9 de junho | No Dia da Imunização, o Sinpro-DF denuncia a morosidade na vacinação

 

 

 

O Dia da Imunização, lembrado nesta quarta-feira (9), marca a morte de mais de 477 mil brasileiros por Covid-19 (até o fechamento desta nota) em pouco mais de 1 ano. É uma data que assinala também o conjunto de omissões e ações dos governos Jair Bolsonaro (sem partido), Ibaneis Rocha (MDB) e vários outros aliados na má gestão da pandemia do novo coronavírus.

 

No Distrito Federal, a data é marcada pela lentidão na vacinação dos/as trabalhadores/as da Educação e da população. O DF é vítima da política “negacionista de ocasião” da ciência. Além de não agir com responsabilidade para debelar a crise sanitária, o Governo do Distrito Federal (GDF) não imprime, na cidade, o ritmo necessário e urgente de imunização do setor da educação e da população em geral que outras regiões do País estão fazendo.

 

Nesta sexta-feira (11), o Estado de São Paulo antecipa a vacinação de 363 mil profissionais da educação básica de 18 a 44 anos, cujo início estava previsto para ocorrer só a partir de 21 de julho. Com isso, SP terá 100% dos/as trabalhadores/as da educação básica imunizados/as. No DF, a vacinação começou no dia 21 de maio, depois de muita pressão da categoria, e até agora, 19 dias depois, só vacinou 2 mil profissionais da educação básica.

 

O ritmo é de 500 vacinas por dia para a educação, 400 para profissionais da rede privada de ensino e, somente 100, para rede pública. Importante ressaltar que os/as já vacinados/as da educação pública são integrantes das equipes gestoras, que atuam na linha de frente e que, até isso foi questionado na capital do País: o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) teve coragem de questionar na Justiça esse direito de gestores à prioridade na vacinação. Justamente contra eles/as que nunca pararam de atuar presencialmente nas escolas durante a pandemia.

Muitos foram contaminados e morreram por Covid-19. A atitude do governo Ibaneis é criticada por cientistas do mundo inteiro porque a capital do País é uma das menores unidades federativas, com o privilégio de ter um sistema de saúde eficiente e que poderia estar dando um show de rapidez na vacinação e de superação da pandemia e da crise econômica. Mas, não! Está enterrada na necropolítica.

 

A situação é tão grave, que merece, como ocorre com o governo Bolsonaro no Senado Federal, uma CPI para apurar a gestão da pandemia. Um dos motivos é o fato de GDF estocar mais de 1 milhão de doses de vacina recebidas do Ministério da Saúde enquanto a população morre de Covid-19. Por que o governo Ibaneis estoca vacina e não acelera a imunização?

 

A denúncia é do G1, veiculada nesta quarta-feira (9), e revela que, enquanto o GDF estoca vacina, os brasilienses perdem a vida para a Covid-19. A reportagem mostrou que, enquanto o imunizante está estocado, o governo Ibaneis só vacinou, até agora, 30% da população acima de 18 anos com a primeira dose. Também revelou que, no domingo (6/6), 14% das doses recebidas não tinham sido distribuídas aos postos de vacinação. No total, mais de 100 mil doses foram distribuídas para pessoas que residem fora do DF e os óbitos pela Covid-19 cresceram em 160%.

 

“Quando é que a população do DF será vacinada Ibaneis Rocha? Cadê o nosso calendário? CADÊ A VACINA?” Essa é a cobrança e a pergunta da população nas redes sociais. Essa revelação também enseja o questionamento acerca da administração pública e sugere a necessidade de checagem, de investigação, de CPI porque isso configura má gestão administrativa e do dinheiro público.

 

Esse é um das centenas de motivos pelos quais as gestões públicas do Brasil e do DF estão sendo questionadas e também a razão pela qual o Brasil vacina por mês o que a China imuniza por dia. Tudo isso é resultado de decisões políticas que matam ou não pessoas de todas as regiões, credos, idades e realidades socioeconômicas diariamente.

