Diap lança plataforma que disponibiliza a atuação de cada parlamentar do Congresso Nacional

O Diap – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – lança nesta quarta-feira (10), a plataforma Quem Foi Quem no Congresso Nacional. Trata-se de ferramenta que sistematiza e disponibiliza os votos de deputados(as) e senadores(as) em temas relevantes de interesse dos trabalhadores e da sociedade.

Com isso, a entidade oferece aos eleitores e eleitoras a oportunidade de analisar a atuação e votação de cada parlamentar, podendo discernir com nitidez aqueles e aquelas que puseram seu mandato a serviço dos interesses dos trabalhadores e trabalhadoras. “A plataforma foi desenvolvida para aferir o desempenho parlamentar em temas que impactam os direitos dos trabalhadores e os serviços prestados à sociedade, faz parte de novo projeto de acompanhamento e compartilhamento de informações de domínio público, como forma de estimular a participação política e o voto consciente”, afirma Rodrigo Britto, presidente em exercício do Diap.

A plataforma faz parte do novo projeto do Diap de acompanhamento e compartilhamento de informações de domínio público, como forma de estimular a participação política e o voto consciente. O universo de temas é abrangente, desde votações de interesse direto e imediato dos trabalhadores, passando por deliberações sobre temas de interesse geral, como mudanças estruturais que impactam o papel do Estado e marcos regulatórios específicos como de meio ambiente, fiscal e econômico, dentre outros.

Critérios

Para o Quem Foi Quem no Congresso Nacional, a entidade definiu a critérios para chegar a determinadas matérias votadas nas duas casas legislativas:

1) a importância da matéria sob os pontos de vistas político, econômico e/ou social;

2) o registro nominal do voto de cada parlamentar, excetuando as de forma simbólica quando não há registro do voto por tratarem de matérias consensuais ou em função de manobras regimentais;

3) o grau de disputa entre governo e oposição, exigindo-se em cada votação oposição superior a 20% da Casa do Congresso, no caso da Câmara com divergência superior a 100 votos;

4) o aspecto temporal das propostas de leis submetidas para votação pelos parlamentares com vigência permanente ou temporária das políticas públicas; e

5) a clareza do dispositivo votado em relação ao objetivo pretendido, de modo a não deixar margens para dúvidas sobre o conteúdo da votação.

Dentro dos critérios mencionados acima, serão consideradas de mérito quando houve indicação de posição favorável ou contrária a trabalhadores e sociedade; e/ou aquelas informativas, que não tiveram indicação de posição pelo Diap, mas ficarão à disposição para o conhecimento da população.

O Diap destaca que, pelo vínculo com as causas que patrocina e defende, a plataforma reflete o pensamento majoritário das entidades sindicais filiadas a ele, da mesma forma que os demais rankings de avaliação parlamentar existentes no país.

A plataforma Quem Foi Quem no Congresso Nacional estará disponível a partir de quarta-feira (10/08). Para acessá-la, clique no link www.quemfoiquem.org.br.

Histórico

O Diap tem experiência em organizar informações para proporcionar maior grau de consciência aos eleitores e eleitoras do Brasil. Em 1986, a entidade lançou a publicação Quem é Quem, expondo a atuação dos parlamentares sobre as matérias de interesse dos trabalhadores; e o livro Quem Foi Quem na Constituinte, lançado em 1988.

Em 1991, a entidade traçou o perfil dos primeiros deputados distritais de Brasília no livro Quem é Quem na Câmara Distrital. Em 1993, antecipou as opiniões dos deputados e senadores sobre a revisão constitucional no livro A Cabeça do Congresso – Quem é Quem na Revisão Constitucional. Em 1994, lançou a série anual “Os Cabeças do Congresso Nacional”.

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Diretora do Sinpro defende a força e o poder das mulheres

Escrito pela coordenadora da secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro, Mônica Caldeira, o artigo “A força e o poder das mulheresfoi publicado nesta semana em diversos sites da mídia progressista, mais alinhada com uma agenda que visa a incluir e dar voz e visibilidade a setores da sociedade silenciados e relegados a segundo plano.

