Anpae realiza o XII Seminário Regional Centro-Oeste

A Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae) realiza, nos dias 13 e 14 de setembro, o XII Seminário Regional Centro-Oeste, com o tema Políticas Educacionais: resistência e retomada da democracia e do estado. O evento virtual será transmitido pelo canal oficial da Anpae, no Youtube. As inscrições vão até o dia 11/09 e podem ser feitas pelo link https://bit.ly/3q9Pqcm. Acesse, siga as instruções e participe.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

13 de setembro

8h30 – Abertura oficial

9h – Conferência de abertura – Políticas Sociais: resistências e retomada da democracia e do Estado

14h – Comunicações Orais

16h30 – Mesa temática 1 – Educação Básica: resistência no espaço escolar a partir de saberes decoloniais

18h – Lançamento de livros

 

14 de setembro

8h – Painéis temáticos de discussão

Painel Temático 1 – Desigualdade e Diferença: por políticas educacionais com foco na interseccionalidade entre raça, classe, gênero e etnia

Painel Temático 2 – Contrarreformas neoliberais na educação de Mato Grosso: privatização e precarização do trabalho docente

Painel temático 3 – Gestão Democrática em contexto ultraliberal: as reformas em curso

Painel Temático 4 – Desafios da Escola democrática: Racismo, LGBTQIA+fobia e criminalização da pobreza

10h – Mesa temática 2 – Educação Superior: desfinanciamento, ataques e resistência das universidades

14h – Mesa temática 3 – Ensino Médio Integrado: resistindo à reforma empresarial da educação

16h30 – Mesa de Encerramento

Livro analisa a fabricação do sintagma “ideologia de gênero”

A invenção da “ideologia de gênero”: um projeto reacionário de poder, do sociólogo Rogério Junqueira, acaba de ser lançado. Vastamente ilustrado, o livro visa atingir um público amplo, sem abrir mão do rigor crítico. O livro analisa a fabricação do sintagma “ideologia de gênero”, central para a construção de um projeto de poder autoritário, antifeminista, discriminatório, reacionário e antilaico.

A ofensiva antigênero, articulada em bases transnacionais em favor de agendas regressivas, tem entre seus principais alvos a escola pública, a liberdade docente e a educação inclusiva e antidiscriminatória. Os “defensores da família tradicional” atuam, entre outras coisas, a partir da naturalização da ordem moral e da estigmatização de seus adversários e apontam um inimigo a ser combatido: o “gênero”, tratado em si mesmo como uma ideologia.

Ao longo do livro, uma cuidadosa seleção de imagens é utilizada, como fotos, cartazes, desenhos, emblemas, logos, capas de livros e documentos. Desse modo, as imagens, mais do que ilustrarem, também respaldam as análises e contribuem para a melhor compreensão do processo de elaboração e difusão do discurso e estratégias dos movimentos antigênero.

 

Onde encontrar

A invenção da “ideologia de gênero”: um projeto reacionário de poder é da editora Letraslivres, de Brasília. O livro está disponível no site da Editora UnB, pelo valor de 20 reais. Para adquirir, clique aqui.

BIFF JUNIOR faz exibições gratuitas em setembro

O Biff Jr – Brasília International Film Festival Jr – mostra competitiva infanto-juvenil do Biff Festival Internacional de Filmes de Brasília, convida as escolas de educação infantil ao ensino médio para assistirem as exibições, gratuitas, que ocorrerão de 23 a 30 de setembro. O BIFF Jr terá exibições nas unidades Sesc de Ceilândia, Taguatinga, Gama e 504 Sul, além do Complexo Cultural de Planaltina. 

Os(as) interessados(as) devem agendar os filmes que desejam assistir, pelo e-mail biffescolas@gmail.com (A/C Claudia Queiroz), informando os seguintes dados: cidade, escola, turma, número de alunos por turma, número de professores e monitores acompanhantes por turma, juntamente com a data, horário, local e filme escolhidos.

Vale lembrar que a reserva está sujeita a lotação de espaço. Para mais informações e programação completa, acesse biffestival.com.

 

Do Serviço de Acolhimento para a UnB

Sonhar é o combustível para a vida e foi sonhando que Júlia Camilly superou desafios e dificuldades e chegou à UnB. Nos últimos anos, a jovem, de 18 anos, teve de ser separada da família, indo morar em abrigos. A estudante passou por três instituições, mas foi no Lar de São José, em Ceilândia, que foi diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A partir daí, a empatia e compreensão, de todos e todas que conviviam com ela, foram fundamentais para seu desenvolvimento.

