SBM divulga edital para Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat)

A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) abre novas vagas para 2023. Com mais de 6.500 titulados, a SBM divulgou, nessa terça-feira (30), um edital oficial para ingresso no Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat). Formado por uma rede de Instituições de Ensino Superior (IES) colaboradoras, o Profmat é um programa de mestrado profissional na área de Matemática com oferta em todo Brasil.

 

Financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Profmat conta com apoio Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e tem como objetivo proporcionar formação matemática aprofundada e relevante para o exercício da docência na educação básica, especialmente para professores de escolas públicas que busquem aprimoramento da formação profissional.

 

Após a publicação do edital, as inscrições serão iniciadas através do site do Profmat na próxima segunda-feira, dia 5 de setembro de 2022, e seguirão abertas até às 17h do dia 3 de outubro de 2022. Ao todo, serão ofertadas 1400 vagas em 104 campi de 82 Instituições Associadas para ingresso no programa em março de 2023 com valor de inscrição de R$82,00.

 

A distribuição de vagas será feita da seguinte forma: primeiro, haverá uma lista geral de aprovados e depois uma lista de espera em cada IES. No caso de não preenchimento de vagas pelos classificados, será feita uma reclassificação para atender à lista de espera, que dará prioridade aos candidatos que sejam professores das redes públicas de educação básica.

 

O atendimento dessa lista de espera é na mesma Instituição. Se uma instituição oferta 20 vagas e tem em sua lista de classificados 30 candidatos, essa IES poderá receber mais vagas para atender ao número de classificados totais, divulgando uma reclassificação, mas sempre dando prioridade à rede pública. Depois disso, possíveis vagas remanescentes serão repassadas a professores da rede privada.

 

O exame será realizado no dia 22 de outubro, com início previsto para às 14h e término às 17h. As Comissões Acadêmicas Institucionais de cada IES serão as responsáveis por divulgar, até o dia 14 de outubro, o local de realização da prova para cada campus.

 

A avaliação, que busca aferir o domínio matemático dos candidatos, terá 30 questões de múltipla escolha. O exame irá avaliar os conhecimentos numéricos, geométricos, de estatística e probabilidade, algébricos e algébricos/geométricos dos inscritos. Para mais detalhes sobre o cronograma do Profmat, acesse o edital na íntegra.

 

Profmat da SBM

 

Atualmente, a SBM já oferece o Profmat na modalidade de mestrado profissional, com mais de 6500 titulados em diversas Universidades do país.  O programa, além de recomendado pela Capes, também foi reconhecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e validado pelo Ministério da Educação com nota 5, a nota máxima para programas de mestrado.

 

O Profmat é gratuito e é assegurado pelas IES que integram a Rede Nacional do Profmat, denominadas de Instituições Associadas. São elas as responsáveis pela coordenação das atividades do mestrado em seus respectivos locais de ensino.

 

Clique no link a seguir e acesse o edital:
https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2022/08/Edital-do-Exame-Nacional-de-Acesso-ao-PROFMAT-2023.pdf

 

Se prepare! Vem aí a Festa do Professor do Sinpro!

Vamos tirar o atraso! Depois de três anos de cuidados por causa da pandemia, vem aí a Festa do Professor, que também é da professora, do orientador e da orientadora educacional. Todo mundo tá convidado!

No dia 24 de setembro, a partir das 20h, a categoria sindicalizada está convidada para a Festa que acontece no Opera Hall da Vila Planalto. Vai ter muita música, e atrações como Mart’nália, participação especial de Fernanda Abreu, banda Satisfaction e a tenda eletrônica com o DJ Black Roque.

A entrada é gratuita para você e seu(sua) acompanhante, contanto que você apresente a carteirinha de sindicalizado(a).

O coordenador da secretaria de cultura do Sinpro, Bernardo Távora, comemora o início dessa volta ao normal: “Graças à vacina contra a Covid, que está permitindo que, aos poucos, a vida volte ao normal, podemos voltar a nos reunir e a celebrar. O sucesso do Arraiá Cultural do Sinpro, em agosto, mostrou o quanto a categoria está ávida pra se reunir, festejar e celebrar a vida! Agora vamos celebrar os expoentes da música brasileira e dançar muito, porque a gente merece! Cultura também é luta!”

