Grupo de pesquisa da FE-UnB lança livro no dia 23 de setembro

O Grupo de Pesquisa Currículo e Processo Formativo: Inovação e Interdisciplinaridade, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília lança, no dia 23 de setembro, às 19h, na Sala dos Papirus da FE-UnB, a coletânea de artigos Historiografia e história da educação brasileira: ensino, pesquisa e formação, da editora Dialética. A obra é uma organização de Francisco Thiago e Viviane Caminha.

Historiografia e história da educação brasileira: ensino, pesquisa e formação surgiu da necessidade de socializar textos escritos pelos(as) estudantes – mestrandos(as) e doutorandos(as) – ao longo do semestre e conta com a contribuição de investigadores(as) envolvidos(as) com a temática. O intuito da obra é avançar o campo dos estudos historiográficos com olhar específico para a produção do conhecimento no campo da História da Educação.

O livro é indicado para estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais da educação que estejam envolvidos em qualquer nível, etapa ou modalidade, e ainda nas esferas gerenciais dos processos educativos. Historiografia e história da educação brasileira: ensino, pesquisa e formação está disponível, para venda, no dia do lançamento e no site da editora Dialética. Clique aqui e adquira o seu.

 

Serviço

Lançamento do livro Historiografia e história da educação brasileira: ensino, pesquisa e formação – Organização de Francisco Thiago Silva e Viviane Machado Caminha

Data: 23/09

Horário: 19h30

Local: FE – 01 / Sala dos Papirus (Faculdade de Educação – Campus Darcy Ribeiro – UnB)

Eles poderiam estar vivos: documentário denuncia a política de morte do governo Bolsonaro

Com apoio do Grupo Prerrogativas, os cineastas Lucas e Gabriel Mesquita lançam o documentário “Eles Poderiam Estar Vivos”. O filme estreia esta quinta-feira 22/9, no youtube, às 21h – mas tem pré-estreia em Brasília às 19h.

O documentário “Eles Poderiam Estar Vivos”, dos cineastas Lucas e Gabriel Mesquita, faz uma breve análise do comportamento do presidente da República durante a mais grave crise sanitária já enfrentada pela humanidade em 100 anos, a pandemia de Covid-19. E demonstra como o presidente Bolsonaro pode ser culpado por mais da metade das mortes por Covid-19 ocorridas no Brasil.

O vídeo relembra que, enquanto líderes do mundo inteiro incentivavam o uso de máscaras e correram para comprar vacinas o mais rápido possível, Bolsonaro apostava no negacionsimo, em remédios ineficazes e se valia de argumentos pífios para adiar a compra da vacina. Há depoimentos de familiares de pessoas que morreram de Covid a poucos dias de se vacinarem.

“Eles Poderiam Estar Vivos” terá pré-estreia simultânea em São Paulo e Brasília. Lá, o evento ocorre na PUC-SP; aqui, na Faculdade de Comunicação da UnB, ambos às 19h.

O documentário terá ainda evento de lançamento na University of British Columbia, em Vancouver (Canadá).

Também na quinta-feira 22/9, porém uma hora mais tarde, às 20:30, o documentário estará disponível gratuitamente para todos, no canal do Youtube “Eles Poderiam Estar vivos”.

Veja o trailer do documentário

CLDF publica derrubada de vetos, mas mobilização deve continuar

A mobilização da categoria por meio da campanha VerbaSimVetoNão, o trabalho de corpo a corpo dos(as) diretores(as) do Sinpro e de alguns deputados distritais foram fundamentais para a derrubada de alguns vetos do governador Ibaneis Rocha, que atingiam diretamente a educação pública do DF. Durante a tarde desta terça-feira (23), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) confirmou a derrubada de alguns vetos ligados à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 que estabelecia metas e prioridades para o exercício financeiro do próximo ano.

