Participe da pesquisa sobre violência e perseguição a educadores(as)

O Observatório Nacional da Violência contra Educadoras(es) – ONVE -, projeto de extensão da Universidade Federal Fluminense, está realizando uma pesquisa para compreender e enfrentar os desafios diários enfrentados pelos profissionais da educação em relação à violência no ambiente de trabalho.

O estudo leva o título A violência contra educadores como ameaça à educação democrática: um estudo sobre a perseguição de educadores no Brasil, e é realizado em parceria com outras instituições de ensino da educação básica e do ensino superior, e com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC.

Ao participar, professores(as) e orientadores(as) educacionais contribuem para um mapeamento abrangente de situações de violência vivenciadas por educadores em todo o país. Os dados levantados serão importantes para dimensionar a extensão do fenômeno e sua distribuição geográfica, possibilitando a implementação de políticas e ações direcionadas para a proteção desses profissionais e para a promoção da liberdade de aprender e de ensinar.

A CNTE e o Sinpro apoiam essa iniciativa e incentivam que os profissionais do magistério público do DF participem, respondendo à pesquisa clicando no botão abaixo. Para mais informações, visite o site do ONVE.

Para participar, clique aqui.

MATÉRIAS EM LIBRAS

Professora defende dissertação sobre atividade criadora na organização didática da aula de artes visuais

Nesta quarta-feira (4/9), a partir das 14h30, Renata Esteves Lobato, professora efetiva da rede pública de ensino do Distrito Federal, irá defender sua dissertação de mestrado a ser realizada, presencialmente, na Sala Atos, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB) e, virtualmente, pelo link https://conferenciaweb.rnp.br/unb/sala-de-reuniao-02-do-nte

Renata atua na Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Samambaia, mas está afastada para estudo. Sua pesquisa, intitulada “Entre o esboço e a pintura: a atividade criadora na organização didática da aula de artes visuais”, faz parte da linha de pesquisa Profissão Docente, Currículo e Avaliação dentro do Programa de Pós-Graduação da FE-UnB, sob a orientação da professora Prof.ª Dr.ª Edileuza Fernandes Silva. Ela informa que “o objetivo geral é o de analisar a organização didática da aula de artes visuais e suas repercussões no desenvolvimento do processo criador e do fazer artístico dos estudantes e das estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental de uma escola pública, situada na Região Administrativa de Samambaia”.

“Após o processo de construção dos dados a partir de observações na escola, entrevistas com a professora de Artes Visuais e grupo de discussão com os alunos, uma vez que, de forma diferencial, essa pesquisa teve como foco as significações constituídas pelos estudantes, ou seja, a ideia era ouvir os alunos a respeito das suas ideias e conceitos sobre a aula de arte e como ela poderia desenvolver mais a atividade criadora”, explica a professora.

“É importante salientar que no meu trabalho procuramos evitar o termo ‘criatividade’, uma vez que, utilizando-se do referencial teórico, ‘criatividade’ é mais utilizado dentro de uma perspectiva de genialidade, que apenas alguns ou algumas pessoas nascem com ela ou está atrelada a habilidades que podem ser desenvolvidas em poucas pessoas e pode contribuir para o sistema alienante em que vivemos”, afirma.

Renata informa que, nesse trabalho, foi utilizado o termo “atividade criadora”, que, nas perspectivas de Vigotsky (2018) — Lev Semionovitch Vigotsk, psicólogo russo, proponente da psicologia histórico-cultural —, é uma característica humana, ou seja, todos possuem, e pode ser desenvolvida. “A pesquisa nos possibilitou concluir que:  a) a atividade criadora é uma habilidade a ser desenvolvida também pela escola, portanto a organização didática da aula interfere no desenvolvimento do ato criador dos alunos; b) há a necessidade de os professores de Artes Visuais desenvolverem suas aulas articulando  teoria e prática, uma vez que a atividade criadora se desenvolve a partir das referências adquiridas pelo sujeito, o que dialoga com as perspectivas teórico-metodológicas que fundamentam a aula de Artes Visuais; c) as perspectivas teórico-metodológicas que orientam a aula de Artes Visuais são as propostas  no Currículo em Movimento do Distrito Federal. No entanto, há adesão à perspectiva tradicional, identificada   em algumas ações da professora; d) a precarização das escolas é um impedimento para que o ato criador seja desenvolvido nos estudantes, uma vez que sem os materiais e o espaço adequado, há o comprometimento no trabalho do professor e no desenvolvimento dos(as) estudantes”.

