É com profundo pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora Iara Maria Assis Rocha, ocorrido no dia 6 de setembro, aos 64 anos.
A professora Iara trabalhou na CRE do Gama. Ela foi gestora na Escola Classe 06, no CEF 01, no CEF 09 e na Escola Classe 28, e também na Regional.
O velório da professora ocorreu no dia 8 de setembro, no Cemitério do Campo da Esperança da Asa Sul.
A família e os amigos sempre se recordará de Iara com ternura e carinho: “O amor, o sorriso e as gargalhadas que você espalhou pelo mundo ficarão eternizados, assim como a saudade que vai morar para sempre dentro dos nossos corações.”
O Sinpro-DF presta toda solidariedade aos(às) familiares, amigos(as) e colegas da professora Iara Maria Assis Rocha, neste momento de grande dor e muita saudade.
EC São Bartolomeu brilha entre as melhores práticas no Fórum de Ensino Fundamental 2024
Jornalista: sindicato
O projeto “É lendo que se faz história”, nesse destaque, com intervenções voltadas para as turmas do Programa Alfaletrando com os 1º e 2º Anos, da unidade escolar do e no campo Escola Classe São Bartolomeu (EC São Bartolomeu), foi reconhecido, em todas as fases do Fórum de Ensino Fundamental 2024, da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), organizado pela Diretoria do Ensino Fundamental (DIEF), como uma das melhores práticas em alfabetização no DF. Além disso, foi selecionado para compor o anuário oficial da secretaria. Maria Theodora Rodrigues da Silveira, diretora; Francisca de Oliveira Andrade Cordeiro, vice-diretora; e Aurelice da Silva Vasconcelos, do apoio pedagógico – multimeios, equipe que acompanha as turmas inseridas no Programa, receberam homenagens e uma placa de reconhecimento pelo trabalho exitoso.
O Fórum de Ensino Fundamental 2024, realizado, anualmente, pela DIEF/SEE-DF, teve como tema “Das alfabetizações às adolescências” e contou com a parceria do Programa Alfaletrando, pactuado entre o MEC e a SEE-DF, que visa garantir alfabetização dos estudantes matriculados na rede pública de ensino estejam alfabetizados até o 2º Ano do Ensino Fundamental. O projeto “É lendo que se faz história”, foi classificado entre os seis mais exitosos projetos destinados aos Anos Iniciais da rede pública de ensino do DF.
“Estivemos lá no fórum, representando toda a comunidade da Bartô, compartilhando um pouco do nosso projeto, escrito e desenvolvidos por mãos de outrora e de hoje, com vistas às intervenções de alfabetização e letramento para as turmas, neste ano em especial, dos 1ºe 2º Anos do Ensino Fundamental que participam do Programa Alfaletrando. Esse destaque é para e da comunidade escolar. O projeto reflete nosso desejo de proporcionar uma alfabetização e o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita de qualidade na e para a EC São Bartolomeu. Afinal, os resultados alcançados e aqueles que estão por vir, sempre são sonhados, planejados e realizados para os estudantes, razão de nosso fazer pedagógico. Parabenizo a todos que contribuem para a educação na e para a Bartô”, relata a diretora Maria Theodora Rodrigues da Silveira. O Sinpro também parabeniza a escola pelos merecidos reconhecimentos.
Alfaletrando e o projeto “É lendo que se faz história”
A vice-diretora Francisca Cordeiro destacou que ” o trabalho desenvolvido pela DIEF/SSE-DF frente a esse Programa, e outras ações, tem proporcionado ganhos pedagógicos para todos. Poder contar um pouquinho do trabalho desenvolvido na e para a Bartô e a homenagem, por meio da placa, recebida, é o reconhecimento da prática que a escola desenvolve frente à leitura e à escrita, uma premiação. Fomos selecionados entre as seis melhores práticas em alfabetização dos anos iniciais das escolas públicas participantes do DF. Ficamos surpresas e honradas por essa conquista”.
Um dos grandes sucessos do projeto é a Sessão Simultânea de Leitura, uma atividade similar a uma sessão de cinema, onde os professores contam histórias selecionadas. As crianças podem escolher qual história ouvir e até ouvir mais de uma no mesmo dia, despertando o gosto pela leitura.
