Professores(as) e orientadores(as) novatos receberão 1° anuênio

Professores(as) e orientadores(as) educacionais – assim como demais servidores(as), exceto os das áreas de saúde e de segurança – que ingressaram no serviço público entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021 farão jus à aquisição de seu primeiro anuênio em 1º de janeiro de 2023. Para esses, a contagem de tempo para o anuênio começou em 1º de janeiro de 2022, com o descongelamento. Portanto, a folha 01 de 2023 trará o primeiro adicional de tempo de serviço; e os anuênios seguintes desse grupo de servidores ocorrerá sempre nessa mesma data.

Em 28/05/2020, a Lei Complementar 173/20 congelou a contagem de tempo para a aquisição do anuênio. A contagem do tempo para aposentadoria, licença-prêmio e progressão de carreira não foram atingidas por essa lei.

Demais servidores, ou seja, aqueles e aquelas que ingressaram no serviço público até 27 de maio de 2020, seguem a tabela abaixo para formar seu anuênio:

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CEFAB encerra novembro com a Exposição Leitura e Consciência Negra

Fotos: Cefab

 

 

O Centro de Ensino Fundamental Athos Bulcão (CEFAB), do Cruzeiro Novo, encerrou o mês de novembro – mês da consciência negra no Brasil – com a sétima edição da Exposição Leitura e Consciência Negra. O trabalho, cuja culminância ocorreu no dia 20/11, faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola.

Durante todo o mês de novembro, os(as) cerca de 600 estudantes foram apresentados a obras literárias escritas ou não por autores(as) negros(as), bem como, a livros que tratam de diversas questões étnico-raciais, tais como a História da África e a do Brasil, políticas educacionais para um educação antirracista, quilombos, biografias de personalidades negras. Este ano, também assistiram à reportagem “Negros na literatura: personagens ajudam na construção da identidade”, da TV Brasil, da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).

Atualmente, a exposição é um projeto pedagógico que envolve todas as disciplinas do Ensino Fundamental – língua portuguesa, história, ciências, matemática, inglês, geografia, artes e educação física – e a Biblioteca, espaço organizado para recepcionar os(as) estudantes de forma acolhedora com elementos e trabalhos artísticos que remetem à cultura afro-brasileira. Mas, antes, no início do projeto, ele era específico da disciplina língua portuguesa, que, na época, era lecionada pela professora Nerinete Colonna, idealizadora do projeto.

“Esse trabalho da Athos Bulcão funciona como mais um registro importante da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileiras e Africanas nas instituições de ensino do País, como bem demonstra a qualidade dos projetos nas escolas públicas do Distrito Federal, ajudando a construir caminhos democráticos e de maior justiça social”, afirma, Regina Célia, diretora da Secretaria de Assuntos e Política para Mulheres do Sinpro.

 

“Livros, vídeos, elementos e trabalhos artísticos (feitos com tecidos, bonecas de cerâmica, estatuetas e quadros) são objetos culturais capazes não só de apresentar as questões étnico-raciais relevantes aos(às) estudantes, mas também, de propiciar o diálogo entre eles sobre tais temas, de encantá-los, de elevar a auto-estima de muitos deles, de valorizar a diversidade, de enfrentar o racismo na escola, de apresentar o acervo literário da biblioteca da escola e de colaborar para a formação do gosto pela leitura”, informa Nerinete, professora de língua portuguesa readaptada para o trabalho em apoio pedagógico. O projeto conta com a participação intensa das também professoras readaptadas Adriana Costa de Miranda e Rosimary Souza Freitas.

 

Ao centro, a ativista negra Elisangela Tibério. À esquerda de Elisangela, Larissa Colonna (filha da professora) e, à direita, a professora Neris, de língua portuguesa, idealizadora do PPP Consciência Negra 

 

Metodologia e culminância

Ela explica que, como a Exposição Leitura e Consciência Negra faz parte do Projeto Pedagógico de Consciência Negra, o tema é trabalhado com discussões e trabalhos com os(as) estudantes e professores(as). “A culminância ocorre com a exposição de leitura, momento em que os(as) autores(as) negros(as) são apresentados(as) aos(às) estudantes, com suas biografias, leitura de trechos das obras e contribuições, bem como com apresentações de atividades diversas, sempre dentro do tema, tais como oficinas de tranças e turbantes; apresentações artísticas e culturais, como música, capoeira, danças; Desfile da Beleza Negra etc.”

