Professores efetivos devem estar atentos para a progressão na carreira

O Sinpro informa os professores(as) que ingressaram na rede pública de ensino em 2018 para o prazo de apresentação de certificados e comprovações de cursos realizados para efeito de progressão na carreira. A progressão vertical ocorre do Padrão 1 até o 25: a cada ano trabalhado, o(a) servidor(a) público(a) avança um padrão. A comprovação de 180 horas de cursos de formação continuada a cada 5 anos também faz avançar mais um padrão.

 

Os(as) professores(as) que ingressaram na carreira em fevereiro de 2018, por exemplo, têm até fevereiro de 2023 para comprovar a realização dos cursos. O Sinpro recomenda que todos(as) procurem se antecipar ao prazo, fazendo a solicitação e apresentando sua documentação para evitar contratempos. Vale destacar que é importante entregar a comprovação 40 dias antes. Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que entraram em 2013 e apresentaram seus certificados pela primeira vez em 2018, agora está no momento de entregar os documentos de cursos feitos no segundo quinquênio, e assim consecutivamente.

 

Documentos e certificados entregues depois do prazo, ou seja, depois do mês em que se completam 5 anos (um quinquênio), acarretam atraso na progressão. Assim, se seu aniversário de ingresso na carreira é em fevereiro, mas você só entregou sua documentação referente aos cursos em maio, sua progressão passa a se efetivar nos meses de maio. O tempo de atraso na entrega dos cursos é o tempo de atraso que você terá na progressão, portanto, não corra esse risco. Atraso na progressão significa prejuízo para o(a) servidor(a). Os(as) professores (as) que já alcançaram o Padrão 25 chegaram no topo de progressão de carreira, portanto, não há mais necessidade de entrega de curso.

 

Progressão horizontal

 

A progressão horizontal é aquela em que o(a) professor(a) apresenta uma titulação de pós-graduação. O Sinpro identificou que, atualmente, temos pouco mais de 3 mil professores(as) que ainda estão na ativa e não apresentaram curso de pós-graduação. Recomendamos a esses(as) professores(as), ao menos, façam uma pós-gradução em nível de lato sensu para ter acesso à progressão para o PQ 4. A progressão horizontal vai do PQ 1 ao PQ 6.

Diante disso, o Sinpro recomenda fazer a pós-graduação lato sensu porque vale a pena financeiramente e, sobretudo, deve ser feita o quanto antes em relação à aposentadoria. Não deixem para fazê-la de última hora e muito menos se aposentar sem fazer a pós-graduação.

Vale ressaltar que as titulações de pós-graduação das carreiras do Magistério Público do Distrito Federal não são gratificações, são níveis salariais, já que as gratificações de pós-graduação foram incorporadas no terceiro Plano de Carreira da categoria. Atualmente, estamos no quarto Plano de Carreira. A diretoria colegiada destaca que isso é um avanço importante para a estrutura da carreira, no entanto, para o(a) professor(a) se beneficiar, tem de fazer a pós-graduação.

 

 

Clique e confira a Portaria 259/2013. 

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Sinpro lança vídeo no Dia do Laço Branco: Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres

O Sinpro lança, nesta terça-feira (6), o vídeo sobre o combate à violência contra a mulher. Diretores da entidade mostram dados sobre os crimes e falam sobre a necessidade de denunciar qualquer tipo de violência: “Em briga de marido e mulher, se mete a colher sim. Seja um agente do combate à violência contra as mulheres. Diante de qualquer caso, preste socorro à vítima e denuncie”, orienta Ricardo Gama, diretor do sindicato.

Sempre engajada pelo fim da violência contra a mulher, a diretoria colegiada, que representa uma das maiores categorias profissionais do Distrito Federal, a qual é formada, majoritariamente, por mulheres, apresenta o vídeo para marcar a passagem do dia 6 de dezembro, data em que se celebra o Dia do Laço Branco e o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A data integra o calendário da Campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Importante também lembrar que a campanha do Laço Branco começou, segundo matéria da Agência Patrícia Galvão, após uma tragédia ocorrida em 1989, em Montreal, no Canadá, dentro de uma escola. Marc Lepine invadiu uma escola politécnica canadense, ordenou que homens se retirassem, assassinou 14 mulheres e suicidou-se em seguida. A tragédia mobilizou canadenses a criar a primeira campanha do Laço Branco. Entre 25 de novembro e 6 de dezembro daquele ano, foram distribuídos cerca de 100 mil laços entre os homens canadenses. O dia 25 de novembro foi proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU), como o Dia Internacional de Erradicação da Violência contra a mulher.

