CRE DE SAMAMBAIA REALIZA PLENARINHA E CIRCUITO DE CIÊNCIAS

Nos dias 20 e 21 de agosto, a Coordenação Regional de Ensino de Samambaia promoveu simultaneamente 2 eventos regionais da SEEDF, a XII Plenarinha e o XIII Circuito de Ciências.

Na terça-feira, 20 de agosto, as 25 escolas da regional que atendem educação infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental visitaram o evento. No dia 21, foi a vez das instituições parceiras da regional.

A Plenarinha contou com a participação de 47 escolas. Foi realizada a exposição sob o tema “Eu sou assim e você como é?”, para trabalhar a diversidade, o reconhecimento e o pertencimento das crianças. A pedido da Regional, as escolas elaboraram estandes interativos: “Durante as visitas, os estudantes podiam vivenciar o trabalho daquela unidade escolar, entender como e por que aquele trabalho foi elaborado”, conta Michelle Camargo, Chefe da Unidade de Educação Básica da Regional de Samambaia.

Além da exposição, houve também contação de histórias e apresentações das escolas instituições.

 

XIII Circuito de Ciências

O Circuito de Ciências contou com a participação de 26 unidades escolares da regional de Samambaia. Houve apresentações sobre a importância e relevância da flora e da fauna do cerrado, além de exposições inovadoras, em que as escolas chegaram a criar até mesmo linhas de produtos cosméticos e jogos pedagógicos. O Sebrae fez apresentações sobre gamificação e robótica. No palco do Circuito também foram realizadas apresentações como as bandas do CED 407 e CEF 404.

O que mais chamou a atenção do público do circuito foi a desenvoltura e envolvimento dos estudantes ao apresentarem os projetos.

 

VEJA O ÁLBUM

 

Projeto incentiva estudantes da rede pública a serem escritores e ilustradores

Lançar o próprio livro é um sonho distante para muita gente. Na maioria das vezes, o entrave principal é a falta de oportunidade. Para abrir caminhos a escritores e ilustradores, o concurso literário “Minha escola tem história” vem percorrendo unidades escolares da rede pública do DF.

Ao todo, escolas de oito regiões administrativas (Sobradinho, Ceilândia, Planaltina, Samambaia, Estrutural, Gama, Cruzeiro e Recanto das Emas) participam da proposta idealizada pela gestora cultural Ester Braga. Estudante de escola pública, ela diz que conhece a dificuldade do acesso de estudantes da rede a escritores. “O objetivo é, a partir da educação e da cultura, dar às pessoas , principalmente as das regiões administrativas (do DF), possibilidade de alcançarem espaços que parecem distantes”, explica.

 

 

 

1ª edição do concurso literário “Minha escola tem história”

 

Essa é a segunda edição do concurso “Minha escola tem história”, nascida do projeto Jornada Literária “Histórias na sua Escola”, que leva contação de histórias aos estudantes. “Senti a necessidade de deixar algo mais, uma semente que pudesse germinar ali. Então, nasceu o concurso literário ‘Minha escola tem história’”, conta Ester Braga.

Como funciona
O concurso literário “Minha escola tem história” envolve estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I e II.

Durante todo este mês de agosto, professores(as) das escolas que fazem parte do projeto vêm trabalhando com os estudantes temas que serão abordados nos textos propostos ao concurso literário.

Os estudantes do Ensino Fundamental I escreverão narrativas que valorizem o convívio com a natureza, sob o tema “O Planeta e Eu”. Já os alunos do Fundamental II produzirão textos com o mote “O outro e eu”, que trarão reflexões sobre o convívio com as diferenças, combate e enfrentamento ao preconceito social, religioso, racial, etário e de gênero.

Os alunos da educação infantil, ainda não letrados, farão ilustrações sobre “Educação Ambiental – Animais e Vegetação do Cerrado”.

A autora Flávia Ribas escreverá poemas para as ilustrações selecionadas na categoria educação infantil, e Romont Willy e Carmen Santhiago ilustrarão as histórias vencedoras do concurso no ensino fundamental.

Os textos e ilustrações serão avaliados por uma comissão julgadora composta por escritores renomados, indicados ao Prêmio Jabuti.

Premiação
A cerimônia de premiação do concurso literário “Minha escola tem história” será realizada dia 18 de novembro. O estudante vencedor ficará sabendo apenas na hora do evento, quando sua história será contada no palco, por contadores de história. Os textos vencedores se tornarão um livro.

