Luta, valorização e autoestima: escolas de Taguatinga realizam palestras para servidoras e funcionárias

A Escola Classe 26 de Setembro e o Centro de Ensino Fundamental 17 de Taguatinga promoveram, no dia 9 de março, o evento “Encontro de Mulheres: Desenvolvendo Habilidades para a Vida”, onde 120 mulheres que fazem parte das equipes das escolas participaram de palestras sobre a valorização do trabalho, autoestima, sexualidade, além do papel das mulheres na sociedade.

Professoras, orientadoras educacionais e demais funcionárias das escolas assistiram às palestras “Next”, ministrada pela escritora Ester Rodrigues, e “E se fôssemos…”, com Andréia Costa, professora aposentada da Rede de Ensino Público do Distrito Federal. Os temas abordados incluíram superação, empatia e a importância de sair da “zona de conforto” na vida.

O evento contou também com uma palestra da maquiadora Yara Prado, compartilhando sua experiência como mulher empreendedora, com a apresentação de dança do ventre da professora Elizia Ferreira do Nascimento, do CEF 10 de Taguatinga, além de café da manhã e almoço com as equipes.

“A experiência foi emocionante e superou nossas expectativas. Foi um momento de reflexão para muitos colegas sobre suas próprias vidas. Recebemos muitos pedidos para mais encontros que promovam o bem-estar, a felicidade e as mudanças de vida para nossas queridas professoras e demais servidoras das escolas”, compartilha a vice-diretora do EC 26 de Setembro, Letícia Guerra.

A vice-diretora organizou o evento junto com a diretora da escola, Cintia Aquino, e Andreia Bombom, diretora do CEF 17, que ressalta o caráter político do Dia Internacional das Mulheres e a intenção do evento, ”Este não é um dia aliado ao romantismo. O Dia das Mulheres é aliado à política porque fala dos direitos conquistados pelas mulheres na sociedade. Desde quando lutamos pelo direito ao voto, lutamos pelo direito à igualdade de salários, e o direito à vida e à proteção à vida das mulheres”, afirma.

A iniciativa das atividades foi uma resposta a demanda por palestras feitas em uma reunião da Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga (CRET), que apoiou o evento e marco presença com a da representante Dalena Sumaya B Pinto, assessora especial. Diante dos resultados positivos, as três gestoras consideram a realização de novos eventos voltados para as mães da comunidade escolar. “Aproveitamos a ocasião do Dia da Mulher, e agora isso está gerando mais pedidos de palestras, pois as professoras e funcionárias gostaram muito e reconheceram a importância de abordar esse tipo de assunto”, comemora a vice-diretora Letícia.

Veja as fotos do evento abaixo e neste link:

TV Sinpro aborda Semana de Conscientização da Educação Inclusiva no Gama

O TV Sinpro desta semana vai apresentar um pouco do que foi a “Semana de Conscientização da Educação Inclusiva”, que aconteceu no IFB-Gama e foi realizado pela Coordenação Regional de Ensino do Gama e por professores(as) de Atendimento Educacional Especializado das escolas EC 22, CEF 01, CEF 03, CEF 08, CEF 11, CEM 01 e Cedel, com apoio do Sinpro.

O evento teve palestra da docente doutora em psicologia pela Universidade Federal de São Carlos, Eniceia Mendes. Ela falou sobre trabalho colaborativo para inclusão escolar, e contou com a mediação do mestre em educação inclusiva Inácio Athayde-Oliveira, professor da rede de ensino pública do DF. Os diretores do Sinpro Letícia Montandon e Raimundo Kamir também participaram do evento.

O TV Sinpro vai ao ar nesta quarta-feira, 20 de março, a partir de 19h. O programa é veiculado na TV Comunitária do DF (canal 12 da NET), com retransmissão pelo canal do youtube do Sinpro e pelo facebook do sindicato.