Ao completar 18 anos, Júlia foi para outra casa de acolhimento destinada aos jovens maiores de 18 anos, que fica em Planaltina, onde continuou os estudos. Acreditando em si e superando obstáculos, a jovem passou para o curso de Serviço Social, na Universidade de Brasília. A conquista é a realização, não só da estudante, mas de toda a equipe do Serviço Social do Lar de São José, pessoas pelas quais ela carrega enorme gratidão.

Agora, Júlia conta com a sua generosidade para seguir seus sonhos. Para ajudar, basta clicar aqui e participar da vaquinha virtual que ela mesma criou com o objetivo de custear as despesas com os estudos, tais como a compra de um celular, notebook, roupas e alimentos. Caso prefira fazer um PIX, basta digitar a chave 3083323@vakinha.com.br.

Sinpro se solidariza com o CEF Miguel Arcanjo e com a família do professor Raphael Monforte

Nessa quarta-feira (7/9), a categoria foi surpreendida com a notícia de que o Corpo de Bombeiros (CBMDF) encontrou um corpo carbonizado no porta-malas de um veículo às margens da rodovia DF-001, próximo ao segundo balão após o Complexo Penitenciário da Papuda, sentido Santa Maria, e que a vítima, muito provavelmente, é Raphael Seiti Miura Monforte, de 36 anos, professor de química e diretor do Centro de Ensino Fundamental (CEF) São Miguel Arcanjo, em São Sebastião.

Desde o momento em que soube do fato, o Sinpro se colocou à disposição da escola e da família do professor Raphael. Além disso, acompanha o caso de perto. O CEF Miguel Arcanjo suspendeu as aulas destas quinta e sexta-feira (8 e 9/9) e informa que ainda não há informações precisas sobre a situação. Tanto a direção da escola com a família do professor Raphael aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para divulgar qualquer informação sobre o caso.

O Sinpro, por sua vez, espera agilidade da polícia na elucidação do caso. A categoria e a comunidade escolar estão em choque. Nas redes sociais, colegas e amigos(as) do professor Raphael denunciam as vulnerabilidades a que a escola pública está relegada no atual governo, com professores sobrecarregados e outros problemas.

O diretor Raphael era muito querido pelos(as) colegas, amigos(as) e estudantes. Solidário com a família e com os(as) colegas e amigos(as) do professor Raphael, o Sinpro informa que tem recebido telefonemas com demonstração de carinho e manifestações indubitáveis de que se trata de uma pessoa querida e competente, que desempenhou papel fundamental para o funcionamento do CEF Miguel Arcanjo.

Preocupado com os vários tipos de violência contra a escola pública do DF, o sindicato informa que está atento e à disposição da categoria, prestando toda a assistência necessária e cobrando investimentos na educação pública como um todo, inclusive, na assistência à saúde dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais até na segurança nas unidades escolares. Informa ainda que, à medida que as informações forem se confirmando, serão divulgadas no site.

MATÉRIA EM LIBRAS

Mestrado profissional em ensino de física

Estão abertas até o dia 30 de setembro as inscrições para o processo seletivo de ingresso no curso de Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física. É uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Física (SBF) com o objetivo de coordenar diferentes capacidades apresentadas por diversas Instituições de Ensino Superior (IES) distribuídas em todas as regiões do País.

As regras do processo seletivo estão publicadas no edital da SBF, disponível neste link .

Os interessados a ingressar no MNPEF Polo 01 no ano de 2023 deverão realizar as inscrições no período de 05/09 a 30/09 no endereço eletrônico. A prova escrita está prevista para o dia 16 de outubro e, em 4 de novembro, a defesa de memorial. Inscrições disponíveis neste link:

O Programa Nacional de Mestrado Profissional em Ensino de Física (MNPEF) é um programa nacional de pós-graduação de caráter profissional, voltado a professores de ensino médio e fundamental com ênfase principal em aspectos de conteúdos na Área de Física.

O objetivo é capacitar em nível de mestrado uma fração muito grande de professores da Educação Básica quanto ao domínio de conteúdos de Física e de técnicas atuais de ensino para aplicação em sala de aula como, por exemplo, estratégias que utilizam recursos de mídia eletrônica, tecnológicos e/ou computacionais para motivação, informação, experimentação e demonstrações de diferentes fenômenos físicos.