Historicamente, vale lembrar que o Sinpro foi a primeira entidade de trabalhadores(as) do Distrito Federal e uma das primeiras do País a instituir a Secretaria de Mulheres. Com isso, inaugurou e fortaleceu, no movimento sindical, o tema do combate à violência contra a mulher como um dos conteúdos dentre todos os outros temas relacionados à luta de classe.

A diretoria colegiada reconhece o recrudescimento desse tipo de violência nos últimos anos, agravada pela política econômica neoliberal, pela má-gestão da Economia do País, pela falta de investimento público no combate aos crimes e acolhimento e proteção de mulheres e meninas e também pela pandemia da covid-19.

Com dados de várias instituições, como os do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), os diretores que participaram do vídeo mostram, por exemplo, que, “em 2021, uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 7 horas”, informa o diretor Samuel Fernandes. Rodrigo Rodrgues, presidente da CUT-DF revela que “mais de 230 mulheres denunciaram casos de violência em 2021”. Fernando Reis, diretor do Sinpro, mostra os cinco tipos de violências contra a mulher segundo a classificação da Lei Maria da Penha.

O Sinpro também realiza, nesse sábado (10),  uma atividade para a categoria celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras realizará o “Encontro de Mulheres Educadoras – Mulheres e direitos humanos: qual escola queremos?” A atividade será na Chácara do Sinpro, das 9h às 12h. As inscrições são gratuitas, e podem ser feitas até o dia 8 de dezembro, às 18h, pelo link https://sinpro25.sinprodf.org.br/formulario-inscricao-encontro-de-mulheres-educadoras-fonte-sinpro-df/

 

Violência: dados recentes

 

Uma matéria do Jornal Hoje, da Rede Globo, divulgada no dia 24 de novembro, dá conta de que “a cada minuto, em média, uma pessoa liga para o 190 para denunciar casos de violência doméstica. O jornal mostrou que foram registrados 619 mil pedidos de ajuda à polícia em 2021, segundo o FBSP. Só em Minas Gerais, por exemplo, de janeiro a setembro de 2022, 121 mulheres foram vítimas de feminicídio e a Polícia Civil registrou 142 tentativas de crimes contra as mulheres: um aumento de 8%, em relação ao mesmo período de 2021”, diz.

Uma matéria recente da revista Carta Capital também indica aumento dessa violência e indica que “ao menos 4.473 mulheres foram vítimas de feminicídio na América Latina em 2021”. Os dados da Carta Capital foram divulgados no dia 25 de novembro, data em que se celebra o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, que também faz parte da campanha 21 Dias de Ativismo. Segundo a revista, as informações foram divulgadas pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Segundo a Cepal, o número representa uma média de 12 mortes violentas de mulheres por razão de gênero por dia na região, segundo um relatório do Observatório de Igualdade de Gênero de América Latina e do Caribe (OIG) da Cepal. “O feminicídio persiste como uma realidade e não há sinais claros de que o fenômeno esteja diminuindo”, diz o relatório.

Em 2021, as maiores taxas de feminicídio da América Latina foram registradas em Honduras (4,6 casos a cada 100.000 mulheres), República Dominicana (2,7 casos), El Salvador (2,4), Bolívia (1,8) e Brasil (1,7). No Caribe, Belize e Guiana têm as taxas mais altas, 3,5 e 2,0 em cada 100.000 mulheres, respectivamente. Os dados “são inaceitáveis”, aponta José Manuel Salazar-Xirinachs, secretário executivo da Cepal, citado no texto. Adolescentes e jovens mulheres de entre 15 e 29 anos constituem a faixa etária em que se concentra a maior proporção de casos de feminicídio.

 

Confira a vídeo do Sinpro-DF

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Sinpro convoca categoria a ocupar galerias da CLDF nesta terça (06) em defesa da gestão democrática

O projeto de lei (PL) que altera a Lei de Gestão Democrática, enviado pelo GDF à CLDF dia 13 de outubro sem discussão com a categoria, está na ordem do dia da Câmara Distrital (CLDF) desta terça-feira, 6 de dezembro. Por isso, o Sinpro-DF convoca os e as profissionais do Magistério público do DF a comparecerem à Câmara às 14h30 para acompanhar a discussão.