“O projeto ‘É lendo que se faz história’ é uma das práticas, na EC São Bartolomeu, que corrobora com o Programa Alfaletrando MEC pactuado com a Secretaria de Educação, para avançar na garantia da alfabetização e do letramento dos estudantes matriculados na rede pública de ensino estejam alfabetizados até o 2º Ano do Ensino Fundamental. O A DIEF e o Alfaletrando reconhecem a excelência no trabalho de alfabetização, abrangendo tanto o letramento em matemática quanto em língua portuguesa. Esse reconhecimento nos posicionou como uma das escolas de excelência no processo de alfabetização”, afirma a professora de apoio pedagógico – multimeios, Aurelice da Silva Vasconcelos, que colabora na formação continuada oferecida às professoras dos 1º e 2º Anos na escola.
Fórum do Ensino Fundamental
O Fórum do Ensino Fundamental, promovido pela DIEF/SEE-DF, visa valorizar práticas bem-sucedidas de educadores da rede pública e debater temas relevantes com especialistas. Iniciado na segunda-feira (7) e encerrado na quarta-feira (9), o evento reuniu educadores e gestores no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), destacando a importância da formação no Ensino Fundamental.
O tema deste ano enfatizou a necessidade de atenção aos anos finais do ensino fundamental, onde muitos estudantes enfrentam lacunas significativas em seu aprendizado. A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, ressaltou que o objetivo do evento é promover a troca de experiências exitosas, evidenciando a relevância desse espaço para a melhoria da educação na rede pública. Vinte relatos de práticas exitosas foram selecionados para o anuário oficial, com treze apresentados ao longo do evento.
O encontro contou com a participação de coordenadores das 14 Regionais de Ensino, gestores escolares e representantes de organizações como o Sebrae e o Unicef, criando um ambiente colaborativo para a troca de ideias e experiências. A abertura do fórum destacou ações implantadas na Coordenação Regional de Ensino de Santa Maria, com homenagens a professores que se destacaram, reforçando a importância de divulgar iniciativas que beneficiam toda a comunidade educacional.
O Programa Alfaletrando foi instituído no Distrito Federal por meio do Decreto nº 45.495 e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de 19/02/2022. Segundo o site do Governo do Distrito Federal (GDF), “o objetivo principal do programa é promover a alfabetização e o letramento de crianças, visando a melhoria da qualidade da educação básica no território do DF. Para o ano de 2024, a expectativa é a implementação do Programa em todas as unidades escolares que oferecem o 1º e 2º Anos do Ensino Fundamental, concentrando esforços no processo inicial de alfabetização”.
FREC 2024: Festival promove inclusão e conscientização ambiental
Jornalista: Maria Carla
Termina nesta quinta-feira (10), o XVIII Festival Recreativo Especial de Ceilândia (FREC). O evento começou nessa terça-feira (8) com a abertura no Ginásio de Esportes de Ceilândia e se destaca por promover a inclusão e socialização de estudantes com necessidades especiais. A atividade é realizada pelo pelos Centro de Ensino Especial 02 de Ceilândia (CEE02), com participação integrada dos Centro de Ensino Especial 01 de Ceilândia (CEE 01) e outras unidades escolares.
Itamar Assenço, pedagogo e diretor do Centro de Ensino Especial 02 de Ceilândia, afirma que a cada ano se percebe o engajamento das escolas, aumentando a proporção de inclusão dos estudantes, incluindo aí os que estão na educação inclusiva. “A gente sabe que precisa melhorar, mas o balanço é positivo. O que falta para a gente mesmo é mais investimento do governo para podermos valorizar mais essa atividade. Tivemos o apoio da Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Ceilândia, com tendas e medalhas ofertadas aos estudantes; a Secretaria de Educação que ofereceu o kit-lanche para todos os participantes, mas precisa de mais engajamento do poder público para a gente ter mais fluidez. No ano que vem será o vigésimo e queremos fazer melhor”, disse.
Ele explicou que “no contexto pedagógico o FREC vai ao encontro da proposta do currículo em movimento que prima pelas questões correlacionadas a formação integral do estudante por meio do contato direto com as dimensões relacionada às questões psicomotoras bem como a formação da identidade pessoal social e cultural do estudante”. E informa que, no decorrer desses 19 anos o FREC, foi sendo implementado em função da demanda da comunidade escolar. Nesse sentido, a parceria com instituições públicas e privadas, apoios de representantes do governo, sindicatos e outros são elementos necessários para que estes, de forma direta ou indireta possam colaborar com a realização do evento em cada ano”, afirma o professor.
