Focando na inclusão, CED 06 do Gama realiza Festival de Dança

A quadra do CED 06 do Gama ficou pequena na última sexta-feira (05/07) com as apresentações dos estudantes na quinta edição do Festival de Dança da escola. No total, todos (as) os (as) alunos (as) das 24 turmas entre 13 e 18 anos participaram, com cada sala fazendo sua apresentação, com o júri formado por três convidados (as), professores (as) da Secretaria de Educação.

“Os alunos adoram, porque é quando eles mostram várias facetas que a gente não conhece, eles adoram dançar. E o corpo docente também gosta, porque é um momento de descontração e alegria para os alunos, em que eles colocam outras características fora da sala de aula para se apresentar”, afirma Sebastião Júnior, diretor da escola.

De acordo com o educador, “quem trouxe esse projeto pra cá foi o professor Juliano Menezes, mas depois virou um projeto da escola, então ele é feito por todos os professores, quem tomou à frente para fazer foi toda a coordenação, que ficou na questão da montagem, junto com a direção, então fazem parte o professor Juliano Menezes, a professora Carla Mercês (supervisora), a professora Elyrose Mattos (vice-diretora), os professores Cristiano Luz, Roberto Wagner e Hellen Saraiva (coordenadores) e eu. E todo evento é isso, é o momento que a gente tá ali confraternizando”.

Sobre a questão da participação de todos (as) os (as) estudantes, Sebastião diz que “a gente tem sempre a inclusão nos nossos eventos. Temos alunos com algum transtorno de deficiências e eles fazem parte das apresentações. Esse ano a gente teve o Marcos, que fez uma apresentação na cadeira de rodas. É muito bonito de se ver, é um projeto que ele dá um trabalho pra gente montar, mas pensa num trabalho que é gratificante. Assim que você pode ver as fotos, elas ficam sempre maravilhosas”. É um festival em que nenhum aluno (a) fica de fora, todos se apresentam e se divertem, confraternizam.

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Encerradas as inscrições para atendimento psicológico individual para 2024

O Sinpro-DF comunica que as inscrições para atendimento psicológico individual para 2024 estão encerradas. Novas inscrições a partir de janeiro de 2025.

Novas inscrições a partir de janeiro de 2025. Na ocasião, o sindicato irá informar sobre a abertura de novas inscrições. Acompanhe no site e nas redes digitais do Sinpro-DF.

Sinpro participa da Conferência da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

Pela primeira vez, o Sinpro teve um dirigente na delegação brasileira da Conferência da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (COSP), que aconteceu entre 11 e 13 de junho na cidade de Nova Iorque. O professor Carlos Maciel, que também é integrante da Coddede (Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal), participou do evento representando a CUT.

Além da CUT, a delegação brasileira foi composta pelas entidades: Apae Brasil, ONG Escola de Gente, APABB (Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de funcionários do Banco do Brasil), Feapaes (Federação das Apaes) e Instituto Simbora Gente.

O tema desta 17ª edição da conferência era “Repensar a inclusão das pessoas com deficiência na atual conjuntura internacional e antes da Cúpula do Futuro”. Dele, se desdobraram os seguintes subtemas:

> Cooperação internacional para promover inovações e transferências tecnológicas para um futuro inclusivo;
> Pessoas com deficiência em situações de risco e emergências humanitárias;
> Promover os direitos das pessoas com deficiência ao trabalho digno e a meios de subsistência sustentáveis.

A COSP17 reuniu Estados signatários da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, caso do Brasil. No encontro, foram apresentadas as políticas desenvolvidas pelos países no sentido de garantia da convenção, debate muito rico que possibilitou muitas trocas de experiências e de impressões.

No Brasil, marcos importantes das conquistas desse segmento são a Lei Brasileira de Inclusão e a Lei de Cotas. Após um período de trevas em que as pessoas com deficiência ou transtorno estiveram desassistidas pelo Governo Federal, a volta de Lula ao Palácio do Planalto significou a retomada dessas políticas.

Em novembro de 2023, foi lançado o novo plano Viver Sem Limite, com cerca de cem ações para as pessoas com deficiência e investimentos de mais de R$ 6 bilhões. O programa abarca a diversidade que há entre pessoas com deficiência e transtorno, e assegura uma abordagem transversal, articulando áreas como educação, saúde, segurança pública, e outras.

