“O Circo Vem Aí” chega à Escola Classe 02 da Estrutural com espetáculos e oficinas lúdicas

O projeto cultural “O Circo Vem Aí” segue encantando o público infantil e resgatando a magia das brincadeiras tradicionais em escolas públicas do Distrito Federal. Depois de uma apresentação na Escola Classe do Setor P Norte, no Sol Nascente, a iniciativa chega à Escola Classe 02 da Estrutural, nesta sexta-feira (08/11), com uma programação para lá de divertida. Com recursos limitados, as apresentações do projeto ficaram restritas às duas escolas (EC do Sol Nascente e EC 02 da Estrutural).

Neste segundo ano do projeto, o palhaço Mandioca Frita divide o picadeiro com a dupla Tapioca e Espirolinda, proporcionando aos alunos e à comunidade escolar a oportunidade de conferir esquetes de palhaçaria e habilidades circenses como perna-de-pau e equilibrismo. Serão duas apresentações, a partir das 09h e das 14h.

A programação é encerrada coma oficina de construção de brinquedos tradicionais da infância e outros usados em números circenses, como corrupio, roi-roi, rola-rola e bolinhas de malabares, todos feitos artesanalmente e a partir de materiais recicláveis.

De acordo com Bruno Catão, coordenador da iniciativa, o projeto foi idealizado para promover o acesso à cultura popular e valorizar o circo como uma forma de arte tradicional, homenageando os mestres palhaços de Brasília, pioneiros da arte circense na região. “O projeto visa não só entreter, mas também estimular nas crianças a prática das brincadeiras de antigamente, preservando valores culturais e promovendo uma ligação especial com a arte do circo.”.

Na segunda-feira (04/11), “O Circo Vem Aí” levou duas sessões do espetáculo para Escola Classe do Setor P Norte, no Sol Nascente. O projeto conta com recursos da Lei Paulo Gustavo e apoio e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, do Ponto de Cultura Waldir Azevedo, Âmbar Soluções Criativas e da Agenda Cultural de Brasília.

“Cartas para Bitita”: CEF 18 de Ceilândia lança vaquinha para imprimir livro escrito pelos estudantes

O Centro de Ensino Fundamental nº 18 de Ceilândia (CEF 18) está promovendo uma “vakinha” online para financiar a impressão e toda a produção gráfica de um livro muito especial. Trata-se do intitulado “Cartas para Bitita”, um projeto fruto do trabalho pedagógico realizado pelos(as) estudantes das turmas de 9º Ano, sob a orientação das professoras Deise Santana (língua portuguesa) e Fabiana Macena (história), e busca a dar visibilidade e valor à produção literária dos(as) estudantes.

 

Para colaborar com a vaquinha, basta clicar no link a seguir: https://www.vakinha.com.br/5172801

Ou depositar a sua colaboração financeira pelo PIX:

Chave pix: 5172801@vakinha.com.br

 

Projeto

O livro, que surgiu como uma culminância de um projeto educacional desenvolvido ao longo do ano letivo, será publicado em 6 de dezembro com o apoio da comunidade escolar. O projeto “Cartas para Bitita” é mais que uma simples coletânea de textos, é um reflexo do aprendizado e das experiências vividas pelos(as) estudantes ao longo do ano, além de abordar temas de grande relevância para o contexto social e cultural dos(as) jovens.

As professoras envolvidas na iniciativa destacam que o objetivo é proporcionar aos alunos e às alunas uma vivência real do processo editorial e fomentar a reflexão sobre a importância da escrita como instrumento de expressão e transformação social. Para viabilizar a impressão do livro, a escola recorre à ajuda da comunidade por meio de uma vaquinha online. A ideia é arrecadar recursos suficientes para cobrir os custos da impressão de “Cartas para Bitita”, que será lançada no dia 6 de dezembro, como uma das últimas atividades do ano letivo para os(as) alunos(as) do 9º Ano, que se despedem da escola no fim de 2024.

Para contribuir, basta acessar o link da vaquinha ou fazer um depósito via PIX para a chave disponibilizada pela instituição. A meta é arrecadar o valor necessário até o fim de novembro, já que o lançamento do livro está agendado para o mês de dezembro. Confira e acesse o PIX e a página eletrônica da Vakinha Online on final desta matéria.