 

Professora Bárbara, coordenadora pedagogia (à direita) e Professora Lucinéia de língua portuguesa (esquerda). A professora Lucinéia é uma das professoras parceiras da biblioteca. Desenvolvemos trabalhos juntas durante todo esse ano.
Professora Bárbara, coordenadora pedagógica (à direita) e professora Lucinéia de língua portuguesa (esquerda). A professora Lucinéia é uma das parceiras da Biblioteca. Foto: Cefab

 

 

Os(as) professores(as) participam desenvolvendo trabalhos em sala de aula, discutindo o tema, apresentando vídeos, fazendo trabalhos escritos e orais com as turmas. Os(as) estudantes, por sua vez, apresentam seus trabalhos no dia da “Culminância”– geralmente, no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra –  e, nesse dia, os(as) professores(as) oferecem as oficinas. De 2015 até hoje, o projeto passou por algumas reformulações. No início, ele era executado durante o ano todo, mas, com a pandemia da covid-19, muita coisa mudou e ele passou a ser executado somente em novembro.

“Na minha coordenação, nos anos de 2015 a 2017, a exposição tinha um formato diferente porque eu estava em sala de aula, e, então, era feito um trabalho com as turmas de língua portuguesa desde o primeiro bimestre. Trabalhávamos a literatura dos(as) autores(as) negros(as), porém em 2018, me readaptei e, daí, o projeto tomou um formato menos abrangente para mim e a exposição só passou a ocorrer em novembro”, afirma a professor Neris, como é carinhosamente chamada na escola.

Ela conta que, desde que chegou na escola, sempre se preocupou em trabalhar o tema antirracista como parte do PPP , mas já havia um tempo que não vinha ocorrendo. “Como o tema é de meu interesse, eu me ofereci para desenvolvê-lo desde então. Tenho recebido apoio e incentivo da direção e de professores(as) para mantê-lo acontecendo”, afirma.

Como surgiu e a importância do projeto

O Projeto Pedagógico de Consciência Negra é realizado para o turno vespertino – que abrange as turmas dos 6⁰ e 7⁰ Anos – e para o matutino, turmas dos 8⁰ e 9⁰ Anos. Ocorre também de forma diferenciada, conforme a decisão do grupo. A proposta surgiu da idealização de um sonho da professora Neris.

“Como professora de língua portuguesa, eu percebia que os e as estudantes não tinham conhecimento dos autores negros e das autoras negra e nem conheciam suas contribuições para o Brasil. Os e as estudantes não conheciam suas histórias de vida e de luta. Com a exposição, é possível vê-los(as) se identificando com esses(as) autores(as), tomando gosto pela literatura e até mesmo exaltando-os(as)”, diz.

Segundo ela, o tema da consciência negra foi escolhido por ser de profunda relevância no cenário atual, em que o respeito às diferentes culturas, principalmente à cultura negra, da qual se origina a maioria dos(as) estudantes, professores(as) e servidores(as) da escola, bem como por ser um debate necessário dentro da escola, local principal para fomentar a erradicação do racismo fora e dentro do espaço escolar.

Técnica de gestão educacional e diretora da escola, Mirian Silveira Silva considera o projeto muito importante. “Foi desenvolvido para conscientizar sobre a importância dos povos e da cultura africana na construção sociocultural brasileira, promover o resgate da identidade negra, bem como dedicar um tempo desse nosso conteúdo e trabalho pedagógico à erradicação do preconceito e à aceitação da diversidade étnico-racial”, finaliza.

CEF 27 de Ceilândia realiza exposição “Isso É Coisa de Preto”

Dias 29/11 e 01/12 o CEF 27 de Ceilândia realizou a exposição Isso É Coisa de Preto, culminância do projeto de mesmo nome que vinha sendo desenvolvido na escola desde agosto. O projeto envolve estudantes de 8º e 9º anos e tem o objetivo de ampliar o contato deles e delas com a cultura africana e afro-brasileira, e contribuir para que se percebam como negros e negras atuantes em uma sociedade racista e que precisa de mudança urgente.

Conforme vemos nas fotos, os estudantes apresentaram trabalhos diversos: maquetes, quadros de desenhos inspirados em imagens, fotografias, performances e poemas. Esses trabalhos compuseram uma rede de significados que conduziram os participantes a um passeio de valorização, empoderamento, visibilidade e ressignificação da identidade e cultura afro-brasileira, africana e afrodescendente.