Lembrando os 16 anos da Lei Maria da Penha, completados neste domingo (7/8), a diretora do Sinpro lembra que uma das formas de se combater a violência contra a mulher é cuidar para que as elas tenham consciência da relevância feminina no Brasil. E, em ano eleitoral, convém lembrar que as mulheres são maioria do eleitorado nacional desde o ano 2000 e, desde 2016, são maioria do eleitorado também em cada uma das unidades da federação.

O artigo de Mônica foi publicado pela Revista Fórum e pelos jornais Brasil Popular, Brasil de Fato e Jornal GGN, e também pode ser lido na íntegra aqui no site do Sinpro.

No artigo, Mônica conclui que “quem quiser voto da maioria do eleitorado tem que priorizar a pauta feminina, que é também uma pauta em defesa da família: creches para nossos filhos e filhas; educação de qualidade, laica e socialmente referenciada para nossas crianças e jovens; direito à alimentação saudável, moradia e segurança: e, por tudo isso, equiparação salarial com os trabalhadores homens, que historicamente ganham mais do que as mulheres. Além de garantias de direitos específicos para as necessidades da trabalhadora que dedica sua força para o trabalho formal, informal e o não remunerado trabalho doméstico e cuidados.”

Juntas, somos fortes!

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Sinpro é um dos signatários de Manifesto em Defesa da Democracia e da Justiça

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal é um dos signatários do “Manifesto em Defesa da Democracia e da Justiça”, assinado por entidades dos mais variados espectros ideológicos da sociedade civil, que se soma à “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, documento elaborado em 26 de julho por professores da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, cuja quantidade total de adesões já chegava perto de 800 mil nesta sexta-feira, 5 de agosto. O objetivo dos textos (o Manifesto e a Carta) é marcarem oposição aos ataques contra o processo eleitoral brasileiro e defender a segurança e a eficácia das urnas eletrônicas, que há 25 anos vêm garantindo eleições limpas e transparentes e resultados de apuração poucas horas após o término da votação.

O Manifesto foi publicado nesta sexta-feira, 5 de agosto, nos jornais de maior circulação do Brasil (Folha e Estado de S.Paulo, O Globo e Valor Econômico). Além do Sinpro, subscrevem o texto mais de cem entidades como CUT, Anistia Internacional, USP, Unesp, Unicamp, Greenpeace, Febraban e Fiesp, dentre outras.

O documento informa que as entidades que o assinam “destacam o papel do Judiciário brasileiro, em especial do Supremo Tribunal Federal, guardião último da Constituição, e do Tribunal Superior Eleitoral, que tem conduzido com plena segurança, eficiência e integridade nossas eleições respeitadas internacionalmente, e a todos os magistrados, reconhecendo o seu inestimável papel, ao longo de nossa história, como poder pacificador de desacordos e instância de proteção dos direitos fundamentais”, e conclui: “Todos os que subscrevem este ato reiteram seu compromisso inabalável com as instituições e as regras basilares do Estado Democrático de Direito, constitutivas da própria soberania do povo brasileiro que, na data simbólica da fundação dos cursos jurídicos no Brasil, estamos a celebrar.”

“Esses textos são mais um gesto que o povo brasileiro, novamente, anseia pela conquista de um Estado Democrático e Soberano. É a materialização do quanto o Brasil, mesmo sangrado por uma política facista, não perdeu a esperança por dias melhores e que credita no processo democrático eleitoral, o marco para o fortalecimento e respeito às nossas instituições”, diz Luciana Custódio, diretora do Sinpro-DF. “Exercitar a democracia após tantos ataques contra o nosso povo, é a esperança de ter um Brasil feliz de novo!” completa.

Os dois textos serão lidos na faculdade do Largo de São Francisco, em São Paulo, no dia 11 de agosto, uma data bem cara à instituição de ensino paulistana.

Data emblemática

O 11 de agosto marca os 195 anos da fundação dos cursos jurídicos no Brasil. Foi também num 11 de agosto, no ano de 1977, que o professor de direito Goffredo da Silva Telles Junior leu uma carta de autoria própria em oposição ao governo da ditadura militar, no mesmo local. Das pessoas que assinaram esse documento em 1977, 17 delas também são signatárias da nova carta elaborada pela Faculdade de Direito da USP.

