Vozes Femininas: Vivências, Lutas e Conquistas no CEF 02 de Brasília

Na segunda-feira 12 de maio, aconteceu, no CEF 02 de Brasília, a culminância do projeto “Vozes Femininas: Vivências, Lutas e Conquistas”. O evento envolveu as turmas de 6º e 7º anos.

Segundo a professora Darc Lene, uma das responsáveis pelo projeto, a escola trabalhou por mais de dois meses o protagonismo feminino como construção necessária para a formação cidadã dos estudantes. Um objetivo importante é que as meninas se reconheçam no lugar que queiram ocupar. “Além de fechamento do projeto e do conjunto de ações desenvolvidas, o evento também foi um momento de celebração e de reafirmação do objetivo geral: afirmar as mulheres como protagonistas na história”, conta ela.

Professora Darc Lene e estudantes do CEF 02 de Brasília. Foto: Joelma Bomfim.

 

Este foi o segundo ano em que o projeto foi realizado na escola. Ao longo da tarde, diversas apresentações encantaram o público, entre apresentações musicais, de dança, monólogos, além de uma exposição de colagem de fotografias. Desta vez, o “Vozes Femininas” contou com a presença da comunidade escolar: “Foi a primeira vez que abrimos as portas da escola para essa participação, e essa presença tem sido uma prioridade para nós”, completa Darc.

Confira o álbum de fotos no facebook para saber um pouquinho como foi o evento!

 

Participantes do projeto “Vozes Femininas: Vivências, Lutas e Conquistas”, do CEF 02 de Brasília. Foto: Joelma Bomfim.

 

Confira o álbum de fotos no facebook para saber um pouquinho como foi o evento

 

 

Assembleia Geral Extraordinária discute 13º Congresso dos Trabalhadores em Educação

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal convoca professores(as) e orientadores (as) educacionais para assembleia geral extraordinária, que será realizada em primeira chamada às 18h30 do dia 13 de maio de 2025, no auditório Paulo Freire do Sinpro (Sede do Setor de Indústrias Gráficas), com pauta única:

– 13⁰ Congresso dos(as) Trabalhadores(as) em Educação do Sinpro-DF (CTE)

 

Brasília, 5 de maio de 2025

Projeto Cultura Viva leva oficinas de artes, meditação e yoga ao CEF 04 de Sobradinho

O CEF 04 de Sobradinho realizou a semana da Cultura Viva – Arte e Expressão nas escolas, que contou, em sua culminância, com oficinas com dança, grafite e customização de roupas, além de aulas de meditação e yoga, e a carreta da tecnologia do ministério das Comunicações, com aulas de robótica, manutenção de celulares e montagem de computadores. O projeto foi concebido em cumprimento à Semana de Educação para a Vida, criada pela lei federal nº 11.988/2009.

O projeto, realizado na semana de 5 a 9 de maio, teve sua culminância na sexta-feira (9/5). As oficinas de dança, grafite e de customização de roupas foram executadas pelo grupo Cultura Viva, e atenderam a 90 estudantes dos nonos anos do CEF 04. Os sextos e sétimos foram atendidos pela carreta digital, e o restante da escola teve aulas de meditação e yoga.

“Buscamos trabalhar os eixos transversais do currículo, e fazemos projetos para algumas semanas especiais. Na semana para a vida, buscamos parceria c grupo de meditação e cultura viva”, conta a vice-diretora do CEF 04 de Sobradinho, Ângela Maria Morais Dantas.

Ângela conta que a comunidade escolar do CEF 04 faz parte de uma população que vive em extrema vulnerabilidade social, o que inclui assentamentos locais. São majoritariamente pessoas pretas e pardas. “Precisamos trazer temas que corroborem nossa prática pedagógica”, explica a vice-diretora:

“É preciso trabalhar a cultura antirracista, pois percebemos o racismo estrutural enraizado em nossa comunidade. Então, no projeto Cultura Viva trabalhamos dança, customização de roupas, para trazer um pouco da identidade de nossa comunidade para dentro da escola.”

A ideia do projeto Cultura Viva é favorecer projetos de vida na escola, trabalhando os eixos transversais do currículo como a educação para a diversidade, cidadania, educação para a sustentabilidade.

