Sinpro chama a categoria para acompanhar votação da LDO nesta quarta (29)

O Sinpro-DF chama a categoria para acompanhar, presencialmente, a votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o ano de 2023, nesta quarta-feira (29), a partir das 15h, na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Por causa de uma obstrução durante a votação do projeto da Defensoria, a sessão encerrou por falta de quórum. A CLDF irá discutir e votá-la em Plenário nesta quarta – últimos dias antes do recesso parlamentar de julho.

 

A LDO é um projeto que destina dinheiro público para todos os setores do Estado, dentre eles a Educação. Diante da importância da LDO para o cumprimento do Plano Distrital de Educação (PDE – Lei nº 5.499, de 15 de julho de 2015) e da necessidade de recursos financeiros para as demandas da escola pública, o Sinpro-DF convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para lotarem as galerias da CLDF e, juntos, lutarmos por mais investimentos na educação pública.

 

Vale ressaltar que o sindicato encaminhou um estudo com sugestões de emendas ao PLDO (confira AQUI), como ajustes na lei para contemplar e fortalecer o PDE perante o crescimento acelerado nos últimos anos da busca por escola pública. Em 2022, houve 26 mil novas matrículas na rede pública impulsionadas pelas mudanças socioeconômicas das famílias em razão da política neoliberal do governo Bolsonaro em curso no Brasil. O PDE institui metas para a melhoria da qualidade da educação e objetiva tornar realidade uma educação ampla, acessível e de qualidade, tanto com a valorização dos(as) servidores(as) da carreira Magistério Público do Distrito Federal, como na garantia de um ambiente escolar adequado.

 

O estudo sugere também a construção, ampliação e reforma das unidades escolares para fazer frente ao aumento da demanda por vagas em escolas públicas e à necessidade de adequação do espaço escolar aos novos tempos; aumento do número de cargos previstos para nomeação e realização de concursos de professor(a) da educação básica (6.200), orientador(a) educacional (1.000) e monitor(a) de Gestão Educacional (2.766) em número suficiente para atender à demanda existente; e a previsão de reestruturação da Carreira Magistério Público do DF (autorização no Anexo IV da LDO) para permitir a recomposição da inflação e melhorias salariais efetivas para toda a categoria. Essas sugestões estão descritas Anexo de Metas e Prioridades do documento.

 

Nossa união e luta são importantíssimas para que tenhamos uma educação pública de qualidade para todos e todas.

12º CTE | Atenção delegados(as) natos(as) e eleitos(as): não deixem de preencher e enviar a ata!

O 12º Congresso dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação vem aí! Dias 7, 8 e 9 de julho, o evento acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Mas atenção: para participar com direito a voz e voto, é preciso ser delegado(a) nato(a) ou eleito(a). O prazo para inscrições terminará nesta quinta-feira (30/6), e todos(as) – natos(as) e eleitos(as) – devem preencher e enviar a ata de eleição!

 

Delegados(as) natos(as) são:

– Diretores e diretoras do Sinpro;

– Aqueles e aquelas que fazem parte da diretoria de entidades às quais o Sinpro é filiado, como CNTE, CUT-DF e CUT nacional;

– Os delegados e delegadas sindicais de cada escola (inclusive da EAPE), que foram eleitos representantes sindicais durante o ano letivo corrente.

 

Delegados e delegadas eleitos ao CTE são:

– Professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) que foram eleitos(as) na plenária realizada dia 15 de junho;

– Professores(as) e orientadores(as) educacionais eleitos(as) na escola para o CTE, conforme o critério:

          • Escolas com até 30 professores(as) têm direito a uma vaga de delegado(a)

          • Escolas que tenham de 31 a 150 professores(as) têm direito a duas vagas de delegado(a)

          • Escolas com mais de 150 professores(as) têm direito a três vagas de delegado(a)

– Dois(duas) orientadores(as) por cada Regional (CRE);

– Um(a) professor(a) por cada Regional (CRE);

– Um(a) delegado(a) para a Sede I da Secretaria de Educação;

– Um(a) delegado(a) para a Sede II da Secretaria de Educação;

– Dois delegados(as) eleitos pela EAPE.

 

Clique AQUI para baixar e preencher a ata de eleição de delegado ou delegada, lembrando mais uma vez: todos os delegados e delegadas eleitos(as) e natos(as) devem preencher e enviar a ata para validar sua inscrição! Ela também pode ser enviada para o e-mail joelma@sinprodf.org.br ou entregue pessoalmente na sede ou nas subsedes do sindicato. Quaisquer dúvidas podem ser tiradas pelo telefone 3343-4209. 