Serão doados às escolas participantes 750 livros. Cada unidade de ensino também vai receber quatro livros de cada autor que integra a programação do projeto, totalizando mais 200 livros.

Contação de histórias
Também em novembro, terá início a programação itinerante da Jornada Literária “Histórias na sua Escola”, nas unidades de ensino. Serão promovidos encontros com escritores de livros infanto-juvenis. Dez autores e contadores de história se revezarão para levar a magia da literatura aos estudantes, nos dois turnos.

Assédio moral nas escolas não!

O assédio moral é, infelizmente, uma prática recorrente nos locais de trabalho. Trata-se de um conjunto de comportamentos abusivos, humilhantes e constrangedores, praticados de forma repetitiva e prolongada, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, causando danos à integridade física e psíquica de uma pessoa.

O tema é tão importante que mereceu uma convenção da OIT (Organização Internacional do Trabalho). A Convenção 190 tem o objetivo de eliminar a violência e o assédio do mundo do trabalho, considerando que todos e todas têm direito a trabalhar em um ambiente adequado, que preserve sua integridade física, moral e psicológica, com dignidade e responsabilidade. O presidente Lula deu início ao processo de ratificação da Convenção 190 da OIT, agora falta o Congresso Nacional aprovar.

Embora geralmente o assédio moral seja praticado da chefia em direção a um trabalhador ou trabalhadora em posição hierarquicamente inferior, também pode acontecer entre colegas de equipe ou mesmo a partir do chefiado em direção à chefia. As mulheres são as principais vítimas de tais práticas, que se somam a diversos outros fatores para tornar a vida das mulheres muito mais difícil que a dos homens no mundo do trabalho, e isso pode impedi-las de permanecer e/ou progredir no mercado de trabalho.

Há particularidades que fazem com que alguns setores sejam mais vulneráveis que outros, e é preciso que a atenção seja redobrada para proteger essas profissionais: professoras em regime de contratação temporária, por exemplo, que não têm estabilidade, e profissionais que atuam em escolas militarizadas, onde diversos casos de abuso de autoridade e de assédio foram revelados, inclusive pela imprensa, nos últimos anos.

 

Consequências diretas

O assédio moral causa prejuízos à saúde mental das vítimas, que podem desenvolver quadros de depressão e transtorno de ansiedade. Os danos são também ao resultado do trabalho, que rende muito menos do que em ambientes saudáveis. Uma escola que tem professoras(es) e orientadoras(es) educacionais que sofrem assédio tem maiores chances de problemas como rotatividade de pessoal, absenteísmo (faltas), queda na qualidade do ensino.

Nesta altura do ano passado no DF, entre janeiro e abril de 2023, mais de 5,1 mil servidores da rede pública de ensino precisaram de atestado médico. Cerca de 26% tiraram a licença para tratar de transtornos mentais gerados, inclusive, por violência e assédio no local de trabalho. Desse grupo, 84,4% eram professores(as). Os dados são da Diretoria de Epidemiologia em Saúde do Servidor, da Secretaria de Planejamento do GDF.

 

Como saber se estou sofrendo (ou praticando) assédio

Na escola, é muito importante saber identificar situações de assédio, seja consigo mesma(o), seja com as(os) colegas. Veja abaixo alguns exemplos, que foram extraídos da cartilha elaborada pelo Sinpro-DF para prevenção do assédio moral.

 

São práticas frequentes de assédio moral:

• Deterioração proposital das condições de trabalho.
• Adotar comportamentos ou gestos que demonstrem desprezos ao trabalhador.
• Realizar críticas hostis publicamente sobre a capacidade profissional.
• Evitar a comunicação direta com a pessoa assediada.
• Incentivar o isolamento físico no ambiente de trabalho, prejudicando a comunicação com os demais membros da equipe.
• Não designar função alguma ao trabalhador, provocando a sensação de inutilidade e incompetência.
• Controlar a utilização ou permanência no banheiro.
• Retirar a autonomia do servidor.
• Impor regras de trabalho diferente das que são cobradas dos demais.
• Vigiar, excessivamente, apenas o servidor.
• Entregar, de forma permanente, quantidade superior de tarefas comparativas a de seus colegas.

Em casos extremos de assédio moral, podemos ver até mesmo a “destruição da vítima”, com o desencadeamento ou o agravamento de doenças já existentes. Tal situação pode levar o assediado ao isolamento familiar e dos amigos, levando-o, muitas vezes, ao afastamento de suas atividades laborais.

 

O que não é assédio moral?

