EC 12 de Ceilândia realiza 3ª edição do Chocolate Literário: um encontro de leitura e cultura

A Escola Classe 12 de Ceilândia (EC 12 de Ceilândia) realizou a terceira edição do projeto “Chocolate Literário”, um projeto pedagógico que, desde sua criação, busca aproximar os(as) estudantes da literatura de maneira envolvente e significativa. Com foco na valorização da diversidade cultural, a iniciativa é uma celebração do conhecimento e da criatividade, estimulando a imaginação e o pensamento crítico dos(as) educandos(as).

Alessandra Lemes, diretora da EC 12 há 15 anos, psicóloga e escritora fascinada pela literatura, informa que o projeto Chocolate Literário tem o objetivo de destacar a literatura como ferramenta de expressão, reflexão e desenvolvimento de competências essenciais. “A atividade tem como objetivo a valorização da literatura como linguagem capaz de mobilizar sentimentos, emoções e valores, enaltecendo os estudantes como escritores e, também, como ouvintes, contribuindo para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita bem como a estimulação e o interesse pela leitura, além do desenvolvimento do pensamento crítico”, afirma.

Ela explica que, durante o ano, diversos(as) autores(as) locais, brasilienses, com obras temáticas de grande relevância alinhadas ao currículo são convidados(as) a fazerem parte do projeto. Assim, as obras são apresentadas às(aos) professores(as), que selecionam a obra a seu critério. A partir da familiaridade dos(as) docentes com as obras e os textos, eles(as) são livres para definir as metodologias para trabalhar tanto a obra quanto a biografia do(a) autor(a), por exemplo, com recontos, atividades artísticas, rodas de conversa, produção de textos, escrita coletiva, dentre outros.

“Na culminância, temos a participação de toda a comunidade escolar. A escola é decorada e organizada para uma exposição., cada sala de aula se transforma em um grande stand de amostras das obras dos autores homenageados.  Os estudantes encenam histórias, declamar poesias, confeccionam painéis e varais literários, demonstrar protagonismo como leitores, escritores e artistas, prestar  homenagem aos autores do Distrito Federal, além de se deliciar com o universo da literatura e degustar um delicioso chocolate quente”, informa.

Nesta edição, os(as) autores(as) locais homenageados foram Marcos Reis, com as obras Lápis cor de pele; Gira mundo, roda pião; Quem pegou a peruca do rei?; Alessandra Alexandria, com Dr. Falador – O palhaço que semeia amor; Francisco de Assis Assley Faos, com as obras Uma história de medo, Alfabeto em rimas, Minha pele cor de pele; Regina Ferreira com a obra Encontro de Cristal; Neuza com as obras A princesa negra e Pedrinho e Simão; Lair França, com Mariela quer ser modelo e Lentes mágicas.

A diretora afirma que, por meio de uma série de atividades, o projeto busca incentivar o prazer pela leitura, com obras de autores locais que ressoem com os interesses e vivências dos(as) estudantes; desenvolver habilidades de leitura e escrita, melhorando a compreensão de diferentes textos e ampliando o vocabulário dos estudantes; estimular o pensamento crítico, promovendo debates, rodas de conversa e discussões sobre temas presentes nas obras literárias; e  fortalecer a identidade e a expressão criativa dos(as) estudantes, incentivando a produção de textos, a interpretação de obras e a criação de projetos artísticos.

“As obras escolhidas foram alinhadas ao tema central do projeto, “Eu sou porque nós somos”, e proporcionam aos alunos uma rica reflexão sobre suas próprias vivências e a valorização das diferenças culturais”, informa.

Metodologia e atividades

Ao longo do ano letivo, diversos(as) autores(as) locais são convidados(as) a participarem do projeto. Eles e elas levam para a sala de aula livros com temáticas relevantes, alinhadas ao currículo escolar. Os(as) professores(as), com base nas obras, escolhem as metodologias mais adequadas para trabalhar tanto o conteúdo literário quanto a biografia dos(as) autores(as), por meio de atividades interativas como, recontos e resumos de obras; produção de textos individuais e coletivos; atividades artísticas, como painéis e varais literários; encenações de histórias e declamação de poesias; e rodas de conversa e debates sobre os temas abordados nos livros. Segundo a diretora, os(as) estudantes também são incentivados(as) a refletir sobre suas próprias experiências, criando narrativas e textos baseados nas leituras realizadas.

Culminância 

A culminância do Chocolate Literário é um evento de grande importância para a comunidade escolar. No dia, toda a escola é transformada em um espaço literário, com exposições, apresentações e atividades culturais. A programação inclui exposição de trabalhos, com painéis, varais literários e produções artísticas realizadas pelos(as) estudantes; apresentações culturais, com encenações de histórias e declamações de poesias, demonstrando o protagonismo dos estudantes como leitores e artistas.