 

O Dia da Imunização é, portanto, ocasião para mostrarmos a lentidão na vacinação e explicarmos que, muitas vezes, no direito administrativo, a morosidade é apontada como crime. Daí ser oportuno indagarmos sobre a quem interessa o alastramento da pandemia e essa quantidade exorbitante e desnecessária de mortes diárias por Covid-19, bem como ter a educação presencial paralisada por causa da falta de vacina e de ajustes das escolas para receber os/as trabalhadores/as e os/as estudantes.

 

Valesca Leão, diretora do Sinpro-DF, destaca que a data merece ser lembrada como um dia de luta de classe trabalhadora e recordar a história do Brasil, quando, no século XX, o povo foi para as ruas para que o Brasil instituísse o SUS com garantias de sua existência na sua Lei Maior: a Constituição. Ela ressalta que, neste momento de pandemia que o mundo enfrenta, com uma avalanche de mortes pela Covid-19, o governo Bolsonaro e alguns governos locais não investem o dinheiro público em saúde pública e nega a ciência para não justificar esse não uso dos recursos nas áreas primárias do Estado.

 

“Valorizar e dar visibilidade às campanhas de vacinação desenvolvidas pelo Sinpro-DF e pelo SUS é sinônimo de compromisso e preocupação com a qualidade de vida da população e empenho para o acesso igualitário para todos(as)”, afirma a diretora. Ela explica que imunizar é a primeira fórmula para vencer a pandemia.

 

“Vacinar em massa é mais do que política de saúde, é também política econômica e, sobretudo, humana e de compromisso com o dinheiro público e com a vida”, diz. Valesca alerta também para a necessidade de as pessoas terem amor à Pátria e ficarem atentas para enxergar os maus governantes e não mais votarem neles. “Essa é postura que fortalece um País soberano”, diz a diretora.

 

A diretoria colegiada do sindicato ressalta ainda que esta poderia ter sido uma data de comemoração, de valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) e de mostrar ao mundo a capacidade e a expertise dos serviços públicos do Brasil nos campos da educação, saúde, e pesquisa científica, bem como na produção de imunizantes e na agilidade e alcance em vacinação para debelar qualquer pandemia. Mas, não está sendo assim porque, nos últimos 4 anos, os governantes eleitos não adotaram políticas de soberania nacional.

 

Dentre outras iniciativas para que o cenário fosse diferente, bastava o Brasil usar o seu dinheiro do Orçamento público e os recursos advindos das riquezas naturais do País, como os royalties do pré-sal (se o pré-sal ainda pertencesse ao nosso País), nas políticas de saúde, pesquisa, vacinação, produção de imunizantes, educação, geração de emprego e renda e de fortalecimento das empresas de todos os tamanhos para erradicar a crise sanitária e barrar a crise econômica.

 

O Sinpro-DF também aproveita a data para alertar sobre o uso das medidas sanitárias que evitam a infecção pelo novo coronavírus, como lavar as mãos e o antebraço com água e sabão durante 20 segundos, manter o distanciamento social, evitar aglomeração, usar máscaras capazes de frear o contágio e, quando não tiver água e sabão, usar álcool em gel 70%.  Recomenda, sobretudo, que, nas eleições de 2022, é preciso prestar atenção ao que o sindicato diz sobre os políticos em disputa pelos cargos dos Poderes Legislativo e Executivo porque não é a imprensa dos patrões que defende os interesses dos trabalhadores e, sim, o sindicato.

 

A imagem representativa dessa matéria é uma réplica da campanha publicitária do GDF, na qual ele trabalha a conscientização do público sobre a pandemia, porém, não trabalha a sua própria conscientização e ação para materializar a vacinação em massa, única saída para controlar e debelar a pandemia.

 

 

A vacina salva vidas!