Segundo livro

Este será o segundo livro publicado pelo CEF 18 de Ceilândia, que já havia lançado no ano passado a obra “Tempos de luta: histórias do período regencial (1831-1840)”, fruto de um projeto também voltado para o ensino de História e cidadania. Ambos os livros são frutos do projeto pedagógico “Ensino de História e Cidadania: A Construção das Diferenças e a Conquista dos Direitos”, coordenado pela professora Fabiana Macena, e que tem como objetivo desenvolver nos estudantes a reflexão sobre o papel da história na formação da sociedade e do indivíduo.

As professoras informam que o projeto gráfico de “Cartas para Bitita” está a cargo da Paruna Editorial, mesma editora responsável pela diagramação do livro do ano passado. A proposta é que o livro seja disponibilizado tanto de forma digital quanto impressa. A expectativa é imprimir pelo menos 100 exemplares, já que cerca de 90 alunos(as) participaram ativamente da produção da obra. A edição física será entregue aos(às) estudantes como uma forma de valorizar o trabalho e celebrar a conclusão de mais uma etapa educacional.

A professora Fabiana Macena revela que, para garantir a impressão a preços mais acessíveis, a escola fez orçamentos em gráficas de São Paulo e Brasília, e provavelmente optará por uma gráfica de Taguatinga, região administrativa de Brasília, que apresentou a melhor proposta financeira. A professora Fabiana Macena revela que, para garantir a impressão a preços mais acessíveis, a escola fez orçamentos em gráficas de São Paulo e Brasília, e provavelmente optará por uma gráfica de Taguatinga, região administrativa de Brasília, que apresentou a melhor proposta financeira.

Os(as) estudantes envolvidos no projeto expressam grande entusiasmo em ver seu trabalho se transformando em um livro. Além da satisfação de ver suas produções publicadas, a iniciativa oferece aos(às) estudantes uma experiência única de participação no processo criativo e editorial, ampliando seus horizontes e despertando o gosto pela leitura e escrita. A obra também reflete a diversidade de histórias e vivências que permeiam o cotidiano dos(as) jovens, sendo uma oportunidade para dar voz a temas de grande importância social.

 

Para colaborar com a vaquinha, basta clicar no link a seguir: https://www.vakinha.com.br/5172801

Ou depositar a sua colaboração financeira pelo PIX:

Chave pix: 5172801@vakinha.com.br

Estão abertas as inscrições para o III Encontro da Cátedra Vivenciar Paulo Freire e demais práxis emancipatórias

A Cátedra Paulo Freire da Universidade de Brasília (UnB) está com inscrições abertas para o “III Encontro da Cátedra Vivenciar Paulo Freire e demais práxis emancipatórias: os desafios do esperançar – Diálogos e práticas emancipatórias”. O evento será realizado, nesta quinta-feira (7), no Auditório Cora Coralina, no prédio da UEP (Faculdade UnB Planaltina), com abertura a partir das 13h. Vale lembrar que a programação começa na manhã do dia 7, antes da abertura.

Para se inscrever, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais devem acessar o SIGAA, da Universidade de Brasília (UnB), e seguir o passo a passo disponível no link a seguir: https://www.instagram.com/p/DBMi2WmSUKE/?igsh=MWpvOTlhaHBybGtkcQ==

Além do Sinpro-DF, mais de 20 entidades e instituições do campo da educação apoiam o evento e a própria Cátedra Paulo Freire. Confira a programação a seguir:

 

 

Participações

A Coordenadora da Cátedra Paulo Freire da UnB, a professora Rosylane Doris de Vasconcelos, convida a categoria e explica que esse movimento surgiu em 2021, por ocasião das comemorações do centenário do educador. “Na época das comemorações do centenário de Paulo Freire no mundo, nós criamos um intenso movimento na universidade em defesa de suas ideias e escritas, de seu legado, e, nesse contexto, foi criada a Cátedra no ano do centenário. Agora estamos no terceiro aniversário dela e no terceiro encontro com uma programação bem diversificada e com a presença confirmada de Pedro Carvalho Pontual, da Diretoria de Educação Popular, da Presidência da República”, afirma.

