Professora conta com a sua ajuda para realizar tratamento oftalmológico
Jornalista: Danielle Freire
O Sinpro conta com a sua colaboração para ajudar a professora aposentada Maria do Carmo Ribeiro que passa por tratamentos oftalmológicos. Ela, que tem catarata, pterígio, triquíase e glaucoma, precisa arrecadar cerca 20 mil para custear despesas e conta com a sua ajuda para realizar uma cirurgia o mais rápido possível, para não perder a visão. Para ajudá-la, você pode fazer uma transferência para a chave PIX – CPF: 371.830.791-04. Agradecemos a sua generosidade.
O Dia Internacional da Solidariedade Humana é celebrado em 20 de dezembro, e foi proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005. A iniciativa também se relaciona com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), já que a solidariedade é identificada na Declaração do Milênio como um dos valores fundamentais das relações internacionais no século XXI.
Isso significa que a ONU entende que, para se alcançarem os ODS, é preciso que haja solidariedade entre as pessoas e entre as nações, para que aquelas que podem mais ajudem as outras que podem menos. Nesse sentido, o Dia Internacional da Solidariedade Humana destaca a importância de ações coletivas para superar problemas globais e alcançar os objetivos mundiais de desenvolvimento, com a construção de um planeta melhor e mais seguro para todos.
Segundo a concepção da ONU, o enfrentamento à pobreza em nível mundial depende dessas ações de solidariedade. Para o organismo, a data tem o objetivo de incentivar os Estados membros a formular e a compartilhar estratégias nessa direção. Além disso, o Dia Internacional da Solidariedade Humana é uma ocasião para celebração da unidade na diversidade, reforçando que os governos devem respeitar seus compromissos com acordos internacionais.
Com o crescimento das desigualdades em todo o mundo, o fortalecimento da solidariedade se torna ainda mais necessário. Tanto na garantia dos direitos humanos relacionados à diversidade, quanto na luta pela erradicação da pobreza, da fome e de doenças.
O dia 20 de dezembro traz essa marca para afirmar que todo dia é dia de exercitar a solidariedade. Neste momento triste da nossa história em que ódio, rancor e intolerância têm se expressado com muita força, é importante lembrar valores como empatia e solidariedade. O planeta tem dado sucessivas lições de que um só estará seguro quando todos estiverem seguros. Só nos resta aprender.
Projeto Profissões e Cultura do CED 16 de Ceilândia é tema do TV Sinpro desta quarta (21/12)
Jornalista: Maria Carla
O programa TV Sinpro desta quarta-feira (21/12) apresenta o Projeto Profissões e Cultura. O programa foi gravado na última semana de outubro no CED 16 da Ceilândia. Depois de praticamente um mês de planejamento, estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) apresentaram trabalhos que compuseram a Feira das Profissões e Cultura.
Muito mais do que o cumprimento do currículo escolar, a atividade é uma prova de que estudantes da EJA têm muito a ensinar. Por isso e muito mais, confira na próxima quarta (21), no TV Sinpro. O programa vai ao ar às 19h na TV Comunitária de Brasília e nas redes digitais do sindicato. Não perca!
Sinpro realizou encontro com orientadoras e orientadores educacionais
Jornalista: Alessandra Terribili
Depois de um ano de intenso trabalho, na última sexta-feira, 16 de dezembro, o Sinpro realizou um encontro com orientadores e orientadoras educacionais. Foi um momento de confraternização pelo Dia do Orientador e da Orientadora Educacional (4 de dezembro), mas também de formação e reflexão.
A programação contemplou um debate sobre a conjuntura, que teve a participação do presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues; e apresentação das ações do Sinpro pela diretoria. Entre os grandes desafios anunciados para 2023, está a luta por uma das principais reivindicações da categoria nos últimos anos, que é a redução do número de estudantes por orientador para 300. Atualmente, o número é de 680. Para atingir essa meta, a indicação do Sinpro, acolhida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), é de contratação de mais mil profissionais.
Além disso, será uma pauta central nas lutas da categoria em 2023 o reajuste salarial dentro de um processo de reestruturação da carreira. Essa disputa também foi travada na aprovação da LDO pela Câmara Legislativa, e dentro do orçamento do próximo ano ficou colocada essa perspectiva.
Para os diretores do Sinpro, o encontro foi muito produtivo e muito importante. “Combinando a confraternização com a atividade formativa e de debate, ficou latente para todos nós, orientadoras e orientadores educacionais, a importância da unidade, de nos mantermos unidos enquanto categoria para que essas conquistas cheguem”, afirma o diretor do Sinpro Luciano Matos. “Temos enfrentado tempos muito difíceis, mas no nosso encontro ficou nítido que temos muita disposição para construir um futuro melhor para nós, para nossas escolas, para nossos estudantes”, destaca Chicão, também diretor do Sinpro.