A prática de atos de gestão administrativa, sem a finalidade discriminatória, pautadas no interesse da administração pública, na razoabilidade e na proporcionalidade, não caracteriza assédio moral. Podemos citar como exemplo dessas situações:

• Atribuição de tarefas aos subordinados.
• Transferência do servidor ou do empregado para outra lotação ou outro posto de trabalho.
• Destituição de funções comissionadas etc.

É importante ressaltar que os atos isolados, conflitos e discussões, não se confundem com assédio moral, pois somente o efeito cumulativo, frequente e repetitivo é que o constituem. Esses entendimentos, expostos acima, foram confirmados pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) em diversos precedentes.

Acesse a cartilha do Sinpro-DF para a prevenção do assédio moral:

 

O que fazer?

Se você está sofrendo assédio moral, é importante buscar apoio seja nos colegas (que testemunharam sua condição, ou mesmo os que tenham passado por situação semelhante), seja profissional. É importante reunir as provas que houver e comunicar a situação ao setor responsável, ao superior hierárquico do assediador ou à ouvidoria.

O Sinpro oferece assessoria jurídica e atendimento psicológico, além de cursos de formação, seminários e atividades lúdicas onde é possível trocar experiências e acolhimento. Se você está vivendo uma situação de assédio, procure o diretor ou diretora do sindicato que acompanha sua escola.

Se você é testemunha de um caso de assédio moral, ofereça seu apoio à vítima, que provavelmente estará fragilizada. Você também pode se disponibilizar como testemunha e comunicar ao setor responsável, ao superior hierárquico do assediador ou acionar o Sinpro. “O debate amplo sobre o tema, a gestão democrática e a observação dos sinais que indicam a prática de assédio moral são fatores imprescindíveis para a prevenção e o combate ao assédio moral no espaço escolar”, destaca a coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro, Élbia Pires.

A Secretaria de Mulheres do Sinpro tem trabalhado essa pauta, através da convenção 190 da OIT. “O assédio moral e sexual atinge mais as mulheres, então, é importante focar no fortalecimento delas”, considera a coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF, Mônica Caldeira. “Criamos algumas ferramentas, como a cartilha ‘Convenção 190 – Combater o assédio e a violência contra mulheres no local de trabalho’ e uma formação relativa a ela, para contribuir para que todas saibam como agir quando estiverem nessa situação, ou quando testemunharem que uma colega está nessa situação”, ressalta ela. Para levar essa formação para sua escola, entre em contato com a Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.

Na luta contra o assédio moral no ambiente de trabalho, a solidariedade é uma arma fundamental! Não feche os olhos para situações de assédio de você presencia, e não deixe a vítima se sentir sozinha diante dessa violência.

Qualquer agente público que se sinta vítima ou testemunhe atos que possam configurar assédio moral no ambiente de trabalho pode fazer denúncia para o superior hierárquico, para a Ouvidoria ou para a Comissão de Ética, conforme a gravidade e a regulamentação de cada instituição. As denúncias consideradas procedentes poderão ensejar a abertura de sindicância e de processo administrativo disciplinar.

MATÉRIA EM LIBRAS

 

* Originalmente publicado em 23 de abril.

Último dia para inscrição de chapas nas escolas que terão eleição

Vai ter eleição para diretor(a), vice-diretor(a) e conselheiro(a) escolar na sua escola este ano? Com essa pergunta, o Sinpro-DF alerta a categoria para o processo eleitoral, iniciado em julho deste ano, que irá escolher gestores(as) e conselheiros(as) escolares em unidades de ensino da rede pública do Distrito Federal que não elegeram equipes gestoras e nem constituíram o Conselho Escolar nas eleições em 2023. Segundo a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF), o objetivo desta eleição é preencher vagas remanescentes de gestores(as).

Atenção: as inscrições das chapas de diretor e vice-diretor, bem como as inscrições dos(as) candidatos(as) a conselheiro(a) escolar, se encerram nesta sexta-feira (23/8). As inscrições devem ser feitas com a Comissão Eleitoral Local (CEL). Segundo o cronograma, as solicitações de credenciamento de fiscais junto à CEL também devem ocorrer até 23/08. A eleição está prevista para ocorrer no dia 23 de outubro, entre 7h30 e 21h.

 

Escolas convocadas

Fique ligado(as)! Apenas as “escolas convocadas” podem participar do processo da gestão democrática 2024. Verifique se em sua escola ocorrerá eleição e participe do processo eleitoral. O Edital nº 33, de 24 de julho de 2024, define o que é e quem são as chamadas “escolas convocadas”, a saber: são as que não tiveram direções eleitas no processo eleitoral de 2023 e as recém-criadas que já estejam em funcionamento. Além disso, haverá eleição para os conselhos escolares que não estão constituídos na sua totalidade ou em algum segmento.