Em votação no dia 19 de agosto, no Plenário da Casa, todos(as) os distritais presentes (16) votaram pela derrubada parcial. Oito parlamentes estavam ausentes. Conforme a publicação no dia 19 de agosto no Diário Oficial do DF, dentre os pontos que terão verbas para o próximo ano estão a construção de creches; ampliação de unidades de ensino fundamental; construção de unidade escolar; ampliação de unidade escolar; construção de unidade de ensino; e a transparência por meio de descentralização de recursos financeiros para as escolas (PDAF).

A diretora do Sinpro Luciana Custódio afirma que a votação de hoje representa uma conquista parcial, mas importante para a educação pública da capital federal, mas que ainda é preciso manter a mobilização. “Esses vetos representavam entraves que atingem investimentos na infraestrutura das escolas e na busca por uma educação pública de qualidade. Agora, com a derrubada desses vetos, as emendas propostas farão parte da LDO de 2023. Mesmo diante desta conquista parcial, precisamos manter a mobilização para que tenhamos a conquista, também, no que se refere aos nossos avanços salariais”, destaca.

Dois vetos ainda serão analisados pela Câmara Legislativa: a destinação de veto para o cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que se refere aos avanços salariais da categoria; e verba para a aquisição de equipamentos e meios para a preparação do ambiente escolar com condições sanitárias adequadas, além de investimento em tecnologia e equipamentos para possibilitar o amplo acesso ao ensino. Diante disto, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais devem manter a mobilização pedindo aos(às) deputados(as) o voto pela derrubada desses vetos.

 

 

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Governo lança medidas que reduzem salário mínimo e prejudicam trabalhadores

Na semana passada, o Ministério da Economia atualizou a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2022, utilizado para a correção do salário mínimo. A projeção do Boletim Macrofiscal, divulgado na quinta-feira (15/9), passou de 7,41% para 6,54%. Se esse percentual previsto se confirmar e não houver mudança na metodologia de cálculo, o reajuste do salário mínimo deste ano também será menor do que o estimado anteriormente.

A notícia, divulgada pela mídia, informa que, na semana anterior, o governo Jair Bolsonaro (PL) enviou a proposta de Orçamento de 2023, contemplando R$ 1.302 para o salário mínimo, valor que considera apenas a variação da inflação neste ano, antes estimada em 7,41%. Como recuou da projeção do INPC, o valor do salário mínimo também deve ficar cerca de R$ 10 menor do que a última projeção.

Se a inflação medida pelo INPC no acumulado de 2022 for diferente da estimativa, o governo federal poderá de rever o montante. A política de preços do País e de reajuste do salário mínimo afeta não só os salários dos(as) trabalhadores(as) da iniciativa privada, mas as remunerações dos(as) servidores(as) públicos(as), sobretudo os(as) da educação. Aliás, essa revisão do valor da inflação é uma medida temporária para favorecer o candidato do PL nas eleições de 2022.

Uma Nota Técnica (NT) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), elaborada e divulgada em agosto, mostra que as medidas tomadas recentemente pelo governo federal podem não surtir os efeitos desejados, até porque diversas dessas medidas têm caráter provisório, além de prejudicarem fortemente setores essenciais da vida do brasileiro, como é o caso da educação e da saúde.

Entenda por que as medidas para conter a inflação não têm efeito

A NT do Dieese traz elementos para entender o impacto das últimas medidas adotadas pelo governo Bolsonaro para conter a inflação crescente nos preços das coisas, como, por exemplo, a Lei Complementar 194, de agosto de 2022, que promove mudanças no Código Tributário Nacional e a na Lei Kandir para diminuir a carga tributária sobre os preços de combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, e nas Leis Complementares  192 (altera alíquotas do PIS/Pasep, Cofins e Cide para os combustíveis) e 159. Confira a NT no final deste texto.

Embora essas leis tenham sido criadas para conter a inflação, o Dieese, no entanto, mostra que, desde setembro de 2021, a inflação no Brasil vem se situando acima de 10% no acumulado de 12 meses. No documento, o departamento aponta as diversas causas dessa alta exorbitante da inflação e como tudo isso afeta setores fundamentais da vida brasileira, piorando a vida dos(as) trabalhadores(as).