Desde o início desse processo, a diretoria colegiada do Sinpro viu com muita preocupação essa movimentação do GDF, e tomou as iniciativas cabíveis para questionar o PL e promover a defesa da gestão democrática.

Dia 18 de outubro, a comissão de negociação do sindicato esteve na CLDF em reunião com a presidenta da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), Arlete Sampaio, com o líder do PT Chico Vigilante e com as assessorias dos deputados Leandro Grass, Reginaldo Veras e Fábio Félix. Na ocasião, a comissão de negociação apresentou estudo sobre o PL, demonstrando problemas políticos que fragilizarão a gestão democrática, permitindo perseguição a direções instituídas, impedindo a participação de professores(as) em regime de contratação temporária, entre outros problemas graves.

>>> Saiba mais: SINPRO CRITICA IMPOSIÇÃO DA SEE-DF E ATUA PARA GARANTIR EFETIVIDADE DA GESTÃO DEMOCRÁTICA

O Sinpro vinha cobrando reunião com a SEEDF desde o meio do ano, o que só aconteceu dia 10 de outubro, depois da reeleição do governador Ibaneis Rocha. Foi nessa reunião que a secretaria informou a comissão de negociação que os atuais mandatos das equipes gestoras e conselhos seriam prorrogados até 2023, quando acontecem as eleições.

 

Mais uma vez, SEEDF não debate

O Sinpro já vinha destacando a importância de se garantir o processo eleitoral no seu prazo previsto, ainda em 2022. Entretanto, a SEEDF decidiu de forma unilateral adiá-lo para 2023.

Na reunião de 10/10, a comissão de negociação não teve acesso à minuta que seria enviada à Câmara, repleta de problemas políticos e técnicos, de modo a golpear duramente a gestão democrática tão cara para a educação no DF. A ação da secretaria, mais uma vez, expressa sua intenção de excluir a comunidade escolar de decisões importantes como essa, o que, por si só, já demonstra a intenção de enfraquecer a política de gestão democrática.

Por isso, desde meados de novembro, a campanha Gestão Democrática: Eu Apoio está nas ruas do Distrito Federal, através de outdoors e front-lights que demarcam a importância da gestão democrática para as escolas. O objetivo da campanha é envolver a categoria e toda a comunidade escolar na defesa da gestão democrática.

>>> Saiba mais: SINPRO-DF CONTINUA CAMPANHA EM DEFESA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA

A proposta do Sinpro é que os deputados distritais votem um substitutivo para parametrizar o processo eleitoral que acontecerá em 2023, e que o corpo da lei seja debatido em momento posterior, para que haja participação da categoria e da comunidade escolar como um todo. A eleição das equipes gestoras e dos conselhos é um dos aspectos mais importantes da gestão democrática, mas a lei envolve muito mais que isso.

 

Participe da mobilização!

Por isso, a diretoria colegiada do Sinpro-DF reforça o chamado para que toda a categoria compareça à CLDF às 14h30 para acessar as galerias da casa e fazer pressão sobre deputados e deputadas distritais em defesa da gestão democrática.

Nossa mobilização será decisiva para assegurar a manutenção desse que um dos maiores patrimônios da educação no DF. Não aceitaremos que a categoria seja excluída desse debate!

Acesse a íntegra do projeto de lei clicando AQUI.

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VIDEO | Clara Marinho fala sobre capacitismo no CED 16 de Ceilândia

Neste 3 de dezembro, em que se comemora o dia Internacional da Luta das Pessoas com Deficiências, o Sinpro lança o vídeo da palestra que Clara Marinho, estudante de Letras da Universidade de Brasília, deu para estudantes e professores(as) do CED 16 de Ceilândia, no último dia 18 de outubro.

Clarinha, como é conhecida, tem paralisia cerebral e faz sucesso na Internet.  Aos 21 anos, ela tem parte dos movimentos e a fala limitados devido à paralisia, mas desde o início da pandemia publica vídeos falando sobre a sua rotina, dando dicas e conselhos e lições de auto aceitação. O exemplo dela motivou a direção do Centro Educacional 16 de Ceilândia a promover uma programação sobre Capacitismo – Inclusão em debate.

