“Ela é marrom igual a mim!”

Representatividade. Oito sílabas. Dezoito letras.

Segundo o dicionário, significa “qualidade de uma amostra constituída de modo a corresponder à população no seio da qual ela é escolhida.”

É muita palavra fria e distante. O mundo entendeu melhor o que significa “representatividade” com este vídeo aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=SJsNPlmiY7s

O vídeo mostra crianças assistindo a um filme infantil, como qualquer criança. Um pouco mais de atenção e percebemos que todas as crianças no vídeo são negras. E, no filme infantil a que elas assistem, a personagem principal, a sereia Ariel (que é linda e canta maravilhosamente bem), também é negra. Interpretada pela cantora e atriz Halle Bailey.

Em pouco mais de um minuto, vemos meninas negras e inocentes se reconhecendo na personagem. Se percebendo na Sereia de Halle Bailey. Seus olhinhos passam a brilhar, o sorriso nos lábios torna-se indisfarçável. Elas estão felizes. Elas se reconheceram na personagem do filme. Uma delas explode em alegria, e diz sorrindo: “Mamãe, ela é marrom igual a mim!”

Essas menininhas ficaram felizes da vida ao verem o trailer do filme “A Pequena Sereia”, live action produzido com todo o esmero e a magia dos estúdios Disney. O trailer está disponível no Youtube desde 9 de setembro. A versão original, em inglês, conta com 18 milhões de visualizações – a versão dublada em português já bateu a marca do milhão.  

Críticas negativas à atriz negra

Se você chorou ao ver o vídeo das menininhas, não está sozinho(a). A própria Halle Bailey se emocionou com ele. No dia 12 de setembro, ela compartilhou o vídeo em sua conta no Twitter e disse “Muita gente me enviou esse vídeo o fim de semana inteiro. Estou realmente maravilhada, isso significa o mundo para mim”.

Mas teve quem chorasse com o trailer da Disney. A versão em inglês foi inundada com comentários racistas, que questionavam a escalação de uma jovem negra para viver uma sereia: “Não existem sereias negras, isso é um absurdo!” – argumentavam os comentários (como se sereias existissem de verdade).

Bailey não se abala com esses comentários. Já declarou à revista Variety estar muito empolgada com o papel de Ariel: “Sinto que estou sonhando e sou apenas grata, não presto atenção à negatividade. Vai ser lindo e estou muito animada por fazer parte disso.”

A diretora do Sinpro Márcia Gilda comemora essa mudança no comportamento da indústria do entretenimento: “Nos filmes, os heróis tinham o padrão europeu: olhos azuis, cabelos loiros, pele branca. As crianças não se viam naqueles heróis, e muitas vezes queriam se transformar para se parecerem com eles. Então, por muito tempo tivemos crianças desejando alisar ou tingir o cabelo, mudar o seu estilo pra tentar parecer com um personagem que não refletia suas características. Hoje, com o filme que traz uma heroína negra, a criança se vê. Isso se chama representatividade. E me lembrou o vídeo da menininha que via a [apresentadora do Jornal Hoje da rede Globo] Maju Coutinho e se reconhecia nela, pois quase não havia apresentadoras negras. Essa felicidade dessas crianças significa que elas entendem “eu também posso ser rainha, eu também posso ser princesa, eu posso ser o que eu quiser”, relata Gilda, que é coordenadora de secretaria para assuntos de raça e sexualidade do Sinpro.

Arte é isso. É fazer você se sentir bem (ou mal). É fazer você pensar. É fazer você refletir sobre a sociedade em que você vive, e as mudanças pelas quais ela passa. Que venha Halle Bailey no papel de Ariel!

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Debate eleições 2022 | O que candidatos ao GDF apresentam à educação pública

Onze candidatos e candidatas disputam o governo do Distrito Federal nas eleições deste ano. Eles e elas citam a educação no plano de governo, já que o setor é estratégico para o crescimento socioeconômico do DF – e de qualquer lugar do mundo. O Sinpro-DF fez o recorte dos quatro primeiros colocados nas intenções de voto e apurou o que eles e elas apresentaram para a educação pública nos debates realizados até agora.