A programação também apresenta homenagem aos(às) autores(as) locais, em que os(as) estudantes prestam tributo aos(às) escritores do Distrito Federal, destacando a importância da literatura regional. Realiza também a  “Manhã de autógrafos”, com a presença de autores(as)  convidados(as), proporcionando uma troca de saberes entre escritores(as) e estudantes. E, por fim, degustação de chocolate quente, criando um ambiente acolhedor e festivo, em que a literatura se encontra com o prazer da convivência.

O projeto segue também um cronograma de ações que envolve a comunidade escolar em diversas etapas. Confira as principais datas. Este ano, entre os dias 2 de outubro e 9 de novembro, uma série de atividades foi realizada como parte do projeto: apresentação dos(as) autores(as) e obras; análise e escolha das obras pelos(as) professores(as); período de desenvolvimento das atividades com os(as) estudantes; convite para a comunidade escolar participar do evento; organização das salas e espaços para o evento de culminância; no dia 9/11, realizada a culminância do projeto, das 9h às 11h30.

Avaliação

A avaliação do Chocolate Literário ocorre de forma contínua e reflexiva, com o objetivo de medir a eficácia das atividades propostas e os impactos na formação dos(as) estudantes. Aspectos como o uso adequado dos recursos, o alcance dos objetivos pedagógicos, o feedback (retorno) dos(as) participantes e a continuidade dos resultados após o término do projeto serão analisados para aperfeiçoar futuras edições.

O Chocolate Literário faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP)da escola e, além de valorizar a autoria Local, promove a inclusão  cultural. Este ano, o projeto contou com obras de de autores locais que abordam temas como identidade, diversidade e pertencimento. A ideia é que cada turma trabalhe com uma obra específica, com imersão profunda na literatura local. Entre os autores convidados estão: Marcos Reis com “Lápis cor de pele” (2ºP “B” e 2ºP “D”); Alessandra Alexandria com “Dr. Falador – O palhaço que semeia amor” (3ºA e 3ºB); Francisco Assley Faos com “Uma história de Medo” (1ºB e 2ºB); Regina Ferreira com “Encontro de Cristal” (1ºP “C” e 1ºP “D”); Neuza Maria com “A princesa negra” (1ºP “B”) e “Pedrinho e Simão” (5ºA); Lair França com a obra “Lentes mágicas” (5ºA).

Para Alessandra Lemes, o projeto Chocolate Literário é muito mais do que uma simples atividade escolar. “Trata-se de um espaço de encontro, reflexão e expressão, onde a literatura se torna uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento humano e cultural dos estudantes. Ao celebrar a diversidade, os alunos não apenas ampliam seus horizontes literários, mas também se conectam com sua própria identidade e com as riquezas culturais de sua comunidade. Este projeto reafirma a importância de iniciativas que promovem a leitura e a escrita como instrumentos de transformação, fomentando o protagonismo e a criatividade dos alunos, e fortalecendo o vínculo da escola com a comunidade”, finaliza.

Chá literário da EC 203 de Santa Maria e os leitores do futuro

A Escola Classe 203 de Santa Maria realizou no último dia 9 de novembro seu Chá Literário. O evento é a culminância do projeto Leitor do Futuro, que foi desenvolvido ao longo do ano.
“O Leitor do Futuro é um projeto amplo, desenvolvido durante todo o ano letivo, com ação das sacolas literárias, onde as crianças levam para casa e com a participação das famílias, realizam as atividades propostas.” conta a diretora da escola, Ariane Mayara de Oliveira.
O projeto ainda prevê trabalhos de reconto de histórias na sala de aula, visita à sala de leitura com empréstimo de livros, e trabalham diversos gêneros textuais abordando vários autores, conforme a idade e o ano das crianças.
Durante o Chá Literário, as turmas da escola fazem as apresentações e exposições dos trabalhos de leitura, interpretação e escrita desenvolvidos durante o ano. “Tivemos divulgação de livros produzidos pelas turmas, exposição de artes, apresentações de músicas, poemas e contação de histórias. Tudo com o objetivo de desenvolver, desde cedo, o incentivo à leitura”, explica a diretora.

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Estudantes da EC 318 de Samambaia homenageiam Valdério Costa, professor e xilogravurista

Os alunos dos quintos anos da Escola Classe 318 de Samambaia realizaram uma homenagem ao artista Valdério Costa, xilogravurista, cordelista e professor da Secretaria de Educação do Distrito Federal, no encerramento do projeto pedagógico “De lá pra cá, de cá pra lá, nosso Brasil vamos desvendar”. Este projeto tem como objetivo explorar e valorizar as regiões do Brasil. O quinto ano dedicou-se especialmente à rica cultura do Nordeste.

A culminância do projeto contou com a presença do próprio professor Valdério, natural de Natal (RN), um artista premiado e mestre em técnicas tradicionais nordestinas como a xilogravura e a literatura de cordel. Durante sua visita, ele realizou uma oficina com os alunos, onde compartilhou suas experiências, apresentou a técnica da xilogravura e orientou os estudantes na criação de suas próprias obras.