“Quando eu era estudante do ensino fundamental, percebia que nenhum palestrante tinha deficiência. Eu não me via representada. Então, quando você se sente único, é sinal de que falta gente que nem você ocupando os espaços”, aponta Clarinha.

Durante a palestra, a estudante expôs sua vida, o que aprendeu com a deficiência, trouxe exemplos do que já viveu e ressaltou sobre a necessidade da política de cotas e da oportunidade para todos.

“O capacitismo é um tema novo para debate nas escolas, ainda que seja uma forma de preconceito que acontece há muito tempo. Por isso convidamos a Clarinha para falar na escola. A fala dela para nossos alunos e alunas, e também para nós docentes é combater o preconceito e nos ajudar a adotar a postura correta diante dos vários estudantes com deficiência que temos no CED 16, que tem classes especiais e EJA interventiva”, comenta a pedagoga Fernanda Fantini Vieira.

Os alunos se sentiram representados e contemplados com a palestra de Clara Marinho e perceberam o quanto é difícil um PCD conseguir um espaço dentro da nossa sociedade.

Veja o vídeo.

https://youtu.be/6lL5xJo2bkU

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Distribuição de turmas do ano letivo de 2023 será realizada em dezembro de 2022

O Sinpro informa que a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) está organizando o ano escolar de 2023 já agora, no fim de 2022, com o início da distribuição de turma. Outro objetivo é organizar a contratação temporária de professores para o exercício de 2023.

Uma das ações da SEE-DF nesse sentido foi a divulgação da Circular nº 26/2022 (confira o PDF no final deste texto), no dia 29 de novembro. Porém, a qualquer momento, haverá a publicação da Portaria de Distribuição de Carga Horária. Essa nova portaria não vai trazer muitas novidades, inclusive a Ficha de Pontuação vai ser a mesma utilizada anteriormente porque na Comissão de Negociação do Sinpro foi avaliado que não havia necessidade de alteração de pontuação.

O sindicato destaca que não é a primeira vez que a distribuição de carga horária acontece em dezembro do ano anterior ao ano letivo em questão e que alguns problemas que entravam o processo sempre são mais bem resolvidos quando a distribuição de carga horária é realizada em dezembro do ano anterior.

Participam do procedimento de distribuição de turma todos os(as) servidores(as) que têm lotação e exercício definitivo na unidade escolar, a saber: professores(as), orientadores(as) educacionais, professores(as) e orientadores(as) educacionais readaptados(as), professores(as) em restrição de função, professores(as) que atuam na Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem (EEAA), professores(as) que atuam nas Salas de Apoio à Aprendizagem (SAA), Sala de Recurso (SR).

 

Confira os procedimentos

 

Distribuição de carga horária

 

A distribuição de carga horária vai acontecer no dia 20/12/22

Matutino (manhã) – 10h
Noturno (noite) – 20h
Vespertino (tarde) – 16h – Apenas para escolas que atendem exclusivamente à jornada 20/20

Os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais, os(as) readaptados(as) e os(as) servidores(as) com restrição de função deveram se organizar para participar desta distribuição de turma dias antes. Confira o passo a passo:

1 – Os professores deverão acessar o SIGEP no site: https://sigep.se.df.gov.br/ (sem o www) e enviar a pontuação do formulário que se encontra lá.

Observação A: Caso a pontuação do ano anterior ainda conste no sistema,o professor deve atualizar os dados, já que a atualização não é automática,informando mais um ano de trabalho que ele teve e também atualizar eventualmente cursos novos que ele fez no decorrer dos últimos anos.

Observação B: Caso o formulário esteja em branco, o professor deve preencher completamente todos os dados.

Observação C: Os professores que já são da escola vão preencher o formulário eletrônico de pontuação no site da Sigep cujo endereço está no item 1.

Observação D: Os(as) servidores(as) que fizeram o Concurso de Remanejamento e que vão mudar de escola, devem fazer o preenchimento do formulário de forma manual. O formulário manual estará disponível na Portaria de Distribuição de Turma que será publicada nos próximos dias.