E acrescenta: “Gosto de pensar que essa pesquisa poderá contribuir em alguns aspectos para o trabalho em sala de aula de todos os meus colegas, professores de artes, não apenas das artes visuais, como:  quando do desenvolvimento da atividade criadora dos nossos estudantes, almejo que todos os alunos possam ser vistos como seres criadores faltando apenas o desenvolvimento dessa habilidade sendo essa também, uma possibilidade de trabalho dentro da sala de aula de artes e que de forma mais ampla, quando discutimos, na pesquisa a importância da Arte para o desenvolvimento do sujeito e mudança social, a partir de Lukács (2023). Por favor, valorizem a arte, os artistas e os professores de arte: a escola precisa desse espaço e, mais do que isso, nossos alunos precisam ter suas subjetividades transformadas pela arte de forma que possam construir para si, uma sociedade melhor!”, afirma.

EC 27 de Ceilândia comemora 46 anos com ação social para a comunidade

Pelo quarto ano consecutivo, a Escola Classe 27 de Ceilândia comemora seu aniversário com uma ação social. Completando seus 46 anos, a escola sediou no dia 30 de agosto deste ano um evento para trazer à comunidade o acesso a serviços como emissão de carteira de identidade e agência itinerante do trabalhador para efetuar cadastro para diversos programas de governo.

O evento de celebração do aniversário da escola levou à comunidade também corte de cabelo, palestras, exposições e oficinas, além de servir lanches, picolés e brinquedos infláveis para as crianças.

“É o papel da escola fazer isso. Buscamos comemorar o aniversário da escola pensando na comunidade. Entendemos que também é nosso papel levar cidadania ao nosso entorno. Muitas dessas pessoas não conseguem ir a outros pontos da cidade para conseguir acesso a esses serviços”, diz a diretora da escola, Cristina Maria da Silva, que faz essa celebração social desde que assumiu a gestão da escola.

Professores e OEs participam dos Diálogos sobre Taguatinga Plural e Brasil Original

Mais de 100 professores(as) e orientadores(as) educacionais (OEs) ligados a Coordenação Regional de Educação (CRE) de Taguatinga participaram da primeira edição da roda de conversa intitulada “Diálogos sobre Taguatinga Plural e Brasil Original”, nessa quarta-feira (28), no auditório da Escola Classe 52 da cidade-satélite.

Trata-se de uma ação afirmativa realizada pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) que integra o Projeto Taguatinga Plural. “O objetivo foi o de promover ações pedagógicas que possibilitem reflexões sobre o racismo na condição de ideologia que marca as relações sociais no Brasil e as contribuições da cultura indígena na formação da sociedade brasileira”, explica André Lúcio Bento, professor e coordenador do Projeto Taguatinga Plural.

O professor informa que, “nesta primeira edição da roda de conversa, contamos com as presenças de mulheres negras e indígenas para o debate com participantes de escolas de todas as etapas da Educação Básica sobre cultura, imaginários, diversidade e literatura que constituem os povos africanos e indígenas. Destaco também que a formação continuada dos professores sobre essas duas temáticas (afro-brasileira e indígena) é um pilar fundamental para o aprimoramento constante da qualidade da educação e para cumprimos o que está previsto na Lei 11.645/2028”.

A atividade foi um sucesso e muito bem recebida pelos(as) participantes. “O público recebeu muito bem as reflexões trazidas pelas quatro palestrantes. Foram falas muito fortes e, ao mesmo tempo, provocadoras. Aos poucos, vamos avançando no entendimento do papel das escolas na abordagem das culturas africanas e indígenas e seu papel na formação da sociedade brasileira. A partir de 2025, temos a intenção de realizar duas edições por ano, uma em cada semestre. O evento foi restrito para escolas da CRE Taguatinga”, afirma.

 

O debate matutino

 

A atividade foi realizada durante todo o dia. No turno vespertino, as culturas africana e indígena foram o tema condutor das palestras direcionadas aos(às) professores(as) que lecionam para os Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio e aos(às) orientadores(as) educacionais.

André conta que, Nilza Laice, professora de Teatro da Escola de Comunicação e Arte de Moçambique (ECA-UEM-Moçambique) e doutora em literatura pela Universidade de Brasília (UnB), ministrou a palestra intitulada “Imaginários sobre a África, as africanas e os africanos no Brasil: que histórias devemos contar?”