Sob a orientação dos professores Ana Juventina, Weliton e Janaína, os alunos mergulharam na cultura nordestina, inspirando-se em figuras históricas, ritmos e tradições da região para criar cordéis e xilogravuras que expressam o que aprenderam. “Foi incrível ver o entusiasmo das crianças ao esculpir e imprimir suas próprias gravuras. É uma alegria poder transmitir a cultura do Nordeste e manter viva essa arte tão única,” comentou Valdério.

A atividade foi uma experiência enriquecedora, promovendo o contato direto com o universo artístico da xilogravura e fortalecendo o interesse pela cultura popular. A Escola Classe 318 encerra o projeto com um sentimento de missão cumprida e orgulho de ter incentivado, através da arte, a valorização do patrimônio cultural nordestino em cada um dos estudantes.

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Festa da EC 64 reúne livros, escritas e musical antirracista

A Escola Classe 64 de Ceilândia realizou, no último dia 9, a Festa da Cultura. O evento celebra a importância da leitura, da escrita, apresenta trabalhos realizados pelas crianças no decorrer do ano , e neste ano contou com a apresentação do musical antirracista Tiarinha Vermelha e o Povo Mau, de autoria do professor Marcos Reis.
“Era uma vez uma linda menina chamada Tiarinha Vermelha. Na verdade, esse era um apelido que colocaram nela, pois adorava usar uma tiara vermelha que fazia ressaltar os seus belos cabelos crespos.” Assim começa a história Tiarinha Vermelha e o Povo Mau, que conta a história da discriminação sofrida pela menina em decorrência de seu cabelo afro.
A história foi escrita em 2012 pelo professor Marcos, ao ver a própria filha sofrendo discriminação por causa do cabelo aos três anos de idade. Em 2018, a história virou livro, que já está sendo preparado para segunda edição.
Dez anos depois de escrita, a história da Tiarinha Vermelha virou musical, e teve seu texto readaptado, com a inserção de novos personagens que não aparecem no livro. A produção foi apresentada na Escola Classe 64 de Ceilândia, onde Marcos é professor das séries iniciais.
Em 2022, a apresentação foi feita com as crianças da Escola Classe 05 do Cruzeiro, levada pela professora Simone Venâncio. Foi o início de uma parceria bem proveitosa: Simone convidou Marcos para a criação do grupo Histórias de Griô, que recebeu apoio do FAC.
O grupo História de Griô oferece oficinas de contação de histórias, de escrita de histórias afrodescendentes, além de outras oficinas. A culminância do projeto foi a re-encenação do musical da Tiarinha Vermelha na EC 64 de Ceilândia, três anos depois de seu lançamento. Desta vez, a verba do FAC permitiu uma produção mais detalhista, e o musical foi apresentado pelas crianças dos 5º anos matutino da escola, em meio a mostra de trabalhos, que destacou para as crianças a importância de ler, escrever e produzir arte.
“Vivo numa sociedade racista. Acredito que a educação antirracista deve começar nas séries iniciais, pois são as crianças que vão ajudar a transformar o Brasil num país melhor para se viver”, aponta Marcos.

 

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Terminam nesta quarta-feira (13) as inscrições para programas de mestrado profissional em história; as de sociologia encerram dia 20

Professores(as) de história e sociologia da rede pública de ensino do Distrito Federal que precisam ou desejam fazer um mestrado profissional tem uma oportunidade. O Ministério da Educação (MEC) está com inscrições abertas para os mestrados PROFHISTORIA e PROFSOCIO, programas gratuitos voltados para professores(as) de história e sociologia.

O processo seletivo para o PROFHISTORIA do MEC inclui provas objetivas e discursivas, com uma taxa de inscrição de R$ 130,00. As inscrições terminam nesta quarta-feira (13). Confira aqui os editais:

Edital PROFHISTORIA

Organizadora do processo seletivo

O processo seletivo do PROFSOCIO é um pouco diferente, pois envolve a avaliação de uma carta de intenções e uma defesa virtual da proposta de pesquisa, com uma taxa de inscrição de R$ 100,00. As inscrições devem ser realizadas até 20 de novembro de 2024.

Edital PROFSOCIO
Site do Programa PROFSOCIO

Nova oportunidade

Essa nova oportunidade está aberta para professores(as) brasileiros(as) que buscam enriquecer suas carreiras acadêmicas e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade da educação no País. As inscrições estão abertas desde outubro, quando o MEC, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), lançou os editais para dois renomados programas de mestrado profissional: o PROFHISTORIA, voltado para docentes de história, e o PROFSOCIO, voltado para professores de sociologia.

Esses programas oferecem formação acadêmica gratuita e prometem uma combinação valiosa entre teoria e prática sem exigir dos(as) docentes a interrupção de suas atividades na sala de aula. São mais de 900 vagas distribuídas em universidades por todas as regiões do Brasil, facilitando o acesso dos(as) profissionais de diferentes contextos e promovendo uma capacitação diversificada.