Durante o ano letivo, aconteceram diversos encontros para que o tema fosse trabalhado mais a fundo. Os professores e professoras mapearam os conhecimentos prévios dos estudantes, compartilharam histórias de vida e contos africanos. Houve saídas a campo para exposição fotográfica no Centro Cultural TCU, filmes no SESC em conjunto com o projeto Cinema em Preto e Preto, além de semanas de debates e trocas de relatos pessoais.

“O projeto foi crescendo e precisava ser encerrado de uma forma que aqueles estudantes vissem que todo espaço é nosso por direito”, contam os professores da escola. “Então, o intuito da exposição foi escolher diferentes áreas, dentre elas a literatura, o esporte, a música, as ciências, as artes e a história para enaltecermos personalidades negras. Dessa forma, eles puderam ver e estudar sobre tantas pessoas negras que conquistaram e abriram caminho para que as próximas gerações, nossos alunos, também pudessem chegar onde desejarem”, dizem eles.

O projeto “Isso é Coisa de Preto” envolve toda a escola, mas a coordenação ficou por conta das professoras Amanda (Geografia/História), Kelly (Língua Portuguesa), Tiago (História) e Danilo (Arte).

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Portarias de atuação e de distribuição de turmas publicadas no DODF desta quarta (07)

A edição do Diário Oficial do DF (DODF) desta quarta-feira, dia 7, trouxe duas portarias muito importantes para os profissionais do magistério público: de atuação (nº 1.152) e de distribuição de turmas (nº 1.153). Clique sobre os números para acessar o texto integral de cada portaria.

A distribuição de turmas está marcada para 20 de dezembro, e o formulário de pontuação deve ser entregue até 09/12 (sexta). Aqueles e aquelas que já eram da escola devem entregá-lo via SIGEP (Sistema Integrado de Gestão de Pessoas), e quem chegou à escola agora por remanejamento deve preenchê-lo e entregá-lo presencialmente.

Um dos pontos importantes a notar é que, com a definição desta terça (06) sobre a lei de gestão democrática, as eleições para equipes gestoras e conselhos escolares ficaram definidas para o final de 2023. Sendo assim, a distribuição de turmas em 20 de dezembro será do jeito de sempre: os integrantes das direções das escolas serão classificados, mas escolherão turmas por último.

Sobre arredondamento por tempo de serviço, o artigo 22 da portaria define que a fração igual ou superior a 180 (cento e oitenta) dias será arredondada para 1 (um) ano. O arredondamento poderá ser aplicado para aquelas e aqueles que ingressaram na Secretaria de Educação até 23 de junho (de qualquer ano).

A referência para encerramento desse período é a data do procedimento de distribuição e atribuição de turmas, ou seja, 20 de dezembro. Porém, não se pode arredondar diversos períodos ao longo da carreira. O arredondamento é feito uma vez por vínculo empregatício, do contrário, o tempo líquido de trabalho de um(a) professor(a), com 15 anos, poderia saltar para 18 ou 20 anos de serviço, dependendo do número de vezes que ele ou ela tiver mudado de local de exercício.

Vale lembrar que, conforme aponta o formulário de pontuação que consta no artigo 17, o ano de ingresso do servidor ou servidora conta para a distribuição de turmas. No que se refere a isso, afastamentos – remunerados ou não – são excluídos do tempo de contagem. A pontuação para professores(as) e orientadores(as) educacionais que se afastaram para estudos existe, mas está contemplada em outro item.

>> Saiba mais: DISTRIBUIÇÃO DE TURMAS DO ANO LETIVO DE 2023 SERÁ REALIZADA EM DEZEMBRO DE 2022

Acesse AQUI a circular nº 26, que dispõe sobre orientações gerais sobre o encerramento do ano letivo de 2022 e preparação para início do ano letivo 2023 (Programa Educação sem Carência), bem como definição da data do procedimento de distribuição de turmas/atendimentos para o ano letivo de 2023, no dia 20/12/2022. 

 

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Lançamento do livro “Dispositivo Amoroso: um guia de autoconhecimento e sobrevivência para mulheres”

O Sinpro convida a todos e todas para o lançamento do livro “Dispositivo Amoroso: um guia de autoconhecimento e sobrevivência para mulheres”, no Carpe Diem CCBB,  na sexta-feira (16/12), das 16h às 20h. Em fevereiro, a autora estará no Sinpro para falar das suas obras literárias.

“Dispositivo Amoroso: um guia de autoconhecimento e sobrevivência para mulheres” é um livro de tirinhas baseadas no capítulo sobre o dispositivo amoroso do livro “Saúde mental, gênero e dispositivos”.