Clique AQUI para acessar a programação completa do 12º CTE e outras informações.

Sinpro e CNTE convidam para ato público contra o fim do Fundo do Pré-Sal para a Educação

 

 

 

O Sinpro-DF e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) convidam a categoria e toda a comunidade escolar para um ato público nacional em defesa do pré-sal para a educação a ser realizado no dia 12 de julho, às 14h, no Salão Verde da Câmara dos Deputados.

 

O ato será uma demonstração forte, explícita, grande e pública de que a comunidade escolar é contra o Projeto de Lei nº 1.583/2022 (PL 1583/22), de autoria do governo Jair Bolsonaro (PL), que acaba com as vinculações ao Fundo Social do Pré-Sal para as áreas de educação, saúde e outras, retirando, nesta única operação, quase R$ 200 bilhões das políticas sociais.

 

O PL 1583/22, de Bolsonaro, acaba com o direito brasileiro de usufruir dos recursos financeiros advindos de suas próprias riquezas naturais para favorecer grupos capitalistas estrangeiros, rentistas, banqueiros e debenturistas do mercado financeiro, além de entregar as riquezas do Brasil a países estrangeiros.

 

Com esse PL, o governo Bolsonaro pretende antecipar a venda de toda a participação da União em áreas ainda não licitadas do pré-sal ao valor de R$ 398 bilhões, quantia infinitamente muito abaixo à praticada no mercado e sem participação das empresas nacionais.

 

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) tem denunciado esse PL como um dos modos operandi do governo Bolsonaro em curso para demolir e vender a maior empresa de energia do Brasil, a Petrobrás, e as imensas minas de petróleo do País a estrangeiros.

 

A ementa do PL  diz que o Congresso Nacional “autoriza a União a ceder, de forma integral, o direito à sua parcela do excedente em óleo proveniente de contratos de partilha de produção e de acordos de individualização da produção em áreas não contratadas na área do pré-sal ou em áreas estratégicas”.

 

Leia também a nova série de reportagens do Sinpro-DF “Em defesa da Petrobrás” e confira a importância desta empresa e das riquezas petrolíferas para o Brasil e para a sua vida.

 

Preços elevados, CPI, troca de presidentes, difamação: tudo cena para privatizar a Petrobrás

 

Governo privatiza os pilares da energia nacional e sacrifica soberania e cidadania brasileiras

 

Leia também matéria da CNTE em que explica o propósito do PL 1583/22:

 

Projeto de Bolsonaro pretende desvincular pré-sal da educação

 

Nova investida do governo Bolsonaro contra a Petrobras e o Fundo Social do Pré-sal agrava a soberania energética do Brasil e causa mais prejuízos à sociedade

 

CEM 02 de Ceilândia e Gisno também colocam faixas na entrada das escolas

Há cerca de um mês, faixas da campanha Recomposição Salarial Já têm sido dispostas nas portas das escolas da rede pública. A campanha procura expor para a comunidade o motivo das paralisações e assembleias que aconteceram, e a revolta da categoria pelo desrespeito com que suas reivindicações têm sido tratadas.

Entre as escolas que fixaram as faixas, estão CEM Setor Leste; CEF 410 Norte; Centro de Ensino Médio Urso Branco; Centro de Ensino Especial 02; Centro de Educação da Primeira Infância – CEPI GAVIÃO; e Escola Classe 115 Norte. A intenção é dar volume à campanha e revelar para toda a comunidade o abandono da educação pelo GDF. Além do congelamento de salários, são turmas superlotadas, falta de educadores(as), número excessivo de temporários, atendimento inadequado para estudantes com deficiência, entre muitos problemas.

Recentemente, a campanha ganhou a adesão do Gisno e do CEM 02 da Ceilândia, que também colocaram faixas na entrada das escolas! Veja fotos abaixo.

Vamos ampliar nossa campanha? Faixas, cartazes e webcards podem ser baixados, impressos, compartilhados ou solicitados junto ao Sinpro para potencializar a denúncia de abandono da Educação! Participe, faça o pedido do material pelo email imprensa@sinprodf.org.br.

>> Clique aqui para baixar cartazes e cards

Preços elevados, CPI, troca de presidentes, difamação: tudo cena para privatizar a Petrobrás

“A ameaça de CPI da Petrobrás é mais uma pauta bomba de Bolsonaro/Lira, direcionada à empresa, com objetivo definido: criar narrativa mentirosa de que a Petrobrás é o problema. Trocas sucessivas de presidente e diretoria da estatal fazem parte da mesma estratégia em busca de destruição da imagem da empresa”, disse Deyvid Bacelar, coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP) em entrevista ao site da própria federação.