O problema é a Política de Preço de Paridade de Importação (PPI)

A NT revela que as causas que provocam a inflação não só no Brasil, mas também no mundo, têm relação com a desorganização das cadeias produtivas de insumos e de matérias-primas e que, em grande medida, se deve aos efeitos da pandemia da covid-19 e, mais recentemente, da guerra da Otan (Ucrânia) contra a Rússia. No entanto, a inflação brasileira é motivada, fundamentalmente, por outras questões de natureza doméstica.

Dentre as mais impactantes, a gente pode citar os aumentos sucessivos e recorrentes nos preços de combustíveis, que ocorrem por causa da política de preços adotada ainda no governo Michel Temer (MDB), após o golpe de Estado de 2016, e continuada por Jair Bolsonaro (PL), que tem privatizado de forma fatiada a maior empresa de energia do País, a Petrobrás . Estamos falando da chamada política de Paridade de Preços de Importação (PPI), que dolarizou o petróleo brasileiro para assegurar o lucro de acionistas privados, tais como banqueiros, rentistas e empresas estrangeiras.

 

Privatização da Eletrobrás e elevação do preço da energia

Outro motivo é a elevação do preço da energia elétrica também dolarizado por causa da recente privatização de todo o setor de energia do País, incluindo aí, a venda a preço de banana da Eletrobrás. Soma-se a isso, a elevação do preço dos alimentos, quase diariamente, que tem prejudicado, sistematicamente, a população brasileira.

No entanto, as elevações dos preços dos combustíveis, em boa parte, são responsáveis pela pressão inflacionária atual, uma vez que produtos como gás e diesel são insumos fundamentais para as várias atividades produtivas. Ou seja, o aumento de preços é repassado para outros setores, causando uma alta generalizada. Para frear essa inflação nas vésperas das eleições 2022, o governo Bolsonaro adotou medidas que, basicamente, alteram a cobrança de tributos.

Medidas adotadas não têm efetividade

A NT do Dieese mostra que as medidas adotadas são de pouca efetividade e têm fôlego curto, como é o caso do congelamento da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Bens e Serviços (ICMS) e do estabelecimento de valores fixos de contribuição, redução de alíquotas, bem como da desoneração de alguns tributos – PIS, PASEP e Cofins – sobre alguns bens e serviços.

O Dieese destaca alguns dados reveladores de que se trata apenas de uma manobra econômica para garantir a eleição de Bolsonaro. Apenas no primeiro semestre de 2022, o diesel, por exemplo, acumulou uma alta de 33,39%; a gasolina, 8,06%; e o gás de cozinha de 7,49%. A inflação geral desse mesmo período medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)  ficou em 5,49%, portanto abaixo da alta registrada nesses insumos.

Adaptações do PIS, Pasep, Cofins, Cide, Lei Kandir são temporárias

A NT do Dieese explica que essas medidas que visam à desoneração de impostos e à redução de valores das alíquotas são temporárias, vão apenas até o fim deste ano. Vimos que essas medidas estão desacelerando a inflação, mas, além de estarem programadas para durarem até dezembro de 2022, nada garante que no próximo ano os preços não voltem a crescer.

Segundo a NT, essas medidas têm fôlego curto porque pode haver eventos que promovam aumentos generalizados dos preços. Mesmo com elas, os preços dos combustíveis continuam subindo em ritmo acelerado, muito acima da inflação: quando calculamos o acumulado da inflação, a gente vê que subiu muito mais. Além dos dados inflacionários do primeiro semestre de 2022, a gente vê também que, em 2021, por exemplo, a inflação medida pelo IPCA acumulado foi de 10,16%, enquanto a gasolina aumentou, no período, 47,49%; o diesel, 46,04%; e, o gás de cozinha, 36,99%.

Ou seja, tivemos um aumento exorbitante e importante desses itens básicos e as medidas que foram tomadas agora nem de longe significam que a classe trabalhadora irá recuperar essas perdas ocorridas em 2021 e em 2022. A NT do Dieese é didática e aprofunda, de forma simples e de fácil entendimento, o que ocorre na economia para favorecer o candidato do PL à reeleição à Presidência da República.