Desde sua criação em 2002, o FREC tem proporcionado atividades lúdicas e desportivas, inicialmente entre os Centros de Ensino Especial 01 e 02 de Ceilândia. A partir de 2003, o evento se expandiu, integrando outras instituições de ensino da região e tornando-se uma celebração anual da psicomotricidade. Organizado em parceria com instituições como o CEE 01 de Samambaia e várias escolas regulares, o FREC tem como foco promover a interação entre os educandos, permitindo a expressão de emoções e necessidades. Este ano, o tema central será a preservação ambiental, ressaltando a importância do compromisso com a natureza.
Segundo estimativas dos organizadores, cerca de duas mil pessoas participaram do evento, que deu ênfase a práticas desportivas adaptadas para estudantes com deficiência ou Transtorno do Espectro Autista. O FREC reafirma seu papel fundamental na promoção dos direitos sociais e na cidadania, consolidando-se como uma plataforma de inclusão e respeito às diferentes potencialidades de todos os alunos.
CEF GAN promove feira de saberes ancestrais em novembro
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Sábado, dia 9 de novembro, a comunidade escolar do CEF GAN está convidada para a Feira de Cultura e Ciências do GAN – FEICCIGAN. Este ano, o tema da Feira será “Saberes ancestrais: Cultura e ciência de povos indígenas e africanos”.
Cada turma da escola, com orientação de professores (as) e conselheiros(as), está desenvolvendo subtemas e correlacionando os conteúdos dos componentes curriculares com os saberes e fazeres das culturas indígenas, africanas e afrobrasileiras.
O dia 9 de novembro é a culminância do projeto, com a exposição dos trabalhos produzidos pelas turmas.
O CEF GAN conta com a participação de toda a comunidade escolar!
No último sábado (5/10), o Centro Interescolar de Línguas de Ceilândia (CILC) realizou a primeira edição da Festa Latina. Foi uma forma lúdica de unir a parte pedagógica à diversão e levar aos alunos e às alunas mais informação sobre a cultura dos países hipanofalantes.
Em 15 salas temáticas, foram realizadas apresentações de poesias, minipeças teatrais, músicas e muitas outras atividades em 4 apresentações de aproximadamente 30 minutos por sala, para que todos os colegas pudessem se prestigiar.
Ao final das apresentações, a festa estava à disposição da comunidade, com um DJ e, posteriormente, a banda cubana Sabor de Cuba. Houve até uma minioficina de dança, para que as pessoas aprendessem os passos básicos de ritmos latinos, como zouk e salsa.
A Praça de Alimentação trazia delícias típicas da Argentina, Peru, Colômbia e México. Também houve degustação de versões não-alcoólicas inspiradas nos originais drinks latinos, como mojito, piña colada, lagoa azul etc.
“Esse trabalho foi uma forma de nossos e nossas jovens conhecerem mais sobre a cultura, a literatura, a arte e a dança da região da América Latina e Espanha, unindo a pedagogia à diversão. O trabalho foi conduzido pelo grupo de professores de espanhol juntamente com os demais funcionários dos diversos segmentos da escola e pelos estudantes”, conta o coordenador do curso de espanhol do CILC, Eder de Souza Silva.
É com profundo pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora de geografia aposentada, atuante na sede da Secretaria de Estado de Educação (SEE-DF), Marina Ioko Uramoto Kondo, aos 73 anos, em razão de um enfarte agudo.
Ela faleceu na madrugada desse sábado, 5 de outubro. O sepultamento ocorreu na segunda-feira (7/10), no Campo da Esperança da Asa Sul.A professora Marina deixa um filho e o marido, Masaya Kondo, professor aposentado de biologia da SEE-DF, que atuou por muitos anos no setor de informática da secretaria.
O Sinpro-DF presta toda solidariedade aos(às) familiares, amigos(as) e colegas da professora Marina neste momento de grande dor.
CEI 01 de São Sebastião é bicampeão no Prêmio Educar de educação antirracista
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Projeto de Valorização das Culturas Afro-brasileira e Indígena desenvolvido pelo Centro de Ensino Infantil (Centrinho) de São Sebastião garantiu pela segunda vez à escola o Prêmio Educar, para projetos de educação Antirracista. A premiação ocorreu na última semana de setembro, em São Paulo.
Ao todo, o 9º Prêmio Educar para a Equidade Racial e de Gênero – que aconteceu durante o 3° Encontro Diálogos antirracistas: Educação, Democracia e Equidade, realizado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), em São Paulo – contou com 524 inscrições de todo o País.
Rede Pública do DF leva dois prêmios
O CEI 01 de São Sebastião já havia sido premiado em 2022 com o projeto Festival de Valorização das Culturas Afro, Brasileira e Indígena, após inscrição da coordenadora da escola, Francinéia Alves da Silva. Dois anos depois, Francinéia tornou-se articuladora da Região Centro-Oeste na divulgação das ações do CEERT.