Como participar do programa do MEC

Para participar do PROFHISTORIA, os(as) interessados(as) devem estar atentos(as) aos requisitos e ao prazo de inscrição. Esse programa, que disponibiliza 605 vagas em mais de trinta instituições de ensino e foi projetado para aperfeiçoar as práticas pedagógicas em história e aprofundar o conhecimento na área, capacitando os(as) profissionais para lidar com os desafios contemporâneos da educação.

O processo seletivo para o PROFHISTORIA do MEC inclui provas objetivas e discursivas, com uma taxa de inscrição de R$ 130,00. As inscrições podem ser realizadas até o dia 13 de novembro de 2024. Mais detalhes sobre o curso, incluindo o edital completo e a organizadora do processo seletivo, estão disponíveis nos seguintes links:

Edital PROFHISTORIA

Organizadora do processo seletivo

Para o programa PROFSOCIO, que atende a professores de sociologia do ensino fundamental e médio, estão sendo oferecidas 308 vagas em 25 instituições. O objetivo principal do mestrado é proporcionar uma formação que estimule o pensamento crítico e a intervenção social, características fundamentais para professores dessa área.

O processo seletivo do PROFSOCIO é um pouco diferente, pois envolve a avaliação de uma carta de intenções e uma defesa virtual da proposta de pesquisa, com uma taxa de inscrição de R$ 100,00. As inscrições devem ser realizadas até 20 de novembro de 2024. Confira o edital e as instruções detalhadas no site do PROFSOCIO nos links a seguir:

Edital PROFSOCIO

Site do Programa PROFSOCIO

Processo de seleção

A seleção para esses programas é altamente rigorosa, com critérios de classificação que avaliam o conhecimento dos candidatos e sua capacidade de aplicar o que aprendem na prática. Para o PROFHISTORIA, o processo seletivo é composto por provas objetivas e discursivas, enquanto no PROFSOCIO, a avaliação se baseia na análise da carta de intenções e na defesa virtual do projeto de pesquisa.

Os candidatos aprovados terão uma oportunidade única de aprimorar suas habilidades e conhecimentos de maneira prática e teórica, mantendo suas atividades profissionais. A formação oferecida por esses programas é reconhecida e respeitada nacionalmente, oferecendo aos professores uma qualificação que pode abrir portas para novas oportunidades no meio acadêmico e contribuir para uma educação mais robusta.

Prazos e distribuição das vagas

A distribuição de vagas para ambos os programas foi cuidadosamente planejada para garantir acesso a professores de todo o Brasil, independentemente da região. Essa estrutura ampla é essencial para promover a inclusão de profissionais de várias realidades e enriquecer o ambiente acadêmico com perspectivas diversas. É importante ficar atento aos prazos de inscrição para garantir a participação:

PROFHISTORIA: inscrições até 13 de novembro de 2024

PROFSOCIO: inscrições até 20 de novembro de 2024

Os programas têm uma cobertura nacional, com vagas distribuídas por diversas instituições de ensino, de norte a sul do país.

Motivos para participar

Para professores interessados em evoluir academicamente e contribuir com a qualidade da educação, essa é uma chance de grande valor.Participar de um mestrado profissional reconhecido pelo MEC e pela CAPES não só oferece formação de alto nível, mas também permite que os docentes apliquem o conhecimento adquirido diretamente em suas práticas diárias.

Com isso, é possível aumentar a eficácia e a inovação nas abordagens pedagógicas, ajudando a formar alunos mais críticos e informados.Este investimento na educação continuada do MEC é um passo estratégico para melhorar o ambiente de ensino em todo o Brasil, e o retorno para o professor se reflete tanto na qualidade da sua atuação quanto em seu desenvolvimento profissional.

Inscrições no MEC

Para se inscrever nos programas de mestrado PROFHISTORIA ou PROFSOCIO, os candidatos devem acessar os links fornecidos e seguir as orientações dos editais:

Edital PROFHISTORIA

Edital PROFSOCIO

Ambos os programas oferecem a possibilidade de inscrição gratuita, porém, a taxa de participação pode ser paga conforme o processo descrito nos editais. Essa é uma chance que não só beneficia o professor, mas também impacta positivamente a qualidade da educação no Brasil. Será que essa oportunidade pode impulsionar uma nova era na educação brasileira? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe suas expectativas.

Com informações do site CPG – Click Petróleo e Gás.

Sinpro com você contra a violência

Diante de crescentes casos de violência nas escolas, o Sinpro apresenta um protocolo para atendimento e acompanhamento de casos. Trata-se do “Sinpro com você contra a violência”, que vai desenvolver ações de curto e de médio prazo de acolhimento, atendimento, acompanhamento e prevenção.

Ao sofrer um episódio ou processo de violência na escola, o professor, professora, orientador ou orientadora educacional, deve procurar um(a) diretor(a) do Sinpro. Ele ou ela dará encaminhamento à situação.

A partir desse primeiro passo, o departamento jurídico do Sinpro acolherá esses profissionais e dará as orientações necessárias. Nenhuma vítima de violência ficará silenciada, muito menos desamparada!