Essas medidas, contudo, além de não conseguirem cumprir o seu objetivo, podem significar uma redução de arrecadação para estados e municípios, prejudicando mais uma vez a sociedade, com a diminuição de recursos financeiros para a educação e a saúde.

No caso dos derivados de petróleo, as mudanças são completamente sem efeito. A NT prova que, para resolver o problema de preços no País e reduzir a inflação, é preciso haver uma mudança na PPI. Não mexendo nessa política, tudo vai continuar como está.

 

Clique aqui e confira na NT do Dieese como a Educação é prejudicada com as medidas econômicas do governo Bolsonaro

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Juca Kfouri é o convidado do primeiro encontro promovido pelo projeto Diálogos Contemporâneos

Acontece, nesta segunda (19), o primeiro encontro do projeto Diálogos Contemporâneos, que conta com a participação do jornalista esportivo, Juca Kfouri. O encontro acontecerá no Museu Nacional, às 19h, e tem como tema “História, cultura e futebol”.

A entrada é franca e não há necessidade de inscrição. Para quem vai assistir às conferências presencialmente, os ingressos serão distribuídos no Museu Nacional, a partir das 18h do dia de cada conferência, por ordem de chegada e apenas um por pessoa. Para aqueles(as) que não puderem comparecer presencialmente, as conferências serão transmitidas ao vivo pelo canal da AACIC no YouTube.

Além da conferência gratuita no Museu da República, todos os convidados visitarão uma escola ou universidade para conversar sobre suas obras. A primeira a receber a visita, que será feita pelo jornalista Juca Kfouri, é o CEM 02 de Ceilândia.

 

O convidado

Juca Kfouri é escritor, autor da obra ”Confesso que perdi: Memórias”, da Cia das Letras. Formado em Ciências Sociais pela USP, é jornalista há 52 anos, dirigiu as revistas Placar e Playboy, é colunista da Folha de S. Paulo, do Portal UOL, da Rádio CBN, faz o programa Entre Vistas da TVT e é comentarista do ICL Notícias.

 

IFB divulga edital de concurso com salário de até R$ 9,6 mil

O Instituto Federal de Brasília (IFB) publicou editais de concurso público para contratação de 50 novos servidores, sendo 34 técnico-administrativos em Educação e 16 professores. Os(as) interessados(as) devem acessar o sítio da Fundação CEFETMINAS (FCM) e realizar a inscrição no período que vai de 26 de setembro a 17 de outubro. As provas objetivas estão previstas para serem aplicadas no dia 22 de janeiro de 2023.

As vagas são para lotação nos diversos campi do IFB, localizados no Plano Piloto, Ceilândia, Estrutural, Gama, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião e Taguatinga. A remuneração varia de R$ 2.403,07 a R$ 9.616,18, a depender da titulação do candidato aprovado. Para mais informações, acesse o site da FCM (links abaixo) com os editais e cronogramas dos certames.

Edital – Docentes

Edital – Técnico-Administrativo

Sexto encontro do ciclo de debates sobre Educação Física acontece nesta segunda

Hoje (19), acontece mais um encontro do 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal, que tem como tema “Crescimento e Desenvolvimento”. A atividade será realizada no auditório da sede do Sinpro (SIG), às 19h, com transmissão pelo Zoom.

Fique por dentro

Este é o sexto encontro do Ciclo de Debates, tendo como convidada a Prof.ª Ana Cristina de David (UnB) e mediação do Prof. Juarez Sampaio (SEEDF). Aos participantes será garantida certificação, contanto que tenham ao menos 75% de presença ao final dos encontros. O 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal vem sendo realizado desde 24 de agosto e se estende até 5 de outubro, tendo como intuito agregar professores-pesquisadores que estão ou têm interesse em ingressar nos quadros da SEEDF, para organização e estudos sobre Educação Física na rede pública de ensino.