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Assembleia Geral Extraordinária discute 13º Congresso dos Trabalhadores em Educação

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal convoca professores(as) e orientadores (as) educacionais para assembleia geral extraordinária, que será realizada em primeira chamada às 18h30 do dia 13 de maio de 2025, no auditório Paulo Freire do Sinpro (Sede do Setor de Indústrias Gráficas), com pauta única:

– 13⁰ Congresso dos(as) Trabalhadores(as) em Educação do Sinpro-DF (CTE)

 

Brasília, 5 de maio de 2025

CILC realiza VIII Festival de Cultura Japonesa sábado (17)

 O Centro Interescolar de Línguas de Ceilândia (CILC) vivenciará uma imersão em cores, tradições e sabores com o VIII Festival de Cultura Japonesa, realizado sábado (17/5), das 10h às 18h. O evento é aberto ao público. Entrada antecipada R$ 10 e, no dia, R$ 20.

Durante o festival, o CILC se transformará em um ambiente vibrante e mergulhará no universo nipônico para celebrar a riqueza cultural do Japão por meio de arte, gastronomia e performances tradicionais. O evento conta com comidas típicas, apresentações artísticas, concursos estudantis, oficinas, jogos tradicionais.

Também serão realizados concurso cosplay, feira geek, dança Bon Odori (uma comemoração tradicional do verão japonês, realizada em comunhão e com agradecimento aos antepassados pelas bênçãos da vida) e apresentação de Taiko (espetáculo com variedade de instrumentos japoneses de percussão). Haverá oficinas no período matutino e, no vespertino, serão realizadas as apresentações culturais.

Desde 2014, o Festival de Cultura Japonesa tem uma proposta pedagógica e cultural com foco na valorização da língua e cultura japonesa, e é dos poucos eventos dedicados a essa cultura na Ceilândia.

Aula de japonês

O CILC é uma das escolas de línguas da rede pública de ensino que oferta curso de japonês. O ensino é oferecido desde 2011, e o festival é uma importante vitrine desse trabalho para toda a comunidade.

Serviço

VIII Festival de Cultura Japonesa do CILC

Data: 17/5/2025 (sábado)

Horário de realização: das 10h às 18h

Local: CILC – Área Especial QNM 13 – Ceilândia

Entrada: R$ 10 antecipada, R$ 20 no dia

Aberto ao público

Instagram: @‌cilceilandia

Amolando o fio da alma: professor lança romance e faz bate-papo em livraria

No próximo dia 16 de maio, às 18h30, a livraria Platô (CLS 405, Asa Sul) recebe o lançamento do livro Amolando o fio da Alma, do professor Roberto Muniz Dias, do CIL do Riacho Fundo. Durante o evento, haverá um bate-papo com a doutora em literatura Edu Dias da Silva e do psicólogo Vinícius Mota.

Publicado pela Editora Urutau, Amolando o fio da Alma traz uma prosa envolvente, repleta de lirismo e provocações existenciais. O livro é um romance intenso, em que a memória se torna uma arena de disputas entre sonho, desejo, repressão, identidade e assujeitamento.

O romance acompanha Ramon, um homem assombrado por lembranças reavivadas com o peso da culpa, e em busca por um lugar no mundo. Desde a infância, ele construiu uma realidade paralela, fundada no insulto, no medo, no abuso, para suportar as imposições da sociedade. Entre a solidão e os sonhos que alimentam sua resistência, Ramon revela várias camadas de uma existência marcada por silenciosa resistência e reinvenção.

Muniz Dias estrutura a narrativa como um mosaico de memórias e sensações, onde cada passagem traz à tona uma nova perspectiva sobre o protagonista e sua luta interna. A prosa poética e lancinante do autor transfigura cada página em uma experiência sensorial intensa, guiando o leitor para um universo de introspecção e dor sublimada.

Autor de outros 17 livros, dos quais 3 de teatro, e diversos e-books, Roberto Muniz Dias é romancista, dramaturgo e doutor em Letras pela UFPI e mestre em Literatura pela UnB. Formado em Letras e Direito pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI), tem se destacado na literatura contemporânea LGBTQIA+ por suas narrativas densas, introspectivas e de forte impacto emocional.