Gostou da novidade? Compartilhe entre os colegas! Vamos fazer essa festa bombar!

 

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Pedagoga e orientadora Karina, presente!

Consternada, a diretoria colegiada do Sinpro lamenta profundamente o falecimento da professora, pedagoga e orientadora educacional Karina Mondianne de Sousa Oliveira Gomes, de apenas 44 anos, ocorrido na segunda-feira (29 de agosto), no hospital Daher, no Lago Sul.

O sepultamento de Karina ocorre nesta terça-feira 30 de agosto às 17 no cemitério de Sobradinho. Às 15:30, haverá um culto em homenagem à professora na Primeira Igreja Batista de Sobradinho, às 15 30h.

A Professora Karina atuou na regional de Sobradinho, onde era professora e orientadora educacional. Lá, era amiga de todos.

Sem dúvidas nós do Sinpro e todas as pessoas que tiveram o privilégio de conviver com Karina  sempre lembrarão da alegria que a professora carregava em seu espírito.

 

Karina, presente!

Premiação do XII Concurso de Redação e Desenho será dia 9 de setembro

O Sinpro está na reta final do XII Concurso de Redação e Desenho, direcionado a estudantes das escolas públicas do Distrito Federal. Com 30 trabalhos finalistas e quatro menções honrosas (três desenhos e uma redação), a 12ª edição do concurso teve como tema a “Semana de Arte Moderna: 100 anos depois – O 22 de agora é mais que eu, somos nós”. A premiação e os resultados serão divulgados no dia 9 de setembro, às 14h.

A atividade envolveu centenas de estudantes da rede pública de ensino. O sindicato recebeu 1.623 trabalhos distribuídos em 10 categorias diferentes, sendo 345 redações, distribuídas em três categorias: Redação I, II e III. Também recebeu 1.278 desenhos distribuídos em sete categorias: Desenho I, II, III, IV, V, VI e 7.

Como ocorre tradicionalmente, o concurso envolveu estudantes de todas as modalidades do ensino público regular, especial, EJA e sistema prisional e em cumprimento de medidas socioeducativas. Também contou com a participação voluntária de cinco professoras(es) que integraram a banca examinadora da redação e mais cinco juradas(os) da banca examinadora dos desenhos.

Na modalidade desenho, a procura maior foi de estudantes do 6º, 7º e 8º anos do Ensino Fundamental, com 396 inscrições, seguido pelo do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental (240); 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental (219); Ensino Médio/EJA 3º Segmento (144); EJA 1º Segmento (101). Já na modalidade redação, a maior participação foi dos estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental/EJA –2º Segmento, com 172 inscrições, seguido do Ensino Médio/EJA–3º Segmento (134).

Nesta 12ª edição do Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF, o 1º lugar de cada uma das categorias receberá um telefone celular GALAXY A12 64GB; o 2º lugar será premiado com um aparelho GALAXY TAB A7 LITE; e o 3º lugar levará um telefone celular GALAXY A02.  Também foram contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1200,00 para o 1º lugar, R$ 500,00 para o 2º lugar e R$ 300,00 para o 3º lugar.

 

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Sinpro recebe 2º Encontro de Ciclo de Debates sobre Educação Física

O 2º Encontro de Ciclo de Debates sobre Educação Física faz parte do 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal e foi realizado, nessa segunda-feira (29), na sede do Sinpro no SIG.

Com o tema “Aspectos históricos da Educação Física na Educação Básica: os desafios do presente nos motivando a olhar para o passado, na perspectiva do futuro”, esse 2º encontro contou com a presença do professor-doutor Lino Castellani e a mediação do professor e mestre Victor Bernardes.

O 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal é uma promoção do Avante (Mesclar-FEF/UnB), Observatório da Educação (FE-UnB), Sinpro-DF, Sinproep-DF, Anfope-DF, Centro Acadêmico de Educação Física (CAEDF-UnB) e a Secretaria Distrital do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, que acontece desde o dia 24 de agosto até 5 de outubro.