Filha de diretor do Sinpro precisa de doação de sangue

Fabiane Figueiredo Alves, filha de Chicão, diretor da Secretaria de Assuntos dos Aposentados do Sinpro, está internada no Hospital Santa Lúcia Sul, no Setor Hospitalar Sul, e precisa urgentemente de doação de sangue de todos os tipos.

A doação pode ser feita ou no hospital Santa Lúcia Sul, no Setor Hospitalar da Asa Sul, ou na Clínica Advance da Asa Sul, localizada entre o templo da LBV e o Colégio Notre Dame. É importante, no ato da doação, informar o código da paciente 10154317.

Os locais de doação fazem o atendimento de segunda a sábado das 7 às 18h, inclusive aos feriados.

A família agradece todo o apoio e as preces de amigos e da comunidade escolar.

Governo federal mantém salário mínimo sem aumento real e prejudica a todas as categorias

O salário mínimo está sem reajuste real há 4 anos. O que isso tem que ver com a Educação? Uma análise simples da economia neoliberal adotada no Brasil nos últimos 5 anos mostra que tem que ver sim: o congelamento do salário mínimo afeta o reajuste dos salários dos servidores públicos. Quando não existe uma política de incentivo ao salário mínimo, isso acaba influenciando nos salários como um todo das demais categorias do País, o que implica no aumento muito grande da pobreza, da extrema pobreza e da miséria.

No fim de agosto, a mídia mostrou que há 4 anos o salário mínimo não tem aumento real e que, por isso, perdeu o poder de compra. O salário mínimo é uma política pública e uma referência importante para os(as) trabalhadores(as) de baixa renda e aposentados(as) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).  Com a reforma da Previdência feita pelo governo Bolsonaro – aprovada por muitos parlamentares que hoje estão pedindo seu voto (confira aqui) –, o salário mínimo também se tornou uma referência fundamental para aposentados(as) e pensionistas do serviço público.

No entanto, mesmo sendo um mecanismo econômico importante para a distribuição de renda e combater a miséria no País, o presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou ao Congresso Nacional, no fim de agosto, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que prevê que piso nacional passará dos atuais R$ 1.212 para R$ 1.302 em janeiro de 2023. Além de ser um reajuste medíocre, que não recompõe o poder de compra do salário mínimo, o PLOA reduz o valor de várias políticas de redução da pobreza.

O Auxílio Brasil é um exemplo. O Orçamento de 2023 prevê R$ 405,00 para o Auxílio Brasil e faz uma profusão de cortes em programas e setores primários do Estado que vai piorar ainda mais a situação de pobreza do Brasil. O Orçamento de 2023 corta ainda mais recursos da educação básica e superior; reduz dinheiro do Sistema Único de Saúde (SUS) e da saúde. O PLOA mostra que se Bolsonaro ganhar as eleições de outubro, o Brasil vai piorar muito a partir do ano que vem.

Mesmo que a economia esteja dando sinais de avanço, as políticas atuais não são orientadas para o combate à miséria em que vive boa parte da população. A orientação do governo dentro do Orçamento 2023 é justamente o oposto da proposta de combate à miséria das classes mais vulneráveis e de combate ao empobrecimento das classes assalariadas. Aliás, todas as políticas do governo Bolsonaro para efetivar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e puxar a economia do País caminham na direção da concentração de renda, transferindo das classes mais pobres para as mais ricas, e nunca o contrário.

O melhor exemplo dessa falta de política do governo Bolsonaro é o que estamos vendo no Orçamento público para 2023 encaminhado para o Congresso Nacional que não prevê, novamente, depois de 4 anos sem recomposição, nenhum crescimento real do salário mínimo. Além disso, apresenta decréscimo do programa Auxílio Brasil – que é o Bolsa Família do governo Lula. Isso mostra o perfil do atual governo federal quando organiza a política econômica do País: deixa tudo ao sabor do mercado.

Ao fazer isso, mesmo que a economia venha a crescer, ela não distribui. Nesse caso, temos 4 anos seguidos sem aumento do salário mínimo e a redução do valor do Auxílio Brasil depois das eleições. Bolsonaro reajustou para R$ 600 só neste período eleitoral e acaba 31 de dezembro de 2022. Mas o Brasil real precisa de políticas públicas de redistribuição de renda ativas porque, sem elas, a tendência é a concentração de renda cada vez mais forte nas mãos dos muito ricos.