Nas duas últimas semanas, o Brasil assiste às novas tentativas de privatização da sua maior empresa de energia: a Petrobrás. O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) propôs a realização de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás para saber os motivos de tanta elevação de preços. Mas ele sabe que a culpa é dele que não muda a política de preços. “Tudo não passa de encenações e novos ataques para privatizar a Petrobrás, não é nada mais do que mais uma artimanha de Bolsonaro e do ministro da Economia Paulo Guedes para privatizar a empresa”, afirmam os petroleiros.

Nesta segunda matéria da série “Em defesa da Petrobrás”, o Sinpro-DF entrevistou Roni Barbosa, petroleiro, secretário de Comunicação do Sindicato dos Petroleiros Paraná e Santa Catarina (Sindipetro-PR/SC) e secretário de Comunicação da Central Única dos Trabalhadores Brasil (CUT Brasil) (foto). Ele afirma que, para entender por que os preços sobem toda semana e que é uma grande mentira a privatização da maior empresa de energia do Brasil, é preciso recapitular o golpe de Estado de 2016.

 

O elevado preço dos combustíveis e o resgate histórico

“Não há como entender essa situação de elevação quase diária de preços se não houver uma resgate da história recente do Brasil, um país que possui uma das maiores empresas estatais petrolíferas do mundo e imensas reservas de petróleo em solo nacional, foram o principal motivo do golpe de Estado de 2016. É essa empresa e suas riquezas minerais que os banqueiros, rentistas, debenturistas, donos de empresas de exploração de petróleo estrangeiras, países imperialistas, como os Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido e outros, querem tomar dos brasileiros. Para isso, criaram o golpe de Estado de 2016 e contaram com a desonestidade de centenas de políticos traidores do Brasil”, destaca o sindicalista.

Barbosa explica que os sucessivos aumentos de preços de combustíveis no Brasil começaram em 2016, após o golpe de Estado que derrubou a presidente Dilma Rousseff (PT) da Presidência da República. A política de preços mudou na gestão do presidente Michel Temer (MDB), quando presidente da Petrobrás era Pedro Parente, que adotou na empresa essa política absurda de o Brasil seguir os preços de paridade de importação. Essa política coloca como se o Brasil não tivesse nem petróleo nem refinarias.

“De lá para cá essa política vem se acentuando. No governo Jair Bolsonaro isso aprofundou bastante. O preço dos combustíveis, gasolina, diesel, gás, se elevou a tal ponto que muitas famílias deixaram de comprar gás e usar lenha para cozinhar. Os combustíveis estão puxando boa parte da inflação no Brasil. Essa política vai contra os interesses, inclusive, da própria Petrobrás. Com essa política, o governo Bolsonaro está inviabilizando tudo dentro do Brasil e todo esse processo é para culpabilizar a própria Petrobrás. É bom deixar explícito aqui que a culpa é da gestão Bolsonaro que está lá dentro”, denuncia.

Ele lembra que Bolsonaro já trocou quatro vezes o presidente da Petrobrás, mas não mexe na política de preços dos combustíveis, que é o que afeta fortemente a população brasileira. “Mas nós temos pesquisas que indicam que a maioria da população é contra a privatização da Petrobrás e sabe que essa “crise” está sendo criada dentro da empresa e faz parte de uma criminosa operação de desmonte, de fatiamento do Sistema Petrobrás, para vender aos estrangeiros, tudo isso para desmoralizar e privatizar a maior empresa de energia do Brasil”.

Todo o processo de política de preços, tentando culpabilizar a Petrobrás é justamente uma estratégia do ministro da Economia, Paulo Guedes, para privatizar a empresa. O governo Bolsonaro fatiou boa parte do Sistema Petrobrás, já venderam poços de petróleo altamente rentáveis para o Brasil a preços ridículos, venderam várias refinarias pela metade do preço que elas valiam no mercado internacional.

BR Distribuidora, RLAM, fertilizantes e os custos para os brasileiros

 “A Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, uma das mais produtivas do mundo, foi vendida pela metade do preço que ela valia e, hoje, ela cobra 10% acima do preço da Petrobrás. Ou seja, uma refinaria privatizada cobra 10% a mais dos baianos e do Brasil todo com sua política de preços. O governo Bolsonaro/Paulo Guedes vende para a população a ideia de que a privatização fosse melhorar os preços do combustível. Pelo contrário. A privatização vai piorar porque os lucros estarão acima de qualquer outro interesse. As empresas privadas têm o interesse em investimentos para obter lucros onde eles [Bolsonaro/Guedes/Arthur Lira] estão vendendo os ativos da Petrobrás”, explica.