No entendimento de Nilza, “é extremamente importante momentos como esse, pois precisamos falar das histórias e das coisas positivas e plurais da África, é necessário promover o diálogo, pois ainda há muito desconhecimento. Mas cabe destacar que não falta informação, o que falta é a proposição de ações para que essas informações sejam acessadas de forma leve. E a escola deve promover momentos pedagógicos como essa roda de conversa que é uma estratégia adequada para promover o diálogo e o aprendizado”.

Na sequência, Fabiana Kakoma, cacique indígena e mestranda em linguística pela UnB, realizou a palestra “Cultura Indígena e suas diversidades”. Segundo ela, no Brasil, há 305 povos e 270 línguas reconhecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Fundação Nacional do Índio (Funai), mas essa diversidade não é reconhecida e nem conhecida pelos brasileiros.

“As histórias que contam sobre os indígenas não refletem a realidade histórica, nossa cultura não é vista com bons olhos e nossas narrativas não são ouvidas. Nesse contexto, os professores têm grande responsabilidade, pois trabalhar essa temática na sala de aula significa garantir respeito à diversidade cultural – base para a boa convivência humana.  Destaco ainda que valorizar a cultura e a sabedoria indígenas são importantes para que as memórias dos nossos povos permanecem vivas”, enfatizou Fabiana.

Na avaliação de Duanny Batista, professora de língua portuguesa do Centro de Ensino Fundamental nº 08 de Taguatinga (CEF 08 de Taguatinga), a formação necessária. “É uma necessidade latente e uma grande responsabilidade conscientizar os estudantes para que possamos ter uma sociedade mais consciente, mas para isso precisamos propor atividades pedagógicas que permitam a desconstrução de estereótipos e isso precisa ocorrer nas escolas”, destacou.Flávio Silva, professor de língua portuguesa no CEF 15 de Taguatinga, também participou da roda de conversa e contou que ele já trabalha com as temáticas afro-brasileiras e indígenas nas suas aulas. “Para isso, apresento textos para leitura e interpretação. Esse trabalho de desconstruir é importante, mas também traz problemas e questionamentos de diferentes atores no ambiente escolar. Por isso, é fundamental termos formação com pessoas que, realmente, representam essas diferentes culturas e toda a pluralidade que as envolve”, ressaltou o educador.

O debate vespertino

 

No turno vespertino, a atividade pedagógica trouxe como tema norteador das palestras a literatura infantil afro-brasileira e indígena. Foram realizadas duas palestras para os docentes da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Nôra Pimentel, educadora e mulher indígena, entoou um canto de proteção e depois ministrou a sua palestra intitulada “A contribuição das autorias indígenas para o trabalho pedagógico”.

Segundo ela, “a roda de conversa permite a troca de saberes e promove o conhecimento sobre a diversidade das culturas indígenas no Brasil.  Ao darmos visibilidade, fortalecemos a cultura, a conexão histórica, a identidade e o pertencimento dos povos originários”. Nôra é uma das ganhadoras do Prêmio Jabuti 2023 com a obra “Guerreiras da Ancestralidade”, na categoria Fomento à Leitura.

Em seguida, Dalva Martins de Almeida, professora da Secretaria de Educação do DF (SEE-DF) e doutora em Literatura pela UnB, palestrou sobre “Oralituras e corpos-baobás: discursos decoloniais na literatura infantil afro-brasileira contemporânea”. No entendimento da professora, “para trabalhar com as crianças é necessário começar com as origens, com a ancestralidade. Contamos histórias para sermos livres de nossas amarras, para que os pequenos possam compreender nossa identidade e para que possam ser protagonistas de suas vidas, que não há histórias únicas”.

André Bento informa que as palestrantes do turno vespertino levaram diferentes obras para que os(as) participantes evidenciassem a diversidade literária. Ele também comunica aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais que participaram da roda de conversa que todos(as) vão receber certificado de participação.

 

Histórico

 

O projeto foi criado em 2021 com o nome Cidade Cor. Em 2023, foi rebatizado como o Projeto Taguatinga Plural – Educação Antirracista e Herança Indígena e só atendia ao tema afro-brasileiro. “Neste ano, a novidade é ampliação do escopo de atuação (que envolve também a questão indígena). Até o momento, das 67 escolas vinculadas à Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga, 30 participam do projeto. Ao todo, mais 20 mil estudantes participam das atividades”, destacou o coordenador CRE de Taguatinga, Murilo Marconi.