O objetivo é o de agregar professores-pesquisadores interessados em ingressar na SEE-DF para organização e estudos sobre educação física na rede pública de ensino. O ciclo de debates tem certificação garantida, desde que o(a) inscrito(a) tenha participação mínima de 75% nos encontros.

Os encontros são presenciais, com transmissão simultânea pela plataforma ZOOM (acesse o link https://bit.ly/3wxGH7r, digite o ID da reunião: 890 6072 9956 e a senha de acesso: 114863).

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Professora lança livro sobre educação inclusiva

Setembro Verde, mês em que se comemora o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, está chegando e com ele, o lançamento do livro Um sonho de escola, de Taicy Ávila, com ilustrações de Vanessa Alexandre. O evento acontece no dia 10 de setembro, às 17h, no café Sebinho.

O livro mostra o cotidiano de Bia, uma menina com paralisia cerebral, na escola. Nesse sonho de escola, a inclusão se dá com a inserção de novos materiais e algumas adaptações simples na rotina, para que todos e todas possam aprender e se desenvolver num ambiente cheio de ludicidade, histórias e amizades. Ao final, Rodrigo, o melhor amigo de Bia, ensina à professora uma descoberta, surpreendente e cheia de poesia, sobre a diversidade humana.

A história contada na obra é verídica e aconteceu quando a autora era uma jovem professora, em início de carreira. Taicy tem dois filhos e o caçula é um menino com paralisia cerebral, como a personagem Bia. Este é seu primeiro livro infantil, lançado pela editora Mais Amigos, onde a autora compartilha seu sonho por escolas cada vez mais inclusivas para todos e todas.

 

A autora

Taicy Ávila é pedagoga, psicopedagoga, especialista em Educação Infantil e na arte de contar histórias, além de mestre em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde. É professora na SEEDF, onde já atuou em classes de educação infantil, alfabetização e ensino especial. Um sonho de escola está disponível para venda no dia do lançamento, no site da editora Mais Ativos, na Livraria Arco-íris e diretamente com a autora.

 

SERVIÇO

Lançamento – Livro Um sonho de escola

Data: 10/09 – Das 17h às 19h30

Local: Café Sebinho – 406 Norte, bloco C

 

Contatos da autora:

E-mail: taicyavila.historias@gmail.com

Instagram: @taicyavila

Telefones: (61)99625-7970 | (61)3387-4293

Deflação é sinal de crise e de prejuízo para trabalhadores e servidores públicos

Na semana passada, durante uma entrevista ao Jornal Nacional, realizada na segunda-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou os “números fantásticos da economia” citando a deflação. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, previu que serão 3 meses de inflação negativa. Na quarta-feira (24), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o IPCA-15, que mede a inflação entre os dias 15 de julho e 15 de agosto, recuou 0,73%. Foi o menor resultado para o índice desde o início da série histórica do instituto, desde 1991.

Mas é importante estar atento(a) para as fake news com palavras e conceitos do mundo da economia. Não há o que comemorar. A festa com números é falsa. A deflação afeta negativamente a economia e quem paga a conta são os(as) trabalhadores(as) da iniciativa privada e, embora de forma mais amena, esse problema atinge também os(as) servidores(as) públicos(as). A deflação é um recuo nos preços ocasionado por vários fatores. No entanto, se num primeiro momento ela possa parecer uma coisa positiva, no fundo, é uma redução da massa monetária ou financeira motivada por algum problema, que pode gerar o não consumo, o desemprego, a redução na arrecadação de impostos e, conseguintemente, impedir reajustes salariais de servidores(as) públicos(as) estáveis.