Luana (EC 18), Cleyde e Francinéia (CEI 01) e Thiago (EC 18), os laureados do DF no Prêmio Educar
“Comemoramos com toda a comunidade o trabalho de excelência e qualidade que vem sendo desenvolvido na escola como um todo, mas principalmente com o Projeto de Valorização das Culturas Afro-brasileira e Indígena, que foi construído com a colaboração de todos os professores e funcionários. É um prêmio que representa o coletivo. É um prêmio de toda a escola”, orgulha-se a diretora do Centro de Ensino Infantil 01 de São Sebastião, Cleyde Sousa.
Educação Antirracista o ano inteiro
Conta a diretora que no Centrinho, o trabalho de Educação para as relações étnico-raciais teve início em 2013. Nasceu da observação de situações de preconceito a partir de comentários das crianças e também da necessidade de implementação da legislação 10.639/2003 e 11.645/2008 [que incluíram no currículo oficial das redes de ensino a História e Cultura Afrobrasileira e História e Cultura Indígena, respectivamente].
Cleyde conta que o corpo docente da escola iniciou, então, o trabalho de levar a história, cultura e arte do continente Africano e dos povos originários, e demonstrar suas contribuições para a constituição do povo brasileiro. “Buscamos valorizar o que temos de belo e positivo, mas também trazendo reflexões para aceitar a existência de um país racista, preconceituoso e desigual que precisa de mudanças. Mesmo com crianças tão pequenas é importante iniciar uma educação antirracista, levar novos saberes e uma cultura de respeito, paz, justiça e de valorização da nossa história.
“Investimos também na formação dos professores e equipe de trabalho tendo em vista que a nossa formação de base (pedagogia) nem sempre tivemos essa oportunidade de reflexão”, aponta a gestora.
Cleyde explica que a educação antirracista está nos pequenos detalhes do dia a dia: “com crianças pequenas, de 4 a 6 anos, utilizamos como recursos histórias principalmente do acervo antirracista, brinquedos específicos, e também lápis e giz de cera que contemplem diferentes tons de pele, músicas, filmes, desenhos, instrumentos musicais, oficinas diversas, pinturas indígenas nos alunos, dia de trançar os cabelos, degustação culinária típica, teatro, pesquisa, rodas de conversas e as próprias situações ocorridas diariamente nas relações entre os pares.” Desse trabalho cotidiano vão surgindo produções artísticas e musicais que culminam em um Festival onde as crianças fazem suas apresentações para as famílias e para a comunidade.
O centrinho recebeu, em vários anos, diversos grupos para conversar e se apresentar para as crianças: grupos de capoeira, Pé de Cerrado, Indígenas Fulni-ô e de outras etnias, Martinha do Coco, Batunkenjé, Ludocriarte, dançarina Leticia, artista Carli Ayô, grupo de Carimbó do Chicão, Boi de Seu Teodoro e muitos outros. Essas atrações levaram às crianças cultura, arte e conhecimento de forma lúdica, dinâmica e participativa. É conhecer para respeitar.
Prêmio Educar
O Prêmio Educar foi criado em 2002 pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), e tem como objetivo identificar, difundir, reconhecer e apoiar práticas pedagógicas e de gestão escolar vinculadas à temática étnico-racial, de combate ao racismo e de valorização da diversidade étnico-racial.
As inscrições são abertas no mês de fevereiro. Podem se inscrever docentes e gestores(as) de escolas públicas ou particulares de qualquer categoria e modalidade do ensino básico, incluindo Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Quilombola, Indígena, Profissional e Tecnológica, Especial e a Distância.
O Prêmio Educar está dividido em duas categorias: Práticas Docentes e Escola. A categoria prática docente, destinada a professores e professoras, se divide em práticas pedagógicas e práticas pedagógicas projetadas; a categoria Escola tem apenas uma modalidade: Gestão com Equidade Antirracista.
Cada categoria conta com 16 finalistas, dos quais 8 serão premiados, sendo 2 de Educação Infantil, 2 de Ensino Fundamental Iniciais, 2 Ensino Fundamental Finais e 2 Ensino Médio. A premiação ocorre no segundo semestre.
Os(as) professores(as) premiados(as) passam a fazer parte de uma rede de educadores. Os 32 trabalhos selecionados (16 de cada categoria) podem ser publicados em um Livro/Catálogo (virtual), os quais serão descritos e indicados como exemplos de práticas educacionais bem-sucedidas.