Observação E: A Portaria de Distribuição de Turma que ainda será publicada vai trazer uma excepcionalidade este ano. Isso ocorre porque a data da eleição das escolas ainda será definida nos próximos dias. Com isso, a Portaria vai excepcionalizar da seguinte forma, a saber:

Hipótese 1: Caso a eleição das escolas seja prevista para ocorrer no primeiro semestre de 2023, as direções de escola irão escolher turma na sua classificação de origem.

Hipótese 2: Caso a eleição esteja prevista para ocorrer no segundo semestre, as direções de escolas escolherão turmas da mesma forma que nos anos anteriores: terão os pontos contabilizados, mas bloquearão cargas remanescentes no final da fila.

→ Importante: Tanto na Hipótese 1 como na Hipótese 2, participam da distribuição de turma somente professores e orientadores que estejam atuando na direção de escola com lotação e exercício definidos e regularizados na unidade escolar.

 

 

2 – Esse formulário deve ser encaminhado para as escolas até o dia 09/12/2022.

 

3 – Professores que participaram do Concurso de Remanejamento deverão preencher o Formulário de Pontuação de forma manual. Ou seja, imprimir o formulário que ficará disponível na Portaria que será publicada em breve e levá-lo à escola em que atuará completamente preenchido.

 

4 – Todos os professores (tanto os que vão ficar na escola como os que fizeram o Concurso de Remanejamento) devem entregar essa pontuação e todos os documentos comprobatórios.

Documentos comprobatórios.

a) Declaração de atuação nas escolas que trabalhou.

b) Cópia de diplomas, certificações etc. de cursos que tem.

c) Cópia de diploma de pós-graduação.

d) Cópia de diploma de graduação.

e) Cursos de formação continuada.

 

5 – A equipe gestora irá validar os documentos e pontuações até o dia 13/12/2022 e divulgar a classificação do procedimento de escolha de turma no mesmo dia até às 21h.

 

6 – No dia 14/12/22, caso o professor discorde da classificação obtida, poderá requerer recurso, inclusive podendo ser enviada documentação adicional.

 

 

Professores com lotação/exercício provisório

Os professores que estão com lotação provisória e/ou exercício provisório e os professores que tinham direito de escolha de turma, mas que excederam na hora do procedimento da distribuição de carga horária, deverão se apresentar na Coordenação Regional de Ensino (CRE) no dia 21/12/22 e seguir o cronograma da Regional para adquirir novo local de exercício.

Observação F: Todos esses casos deverão participar do procedimento de remanejamento de 2023/2024.

 

 

Contratação temporária de professores

Um dos motivos pelos quais a distribuição de carga horária para professores efetivos será realizada em dezembro de 2022 é que isso organiza melhor a contratação temporária de professores, inclusive porque, se em dezembro a SEE-DF já tem os coordenadores das escolas definidos, essas carências serão ofertadas para os professores do contrato temporário no início do procedimento de contratação.

Assim, os professores substitutos devem estar atentos ao cronograma que a SEE-DF irá divulgar nos próximos dias para a contratação em 2023.

Os professores devem estar em Brasília-DF e disponíveis para comparecer às CREs a partir do dia 23 de janeiro de 2023, quando teremos o início das contratações de professores substitutos.

 

Confira a seguir o PDF da Circular nº 26/2022

https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Circular-26-2022_-Orientacoes-gerais-sobre-o-encerramento-do-ano-letivo-de-2022.pdf

 

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CLDF aprova em primeiro turno que recursos do PDAF possam ir para colégios militares

Na última terça-feira (29), os deputados distritais aprovaram em primeiro turno o projeto de lei nº 2.014/2021, que altera a Lei do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (lei nº 6.023/2017) para permitir que recursos públicos do PDAF possam ser repassados aos colégios militares através de emendas parlamentares. O projeto é de autoria do deputado Roosevelt Vilela (PL).

A sessão que aprovou o projeto em primeiro turno foi esvaziada – somente 14 dos 24 deputados e deputadas distritais compareceram à votação. Foram 9 votos favoráveis e 5 contrários. Votaram contra: deputada Arlete Sampaio (PT) e deputados Chico Vigilante (PT), Fábio Félix (PSOL), Reginaldo Véras (PDT) e João Cardoso (Avante).

O parecer da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Distrital (CESC) foi pela rejeição do projeto. Agora, o PL aguarda votação em segundo turno, que pode acontecer a qualquer momento ainda nesta legislatura.