A pesquisa de intenção de votos levada em consideração foi a do Ipec, publicada no dia 30 de agosto. Os pronunciamentos analisados foram os realizados nos três debates com os(as) candidatos(as) ao GDF: o da Band Brasília, realizado dia 7 de agosto, antes do início das campanhas eleitorais; o do Correio Braziliense, realizado no dia 18 de agosto; e o do Metrópoles, realizado dia 23 de agosto, ambos após o início da campanha eleitoral, aberta oficialmente no dia 16 de agosto.

Concorrem ao GDF, em ordem alfabética: Coronel Moreno (PTB); Ibaneis Rocha (MDB); Izalci (PSDB); Keka Bagno (PSOL); Leandro Grass (PV); Leila Barros (PDT); Lucas Salles (DC); Paulo Octávio (PSD); Renan Arruda (PCO); Robson da Silva (PSTU); Teodoro da Cruz (PCB).

Ibaneis
Embora o cenário caótico imposto à educação do DF – e outros setores sociais –, Ibaneis Rocha (MDB), atual governador e candidato à reeleição, está à frente nas pesquisas. Segundo o Ipec, ele tem 41% das intenções de voto.

Advogado milionário, o atual governador foi questionado várias vezes pelos(as) demais candidatos(as) sobre os casos de corrupção que aconteceram durante seu governo.

Ibaneis também foi o único candidato a faltar um dos debates realizados: o primeiro após o início da campanha eleitoral.

O atual governador não fez muita questão de tratar sobre a educação pública do DF, que foi marcada nos últimos três anos e oito meses por salas de aula superlotadas, estudantes com deficiência sem monitores, professores(as) e orientadores(as) educacionais sem qualquer tipo de reajuste salarial abandono, sobretudo, no período mais agudo da pandemia da Covid-19.

Questionado sobre a violência nas escolas, Ibaneis, que implementou a militarização das escolas por decreto, disse que o retorno às escolas quando a pandemia foi contida “gerou sim algum tipo de violência”. “Nós sabemos que isso tem sido tratado dentro da Secretaria de Educação, juntamente com o pessoal da Secretaria de Segurança, onde se criou um efetivo plano de enfrentamento à violência dentro das nossas escolas”. Até agora, a militarização das escolas não apresenta nenhum resultado positivo. Ao contrário, o que se mostra com a presença de policiais na gestão escolar é a evasão, os casos de assédio e de cerceamento do direito de cátedra.

Paulo Octávio
Atrás de Ibaneis nas pesquisas das eleições 2022, está o empresário Paulo Octávio (PSD), com 9% das intenções de voto. Nos debates, ele, que declarou R$ 618.868.229,48 em bens ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não chegou a citar as minguadas cinco propostas apresentadas para a educação em seu plano de governo.

Quando questionado sobre a violência nas escolas, Paulo Octávio disse que “não têm casos comprovados de agressão a alunas nas escolas públicas do DF”. Além disso, ao ser questionado sobre ensino domiciliar, indicou apoio à proposta repudiada por especialistas em educação, já que a iniciativa impede que crianças e adolescentes tenham acesso às diversas realidades sociais, vedando o contato com a pluralidade e a diversidade, além de negar a pedagogia como ciência.

O candidato disse que quer acabar com o analfabetismo no DF e que quer construir cinco escolas profissionalizantes. O plano de governo de Paulo Octávio fala na construção de dez escolas profissionalizantes.

Leila Barros
Também conhecida como Leila do Vôlei, a candidata do PDT aparece nas pesquisas com o mesmo percentual de intenção de votos de Paulo Octávio: 9%.

Nos debates, Leila falou que tem como uma das principais metas para a educação do DF “potencializar a busca ativa” de estudantes que deixaram as escolas, sobretudo, durante a pandemia da Covid-19.

A candidata ainda afirmou que quer investir no ensino tecnológico, priorizar o ensino técnico, “fortalecer as creches” e o Batalhão Escolar. “A polícia, a segurança, tem que estar fora das escolas, protegendo aquela escola dentro daquele território”.

Leandro Grass
O professor Leandro Grass (PV) aparece na pesquisa do Ipec com 7% das intenções de voto. Deputado distrital, ele é conhecido por sempre ter votado a favor da educação e dos profissionais do magistério. “Propus vários projetos de lei, encaminhei mais de R$ 30 milhões para a educação”, disse o candidato ao governo.