 

 

Ensino, arte e luta: Jardim de Infância II celebra 7 anos

O Jardim II do Cruzeiro comemora em março uma jornada de sete anos de conhecimento e arte graças à atuação dos professores(as) e orientadores(as) educacionais e a colaboração de todos(as) da comunidade escolar e do bairro. A celebração, no dia 6, foi marcada por uma série de atividades que envolveram alunos, pais e professores, com apresentações teatrais, festa, e a exploração dos espaços escolares para promover um sentimento de pertencimento e familiaridade com o ambiente educacional.

Desde o início de sua história, a escola tem desempenhado um papel fundamental na comunidade local, oferecendo uma educação de qualidade embasada em um projeto pedagógico centrado na expressão artística das crianças. A escola atende 136 alunos, com adaptações para o ensino de alunos com necessidades especiais. A equipe do Jardim é composta por 26 professores(as) e orientadores(as) educacionais e a escola é  baseada no modelo dos Centros de Educação da Primeira Infância (Cepi). 

A diretora da escola, Aline de Menezes, destaca a importância do projeto macro denominado “Jardim com Arte” que, ela explica, “visa estimular a expressão criativa das crianças por meio de diversas formas de arte, como dança, música, interpretação, desenho e pintura”.  Ela exemplifica como resultado do ensino uma vernissage realizada em agosto, onde foram expostos os trabalhos artísticos produzidos pelas crianças, ex-alunos, professores e pais.

 “A organização do evento seguiu padrões tradicionais desse tipo de exposição, com cada obra devidamente etiquetada com informações essenciais como nome do autor, técnica utilizada e materiais empregados”, diz, ressaltando o resultado do trabalho na comunidade escolar. O ambiente lembrava a uma galeria de arte, onde cada peça contava sua própria história cativante”, lembra.

Aline conta que o envolvimento dos alunos e comunidade no ambiente educacional acontece desde o começo da escola, a exemplo da escolha dos nomes das salas, feita pelas crianças em processo de decisão colaborativo.  “Após uma pesquisa minuciosa sobre a fauna local, apresentamos os diferentes animais para as crianças, que tiveram a oportunidade de votar no nome que gostariam para suas salas. Surgiram nomes então como Tatubola, Porco-espinho, Ararazu, Lobo-guará, Siriema, Coruja-buraqueira e até mesmo a Minhoca, que encontrou seu lar na horta da escola”. 

História

No começo a escola enfrentou desafios como a falta de recursos básicos e estrutura escolar.  “Durante a semana de matrículas do primeiro ano, em 2017, nos deparamos com a falta de recursos básicos, chegando ao ponto de realizar as matrículas na calçada por falta de impressora”. Ele lembra que, para cumprir os prazos de matrícula e início das atividades escolares, foi essencial a colaboração das escolas vizinhas e parceiros. 

A entrega da estrutura à comunidade ocorreu em dezembro de 2016 e, em janeiro do ano seguinte, deu-se início ao processo de matrícula.  “Nunca houve uma cerimônia oficial que marcasse o início das atividades da escola, por causa do período de férias, a  tradição do jardim é comemorar no início do ano letivo”, explica a diretora Aline. Ela aponta que, apesar das adversidades, com o apoio essencial da comunidade escolar e do Cruzeiro, hoje o Jardim se destaca por ser um espaço de aprendizado que respeita e estimula a expressão dos(as) estudantes, com criatividade e inclusão.

A diretora de Assuntos e Políticas para Mulheres, Regina Célia Pinheiro, comenta que, quando o Jardim 2 do Cruzeiro foi construído, havia uma demanda grande para a educação infantil. “Junto com ele chegou um sentimento de esperança dessa comunidade do Cruzeiro, que tanto precisava de mais um local público de educação para trabalhar com essas crianças daqui”, comenta.

“Hoje, o trabalho de excelência que essa escola desenvolve, com uma equipe  muito envolvida com essa questão da educação infantil, e de uma maneira muito bonita, nos traz esperança. Nos faz esperançar todos os dias. Esperançar por essa construção de uma educação pública de qualidade para todas e todos”, diz a diretora do Sinpro. 

Ela destaca que o bairro conta com escolas mais antigas e que o Jardim II do Cruzeiro, ainda em seus primeiros anos, já promete fazer história. “História boa, história de esperança, história de bons projetos pedagógicos, e que essas crianças que vão sair de lá vão sempre carregar essa história consigo na vida escolar”. 