O projeto é preocupante por permitir repasse dos já escassos recursos da educação pública a colégios militares, que não fazem parte da rede e já são beneficiados por uma estrutura de financiamento próprio, que lhes garante muitos mais verbas do que o que é destinado às escolas públicas. “Esse projeto significa tirar recursos de onde tem pouco recurso”, afirma Gabriel Magno, ex-diretor do Sinpro e deputado distrital eleito.

Além disso, vale lembrar que os colégios militares já contam com muito investimento, e que o fato de receberem seus estudantes através de processo seletivo os diferencia de forma decisiva das escolas de rede pública, cujo atendimento é universal.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF destaca a importância dessa votação, e sugere que a categoria mantenha-se alerta para evitar a aprovação do projeto.

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Programa Opinião (TV Cultura) debate 5 anos da Reforma Trabalhista

Nesta quinta-feira, 1º de dezembro, às 20h30, o programa Opinião da TV Cultura debaterá os 5 anos da Reforma Trabalhista. Marco importante do governo ilegítimo de Michel Temer, a reforma expressava o projeto que tinha sido derrotado nas urnas em 2014, apontando para a precarização das relações de trabalho e o enfraquecimento das entidades sindicais, entre outros problemas sérios.

O Opinião tem duração de aproximadamente meia hora e terá a participação de Ricardo Patah, comerciário e presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), e do advogado trabalhista Eduardo Pastore. A apresentação é da jornalista Andresa Boni e o programa conta com interpretação em libras.

Para Luciana Custódio, diretora do Sinpro e integrante da direção do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), é muito importante trazer o tema de volta ao centro dos debates nacionais, uma vez que as eleições de 2022 abriram novas perspectivas para os direitos de trabalhadores e trabalhadoras: “Recentemente vimos a experiência da Espanha, que revogou sua reforma trabalhista porque ela não gerou as consequências esperadas”, lembra Luciana. “No Brasil, em 2017, a reforma espanhola tinha sido uma referência, mas ela rapidamente demonstrou que não funcionou. Lá, a flexibilização nas relações de trabalho ampliou o trabalho temporário e de curta duração, facilitou demissões e redução de salários, e fez o desemprego aumentar”, completa ela.

O debate vem em boa hora, e resgatar a experiência espanhola pode ser útil, afinal, conforme a Agência Diap noticiou, a equipe de transição do presidente eleito Lula vem discutindo pontos da reforma que poderão ser revistos. Veja AQUI.

A TV Cultura está no canal 516 da Net e no canal 2 da Sky. O programa Opinião fica disponível, depois de sua transmissão, no canal Jornalismo TV Cultura do youtube no pelo próprio site da TV.

Plano de Carreira: Sinpro convida para plenária dia 03/12

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida toda a categoria para a plenária que começará a debater a reestruturação da nossa carreira. Esse encontro muito importante acontecerá no sábado 3 de dezembro, a partir de 8h30, no auditório da sede do Sinpro no SIG.

As discussões que serão realizadas pela categoria do magistério público do Distrito Federal oferecerão elementos para o debate no grupo de trabalho (GT) formado pelo GDF para a reestruturação da nossa carreira. O GT é composto por representantes do Sinpro-DF e da Secretaria de Educação.

As reuniões do GT já começaram a acontecer, e seu objetivo é debater avanços tanto na pauta financeira quanto nas condições de trabalho. A expectativa é de avançar na composição das tabelas salariais, tendo em vista a meta 17 do PDE, assim como aprofundar conquistas que impactem positivamente no exercício profissional de nossa categoria.

O grupo de trabalho deve produzir uma proposta para o quinto plano de carreira dos dos profissionais do magistério público do DF. A categoria está com salário congelado há oito anos, com perdas salariais significativas, que deverão ser superadas com a construção deste novo plano de carreira.

Debate fundamental

A plenária sobre a carreira do magistério público dará continuidade ao debate iniciado no primeiro semestre de 2022, com a campanha salarial. Em diversas assembleias, a categoria expressou para o GDF sua reivindicação por recomposição salarial.

Todos os planos de carreira sempre foram construídos com a participação da categoria. Assim, é muito importante a presença de todas e todos nesta primeira plenária, que deverá se desdobrar em outros encontros. A proposta da diretoria do Sinpro é que o debate aconteça também de forma descentralizada, para favorecer o máximo de participação possível..