Os atendimentos realizados formarão um banco de dados – com todo sigilo quanto aos dados individuais, claro! Esses dados alimentarão o Observatório contra a Violência nas Escolas, que vai municiar o Sinpro de informações para exigir da SEEDF uma política de prevenção à violência contra os profissionais do magistério; e para tornar esta uma pauta permanente da mesa de negociação.

 

Prevenção

São necessárias, concomitantemente com as respostas tratadas acima, ações de prevenção. O protocolo “Sinpro com você contra a violência” também abarca essa perspectiva.

Plaquinhas serão afixadas nas escolas, afirmando que desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela é crime, e pode resultar em pena de detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos ou multa. Uma exposição visível da Lei do Desacato (artigo 331 do Código Penal) é importante para evitar agressões verbais ou físicas por parte de pessoas de fora da escola.

 

 

Outra iniciativa importante de prevenção da violência é a formação no local de trabalho, visando a fomentar uma cultura de paz e respeito. O “Dia do Sinpro nas Escolas” será realizado em conjunto pelas secretarias de Mulheres, Saúde, Raça e Sexualidade e Assuntos Jurídicos do Sinpro, para levar oficinas, palestras e materiais de apoio, trazendo reflexões e informações objetivas quanto a encaminhamentos jurídicos e administrativos.

Sabemos que os principais alvos da violência são mulheres, pessoas negras, população LGBT+. No caso do magistério, sabemos também que há segmentos da nossa categoria mais vulneráveis em relação aos demais, como profissionais em regime de contrato temporário ou aqueles e aquelas que atuam em escolas militarizadas. É preciso atenção para essas particularidades, e as ações terão esse devido recorte.

 

Contexto violento

Há muito tempo, o sindicato vem monitorando e tomando iniciativas nessa direção. Foram realizadas pesquisas, atividades nas escolas e no sindicato, campanhas, debates com o governo, com a Câmara Legislativa e com o Ministério Público. Agora, essas ações se combinarão no protocolo “Sinpro com você contra a violência”.

Nos últimos anos, ideólogos da extrema direita que se apresentam como “sem partido” construíram uma atmosfera de desconfiança e desqualificação do trabalho de professores e professoras. Essas lamentáveis ideias deram origem e respaldo a propostas como a lei da mordaça, o homeschooling, a militarização, a instalação de câmeras em salas de aula. Com isso, buscam o fim da liberdade de cátedra, a censura de conteúdos e a perseguição de docentes.

Esse discurso gera uma onda de violência contra professores e professoras, seja através de ameaças, intimidação, exposição em redes sociais ou até violência física. Isso significa que os casos de agressão na escola aumentaram, somando-se a episódios violentos de outras naturezas.

Além disso, um aspecto da campanha é o combate ao assédio moral, que é um conjunto de comportamentos abusivos, humilhantes e constrangedores, praticados de forma repetitiva e prolongada, causando danos à integridade física e psíquica de uma pessoa no seu local de trabalho.

 


Solidariedade

Fique atento e atenta aos sinais, para também poder ajudar colegas que se encontrem nesta situação. Divulgue o protocolo e as ações do Sinpro de combate à violência. O Sinpro está com você para vencer a violência e construir um ambiente de solidariedade e empatia para toda a comunidade escolar!

MATÉRIAS EM LIBRAS

 

* Publicado originalmente dia 14 de outubro.

UnB recebe Encontro Nacional sobre o Ensino de Língua Portuguesa

O Grupo de Pesquisa “Novas Perspectivas para a Língua Portuguesa na Sala de Aula”, do Programa de Pós-Graduação em Linguística do Instituto de Letras da Universidade de Brasília (PPGL-CNPq) realiza nos dias 13 e 14 de dezembro o Enelp, V Encontro Nacional sobre ensino de Língua Portuguesa – Aprendizagem Linguística Ativa, desafios e possibilidades, em paralelo à II Mostra de Projetos – Aprendizagem Linguística Ativa.

Inscreva-se aqui

O Enelp teve início em 2017. Contou com a participação de estudantes de graduação, professores da educação básica e pesquisadores de várias universidades brasileiras.

Esta edição do evento é realizada e organizada pelo Grupo de Pesquisa Novas Perspectivas para a Língua Portuguesa na sala de aula (UnB-CNPq). O objetivo deste V Encontro é apresentar pesquisas teóricas e implementações práticas no âmbito da Aprendizagem Linguística Ativa, discutindo desafios e possibilidades.

Revista Com Censo realiza o Seminário sobre Letramento Científico na Educação Básica

Na próxima quarta-feira (13/11), das 8:30 às 17h, a Eape recebe o Seminário Letramento Científico e Difusão das Ciências na Educação Básica e na Formação Continuada. O evento é uma iniciativa da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE) e da Revista Com Censo: Estudos Educacionais do DF, no âmbito da Secretaria de Estado de Educação do DF e da Subsecretaria de Educação Básica (SUBEB). Haverá emissão de declaração para os participantes.