Se mantivesse o valor mínimo de R$ 600 no programa Auxílio Brasil, o País teria possibilidades de iniciar um programa de redução da miséria. Quando a gente olha para a política do salário mínimo e do Auxílio Brasil, que são dois mecanismos muito importantes para assegurar uma distribuição maior do dinheiro público para a população e o crescimento do País, vimos um Brasil mergulhado numa crise permanente para favorecer a uma classe muito rica e ao mercado.

 

Recomposição do salário mínimo, investimento em educação e reajuste do servidor – uma decisão política

A recuperação do poder de compra do salário mínimo tem tudo que ver a educação e a saúde públicas e com o reajuste e recomposição salarial dos(as) servidores(as) e está ligada à decisão política do governo eleito. É preciso ampliar e recuperar o salário mínimo em termos reais porque ele é uma política econômica que interfere não só na vida de quem trabalha com carteira assinada, mas também, por exemplo, no trabalho do mercado doméstico. A população que depende do salário mínimo é justamente a que precisa dos serviços públicos.

Ao não recompor o poder aquisitivo do salário mínimo, o governo atual mantém uma política econômica que não favorece a classe trabalhadora. Isso é comprovado quando analisamos os resultados das negociações dos sindicatos, que não são muito bons. Há pelo menos 5 anos, as negociações para reajustes e recomposições salariais têm conseguido tão somente uma reposição da inflação ou abaixo dela e, mesmo assim, casada com outras modalidades, como com parcelamentos de reajustes.

Um exemplo de como o rebaixamento do salário mínimo tem uma ligação com o reajuste do funcionalismo público é o caso do governo Ibaneis Rocha (MDB) com relação ao reajuste do Magistério Público. Seguidor incondicional de Bolsonaro, Ibaneis deixou para pagar a última parcela só em abril deste ano (eleitoral), mas todo o ganho previsto para a categoria no ano de 2015 foi perdido em razão dos longos 7 anos de congelamento por causa da inflação e do congelamento salarial. Assim como Bolsonaro, Ibaneis congelou salários, adotou e implantou uma reforma da Previdência ainda mais dura do que a aprovada no Congresso Nacional, militarizou escolas e por aí vai.

Isso mostra que quando há uma orientação de política de não reajuste, como, por exemplo, a política de congelamento do teto de gastos, com a Emenda Constitucional 95/2016, isso impacta no salário mínimo e, consequentemente, reverbera nas demais políticas e nas negociações de todas as categorias, quer seja da iniciativa privada quer seja do serviço público.

No Orçamento 2023, o salário mínimo subiu de R$ 1.212,00 para R$ 1.312,00. Isso equivale a um reajuste de 7,4%, ou seja, justamente a inflação que o governo Bolsonaro prevê para este ano. A previsão do IPCA é de 7,4%. A proposta do governo é de um reajuste de acordo com a inflação, ou seja, não é aumento real. Isso vai afetar as famílias que mais precisam do serviço público, sobretudo de quem mais precisa da educação e saúde públicas.

Isso afeta a todos os trabalhadores que ganham salários próximos do piso nacional. Ou seja, se esse setor da classe trabalhadora não receber aumento real, todas as demais categorias também não irão receber e nem terão margem para negociação de salário.

 

Orçamento 2023: Bolsonaro corta e Ibaneis veta dinheiro para a educação

Importante destacar que, no Orçamento para 2023, a educação básica terá R$ 1,096 bilhão a menos que nesse ano, se depender de Jair Bolsonaro. O projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), enviado por Bolsonaro ao Congresso destina R$ 9,753 bilhões ao programa Educação Básica de Qualidade. Este ano (2022), o programa teve R$ 10,849. Discípulo de Bolsonaro e alinhado com a política neoliberal do banqueiro Paulo Guedes, que comanda a Pasta da Economia federal, Ibaneis Rocha também interferiu no Orçamento 2023 do Distrito Federal sancionando vetos e cortes de recursos financeiros públicos à educação e outros setores fundamentais para a população de baixa renda.