“No bate-papo, a ideia é discutir as questões da literatura e do perfil psicológico dos personagens. Vamos debater as provocações trazidas pelo romance, o trauma como componente da subjetividade, como ele é trazido para a narrativa, a construção dos sujeitos queer”, explica o professor Roberto.

DNIT oferece edição especial de curso on-line e gratuito de Educação para o Trânsito

Em meio à campanha do Maio Amarelo de conscientização sobre segurança no trânsito, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) oferece gratuitamente o curso Educação para o Trânsito aplicada ao Ensino Fundamental – construindo a cidadania na prática, com certificado de 40 horas. O curso é voltado para professores(as), especialistas e gestores do Ensino Fundamental de escolas públicas e privadas de todo o país. As inscrições para o curso estão abertas até o dia 30 de maio, com conclusão dos módulos até 16 de junho. O curso é gratuito e on-line, oferecido no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (AVAMEC).

Inscreva-se aqui

Com o curso, educadores e educadoras têm à disposição o material do Programa Conexão DNIT, com atividades pedagógicas que se articulam aos objetos de conhecimento da BNCC para cada disciplina de 1º a 9º ano, além de promoverem a percepção e conscientização sobre os riscos no Trânsito e a adoção de atitudes seguras.

A iniciativa é uma parceria entre o DNIT e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação para o Trânsito (NEPET) do Laboratório de Transporte e Logística (LabTrans), vinculado à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O Maio Amarelo surgiu como resposta a uma resolução da ONU que defende ações voltadas para o trânsito, sendo implementada no Brasil em 2014 pelo Observatório Nacional de Segurança Viária.

 

 

 

Oficina ensina pais, mães e educadores a arte da contação de histórias

O Projeto Toca Literária do Cerrado, que visa sensibilizar o público sobre o uso responsável dos ecossistemas do Cerrado por meio da literatura e de diversas formas de arte, abre a temporada 2025. Estão abertas até 15 de maio as inscrições (gratuitas e com vagas limitadas) para a oficina “Ler para Crianças”, que acontece no dia 17 de maio, das 9h às 12h, no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga.

Concebida para pessoas a partir de 18 anos, a ideia da oficina é ensinar a transformar o tempo de leitura com as crianças em um momento de afeto, escuta e presença. É ideal para pais, mães, tios, avós, educadores e leitores apaixonados que gostam de levar o livro ao encontro do leitor, em especial para as crianças.

A oficina será ministrada por Cristiane Salles, professora, curadora literária e apaixonada por literatura infantil e juvenil. As inscrições podem ser feitas no link abaixo

Inscreva-se aqui

 

Mais eventos da Toca Literária

A Oficina Ler para Crianças é o primeiro evento da edição 2025 do Projeto Toca Literária. Em breve, serão abertas as inscrições para rodas de leitura de histórias, confecção de instrumentos de percussão com sucata, o passeio guiado à flora e às águas do cerrado e Conhecendo os bichos do cerrado, dentre outras oficinas, que acontecem no mês de junho, tudo no Parque Ecológico Saburo Onoyama.

Faça a inscrição nos eventos

 

SERVIÇO:

OFICINA “Ler para Crianças”

Público-alvo: mães, pais, avós, tios, educadores, estudantes, bibliotecários a partir de 18 anos

Data e horário: 17 de maio (sábado), das 9h às 12h

Local: Parque Ecológico Saburo Onoyama – QSC 26 – Setor sul, Área Especial, Taguatinga/DF

As inscrições estão abertas até 15 de maio.!

@tocaliterariadocerrado

 

Sinpro aposta na formação sindical da categoria para avançar na conquista de direitos

A formação sindical é fundamental para fortalecer a luta coletiva e garantir os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Historicamente, o Sinpro desenvolve ações voltadas a esse propósito com a categoria do magistério público, e vem capacitando professores(as) e orientadores(as) educacionais para defender seus interesses, enfrentar os desafios apresentados e criar consciência de classe.

Com o intuito de descentralizar a formação sindical, levar ao(à) professor(a) informações sobre como o sindicato se organiza, como é organizada a carreira magistério público e a importância da luta da classe trabalhadora, a Secretaria de Formação Sindical do Sinpro ampliará ao longo deste primeiro semestre os cursos de formação sindical por local de trabalho.