EVENTO APRESENTA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA CRIANÇAS AUTISTAS
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Na manhã da quarta-feira (2/10), o CEF 04 do Guará foi palco de uma formação para professores e professoras. O evento marcou as atividades comemorativas da Semana da Pessoa com Deficiência na CRE do Guará e trouxe duas professoras neurodivergentes como protagonistas da ação.
Foram apresentadas práticas pedagógicas, baseadas em evidência científica, para acessar as principais vias de aprendizagem de uma criança dentro do espectro autista, de forma lúdica.
Participaram da formação 90 profissionais entre professoras, monitoras e gestoras das creches conveniadas do Guará e professoras de classes especiais, de um total de 6 instituições da Regional.
“Brincar é preciso. Incluir é preciso. Criar vínculos é fundamental. A proposta do evento foi unir tudo isso em uma proposta pedagógica que pretendeu tocar o coração de todos os participantes”, conta a professora Dayse do Prado Barros, Coordenadora intermediária da Educação Especial da CRE Guará.
Dayse idealizou esse evento junto com Celeste da Franca, da Unidade Regional de Gestão de Pessoas (Unigep) da CRE do Guará. Ambas são professoras autistas com altas habilidades. O encontro foi promovido pela Unidade Regional de Educação Básica (Unieb) da Regional do Guará, e foi aberto pela professora Ana Cristina Chaves, coordenadora da Unieb.
“Taguá”: uma imersão nas histórias de Taguatinga estreia neste fim de semana
Jornalista: Maria Carla
Neste fim de semana, o Teatro Paulo Autran, no Sesc Taguatinga Norte, recebe a estreia da montagem teatral “Taguá”, dirigida por André Araújo. As apresentações acontecerão nos dias 5 e 6 de outubro (sábado e domingo), às 19h, para o público em geral, e nos dias 7 e 8 (segunda e terça-feira), às 15h e 20h, voltadas para alunos da rede pública de educação. As sessões do fim de semana incluirão interpretação em Libras, e a entrada é gratuita para todas as apresentações.
“Taguá” conecta histórias de diversas localidades, como Taguatinga, Altamira (PA), P Sul, Samambaia, Vicente Pires e Angola, em uma encruzilhada cultural. O espetáculo é fruto das vivências dos atores e atrizes, que participaram do projeto “Taguá em Cena – Oficina de teatro com André Araújo”. A narrativa aborda temas variados, desde histórias de nascimento, violência e lutas políticas, até a descoberta da sexualidade e os desafios da adolescência.
A oficina “Taguá em Cena” é um projeto gratuito, com duração de quatro meses, realizado no Mercado Sul, um importante polo cultural e social de Taguatinga. A iniciativa e o espetáculo resultante contam com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) do Distrito Federal.
André Araújo, diretor e professor do projeto, destaca a importância da expressão coletiva: “Taguatinga tem uma força criativa imensa, e esse espetáculo é uma amostra do poder e da beleza dessas pessoas e de suas histórias. Os alunos sentiram a necessidade de colocar no palco suas vivências, e a partir daí fomos criando a peça. Utilizamos diversas linguagens, como poesia, rap e rima, para unir temas variados. É uma celebração da arte como ferramenta de transformação social e sobrevivência em meio às dificuldades diárias.”
O elenco de “Taguá” é formado por Bianca Dutra, Felipe Resende, Fernanda Pacini, João Matheus Lucena, Kaio Duarte, Leônidas Fontes, Mary Jane, Mateus Alencar, SamusSuku, Vizage e Waldirene Silva. A dramaturgia é co-criada pelo elenco e por André Araújo, que também assina o cenário e figurino. A iluminação é de Rodrigo Lélis, com consultoria em comicidade de Ana Luiza Bellacosta e preparação corporal de Abaetê Queiroz.
SERVIÇO
Espetáculo “Taguá” – Resultado final do projeto Taguá em Cena – Oficina teatral com André Araújo
5 e 6 de outubro (sábado e domingo), às 19h
7 e 8 de outubro (segunda e terça-feira), às 15h e 20h
UnB abre processo seletivo de mestrado profissional em artes para professores de Educação Básica
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF informa que a Universidade de Brasília (UnB) irá abrir, entre 21 e 30 de outubro, o novo Processo Seletivo do Mestrado Profissional em Artes (ProfArtes) da turma 2025 para professores e professoras de Artes, com atuação na Educação Básica. São 16 vagas para Artes Cênicas; oito vagas para Artes Visuais; e oito vagas para Música.