Confira o trecho do Edital que informa, na íntegra, quais são as “escolas convocadas”:

 

  1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES1.1. O processo eleitoral para escolha de Conselheiros Escolares, Diretores e Vice-Diretores das unidades escolares da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal dar-se-á conforme o disposto na Lei Distrital nº 4.751, de 7 de fevereiro de 2012 (Lei da Gestão Democrática), na Resolução nº 1/2024 – SEE/GAB/CEC, de 23 de julho de 2024, da Comissão Eleitoral Central, e no presente Edital.1.2. Ficam convocadas a participar do processo eleitoral de que trata este Edital as unidades escolares da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal:
  2. a) que não elegeram chapa para Diretor e Vice-Diretor nas eleições convocadas pelo edital do processo eleitoral da gestão democrática de 2023;
  3. b) que foram recém-instaladas, desde que os membros da comunidade escolar cumpram os requisitos exigidos pela Lei nº 4.751, de 7 de fevereiro de 2012, pela Resolução nº 1/2024 – SEE/GAB/CEC e por este Edital até a véspera da data da divulgação da versão final da Lista de Eleitores estabelecida no cronograma constante do Anexo Único a este Edital;
  4. c) cujos Conselhos Escolares não estejam constituídos ou que possuam vagas dentro do quantitativo estabelecido no Anexo Único da Lei nº 4.751, de 2012. […}

Para conferir esse trecho e o edital completo, com o cronograma, a resolução e a lei da gestão democrática, clique aqui. https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2023/08/Edital-do-processo-eleitoral-2024.pdf

 

Retificação do edital

O Sinpro convida a categoria a ficar atenta a este processo eleitoral porque, em razão da complexidade das eleições para o Conselho Escolar, o texto do edital publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), de 25 de julho de 2024, pode não ter ficado explícito e causado ambiguidades.

Assim, em reunião realizada nessa quinta-feira (15/8), a Comissão Eleitoral Central reelaborou um novo texto e deu nova escritura aos itens 15.7.2 e 15.7.3 do edital.

 

 

Confira quem pode participar da eleição para diretor, vice-diretor e conselheiro escolar:

 

Importante lembrar que as chapas que disputam a direção das escolas devem contar necessariamente com pelo menos um professor ou professora, que deve ter, no mínimo, 3 anos de regência de classe. De acordo com o item 7 do edital, as composições possíveis são:

 

  1. a) PROFESSOR e PROFESSORA e ORIENTADOR E ORIENTADORA EDUCACIONAIS, sendo que um deles deverá ter, no mínimo, três anos de regência de classe como servidor efetivo da Carreira Magistério Público do Distrito Federal;

 

  1. b) SERVIDOR e SERVIDORA DA CARREIRA ASSISTÊNCIA À EDUCAÇÃO e PROFESSOR, PROFESSORA, ORIENTADOR e ORIENTADORA EDUCACIONAL com, no mínimo, três anos de regência de classe como servidor efetivo da Carreira Magistério Público do Distrito Federal;

 

  1. c) ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO e PROFESSOR, PROFESSORA, ORIENTADOR e E ORIENTADORA EDUCACIONAL com, no mínimo, três anos de regência de classe como servidor efetivo da Carreira Magistério Público do Distrito Federal.

 

Os candidatos e as candidatas devem estar lotados na mesma regional para a qual se inscrevem.

 

Os conselhos escolares têm até ( data atualizada) para indicar sua Comissão Eleitoral Local (CEL), que deve ser composta por um representante do Magistério, um(a) representante da carreira assistência, um(a) representante dos estudantes e um(a) representante de mães, pais ou responsáveis.

 

A exceção é para o Centro Educacional 01 de Brasília, cuja CEL será, excepcionalmente, composta por dois representantes e dois suplentes da carreira do magistério, e dois representantes e dois suplentes da carreira assistência. Em escolas onde não haja conselho escolar, a escolha da CEL deve ser feita em Assembleia Geral.

 

A inscrição das chapas e dos candidatos ao conselho escolar deve acontecer entre os dias( atualizar data). O período destinado à campanha eleitoral é de ( atualizar datas), e as eleições ocorrem em 25 de outubro.