Em fevereiro de 2021, uma análise do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), divulgada na mídia, mostrava que a gestão bolsonarista da Petrobrás negociou a venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam), na Bahia, pela metade do valor que poderia receber. Segundo os cálculos do Ineep, a Rlam estava avaliada, na época, por um valor entre US$ 3 bilhões e US$ 4 bilhões. Uma semana antes da divulgação do estudo, a gestão bolsonarista da Petrobrás anunciou que o grupo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes, comprou a refinaria por US$ 1,65 bilhão.

Ligado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), o Ineep representa os trabalhadores da petroleira.  A RLAM foi a primeira refinaria nacional de petróleo. Sua criação, em setembro de 1950, foi impulsionada pela descoberta do petróleo na Bahia e pelo sonho de uma nação independente em energia. Em janeiro deste ano, em um editorial intitulado “O impacto da venda da BR Distribuidora na Petrobrás e nos consumidores”, a  Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET) divulgou uma matéria afirmando que essa venda foi um golpe na coluna vertebral da Petrobrás e nos preços dos combustíveis para os consumidores.

“A BR Distribuidora tinha um papel fundamental na função estatal da Petrobrás, prover o Brasil de combustíveis e energia ao menor preço alcançável. Esta política é o cerne de se ter uma estatal na área de petróleo. Uma estatal para impulsionar o desenvolvimento econômico, industrial e humano do Brasil proporcionando energia barata”, diz a matéria, até hoje em destaque no site da entidade. Segundo a AEPET, “a Petrobrás criou a BR como subsidiária para garantia da isonomia de fornecimento e preço a todas as distribuidoras de combustíveis no Brasil. Esta isonomia é que garante a competição em todo território nacional. Assim, a BR Distribuidora, integrada à Petrobrás, era, e pode voltar a ser, a garantia para o abastecimento de combustíveis aos menores preços possíveis e com menor volatilidade em todos os rincões Brasil. Os resultados financeiros da estatal e da sua subsidiária são garantidos como o resultado da operação integrada vertical e nacionalmente”.

E completa explicando que “a BR Distribuidora alcançava o menor preço e volatilidade porque tinha, na época da sua privatização, uma rede de 7.703 postos de gasolina, 95 unidades operacionais, e estava presente em 99 aeroportos. Todos estes ativos e sua eficiência logística proporcionavam o menor custo operacional entre todas as distribuidoras nacionais. Com isto, a BR conquistou 30% do mercado de combustíveis e lubrificantes, o controle de 27% do mercado de diesel e 25% do mercado de gasolina, e, portanto, permitiu a apropriação da margem de distribuição em seus resultados financeiros com o menor preço alcançável. Para a Petrobrás, a BR Distribuidora era um ativo gerador de receita expressiva, e fundamental na consolidação de resultados e no reforço na liquidez do seu fluxo de caixa”.

 

Fatiamento e venda da Petrobrás: desastre completo para o Brasil

“A privatização completa da Petrobrás será o desastre por completo para o Brasil, que já está vivendo uma forte crise econômica criada pela política neoliberal, crise de oferta de empregos, de retrocessos profundos e históricos, a retomada disso tudo só poderá ser feita com uma política nacionalista da Petrobrás. Nós da FUP, da CUT, dos Sindipetros e demais centrais sindicais lutamos, fortemente e bravamente, contra todos esses retrocessos que estão acontecendo no governo Bolsonaro para resistirmos até o ano que vem, quando, esperamos, que o novo governo garanta uma nova missão à Petrobrás para que ela cumpra sua missão pública de atender aos interesses da população e abastecer os estados brasileiros com combustíveis a preços justos. Isso é o que esperamos que aconteça”, afirma Roni Barbosa.

Mas ele alerta para o fato de que até lá haverá grandes embates nas esferas de poder. “Até lá teremos grandes embates com o governo federal, com o Congresso Nacional, local em que há uma bancada bolsonarista, neoliberal, colonialista e privatista, sob o comando de Arthur Lira, do PP de Alagoas, ansiosa para vender a nossa maior empresa de energia: a Petrobrás. Teremos fortes embates para que a gente possa segurar a nossa Petrobrás, o nosso pré-sal e fazer com essa riqueza do povo brasileiro possa servir ao nosso País, ao nosso povo efetivamente. Isso é o que nós queremos e esperamos’’, declara.