Valeska Zanello, professora-doutora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) e autora do livro, explica que, na obra, ela elencou “todos os gatilhos desse dispositivo e escolhi as histórias prototípicas que recorrentemente ouvi de mulheres (ao longo de 25 anos na clínica ou em pesquisas do meu grupo), para exemplificar esses gatilhos”.

Com ilustrações de Priscilla Miranda, o livro é psicoeducativo. “Com certeza, vai ajudar demais as mulheres a identificarem suas vulnerabilidades identitárias no amor e a se protegerem dos perebados e das relações abusivas”, afirma Valeska.

A psicóloga do Sinpro, Luciane Kozicz, aconselha a leitura, afinal, “a violência contra as mulheres além de afetar a saúde física, pode causar adoecimento psíquico, o qual tem sido muitas vezes psiquiatrizado. Ou seja, são tratados apenas os sintomas. Um livro que traz a palavra das mulheres que sofreram abusos em relacionamentos, um guia de autoconhecimento e sobrevivência”, finaliza.

Expediente do Sinpro nestas quinta e sexta-feiras (8 e 9/12)

O Sinpro informa que, diante do alto índice de testes positivos para a covid-19, a diretoria colegiada suspendeu o expediente de trabalho na sede do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), nesta quinta-feira, 8/12/2022, para sanitização do prédio. Assim, não haverá expediente no SIG nesta quinta. No entanto, haverá expediente normal nas subsedes do Gama, Planaltina e Taguatinga.

Informa também que não haverá expediente na sede e subsedes, na sexta-feira (9/12), em razão do jogo do Brasil na Copa do Mundo de Futebol. Ou seja, todas as unidades do Sinpro estarão fechadas na sexta-feira (9/12) em razão do campeonato. O sindicato retoma o funcionamento e expediente normais, com todas as unidades abertas, na segunda-feira (12/12).

CEF 8 de Sobradinho promove exposição Altas Artes

Em sua quinta edição, o Centro de Ensino Fundamental 8 de Sobradinho realizou, no dia 1º de dezembro, a exposição Altas Artes. O projeto evidencia a criatividade e a persistência dos(as) estudantes, que produzem desenhos, pinturas, esculturas, animações e outros tipos de trabalhos artísticos. A exposição contou com modelagens (em biscuit e massa de modelar), esculturas (madeira), origamis, máscaras e espadas inspiradas em desenhos japoneses, grafites, pinturas (em aquarela, tinta guache, acrílica e tinta óleo), ilustrações e desenhos digitais, animações e cosplays.

Altas Artes reúne a produção dos últimos anos da sala de recursos de altas habilidades de Sobradinho II, tanto dos(as) alunos(as) como de ex-alunos(as), mostrando os resultados desse trabalho após o fim do acompanhamento. A sala de recursos tem como objetivo oferecer um ambiente que propicie o desenvolvimento das habilidades desses estudantes, fornecendo os materiais e o apoio necessário.

Para o professor de artes da sala de recurso de altas habilidades, Leandro Vasconcelos Monteiro, além de reunir os trabalhos dos(as) alunos(as), o projeto valoriza e os reconhece como artistas, incentivando-os a continuarem a produzir e se expressar através das artes, tanto na sala de recursos, quanto fora dela. “Eu tenho muito orgulho dos meus alunos e é definitivamente uma honra poder trabalhar com eles. É uma realização tanto para mim quanto para eles poder expor esses trabalhos em um grande centro de arte, como o Espaço Cultural Renato Russo”, comemora.

Sinpro realiza Assembleia de Previsão Orçamentária nesta quinta-feira (8/12)

A Assembleia Geral Ordinária de Previsão Orçamentária acontece nesta quinta (08/12), no Auditório Paulo Freire, na sede do sindicato do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) – Quadra 6 – Lote 2.260. A primeira chamada será às 18h30 e a segunda ocorre 30 minutos depois, às 19h. A pauta é a deliberação sobre a previsão orçamentária para o ano 2023. Fique atento(a)! Apesar da sede do Sinpro-DF (SIG) está fechada para atendimento, não haverá mudanças no agendamento da assembleia. O Sinpro orienta o cumprimento dos protocolos de segurança sanitária.  Participe. Sua participação é o que fortalece a sua entidade sindical!

 

Confira o edital a seguir:

 

Edital de convocação

 

Diretoria do Sinpro visita gabinetes na CLDF em defesa da gestão democrática

Na manhã desta terça-feira (06), a diretoria colegiada do Sinpro visitou gabinetes na Câmara Legislativa para dialogar com deputados e deputadas distritais pela rejeição do projeto de lei enviado pelo GDF alterando a lei de gestão democrática, sem discussão alguma com a categoria nem com a comunidade escolar.