6ª edição do programa Descomplicando

Participe da 6ª edição do programa Descomplicando, nesta quarta-feira (09), com Dão Real Pereira dos Santos, auditor fiscal, vice-presidente do Instituto Justiça Fiscal (IJF) e integrante do Coletivo Auditores Fiscais pela Democracia.

O objetivo do programa é explicar, de forma simplificada e didática, o sistema tributário no Brasil. Serão abordados temas como: por que o pobre paga mais impostos que o rico; como nossa tributação poderia ser mais justa; e por que os super-ricos deveriam ser mais taxados.

A programação vai ao ar na quarta-feira (09/06), às 17h, na página oficial da campanha Tributar Super- Ricos, no Facebook, e na página oficial do Sinpro. 

 

Ato na Câmara dos Deputados para entrega do abaixo-assinado contra a PEC 32 nesta quarta (9)

 

 

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que o Abaixo-Assinado contra a PEC 32/2020 será entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), nesta quarta-feira (9). O documento foi elaborado pela Frente Parlamentar Mista do Serviço Público para que a reforma administrativa seja suspensa. O ato público de entrega do documento será transmitido pelas redes sociais do Sinpro-DF e da Frente Parlamentar.

 

O Sinpro-DF convoca a categoria a se unir aos/às demais subscritores/as do abaixo-assinado e a assinar o documento, que precisa de, no mínimo, 150 mil assinaturas, e visa à defesa dos serviços e os servidores públicos, sobretudo, à proteção dos direitos fundamentais e sociais contidos na Constituição de 1988.

 

Contamos com a sua ajuda para alcançarmos a meta! Divulgue e envie para amigos, colegas e familiares! Se você ainda não assinou, assine: chng.it/8h4nWpnrJc

Somos todos contra à PEC 32 e juntos fortalecemos a luta! Diga NÃO!

 

PARTICIPE- REGULAR E TRIBUTAR O SISTEMA FINANCEIRO PARA INVESTIR NO SOCIAL É TEMA DA LIVE DE HOJE (7)

Nesta segunda-feira (7), você é o nosso(a) convidado(a) para participar da live sobre “Regulamentação e Tributação do Sistema Financeiro para Investir no Social”, a partir das 19h, nas redes sociais da CNTE com retransmissão pela página do Sinpro-DF pelo Facebook. 

 Para debater  sobre  o sistema financeiro brasileiro e sobre os tributos que incidem sobre o setor, um dos que mais lucram no Brasil, e de que forma tais tributos podem contribuir para o aumento dos investimentos sociais no país, participam como convidados(as) o governador do Piauí, Wellington Dias, o ex-ministro, Ricardo Berzoini, o economista e ex-diretor-técnico do Dieese, Sérgio Mendonça, e a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira. 

A live faz parte do cronograma de ações da Campanha Tributar os Super-Ricos. 

É hoje(7), a partir das 19h. Participe! 

 

Carreata pela Vida reúne mais de 200 carros contra a Copa América no Brasil

Movimentos sociais, sindicais e partidos políticos do Distrito Federal realizaram, na manhã de domingo (6), uma carreata contra a realização da Copa América no Brasil. O protesto teve uma repercussão positiva em toda a mídia.

Em vários jornais, o conteúdo foi mostrado que mesmo realizando os jogos em estádios sem torcida, a vinda de delegações de diferentes países representa um risco para a saúde pública. O governo federal, no entanto, continua investindo na realização da competição no Brasil. A Copa América começa, oficialmente, em 13 de junho.

 

A organização do protesto foi da Central Única dos Trabalhadores no Distrito Federal (CUT-DF) e do Partido dos Trabalhadores (PT) e contou com a adesão de vários sindicatos e partidos políticos. A carreata reuniu mais de 200 carros, às 9h30, na Praça do Buriti, segundo a organização. Ocuparam três das seis faixas do Eixo Monumental e seguiram para a Esplanada dos Ministérios.

 

Fizeram buzinaço e pediram por vacinação. Levaram também faixas e cartazes com os dizeres “Fora Bolsonaro”. O movimento contou com a solidariedade da população. Quem passava pela carreata buzinava aprovando o protesto.