 

Os candidatos e candidatas devem ficar atentos à documentação que deve ser apresentada no ato da inscrição:

 

– Segmento Carreira Magistério Público do DF: declaração que comprove atuar na unidade escolar, emitida pela secretaria da unidade escolar;

 

– Segmento Carreira Assistência à Educação do DF: declaração que comprove atuar na unidade escolar, emitida pela secretaria da unidade escolar;

 

– Segmento dos estudantes: declaração de escolaridade geral, emitida pela secretaria da unidade escolar;

 

– Segmento dos pais, mães ou responsáveis por estudantes: declaração de escolaridade geral, emitida pela secretaria da unidade escolar.

 

Documentos necessários para quem vai pleitear o cargo de diretor e vice-diretor:

 

– Comprovação de três anos de experiência e de estar em exercício em unidade escolar vinculada à Regional de Ensino na qual concorrerá. Também é necessária a apresentação de diploma de curso superior ou formação tecnológica em áreas afins às carreiras assistência ou magistério e precisa estar vinculado(a) à Coordenação Regional de Ensino (CRE) da unidade escolar para a qual concorrerá a eleição.

 

  1. a) no caso de professor, ter, no mínimo, três anos de exercício;
  2. b) no caso de especialista em educação, ter, no mínimo, três anos de exercício em unidade escolar na condição de servidor efetivo;
  3. c) no caso de profissional da carreira Assistência à Educação, ter, no mínimo, três anos de exercício em unidade escolar na condição de servidor efetivo.

 

Aqueles e aquelas que concorrem aos cargos de diretor e de vice-diretor devem apresentar o “Termo de Compromisso” assinado, comprometendo-se a frequentar o curso de gestão escolar; bem como plano de trabalho para a gestão da escola; e declaração de inexistência de causa de inelegibilidade e de impedimentos.

 

No site oficial da SEEDF há uma página destinada, exclusivamente, à Gestão Democrática: https://www.educacao.df.gov.br/gestao-democratica. Nessa página estão incluídos a legislação e os modelos de formulários e documentos que serão utilizados no processo eleitoral.

 

Clique no link a seguir e leia a íntegra do edital publicado no DODF e confira o cronograma do processo eleitoral.

< https://www.educacao.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2023/08/Edital-do-processo-eleitoral-2024.pdf>

MATÉRIAS EM LIBRAS

Nota de repúdio | A política de segurança e de educação de Ibaneis é um fracasso

Enquanto o DF se tornou um emaranhando de canteiros de obras, os brasilienses continuam sendo vítimas de problemas seríssimos de todas as ordens. Faltam recursos para educação, saúde, segurança, e a população continua refém de um modelo de política que desconsidera as verdadeiras questões das cidades.

Todos nós acompanhamos, estarrecidos, o triste episódio da tarde desta quarta-feira, 21, em que uma professora da Escola Classe 16 de Planaltina foi feita refém por um estudante do período noturno da própria escola. Segundo a imprensa, o adolescente de 16 anos cometeu o crime por causa de uma dívida, e estava matriculado na escola havia pouco tempo.

A EC 16 de Planaltina é uma escola tranquila, onde ocorrências desse tipo não têm lugar. A comunidade estaria mais protegida se o governador, em vez de marketing, investisse em educação.

Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF ficam sujeitos a diversos tipos de violência no exercício de seu trabalho, e o governo Ibaneis não parece se importar com isso. Os relatos são muitos e não são secretos. Ontem, chegamos ao ápice do problema.

A situação certamente teria sido evitada se o GDF trocasse seu projeto de militarizar escolas por investimento nos batalhões escolares – reivindicação histórica do Sinpro e demanda do PDE, Plano Distrital de Educação.

Mais uma vez, esse episódio demonstra que a política de segurança do governador Ibaneis Rocha é uma falácia, e que ele entende pouco tanto de segurança quanto de educação.

O Sinpro já esteve na escola, e se solidariza com a professora, seus familiares e amigos. Escola é lugar de ser feliz, não de ter medo. Seguiremos confrontando a lógica privatista de Ibaneis para que nenhum profissional do Magistério passe por situação semelhante novamente.

MATÉRIAS EM LIBRAS

Ato dia 22/8: por todas as nomeações e por mais recursos para a educação!

Um grande ato do magistério público em defesa da educação acontecerá no próximo dia 22 de agosto, quinta-feira, na Câmara Legislativa do DF. A manifestação começa às 14h e haverá paralisação.

