Professor estuda a gestão de implementação do Novo Ensino Médio
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O professor Ricardo Gonçalves Pacheco, colega da SEEDF, convida para defesa de sua tese de doutorado intitulada “A disputa de concepções de gestão e formação no sistema de ensino do Distrito Federal sob a égide da implementação do programa de apoio ao novo ensino médio”. O trabalho foi orientado pela professora Maria Abádia da Silva, do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade de Brasília (PPGE – UnB).
A tese do professor Ricardo analisa a disputa de concepções de gestão – democrática e gerencial – no Sistema de Ensino do Distrito Federal a partir da implementação do Programa de Apoio ao Novo Ensino Médio. O campo de pesquisa compreende as cinco escolas que serviram de piloto para a execução desse programa. Concepções de formação humana – integral ou instrumental – também são foco da investigação. Além de pesquisa documental, diretores, professores, representantes de colegiados extraescolares, representação sindical dos docentes – SINPRO –DF – e estudantes – UESDF – participaram da pesquisa. Trata-se de um estudo que contribui para desvelar a efetividade da lei de gestão democrática e a essência das políticas do ensino médio na SEEDF.
A defesa da tese do professor Ricardo ocorre nesta sexta-feira, dia 29 de julho, às 14h, neste link aqui.
Ações afirmativas no ensino superior da AL é tema de simpósio
Jornalista: Vanessa Galassi
Começa nesta segunda-feira (1º/8) o simpósio Políticas de Ação Afirmativa no Ensino Superior da América Latina, realizado pela Universidade de Brasília (UnB). Aberto ao público, o evento, que terá formato híbrido, será realizado em seis sessões. A primeira, será a partir das 9h, no Auditório da Reitoria da UnB, com transmissão simultânea pelo Canal UnBTV no Youtube. Inscrições pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA)
No dia 1º de agosto, primeiro dia do simpósio, serão discutidas: “A política de cotas raciais na UnB: o acesso de negros na universidade entre 2004 e 2012”; a “Inclusão racial no ensino superior “; e “Educação Superior e Intelectualidade: Povos Indígenas e Afrodescendentes do Equador”. Esses debates serão realizados das 9h às 12h30.
Ainda no primeiro dia do simpósio, das 14h às 17h, no mesmo local, serão discutidas: “Políticas afirmativas, universidade e povos indígenas”; “Políticas de Ações Afirmativas para indígenas no Brasil”; e “Ações afirmativas para indígenas na UnB”. Especialistas da Argentina, do Brasil, da Bolívia, da Colômbia, do Equador, do México e do Perú já confirmaram participação. Veja a programação completa, com as seis sessões do simpósio, no fim da matéria.
Lei de Cotas
As ações afirmativas têm como objetivo promover a inclusão socioeconômica de populações historicamente privadas de acesso a oportunidades, seja por questões étnicas, raciais, de gênero, religiosas. A Lei de Cotas é uma das ações mais revolucionárias no grupo das ações afirmativas para acesso ao ensino superior.
Estabelecida pela Lei nº 12.711 de 2012, a Lei de Cotas completa neste ano uma década, e se configura como uma das iniciativas mais combatidas por setores conservadores – e privilegiados. Quase 40 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados, muitos deles se posicionam contra o teor racial da reserva de vagas para grupos específicos nas universidades.
“A implementação de políticas afirmativas no ensino superior brasileiro se tornou referência no contexto latino-americano, embora Equador e Uruguai também possuam regulamentação nacional específica e universidades da Colômbia, México e Bolívia possuam experiências diferenciadas de implementação. Desse modo, o simpósio almeja suscitar contribuições para o aperfeiçoamento dessa política mediante debates presenciais e remotos”, diz a professora do CEAM/PPGECsA da UnB, Elizabeth Ruano Ibarra.