“Trata-se de uma ferramenta importante, disponível a todas as escolas do DF, para o resgate da história de nossa luta por melhores salários e condições de trabalho, e da explicação de como a categoria se organiza enquanto classe trabalhadora”, afirma o diretor do Sinpro Levi Porto.

Vanilce Diniz, que também é diretora do Sinpro, “a formação sindical é a ferramenta que transforma indignação em ação coletiva”. “Não há justiça social sem consciência de classe, e é na formação que construímos essa consciência, dia após dia”, afirma.

O diretor do Sinpro Hamilton Caiana lembra que ainda neste primeiro semestre, o curso de formação sindical por local de trabalho será realizado em várias outras escolas. “Quem tiver interesse em participar dos cursos de formação, pode entrar em contato conosco, que a gente agenda a visita à escola”, convida. “A formação sindical é mais que aprender leis ou estratégias: é descobrir que nossa luta deve ser coletiva”, avalia.

Participantes do curso de formação por local de trabalho recebem certificado que registra 5 horas em atividade formativa. O tempo pode ser somado às demais atividades que contam para a progressão na carreira. Além disso, a participação no curso de formação sindical do Sinpro conta ponto na escolha de turma para efetivos (as).

Para agendar o curso de formação sindical por local de trabalho, envie mensagem (WhatsApp) para (61) 99323-8140

Veja o álbum de fotos da Formação Sindical por Local de Trabalho

CEF 03 de Planaltina

Centro de Ensino Infantil 416 de Santa Maria

CEM Setor Leste

 

Edição: Vanessa Galassi

3ª Edição da Semana de Dança da Escola Parque 303/4 Norte: o corpo como linguagem e resistência

“A dança nos ensina a escutar com o corpo inteiro.
Então, respirem fundo.
Silêncio.
O corpo vai falar.”

Com essas palavras, o professor Joaquim Guilherme e a professora Priscilla Calazans, da Escola Parque 303/4 Norte, apresentaram a pais, mães e responsáveis a 3ª edição da Semana da Dança, realizada de 5 a 9 de maio – “uma celebração viva do corpo como linguagem, como território e como resistência”, segundo os docentes.

O projeto da Semana de Dança é grandioso, e prevê a participação não só das várias turmas dos anos iniciais do Fundamental na Escola Parque, como também recebe apresentações de outras escolas e de outros grupos de dança. Este ano, teve participação especial da Cia de Dança do CEF Caseb e do CEE 01 de Brasília, que dividiram o palco da Escola Parque com o Grupo Pés e com o grupo Dejavu, com uma apresentação de K-Pop.

“A criação do Núcleo de Dança da Escola Parque foi um ato de coragem e de escuta. Um espaço que não apenas ensina dança, mas legitima a dança como conhecimento, como ferramenta de leitura e de transformação do mundo. Um núcleo que pulsa com as potências plurais de nossos estudantes, que experimenta, pesquisa e ousa — em diálogo com a escola, com as raízes, com o futuro”, conta o professor Joaquim.

Na Semana da Dança, as crianças se veem dos dois lados do palco: são plateia e sobem ao palco em suas apresentações. “Cada criança faz duas apresentações, pela manhã e pela tarde. Tem muito choro, tem muito nervosismo, mas à medida que elas assistem às outras performances, o nervosismo dá lugar à curiosidade e à ansiedade e, na segunda vez, pedem para subir ao palco, bem interessados em participar. Eles entendem que a timidez é um desafio a ser vencido, e quando estão sentados na plateia, eles respeitam quem está no palco, pois se colocam no lugar do outro. O ganho pedagógico é imenso”, explica o professor Joaquim.

O resultado? “Antes e depois do evento, a gente conversa com as crianças, para ter um retorno da experiência. Elas ficam ansiosas por participar, e depois percebemos em seus relatos quanto elas curtiram o momento”, conta Joaquim.

Além dos professores Joaquim e Priscilla, o núcleo de dança da Escola Parque 303/4 Norte é formado também pelos professores do projeto de dança clássica En L’air, José Cavalcante e Waleska Dutra.

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