Reestatização e a recuperação da soberania do Brasil: o desafio da sociedade brasileira

Barbosa explica que nem tudo está perdido, mas alerta que depende de cada um dos brasileiros resgatar a soberania nacional no campo das energias. “Todos os processos que foram feitos têm condições de serem revertidos. Tanto a venda da BR Distribuidora, que era o braço da Petrobrás na distribuição, vendida, quanto o a venda das empresas de fertilizantes, que todas foram vendidas pelo governo Bolsonaro e um delas foi, simplesmente, fechada sem nenhuma justificativa plausível. O Brasil tem carência de fertilizantes e importa derivados do mundo inteiro. As três fábricas de fertilizantes brasileiras não dão conta da demanda do mercado e Bolsonaro vendeu as que tinham e fechou uma delas. Tudo isso pode ser revertido”.

Ele também informa que a venda dos poços de petróleo feita a preços irrisórios, muito baixos, tudo isso tem condições de ser revertido e reestatizado. “Tudo isso é possível reverter. Mas, para isso, nós precisamos ter um Congresso Nacional nacionalista, ativo, que defenda os interesses do povo a partir do ano que vem. Precisamos de um governo federal que também tenha esse projeto nacionalista e que tenha o compromisso de resgatar e reestatizar a Petrobrás e precisaremos também que a sociedade, os sindicatos, os movimentos sociais e toda a sociedade se mobilizem em torno do tema para que isso aconteça. Por isso, temos o desafio imenso e precisamos construir.

 

Acompanhe a série “Em defesa da Petrobrás”! Divulgue: ela faz parte da ação do Sinpro em defesa da energia, da cidadania e da soberania do Brasil! Confira a primeira matéria:

 

Governo privatiza os pilares da energia nacional e sacrifica soberania e cidadania brasileiras

 

https://sinpro25.sinprodf.org.br/governo-privatiza-os-pilares-da-energia-nacional-e-sacrifica-soberania-e-cidadania-brasileiras/

 

Violência contra a mulher: denúncias podem ser feitas online

Mulheres vítimas de violência podem registrar ocorrência, efetuar denúncia e solicitar medida protetiva de forma online, através do site https://www.pcdf.df.gov.br/servicos/delegacia-eletronica/violencia-domestica-contra-mulher. A plataforma ficou conhecida como “Maria da Penha Online”.

Por meio dessa ferramenta, oferecida pela Delegacia Eletrônica da Polícia Civil do Distrito (PCDF), a vítima de violência preenche o questionário de avaliação de risco, faz a representação contra o autor da violência, solicita o acolhimento em Casa Abrigo, agiliza a autorização para intimação durante o processo via telefone, e-mail, WhatsApp ou outro meio tecnológico sério e idôneo e, ainda, tem a possibilidade de anexar arquivos, como vídeos, documentos e imagens.

O encaminhamento, contato com as vítimas e requerimento de medidas protetivas eletronicamente é feito pela própria Delegacia Eletrônica. Medidas protetivas são ordens judiciais que visam a proteger os direitos fundamentais de alguém que se encontra em situação de vulnerabilidade ou de perigo. É por meio das medidas protetivas de urgência que as autoridades podem, por exemplo, afastar o agressor doméstico da residência da vítima e proibir que entre em contato com ela.

Em um ano de funcionamento, a plataforma online registrou mais de 1,3 mil ocorrências.

O que é considerado violência doméstica?

Violência doméstica é qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial em casa, dentro da família ou de qualquer relação íntima de afeto.

A violência pode ser dos seguintes tipos:

– Violência física (agressão física)
– Violência psicológica (perturbar a tranquilidade, perseguir, ameaçar, violar intimidade, publicar fotos e vídeos íntimos);
– Violência patrimonial (dano, furto);
– Violência moral (injúria, calúnia, difamação);
– Violência sexual (ATENÇÃO: em caso de estupro, a ocorrência não pode ser registrada pela internet, então, a vítima deve comparecer pessoalmente a uma Delegacia de Polícia).

Suspensão da votação da militarização do CEF 427 de Samambaia

A Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) recomendou a suspensão da votação para implantação do modelo cívico-militar no CEF 427 de Samambaia. Um ofício foi enviado para a Secretaria de Educação e para a direção da escola nesta quarta-feira, 22.

A Proeduc destaca que a Secretaria de Educação ainda não respondeu à requisição apresentada pelo órgão sobre o quórum para a abertura dos trabalhos e a votação nas audiências públicas sobre o tema. A recomendação é para que, enquanto as respostas não forem fornecidas, a votação permaneça suspensa.