A diretoria colegiada do Sinpro mobiliza toda a categoria a participar dessa importante ação, que foi decisão da assembleia geral de 26 de junho, e faz parte da Jornada em Defesa da Educação. Os motes centrais do ato serão por todas as nomeações e pela aprovação da LDO com mais recursos para a educação.

O Sinpro tem denunciado o sucateamento da escola pública pelo governo Ibaneis/Celina em consecutivas manifestações, falas de seus dirigentes em eventos públicos e matérias no site e nas redes sociais do sindicato. Nas escolas, a falta de investimento é perceptível nas turmas superlotadas, na merenda sem qualidade, no sucateamento da EJA e da educação inclusiva; sem falar nos salários defasados da categoria.

A diretoria do Sinpro-DF destaca que a reivindicação da categoria é por 19,8% de reajuste salarial já, rumo à meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação). “O índice repõe as perdas inflacionárias geradas de janeiro de 2019 a dezembro de 2023, quando tudo aumentou e, proporcionalmente, nossa remuneração diminuiu”, explica o colegiado. A diretoria também enfatiza a necessidade de se efetuarem todas as nomeações no período mais breve possível, afinal, a carência de profissionais efetivos nas escolas é gritante.

 

Não é por falta de dinheiro

O não investimento em educação por parte do governo Ibaneis/Celina não se justifica por falta de recursos, mas sim, por falta de prioridade. Segundo o Portal da Transparência, em 2023, o GDF empenhou mais de R$ 216,3 milhões do Tesouro em publicidade e propaganda.

O valor pago foi ainda maior: ultrapassou R$ 219,5 milhões. No mesmo ano, o governo empenhou apenas R$ 134,5 milhões para alimentação escolar, e pagou ainda menos: R$ 128,3 milhões. O valor representa quase metade do que foi direcionado para, basicamente, promoção da imagem institucional, já que as peças publicitárias deixaram a desejar no cumprimento do caráter educativo, informativo ou de orientação social.

Outra comparação alarmante feita a partir do Portal da Transparência foi o gasto com a construção de viaduto e o investido para a reforma de unidade escolar em 2023. O governo pagou quase R$ 75 milhões para levantar o viaduto. Entretanto, para a reforma de escola, foram pagos menos de R$ 6 milhões.

>>> Saiba mais: LEVANTAMENTO DE GASTOS DO GDF ESCANCARA PRIORIDADES DE IBANEIS

Quando se examinam as planilhas orçamentárias do GDF, mais uma nuance desse descaso fica nítida: o volume de recursos de que Ibaneis e Celina abrem mão em mecanismos de renúncia fiscal só cresce; enquanto o orçamento destinado à educação só cai.

Para 2024, a previsão de renúncia fiscal ultrapassa os R$ 9 bilhões. Enquanto isso, o orçamento estimado da educação, previsto na Lei Orçamentária aprovada em 2023, está na casa dos R$ 6,5 bilhões (dados do Portal da Transparência do DF).

>>> Saiba mais: COM IBANEIS E CELINA, A RENÚNCIA FISCAL É MAIOR QUE O ORÇAMENTO DA EDUCAÇÃO

 

Veja quais emendas em prol da educação foram aprovadas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, e agora aguardam sanção do governador:

Emenda nº 12: Nomeação de servidores efetivos aprovados em concurso público. Valor: R$ 1.820.807,00 anualmente até 2027.”

Emenda nº 14 – Reajuste das Funções Gratificadas das Instituições Educacionais – Diretor e Vice Diretor. Valor: R$ 8.709.863,90 anualmente até 2027.

Emenda nº 15 – Equiparação da Gratificação de Atividades Educacionais – Diretor e Vice Diretor. Valor: R$ 6.884.263,81 anualmente até 2027.

Emenda nº 24 – Suprime do texto do PLDO 2025 a proibição de recomposição dos benefícios a servidores, como auxílio alimentação e assistência pré-escolar.

Emenda nº 69 – Garante no texto do PLDO 2025 a recomposição inflacionária em várias áreas, inclusive educação e assistência social.

Emenda nº 78 – Fortalecimento do cumprimento de planos e programas educacionais do DF, incluindo o Plano Distrital de Educação – PDE.

Emenda nº 79 – Adição de parágrafos para direcionar receitas de áreas públicas para benefício das comunidades locais, no caso de aluguel de espaços vinculados às secretarias de saúde e educação.

Emenda nº 80 – Assegura no texto do PLDO que conste do Orçamento para 2025 investimento para condições sanitárias e tecnológicas adequadas no ambiente escolar.