O encontro também contou com a apresentação musical do cantor, violonista e compositor Jairo Mendonça, que também é professor da rede pública.
Veja abaixo as fotos do fotógrafo do Sinpro Deva Garcia.
O Sinpro conta com a sua colaboração para ajudar Tatiane Ratis, que passa por dificuldades financeiras. Professora em regime de contrato temporário, Tatiane não conseguiu ser selecionada para nova contratação. Atualmente, está desempregada e passa por momentos de luto e problemas financeiros. Você pode ajudá-la, com qualquer quantia, fazendo uma transferência para a chave PIX CPF: 710.010.261-87 (Tatiane Luci Ratis) ou participando da vaquinha virtual, clicando AQUI. Agradecemos a sua generosidade.
EC 47 de Ceilândia finaliza Projeto Estrela Literária com Noite de Autógrafos
Jornalista: Maria Carla
A Escola Classe 47 de Ceilândia finalizou as atividades pedagógicas de fim de ano do 4º Ano A, nessa quinta-feira (15), com o evento Noite de Autógrafos e o lançamento de 14 novos escritores mirins com idades entre 10 e 11 anos. A “Noite de Autógrafo” faz parte do projeto Estrela Literária”, uma experiência pedagógica bem-sucedida com os(as) estudantes 4º Ano A do Ensino Fundamental. Eles produziram seus próprios livros com narrativas que vão da não ficção até ficção, com histórias de vida reais ou imaginárias.
O evento lotou a escola e contou com a presença de algumas pessoas importantes. A Mesa de Autoridades, por exemplo, teve a presença de diretores(as) e ex-diretores(as) do Sinpro-DF, como, por exemplo, de Rosilene Corrêa, atualmente diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
A professora Selma Nunes de Andrade – autora do projeto e professora da disciplina –, também participou da Mesa de Autoridades e apresentou as demais autoridades: Samuel Fernandes, diretor do Sinpro; Carlos Ney Menezes Cavalcante, diretor da Coordenação Regional de Ceilândia (CRE); Paula Estrela Marques, diretora da escola; Adailton Batista da Silva, vice-diretor da EC 47; Luciene Rodrigues Pais de Sousa, orientadora educacional; Vera Lucia Vital Adriano costa, avó da estudante Letícia Ricardo de Sousa, representando todas as famílias dos estudantes; Bruna Venturelli Machado, supervisora da escola; e Lirian Maeli Alves Santiago, coordenadora da Regional de Ensino da Ceilândia.
Após os discursos, a celebração religiosa e a apresentação do Hino Nacional, as crianças do 4º Ano A, protagonistas do Estrelas Literárias e autoras dos livros lançados na Noite de Autógrafo, realizaram uma apresentação da música Aquarela, de Toquinho, e receberam o Certificado de Escritores do Ano. O evento teve o requinte de uma formatura oficial, com direito a mestre de cerimônia, função exercida por Maria Francinete das Silva Neres, coordenadora da EC 47; e um momento de “Contação de História”, quando Bruna Venturelli utilizou o livro “O tesouro perdido”, do estudante Ryan Henrique de Souza do Carmo, para contar o enredo.
Ainda durante o evento, a estudante Ana Karoliny Alves da Paixão, do 4º Ano B, fez uma apresentação de balé clássico. Ela estuda balé no Instituto Meninos do Pôr do Sol, local em que foi treinada pelo professor Raimundo Nonato Ivo Neto. “Eu fiz contato com ele para disponibilizar essa estudante, que é da escola, e pedi para ele treiná-la. E ele atendeu prontamente, executando um treinamento, criando uma coreografia, ofertando as vestimentas e participando do evento representando o instituto”, informa a professora Selma.
Após as apresentações, as pessoas que adquiriram os livros se encaminharam à mesa em que estavam posicionados os(as) estudantes para receberem os autógrafos. Com mesas organizadas em formato da letra U num local mais elevado, as crianças foram colocadas em destaque e, suas respectivas famílias, posicionadas em local de destaque, também participaram da sessão de fotos. O painel gigante com a frase “Noite de Autógrafos” indicava o encerramento projeto do 4º Ano A.
No espaço para a foto, a criança era fotografada dentro de uma estrela. Também foi servido um lanche coletivo trazido pelas famílias. A escola ofertou caldos e refrigerantes. “Agradecemos muito ao Sinpro pelo apoio que nos deu. Esse apoio abriu portas inclusive para a imprensa e, sobretudo, para apoiadores. Conseguimos arrecadar R$ 700,00 entre os apoiadores que estão no convite e uma doação do açougue Kelly Carnes para a gente fazer os caldos”, informa Selma.