“Os recursos humanos que o GDF dedica à militarização de escolas deveriam ser distribuídos para garantir a segurança em todas as escolas”, afirma o diretor do sindicato Cláudio Antunes. “Cada escola militarizada recebe 20 policiais. Com o número de policiais presentes numa única escola, dez escolas poderiam ser atendidas com uma dupla de batalhão escolar, política desmontada pelo próprio GDF em 2007, durante a gestão Arruda” , completa Cláudio.

A militarização existe apenas para iludir a população de que a escola está protegida, quando, na realidade, pouco se faz nessa real direção. Além de experiências anteriores mostrarem que a gestão compartilhada não acaba com problemas de segurança, dados da Proeduc escancaram que mesmo com a presença de policiais e bombeiros militares, a média de atos infracionais registrados em unidades escolares com este tipo de gestão dobrou. Em maio, o Ministério Público do Distrito Federal revogou a legalidade do processo de militarização de escolas públicas do DF.

>>> Saiba mais: CONTO DE FADAS ÀS AVESSAS, GESTÃO COMPARTILHADA MOSTRA QUE NÃO É A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS

A audiência no CEF 427 de Samambaia já havia sido cancelada antes. Originalmente agendada para 4 de junho, foi remarcada para 25 do mesmo mês. Agora, mais uma vez, o encontro deve ser suspenso.

Gripe: Vacinação prioritária da Educação vai até esta sexta (24)

A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe para os grupos prioritários, entre os quais estão os profissionais do Magistério, vai até esta sexta, 24 de junho.

Para saber quais postos estão aplicando a vacina contra gripe no DF, clique AQUI. O Ministério da Saúde anunciou que a partir de sábado, 25, estados e municípios poderão ampliar a vacinação para toda a população a partir de 6 meses de idade.

A vacinação contra a gripe é muito importante para proteger os profissionais da Educação do vírus influenza, prevenindo o contágio e limitando suas complicações.

Desliza pra cima, pessoal!

As redes sociais redesenharam a relação do brasileiro com a mídia.
As forças progressistas precisam acordar para essa nova realidade e surfar nessa onda

Professora Letícia Montandon
Coordenadora da Secretaria de Comunicação do Sinpro-DF

 

Os dados são recentes. Fazem parte do relatório Digital News Report, elaborado pelo Instituto Reuters para os Estudos do Jornalismo e pela Universidade de Oxford. A pesquisa foi conduzida pela empresa YouGov, por meio de questionários online, em 46 países – Brasil inclusive.

O relatório insiste numa informação que já é tradicional em se tratando de mídia brasileira, e ainda não mudou: a concentração da propriedade dos meios de comunicação. O que o Digital News Report aponta, no entanto, é que se os grandes conglomerados de imprensa tradicional ainda têm propriedade concentrada e dominam os antigos meios impressos e de broadcasting, essa realidade não se reflete nos meios online: os dados levantados por aqui demonstram que as redes sociais fazem cada vez mais parte do cotidiano dos brasileiros – ao contrário da TV e das publicações impressas, que vêm perdendo terreno.

Foram respondidos 2.022 questionários entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano. A partir dos dados disponíveis em Internetworldstats.com, que dão conta de que 75% da população brasileira tem acesso à Internet, o Digital News Report apurou quais são as fontes de informação dos brasileiros. Para não perdermos a referência, a população brasileira é estimada em 214 milhões de pessoas. Logo, 75% de usuários de internet equivale a 160,5 milhões de brasileiros com acesso à Internet.

Os meios de comunicação tradicionais, notadamente o impresso, vêm perdendo influência entre os entrevistados: eram 50% de entrevistados que acessavam alguma forma de mídia em papel em 2013, contra 12% agora. Nesse mesmo período, a quantidade de entrevistados que se informavam apenas por redes sociais saltou de 47% em 2013 para 64% em 2022 – o caminho inverso na curva. E espantosos 83% dos entrevistados se informam, hoje em dia, por meios online – o que inclui sites de mídia tradicional mais mídias sociais. Veja no gráfico abaixo.

A TV, que em 2013 conquistava a preferência de 75% dos entrevistados como meio de informação, neste ano de 2022 é o meio preferido de apenas 55% – com viés de queda desde 2015. O próprio aparelho de TV teve suas funções alteradas desde o início do século: agora, ele sintoniza menos TVs a cabo e emissoras de TV, e deu lugar ao streaming ou mesmo ao espelhamento dos telefones celulares.