A reestruturação do plano de carreira atingirá tanto efetivos quanto temporários, profissionais da ativa e aposentados. Por isso, a diretoria colegiada do Sinpro reforça o chamado e destaca que a participação de cada uma e de cada um é fundamental para a elaboração de uma proposta que traga avanços e que efetivamente responda às necessidades da educação pública e dos profissionais do magistério do DF.

 

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V Fórum de Formação Inicial de Professores que Ensinam Matemática no DF 

 

Entre os dias 25 e 26 de novembro, a Sociedade Brasileira de Educação Matemática Regional do Distrito Federal, com apoio da Universidade de Brasília (UnB), realizou o V Fórum de Formação Inicial de Professores que Ensinam Matemática do Distrito Federal. Esta edição foi realizada no Prédio de Ciência da Computação e Estatística (CIC/EST) e as oficinas, que ocorreram no dia 25 de manhã, no ICC – Norte, no Campus Darcy Ribeiro (UnB).

 

O Sinpro fez a cobertura fotográfica e, para ver as fotografias, basta acessar as redes sociais do sindicato. Com o tema o “Desafios práticos das licenciaturas na contemporaneidade”, o fórum também voltou, este ano, a ser presencial. Os organizadores informam que os objetivos da iniciativa foram, a saber: debater a formação de professores(as) nos cursos de Licenciatura em Matemática e Pedagogia do Distrito Federal; refletir sobre políticas e práticas de formação de professores(as); e formular e comunicar propostas junto à Secretaria de Educação do DF (SEEDF), ao Ministério da Educação e à sociedade.

 

O evento tem como objetivos debater a formação de professores(as) nos cursos de Licenciatura em Matemática e Pedagogia do Distrito Federal; refletir sobre políticas e práticas de formação de professores(as); bem como formular e comunicar propostas junto à Secretaria de Educação do DF (SEEDF), ao Ministério da Educação e à sociedade.

 

Fotos: Deva Garcia/Sinpro-DF

Perícia Médica | saiba o que muda para o funcionalismo distrital a partir de 5ª-feira

A partir de 1º de dezembro de 2022 (próxima quinta-feira), por determinação da portaria 30/2022, alguns procedimentos para servidores(as) da administração direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal com atestado sofrerão alterações. Há casos em que será necessária a perícia presencial, que será realizada por peritos oficiais na sede da SUBSAÚDE. 

Veja a seguir quais os casos que exigirão perícia presencial a partir desta quinta-feira, 1/12/2022:

1) Atestado até 10 dias via SEI

– Se você tem atestado (médico ou odontológico) com até 10 dias de duração, só precisa comparecer à Subsaúde caso seja convocado(a). O procedimento de homologação documental permanece remoto via SEI.

– O processo a ser iniciado no SEI é “Subsaúde – Pessoal: Perícia Médica Documental” (veja detalhamento na figura), com nível de acesso sigiloso.  Obrigatoriamente o processo deverá contar com assinatura, cópia digitalizada do atestado e do receituário emitido pelo médico ou odontólogo assistente, bem como relatório médico e exames complementares, se houver.

2) Atestado maior que 10 dias: SIAPMED

– Se o seu atestado médico ou odontológico foi superior a 10 dias, você deve iniciar um procedimento específico dentro do SIAPMED (clique aqui para ir direto para o site), com login/senha pessoal de acesso ou pelo telefone 156. A partir de quinta-feira (1/12/2022), torna-se obrigatório o seu comparecimento à Subsaúde para avaliação pericial, realizada por peritos oficiais, médicos ou odontológicos, nos dias e horários agendados pelo SIAPMED. Leve toda a documentação original necessária para a homologação, como atestado, relatório médico (se existir) e exames complementares.

É também obrigatório o agendamento de perícia presencial no SIAPMED para casos de servidoras em licença maternidade antecipada, ou em casos de aborto / natimorto.

 

3) Servidor sem acesso ao SEI

Se você não tem acesso ao SEI, então é obrigatória a sua presença para perícia presencial, em dia e horário previamente agendados. Isso vale para licença para tratamento da própria saúde ou de acompanhamento de familiar doente.

 

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