Pontual é diretor de Educação Popular da Secretaria Nacional de Participação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República (SNPS/SG/PR). Rosy explica que essa é a única cátedra existente na Região Centro-Oeste do País e é vinculada ao Conselho Mundial dos Institutos Paulo Freire. “É uma cátedra que busca divulgar e defender o legado de Paulo Freire, seu pensamento e obra. Fazemos estudos, pesquisas, eventos, atividades formativas, acolhemos manifestações de inspiração freiriana, articulando projetos de ensino, pesquisa e extensão, na universidade, nas escolas públicas e movimentos populares de educação, em torno de pessoas referenciadas na concepção crítico-dialógica de Paulo Freire. Nossa Cátedra tem ampliado o diálogo de forma continuada com escolas, instituições de Brasília e de outras cidades do Brasil e do mundo, e também dos movimentos populares e de representação de educadores e educadoras como o Sinpro- DF”.

A professora reafirma que a Cátedra Paulo Freire é aberta a todos e todas e acolhe trabalhos, propostas e participação das professoras, professores, gestores e profissionais da educação da rede do Distrito Federal que queiram se somar aos estudos em Freire ou participar dos espaços formativos. Para entrar em contato, basta escrever para: pfreirecatedrafup@gmail.com

Livro

A professora informa que, durante o evento, a cátedra irá lançar o segundo livro, que é uma coletânea com vários textos, incluindo trabalhos e iniciativas de professores e professoras da rede pública de ensino do Distrito Federal. Com o título “Cátedra Vivenciar Paulo Freire e demais práxis emancipatórias: tecendo fios, construindo conexões”, a obra é coletiva, escrita por vários(as) professores(as) da Educação Básica e de universidades brasileiras, pesquisadores(as), estudantes e educadores(as) dos movimentos populares de educação.

“Esse segundo livro apresenta um “mapeamento” de atividades e projetos inspirados em Paulo Freire, organizados nas escolas e nos movimentos populares, além de uma seção de Cartas Pedagógicas. O livro traz informações da cátedra, sua proposta de trabalho e muitas atividades realizadas nas escolas e movimentos da região. Tivemos uma ótima resposta nesse credenciamento o que possibilitará aos leitores e leitoras do livro, um intercâmbio e diálogo, fortalecendo a rede freireana da região”, diz a professora. O livro será disponibilizado em breve, em formato de e-book para ampla divulgação.

Jornada Literária “Histórias na sua Escola” inicia temporada itinerante

A Jornada Literária – “Histórias na sua Escola”, em seu segundo ano de realização, inicia a segunda fase de seu trabalho em 2024 com dez escolas da rede pública do DF. Até o dia 14 de novembro, essas escolas, de nove regiões administrativas, receberão contação de história e debates com escritores de livros infanto-juvenis. A ideia do projeto é aproximar os estudantes da produção literária, ao mesmo tempo em que fomenta a leitura e incentiva o talento de jovens autores.

Com diversas obras infanto-juvenis publicadas, André Lúcio Bento, Ribamar Araújo, Lima Neto, Cristiane Sobral e Nyedja Genari são os autores convidados desta edição. A contação de história fica a cargo de Letícia Mourão, Telma Braga, Matrakaberta, Rego Junior e Claudinha Flor de Cacau.

Esta é a segunda fase da Jornada, na qual cinco escritores e cinco contadores de história se revezam para levar a magia da literatura à EC 419 de Samambaia, CEI 04 de Sobradinho, CEF 106 do Recanto das Emas, CEF Ponte Alta Norte, CEF 02 de Planaltina, EC 45 de Ceilândia, CEF 03 da Estrutural, CEF 05 de Sobradinho, CEF Athos Bulcão, no Cruzeiro, e Escola Parque 308 Sul, no Plano Piloto.

“A leitura e a literatura são fundamentais para o desenvolvimento da imaginação e dos vínculos afetivos. O projeto Jornada Literária – Histórias na Sua Escola traz uma oportunidade de mostrar para esses jovens que suas visões de mundo têm um valor inestimável, que eles podem ser protagonistas e criadores de suas próprias histórias. Isso aproxima a literatura das escolas e, ao mesmo tempo, dá voz aos jovens autores que estão surgindo”, explica Ester Braga, idealizadora e coordenadora da iniciativa.