“Ela afeta a população e, principalmente, os(as) trabalhadores(as) da iniciativa privada, mas reflete nos(as) servidores(as) também. Se, por um lado, ela reduz preços; por outro, ela sinaliza para o fato de que a economia não está bem. Em não estando bem, isso gera consequências. Uma delas é o efeito cascata. Ou seja, ela gera a diminuição do consumo, que ocasiona uma arrecadação menor de imposto, o que faz com que o governo passe a ter menos dinheiro para investir nos setores, como educação, saúde, segurança e trabalhadores(as) dessa área, ainda que do setor público, terão dificuldades terão dificuldades de obterem avanços remuneratórios. No setor privado, haverá perdas generalizadas, inclusive de empregos”, explica Cláudio Antunes, coordenador da Secretaria de Organização do Sinpro-DF.

Às vezes, como houve, recentemente, um recuo nos preços dos combustíveis, que é uma tentativa do governo federal para reeleger Jair Bolsonaro (PL) a presidente da República, ocorre uma redução de preços na cadeira produtiva. Mas também existe uma deflação ocasionada pelo não consumo. Ou seja, o não consumo faz com que os empresários reduzam os preços dos seus produtos ou pratique aquilo que a gente já explicou, que é a redução da quantidade do produto dele, em se tratando de alimentação, ou uma mudança na qualidade dos alimentos, como é o caso dos produtos laticínios, que os empresários mudaram os produtos que tinham o leite como referência e passaram a produzi-los com o soro ou com refugos que descartavam, muitas vezes impróprios para o consumo, ou seja, impuseram a perda da qualidade nos produtos para manterem a margem de lucro.

Quando ocorre a deflação, principalmente advinda do recuo do consumo, é considerada pelas economias mundiais como uma praga. Esse conceito, que compara com a “praga,” é aplicado porque as pragas, nas lavouras, elas corroem e destroem a lavoura. Assim, a deflação é chamada de praga da economia porque ela, dentre outras coisas graves, devora os empregos da classe trabalhadora, sobretudo quando perdura por um período mais longo.

IPCA-15 tem deflação de 0,73% em agosto perante 0,13% em julho

No entanto, há uma confusão de informações sobre o que ocorre na economia do País, justamente para favorecer o time do atual governo federal nas urnas em 2 de outubro. O jornal O Globo chama atenção para isso e titula uma matéria com a indagação: “Deflação? Quase 140 preços pesquisados pelo IBGE acumulam alta superior a 10% em um ano”. E prossegue: “Leite sobe 80% em 12 meses. Outros itens importantes no orçamento doméstico, como cebola e farinha de trigo, tiveram reajustes expressivos”.

Na matéria, O Globo informa que na média, os preços da economia podem até ter ficado no terreno negativo nos últimos 30 dias. “Segundo dados divulgados pelo IBGE, quarta-feira (24), o IPCA-15, que mede a inflação entre os dias 15 de julho e 15 de agosto, recuou 0,73%. Foi o menor resultado para o índice desde o início da série histórica do IBGE, em 1991”. Confira a matéria:

Esses são os números da deflação que Jair Bolsonaro, comemorou na entrevista que deu ao Jornal Nacional, na segunda-feira (22), como “números fantásticos da economia”, citando a deflação. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, previu que serão três meses de inflação negativa.

Mas o brasileiro que vai ao supermercado não sente isso no bolso. Vários itens importantes na cesta de consumo acumulam fortes altas nos últimos 12 meses. Do total de produtos pesquisados pelo IBGE, 135 itens sobem acima de 10% nesse período.

O leite, principal vilão da inflação o IPCA-15 de agosto, acumula alta de quase 80% (79,79%). A cebola subiu 56,57%. O feijão carioca, 33,99%. A farinha de trigo, 28,88%.

E mesmo quando se olha o comportamento dos preços apenas nos últimos 30 dias há altas expressivas. Dos produtos pesquisados pelo IBGE, 25 subiram acima de 3% em um único mês. Além do leite (14,21%), integram a lista manteiga (5,02%), batata-doce (5,19%) e frango em pedaços (3,08%).

SAIBA MAIS

Veja, abaixo, a lista dos produtos que mais subiram nos últimos 12 meses.