O candidato diz que tem entre as metas para a educação a busca ativa, o combate à evasão e ao abandono, a realização do “diagnóstico daquilo que cada estudante tem de aprendizado a ser realizado”, o estímulo dos professores, o “fomento das boas práticas pedagógicas dentro das escolas”, o respeito à autonomia de cada comunidade escolar.

De forma incisiva, Leandro Grass disse que “quando iniciou a pandemia, em março de 2020, a única coisa que o governo (do DF) foi capaz de fazer foi jogar para a televisão um conjunto de aulas totalmente desconectadas dos projetos pedagógicos das escolas”. “Não foi feita uma busca ativa dos estudantes. Não foi feita uma inclusão tecnológica desses estudantes. Como ficaram os estudantes do campo, os estudantes do Ensino de Jovens e Adultos? Abandonados”, afirmou Grass.

Além da luta em defesa da educação pública, Leandro Grass também atua em defesa da transparência das ações públicas. Ele denunciou o caso de corrupção de compra superfaturada de testes de Covid-19 ineficientes, realizada pela Secretaria de Saúde. O caso investigado pela Polícia Civil na operação Falso Negativo levou toda cúpula da SES-DF à prisão.

Não foi verificado nas agências de checagem a análise das falas dos(as) candidatos(as) referentes à educação nos três debates abordados na matéria.

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Bolsonaro corta 60% do dinheiro da Farmácia Popular para abastecer as emendas do relator

O governo Jair Bolsonaro (PL) cortou 60% dos recursos do Orçamento de 2023 para os medicamentos da Farmácia Popular. O corte vai suprimir R$ 1,2 bi do programa que distribui gratuitamente remédiosde alto custo para doenças sem cura, porém, tratáveis com medicação contínua.O alerta sobre esse desfalque no programa social foi acionado pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (ProGenéricos), que congrega os principais laboratórios que atuam na fabricação e na comercialização desses produtos no País.

 

Segundo apuração da mídia, o dinheiro para os medicamentos gratuitos caiu de R$ 2,04 bilhões, no Orçamento de 2022, para R$ 804 milhões, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2023, enviado ao Congresso no fim de agosto. O dinheiro, segundo a CUT Brasil, foi cortado do programa popular para ser desviado para as chamadas “emendas de relator”. “Orçamento secreto comandado pelo presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), com apoio de Bolsonaro vai “comer” R$ 1,2 bi do programa Farmácia Popular que distribui gratuitamente remédios“.

 

O corte representa R$ 1,2 bilhão a menos e vai de fraldas geriátricas a remédios para todo tipo de doença atendida pelo programa, como os medicamentos de controle de pressão alta, diabetes e asma. Significa dizer que, o corte, vai prejudicar mais de 20 milhões de usuários(as). A ProGenéricos informou, nessa terça-feira (13/9), que Bolsonaro cortou 13 tipos de diferentes princípios ativos de remédios usados.

 

Telma Salles, presidente da associação, disse que os(as) brasileiros(as) que precisam da Farmácia Popular “vão deixar de ter o produto e utilizar o pouco dinheiro que têm para comprar o medicamento”. E completou: “Há um desvio de finalidade do recurso de uma população que já é economicamente frágil”.Ela disse também que a diminuição da impossibilidade de alguém se tratar é devastadora sobre todas as formas. “Tem o agravamento da doença e o custo para o próprio Sistema Único de Saúde, o SUS. Não me parece ser inteligente porque vão afogar o SUS com doença que não são tratadas”, acrescentou.

 

A repercussão negativa deixou os administradores da campanha eleitoral de Bolsonaro em pânico a ponto de deputados federais e senadores bolsonaristas estarem atuando, dentro do Congresso Nacional, às pressas, para reverter o impacto da decisão, e o próprio Jair Bolsonaro determinar que os ministros da Economia e da Saúde, Paulo Guedes e Marcelo Queiroga, respectivamente, revertam os cortes feitos no orçamento do programa Farmácia Popular para o próximo ano.