Emenda nº 96 – Reestruturação da Carreira Políticas Públicas e Gestão Educacional do DF. Valor: R$ 1.000.000,00 anualmente até 2027.

Emenda nº 97 – Reestruturação do Adicional de Titulação do Magistério Público no DF. Valor: R$ 6.000.000,00 anualmente até 2027.

Emenda nº 98 – Reestruturação da Carreira de Magistério seguindo a Meta 17 do PDE. Valor: R$ 13.000.000,00 anualmente até 2027.

Emenda nº 107: Possibilita o aumento do percentual do adicional de qualificação das diferentes carreiras dos servidores públicos distritais. Valor: R$ 26.000.000,00 anualmente até 2027.

Emenda nº 108: Criação de 8 Conselhos Tutelares: Guará, Estrutural, Paranoá, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho e Taguatinga. Valor: R$ 4.000.000,00 anualmente até 2027.

Emenda nº 110: Recomposição das perdas inflacionárias e valorização dos servidores da gestão educacional. Valor: R$ 10.000.000,00 anualmente até 2027.

Emenda nº 215 – Especifica rubricas orçamentárias para o cumprimento do PDE na Lei Orçamentária.

Emenda nº 224 – Inclusão de reforma de unidades escolares no anexo de metas e prioridades do Orçamento 2025.

MATÉRIAS EM LIBRAS

Seleção de Pibid do IFB: prazo estendido até 26 de agosto; bolsas de R$ 1.100,00

Foram prorrogadas até o dia 26 de agosto as inscrições para professores(as) da educação básica da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) e da Educação Básica Técnica e Tecnológica (EBTT) do Instituto Federal de Brasília (IFB) atuarem como supervisores no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). São 39 vagas para bolsas de R$ 1.100,00 por um período de até 2 anos, podendo ser renovado até, no máximo, 60 meses.

Edital Inscrições

Os(as) candidatos(as) devem ter currículo cadastrado na Plataforma Freire ou na plataforma Lattes com a descrição de todas as atividades de docência realizadas que comprovem que o(a) docente atenda aos requisitos para a supervisão do Pibid.

Também é necessário ser aprovado no processo seletivo do PIBID realizado pela IES, experiência mínima de 2 anos no magistério da educação básica, ser docente efetivo(a) na Escola Parceira que abrigará o Subprojeto, atuando em sala de aula na área, modalidade ou etapa correspondente ao curso que compõe o Subprojeto e ter diploma de licenciatura em área do conhecimento correspondente à área do Subprojeto, exceto para os seguintes Subprojetos: no subprojeto de computação, o(a) supervisor(a) poderá ter formação em licenciatura em computação ou em área diversa, desde que esteja atuando em projetos ou atividades de informática na Escola Parceira; e no subprojeto interdisciplinar de 2ª Graduação em Letras Português e Educação Profissional e Tecnológica, o(a) supervisor(a) poderá ter formação em Licenciatura Letras Português ou licenciatura em área diversa, desde que esteja atuando em Escola Parceira que ofereça curso técnico de Ensino Médio.

Serão disponibilizadas até 39 cotas de bolsas da Capes, no valor de R$ 1.100,00, com implementação condicionada ao Resultado do Edital 10/2024 da CAPES.

O projeto institucional do PIBID IFB está organizado em 12 subprojetos, dos quais 11 disciplinares, contemplando apenas uma licenciatura e tendo até 3 cotas de bolsa cada – alfabetização, biologia, computação, dança, espanhol, física, geografia, inglês, língua portuguesa, matemática e química. Apenas um subprojeto é interdisciplinar, contemplando duas licenciaturas e tendo até 6 cotas de bolsa – educação profissional e tecnológica, e 2ª graduação em letras língua portuguesa.

As escolas parceiras poderão ser escolas das Coordenações Regionais de Ensino da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal ou ser Campi do IFB, distribuídas por subprojeto e por modalidades conforme o quadro disponível na página 3 do edital

Edital Inscrições

Em caso de dúvidas, envie um e-mail para a professora Pilar Acosta: maria.acosta@ifb.edu.br

Grupo de estudos da obra “A Inteligência aprisionada”, de autoria de Alicia Fernández, com desconto de 20% para Usuários Masterclin

 

Mia Cunha (pedagoga e psicopedagoga) e Simone Azevedo (psicóloga e psicopedagoga) serão as facilitadoras desse curso, que é voltado para psicopedagogos, psicólogos, pedagogos, professores, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, e estudantes dessa áreas.

Serão 6 encontros, quinzenais, on-line, às quartas-feiras, das 20 às 22h, a partir de 28 de agosto.