Leite longa vida: 79,79

Pepino: 78,61%

Melão: 64,16%

Morango: 60,49%

Cebola: 56,57%

Melancia: 50,93%

Manga: 47,88%

Óleo diesel: 37,28%

Alimento infantil: 34,49%

Feijão – carioca (rajado): 33,99%

Mamão: 33,84%

Repolho:29,82%

Maçã: 29,53%

Farinha de trigo: 28,98%

Seguro voluntário de veículo: 28,28%

Alface: 27,09%

Leite condensado: 26,67%

Banana-d’água: 25,62%

Macarrão instantâneo: 24,72%

Abobrinha: 22,79%

Maionese: 22,55%

Agasalho feminino: 21,49%

Farinha de arroz: 21,25%

Sabonete: 20,95%

Couve: 20,87%

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Atenção, não caia no golpe!

Vamos começar esta publicação com a afirmação: nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. Isso é golpe!

O mais novo golpe contra aposentados e aposentadas da categoria com processos na justiça envolve a falsificação de supostos documentos, que recebem até logomarcas de bancos, e informam de depósitos falsos prestes a serem feitos nas contas dos golpeados(as) – contanto que sejam feitos depósitos-pix em contas de pessoas físicas, ou depósitos para pagamento para supostos despachantes ou certidões de cartórios, a título de honorários ou adiantamentos, pagamentos de supostos despachantes ou supostas certidões de cartórios.

Vamos repetir a afirmação do primeiro parágrafo: isso é golpe! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na Justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas!

Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570 e informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.

O Sinpro muitas denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato.  

Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:

 

Ouça também o áudio do golpe: 

 

Modus operandi

São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de 5 dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.

Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. É golpe! O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o Jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.

Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. 

Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:

 

Golpe 1

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 2

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 3

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 4

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 5

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 6

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 7

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 8

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 9

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi: 

Sinpro informa que criminosos continuam aplicando o golpe na categoria

Cuidado com o novo golpe na praça. Fique atento e não caia nessa

Golpistas criam nova modalidade criminosa. Não caia no golpe

Bandidos(as) põem em curso nova modalidade de golpe

Sinpro alerta: dinheiro fácil é golpe!

Bandidos aplicam novo golpe do precatório contra professores

Fraudes pelo telefone: aprenda a identificar o golpe

 

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Peça teatral possibilita viagem à época de ouro do futebol brasileiro

Futebol é paixão nacional, assunto de bate-papo entre amigos e, até mesmo, entre rivais. Para quem acredita que não se discute futebol, o livro A liberdade joga bola com o povo, de Rodrigo Araújo Magalhães, prova o contrário. A obra apresenta o texto de uma peça teatral que trata de futebol e política entre as copas de 1938 e 1958.

O texto evoca fatos políticos que marcaram o Brasil e o mundo, nesse intervalo de tempo, assim como os dilemas que permearam o universo do futebol. Fatos como a distinção dos clubes de futebol, questão racial, integralismo e o movimento socialista permeiam a obra. “Muita gente acha que futebol é alienador, mas há quem pense que ele é agregador. Ele agrega para decisões coletivas muito importantes. Em 2022, ano de Copa e eleições, torcedores e jogadores devem ter compromisso com a democracia”, afirma o autor.

 

Inspiração

A peça sofreu influência do livro O negro no Futebol Brasileiro (1940), que marca a sociologia do futebol, e das peças Chapetuba Futebol Clube do Vianinha e Campeões do Mundo, de Dias Gomes. Contudo, o autor destaque que os vários diálogos com Marconi Scarini, professor de filosofia do CETN, maior conhecedor do tema em Brasília, foram a base para a construção da peça.

Rodrigo Magalhães é sociólogo formado pela UnB e professor da SEEDF, atuando na regional de Brazlândia. Você, professor(a) e orientador(a) educacional, pode adquirir o texto da peça A liberdade joga bola com o povo acessando o link https://bit.ly/3e0ooRD. Aplicando o cupom SINPRO, você terá direito a 50% de desconto.