Para Carlos Maciel, a presença do movimento sindical brasileiro, representado por ele, na COSP17, foi muito importante para contribuir com relatos da experiência brasileira desde a perspectiva do mundo do trabalho, e também para aprender com as experiências de outros países. “No terceiro subtema pudemos contribuir com os debates que temos desenvolvido, como no monitoramento e aprimoramento da aplicação da Lei de Cotas”, disse ele. “Também pudemos relatar que a CUT trabalha a acessibilidade e o enfrentamento a todas as barreiras nos espaços sindicais, visando a uma maior e melhor inserção das pessoas com deficiência no movimento sindical”, conclui.

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Decreto desresponsabiliza Governo de SP do atendimento a estudantes da educação inclusiva

O governo de São Paulo tem se especializado em atacar a educação pública. Depois do pernicioso modelo de militarização empurrado goela abaixo de professores(as) e estudantes do estado – cuja constitucionalidade vem sendo questionada pela Advocacia-Geral da União e pelo Ministério Público Federal -, e da proposta desvairada de entregar a preparação de aulas a uma ferramenta de inteligência artificial, o governador Tarcísio de Freitas decidiu ir ainda mais longe. Agora, ele quer que as famílias de estudantes com deficiência ou transtorno se responsabilizem pelos cuidados com essas crianças ou adolescentes dentro da escola.

É isso mesmo. Segundo o decreto nº 68.415, de 02 de abril de 2024, o governador autoriza a circulação de atendente pessoal nas escolas públicas estaduais, podendo este ser membro da família ou contratado por ela. Tal “autorização” é, evidentemente, uma medida de desresponsabilização do estado pelo atendimento a essas crianças e adolescentes, sobrecarregando suas famílias e prejudicando, sobretudo, a população mais pobre das periferias.

Muitas famílias de estudantes com deficiência ou transtorno acionam a Justiça, seja em São Paulo, no DF e outros estados, para ter garantido seu direito à educação dos filhos. O desrespeito a esse direito impacta, principalmente a vida das mulheres, que historicamente são incumbidas do trabalho de cuidados, sendo que muitas são mães solo e sem rede de apoio.

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo elaborou uma nota técnica recomendando a revogação do decreto, que é uma aberração contra a Constituição. Enquanto isso, os defensores da medida pautam-se no mesmo único argumento de sempre: “é o possível”. Escondendo-se atrás de tão falaciosa justificativa, fortalecem o discurso privatista, legitimando o sucateamento da escola pública e o desmonte da educação inclusiva. Garantir direitos constitucionais não é apenas possível, é também necessário e obrigatório.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF reafirma que educação inclusiva não é favor. É um direito dos e das estudantes com deficiência ou transtorno. E é obrigação do Estado oferecer um ambiente escolar acolhedor, acessível em todos os aspectos, professores(as) e orientadores(as) educacionais com formação adequada e valorizados, monitores(as) capacitados(as), salas de recurso devidamente equipadas. Tarcísio de Freitas está, mais uma vez, pisando firme no seu caminho de sucatear a escola pública, e agora, com ainda mais crueldade.

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CEF 20 de Ceilândia realiza instalação audiovisual dos próprios estudantes

Despertar no estudante, por meio da fotografia, um olhar sensível para as coisas que geralmente passam despercebidas no dia a dia dentro e fora da escola. É a ideia central da instalação audiovisual Foto na Escola, reunindo as produções fotográficas dos (as) alunos (as) das turmas de nono ano do CEF 20 de Ceilândia.

“Ela surgiu da necessidade de expor as fotografias realizadas pelos alunos em um formato digital e imersivo. Durante 2 meses os alunos das turmas de nono ano (A,B,C e D) receberam aulas sobre fotografia. Um pouco de história da fotografia, também vimos diferentes gêneros na fotografia, comparações entre fotografia analógica, digital e com celular. Vimos também elementos básicos da fotografia: exposição, foco e enquadramento”, explica Jackson Marinho, professor de artes e VJ.

Com todas essas informações reunidas, professor e estudantes começaram a explorar o ambiente escolar para realizar as fotos.