Importante ressaltar que a realização da Copa América se tornou uma discussão política no País porque a pandemia do novo coronavírus continua sem nenhuma gestão por parte do governo Jair Bolsonaro (sem partido). Os índices de mortes por Covid-19 continuam altos no País e as Unidades de Terapia Intensiva (UTI) trabalhando nos seus limites máximos. Muitas estão com 100% de ocupação. No DF, a taxa de ocupação de UTI, na manhã desta segunda-feira (7), é de 98% na rede pública de saúde e, 86,4%, na privada.

 

O campeonato está previsto para ocorrer entre 13 de junho e 10 de julho, no Rio de Janeiro (Maracanã e Nilton Santos), Brasília (Mané Garrincha), Goiânia (Olímpico), Arena Pantanal (Cuiabá), cidades em que a Covid-19 é campeã em mortes diárias, embora o País inteiro esteja com números elevadíssimos de mortes pela doença por dia. “Nenhuma cidade brasileira tem condições sanitárias de receber campeonatos esportivos”, afirma a diretoria colegiada do Sinpro-DF.

“Além disso, há uma pressão inexplicável e uma ingerência direta do Presidente da República para que esse campeonato ocorra no Brasil. O único momento da nossa história em que um presidente interferiu autoritariamente em eventos esportivos como esse foi na ditadura militar”, observa a diretoria.

Dados subnotificados do consórcio de imprensa e do próprio Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) indicam que, de sexta-feira para sábado, 1.661 pessoas morreram em decorrência da doença. O total de óbitos ultrapassou, nesse fim de semana, os 472 mil óbitos. Até sábado, apenas 10,8% da população (22.896.108 pessoas) haviam recebido as duas doses da vacina. No DF, até o domingo (6), 8.800 pessoas haviam morrido por Covid-19, com registro, sempre subnotificado, de 10 mortes e 1.024 novas infecções entre o sábado (5) e o domingo.

 

Vale ressaltar que a imunização completa e a erradicação da pandemia só ocorrerá com o mínimo de 70% da população imunizada. Falta vacina, falta agilidade e falta o dinheiro pública investido no Sistema Único de Saúde (SUS), que é quem está segurando as pontas da pandemia no Brasil.

 

Confira as imagens:

 
 

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Sinpro-DF lança quinta cartilha virtual e aborda licenças médicas e odontológicas

A professora Maria da Paz Juliano (nome fictício para não expor a docente) apresentou atestado médico em razão de problemas psicológicos. A Gerência de Medicina (Gemed), da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), não homologou o atestado por ausência de dados clínicos que justificassem o afastamento solicitado.

 

Ela recorreu ao Sinpro-DF para tentar resolver a situação. Com a orientação do sindicato, a professora está, atualmente, com consulta marcada para solicitar o relatório mais detalhado. Assim, o sindicato irá apresentar o pedido de reconsideração. Encaminhar o modelo via e-mail.

 

Outro caso ocorreu em novembro em 2020. A professora Iara de Oliveira (nome fictício para não expor a pessoa) também apresentou atestado médico. Mas, em vez de indeferi-lo, a Gemed/SEE-DF solicitou que ela anexasse laudos complementares e fixou um prazo para resolver a pendência.

 

A professora não se atentou a esse despacho e se manteve inerte. Assim, o atestado não foi homologado. Recorreu ao Sinpro-DF e apresentou recurso, em janeiro deste ano, sendo indeferido por decurso de prazo.

 

“Casos como os das professoras Maria da Paz e Iara seriam facilmente resolvidos e não teriam sido indeferidos se elas tivessem uma cartilha explicativa, como essas que o Sinpro disponibiliza, à mão”, afirma Élbia Pires, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, do Sinpro-DF .