Veja as fotos da celebração neste link.

Assembleia do dia 20 abre Campanha Salarial 2024

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do DF se reunirão em assembleia geral com paralisação dia 20 de março, às 9h, na Funarte. No encontro, a categoria dará o pontapé inicial à Campanha Salarial 2024, que apresenta o índice de reajuste salarial de 19,8%.

Neste ano, a campanha tem como lema: “Recompondo perdas. Rumo à meta 17”. O percentual de 19,8% repõe as perdas inflacionárias do governo Ibaneis Rocha, e se mostra imprescindível para repor o poder de compra da categoria. Mas o lema também mostra que professores(as) e orientadores(as) educacionais continuam firmes na luta pelo cumprimento da meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que equipara o vencimento básico de professores e professoras à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF com nível superior.

Além do lançamento da Campanha Salarial, a assembleia da categoria ainda traz como pautas os acordos de greve descumpridos pelo governador Ibaneis Rocha e manutenção da Mesa de Negociação; a atualização da pauta de reivindicações da categoria; calendário de lutas 2024; e a luta contínua por uma educação pública de qualidade.

19,8%
Calculado no período de janeiro de 2019 a dezembro de 2023, os 19,8% é um reajuste necessário para recuperar as perdas inflacionárias do período.

Segundo o Dieese, a inflação dos últimos cinco anos ficou em 33,3%. Em contraponto, o reajuste salarial do magistério acumulado no período de abril de 2022 a dezembro de 2023 foi de 11,3%.

Nesse acumulado, são considerados o pagamento da última parcela do acordo fechado em 2012, que deveria ter sido paga em 2015, mas só foi quitada em 2022; a incorporação do auxílio-saúde ao vencimento (R$ 200), em abril de 2022; a primeira das seis parcelas do reajuste de 18% imposto pelo governador Ibaneis, realizado em julho de 2023; além da primeira parcela referente à incorporação da Gaped/Gase ao vencimento, em outubro do ano passado, após luta intensa da categoria.

Desrespeito
O governador Ibaneis vem sistematicamente descumprindo compromissos assumidos com a categoria no acordo de suspensão da greve em 2023. O ano de 2024 começou com o desrespeito do GDF a um item importante acordado, a participação remunerada dos professores e professoras em regime de contrato temporário na Semana Pedagógica.

Outros pontos do acordo ainda não foram cumpridos pelo GDF, como a nomeação de todos os aprovados e aprovadas no concurso de 2022 (vagas imediatas e cadastro reserva); autorização para pagamento de pecúnia; incorporação do auxílio-saúde para aposentados sem paridade; pagamento de acordo com a formação acadêmica para professores em contrato temporário; ampliação de carga horária; e aproveitamento do tempo de serviço dos professores em contrato temporário, ao assumirem uma vaga efetiva.

>>> Clique aqui e saiba como está o desenvolvimento de cada item do acordo de suspensão da greve

Para além dos acordos firmados em 2023, é necessário atualizar a pauta de reivindicações da categoria, a partir de avanços conquistados e novas questões a serem respondidas pelo governo.

Com a pauta de reivindicações atualizada, será necessário definir as estratégias e o calendário de lutas para alcançar vitórias.

Quanto ao item educação pública de qualidade, o objetivo é superar, de uma vez por todas, os problemas já conhecidos nas escolas públicas, como salas de aula superlotadas, escolas precisando de reforma, risco de falta de merenda, Educação de Jovens e Adultos em colapso, ausência da garantia de atendimento a estudantes especiais.

 

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Publicado originalmente em 05/03/2024

Sinpro realiza ato em defesa da escola pública em São Sebastião

O Sindicato dos professores realizou, na manhã de sábado (16/3), um ato em defesa da escola pública, que percorreu a região de São Sebastião. Após concentração em frente ao restaurante comunitário da região, o caminhão de som seguiu pelas principais avenidas da área, denunciando o descaso de Ibaneis com a educação da região, onde o problema da superlotação (que assola todo o Distrito Federal) é agravado por falta de espaços físicos para escolas e novas turmas.