Ela disse que o evento foi lindo. “Quando a gente chega a esse resultado final, percebe-se que valeu a pena as noites sem dormir, idealizando e organizando o projeto. É gratificante saber que uma sementinha de pertencimento e estímulo à criatividade foi plantada. Mais gratificante ainda foi quando ouvi de muitas crianças com lágrimas nos olhos quando pegou seu livro físico pela primeira vez dizendo em explosão de alegria frases, como: ‘Tia, eu consegui, sou capaz, fiz um livro, fui eu mesmo?’ O sentimento é de missão cumprida e de agradecimento com todos os envolvidos, principalmente a Deus. Espero que daqui saiam grandes cientistas e escritores e que esta iniciativa seja inspiração para outros ambientes e espaços”, finaliza.
Projeto Estrelas Literárias e Noite de Autógrafos
O tema livre e a produção espontânea resultaram em obras literárias que fazem parte de um projeto da escola inspirado em outro realizado numa das escolas de Luziânia, Goiás. Outros dois projetos desenvolvidos no decorrer do ano letivo culminam no Projeto Estrela Literária: Projeto de Leitura e o Projeto Gentileza.
“No Projeto de Leitura, a criança leva um livro com o caderno de atividades para casa toda semana, faz a leitura do livro, realiza as atividades no caderno e retorna com a pasta desse material no dia marcado pela professora. Na escola, ela tem atividades em sala de aula sobre o livro. Já no Projeto Gentileza, a escola trabalha valores, respeito, empatia, sentimentos. Essas atividades resultam (culminam) no Projeto Estrela Literária, em que a criança produz seu próprio livro”, explica Selma Nunes de Andrade, pedagoga, idealizadora do projeto e professora do 4º Ano A do Ensino Fundamental I, Séries Iniciais, da EC 47 do P Sul, Ceilândia.
Para conhecer o projeto, vale a pena prestigiar o lançamento dos 14 livros e participar da Noite de Autógrafos, quando cada autor(a) irá autografar sua própria obra. Os livros têm seis páginas de desenhos e, seis, de texto. Em cada página de texto, há um desenho para ilustrar a história contada. Um dos desenhos é a capa.
“Não podia ser mais nem menos páginas. Mas, além do conteúdo produzido pelo(a) estudante, o livro tem ainda a biografia, a mensagem da professora, capa, contracapa”, informa a professora. Ela informa ainda que os(as) próprios(as) estudantes fizeram a checagem depois que o livro chegou da gráfica. Os livros são publicados pela plataforma Estante Mágica, totalmente gratuito. A única coisa que o(a) estudante paga é a impressão.
A Noite de Autógrafos contou também com o apoio do Sinpro-DF, Garotas Fashion, Kelly Carnes e Auto Mecânica Rafael e Yara.
Com muito pesar, o Sinpro informa o falecimento da professora Ivanilda Bastos Rocha. Nilda, como era conhecida entre os colegas, era vice-diretora da Escola Classe 111 de Samambaia. Comprometida com a sua profissão e amada por muitos, Nilda deixa a família e companheiros(a) de profissão saudosos. A sua partida, ainda precoce, é sentida por todos e todas.
O velório será realizado nesta segunda (19/12), às 08h30, na capela 01 do Cemitério de Taguatinga. O sepultamento acontecerá às 11h. O sindicato presta toda solidariedade aos familiares e amigos. Neste momento de grande dor e pesar, nossos mais sinceros sentimentos. Ivanilda presente!
CNTE: Alunos negros e da periferia sofrem mais os impactos do corte nas bolsas de estudos
Jornalista: Alessandra Terribili
Leia matéria da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) informa que os cortes nas bolsas anunciadas na semana passada pelo governo Jair Bolsonaro (PL) atingem de forma mais incisiva estudantes negros(as), de baixa renda e das perfiferias. Sem a bolsa, esses(as) estudantes precisam escolher entre trabalhar de forma integral para ajudar a família ou continuar estudando.
***
Alunos negros e da periferia sofrem mais os impactos do corte nas bolsas de estudos
Alunos de universidades e institutos federais em todo o país têm vivido o impacto dos cortes nas bolsas anunciadas na semana passada pelo governo Jair Bolsonaro (PL), mas são alunos/as negros/as, de baixa renda e das periferias dos rincões do Brasil que estão com mais dificuldades para pagar transporte, alimentações e moradia.
Estima-se que os cortes anunciados pelo governo federal atingem pelo menos 500 mil estudantes em extrema vulnerabilidade social que podem ficar sem receber bolsa auxílio devido ao bloqueio de recursos no orçamento do Ministério da Educação (MEC) que podem chegar a R$431 milhões.
Sem as bolsas na graduação, pós-graduação e mestrado, que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) deixam de oferecer devido a medida do governo, os estudantes de baixa renda precisam escolher entre trabalhar de forma integral para ajudar a família ou continuar estudando.