O corte que Bolsonaro fez no PLOA ameaça a educação infantil, uma das mais prejudicadas durante a pandemia da covid-19. Os cortes nos programas do Ministério da Educação (MEC) não se limitam à educação básica, eles são ferozes contra a educação superior. Cerca de R$ 400 milhões destinados às universidades foram cortados do orçamento do ano que vem. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) alertou, em junho, para o arrocho no Orçamento de 2022.

Com os cortes, pelo menos 17 universidades federais correm risco de fechar até o fim de 2022 por causa dos bloqueios orçamentários feitos pelo governo Bolsonaro desde o dia que pisou no Palácio do Planalto. Desde o início do governo Bolsonaro, o MEC tem vivido crises sucessivas. No início do mandato, ainda em maio de 2019, o governo Bolsonaro enfrentou manifestações populares após bloqueio de 30% no orçamento discricionário (não obrigatório) das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes).

Na saúde, o problema é o mesmo. No orçamento do governo Bolsonaro para 2023 há um corte de 42% no Sistema Único de Saúde (SUS) e de 95% das verbas para o Sistema Único de Assistência Social (Suas). Com isso e com a redução do valor do Auxílio Brasil, o governo Bolsonaro irá sufocar ainda mais, se ganhar a eleição, essa e outras políticas sociais de suma importância para quem precisa acessar direitos e benefícios sociais.

No entanto, ele destinou R$13,5 bilhões para pagamento de subsidio de  juros dos empréstimos do agronegócio. Enquanto despeja dinheiro público nas contas dos empresários do agronegócio, a imprensa liberal, como a Globo, SBT, Record, CBN, Jovem Pan, Estadão, Veja, etc., prega que o agronegócio é sucesso e sustenta o Brasil. Ou seja, o PLOA mostra que a imprensa esconde a verdade.

O fato é que Bolsonaro mentiu mais uma vez: prometeu continuação do Auxílio Brasil de R$ 600, em 2023, mas mandou para Congresso o orçamento com o valor de R$405; o salário mínimo segue para o quarto ano sem aumento real e o PLOA também prevê o corte de 95% em verba de centros de cadastro do Auxílio Brasil. Além disso, Programa Criança Feliz e ações semelhantes tiveram recursos reduzidos no Orçamento de 2023.

MATÉRIA EM LIBRAS

Vamos ajudar o Prof. Carlos?

O Sinpro conta com a sua colaboração para ajudar Carlos Alberto, que passa por dificuldades financeiras. Professor em regime de contrato temporário, Carlos não conseguiu ser selecionado para nova contratação. Atualmente, está desempregado e passando por momentos de luto e problemas de saúde na família. Você pode ajudá-lo, com qualquer quantia, fazendo uma transferência para a chave PIX Celular: (61)98652-5809. Agradecemos a sua generosidade.

Anpae realiza o XII Seminário Regional Centro-Oeste

A Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae) realiza, nos dias 13 e 14 de setembro, o XII Seminário Regional Centro-Oeste, com o tema Políticas Educacionais: resistência e retomada da democracia e do estado. O evento virtual será transmitido pelo canal oficial da Anpae, no Youtube. As inscrições vão até o dia 11/09 e podem ser feitas pelo link https://bit.ly/3q9Pqcm. Acesse, siga as instruções e participe.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

13 de setembro

8h30 – Abertura oficial

9h – Conferência de abertura – Políticas Sociais: resistências e retomada da democracia e do Estado

14h – Comunicações Orais

16h30 – Mesa temática 1 – Educação Básica: resistência no espaço escolar a partir de saberes decoloniais

18h – Lançamento de livros

 

14 de setembro

8h – Painéis temáticos de discussão

Painel Temático 1 – Desigualdade e Diferença: por políticas educacionais com foco na interseccionalidade entre raça, classe, gênero e etnia

Painel Temático 2 – Contrarreformas neoliberais na educação de Mato Grosso: privatização e precarização do trabalho docente

Painel temático 3 – Gestão Democrática em contexto ultraliberal: as reformas em curso

Painel Temático 4 – Desafios da Escola democrática: Racismo, LGBTQIA+fobia e criminalização da
pobreza

10h – Mesa temática 2 – Educação Superior: desfinanciamento, ataques e resistência das universidades

14h – Mesa temática 3 – Ensino Médio Integrado: resistindo à reforma empresarial da educação

16h30 – Mesa de Encerramento

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