 

Serviço

Sexto encontro do 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal – Crescimento e Desenvolvimento

Data: 19/09

Horário: 19h

Transmissão: https://bit.ly/3BTmnk4

ID da reunião: 884 3292 7913 | Senha de acesso: 219325

Sinpro alerta: cuidado para não cair no golpe!

Vamos começar esta publicação com a afirmação: nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. Isso é golpe!

O mais novo golpe contra aposentados e aposentadas da categoria com processos na justiça envolve a falsificação de supostos documentos, que recebem até logomarcas de bancos, e informam de depósitos falsos prestes a serem feitos nas contas dos golpeados(as) – contanto que sejam feitos depósitos-pix em contas de pessoas físicas, ou depósitos para pagamento para supostos despachantes ou certidões de cartórios, a título de honorários ou adiantamentos, pagamentos de supostos despachantes ou supostas certidões de cartórios.

Vamos repetir a afirmação do primeiro parágrafo: isso é golpe! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na Justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas!

Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570 e informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.

O Sinpro muitas denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato.  

Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:

 

Ouça também o áudio do golpe: 

 

Modus operandi

São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de 5 dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.

Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. É golpe! O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o Jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.

Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. 

Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:

 

Golpe 1

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 2

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 3

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 4

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 5

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 6

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 7

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 8

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 9

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi: 

 

Sinpro alerta categoria sobre os golpes de internet

 

 

Atenção, não caia no golpe!

 

Sinpro informa que criminosos continuam aplicando o golpe na categoria

Cuidado com o novo golpe na praça. Fique atento e não caia nessa

Golpistas criam nova modalidade criminosa. Não caia no golpe

Bandidos(as) põem em curso nova modalidade de golpe

Sinpro alerta: dinheiro fácil é golpe!

Bandidos aplicam novo golpe do precatório contra professores

Fraudes pelo telefone: aprenda a identificar o golpe

 

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101 anos do nascimento de Paulo Freire e a luta por uma educação inclusiva e libertadora

Neste 19 de setembro, o Brasil e o mundo comemoram os 101 anos de nascimento do educador, pedagogo e filósofo Paulo Freire (1921-1997). Atacado e vilipendiado pelo governo Jair Bolsonaro (PL), Freire e dono de uma obra reconhecida e referência em todo o planeta e adotada, sobretudo, pelos países desenvolvidos.

 

Ele é considerado o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais, principalmente, pelo método de alfabetização de adultos que leva o seu nome: “Método Paulo Freire”. Desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político para conscientizar os(as) estudantes, principalmente, os(as) das classes menos favorecidas a entenderem sua situação de oprimido(a) e ter pensamento crítico para reagir e aptidão para agir em favor de sua libertação.

 

Freire é o terceiro pensador mais citado em faculdades de humanas pelo mundo, mas, no Brasil, tem sido atacado por Bolsonaro e seu seguidores assiduamente, justamente, porque Freire construiu um método que leva o(a) estudante a ter pensamento crítico, capaz de olhar a realidade e enxergar quem e o que o está prejudicando em suas várias dimensões sociais, econômicas, culturais, educacionais etc.

 

Em 2012, ele foi nomeado Patrono da Educação Brasileira, título que também é perseguido pelo governo bolsonarista. O seu método de alfabetização completou 59 anos, em 2022, e é um dos mais utilizados, atuais e relevantes nas discussões mundiais sobre pedagogia. Freire é estudado, por exemplo, em universidades norte-americanas, homenageado com escultura na Suécia, nome de centro de estudos na Finlândia e inspiração para cientistas em Kosovo.

 

Um levantamento do pesquisador Elliott Green, professor da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, na Inglaterra, indica que o livro fundamental da obra do educador, “Pedagogia do Oprimido”, escrito em 1968, é o terceiro mais citado em trabalhos acadêmicos na área de humanidades em todo o mundo.