 

Para Paulo Fontes, advogado na área de Saúde no sindicato, “tudo teria dado certo de primeira se elas tivessem acessado um documento com essa explicação que a cartilha oferece”. A psicóloga do Sinpro-DF observa que “conhecer os direitos para tratar a própria saúde é poder olhar para si, aceitando limitações, prevenindo. Parte de um corpo que trabalha”.

 

É por isso que o Sinpro-DF lança, nesta segunda-feira (7), a Cartilha Licença Médica – Geral. Com ela, a diretoria colegiada, por meio da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, disponibiliza todas as informações rápidas e necessárias para que a categoria conheça seus direitos e deveres quando o assunto é licenças médica e odontológica e atestados.

 

A Cartilha Licença Médica – Geral é a quinta cartilha que o Sinpro-DF disponibiliza este ano. Com as cartilhas, a entidade oferece uma forma rápida de acesso e uso da legislação e outras informações sobre as questões trabalhistas que envolvem a relação do trabalhador da educação com o Governo do Distrito Federal (GDF).

 

Clique aqui e acesse a Cartilha Licença Médica – Geral

 

Você pode acessar todas as cartilhas na aba Clínica do Trabalho, no site do Sinpro-DF, e acompanhar, por lá, todos os lançamentos:

 

Clínica do Trabalho

 

 

 

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Sala de Altas Habilidades de Brazlândia promove concurso de desenho. Participe! 

O encerramento das aulas presenciais devido à pandemia do novo coronavírus despertou na professora da rede pública Luciany Osório, o desejo de se reinventar diante do difícil momento de isolamento. Para estar cada vez mais próxima dos estudantes, a servidora que atua na Sala de Recursos de Talentos de Altas Habilidades e Superdotação de Brazlândia há quase cinco anos, vem realizando projetos de desenhos para jovens de todo o DF desde 2020. 

A primeira edição do concurso com  o tema  “O que o coronavírus mostrou ao mundo?”, estudantes de diferentes regiões administrativas puderam participar do concurso que teve como debate a chegada e os desafios da pandemia. Os(as) finalistas receberam um kit com livros produzidos pela Sala de Altas Habilidades de Brazlândia e certificados de participação. 

Com tamanho sucesso alcançado na primeira edição, a professora sentiu a necessidade de realizar uma nova edição do concurso de desenho. Desta vez, abordando o tema “Minha arma é a Arte”, faz  provocação para que pensemos caminhos para a construção de uma sociedade mais justa, livre de armas e da violência, bem como para promover debate sobre a cultura de paz, a construção de uma sociedade do bem viver e incentivar os estudantes a manterem o isolamento social devido ao agravamento da pandemia da Covid-19.

Para a professora, o projeto além de contribuir com a aprendizagem entre os estudantes, abre espaço para a construção de um diálogo entre comunidade escolar e sociedade como um todo. “Utilizar a linguagem do desenho para estimular reflexões críticas sobre o mundo que nos rodeia, parte da certeza de que a arte é uma ferramenta transformadora e potencializadora de mudanças.”, afirma. 

Poderão participar estudantes da rede pública de ensino de todo o Distrito Federal. Ao todo, serão três categorias de participação: Ensino Fundamental 1, Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio. 

Os três primeiros colocados de cada categoria receberão uma premiação em dinheiro nos valores de R$250,00, R$150,00 e R$100,00 de acordo com a classificação mais o certificado de participação.

 Os(as) interessados, deverão acessar os links abaixo e se atentar ao regulamento do concurso. As inscrições ocorrem até o dia 30/06.  Conheça mais acessando o Instagram do projeto @altashabilidadesbraz.

 

Links para inscrição e regulamento:

 

Categoria 1: Ensino Fundamental I ( https://forms.gle/wL4pzrUVkajJ2zPdA

Categoria 2: Ensino Fundamental II ( https://forms.gle/FUfnywYf3VvmgBxA6 

Categoria 3: Ensino Médio ( https://forms.gle/bAo4E8gvvQmxEEgu7 )

 

1° lugar: R$250,00

2° lugar: R$150,00

3° lugar: R$100,00 

Inscrições até 30/06. Participe!