PROGRAMAÇÃO
1º de agosto – 1ª Sessão – atividade presencial
9h – 12h30
Local: Auditório da Reitoria da Universidade de Brasília / UnB (transmissão simultânea Canal UnBTV – Youtube)
• Mesa de Abertura: Magnífica Reitora da Universidade de Brasília, Professora Márcia Abrahão Moura
Presidenta da Comissão organizadora do simpósio, Professora doutora Elizabeth del Socorro Ruano Ibarra
Diretor do CEAM/UnB, Prof. Dr. Mário Lima Brasil
Coordenadora do PPGDH, professora doutora Elen Cristina Geraldes
Coordenadora do PPGDSCI professora doutora Maria De Fatima Rodrigues Makiuchi
• Política de cotas raciais na UnB: o acesso de negros na universidade entre 2004 e 2012 – Drª Catarina de Almeida Santos (Faculdade de Educação UnB, Brasil)
• Inclusão racial no ensino superior – Drª Márcia Regina de Lima Silva (USP, Brasil)
• Educación Superior e Interculturalidad: Pueblos Indígenas y Afrodescendientes de Ecuador – Dr. John Antón Sánchez (Instituto de Altos Estudios Nacionales, IAEN/Equador)
– Debatedora/moderadora – Ana Tereza Reis da Silva (Faculdade de Educação/UnB, Brasil)
1º de agosto – 2ª Sessão – atividade presencial
14h30 – 17h
Local: Auditório da Reitoria da Universidade de Brasília / UnB (transmissão simultânea Canal UnBTV – Youtube)
• Políticas afirmativas, universidade e povos indígenas | Drª Jane Felipe Beltrão (UFPA, Brasil)
• Políticas de Ações Afirmativas para indígenas no Brasil | Drª Juliana Jodas, Pesquisadora associada do “Centro de Antropologia de Processos Educativos” (Ceape) da Faculdade de Educação da Unicamp
• Ações afirmativas para indígenas na UnB | Mtª. Suliete Gervásio. Povo Baré. PPGDH-UnB, Brasil
– Debatedora/moderadora – Drª Elizabeth Ruano-Ibarra (CEAM/UnB, Brasil)
2 de agosto
9h – 16h
• Trabalho de articulação da rede latino-americana de pesquisa sobre ações afirmativas no ensino superior
• Límites y posibilidades de la inclusión indígena en las universidades amazónicas peruanas | Dr. Oscar Alberto Espinosa de Rivero (Pontifícia Universidad Católica del Perú)
• A Trajetória do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) | Mtª. Poema Portela (doutoranda IESP-UERJ, Brasil)
• Comissões de heteroidentificação racial no ensino superior público brasileiro | Eugênia Portela de Siequeira Marques (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul/UFMS)
Debatedora/moderadora – Drª Andreia Gomes da Cruz (ESPE/IM/UFRRJ, Brasil)
• El ingreso de afrodescendientes e indígenas a la educación superior de Brasil, Colombia y México | Drª Karin Yovana Quijada Lovatón (Universidad de Colima/México)
• Políticas de permanência em perspectiva comparada: Argentina, Brasil e Chile | Drª Hustana Maria Vargas (Faculdade de Educação e Programa de Pós-Graduação em Educação – Universidade Federal Fluminense/PPGE-UFF, Brasil)
• A implementação da Lei de Cotas nas universidades mineiras UFOP, UFMG e UFV | Dr. Adilson Pereira dos Santos (UFOP, Brasil)
Debatedora/moderadora – Drª Elizabeth Ruano-Ibarra (CEAM/UnB, Brasil)
Parceria Sinpro/UnB, pós em Educação Básica e DH na Perspectiva Internacional teve primeira aula síncrona na terça (26)
Jornalista: Alessandra Terribili
A primeira aula síncrona (em tempo real) do Curso de Especialização em Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional, parceria Sinpro/UnB, aconteceu na noite de terça-feira (26) em formato remoto. Mais de 160 professoras(es) e orientadoras(es) educacionais da rede pública de educação do DF acompanharam a aula.
O módulo 1 se debruça sobre o tema Trabalho, sociedade e educação básica na experiência internacional, e tem duração de 60 dias. A exposição foi feita pela professora Celi Taffarel, que apresentou uma introdução sobre o acesso ao conhecimento enquanto um direito da sociedade.
“A professora abordou o conhecimento como patrimônio da humanidade, por ser resultado de um acúmulo histórico da própria humanidade”, aponta a diretora do Sinpro Mônica Caldeira, uma das estudantes do curso. “É por isso que a educação jamais pode ser tratada como mercadoria: o acesso ao conhecimento é um direito de todos e todas”, finaliza.
Para a Profa. Dra. Urânia Flores, da UnB, uma das coordenadoras do curso, a expectativa é o desenvolvimento dos conteúdos de forma teórica e prática, por meio da metodologia que tem por base o conceito fundamentado na tríade ação-reflexão-ação: “Como pudemos perceber na aula das professoras Celi Taffarel e Patrícia Pinheiro, o curso buscará acrescentar teoricamente aquilo que os e as profissionais da educação já observam e vivenciam no seu cotidiano”, explica Urânia. “Para tanto, é fundamental compreender a relação educação/trabalho, porque a educação é fundamental na transformação desse sistema”, conclui.