Governo Ibaneis segue governo federal, retrocede aos anos 70, retoma salas multietapas e destroi a EJA

Professor e diretor do Sinpro, Carlos Maciel, durante a comissão geral que discutiu o desmonte da EJA. Foto: Joelma Bonfim/Arquivo Sinpro

 

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) foi o tema da comissão geral, nessa quinta-feira (25), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A iniciativa ocorreu no Plenário da Casa Legislativa para discutir o desmonte da EJA, que ocorre de forma aligeirada no governo Ibaneis Rocha (MDB), deixando centenas de estudantes de baixa renda sem o direito à educação pública. Os(as) participantes acusam o governo Ibaneis de seguir o governo federal no desmache da educação noturna, retroagir às salas multisseriadas dos anos 1970 e destruir a EJA, um projeto de inclusão social. 

Convocado pelo deputado Reginaldo Veras, líder do Bloco Sustentabilidade e Educação (PV/Avante), o evento lotou a galeria do Plenário de estudantes, professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino. Na Mesa, deputados (as), sindicalistas e professores(as) denunciaram a volta das salas multietapas, um problema superado nos anos 1980 pela Secretaria de Estado de Educação do DF (SEE-DF), e resgatado pelo governo Ibaneis para enterrar de uma vez por todas a política pública de inclusão social por meio da inclusão educacional.

O projeto de multietapas, ou salas multisseriadas, é condenado por vários motivos e, comprovadamente, excludente. Na Mesa, estavam o deputado Reginaldo Veras, a deputada Arlete Sampaio (PT), a professora da EJA Glayce Helena Barbosa Alves de Almeida e o diretor do Sinpro-DF, Carlos Maciel. Nas galerias, estavam o CEM 304, o CED 619, o CEF 404 da Samambaia, o CEM 03 da Ceilândia e outras escolas.

Veras se comprometeu a formular um documento com as demandas apresentadas e encaminhá-lo à SEE-DF. Disse que também irá acionar a Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) acerca do cumprimento das metas do Plano Distrital de Educação (PDE), em especial no que concerne às salas multietapas.

 

Professora da EJA Glayce Almeida, deputada Arlete Sampaio, deputado Reginaldo Veras e o diretor do Sinpro Carlos Maciel. Foto: Joelma Bonfim/Arquivo Sinpro
Professora da EJA Glayce Almeida, deputada Arlete Sampaio, deputado Reginaldo Veras e o diretor do Sinpro Carlos Maciel. Foto: Joelma Bonfim/Arquivo Sinpro

 

Reginaldo Veras (PV):
“Regredimos à década de 1970, quando ainda encontrávamos salas multisseriadas”

O parlamentar contou que, aos 19 anos de idade, ingressou na SEE-DF como professor do contrato temporário, lecionando na Escola Classe (EC) 33 de Ceilândia, atualmente CEF 31. Nessa escola, ele integrou a equipe diretiva. Na época, atuou na EJA quese chamava Supletivo Seriado. Para ele, essa experiência foi uma referência na vida dele. A escola adotava um modelo interessante, que a fez ganhar dois prêmios internacionais da Unesco em virtude do projeto pedagógico.

Ele contou que essa crise da EJA criada pelo governo Ibaneis o fez se lembrar do caso de um estudante daquela escola, que ofertava da Alfabetização até o 9º Ano. “Na época, um de nossos estudantes, vindo da Bahia, era analfabeto. Foi alfabetizado nessa escola. Concluiu as séries iniciais, Ensino Fundamental e Ensino Médio na EJA. Fez universidade, virou professor e hoje ele é professor de uma universidade dos EUA. Fez mestrado e doutorado nos EUA e por lá ficou sendo professor de universidade”, contou.

“Isso mostra que quando a política de inclusão para aqueles que não puderam estudar no período adequado em razão de vários fatores, quando feita com seriedade, é uma política educacional de inclusão social que deve ser levada a sério. Mas, o que se observa é que, nos últimos tempos, aqui no DF, esse modelo de ensino vem sendo precarizado e, este ano, fomos surpreendidos com uma falta de planejamento da Secretaria de Educação, que levou à implantação de salas multisseriadas. Ou seja, nós, no DF, em 2022, regredimos à década de 1970, quando ainda encontrávamos salas multisseriadas em várias partes do Brasil. Naturalmente, a gente não pode admitir isso, a gente tem de debater esse assunto e buscar novas perspectivas para isso”.