 

Quase 800 mil signatários da carta, e mais de 100 signatários do Manifesto

Além dos signatários da carta de 1977, a nova Carta em defesa do estado de direito já ultrapassava as 760 mil assinaturas na tarde desta sexta-feira 4 de agosto. Seus organizadores acreditam que esse número alcance um milhão até o dia 11 de agosto. Foi assinada por diversos membros da sociedade civil, incluindo docentes da USP e de outras instituições, ex-ministros do STF, artistas, jornalistas, empresários e personalidades religiosas.

Segundo o site G1, subscrevem o documento nomes tão díspares como Chico Buarque, Roberto Setúbal, Ellen Gracie e Luiz Gonzaga Beluzzo. “O movimento recebeu nas últimas horas um engajamento de nomes como o da escritora e presidente interina da ABL Nélida Piñon, da atriz e imortal Fernanda Montenegro, (…) dos cantores Gal Costa, Zélia Duncan, Maria Bethânia e Frejat, dos atores Antonio Calloni e Bruno Gagliasso, do cineasta Fernando Meirelles, dos escritores Luís Fernando Veríssimo, Martha Medeiros e Djamila Ribeiro, dos historiadores Eduardo Bueno e Lilia Schwarcz, entre outros”, segundo o site, que ainda relata que 12 ex-ministros do STF assinaram a carta.

Em 28 de julho, o Manifesto recebeu a assinatura das principais centrais sindicais brasileiras. CUT, Força Sindical, UGT, NCST, CSB, Pública, Intersindical Central da Classe Trabalhadora decidiram, de forma unânime, assinar o documento e orientar seus entes de base e militância a assinarem o documento. O Sinpro assinou o manifesto na terça-feira, 1º de agosto. As Centrais Sindicais também convocam e orientam suas bases a mobilizar e participar do ato do dia 11 de agosto, data em que será lançada a “Carta aos Brasileiros”. 

O presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, afirmou que, neste momento e diante dos ataques com viés golpista do presidente Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral, às instituições democráticas e à democracia, “não há nada mais importante do que defender a democracia e as eleições livres”.

“A CUT vai apoiar todas as iniciativas, manifestos, ações feitas em defesa da democracia, do sistema eleitoral, das urnas eletrônicas, independentemente de onde se originaram”, afirmou o sindicalista.

Clique aqui para assinar você também a Carta em defesa do Estado Democrático de Direito 

Clique aqui para ver quem já assinou a carta  

 

Confira a íntegra do

Manifesto em Defesa da Democracia e da Justiça

No ano do bicentenário da Independência, reiteramos nosso compromisso inarredável com a soberania do povo brasileiro expressa pelo voto e exercida em conformidade com a Constituição.

Quando do transcurso do centenário, os modernistas lançaram, com a Semana de 22, um movimento cultural que, apontando caminhos para uma arte com características brasileiras, ajudou a moldar uma identidade genuinamente nacional.

Hoje, mais uma vez, somos instigados a identificar caminhos que consolidem nossa jornada em direção à vontade de nossa gente, que é a independência suprema que uma nação pode alcançar. A estabilidade democrática, o respeito ao Estado de Direito e o desenvolvimento são condições indispensáveis para o Brasil superar os seus principais desafios. Esse é o sentido maior do Sete de Setembro neste ano.

Nossa democracia tem dado provas seguidas de robustez. Em menos de quatro décadas, enfrentou crises profundas, tanto econômicas, com períodos de recessão e hiperinflação, quanto políticas, superando essas mazelas pela força de nossas instituições.

Elas foram sólidas o suficiente para garantir a execução de governos de diferentes espectros políticos. Sem se abalarem com as litanias dos que ultrapassam os limites razoáveis das críticas construtivas, são as nossas instituições que continuam garantindo o avanço civilizatório da sociedade brasileira.

É importante que os Poderes da República – Executivo, Legislativo e Judiciário – promovam, de forma independente e harmônica, as mudanças essenciais para o desenvolvimento do Brasil.

As entidades da sociedade civil e os cidadãos que subscrevem este ato destacam o papel do Judiciário brasileiro, em especial do Supremo Tribunal Federal, guardião último da Constituição, e do Tribunal Superior Eleitoral, que tem conduzido com plena segurança, eficiência e integridade nossas eleições respeitadas internacionalmente, e a todos os magistrados, reconhecendo o seu inestimável papel, ao longo de nossa história, como poder pacificador de desacordos e instância de proteção dos direitos fundamentais.