Primeira fase: Concurso “Minha Escola tem História”

A Jornada Literária – Histórias na Sua Escola é resultado da parceria entre a ABÈBÈ Produções e o Instituto Latinoamerica. A primeira fase do projeto se iniciou em agosto, com o concurso “Minha escola tem história”.

Os professores das unidades de ensino participantes trabalharam os temas propostos em sala de aula, e encaminharam um texto que representasse a comunidade escolar. Esse material foi avaliado por um supertime de escritoras renomadas, indicadas ao Prêmio Jabuti, como Márcia Kambeba e Bel Santos Meyer, e pelo professor e rapper Renan Inquérito.

Os trabalhos vencedores serão anunciados no próximo dia 18, às 14h, no auditório da Câmara Distrital, e estarão reunidos num livro. Essa publicação traz as ilustrações dos alunos e alunas da Educação Infantil, sob o tema “Educação Ambiental – Animais e Vegetação do Cerrado”. O material recebeu poemas da escritora Flávia Ribas.

A turminha do Ensino Fundamental I trabalhou narrativas que valorizam o convívio com a natureza, sob o tema “O Planeta e Eu”. O pessoal do Fundamental II produziu textos com o mote “O outro e eu”, trazendo reflexões sobre o convívio com as diferenças, combate e enfrentamento ao preconceito social, religioso, racial, etário e de gênero. Esses textos receberam ilustrações de Romont Willy e Carmen Santhiago.

Livros nas bibliotecas

O concurso “Minha Escola tem História” vai resultar na publicação de 750 livros, que serão doados às escolas participantes. Cada unidade de ensino também vai receber quatro livros de cada autor que integra a programação do projeto.

Realizado pelo Instituto Latinoamérica e pela ABÈBÈ Produções, o projeto Jornada Literária “História na sua Escola” conta com recursos do Ministério da Cultura do Governo Federal.

TCDF convida pais e alunos a responderem pesquisa sobre educação pública no DF

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) vai disponibilizar até o próximo dia 8 de novembro um questionário para avaliar a qualidade da educação pública no DF. A pesquisa direcionada a alunos, pais e responsáveis é uma oportunidade de indicar ao TCDF quais áreas da educação são mais importantes e merecem maior atenção da Corte de Contas. Todas as respostas serão tratadas de forma confidencial pelo TCDF, garantido sigilo e anonimato.  

Entre os itens avaliados pela pesquisa estão estrutura física, segurança, transporte, plano pedagógico, recursos materiais e tecnológicos, oferta de vagas, entre outros.  

Com base nos resultados, será possível traçar um cenário mais próximo da realidade da educação pública no DF, identificar os problemas existentes e, desse modo, orientar as fiscalizações do TCDF pelos próximos quatro anos.   

O questionário já foi aplicado aos gestores e professores da rede pública de ensino, obtendo mais de 20 mil respostas. Agora é a vez de alunos e pais participarem.  

Você tem filhos em escolas públicas do DF ou conhece alguém que tenha? Participe respondendo e/ou compartilhando o questionário no link abaixo

Clique aqui e responda o formulário

Projeto de capoeira inclusiva mobiliza o CED 06 de Taguatinga

O Centro Educacional nº 06 de Taguatinga Norte (CED 06 de Taguatinga Norte) tem realizado um dos melhores trabalhos de inclusão de Pessoas com Deficiência (PCDs) por meio da capoeira. O grupo de capoeiristas com deficiência (PCD) tem executado o bem-sucedido projeto Capoeira Inclusiva – Paracapoeira – Associação Brasileira dos Professores de Capoeira  (ABPC), com incentivo do Ministério da Educação (MEC) e da Secretaria de Estado de Esportes do Distrito Federal. O projeto foi implementado no âmbito do Plano Nacional de Capoeira (PNC), que orienta professores(as) de educação física e capoeiristas sobre como ministrar a capoeira nas escolas públicas.