Inscreva-se aqui

A ideia do seminário é estimular o debate sobre o papel do periódico científico na Educação Básica e os desafios do letramento científico e da formação de leitores no mundo contemporâneo.

O seminário é um dos eventos comemorativos dos 10 anos da Revista Com Censo (RCC), destacando a evolução do periódico e seus principais atributos para a Educação Básica, para o letramento científico, a pesquisa e a formação continuada.

Será um espaço de debate e reflexões com testemunhos dos primeiros autores da revista, professores, estudantes, formadores, pesquisadores dos Grupos de Pesquisa/EAPE (GPs/EAPE), parceiros, gestores e palestrantes convidados, além das representantes da CRES/UNIEBS e Instituições de pesquisa.

Participam do Seminário Danilo Maia (SEEDF), um dos fundadores da RCC, além de Juana Nunes, do MCTI, e Renato Carvalheira, da Capes. Veja as mesas redondas

 

 

 

16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes – acontece no IFB Riacho Fundo

O Instituto Federal Brasília (IFB) Campus Riacho Fundo recebe a 16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes, que começa nesta segunda-feira (11/11) e prossegue até sexta-feira (15). Com mostra competitiva, voto popular, oficinas de cinema e 53 curtas-metragens inéditos de 30 países, incluindo produções brasileiras realizadas entre 2023 e 2024, as sessões acontecem de segunda a sexta, a partir das 10h, no Auditório do IFB Riacho Fundo, com entrada gratuita, filmes para os públicos adulto, jovem e infantil.

Tanto a programação de filmes como a classificação indicativa das sessões deve ser consultada na página do festival www.lobofest.com.br ou nas redes sociais @‌lobofestbsb. Como parte da programação do Festival acontecem oficinas gratuitas de produção de documentário e roteiro de filmes silenciosos com vagas limitadas. Este projeto é realizado pela Tabata Filmes com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O IFB Campus Riacho Fundo fica na Av. Cedro, AE 15, QS 16 – Riacho Fundo I, ao lado do Centro Olímpico.

As sessões foram batizadas com os títulos de algumas músicas dos álbuns.  A mostra está organizada em sessões de aproximadamente uma hora de duração, com filmes agrupados por temática, linguagem e faixa etária do público. Nesta edição, o festival homenageia os álbuns Clube da Esquina (1970) e Clube da Esquina 2 (1972). “É uma oportunidade única de ver alguns dos filmes que mais impactaram os festivais internacionais e que agora estarão no IFB do Riacho Fundo”, afirma Ulisses de Freitas, que junto com Bruno Carmelo e Josiane Osorio, assina a curadoria do Lobo Fest.

São destaques desta edição do Lobo Fest as produções de cineastas de países que estão começando a se destacar no cenário internacional como o costarriquenho “Solo la Luna Comprenderá”, de Kim Torres, e o palestino “An Orange From Jaffa”, de Mohammed Almughanni. Há também produções de países com tradição como “Preparar vela” Jo-Ti Lee, de Taiwan, China, “Reviravolta”, de Mahin Sadri, Irã, e “Juro por tudo de mais sagrado”, de Sam Manacsa, Filipinas.  Entre os brasileiros, o destaque fica para “Amarela”, de André Hayato Saito, e “Minha mãe é uma vaca”, de Moara Passoni, “Júpiter”, de Carlos Segundo, “Pássaro Memória”, de Leonardo Martinelli, e “O Terno da Cigarra”, do brasiliense David Alves Mattos (2023).

Link para o trailer do curta brasiliense “O terno da Cigarra”, de David Alves Motta

Premiação

Os filmes brasileiros apresentados nas etapas do Cine Brasília e do IFB Campus Riacho Fundo participam da mostra competitiva, que terá premiação pela escolha da audiência e do júri especializado formado por Fábio Krispin, Mônica Gaspar e Tiago Aragão. O mais votado em cada categoria receberá um prêmio no valor de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) cada, e o melhor filme nacional escolhido pelo júri receberá também um prêmio da DOT Cine para a pós-produção de um filme de curta-metragem.

Quem é quem no júri da mostra competitiva

Fábio Krispin é mestre em Teoria Literária pela Universidade de Brasília e licenciado em Letras (UnB) e História (UPIS). Atuou como professor em diversas instituições de Ensino Superior como Universidade Estadual de Goiás (Letras) e IESB (Publicidade e Jornalismo). Foi coordenador do curso de Produção Audiovisual na Faculdade UNICESP. Atuou também como tradutor de filmes e lançador de legendas eletrônicas em diversos festivais de cinema como a Mostra Internacional de Filmes de São Paulo, o Festival Internacional do Rio e diversos outros festivais e mostras independentes. Atualmente atua como produtor musical com ênfase na composição de trilhas sonoras.