 

Celular e computador trocam de lugar na preferência brasileira

Os aparelhos celulares vêm diminuindo de preço ano após ano, e incorporando cada vez mais facilidades que ficam acessíveis e facilmente disponíveis ao alcance do dedo, muito mais do que um computador, seja ele portátil ou não. Pesquisa da FGV indica que há mais celulares que pessoas no Brasil (242 milhões de celulares inteligentes em uso no país, contra população estimada em 214 milhões de habitantes).

Em 2013, a relação era de 83% de preferência para o computador contra 23% para os celulares; nove anos depois, essa relação se inverteu: hoje, ela é de 75% para celulares contra 24% para computadores, segundo o levantamento do Instituto Reuters. Quando as linhas se cruzaram e trocaram de lugar? Em 2018. Veja no gráfico acima.

O Digital News Report também aponta que 46% dos entrevistados compartilham notícias por redes sociais, apps de mensagens ou email, com Whatsapp ganhando a preferência de 41% dos entrevistados, e 9% de preferência para o Telegram. Também se identificou um crescimento considerável no uso de mídias sociais visuais, como Instagram (35%) e TikTok (12%) para consumo de notícia.

 

E daí?

O relatório do Instituto Reuters está cheio de dados, que devemos transformar em informação e análise. A última década foi testemunha de uma importante mudança de hábito dos brasileiros: se nossos pais e avós tinham seus horários noturnos regulados pela programação da TV (ao chegar em casa, a família trabalhadora jantava assistindo ao Jornal Nacional, e assistiam juntos à novela das oito antes de se deitarem para se prepararem para mais uma jornada de trabalho), hoje estamos íntimos dos aparelhos celulares, que nos acompanham 24 horas por dia – por vezes, não nos deixam dormir. Esses aparelhinhos acabaram se tornando nossos instrumentos de trabalho.

 

Uns X Vários

Você se lembra de uma propaganda recente de uma certa emissora de TV que anunciava, orgulhosa, que alcançava diariamente “cem milhões de uns?” Pois é, foi suplantada pela Internet. Agora, somos 160,5 milhões de vários nas redes sociais. Acorda, Pedrinho!

O Brasileiro não é mais teleguiado – não pela televisão. Hoje, define suas verdades e realidades a partir do que lê no Whatsapp, ou assiste no Youtube. A inserção de conteúdo nesses ambientes é bem mais democrática do que nos ambientes tradicionais de broadcasting, algoritmos à parte. O desafio para as forças progressistas é entender a importância de saber como inserir seus conteúdos, suas narrativas, suas histórias de forma relevante nos ambientes de redes sociais. O raciocínio é outro, a dinâmica é outra, a correlação de forças é outra.

As forças progressistas têm o hábito (ora saudável, ora cândido demais) de imaginar os melhores cenários quando vislumbramos uma nova tecnologia digital despontando no horizonte. “A Internet vai democratizar o acesso à comunicação, vai nos tornar mais próximos”, sonhávamos lá atrás. Mas a realidade liberal americana fala mais alto nestes ambientes, e dita os usos e caminhos das novas tecnologias. E eles não são os mais promotores de democratização de informação e união entre os povos – pelo contrário, promovem desinformação, ódio e desunião.

É hora de as forças progressistas se atentarem para esta nova realidade e descobrirem uma forma de vencer os algoritmos e as desinformações. O desafio é entendermos que as trincheiras de luta por democratização de informação são outras, com armas e estratégias diferentes. Outubro está ali na esquina.

Se, no início desta década, costumávamos dizer “aperta o F5” como sinônimo de se atualizar, numa alusão ao comando do nem tão saudoso Internet Explorer para atualização de página web, hoje em dia essa gíria nem faz mais sentido. O tempo de apertar o F5 já ficou pra trás, agora temos que deslizar pra cima!

 

Com supervisão de Letícia Sallorenzo

Saiba quem são os e as palestrantes do 12º CTE

O 12º CTE (Congresso de Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação) acontece entre os dias 7 e 9 de julho no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e grandes nomes já estão confirmados para debater com a categoria os rumos da Educação, do Brasil e do DF. Confira abaixo quem serão os palestrantes!

>> Saiba como participar, como solicitar o afast e veja a programação completa clicando aqui!

 

UM NOVO BRASIL É POSSÍVEL
QUINTA-FEIRA (07), 19h45

Márcio Pochmann
Economista, foi presidente da Fundação Perseu Abramo, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e secretário municipal Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade de São Paulo da prefeitura de São Paulo entre 2001 e 2004. Doutor em Ciências Econômicas, é professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É autor de dezenas de livros sobre economia, desenvolvimento e políticas públicas. Foi agraciado com o Prêmio Jabuti em 2002.