Sob a liderança do professor José Paulo Santos, conhecido como Mestre Paulão, o projeto é um passo significativo para a inclusão na capoeira. Mestre Paulão é um capoeirista respeitado, com vasta experiência no Centro de Iniciação Desportiva (CID) da Secretaria de Estado de Educação do DF (SEE-DF). Seu trabalho se destaca pela preocupação com o futuro da capoeira e a valorização da cultura negra, e ele atua como professor responsável pelo programa na unidade de ensino pública. A capoeira, praticada na escola, não apenas enriquece o conhecimento esportivo, educacional e cultural dos alunos, mas também oferece uma oportunidade de vivenciar a história do Brasil de forma interativa.

“A prática da capoeira, integrada a elementos ginásticos, permite que os alunos com deficiência desenvolvam suas habilidades em um ambiente culturalmente significativo. O método progressivo utilizado no projeto incentiva a motivação constante dos alunos, possibilitando o acompanhamento de seu progresso ao longo do ano letivo. Com isso, a capoeira se torna um espaço formador de valores sociais, onde os alunos podem exercer sua cidadania e se tornarem protagonistas de suas próprias histórias”, explica Jailton Kalludo, professor e jornalista.

Recentemente, na sua reunião anual em Aracajú, a ABPC criou um Departamento de Capoeira Inclusiva, sob a direção de Jailson Kalludo. Ele explica que “a criação deste departamento é uma iniciativa fundamental para promover a inclusão de pessoas com deficiência na capoeira, permitindo um diálogo constante com a comunidade sobre suas necessidades e a adaptação das práticas”.

O professor também informa que o projeto de capoeira inclusiva no CED 06 de Taguatinga, idealizado por ele e iniciado em fevereiro de 2022, visa a inclusão de alunos com deficiência através da Paracapoeira. Atualmente, conta com a participação de 60 alunos, cinco professores e três monitores, com um corpo docente que apoia a iniciativa. A evolução dos alunos com deficiência é notável e se reflete em suas vidas dentro e fora da escola, contribuindo para seu desenvolvimento psicopedagógico ao longo do ano letivo.

O professor Jailson Pereira Sousa também lecionou disciplinas como filosofia, sociologia e história. A realização do projeto ocorre em parceria com o mestre capoeirista José Paulo Santos.

 

Inscrições abertas para o workshop “Inovação e Cuidado para Viver Bem”

O Projeto Espiral Valente convida todos a se inscrever no workshop “Espiral Colaborativa: Inovação e Cuidado para Viver Bem”. Este evento é uma oportunidade única para educadores(as), coordenadores(as), gestores(as), pesquisadores(as), estudantes e todos(as) que acreditam no poder transformador da educação.

O valor cheio da inscrição é de R$ 190,00. Sindicalizados(as) do Sinpro têm um desconto de 15% pela MasterClin. O workshop acontecerá no Impact Hub, localizado no SGAN 601 Edifício Íon, Lote H – Asa Norte, Brasília – DF, 70830-019. Para se inscrever, clique no link abaixo:

[Link para Inscrição](https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScwhZS2E1RFAYbdjV32bAaBm8ovlSw8c13p1w56D0mP8MPBIg/viewform)

O workshop será conduzido por Gabriela Fronzaglia e Mariana López. O foco será a lógica de produção frenética na educação, que tem gerado adoecimento entre profissionais do setor. O ritmo acelerado e a pressão por resultados frequentemente fazem com que o autocuidado fique em segundo plano. Abordaremos a importância de integrar o cuidado com o corpo, a mente e as relações nas rotinas escolares, mostrando como essa transformação interna pode gerar impactos positivos e humanizar os processos educativos, tornando a educação mais significativa e saudável.

Sobre as facilitadoras:

Mariana López é mestre em Educação pela UNIRIO e educadora física pela UFRJ, com 14 anos de experiência desenvolvendo e coordenando projetos nas áreas de saúde e educação na América Latina. É psicomotricista educacional e coordenadora do Projeto Espiral Valente, focado na promoção da saúde e prevenção do adoecimento docente.