 

Após luta das pessoas com deficiência, GDF disponibiliza vacinação para deficientes sem BPC

Depois de muita luta do Sinpro-DF, de outras categorias profissionais e dos movimentos sociais que atuam no Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal (Coddede-DF), o Governo do Distrito Federal (GDF), liberou, na manhã terça-feira (1º), a vacinação das Pessoas com Deficiência (PCD) que não recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Sobre o governo ter criado esse dispositivo para vacinação apenas para as pessoas com deficiência que recebem BPC, nós, do Sinpro, fizemos várias críticas. Questionamos essa forma de excluir as pessoas. E isso mudou graças à atuação do Coddede-DF e da nossa participação nas várias reuniões com a Comissão da Vacina. No último encontro, a Secretaria de Saúde ficou de analisar e de retirar esse critério do BPC, que é um critério de renda e que impediu as pessoas com deficiência de acessarem o direito à vacinação”, informa Carlos Maciel, diretor do Sinpro-DF.

Cadastramento começa nesta terça, mas agendamento será feito depois

A Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) abriu o cadastramento para pessoas com deficiência que não recebem o BPC. A partir desta terça (1º/6), as pessoas com deficiência da capital do País devem se cadastrar para a vacinação contra a Covid-19. Ou seja, primeiramente, devem fazer o cadastro no site http://vacina.saude.df.gov.br/, que é obrigatório para, depois, agendar a imunização.

A SES-DF informa que a vacina deverá ser disponibilizada na semana que vem. No entanto, a data do início dos atendimentos e o número de vagas ainda não foram confirmados pela Pasta. A imunização é voltada para pessoas com deficiência com mais de 18 anos que não recebem BPC. “Ainda tem um probleminha que a gente precisa resolver: a SES precisa colocar no site uma terceira categoria destinada a pessoas com deficiência e retirá-las do grupo da comorbidade porque a deficiência não é doença. Contudo, por enquanto, já está disponível a modalidade de vacinação para deficientes sem BPC na categoria de comorbidades”, explica o diretor.

“As pessoas com deficiência deveriam ter sido priorizadas desde o início da vacinação. Isso está garantido no artigo 9, da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), e no artigo 11, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU). O critério a ser utilizado, assim como nos demais grupos de vacinação, deveria ter sido o de recorte epidemiológico e não o de renda, como este do BPC, que viola a proteção à vida. Alguns estados começaram a vacinação desse segmento social bem antes. A exemplo do Estado do Piauí, em Teresina; Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; e, Goiás, com várias cidades do Entorno do Distrito Federal, como Luziânia e Planaltina Goiás”, finaliza Maciel.

O cadastramento das pessoas com deficiência sem inscrição no BPC deve ser feito da seguinte forma:

1. Acesse o site: https://vacina.saude.df.gov.br/;
2. Clique na opção “Cadastrar Comorbidade”;
3. Preencha os dados pessoais, como: Nome Completo, CPF, Data de Nascimento, Altura, Peso, Telefone, e-mail, CEP e – ATENÇÃO:
Em comorbidades, marque a opção “pessoa com deficiência SEM a inscrição no BPC”
4. Após, clique em salvar.

Observação 1: será gerado um código de confirmação, ele é a chave de localização do seu cadastro.
Observação 2: O agendamento será realizado, conforme a disponibilidade de doses

Dia Nacional da Imprensa: 213 anos depois de instalada no Brasil, imprensa ainda luta pela liberdade

Se a informação é o caminho para a liberdade, defender a democratização da comunicação é passagem aberta para um País soberano. Este ano, o Dia Nacional da Imprensa é marcado pelo aumento descontrolado de violência contra os jornalistas e a liberdade de imprensa. O Relatório da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil 2020, lançado em janeiro deste ano, mostra que o ano passado entrou para a história como o ano em que a humanidade começou a sofrer com uma das mais graves crises sanitárias já registradas.