 

Segundo o site 247, Bolsonaro, que segundo as pesquisas de intenção de voto está atrás do  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), demonstrou temer o desgaste eleitoral resultante da redução de 60% dos valores repassados para o programa. No entanto, o alerta da ProGenéricos é real e, mesmo que reverta a situação agora, essa reversão é temporária e vai valer até depois das eleições de 2022 ou apenas até 31 de dezembro de 2022, como é o caso do Auxílio Brasil, cujo valor de R$ 600 só vale até essa data. A partir de janeiro de 2023, o valor do Auxílio Brasil cai para R$ 400.

 

Esse recurso suprimido da Farmácia Popular descrito no PLOA 2023 impacta nas contas da população pobre. Se o Auxúilio Brasil hoje no valor de R$ 600 não cobre nem sequer a cesta básica, imagine a de remédios de doenças não tratáveis.Em todo o País, o valor da cesta básica hoje varia entre R$ 650 e R$ 790. Dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Diesses) sobre custo da cesta básica divulgados em agosto mostram que o valor dos produtos da cesta básica supera até o valor do atual Auxílio Brasil na maior parte do País.

 

Em Brasília, por exemplo, o valor da cesta no mês de agosto foi R$ 689,31; em São Paulo, foi R$ 749,78; Rio de Janeiro, R$ 717,82; Belo Horizonte, R$ 638,19; Porto Alegre, R$ 748,06; Salvador, R$ 568,21; Aracaju, R$ 539,57. Confira aqui os dados do Dieese. O Farmácia Popular é uma conquista da população brasileira, criado, em 2003, justamente para atender a uma reivindicação histórica da população brasileira, para driblar as políticas econômicas liberais que enriquecem as classes mais ricas e empobrecem todos os dias as classes assalariadas e sem salário e, sobretudo, para cumprir a Constituição Federal.

 

Trata-se de um programa social importante de saúde pública porque facilita o acesso a medicamentos de doenças comuns e presente num número elevado de pessoas da população, como, por exemplo, a asma, o diabetes e a pressão alta, que são três grandes nichos desse atendimento.As pessoas pegavam medicamentos de alto custo para esses e outros problemas de saúde nas farmácias populares por meio de cadastro. Cortar esses medicamentos reforça apenas aquilo que vem sendo denunciado pela as forças de esquerda: o governo Bolsonaro despreza a população pobre a ponto de jogá-la à própria sorte tanto na alimentação – a gente está vendo que a população está passando fome e que está cada vez mais na miséria – e agora vai tirar também a medicação.

 

Tudo isso para financiar os parlamentares que apoiam este governo.Isso deixa bem explícita a inversão de valores sociais e um desrespeito à Constituição que prevê que o cidadão tenha acesso à saúde pública numa dimensão que jamais foi vista no Brasil. Não se trata de um mero projeto de desmonte de programas sociais implantados em outros governos porque, da forma que tem sido feito,trata-se da desconstrução acelerada da própria Constituição Federal. Com a desculpa de cortar as políticas sociais e humanas criadas no Brasil nos governos democrático-populares, o governo neoliberal de Bolsonaro está reescrevendo uma nova Constituição Federal, excludente e anticidadã.

 

O desmonte da Farmácia Popular é uma das mais perversas destruições de políticas públicas já visto no País. É um desvio de dinheiro público para um orçamento secreto que vai desde o dinheiro do Orçamento público até a venda, se a anuência da população, das riquezas públicas nacionais, dos territórios e dos sistemas públicos de atendimento à população, como os Sistema Único de Saúde (SUS) e o setor da saúde em geral, o sistema educacional, o setor de energia e todos os outros essenciais para a soberania do País e pertencentes à população.O resultado é que, comprovadamente, a vida do povo brasileiro piorou muito com Jair Bolsonaro.

Quinto encontro do ciclo de debates sobre Educação Física acontece nesta quarta

Hoje (14), acontece o quinto encontro do 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal e tem como tema “Fundamentos didático-pedagógicos da Educação Física”. A atividade será realizada em ambiente virtual, às 19h, pela plataforma Zoom.

Fique por dentro

Este é o quinto encontro do Ciclo de Debates, tendo como convida a Prof.ª Melina Alves, da Universidade Federal da Paraíba. Aos participantes será garantida certificação, contanto que tenham ao menos 75% de presença ao final dos encontros. O 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal vem sendo realizado desde 24 de agosto e se estende até 5 de outubro, tendo como intuito agregar professores-pesquisadores que estão ou têm interesse em ingressar nos quadros da SEEDF, para organização e estudos sobre Educação Física na rede pública de ensino.