Mônica Gaspar é doutoranda em Literatura e outras artes (UnB – 2023) e mestra em Artes Cênicas (UnB-2020). É atriz, escritora e diretora teatral com foco em teatro e acessibilidade, além de questões ligadas ao universo feminino e feminista. Livros publicados com outros autores: “Poeira e Batom 50 mulheres no Planalto Central” (2010), “Diversos dias” (2016) e “Projeto Pés – teatro-dança com pessoas com deficiência” (2024). Dirigiu os espetáculos acessíveis: “Diversos dias” (2013), “O improvável amor de Luh Malagueta e MC Limonada” (2016-2019), “Somos como somos e não cromossomos” (2021) e “Conversa de Drags” (2023 e 2024).

Tiago de Aragão dirigiu os curtas-metragens “Da Maior Importância” (2011), “Curió” (2014), “Entre Parentes”(2018) e “Luta Pela Terra” (2022). Seus últimos filmes circularam por festivais nacionais e internacionais. Em 2023, estreou o seu primeiro longa-metragem, “A Câmara”, no Festival Doclisboa. No momento, dirige o longa-metragem “Missão Pankararu”, em codireção com Camilla Shinoda

Oficinas gratuitas

Como parte da programação da 16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes, acontecem duas oficinas gratuitas para pessoas com mais de 16 anos.

De 11 a 13 de novembro, acontece a oficina “Produção de documentário”, com o cineasta, diretor e produtor executivo Rodrigo Campos. Publicitário com mais de 15 anos de atuação, tem Formação em Cine/TV pelo CAV – Centro de Audiovisual São Bernardo do Campo, SP.; pós-graduação em Criação Visual e Multimídia, pela Universidade São Judas, SP e há 13 anos dedica-se à produção de projetos audiovisuais, trabalhando em dezenas de obras cinematográficas.

Podem se inscrever na oficina adultos e jovens a partir de 16 anos. “Produção de documentário” tem como objetivo introduzir o aluno na realização de filmes documentários experimentais, respeitando as etapas de pré-produção, produção e pós-produção. Explorar as linguagens audiovisuais e compreender as especificidades de cada função para a realização de uma obra audiovisual. É uma boa oportunidade para aprender um pouco mais sobre vídeo e cinema, sobre como realizar uma produção audiovisual e, mais do que isso, uma experiência de novas perspectivas e olhares sobre temas relevantes. As pessoas interessadas devem se inscrever pelo formulário eletrônico https://www.lobofest.com.br/oficinas

Nos dias 13 e 14 de novembro, acontece a oficina “Roteiro de cinema para filmes silenciosos”, com Ciro Inácio Marcondes, professor, crítico e pesquisador nas áreas de Histórias em Quadrinhos e Cinema. Leciona no curso de Comunicação e no Mestrado Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa da Universidade Católica de Brasília. Podem se inscrever na oficina pessoas com mais de 18 anos.

A partir da experiência com o curta-metragem turco Kabuk (Concha), a oficina propõe um exercício com a linguagem de cinemas silenciosos, partindo de seus sentidos, propostas de linguagem e construções fílmicas. Será discutido como elaborar emoções, histórias e personagens sem a circunstância dos diálogos, além da exposição de um breve histórico da linguagem silenciosa no cinema. A ideia é entender o silêncio como linguagem, e pensar outros tipos de funções sonoras que não sejam falas. Depois disso, a turma vai se juntar em grupos a partir de temas pré-definidos para elaborar um argumento e possível escaleta para um curta-metragem silencioso. Os alunos deverão levar caderno e caneta, ou se possível, laptop ou tablet. As pessoas interessadas devem se inscrever pelo formulário eletrônico https://www.lobofest.com.br/oficinas

Sobre os curadores

Bruno Carmelo é crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema e Le Monde Diplomatique Brasil. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.

Josiane Osorio é cineasta, presidente do Fórum Nacional dos Festivais, curadora e programadora de mostras e festivais e comissária do audiovisual na CNIC biênio 2023/2025.

Rodrigo Campos é cineasta, diretor e produtor executivo. Publicitário com mais de 15 anos de atuação. Formação em Cine / TV pelo CAV – Centro de Audiovisual São Bernardo do Campo, SP. Pós-graduado em Criação Visual e Multimídia, pela Universidade São Judas, SP. Há 13 anos dedica-se à produção de projetos audiovisuais, trabalhando em dezenas de obras cinematográficas. Diretor dos filmes “Amabile” (2020), “Nunca Estarei Lá” (2022), “Chaer: Pirata Contemporâneo” (2024). Participou da produção das Séries documentais como “Histórias secretas do pop brasileiro” (2019), do diretor André Barcinski, e “Sullivan & Massadas: retratos e canções “(2024), coproduzida pelo Globoplay e dirigida por André Barcinski e Pedro Bial.