Revelou que a crise provocou uma tragédia mundial sem precedentes, contudo, causou efeito positivo na imprensa. O jornalismo recuperou parte de sua credibilidade e se mostrou mais do que necessário numa sociedade democrática. Os jornalistas foram reconhecidos profissionalmente. Contudo, no Brasil, os registros foram negativos: 2020 foi o ano em que os jornalistas arriscaram a vida (e muitos morreram), tiveram suas condições de trabalho ainda mais precarizadas, salários reduzidos, sua função sempre desqualificada e sofreram ataques violentos por cumprirem seu papel social.

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) já vinha alertando para o fato de que, a partir de 2019, intensificaram as violações à liberdade de imprensa no Brasil, claramente associadas à ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República. Em matéria divulgada no fim de janeiro deste ano, a federação afirmava que a violência contra jornalistas havia crescido 105,77% em 2020, com Jair Bolsonaro liderando ataques. Em 2019, foram registrados 208 casos de ataques a veículos de comunicação e a jornalistas. Um aumento de 54,07% em relação a 2018, que registrou 135 ocorrências.

Em 2020, a situação piorou. O levantamento da Fenaj, que é subnotificado, dá conta de que houve uma explosão de violência contra jornalistas e contra a imprensa de um modo geral. Foram registrados 428 episódios, 105,77% a mais do que em 2019. De acordo com o relatório, “ a descredibilização da imprensa, como no ano anterior, foi a violência mais frequente: 152 casos, o que representa 35,51% do total”.

E prossegue: “O presidente Jair Bolsonaro, mais uma vez, foi o principal agressor. Sozinho foi responsável por 175 casos (40,89% do total): 145 ataques genéricos e generalizados a veículos de comunicação e a jornalistas, 26 casos de agressões verbais, um caso de ameaça direta a jornalistas, uma ameaça à TV Globo e dois ataques à FENAJ”.

Além da luta pela liberdade de imprensa e de expressão/opinião, a categoria luta pela sua inclusão entre os grupos prioritários para a vacinação, mas não é atendida. Um levantamento da Fenaj mostra que a Covid-19 mata um jornalista por dia no Brasil. Entre janeiro e abril de 2021, 124 jornalistas perderam a vida para a doença, uma média de 31 por mês, bem acima da média verificada em 2020, com 8,3 óbitos/mês.

Ainda segundo dados de um levantamento realizado pela Fenaj, já são 213 profissionais mortos. Os números fazem parte do “Dossiê Jornalistas Vitimados pela Covid-19”, documento elaborado pela Fenaj com a ajuda dos sindicatos de todo o País.

Histórico

Dia Nacional da Imprensa era lembrado sempre no dia 10 de setembro, data que começou a circular o primeiro jornal publicado em terras brasileiras, a Gazeta do Rio de Janeiro, em 1808. Contudo, em 1999, a comemoração do Dia Nacional da Imprensa mudou de data e passou a ser celebrado no dia 1º de junho porque foi nessa data que começou a circular o jornal Correio Braziliense, fundado por Hipólito José da Costa. Esse jornal iniciou suas publicações também em 1808, mas era clandestino e começou a circular cerca de três meses antes. Assim, em 1999 esse fato foi, oficialmente, reconhecido e a Lei n.º 9.831, de 13 de setembro de 1999, foi modificada transferindo o Dia Nacional da Imprensa para 1º de junho.

 
 

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Sinpro-DF convida para live sobre o Programa Vida & Água para ARIS nesta segunda (31)

O Sinpro-DF convida para a live sobre o Programa Vida & Água para ARIS, nesta segunda-feira (31/5), às 14h30, ao vivo, pela TV Comunitária do DF, canal 12 da NET ou pelas redes sociais da TVComDF. O tema da live desta segunda é “Rumo à audiência na CLDF dia 28 de junho: a voz de quem sabe o que é viver sem água na ARIS”

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=AZYvrmPBQfo

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