 

Arlete Sampaio (PT):
“Ibaneis extinguiu laboratórios e improvisou 26 salas de aula”

Arlete Sampaio (PT), presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF,  contou que um dos momentos mais felizes da vida dela foi quando nós lançamos, lá na Ceilândia, com a presença do educador Paulo Freire, o Pró-EJA. Foi um momento marcante e eu tive a oportunidade de conhecer e passar um dia convivendo com ele. Foi um dia inesquecível. A gente teve, tanto do governo Cristóvam Buarque, do qual eu fui vice-governadora, tanto do governo Agnelo Queiroz, um trabalho importante de alfabetização de adultos. Tanto é que recebemos o título de Capital Livre do Analfabetismo durante o governo Agnelo.

Hoje, o que a gente está vendo é uma tentativa permanente de desmonte da Educação de Jovens e Adultos. E a última cartada foi esta de juntar estudantes de séries diferentes numa mesma sala de aula. Além de deixar o professor maluco, desestimula a quem está fazendo um esforço para se alfabetizar. Na ocasião, realmente, tanto o professor Reginaldo com eu mesma e outros parlamentares falamos sobre este tema aqui no Plenário. Cheguei a encaminhar um ofício à secretária de Educação protestando em relação a isso, mas a gente sabe que este governo, infelizmente, não construiu nenhuma escola nova. Ele improvisou 26 novas salas de aula, tirando espaços de laboratórios, Salas de Recursos, entre outros espaços para montar essas salas.

“Fica visível que não há qualquer prioridade com a educação pública no DF. Penso que a nossa luta atualmente é para que a gente possa aproveitar este momento para fazer mudanças no DF e a gente poder ter de fato governo, deputados e deputadas que se preocupem realmente com a educação para que a gente possa fazer avançar e tirar o DF desse atraso que estamos vivendo hoje”, finalizou.

Matéria do site da CLDF informa que, durante o evento, professores e professoras reclamaram da falta de busca ativa de estudantes para a EJA, com o retorno das aulas presenciais. “A secretaria não atacou a evasão escolar: muitos alunos adultos não retornaram por medo da pandemia e da doença e por falta de cartões mobilidade e de segurança para a locomoção, à noite, para as escolas”, apontou Glayce Almeida.

 

Assim como Carlos Maciel, participaram do evento os diretores do Sinpro Regina Célia e Samuel Fernandes. Foto: Joelma Bonfim/Arquivo Sinpro

 

 

Carlos Maciel (Sinpro-DF):
“Este governo não cumpriu as Metas 8, 9, 10 e 11 do PDE”

Carlos Maciel, diretor do Sinpro, também criticou a falta de investimento do governo em educação pública. Também contou a história de vida dele, que precisou da EJA para estudar. “Estou muito feliz de estar aqui fazendo a defesa da educação enquanto professor e dirigente do Sinpro-DF. Quero contar um pouco de minha história de educando. Nos meus 18 anos, fiz o antigo Supletivo, que era a EJA. Aos 10 anos de idade tive de parar de estudar para trabalhar. E demorou muito para retornar. Quando retornei, tive de ir para o ensino noturno. Hoje, dialogo muito com meus alunos sobre isso e conto como era a realidade. Na minha época, não tinha nem sequer o lanche para o noturno. Eu trabalhava na construção civil e chegava na escola, à noite, com fome para estudar. Não tinha o lanche, mas havia a oferta do ensino”, lembrou.

Maciel disse que o governo Ibaneis, praticamente, deu as costas para a educação. A gente não conhece projeto de educação deste governo e agora ele quer acabar com o que se manteve de pé na Educação de Jovens e Adultos e acabar com o ensino noturno. Quando a gente analisa os documentos que temos sobre educação, como, por exemplo, o PDE, a gente tem as Metas 8, 9, 10 e 11, que são umas das metas mais descumpridas por este governo.

Assista no link a seguir a audiência pública.

 

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