 

Serviço

Quinto encontro do 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal – Fundamentos didático-pedagógicos da Educação Física

Data: 14/09

Horário: 19h

Transmissão: https://bit.ly/3xjcEAv

ID da reunião: 819 3959 6403 | Senha de acesso: 324901

Professor Carlos conta com sua ajuda!

O Sinpro conta com a sua colaboração para ajudar Carlos Alberto, que passa por dificuldades financeiras. Professor em regime de contrato temporário, Carlos não conseguiu ser selecionado para nova contratação. Atualmente, está desempregado e passando por momentos de luto e problemas de saúde na família. Você pode ajudá-lo, com qualquer quantia, fazendo uma transferência para a chave PIX Celular: (61) 98652-5809. Agradecemos a sua generosidade.

Vamos ajudar a Prof.ª Shirlene a cuidar o Benjamim?

A professora aposentada Shirlene Emídio é uma avó atípica, sendo a principal provedora de seu lar, e conta com a sua colaboração para poder ajudar o neto Benjamin, de 2 anos. Ao nascer, a criança teve muitos problemas alimentares, desenvolvendo diversos tipos de alergias. Benjamim teve uma introdução alimentar muito difícil e, além das reações alérgicas começou a apresentar dificuldades sensoriais.

Com um ano e seis meses, após diversos acompanhamentos, consultas com especialistas, exames, intervenções precoces e terapias, ele foi diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista e Transtorno do Processamento Sensorial. Apesar de fazer terapias alimentares e de integração sensorial, ele ainda não evoluiu a ponto de conseguir se alimentar de outra coisa que não seja a fórmula a base da proteína de arroz.

O pequeno Benjamim tem vários problemas de saúde provocados pelas alergias alimentares e as despesas para seu tratamento chegam a 9 mil mensais. A mãe dele, que é filha de Shirlene, teve de sair do emprego e se dedicar exclusivamente ao filho e a pensão que recebe do pai não é suficiente para custear as despesas. Vamos ajudar a Prof.ª Shirlene a cuidar o Benjamim? Participe da vaquinha virtual clicando aqui ou fazendo um PIX para 3121843@vakinha.com.br.

Professora tenta ajuda para competir nos Jogos Mundiais para Transplantados

Desde que descobriu que precisava passar por um transplante, há 15 anos, a professora aposentada Maria Alice, de 50 anos, mudou seu estilo de vida. Em 2007, Alice foi diagnosticada com hepatite autoimune, recebendo a notícia de que a única saída que tinha era realizar um transplante de fígado.

Emocionada, Maria Alice conta que ficou em choque, pois passava por momentos difíceis também em sua vida pessoal. “Meu chão se abriu. Fiquei em choque, mas não desisti”, relembra. Na época, os transplantes estavam suspensos na rede pública do DF. De 2007 a 2013, a professora aposentada foi estabelecendo sua saúde e se manteve firme, passando por altos e baixos, na espera do transplante.

Em 2013, ela recebeu a notícia de que os transplantes haviam sido retomados e que teria a chance de mudar de vida. Maria Alice recebeu seu novo fígado no dia 22 de agosto desse mesmo ano e desde então, tem se dedicado à corrida de rua, não só como hobby, mas um novo estilo de vida. A atleta já participou de várias competições, dentre elas, os Jogos Brasileiros para Transplantados, em que tirou a medalha de ouro, categoria 50 anos+. Hoje, seu sonho é participar dos Jogos Mundiais para Transplantados, que acontecerá em abril de 2023, na Austrália.

Para participar, Alice conta com a sua ajuda para custear as despesas com a competição, que giram em torno de 30 mil reais, valor que inclui não só as passagens, mas também hospedagem e alimentação. Colaborar com o sonho da professora atleta da nossa categoria é fácil.

Clique aqui e colabore com a vaquinha virtual criada para ajudar na arrecadação.

Para todos e todas, Maria Alice deixa um recado importante. “O SIM à doação de órgãos salvou a minha vida e pode salvar muitas outras. Doe órgãos, doe vida!”, enfatiza.

