros pontos sobre o tema.

O programa vai ao ar às 10h e pode ser acompanhado pelo link abaixo. O historiador Mauro Iasi e o professor de Geopolítica do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também participarão do episódio.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR. 

Greve da educação

Professores(as) e orientadores(as) da rede pública de ensino iniciaram greve na última segunda (2/6) e seguem cobrando do governo local o atendimento às demandas urgentes da categoria, que visam valorização dos profissionais e melhorias na educação.

“É fundamental que sigamos denunciando o descaso e a truculência de Ibaneis-Celina com a educação pública do DF e com professores e orientadores, que mesmo com tantos obstáculos, seguem construindo o futuro de nossos estudantes”, disse Márcia Gilda.

Faixa Livre

No ar há mais de 30 anos, o programa Faixa Livre aborda temas como política, economia, meio ambiente, educação e assuntos atuais de interesse da classe trabalhadora.

SINDSEPEM/VAL apoia greve da educação

A greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais segue recebendo apoio. As manifestações criticam a tentativa de criminalização do movimento por parte do governo Ibaneis-Celina e reafirmam que a paralisação é legítima, necessária e amparada pela lei.

A seguir, nota de apoio do Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso de Goiás (SINDSEPEM/VAL). Para a entidade “educação pública, gratuita e de qualidade só se faz com profissionais respeitados, remunerados com justiça e com condições dignas de trabalho”

Leia nota completa abaixo.

O Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso de Goiás (SINDSEPEM/VAL) expressa total apoio à greve dos professores e orientadores educacionais da rede pública do Distrito Federal, iniciada no dia 2 de junho de 2025, sob coordenação do Sinpro-DF.

A decisão dos profissionais da educação de cruzar os braços é legítima e amparada pela Constituição Federal, que em seu artigo 9º garante o direito de greve como instrumento de luta dos trabalhadores. Quando o Estado se nega ao diálogo e impõe cortes de ponto e multas milionárias contra os sindicatos, torna letra morta esse direito fundamental, atacando diretamente a democracia e a organização sindical.

É inadmissível que, em pleno cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE), a Meta 17 — que trata da equiparação salarial dos profissionais do magistério aos demais com mesma escolaridade e jornada — continue sendo ignorada. O GDF, ao descumprir o piso nacional para profissionais com formação de nível médio, perpetua a desigualdade e a desvalorização do magistério.

Os trabalhadores da educação têm convivido com anos de perdas acumuladas. Não houve aumentos reais nos governos anteriores e agora enfrentam um cenário de repressão e negação de direitos. Valorizar a educação é valorizar quem a constrói cotidianamente, dentro e fora da sala de aula.

O SINDSEPEM/VAL se solidariza com a mobilização do Sinpro-DF e reafirma seu compromisso com a luta pela valorização dos servidores públicos em todas as esferas. Educação pública, gratuita e de qualidade só se faz com profissionais respeitados, remunerados com justiça e com condições dignas de trabalho.

Nenhum direito a menos. Toda solidariedade à greve da educação.

SINDSEPEM/VAL – Sindicato dos Servidores Públicos e Empresas Públicas Municipais de Valparaíso de Goiás

Nota de pesar | Marita Moura Monteiro

É com profundo pesar que informamos o falecimento da professora aposentada Marita Moura Monteiro, aos 82 anos, no último sábado (31/5).

Marita lecionou Português na regional do Plano Piloto, onde também trabalhou com estudantes surdos.

A professora deixa um legado de compromisso, generosidade e luta por uma escola digna para todos.

Marita Moura Monteiro, presente!

ObsEB apoia greve da educação

As manifestações de apoio à greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais não param de chegar. Em todas elas, a declaração de que a greve é justa, legal, necessária; e que o governo Ibaneis-Celina ultrapassa todos os limites ao criminalizar o movimento, aplicar multa milionária e, mais uma vez, tratar a educação sem respeito. A seguir, a nota do Observatório de Educação Básica (ObsEB), vinculado à Faculdade de Educação – Universidade de Brasília (FE/UnB).