Ainda segundo ele, o projeto atende à Lei 11.645/2028, que alterou a Lei nº 9.394/1996, que, por sua vez, foi modificada pela Lei nº 10.639/2003, a qual estabelece as diretrizes e bases da educação nacional a fim de incluir, no currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

Clique no link a seguir e confira fotos no Facebook do Sinpro:

https://www.facebook.com/share/p/6kGH3sj9hFZ2EApE/?mibextid=oFDknk

 

Com Jacqueline Pontevedra/CRET. Foto: Susy/Unieb-CRET. Logo: Anaí Peña/Unieb – CRET.

Educação em Destaque entrevista João Paulino sobre o papel da família na educação contemporânea

O episódio #85 do podcast Educação em Destaque, que vai ao ar nesta sexta-feira, 30, às 12h, apresenta uma entrevista com o educador e psicanalista João Paulino Quartarola sobre o papel da família na educação contemporânea.

Graduado em Pedagogia, Administração de empresas, Matemática, Ciências Contábeis, Economia e especialista em Psicanálise Clínica, o professor João Paulino revela grande paixão pela atividade docente e convida espectadores e ouvintes a refletirem sobre o papel da família na educação contemporânea.

Acesse, assista, curta e inscreva-se no canal! Compartilhe o link do programa.

 

CLDF realiza sessão solene em homenagem aos 41 anos da CUT

Na próxima segunda-feira (2/9), às 19h, a Câmara Legislativa do DF realizará sessão solene em homenagem aos 41 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A atividade, de iniciativa é do deputado Chico Vigilante (PT), será transmitida pela TV Câmara Distrital, Youtube e e-Democracia.

Para o parlamentar, “a CUT ocupa espaços com contribuições decisivas em prol de toda a sociedade brasileira”. “A luta pela universalização dos direitos, bandeira histórica, é cotidianamente reafirmada pela participação ativa da Central na construção de política públicas afirmativas de diversos setores e segmentos da sociedade, destacando-se as mulheres, juventude, idosos, pessoas com deficiência, saúde, combate à discriminação, dentre outros”, diz o deputado Chico Vigilante na justificativa do requerimento da sessão solene.

O presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, avalia que “o reconhecimento da CUT pelo Legislativo mostra que os direitos da classe da trabalhadora devem ser prioridade”. “Iniciativas como a do deputado Chico Vigilante fortalecem não só a importância histórica da CUT, mas mostram que a defesa e a ampliação dos direitos trabalhistas devem ser dever daqueles e daquelas que são eleitos pelo povo”.

A CUT nasceu em 28 de agosto de 1983, quando um grupo de trabalhadores se organizou e decidiu dizer basta aos salários de miséria, à jornada de trabalho de sem fim, à fome, aos abusos dos patrões, à perseguição.

Quatro décadas depois, a CUT resiste. Ela não está vinculada estruturalmente a nenhum partido político, e defende que os trabalhadores tenham o direito de decidir livremente sobre suas formas de organização, filiação e sustentação financeira, independentemente de governo.

 

CUT no Eixo
Os 41 anos da CUT também serão comemorados com samba de roda e ato político, no CUT no Eixo. O evento será neste domingo, 1° de setembro, a partir das 9h, no Eixão do Lazer (altura da 106 Sul). A música fica por conta do grupo Samba da Guariba. Além disso, o evento ainda traz food trucks de comidas e bebidas, lojinhas de acessórios e brinquedos infláveis para a criançada.

 

Conquistas
A CUT se soma aos diversos sindicatos e movimentos sociais por direitos trabalhistas e humanos essenciais à dignidade das pessoas. Além de conquistas pontuais para as diversas categorias de trabalhadores, ela foi decisiva para conquistas em âmbito nacional. Veja algumas delas:

>> Participação na construção da Constituição Federal de 1988, garantindo a inclusão de vários direitos trabalhistas e sociais;

>> Protagonismo na luta pela regulamentação da jornada de 44 horas semanais, e continuidade da luta pela jornada de trabalho de 40 horas semanais;

>> Garantia de uma política de valorização do salário mínimo, com reajuste anual;

>> Atuação-chave na luta pela ampliação e garantia de direitos trabalhistas e previdenciários, incluindo a criação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);

>> Conquista da criação de regulamentações e fiscalizações mais rigorosas para a segurança e saúde no ambiente de trabalho;

>> Defesa e conquista de políticas de inclusão e igualdade de gênero, raça e orientação sexual no ambiente de trabalho, com combate à discriminação e ao assédio;

>> Peça central para a criação da lei de igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função;

>> Consolidação como uma das vozes mais atuantes para que a sociedade, de forma geral, tenha direito à alimentação, moradia, saúde, segurança, educação e ao lazer.