Gabriela Fronzaglia é especialista em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica pela UNICAMP e mestre em Engenharia pela USP. Com mais de 15 anos de atuação na área de inovação, possui certificação como Praticante e Facilitadora de Sociocracia pelo Sociocracy for All, além de formações em novas construções sociais de aprendizagem e facilitação.

O que esperar:

Sessão 1: Cuidando do corpo, da mente e das relações

Nesta sessão, promovemos vivências e dinâmicas que sensibilizam a conexão consigo mesmo. Discutiremos como nossa geração, frequentemente adoecida, pode reverter essa situação ao priorizar o autocuidado e a saúde mental.

Sessão 2: Café colaborativo

Um espaço dedicado à troca de experiências e ideias sobre práticas inovadoras na educação. Vamos explorar o perfil do(a) educador(a) inovador(a) e como implementar ações que façam a diferença nas instituições educativas.

Benefícios para os Participantes:

  1. Compreender como o cuidado integral pode humanizar e enriquecer a educação.
  2. Desenvolver ferramentas para impactar positivamente sua prática educativa, contribuindo para uma educação mais significativa e transformadora.

Data: Sábado (9/11), das 13h às 17h30

Local: no Impact Hub, localizado no SGAN 601 Edifício Íon, Lote H – Asa Norte, Brasília – DF, 70830-019

Não perca essa chance de se conectar, aprender e crescer!

Participe da II Imersão de Mulheres nos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher

A Secretaria de Mulheres do Sinpro convida professoras e orientadoras educacionais para a Imersão de Mulheres nos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher. É a segunda edição dessa atividade, que inclui atividades de autoconhecimento, autocuidado, e debates políticos coletivos.

O encontro acontecerá no sábado 23 de novembro na Chácara do Sinpro, de 9h a 16h. Na programação, além de uma roda de conversa sobre violência contra mulheres educadoras, haverá aula de hidroginástica, escalda-pés com ervas medicinais, pedagogia griô e um almoço cultural, com música ao vivo.

A imersão é uma atividade de vivência pessoal e coletiva, em contato com a natureza, para refletir sobre o que é ser mulher na Secretaria de Educação com escuta e acolhimento.

A campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é realizada desde 1991, mundialmente. Internacionalmente, a campanha começa dia 25 de novembro, Dia Internacional da Eliminação da Violência contra as Mulheres, e termina no dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Brasil, a campanha começa antes: no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, para enfatizar a dupla discriminação sofrida pelas mulheres negras.

 

Programação

9h Acolhida com café da manhã

9h30 Escalda-pés com ervas medicinais: Terapia Integrativa Reikiana

Facilitadora: Juh Travassos, terapeuta integrativa

Educação Popular, Pedagogia Griô e Saberes Ancestrais

Facilitadora: Dona Josefa, educadora popular, guardiã de saberes ancestrais e agricultora familiar

11h Letramento de Gênero: O papel emancipador das escolas no combate às violências contra mulheres

Facilitadora: Valeska Zanello, pesquisadora na área de Saúde Mental e Gênero e professora do Departamento de Psicologia Clínica da UnB

12h Violência contra Educadoras

Facilitadora: Berenice Darc, diretora do Sinpro e secretária de Mulheres da CNTE

13h Almoço Cultural

14h30 Feminismo Negro

Facilitadora: Márcia Gilda, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro

15h A Mulher Trabalhadora Aposentada

Facilitadora: Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria de Aposentados do Sinpro

15h30 Hidroginástica

Facilitadora: Simone Fernandes, professora de Educação Física

 

MATÉRIAS EM LIBRAS

“Contos Tradicionais da CPLP” é o livro escolhido do 6º encontro do Clube de Leitura da Biblioteca Demonstrativa

A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), do Ministério da Cultura, realiza, no dia 25 de novembro, o 6º Encontro do Clube de Leitura BDB Cultural. O evento integra a programação cultural da instituição e incentiva o hábito da leitura, o diálogo e a reflexão crítica sobre obras literárias. O encontro será realizado das 18h30 às 20h, em formato híbrido, permitindo a participação tanto presencial na sede da Biblioteca Demonstrativa (EQS 506/507, Asa Sul, Brasília/DF), quanto online, via Google Meet.