De acordo com ele, “foram basicamente três tipos de fotografias: preto e branco, macrofotografia e longa exposição (light painting). Como resultado tivemos, mais de 1000 fotos, e no final do bimestre surgiu a ideia de expor essas fotos em formato imersivo utilizando técnicas de “video mapping” (video mapeado), algo que aprendi em experiências de projeção de vídeo e VJ”, diz.

A exposição foi exibida durante dois dias e apresentada para toda a escola. O conteúdo de fotos e áudio foi realizado pelos (as) alunos (as) e também houve uma breve explicação sobre o todo processo feito por eles (as).

O resultado foi gratificante. “Muitos ficaram surpresos e gostaram da experiência, curiosos sobre a tecnologia empregada que envolvia três projetores e um espaço escuro”, relata o professor.

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CED Stella dos Cherubins realiza mais uma edição do projeto Anjos Cênicos

Já há mais de 20 anos sendo desenvolvido com êxito no calendário da escola, o projeto interdisciplinar Anjos Cênicos realizou suas apresentações finais do semestre nos dias 25, 27 e 28 de junho no CED Stella dos Cherubins, em Planaltina.

Ele é composto por apresentações teatrais por várias turmas com textos escritos pelo professor Donne Pitalurgh. A proposta é interdisciplinar, partindo de músicas, dança, teatro de sombras, poemas e várias outras linguagens, abordando assuntos sugeridos por disciplinas que vão desde História, Língua Portuguesa e Sociologia, até Espanhol, Matemática e Química. O teatro fortalece a autoestima dos(as) alunos(as) e melhora a comunicação e segurança deles para falar em público. Desde 2003, mais de 10 mil adolescentes já participaram deste projeto na escola.

“Normalmente, a cada ano, elegemos um tema para direcionamento da construção das colagens cênicas, porém, neste ano, a proposta foi realizar no 1⁰ semestre parcerias com as disciplinas de linguagens e humanas e nos trabalhos que ocorrerão no 2⁰ semestre, pretendemos voltar nossos esforços para abordagens que priorizem matemática, física e química”, relata o professor.

De acordo com ele, o projeto surgiu, “em princípio, apenas como tentativa de se criar um grupo permanente de teatro na escola. Com o passar do tempo, foi se adequando às realidades e transformações do ensino público no DF. Com o advento da semestralidade, ganhou o formato com que se apresenta no momento. Isso quer dizer que realizamos uma edição do projeto ao final de cada um dos semestres letivos”, afirma o educador.

A ideia consiste em se trabalhar por meio da linguagem da colagem cênica a construção de exercícios teatrais interdisciplinares diversificados em cada turma envolvida.

Todo o processo de construção é feito quando “no primeiro bimestre, os alunos entram em contato com as oficinas de coro, improvisação, leituras dramáticas, coreografias com tecidos e teatro de sombras. Também é o momento em que são mapeadas as particularidades de cada turma e as parcerias com as demais disciplinas para desenvolvimento dos exercícios cênicos. A partir disso, cria-se um roteiro-base para norteamento das colagens cênicas. Os ensaios de cada exercício específico iniciam-se no segundo bimestre, concomitantemente com a abordagem dos conteúdos de Arte em cada série/turma”, diz Donne.

As colagens cênicas, de maneira geral, giram em torno de 20 a 40 minutos. Neste semestre, o projeto foi desenvolvido com 3 turmas: 2D (27 alunos), 3A (33 alunos) e 3C (34 alunos), todos (as) inseridos (as) nas apresentações, com idades variando entre 14 e 18 anos. Foram sete apresentações, com uma média de público de 150 pessoas por sessão, dentre estudantes, familiares, professores, servidores e ex-alunos(as).

De acordo com Donne, “não existe seleção de alunos para as apresentações. Trabalhamos com todos os integrantes de cada turma. Por isso adotamos a metodologia da colagem cênica, onde os alunos são inseridos no coro, nas coreografias ou no teatro de sombras”.

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Projeto de professor em unidade de internação em Santa Maria ganha prêmio nacional

Utilizando a música e poesia do rap como ferramenta pedagógica de forma emancipadora, promovendo a cultura de paz e direitos humanos, o projeto dos integrantes do Núcleo de Ensino da Unidade de Internação de Santa Maria venceu a etapa nacional do V Prêmio Ibero-Americano de Educação em Direitos Humanos Óscar Arnulfo Romero, promovido pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e pelo Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil.