Quarto encontro de ciclo de debates sobre Educação Física acontece hoje no Sinpro

Nesta segunda-feira (12), o 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal tem como tema “O processo de ensino: aprendizagem em Educação Física”. A atividade será realizada no auditório da sede do Sinpro (SIG), às 19h, com transmissão pelo Zoom.

Fique por dentro

Este será o quarto encontro do Ciclo de Debates, tendo como convida a Prof.ª Jaciara Leite e mediação da Prof.ª Élevin Dias. Aos participantes será garantida certificação, contanto que tenham ao menos 75% de presença ao final dos encontros. O 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal vem sendo realizado desde 24 de agosto e se estende até 5 de outubro, tendo como intuito agregar professores-pesquisadores que estão ou têm interesse em ingressar nos quadros da SEEDF, para organização e estudos sobre Educação Física na rede pública de ensino.

 

Serviço

Quarto encontro do 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal – O processo de ensino: aprendizagem em Educação Física

Data: 12/09

Horário: 19h

Local: Auditório do Sinpro-DF

Endereço: SIG, Quadra 6, Lote 2260 – Setor Gráfico, Brasília/DF

Transmissão ao vivo:

Transmissão ao vivo: https://bit.ly/3Dm7yaC

ID da reunião: 829 7704 8875 | Senha de acesso: 977951

 

Sinpro alerta categoria sobre os golpes de internet

Vamos começar esta publicação com a afirmação: nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. Isso é golpe!

O mais novo golpe contra aposentados e aposentadas da categoria com processos na justiça envolve a falsificação de supostos documentos, que recebem até logomarcas de bancos, e informam de depósitos falsos prestes a serem feitos nas contas dos golpeados(as) – contanto que sejam feitos depósitos-pix em contas de pessoas físicas, ou depósitos para pagamento para supostos despachantes ou certidões de cartórios, a título de honorários ou adiantamentos, pagamentos de supostos despachantes ou supostas certidões de cartórios.

Vamos repetir a afirmação do primeiro parágrafo: isso é golpe! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na Justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas!

Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570 e informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.

O Sinpro muitas denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato.  

Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:

 

Ouça também o áudio do golpe: 

 

Modus operandi

São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de 5 dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.

Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. É golpe! O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o Jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.

Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. 

Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:

 

Golpe 1

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 2

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 3

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 4

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 5

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 6

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 7

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 8

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 9

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi: 

Sinpro informa que criminosos continuam aplicando o golpe na categoria

Cuidado com o novo golpe na praça. Fique atento e não caia nessa

Golpistas criam nova modalidade criminosa. Não caia no golpe

Bandidos(as) põem em curso nova modalidade de golpe

Sinpro alerta: dinheiro fácil é golpe!

Bandidos aplicam novo golpe do precatório contra professores

Fraudes pelo telefone: aprenda a identificar o golpe

 

MATÉRIA EM LIBRAS

NOTA DE PESAR | Professor Raphael Monforte, presente!

Perder quem a gente ama é dor indescritível. Consolar quem passa por isso, improvável. O que podemos fazer é ser amparo. É com esse intuito que o Sinpro-DF dedica esta nota de pesar aos familiares e amigos do professor Raphael Seiti Miura Monforte.

Raphael tinha 36 anos, e era diretor do Centro de Ensino Fundamental São Miguel Arcanjo, em São Sebastião. O corpo do professor foi encontrado carbonizado no porta-malas de seu carro, no último dia 7 de setembro.

A morte de Raphael ainda é investigada pela Polícia Civil do DF. Torcemos para que o caso seja finalizado o quanto antes, e que o sofrimento dos amigos e familiares do professor seja, ao menos, mitigado.

Tragicamente, professor Raphael se foi. Ficam seus ensinamentos, seu exemplo de companheirismo e sua dedicação à profissão de professor. Que o sorriso aberto de Raphael, exposto na foto desta nota de pesar, se faça presente nos corações de todos e todas que o amam.

A cerimônia de falecimento do professor será neste domingo (11/9), às 15h, no Cemitério Jardim Metropolitano, em Valparaíso (GO).

 

Professor Raphael Monforte, presente!

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