 

 

CONJUNTURA INTERNACIONAL, NACIONAL E LOCAL
SEXTA-FEIRA (08), 08h30

Antônio Lisboa
Professor aposentado da SEDF, foi diretor do Sinpro-DF e da CNTE. Em 2014, foi eleito membro representante dos Trabalhadores no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT). É Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil.

Ana Prestes
Socióloga, doutora em Ciência Política pela UFMG e doutoranda em História pela UnB. Atualmente é Assessora Técnica na Câmara dos Deputados. É autora e organizadora nos livros 100 Anos de Luta das Mulheres pelo Voto e Teoria das Relações Internacionais: Contribuições Marxistas.

Rosilene Corrêa
Professora aposentada da SEDF, é diretora licenciada do Sinpro-DF e da CNTE. Também é dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Gabriel Magno
Professor da SEDF, foi dirigente do Sinpro-DF e da CNTE. Também foi chefe de gabinete da Deputada Distrital Arlete Sampaio.

 

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA
SEXTA-FEIRA (08), 10h

Carlos Abicalil
Mestre em Educação, foi presidente do SINTEP-MT e da CNTE, deputado federal (2003 a 2011), Secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC e Diretor Geral de Educação, Ciência e Cultura da Organização de Estados Iberoamericanos. Atualmente, é coordenador do Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas de Educação da Fundação Perseu Abramo.

Edileuza Fernandes
Pedagoga e especialista em Gestão Escolar e Formação de Professores para os anos iniciais de escolarização. Mestre e Doutora em Educação pela UnB com estágio de doutoramento na Universidade do Porto (Portugal). Professora aposentada da SEDF, onde coordenou a implantação do Ensino Fundamental de nove anos, foi Subsecretária de Educação Básica e coordenou a elaboração do Currículo em Movimento.

EDUCAÇÃO LAICA E DIVERSIDADE RELIGIOSA X FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO
SEXTA-FEIRA (08), 14h

Ariovaldo Ramos
Pastor, professor e coordenador da Frente Nacional de Evangélicos pelo estado de Direito.

Kota Mulanji (Dra Regina Nogueira)
Médica pediatra e presidente do Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos de Matriz Africana. Professora de pediatria da UCPEL. Foi coordenadora da Coordenadoria da Mulher no RS e coordenadora da Saúde da População Negra de Embu das Artes-SP.

Padre Júlio Lancelotti
Sacerdote católico, formado em Pedagogia e Teologia, foi professor primário, professor universitário, membro da Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo e da Pastoral do Povo de Rua. Pároco da paróquia de São Miguel Arcanjo no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo, e responsável pelas missas realizadas na capela da Universidade São Judas Tadeu.

 

A TRAGÉDIA DA FOME: SOBERANIA EM QUESTÃO
SEXTA-FEIRA (08), 16h30

Frei Betto
Frade dominicano, jornalista e escritor. Militante de movimentos pastorais e sociais, foi assessor especial do presidente Lula em 2003 e 2004. Foi coordenador de Mobilização Social do programa Fome Zero. Adepto da Teologia da Libertação, tem inúmeros livros publicados.

Arlete Sampaio
Atualmente exercendo terceiro mandato de deputada distrital, é médica e foi vice-governadora do Distrito Federal de 1995 a 1999. Está no terceiro mandato como deputada distrital no DF. Foi Secretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do DF e também Secretária Executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo do ex-presidente Lula.

 

CULTURA E DIREITOS HUMANOS NO ENFRENTAMENTO AO FASCISMO
SÁBADO (09), 13h30

Preta Ferreira
Multiartista, produtora, feminista e antirracista.

Juca Ferreira
Sociológo, foi Ministro da Cultura, secretário municipal de Cultura da Prefeitura de São Paulo e presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

Erika Kokay
Atualmente exercendo seu terceiro mandato de deputada federal, foi presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília de 1992 a 1998 e da CUT-DF de 2000 a 2002.

 

DESAFIOS DA CLASSE TRABALHADORA DIANTE DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO
SÁBADO (09), 16h30

Antônio Lisboa
Professor aposentado da SEDF, foi diretor do Sinpro-DF e da CNTE. Em 2014, foi eleito membro representante dos Trabalhadores no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT). É Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil.

Meg Guimarães
Orientadora educacional aposentada da SEDF e diretora licenciada do Sinpro-DF. É vice-presidente da CUT-DF.

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