De acordo com Maria Caramez Carlotto, professora da Universidade Federal do ABC (UFABC) e membro do grupo de pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia, sediado no Instituto de Estudos Avançados da USP, faltam dados para medir essa desigualdade estudantil nas universidades federais, no entanto, não restam dúvidas que são os alunos pobres e negros que acabam ficando sem condições de continuar nas universidades sem este recurso.
“Eles precisam trabalhar para se manter na universidade e isso contribui para a desigualdade. Quando eles (alunos negros) saem da universidade acabam atrasando sua formação e toda a carreira de pesquisa porque precisam conseguir empregos para financiar os estudos e, com isso, acaba aproveitando menos do que eles poderiam e as desigualdades vão se reproduzindo assim”, destaca Carlotto.
Para a professora, a evasão é o dado mais radical, porque até chegar nisso tem uma série de (outras) desigualdades que são reproduzidas por essa falta de políticas públicas. “Essa situação é bem grave, é extrema, mas o que eu quero frisar é que a evasão é um dado que a gente não tem (no ensino superior), mas certamente isso tem uma série de outros impactos, como na saúde mental, por exemplo. Todos esses alunos mais vulneráveis sofrem mais problemas de saúde mental e privações de materiais porque eles são submetidos a uma jornada de trabalho que muitas vezes afasta eles de posições mais adequadas para sua formação no futuro”, destaca Carlotto.
Medida do governo Bolsonaro amplia racismo estrutural e instrucional
O contingenciamento de recursos feito pelo governo Jair Bolsonaro (PL) nas universidades e institutos federais atinge a maior proporção de alunos cotistas do país. Isso porque quanto mais pobre é a faixa da população, maior é a porcentagem de pessoas negras (pretas e pardas). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de pessoas pretas no Brasil é de 56,1%.
Na avaliação da professora da UFABC, os estudantes negros são mais vulneráveis porque eles fazem parte do grupo que vive em condições de maior vulnerabilidade do ponto de vista econômico. São pessoas que residem em casas com maior número de moradores, em regiões mais afastadas, com falta de saneamento básico e longe dos serviços de saúde, e que dependem mais do transporte público e do Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo a professora, a medida do governo aprofunda ainda mais o racismo, tanto o estrutural, que é enraizado na sociedade, quanto o institucional, dentro dos espaços públicos. “Como romper com essa disparidade?”, pergunta.
Para ela, mudar a realidade é fazer o inverso do que Bolsonaro fez. “É preciso fazer uma política de inclusão consistente, que você tenha bolsas no valor adequado porque os alunos precisam pagar moradia, alimentação, transporte, livros e as bolsas estão muito defasadas porque não são reajustadas há muito tempo, tanto de pesquisa como de graduação, mestrado e doutorado”.
O Sinpro conta com a sua colaboração para ajudar a professora Maria do Carmo que está há dois anos em tratamento de saúde, na luta com o câncer. Ela precisa arrecadar 20 mil para realizar a cirurgia de reimplante de ureter. O tumor pélvico evoluiu para hidronefrose bilateral com exclusão do rim esquerdo. Ela conta com a sua ajuda para realizar a cirurgia o mais rápido possível, para não perder o outro rim. Para ajudá-la, você pode fazer uma transferência para a chave PIX e-mail: 3342790@vakinha.com.br ou pode clicar aqui e contribuir com a vaquinha virtual. Agradecemos a sua generosidade.
Terminam, nesta quinta (15), as inscrições para Oficina de Escrita Criativa
Jornalista: Maria Carla
Terminam nesta quinta-feira (15), as inscrições gratuitas para a Oficina de Escrita Criativa — “Criar personagens com motivo LGBT”. As inscrições estão abertas e são gratuitas. Basta enviar o nome completo ou nome social por e-mail e WhatsApp para o endereço eletrônico PI.SILVA@GMAIL.COM. No campo “assunto”, colocar: Inscrição Oficina Criativa. Inscrições até 15/12/2022 pelo e-mail: paradaslgbtdf@gmail.com.
O Coletivo de Escritores LGBT+ do Distrito Federal e Entorno convida a todos e todas para participar da atividade que será realizada no dia 17/12. A proposta do coletivo ensejar um momento de criação de personagens LGBTQIAP+ para suas histórias e lhe auxiliar no mundo literário com a temática LGBT e de outras identidades sexuais e de gênero.
O escritor @pedroivoautor vai mediar a oficina com um trabalho lindo coletivo. Venha participar você também! Serão apenas 20 vagas!
SERVIÇO
Assunto: Oficina de Escrita Criativa
Inscrições abertas: pelo WhtasApp e-mail PI.SILVA@GMAIL.COM