O curso
O curso de pós-graduação Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional é uma parceria do Sinpro-DF com o Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (UnB) e com o Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras (GCUB). Ele é composto por 6 módulos (disciplinas):
Módulo 1: Trabalho, sociedade e educação básica na experiência internacional Módulo 2: Educação básica: boas práticas no mundo Módulo 3: Metodologia de pesquisa: ação-reflexão-ação Módulo 4: Organização sindical na educação básica: diferentes perspectivas Módulo 5: Organismos internacionais, direitos humanos e educação básica do Brasil Módulo 6: A relação educação básica e universidade em diferentes países
As disciplinas serão ministradas em 60 dias – 45 dias para trabalhar os conteúdos, e os últimos 15 dias para a realização das atividades de avaliação da disciplina (prova e/ou trabalho final). No fim do curso, os e as cursistas defenderão um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) perante uma banca. O TCC será orientado por um professor ou professora com titulação mínima de mestrado.
A pós é coordenada pelas professoras Luciana Custódio (diretora do Sinpro); Dra. Urânia Flores (Ceam/UnB); Patrícia Cristina Pinheiro (Ceam/UnB); e Dra. Rossana Valéria de Sousa e Silva (GCUB).
Dia 20 de agosto, professores(as) e orientadores(as) educacionais têm um encontro marcado no 18º Arraiá do Sinpro! Depois de dois anos – e graças à vacina que nos permite retomar as atividades, mas com a cautela que o momento ainda exige – a tradicional festa volta a acontecer presencialmente na Chácara do Sinpro, em Brazlândia.
Neste ano especial de retomada, as atrações também são especiais! Os shows ficarão por conta da mestra Martinha do Coco, referência da cultura popular no Distrito Federal, e do grupo Rastapé, que terá participação especial da cantora Mariana Aydar! A festa começa às 19h, tem entrada gratuita, e oferecerá comidas típicas, brincadeiras diversas, apresentações folclóricas, brinquedos infláveis; sem falar na alegre quadrilha de sempre!
Para o diretor do Sinpro-DF Bernardo Távora, a participação de todas e de todos será o ingrediente principal do arraiá. “Além de celebrar a riqueza da cultura brasileira, a tradição e a alegria das festas de São João no nordeste, o forró, as comidas típicas, também vamos celebrar a alegria de nos reencontrarmos presencialmente depois de dois anos!”, diz Bernardo.
Convide seus colegas e familiares: o 18º Arraiá do Sinpro dia 20 de agosto será inesquecível! Fique ligado e ligada nas redes e no site do Sinpro, que em breve novas informações serão divulgadas.
Aposentados(as) e pensionistas que aniversariam em julho: não esqueçam de fazer a prova de vida!
Jornalista: Alessandra Terribili
Desde 1º de julho, professores(as), orientadores(as) educacionais aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário neste mês devem fazer o Recadastramento/Prova de Vida, para evitar a suspensão de seu pagamento. O procedimento também pode ser efetuado de forma on-line, por meio de aplicativo que já está disponível nas lojas da iOS e Android (veja os links no final da matéria).
Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF , inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem-iluminado. Para finalizar, o usuário ou usuária deve informar endereço, telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da prova de vida.
A prova de vida é a comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões. Ela havia sido suspensa em março de 2020, como forma de evitar aglomeração e impedir o avanço da contaminação da Covid-19. Agora, com a melhora nos números sobre infecção e morte decorrentes da doença, o procedimento voltou a ser obrigatório, e deve ser realizado sempre no mês de aniversário do(a) servidor(a) aposentado(a) ou pensionista.
A diretoria colegiada do Sinpro destaca a necessidade de todos fazerem a Prova de Vida no mês do aniversário, para manter a regularidade no seu pagamento!
Aplicativo Prova de Vida GDF para sistema Android: clique AQUI
Aplicativo Prova de Vida GDF para sistema iOS: clique AQUI
Livro reúne memórias do movimento estudantil nos anos 70
Jornalista: Geovanna Santos
As grandes ações e participações políticas do movimento estudantil são descritas no livro “UnB Anos 70 – Memórias do Movimento Estudantil”. Organizado pela jornalista e pesquisadora Maria do Rosário Caetano, o livro conta com a colaboração de 100 egressos e egressas da universidade, como Arlete Sampaio, Érika Kokay, Augusto Carvalho, Davi Emerich e Tereza Cruvinel.