O idealizador deste projeto, o RAP (Ressocialização, Autonomia e Protagonismo), que existe desde 2015 e atua com adolescentes que cumprem medida socioeducativa de privação de liberdade, é Francisco Celso, professor de história na unidade.

Ele diz que sobre a premiação, ficou “muito contente, de a gente ter sido campeão nacional, isso é importante para valorizar esses jovens, mostrar que eles não, ao contrário do que paira no imaginário social, eles não são meninos e meninas problemas, são meninos e meninas que têm muitos problemas, mas que, acima de tudo, são potência, a juventude não é o problema da nossa sociedade, a juventude é a solução, então acho que dar essa visibilidade positiva para o sistema socioeducativo, pra mim, é a maior premiação”.

Foram 141 projetos inscritos e o com esta vitória o projeto RAP vai agora disputar a fase ibero-americana, nos dias 6 e 7 de setembro, no Rio de Janeiro, com premiação de 8 mil dólares para o vencedor, 4 mil para o segundo colocado e 2 mil para o terceiro.

O projeto

Hoje ele atende cerca de 60 adolescentes, entre 12 e 21 anos, chegando ao total de 150 por ano e quase 1500 desde o início dos trabalhos, em 2015. A sigla rap significa “rhythm and poetry (ritmo e poesia), mas foi ressignificada para o sistema socioeducativo.

“O projeto RAP a gente utiliza a linguagem poética do rap como ferramenta pedagógica para tornar as aulas mais atrativas e também como ferramenta de transformação de trajetórias de vidas. É realizado em sala de aula mesmo, que eu desenvolvi uma metodologia por meio da qual eu ensino história por meio de letras de rap, a partir de aulas temáticas”, afirma o professor.

De acordo com ele, essas aulas temáticas “sempre são temas relacionados aos eixos transversais de direitos humanos, diversidade e sustentabilidade do Currículo em Movimento da Educação Básica aqui do DF e sempre fazendo as vinculações históricas. A partir dessas aulas, os meninos também começam o processo criativo, desenvolvem letras de rap, poesias, redações, desenhos. E tudo isso a gente aproveita. Nas letras de rap a gente faz um trabalho de musicalização. O que não é letra de rap, o que não é musicável, a gente compila e valoriza todas as produções e sistematiza no formato de livros”.

Inclusive, foi criada uma agenda cultural bem intensa na Unidade de Internação, com saraus, com rodas de conversa, cine e debate, e também festival de música e slam de poesia.

Em relação ao desenvolvimento dos adolescentes, Francisco avalia que “priorizamos a avaliação formativa ali no dia a dia mesmo, e aí é muito notório, assim, a melhora na escrita, no poder de argumentação, na autoestima, na expressão oral e corporal são os resultados mais evidentes, e a curto prazo a gente já consegue observar. E a longo prazo é a ressocialização de fato. Que a gente continua, a gente tem um trabalho de acompanhamento de egressos, e então, quando o menino termina de cumprir a medida socioeducativa, a gente continua acompanhando ele aqui fora, para que ele não volte a reincidir em atos infracionais, e a gente vem conseguindo bastante êxito. Entre as meninas, é quase 100% de não-reincidência. Entre os meninos, é cerca de 80%. E acima de tudo a gente consegue retirá-los de um ciclo vicioso da vida infracional e inseri-los num ciclo virtuoso, num ciclo de virtudes, por meio da arte, da cultura e da economia criativa”.

8ª Edição do Prêmio Territórios Tomie Ohtake: inscrições até 26 de julho

Estão abertas até o dia 26 de julho as inscrições para a oitava edição do prêmio Territórios Tomie Ohtake, que busca projetos pedagógicos que valorizam diferentes culturas e saberes, e revela caminhos possíveis para a construção de um território educativo.

Podem se inscrever iniciativas pedagógicas de escolas públicas de todo o Brasil, em todos os níveis da educação básica: infantil, fundamental, médio e também a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Inscreva-se aqui

Com essa premiação, o Instituto Tomie Ohtake busca mapear e reconhecer iniciativas que fortaleçam os vínculos entre a escola e o território, em defesa de uma educação emancipatório, que se assume enquanto ato político no território, valorizando as diferentes culturas e diferentes saberes de estudantes que, com essas práticas sintam orgulho de suas origens a respeitem as origens e culturas dos e das colegas.