Os diretores e diretoras do Sinpro também apresentaram aos parlamentares um ofício com a proposta que vem sendo articulada com a CLDF e SEEDF desde que o PL foi enviado, em outubro, para que sejam estabelecidos os parâmetros do processo eleitoral que acontecerá em 2023, e que os demais aspectos sejam debatidos em projeto de lei no próximo ano, garantindo a participação da categoria.

Além da completa falta de diálogo, o PL apresenta problemas técnicos e políticos importantes, como a possibilidade de perseguição a direções instituídas, a exclusão dos professores(as) em regime de contratação temporária, entre outros.

A diretoria colegiada do Sinpro reforça o chamado para que a categoria compareça à CLDF às 14h30 desta terça para defender a gestão democrática. O PL em questão está na ordem do dia.

Falta de diálogo

A Secretaria de Educação (SEEDF) decidiu de forma unilateral adiar para 2023 o processo eleitoral nas escolas. Desde o início desse processo, a diretoria colegiada do Sinpro viu com muita preocupação essa movimentação do GDF, e tomou as iniciativas cabíveis para questionar o PL e promover a defesa da gestão democrática.

Dia 18 de outubro, a comissão de negociação do sindicato esteve na CLDF em reunião com a presidenta da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), Arlete Sampaio, com o líder do PT Chico Vigilante e com as assessorias dos deputados Leandro Grass, Reginaldo Veras e Fábio Félix. Na ocasião, os representantes do Sinpro apresentaram aos parlamentares um estudo sobre o PL.

Desde meados de novembro, a campanha Gestão Democrática: Eu Apoio, produzida pelo Sinpro, está nas ruas do DF demarcando a importância da gestão democrática para as escolas. O objetivo da campanha é envolver a categoria e toda a comunidade escolar na defesa da gestão democrática.

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CED 104 do Recanto das Emas realiza 4º Festival de Dança

 

O Centro Educacional 104 do Recanto das Emas  (CED 104), que atende a estudantes do Ensino Médio, tornou-se um tablado de dança para a comunidade escolar. O IV Festival de Dança anual da escola ocorreu no dia 29 de novembro, contou com a participação de todos(as) os(as) estudantes e teve como tema a consciência negra.

 

“Um mês antes a gente passa o tema e aí os estudantes elaboram sozinhos a coreografia de cada uma das turmas”, explica Felipe Renier Maranhão Lima, professor de física e diretor da escola.

 

 

A partir do tem da consciência negra, a escola orientou os(as) estudantes a pesquisarem os ritmos afro que têm alguma relação com o povo negro. A partir dessa pesquisa, cada turma escolheu o seu ritmo e o desenvolveu para a apresentação. Havia ritmos como Kuduro, congada, dance hall dentre outros.

 

“A partir dessa pesquisa sobre ritmo e coreografia, eles tinham aula de educação física, artes e outros, como com os professores conselheiros, tudo para focar no desenvolvimento da apresentação coreográfica”, contou o diretor.

 

 

Ele explica que essa atividade curricular faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola. Ao todo, 38 turmas participaram do projeto. Nas fotos do Sinpro-DF, de autoria do fotógrafo Deva Garcia, aparecem somente as apresentações das 20 turmas do turno matutino, mas o projeto é realizado também pelas turmas do turno vespertino.

 

Felipe diz que os(as) professores(as) atuam apenas na mediação, verificando se o ritmo está correto, dentre outras coisas relacionadas à pesquisa. “A coreografia foi totalmente elaborada pelos meninos e meninas”. Essa é a quarta edição do Festival de Dança.

 

“Esse festival, por si só, tem uma importância muito grande porque tem os aspectos de entrosamento das turmas, além de fomentar o debate sobre os temas escolhidos”, diz o professor.

 

O primeiro festival teve também o tema da consciência negra. Já o segundo, teve como tema o cinema, cuja dança era feita a partir da escolha de uma cena de um filme que tinha coreografia. Os(as) estudantes trouxem cenas de filmes como o Grease, nos temos da brilhantina, As branquelas entre outros, tanto filmes novos como velhos.

 

O terceiro foi sobre os estados brasileiros. No terceiro, os estudantes dançaram as danças típicas dos estados brasileiros. “Agora, nesta quarta edição, voltamos com o tema da consciência negra não só por causa da questão racial, mas também por conta do calendário apertado.

 

Confira o álbum de fotografias no Facebook do Sinpro.

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