A obra resgata lembranças do período mais pesado da ditadura militar, e será lançada em três eventos, sempre às 18h. O primeiro aconteceu na noite desta terça (26), no Anfiteatro 9 do ICC (o famoso Minhocão) da Universidade de Brasília. Dia 27 é a vez do Cine Brasília, com direito exposição, amostras de filmes e um debate sobre a UnB no cinema. Finalmente, no dia 28, o lançamento do livro será no Beirute da Asa Sul (CLS 109), tradicional point boêmio da cidade.
Com 456 páginas, o livro reúne depoimentos e fotos dos momentos de resistência contra a ditatura militar, a luta contra o autoritarismo e a paixão de uma geração empenhada na transformação do país. A obra ainda traz perfis de 14 lideranças estudantis que morreram na última década.
Serviço:
Lançamento livro “UnB Anos 70 – Memórias do Movimento Estudantil”
Primeira aula síncrona de pós-graduação do Sinpro será nesta terça (26)
Jornalista: Geovanna Santos
A primeira aula síncrona do Curso de Especialização em Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional será ministrada nesta terça-feira (26), às 19h. A aula será virtual. O link de acesso foi enviado para o e-mail dos participantes e está disponível no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA).
Caso os(as) inscritos(as) não tenham recebido o e-mail, devem verificar na caixa de spam. Se ainda assim não detectar nenhuma comunicação virtual do curso, será necessário enviar um e-mail para apoioaprender@ead.unb.br solicitando suporte e apoio para que o fluxo de informações se normalize.
O curso
O curso de pós-graduação Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional é uma parceria do Sinpro-DF com a Universidade de Brasília (UnB) e é composto por 6 módulos (disciplinas):
Módulo 1: Trabalho, sociedade e educação básica na experiência internacional
Módulo 2: Educação básica: boas práticas no mundo
Módulo 3: Metodologia de pesquisa: ação-reflexão-ação
Módulo 4: Organização sindical na educação básica: diferentes perspectivas
Módulo 5: Organismos internacionais, direitos humanos e educação básica do Brasil
Módulo 6: A relação educação básica e universidade em diferentes países
As disciplinas serão ministradas em 60 dias – dos quais, 45 para trabalhar os conteúdos, e os últimos 15 dias para a realização das atividades de avaliação da disciplina (prova e/ou trabalho final). A metodologia tem por base o conceito fundamentado na tríade: ação-reflexão-ação.
No fim do curso, os(as/es) cursistas deverão defender um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) perante uma banca. O TCC deverá ser orientado por um orientador com titulação mínima de mestrado, além de doutorandos(as) selecionados(as) em cursos com temáticas afins com a proposta.
Golpistas da internet continuam tentando lesar a categoria! Fique atento(a)!
Jornalista: Alessandra Terribili
Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na Justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas!
Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570 e informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.
O Sinpro muitas denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato.
Fique atento(a/e)! Não caia no golpe! Denuncie!
Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:
Ouça também o áudio do golpe:
Modus operandi
São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de 5 dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.
Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. É golpe! O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o Jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.
Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe.
Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:
Golpe 1
Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.
Golpe 2
Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.
Golpe 3
Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.
Golpe 4
Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.
Golpe 5
Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.
Golpe 6
O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.
Golpe 7
O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.
Golpe 8
Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!
Golpe 9
Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!
Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi:
O Sinpro divulga, nesta segunda-feira (25), o Documento Final 2022. Trata-se do caderno de teses que reúne todo o conteúdo aprovado no 12º Congresso de Trabalhadoras/es em Educação (12º CTE) – Um outro Brasil é possível l–, realizado entre os dias 7 e 9 de julho deste ano.
No documento, a categoria poderá conhecer o capítulo da Tese-Guia – Um outro Brasil é possível! Um outro DF é possível!”, de autoria da diretoria colegiada do Sinpro e distribuída em quatro partes: Conjuntura internacional, nacional e local; Em defesa da educação pública, gratuita, de qualidade, laica e socialmente referenciada; Organização e estrutura sindical; e Plano de Lutas. À tese-guia foram incorporadas também a Tese 4, do Grupo de Aposentadas(os), e a Tese 7, sobre organização e estrutura sindical, que estão na íntegra no final deste texto.
Há outras subdivisões no documento, tais como o capítulo das Contribuições, que, por sua vez, está dividido em seis partes que abrangem as contribuições dos Grupos de Trabalho (GT) Meio Ambiente; Raça e Sexualidade; Educação Inclusiva com Foco na Educação Especial; Tecnologia na Escola – É preciso não retroceder; Inclusão de Pessoa com Deficiência; Coordenação Pedagógica: um direito a ser valorizado e protegido. Há ainda os capítulos das Resoluções e das Moções aprovadas pela categoria durante o encontro.