Inscrições Abertas para o Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física

Professores(as) da rede pública de ensino do DF têm até dia 24 de setembro para se inscrever no processo seletivo de ingresso no curso de Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física. Para o DF, são oferecidas 20 vagas. Aplicação das provas será dia 20 de outubro. A taxa de inscrição é de R$ 70,00. O cadastro para o processo seletivo será realizado de forma on-line. Acesse https://www1.fisica.org.br/mnpef/

>> Acesse o edital AQUI 

O MNPEF é exclusivo para professores em efetivo exercício de docência em Física na educação básica ou em Ciências no ensino fundamental. Eles(as) devem ter diploma de graduação em Física (Licenciatura ou Bacharelado) ou áreas afins, em cursos reconhecidos pelo Ministério de Educação, ou serem estudantes do último período desses cursos.

 

 

O processo seletivo será realizado em um dos dois grupos. O grupo 1 é destinado à ampla concorrência, e os candidatos aprovados preencherão 70% das vagas disponíveis no polo do MNPE selecionado (no DF, no Campus Universitário Darcy Ribeiro). Já o grupo 2 é destinado exclusivamente a docentes com no mínimo 15 anos de atuação em sala de aula e com diploma de Licenciatura em Física, Química, Matemática ou de graduação em áreas das ciências exatas e/ou tecnológicas com complementação pedagógica. Os candidatos aprovados neste grupo preencherão 30% das vagas disponíveis em cada polo.

O Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física tem duração de até 30 meses. No polo da UnB, as aulas serão ministradas segundas e terças-feiras, nos períodos vespertino e noturno.

O MNPEF é realizado em rede nacional, organizado pela Sociedade Brasileira de Física (SBF).

 

 

CEF 20 de Ceilândia abre seus Jogos Olímpicos

Na última sexta-feira (23/8), o CEF 20 de Ceilândia realizou a solenidade de abertura dos Jogos Interclasses, que na escola recebem o status de Olimpíadas. As 18 turmas da escola participaram do desfile de abertura.

Os jogos serão disputados ao longo desta semana (26 a 31/8), nas modalidades futsal, vôlei, basquete, handebol, queimada, xadrez, dominó, tênis de mesa, jogos eletrônicos e dança.

“A abertura das olimpíadas da escola é um momento importante para a nossa comunidade escolar, pois celebra o espírito olímpico que une todos os povos”, conta a professora de Educação Física da Escola, Sandra Reis da Costa.

VEJA O ÁLBUM

CRE e MPDFT realizam primeiro fórum de diversidade para combater o feminicídio no Gama

A Coordenação Regional de Ensino do Gama (CRE-Gama) realizou, na quarta-feira (21/8), em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o primeiro fórum de diversidade intitulado “Racismo e violência doméstica – Sobre reconhecimentos e condutas”. O evento foi criado a partir de um diálogo com a promotora Vyvyany Viana Nascimento de Azevedo Gulart, do MPDFT, que provocou o setor da educação pública dessa Região Administrativa (RA) a combater os altos índices de feminicídio.

Dados do MPDFT indicam que o Gama está em segundo lugar nas taxas de feminicídio do Distrito Federal. Para retirar a cidade dessas taxas subumanas de violência doméstica e de gênero, o ministério entente que é necessário haver uma parceria entre instituições públicas que compõem a RA a fim de pensar maneiras de lidar com a situação e empreender esforços para retirar o Gama dessa cifra alarmante.