A todos que exercem a nobre função jurisdicional no país, prestamos nossas homenagens neste momento em que o destino nos cobra equilíbrio, tolerância, civilidade e visão de futuro.

Queremos um país próspero, justo e solidário, guiado pelos princípios republicanos expressos na Constituição, à qual todos nos curvarmos, confiantes na vontade superior da democracia. Ela se fortalece com união, reformando o que exige reparos, não destruindo; somando as esperanças por um Brasil altivo e pacífico, não subtraindo-as com slogans e divisionismos que ameaçam a paz e o desenvolvimento almejados.

Todos os que subscrevem este ato reiteram seu compromisso inabalável com as instituições e as regras basilares do Estado Democrático de Direito, constitutivas da própria soberania do povo brasileiro que, na data simbólica da fundação dos cursos jurídicos no Brasil, estamos a celebrar.

Brasil, 11 de agosto de 2022

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Audiência pública debateu a realidade e as necessidades da educação inclusiva no DF

Na manhã desta quinta-feira, 4, a Câmara Legislativa do Distrito Federal sediou uma audiência pública realizada por parceria entre a Comissão de Educação, Saúde e Cultura da casa com o Ministério Público do DF (MPDFT) e a Defensoria Pública do DF com o tema “A Política de Educação Inclusiva no DF”.

O Sinpro foi representado no evento pela diretora Luciana Custódio. Em sua exposição, Luciana falou sobre a transversalidade da educação especial, e que a educação inclusiva amplia esse próprio conceito. “Para garantir que haja políticas de educação inclusiva, é preciso garantir o caráter público da educação”, disse ela. “Foram professores e professoras que furaram a bolha de currículos segregadores e tradicionais que me levaram a ser quem sou”, disse ela, que tem larga experiência na educação especial, destacando a importância do papel da escola pública na construção da equidade e da inclusão.

Luciana também lembrou que, num momento em que os direitos humanos são questionados e combatidos pelo próprio governo federal, no DF, a realidade é de colapso na educação. “Precisamos garantir o acesso desses(as) estudantes à educação, e o trabalho do professor(a) e do orientador(a) educacional”, pontuou levando as reivindicações do Sinpro por concurso público, nomeações e redução do número de estudantes por turma.

Todas as participantes falaram da importância de reconhecer que o Estado tem a obrigação de garantir esse amparo às pessoas com deficiência e suas famílias. São garantias que devem visar à inclusão, à prevenção de distúrbios como depressão, por exemplo. Porém, a realidade da rede pública, hoje, é de falta de monitores(as) e de professores(as), tornando ainda mais vulneráveis aqueles e aquelas estudantes que necessitam de atenção e cuidados especiais.

A pandemia da covid-19 deixou ainda mais nítido que os setores mais vulneráveis sempre serão os mais atingidos pelas dificuldades gerais. Esse período se abateu de forma mais dura sobre as pessoas com deficiência e suas famílias, e isso teve impacto forte na educação. A exclusão digital foi, infelizmente, uma marca desse triste período para o Brasil. A educação sofreu profundamente as consequências da desigualdade e do desprezo pela ciência e pela cultura.

Sem investimento na formação e na qualificação de profissionais de Educação, as políticas de inclusão serão falhas. Essa foi uma das principais conclusões do debate. As expositoras falaram sobre o papel da Eape e as possíveis parcerias entre as escolas públicas do DF e as universidades. O principal é que a SEDF assuma sua responsabilidade de promotora de políticas públicas, e reverta o triste processo de sucateamento da educação inclusiva que vem sendo encaminhado.