Os participantes terão acesso a materiais complementares, certificado e gravação das aulas.

A proposta do grupo de estudos é abrir espaços de conhecimentos, aprendizagens e trocas de experiências sobre temas importantíssimos a todos os profissionais da educação e das áreas “psi”.

 

 

 

Confira as datas e temas a serem trabalhados:

28/08: Especificidade do diagnóstico psicopedagógico

11/09: Olhar e escuta psicopedagógica;

25/09: O lugar do corpo no aprender;

02/10: Lugar da inteligência e do desejo na aprendizagem;

16/10: O fracasso na aprendizagem;

30/10: Modalidade de aprendizagem, modalidade de ensino.

 

Inscrições: WhatsApp (61) 98162 2839 (Paula)

Imersão Científica do programa Futuras Cientistas tem inscrições abertas até 30/08

O “Futuras Cientistas”, uma iniciativa do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, está com inscrições abertas para sua Imersão Científica 2025.

O programa é dirigido a estudantes do 2º ano do Ensino Médio e professoras de redes públicas estaduais; visando a estimular o contato de estudantes e professoras da rede pública de ensino com as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática; a fim de contribuir com a equidade de gênero na ciência e no mercado profissional.

Para se inscrever, é preciso preencher o formulário online disponível no botão abaixo – onde também está disponível o edital completo -; e enviar a documentação necessária até dia 30 de agosto. As inscrições são gratuitas.

A Imersão Científica acontecerá de 6 de janeiro a 28 de fevereiro de 2025, com a possibilidade de R$600,00 de auxílio para as participantes por meio de uma bolsa CNPq. São 470 vagas para estudantes e professoras de redes públicas de todo o Brasil, que desenvolverão atividades em laboratórios, aulas remotas, mentorias e projetos em áreas inovadoras como biotecnologia, nanotecnologia e outras.

O Futuras Cientistas tem o objetivo de incentivar meninas e mulheres a entrar ou se aprofundar nas áreas de ciência e tecnologia, engenharias e matemática. Dadas as desigualdades entre homens e mulheres em todas as esferas da sociedade, desde o ambiente doméstico até o acadêmico, o programa visa a mostrar que a ciência está ao alcance de todas!

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FESTA CULTURAL DO CEF BOA ESPERANÇA RESGATA A TRADIÇÃO DOS JOGOS E BRINCADEIRAS POPULARES 

A Festa Cultural do CEF Boa Esperança, escola do campo de Ceilândia, realizada no dia 17 de agosto, trouxe à tona a rica herança dos jogos e brincadeiras populares, com o tema “Resgate dos Jogos e Brincadeiras Populares”. O evento foi um verdadeiro mergulho no passado, onde os estudantes, após minuciosos estudos, montaram um museu especial, destacando atividades lúdicas que marcaram gerações antes da era dos celulares. Entre os destaques estavam pipas, carrinhos de rolimã, jogo de bete, cabra-cega, Simon Say, salve a bandeira, além de cantigas como “A Peneira” e outras melodias infantis que marcaram épocas.

Além do museu, a festa ofereceu um leque de atividades práticas, com oficinas de pipa, barangandan e currupio, proporcionando um espaço para que as crianças e jovens experimentassem essas brincadeiras em um ambiente animado e educativo. A comunidade escolar compareceu e aproveitou os diversos momentos de entretenimento, como o experimento com carrinhos de rolimã, brincadeiras tradicionais, muita comida deliciosa, bingo, rifas e uma pescaria especial, com prêmios exclusivamente de brinquedos não eletrônicos.

A trilha sonora da festa foi cuidadosamente selecionada para refletir o tema oferecendo uma experiência musical que complementa o ambiente nostálgico do evento. E também teve uma emocionante apresentação do grupo musical Som da Esperança.

Demonstrando o compromisso da escola com a sustentabilidade, objetivo presente no seu projeto de gestão de resíduos, a festa deste ano conseguiu uma redução significativa de 75% na utilização de descartáveis em comparação com eventos anteriores. Pratos de vidro foram disponibilizados para a alimentação, copos biodegradáveis e embalagens de papel foram adotados, além da venda de copos personalizados reutilizáveis do evento, reforçando o conceito de consumo consciente.

Os gestores Jordânio e Mirela agradeceram a toda a equipe que, com muito esforço e dedicação, tornou possível a realização dessa festa memorável. O sucesso do evento é uma prova do empenho e da colaboração de todos os envolvidos.

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