A leitura escolhida para este mês é a obra “Contos Tradicionais da CPLP”, organizada pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), instituição que celebra 28 anos em 2024 e se dedica a fortalecer os laços culturais e linguísticos entre os países lusófonos. A língua portuguesa é falada por 260 milhões de pessoas e o livro reúne narrativas da tradição oral dos países de língua portuguesa, que abrangem Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, além da cidade de Macau, na China. Essas histórias trazem consigo o imaginário e os saberes populares, transmitindo valores e peculiaridades das culturas lusófonas.

A mediação do evento será conduzida pela bibliotecária Cleide Soares, que acompanhou a criação e consolidação da CPLP, com os embaixadores José Aparecido de Oliveira, Wladimir Murtinho e Lauro Moreira, e contará com a presença de intérprete de Libras. “Esses contos nos dão oportunidade de conhecer narrativas populares dos nossos países irmãos, com suas singulares expressões e imaginários tão ricos. São histórias que correm na boca do povo”, destaca a mediadora, Cleide Soares.

Interessados em participar devem fazer inscrição prévia por meio do formulário online disponível aqui, onde poderão indicar se preferem participar presencialmente ou virtualmente. Ao final, certificados de participação serão disponibilizados para quem solicitar no formulário de inscrição.

Os participantes do encontro devem ler a obra com antecedência para contribuir com o debate. Para facilitar o acesso, o livro “Contos Tradicionais da CPLP” está disponível para download em formato digital, clicando aqui.

Serviço:

Evento: 6º Encontro do Clube de Leitura BDB Cultural

Data: 25 de novembro

Horário: 18h30 às 20h

Obra do mês: “Contos Tradicionais da CPLP”

Mediação: bibliotecária Cleide Soares

Local: Biblioteca Demonstrativa 506/507, Asa Sul, Brasília/DF

Transmissão online via Google Meet

 

Livro que aborda a questão da distorção idade-série será lançado em Planaltina

A cidade de Planaltina recebe, na sexta-feira 8 de novembro, o lançamento do terceiro livro da professora Marli Dias Ribeiro, “O menino da última carteira”. A obra é resultado de sua tese de doutorado em educação, na área de políticas públicas e gestão “A distorção idade-série na perspectiva da gestão democrática escolar”, defendida em 2023 na Universidade Católica de Brasília.

O lançamento do livro acontece às 19h na Chocolates Pão de Mel e Cia, em Planaltina (St. Tradicional Q53, lote 10-A).

“O livro aborda a cultura e o desafio do fracasso escolar, e aponta algumas questões práticas para superar essa questão”, conta a autora.

A distorção idade-série é um dos grandes desafios da educação no DF e no Brasil. São muitos estudantes atrasados, com prejuízos educacionais, culturais e econômicos. Marli atuou como Diretora Geral do Ensino Fundamental no DF de 2018 a 2020, período em que desenvolveu um programa escrito com a participação de todas as escolas que atendiam estudantes com esse perfil, o Programa Atitude.

Marli é professora de matemática e química da rede pública, e começou a atuar como coordenadora.

“Sempre fui muito interessada pelas questões da Gestão democrática. Fiz uma especialização no tema, que me obrigou a escrever um pouco mais. Daí eu tomei gosto, e comecei a escrever ensaios, poesias, e mesmo artigos acadêmicos, que deram vazão à minha necessidade de escrita”, conta Marli. “A partir desse momento, eu percebi o quanto escrever é interessante e me faz bem. Mergulhei nesse mundo fascinante”.

Marli Dias Ribeiro é professora, palestrante e escritora. Tem mais de 29 anos de experiência em gestão escolar, coordenação e formação de professores e gestores. Doutora e Mestra em Educação, Pós-graduada em Educação no Sistema Penitenciário e Especialista em Gestão Escolar. Formação Internacional em Liderança Escolar. Tem artigos e textos publicados em livros e revistas no Brasil e no Exterior. Escreve no Blog http://www.eudiretora.blogspot.com.br

Tem como diferencial ter ajudado a aprovar todos os projetos de pesquisa de seus mentorados.

Marli também é autora de “Por uma escrita rebelde no stricto sensu” e “Pardas poesias: sobre ser, fazer e sentir”.

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