 

O Sinpro-DF tem Paulo Freire como referência deste que o sindicato foi criado e recriado, antes, durante e após a ditadura militar. Aliás, Freire foi um dos pensadores brasileiros mais perseguidos pelos militares que deram o golpe de Estado de 1964 e um dos primeiros a serem exilados. Voltou ao País após anos fora atuando em grandes universidades de outros países e organizações mundiais.

 

Este ano, em continuidade às comemorações do centenário do nascimento de Freire, o Sinpro-DF adere à luta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e participa da Plenária Popular Mundial da Educação, que irá ocorrer em Pernambuco, terra natal do educador e palco da continuação da celebração do centenário do nascimento de Paulo Freire.

 

O encontro mundial das trabalhadoras e trabalhadores da educação será na Universidade Federal do Estado (UFPE), no dia 19 de setembro, a partir das 9h. A atividade faz parte da Celebração do Centenário de Paulo Freire, que acontece em Recife de 17 a 20 de setembro e vai defender a memória do patrono da educação no Brasil. Em 2021, Paulo Freire faria 100 anos.

 

Convocada pela Internacional da Educação para América Latina (IEAL) e pela Rede Latino-Americana de Estudos sobre o Trabalho Docente (RED ESTRADO), na celebração do Centenário de Paulo Freire terá Encontro Rede de Mulheres Trabalhadoras da Educação da América Latina e o Movimento Pedagógico Latino-Americano – MPLA.

 

Clique no link a seguir para acessar a programação:

https://fnpe.com.br/centenariopaulofreire/2022/08/01/veja-a-nova-programacao-da-celebracao-do-centenario-de-paulo-freire/

 

Clique aqui e acesse o texto da CNTE

https://www.cnte.org.br/index.php/menu/comunicacao/posts/noticias/75266-plenaria-mundial-da-educacao-vai-defender-memoria-de-paulo-freire-o-patrono-da-educacao-no-brasil

 

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Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é o tema do TV Sinpro

No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado em 21 de setembro, o TV Sinpro dedica o programa a promover uma reflexão sobre a inclusão e a acessibilidade das Pessoas com Deficiência (PCD). O programa vai ao ar pela TV Comunitária e redes digitais do Sinpro-DF, nesta quarta-feira (21/9), às 19h.

Nesta edição, Carlos Maciel, diretor do sindicato, bateu um papo com a professora Érica Trabuco sobre os desafios e as barreiras atitudinais, arquitetônicas, tecnológicas, comunicacionais, dentre outras, que os(as) profissionais PCD enfrentam e que limitam sua participação no mundo e no mercado de trabalho, na sociedade, e, principalmente, na Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF).

“Este 21 de setembro é uma data especial para a gente mostrar que não basta reserva de vagas nos concursos para profissionais PCD. Além da reserva de vagas e de mais concursos públicos para a rede pública de ensino, a Secretaria de Educação precisa ultrapassar várias barreiras que ainda existem dentro da escola, principalmente as barreiras atitudinais e arquitetônicas. Consideramos que o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é mais um momento para a gente relatar os problemas, sugerir soluções e cobrar as políticas de inclusão”, afirma o diretor.

Érica Fernanda Paiva Curado Trabuco é PCD e professora concursada da rede pública de ensino do Distrito Federal. Autista nível 1, ela é graduada em Letras – Português e Inglês, pelo Centro Universitário de Anápolis (Unievangélica 2000) e em Pedagogia (Unyleya 2020). Também é pós-graduada em Psicopedagogia (Unievangélica 2001) e em Atendimento Educacional Especializado (Unyleya-2018).

Servidora efetiva da SEE-DF desde 2002, ela atua em Atendimento Educacional Especializado desde 2013. Também tem participação em movimentos de luta por direitos das pessoas com deficiência, por meio de associações de organização civil como Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas Autistas (ABRAÇA), no Coletivo de luta de Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência da Central Única de Trabalhadores do Distrito Federal, Frente Nacional de Mulheres com Deficiência.

O TV Sinpro vai ao ar dia 21 de setembro, às 19h, na TV Comunitária, e também no Youtube e no Facebook do Sinpro-DF.

 

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