Plano de Lutas
O Documento Final 2022 do 12º CTE traz, em seu conteúdo,as percepções dos(as) professores(as) do magistério público do Distrito Federal que lutam por outro Brasil e outro DF possíveis. Um dos mais importantes capítulos do documento é o Plano de Lutas. Ele faz parte da tese-guia, na qual se faz o reconhecimento da crise socioeconômica profunda que acomete quase 215 milhões de pessoas e do desmonte do Estado brasileiro.
No entendimento dos(as/es) participantes, o destaque é o ataque, sistemático e contínuo, à educação pública, realizado pelo governo Bolsonaro por meio da desvalorização, metódica, calculada e regular, de educadores(as) e por meio da implantação de projetos, como a militarização das escolas, a educação domiciliar (homeschooling), o Escola sem Partido (Lei da Mordaça), a reforma do Ensino Médio, a mercantilização da educação etc.
O 12º CTE demonstra os motivos da crise profunda em que o País está mergulhado e indica a saída: “(re)construir outro Brasil e outro DF possíveis”. Contudo, para que isso aconteça, a tese-guia aponta para a necessidade de mobilização permanente na base da categoria e na sociedade, com a manutenção do Sinpro-DF atuante nas escolas e com a revitalização das plenárias sindicais com gestores e gestoras.
No documento estão registradas outras deliberações do 12º CTE, como, por exemplo, a indicação de que, sempre que necessário, as paralisações deverão ser realizadas para pressionar a ampliação de direitos e impedir retrocessos. Além disso, o Plano de Lutas traz mais de 30 ações que englobam lutas econômicas, educacionais e gerais do magistério público do DF e do povo brasileiro, como a revogação de reformas neoliberais, tais como a reforma da Previdência e a reforma do Ensino Médio.
Também aponta para a necessidade do cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE) e Plano Distrital de Educação (PDE); traça lutas pela recomposição salarial diante do congelamento salarial de 7 anos; e a aplicação da Meta 17 do PDE, garantindo a isonomia entre os trabalhadores em educação com outras áreas com nível de escolarização equivalente. O Documento Final 2022 reúne os conteúdos aprovados que norteiam as lutas do próximo período.
Clique na imagem do Documento Final 2022 e confira o conteúdo na íntegra.
Escola de Música de Brasília sedia 1° Simpósio de Bateristas e Percussionistas do Centro-Oeste
Jornalista: Alessandra Terribili
Dias 25, 26 e 27 de julho, a Escola de Música de Brasília sedia o 1° Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste (Síncope). O evento conta com o apoio do Sinpro-DF.
A programação do simpósio (veja no final da matéria) é composta por mini-workshops, mesas-redondas, lançamentos de livros, apresentações de música popular, erudita e contemporânea, além de noites de palco aberto, exposição permanente de livros e discos e estandes de equipamentos e instrumentos musicais.
Professor Ney Rosauro
Grandes nomes da bateria e da percussão brasileiras confirmaram presença no simpósio, que visa a promover uma troca de experiência entre bateristas, percussionistas, eruditos e populares, profissionais e amadores, professores de bateria e de percussão, estudantes de bateria e de percussão de todos os níveis.
O 1º Síconpe é aberto ao público e as inscrições são gratuitas. Para se inscrever, clique AQUI. Além de bateristas, percussionistas e estudantes, o evento também buscará acolher outros instrumentistas e profissionais ligados à cadeia produtiva da música e da cultura.
O evento é realizado pelos músicos Marcão Britto e Ticho Lavenère. “A primeira edição do Síncope está sendo possível graças à convergência de esforços e dedicação de um grande grupo de pessoas e com apoios importantes, que ajudam a viabilizar este evento”, explica Ticho, baterista e professor da Escola de Música de Brasília. “Significa muito para a área da percussão e da bateria, mas também, para toda a cadeia produtiva da música e da cultura”, completa.
Os certificados serão entregues a quem participar dos três dias (mínimo de 75% de presença). Mais informações pelos números (61) 99829-8060 e (61) 99812-7246; e pelo e-mail sincope.simposio@gmail.com.
Programação
Segunda (25)
#Mesa de abertura: 14h, no Teatro Carlos Galvão (TCG)
#Apresentação musical: McJazz, às 15h (pátio)
#Mini-workshops (simultâneos, às 15h30):
Bateria: Daniel Oliveira/Estudos lineares em fraseologia