“Como responsável pela mediação do diálogo junto ao MPDFT e pela curadoria da estruturação teórica do fórum, gostaria de destacar a importância de dois documentos para a construção de um trabalho sério e consistente sobre diversidade e direitos humanos no contexto da SEEDF: primeiro, Indicadores da qualidade na educação – relações raciais na escola (2023), construído e subsidiado a partir do diálogo de importantes movimentos, tais como o Ação Educativa e o Projeto Seta em importante interface com o MEC e com o MIR, e também pelo segundo documento que gostaria de destacar, o Relatório 7 da pesquisa sobre Atitudes discriminatórias em ambiente escolar, desenvolvido em pela parceria entre Inep e FIPE-USP. O nosso maior desafio hoje, tanto na prevenção da violência quanto na promoção da diversidade, é reconhecer que mais que conceitos, raça, gênero e identidade são maneiras de reconhecer dimensões concretas da realidade que, infelizmente, são majoritariamente marcadas por atitudes discriminatórias que inviabilizam, não só o direito universal à educação, mas elementos básicos de dignidade humana”, informa a professora e mestre Rebecca Reseck Wanderley Dias.

O fórum de diversidade ocorreu no auditório do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos (Uniceplac), com participação de cerca de 400 professores(as) e orientadores(as) educacionais por turno. Além da CRE do Gama e do MPDFT, o fórum contou com a participação de Ângela Maria dos Santos, delegada Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficicência (Decrin – Gama).

O MPDFT reconhece a capacidade da escola de mudar a sociedade para melhor por meio de uma educação cidadã. “A capilaridade e o alcance da escola pública na comunidade são fundamentais neste momento de combate à violência. Neste primeiro momento, resolvemos fazer um plano concreto de como podemos implantar medidas efetivas que, realmente, combatam a violência doméstica e de gênero por meio da educação e sobre os vários elementos que compõem tudo isso, como a questão de raça, de gênero, de classe etc.”, explica a professora.

Ela informa que o objetivo desse primeiro passo foi o de promover, entre todos e todas da escola pública, “a oportunidade de se reconhecerem como coletivos e pessoas reais dentro de concepções de gênero e das dificuldades cotidianas de lidar com o reconhecimento e o encaminhamento de casos concretos e possíveis casos de violência doméstica tanto no contexto protocolar da Secretaria de Estado de Educação quanto no contexto do fluxograma das instituições parceiras”.

O fórum da diversidade foi divido em dois turnos. No turno matutino, a mediação foi feita pela professora Rebecca Reseck Wanderley Dias (CRE – Gama), com a abertura artística do “Lidhy7” (Donas da Rima). A Mesa foi constituída pela professora Ana Caroline Gomes (CEMI-Gama), Ângela Maria dos Santos (delegada – Decrin); professora Dalva Martins de Almeida (CEMI-Gama); Laiane Vasconcelos Leão Velame (analista de serviço social do MPU); Luana Marilis (coordenadora pedagógica – EC 16 do Gama); Vyvyany Viana Nascimento de Azevedo Gulart (promotora do MPDTF no Gama).

No turno vespertino, a Mesa foi formada pela professora Ana Caroline Gomes; professora Dalva Martins de Almeida; Laiane Vasconcelos Leão Velame; Luana Marilis; e Vyvyany Viana Nascimento de Azevedo Gulart. Confira as fotos de Joelma Bomfim/Sinpro-DF nas redes sociais do sindicato.

https://www.facebook.com/share/p/ccTRwZjXrvNLWanQ/?mibextid=oFDknk

Professores(as) da SEE-DF aprendem xilogravura no Espaço Renato Russo com Valdério Costa

No último sábado (24/8) Professores e alguns alunos da SEE-DF participaram de uma oficina de xilogravura no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul.

Na oficina, com duração de cerca de três horas, foram abordados diversos aspectos da história da xilogravura e algumas especificidades que compõem essa técnica (desenho, corte e impressão manual).

A oficina foi ministrada pelo professor Valdério Costa, professor de Artes Visuais e História da Arte da SEE-DF, Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, poeta e artista plástico cadastrado pela Secretaria de Cultura do DF (com várias exposições individuais e participações em coletivas desde 1988) e que conta com obras em diversas coleções no Brasil e no exterior.

“Fica marcada a ideia de processo, em que o fazer se acumula como o estrato da tradição que vai ser trabalhada na contemporaneidade”, explica o professor e artista visual.

Além da oficina, a exposição “Memórias Gravadas”, também no Espaço Renato Russo, com obras do professor Valdério, está em cartaz até o próximo domingo, 8 de setembro, com exposição de xilogravuras e serigrafias.

VEJA O ÁLBUM

Acessar o conteúdo