Além da diretora do Sinpro Luciana Custódio, participaram da mesa da audiência pública a deputada distrital Arlete Sampaio, presidenta da CESC; Dra Juliana Braga, defensora pública; Dr. Anderson Pereira de Andrade, promotor de Justiça de defesa da educação; Fabíola Gonzaga de Freitas, diretora de educação inclusiva e atendimentos educacionais especializados, e Jane dos Santos Carrijo, gerente da gerência de acompanhamento à educação inclusiva, representando a Secretária Educação do DF; Ângela Maria Sacramento, gerente da gerência de apoio à saúde da família e integrante do Grupo Condutor da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência; professora Edileuza Fernandes, representante do Observatório de Educação Básica da UnB; Adrianna Reis de Sá, psicóloga especialista em saúde mental e autismo, representando o Instituto Lagarta Vira Pupa; e Amanda de Sá Paschoal, mulher autista, ativista pelos direitos da neurodiversidade e integrante da Abraça (Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas Autistas).

Assista ao evento na íntegra:

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Fique atento(a) às novas datas de aquisição do anuênio

Quem está contando tempo para receber anuênio, deve lembrar que o intervalo entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021 congelou a contagem – ela foi retomada em 1º de janeiro de 2022. 

A Lei Complementar 173/20, que estabeleceu esse congelamento, dirigia-se a todas as esferas do funcionalismo público, e foi sancionada pelo presidente da República sob pretexto de combate à Covid-19. Vale destacar que a contagem do tempo de aposentadoria, licença-prêmio e de progressão de carreira (quinquênios e padrões) não foram atingidas por essa lei.

>>> Entenda mais sobre a LC 173/20, a LC 191/22 e a contagem de tempo para o anuênio

Em 9 de março de 2022, outra lei complementar do governo federal (LC 191/22) alterou o disposto na 173/20. Ela revogou o congelamento apenas servidores(as) da saúde e da segurança. A educação e demais categorias tiveram o congelamento de contagem mantido. O Sinpro entrou na Justiça para questionar a quebra de isonomia entre as categorias.

Confira no quadro abaixo como ficam as novas datas para aquisição do anuênio. Quem receberia em agosto, agora, receberá em março. Recebe agora em agosto quem teria recebido em janeiro último.

Aqueles e aquelas que tomaram posse entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021 não seguem a tabela acima, mas sim, começaram a formar seu primeiro anuênio no dia 01 de janeiro de 2022, fazendo jus à aquisição em 01 de janeiro de 2023.

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Gama recebe próxima edição da Feira Cultural dos(as) Aposentados(as)

Está confirmada para o próximo dia 12 de agosto, na praça Cine Itapuã, no Gama, a V Feira Cultural das Aposentadas e Aposentados, que ocorre das 9 às 17h. O evento é realizado pela Secretaria para Assuntos dos Aposentados(as) do sindicato.

Quem estiver interessado em expor seus trabalhos deve entrar em contato até o dia 10 de agosto, com a Secretaria de Aposentados e Aposentadas do sindicato, pelos telefones 3343-4235 ou 99994-6258. Para se inscrever, é necessário ser filiado(a), e os trabalhos devem ser feitos pelo próprio expositor, sendo vedada a revenda de qualquer peça.

“A Feira Cultural é um espaço para nossas aposentadas e aposentados mostrarem seus trabalhos e ainda é um momento de encontro e interação. O Sinpro valoriza esses momentos e a categoria aposentada mostra que permanece ativa”, diz Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria de Aposentados do Sinpro.

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Quadrilha Formiga da Roça se apresenta no 18º Arraiá do Sinpro

Se há uma coisa que não existe é “arraiá” sem quadrilha. Por isso, na 18ª edição do Arraiá do Sinpro, no dia 20 de agosto, o sindicato convidou a Quadrilha Formiga da Roça para se apresentar. É a oportunidade de a categoria conhecer o trabalho artístico e cultural da Organização de Sociedade Civil (OSC) Grêmio Recreativo Arraia Formiga da Roça (GRAFR) – um dos melhores grupos do Circuito de Quadrilhas do Distrito Federal.

 

Depois de dois anos – e graças às vacinas contra a covid-19, que permitem a retomada com cautela de atividades presenciais – o Sinpro realiza, este ano, a sua tradicional festa agostina, na Chácara do Sinpro, em Brazlândia.

 

Além da Quadrilha Formiga da Roça, haverá atrações especiais, como os shows da mestra Martinha do Coco, referência da cultura popular na capital do País, e do grupo Rastapé, que terá participação especial da cantora Mariana Aydar.