CEM 04 de Ceilândia realiza I Feira Cultural

A alegria de participar e construir um processo pedagógico científico-cultural. Foto: Divulgação
Prof. Marcos Borzuk e estudantes: o prazer de construir o processo pedagógico científico-cultural. Fotos: Divulgação

 

O Centro de Ensino Médio nº 04 de Ceilândia (CEM 04 de Ceilândia) realiza, nesta quarta-feira (3/7), a primeira edição da sua Feira de Cultural. Dezoito turmas vão apresentar trabalhos inspirados no tema “Biomas do Brasil: diversidade, saberes e tecnologias sociais”. O tema, por sua vez, é inspirado na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2024 (SNCT2024), que inspira feiras de ciências realizadas na rede pública de ensino do Distrito Federal e em todo o País.

Os(as) 720 estudantes dos 2º e 3º Anos vão apresentar trabalhos com orientação dos(as) professores(as) de toda as áreas do conhecimento. Haverá uma seleção de trabalhos a serem encaminhados para a Feiral Regional de Ciências, alinhada ao circuito de ciências da escolas públicas realizada pela Coordenação Regional de Ceilândia (CRE), que, por sua vez, selecionará os três melhores trabalhos a serem apresentados na por escolas da regional de Ceilândia,  para a Feira Distrital. O melhor trabalho apresentado na Feira Distrital representará o DF na SNCT2024.

O professor de biologia, mestre em ensino de biologia e coordenador pedagógico da escola, Marcos Borzuk da Fonseca Júnior, informa que ampliou a temática do aspecto apenas científico para também abordar aspectos culturais. Com isso, as atividades começam às 7h20 da manhã desta quarta-feira e prossegue até 11h50, com a Segunda Chamada do dia e dispensa dos(as) estudantes, realizadas pelo professor conselheiro.

 

 

 

2º Piquenique LGBTQIAPN+ do Sinpro fortaleceu a luta pelo direito de ser, na vida e no trabalho

O 2º Piquenique LGBTQIAPN+ do Sinpro foi um enorme sucesso! O ato político-cultural aconteceu no domingo, 28 de junho, realizado pelo Coletivo LGBTQIAPN+ da Secretaria de Raça e Sexualidade do sindicato. Foi um encontro de reflexões sobre a luta das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho, em especial, na educação, diálogo sobre os problemas cotidiano das pessoas; além de ter sido um momento de confraternização, com arte e amizade.

Diversas lideranças dos movimentos sociais, sindicais e do parlamento estiveram nessa atividade político-cultural, entre elas, Rosilene Corrêa, representando a CNTE; a deputada federal Erika Kokay, o deputado distrital Gabriel Magno; e o presidente da CUT-DF Rodrigo Rodrigues. Também participaram do evento os grupos Mães da Resistência e Mães pela Diversidade.

O coordenador do coletivo LGBTQIAPN+ da CUT-DF, professor João Macedo, entregou ao Sinpro e à CNTE placa elaborada pela CUT-DF (veja abaixo). A placa será encaminhada para todos os sindicatos que se comprometem com a luta da população LGBTQIAPN+, para reafirmar a importância dessa pauta.

O encontro também teve apresentações artísticas que emocionaram, alegraram e sensibilizaram os presentes, como o cordel Travesti Não É Bagunça, da cordelista Jarid Arraes; a poetisa Rafaela Farias; e o rapper Paulo Mauro.

“Agora, 55 anos depois da revolta de Stonewall, o Sinpro se orgulha de estar aqui, como movimento sindical, lutando pelo direito de ser, na vida e no trabalho, dos professores(as) e orientadores(as) educacionais LGBTQIAPN+, para que esse marcador social não seja um fator de opressão e precarização”, disse a diretora do Sinpro Ana Cristina Machado. “Nosso evento foi revigorante e muito elogiado por todos e todas que dele participaram. Com isso, estamos criando espaços de pertencimento e acolhimento, para sermos cada vez mais fortes”, comemorou ela.

Veja o álbum completo de fotos do 2º Piquenique LGBTQIAPN+ AQUI.

 

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