Há mais de 20 anos, Ulisses de Freitas desenvolve atividades voltadas à crítica, difusão e divulgação do audiovisual. Participou como curador e jurado em mostras e compõe a comissão de seleção dos festivais Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes e FIC Fantástico – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília. É responsável, também, por seleções de filmes infanto-juvenis e para crianças do espectro autista. Já integrou a comissão de seleção da Mostra Brasília do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Participa frequentemente como mediador de debates e palestras como as do BIFF – Brazilian International Film Festival, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Mostra Francis Ford Copola, Mostra do Novo Cinema Indiano, Mostra do Novo Cinema Dominicano e da programação do Cinefórum, promovido pelo Instituto Cervantes. Ministrou, também, a disciplina História do Cinema Brasileiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro) e integrou a equipe de professores do curso História do Cinema Mundial. Proferiu palestras sobre análise de filmes para professores e estudantes da rede pública do DF, bem como do curso de audiovisual do Instituto Federal de Brasília. Foi programador do Cine Bangüê, da Fundação Espaço Cultural da Paraíba entre 1992 a 1995.

Sobre a Tábata Filmes

Projetos itinerantes, inclusivos e focados em temas importantes para nós e para a sociedade fazem parte do histórico da Tábata Filmes. Trouxemos para o DF um cinema de fora do circuito comercial, que encanta por sua diversidade e representatividade: tudo isso para lutar por culturas que todos possam conhecer e com as quais possamos nos identificar. Assim nos aproximamos uns dos outros e do mundo que nos cerca. Em 2014, a Tábata Filmes realizou a sétima edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, com uma circulação de aproximadamente 3 mil pessoas durante os três dias de evento e uma mostra competitiva que reuniu cerca de 90 filmes (45 nacionais). Desde então, realiza inúmeros festivais e atividades formativas para ampliar o interesse do público pelo cinema e a cadeia produtiva do cinema.

Sobre o Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes

Nascido em Brasília, o Lobo Fest– Festival Internacional de Filmes comemora sua 16ª edição este ano, e é considerado o primeiro festival internacional de Brasília dedicado aos filmes de curtas-metragens.  O Lobo Fest tem apresentado um rico panorama mundial de curtas do cinema do presente. A mascote do festival é o lobo-guará, animal típico do Cerrado, conhecido por espalhar sementes em suas andanças, que aqui se torna um símbolo de disseminação e circulação de conteúdo.

Serviço:

16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes

Etapa IFB Campus Riacho Fundo | 53 filmes de curta-metragem

45 internacionais e 8 brasileiros

Quando | de 11 a 15 de novembro

Horários das Sessões | A partir das 10h

Endereço | IFB Riacho Fundo (ao lado do centro olímpico). Av. Cedro, AE 15, QS 16 – Riacho Fundo I

Entrada | Gratuita

Classificação indicativa |verificar na programação do festival

Programação |http://instagram.com/lobofestbsb

VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria foi um sucesso

A Unidade de Internação de Santa Maria (UISM) realizou, nessa terça-feira (5), o VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação, com o tema “Escola é lugar de ser feliz”. O tema foi inspirado no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF. Nesta edição, o vencedor foi a dupla GC e EJ. Confira fotos nas redes sociais do Sinpro. Link no final desta matéria.

O festival é uma das etapas do Projeto RAP – Ressocialização, Autonomia e Protagonismo e fruto da parceria com o Núcleo de Ensino da UISM, Secretaria de Justiça e Cidadania, Coordenação Regional de Ensino de Santa Maria (CRE-Santa Maria), Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), Black Tape e Movimento Underground de Brasília (MUB).

Projeto RAP

O Projeto RAP integra o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola desde 2015. “São 9 anos de projeto sempre bem-sucedido”, afirma o professor Francisco Celso Leitão Freitas, professor de história da UISM, que atende a estudantes dos Anos Finais e Ensino Médio. “Porém, por meio do Projeto RAP, atendo também a todos os adolescentes da UI”, informa.

“O nosso ‘VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação’ foi um sucesso. Os socioeducandos foram além das expectativas, mostrando que a escola é um lugar de ser feliz, mas, para tornar esse lugar escolar de fato feliz, a gente deve enfrentar todas as formas de violências, como racismo, machismo, homofobia, gordofobia, etarismo, capacitismo entre outras para que a gente possa tornar o convívio e a convivência escolar cada dia mais acolhedora para todos e todas”, complementa o professor Francisco.

Com participação intensa dos estudantes, o festival é interno para os(as) socioeducandos da UISM. Embora seja aberto a todos, eles têm a liberdade de participar ou não. O nome dos participantes não pode ser identificado por causa das limitações e proteção impostas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“Escola é lugar de ser feliz”

Inspirado no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF, a edição deste ano trouxe o tema “Escola é lugar de ser feliz” para o VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação. Além das apresentações dos socioeducandos, rapper’s Amaro, Markão Aborígine e Taliz fizeram a abertura do festival e compuseram o Júri juntamente com Leilane Costa, diretora do Sinpro-DF.

 

Confira as fotos nas redes digitais do Sinpro-DF:

https://www.facebook.com/share/p/1EtYQBDnFD/

 

 

 

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