NOTA DE APOIO ÀS/AOS PROFESSORAS/RES E ORIENTADORAS/RES EDUCACIONAIS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL

O Observatório de Educação Básica (ObsEB), vinculado à Faculdade de Educação – Universidade de Brasília (FE/UnB), espaço de natureza política, científica, acadêmica e social, defende a educação pública, gratuita, laica, de qualidade social e democrática. Com base nesses princípios, vem a público manifestar solidariedade às professoras/res e orientadoras/res educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal, em greve desde o dia 02 de junho de 2025, por melhores salários, carreira, condições de trabalho e valorização profissional.

Ao mesmo tempo, repudiar a judicialização do movimento grevista, uma afronta ao previsto na Constituição Federal de 1988, artigo 9º, que garante o direito de greve a todos os trabalhadores, como mecanismo de busca de garantia de direitos da classe trabalhadora; e conclamar as autoridades distritais a buscarem os meios para o atendimento das reivindicações salarias das/os trabalhadoras/es da Educação.

São educadoras/res que lutam pelo cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação – PDE (2014-2024) que prevê a valorização dos profissionais da educação da Rede Pública de Educação Básica, ativos e aposentados, de forma a equiparar seu vencimento básico, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do Distrito Federal, com nível de escolaridade equivalente. Meta esta que deveria ter sido cumprida até o sexto ano do PDE.

A educação pública, gratuita e de qualidade social é direito constitucional de milhares de crianças, jovens e adultos da Capital Federal e deve ser garantida com respeito, salário digno e valorização dos profissionais da Educação básica pública.

Cumprimento de decisão judicial

Em cumprimento a decisão judicial, o Sinpro através de seus canais oficiais de comunicação, publica e dá amplo conhecimento à decisão da desembargadora Lucimeire Maria da Silva, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

Decisão judicial

Movimento Autônomo de Mães apoia greve da educação pública do DF

Vários segmentos da sociedade têm apoiado a greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal. O Movimento Autônomo de Mães (MAMA) é um deles, e entregou Carta Aberta à secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, reconhecendo a legitimidade da greve do magistério público.

No documento, mães, trabalhadoras e cidadãs defendem uma educação pública com professores(as) e orientadores(as) educacionais valorizados(as), mães respeitadas e crianças e adolescentes protegidos.

“Exigimos que o GDF pare de invisibilizar quem ensina e quem cuida, e abra o canal de diálogo com os educadores. Nossas vozes não podem ser ignoradas. Essa luta é de todos nós”, afirma a carta.

Confira o vídeo na íntegra:

NOTA DE PESAR | Professora Cida, presente!

É com profundo pesar que informamos o falecimento da professora aposentada Maria Aparecida Bezerra da Silva, carinhosamente conhecida como Cida, aos 58 anos, dia 31 de maio, no Hospital Universitário de Brasília (HUB). O velório será neste domingo (1º/6), às 13h, no Cemitério Campo da Esperança, Sobradinho II – Templo Ecumênico. Sepultamento está marcado para 15h.

Cida dedicou sua vida à educação pública do Distrito Federal, deixando um legado de compromisso, generosidade e luta por uma escola digna para todos. Atuou na EC 14 de Sobradinho II, foi diretora do Caic e se aposentou na EC 01 de Sobradinho, espaços em que acolheu gerações de estudantes e colegas professores.

Sua trajetória foi marcada pela garra e solidariedade: das caronas que oferecia aos colegas no tempo do PIE/UnB, à firmeza com que conduziu sua vida profissional, sempre com dedicação incansável. Em momentos difíceis, como nas greves em defesa da categoria, estava lado a lado com quem acreditava na justiça e na valorização do magistério.

Aos familiares, amigos, alunos e colegas de profissão, o Sinpro expressa seus mais sinceros sentimentos. Que a memória da professora Cida permaneça viva em cada sala de aula que ajudou a construir e em cada vida que tocou.

Professora Cida, presente!

Sinpro

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