 

A festa começa às 19h, do dia 20 de agosto, com entrada gratuita. No local haverá comidas típicas, brincadeiras diversas, apresentações folclóricas, brinquedos infláveis, dentre outras atividades. Aproveite! 

 

Convide colegas e familiares para se divertirem no 18º Arraiá do Sinpro. Esta retomada será inesquecível! Fique ligado e ligada nas redes e no site do Sinpro, que em breve novas informações serão divulgadas.

 

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Livro conta a história do CIEM, o antigo CAp da UnB

Entre os anos de 1964 e 1971, a cidade de Brasília teve uma das escolas de ensino secundário cujo projeto se mantém inovador e vanguardista até os dias de hoje. Vinculado à recém-fundada Universidade de Brasília, O Centro Integrado de Ensino Médio (CIEM) funcionou entre 1964 e 1971. Oferecia ensino público e integral.

O livro Ciem: Uma escola para a vida teve seu lançamento realizado durante a 74ª Convenção da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Escrito pelo historiador e pesquisador Antonio de Pádua Gurgel, o livro conta a história daquela escola que, nas palavras de Darcy Ribeiro, “foi a melhor experiência em educação secundária no Brasil”. Muito da Base Nacional Comum Curricular, aprovada em 2017, teve inspiração no método de ensino do CIEM.  

 

Liberdade com Responsabilidade

Naquela escola, além de aprenderem as disciplinas do ensino convencional, os estudantes eram estimulados a enfrentar desafios e procurar ser conscientes dos seus sentimentos. Precisavam optar por uma atividade artística ou cultura, além de uma prática esportiva. Havia também práticas educativas vocacionais, cujo objetivo era contribuir para a escolha consciente de um caminho profissional.

Os alunos eram desafiados a escolher um tema histórico e escrever uma monografia sobre o assunto, formulando ideias consistentes e fundamentadas.

O projeto pedagógico foi idealizado por Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira, fundadores da UnB. Mesmo tendo funcionado por menos de uma década (1964-1970), ainda hoje o Centro é lembrado por sua proposta inovadora de educação.

O ingresso era bastante disputado, com exame de seleção. Grande parte dos alunos era formada por filhos de parlamentares, profissionais liberais e funcionários do governo.

O livro pode ser adquirido neste lkink aqui, ao custo de R$ 50,00.

 

TV Sinpro: veja programa especial do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

O TV Sinpro que foi ao ar ao vivo na quarta dia 27 teve como tema o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. O debate foi conduzido pela professora Márcia Gilda, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, e contou com a exposição de Joseanes Lima, bacharel em relações internacionais, mestra em Sustentabilidade junto a Povos e Comunidades Tradicionais/MESPT/UnB e integrante da Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno.

No programa, Joseanes apresentou um panorama da realidade das mulheres negras no Brasil, e destacou a importância dessa data para marcar as múltiplas lutas desse segmento. Segundo ela, a democracia se estabelecerá de forma plena quando o combate à discriminação racial se tornar uma pauta coletiva. “Não somos todos e todas iguais, temos números diferentes que demonstram isso”, afirmou Joseanes. “A ideia de que há igualdade só favorece o racismo”, completou, trazendo dados e informações sobre o quanto o mito da democracia racial é opressor para a população negra, sobretudo para as mulheres.

Quem perdeu o TV Sinpro ou quem quiser assistir de novo pode acessá-lo na íntegra pelo youtube.

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Jana Silverman debate conjuntura política e sindical dos EUA

A doutora Jana Silverman estará no auditório do Sinpro na próxima terça-feira, 2 de agosto, às 19h, para uma conversa sobre conjuntura política e sindical dos Estados Unidos. Silverman faz parte do Centro para os Direitos Globais dos Trabalhadores (CGWR), da Universidade PennState na Pensilvânia. Possui PhD em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e Mestrado em Relações Internacionais da Universidade Columbia em New York.

Ela foi diretora de programas do Solidarity Center AFL-CIO no Brasil, responsável pela articulação entre o movimento sindical brasileiro e estadunidense.

A conversa com Jana Silverman está marcada para a próxima terça-feira, às 19h, no auditório do Sinpro, no Setor de Indústrias Gráficas. Não perca!

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