Participaram do ato diretoras do Sinpro, professoras, orientadoras educacionais, gestoras das escolas locais e o deputado distrital Gabriel Magno, presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da CLDF.

Há denúncias de que, como consequência da falta de investimento em unidades escolares na região, gestores de escolas estão tirando medidas dos espaços livres nas salas e informando à CRE, para comprovar se cabem mais alunos ou não naquele espaço. A lista de espera por vagas na regional de São Sebastião é de cerca de 200 estudantes – e esse número não considera as listas de cada escola.

Turmas de alfabetização na região estão com quase 40 crianças, mais do que o previsto na estratégia de matrícula (e permitido por lei), e classes especiais de integração reversa sendo fechadas. As crianças que deveriam ser matriculadas nessas turmas estão matriculadas em turmas regulares, em aulas que não rendem para ninguém: nem para a professora, nem para os(as) estudantes.

“O ato foi muito positivo para dialogar com a comunidade, explicar o que vem acontecendo com as turmas das escolas em São Sebastião, e orientar a comunidade a cobrar soluções para os graves problemas que a educação em São Sebastião vem enfrentando nos últimos anos”, contou Leilane Costa, diretora do Sinpro.

Ações como a de São Sebastião têm como objetivo chamar a atenção da população para o descaso da gestão Ibaneis Rocha com a educação de todo o Distrito Federal. Elas irão ocorrer em outras regiões do DF, uma vez que um dos problemas ocasionados pela falta de professores(as) é a superlotação de salas de aula.

Nesta quarta-feira (20/3), às 9h, o Sinpro realiza sua primeira Assembleia de 2024, no estacionamento da Funarte. No encontro, além de dar o pontapé inicial à campanha salarial de 2024, a categoria pretende superar, de uma vez por todas, os problemas já conhecidos nas escolas públicas: além da superlotação das salas de aula, escolas precisando de reforma, risco de falta de merenda, Educação de Jovens e Adultos em colapso e ausência da garantia de atendimento a estudantes especiais.

 

Superlotação é problema crônico em todo o DF

A superlotação das salas de aula da rede pública é problema crônico, que só se agrava ao longo da gestão Ibaneis Rocha. Além de construir novos espaços para aulas, o GDF deve reduzir o número de estudantes por turma e encaminhar com urgência as nomeações do concurso de 2022! A qualidade do ensino para investir no futuro das nossas crianças e adolescentes depende disso!

O Sinpro fortalece a luta contra a superlotação nas salas de aula, e convida professores e professoras (efetivos(as) e do contrato temporário), além de orientadores(as) educacionais a, juntos, denunciarmos o descaso de Ibaneis e Hélvia com a educação.

Foram confeccionadas placas para denunciar a superlotação nas salas de aula. Solicite à diretora ou ao diretor do Sinpro que atende a sua escola uma placa, escreva com pincel de lousa o número ideal de alunos da sua turma e quantos existem de fato. Tire uma foto da placa presa perto da porta da sua sala de aula e envie a imagem (com o nome da escola, regional, e a turma em que você leciona) para imprensa@sinprodf.org.br

VEJA O ÁLBUM

Retroativos: Sinpro disponibiliza link para envio online de documentação

O Sinpro disponibilizou um link que possibilita a entrega online dos documentos necessários para a ação sobre os retroativos do pagamento da última parcela de reajuste salarial que deveria ter sido feito em setembro de 2015, mas só foi realizado em 2022. Parta efetuar a entrega online, clique: https://sinpro25.sinprodf.org.br/cadastro-retroativo-2015/. Ou através do botão abaixo:

ENTREGA ONLINE

Atenção: todos os documentos devem ser anexados em formato PDF. Os contracheques solicitados devem ser juntados num único PDF. Você pode juntar documentos num único PDF, por exemplo, utilizando o link https://www.ilovepdf.com/pt/juntar_pdf.

Após o envio online, você receberá um comprovante no e-mail indicado por você no formulário.

O Sinpro sugere que você junte todos os documentos necessários em uma pasta, isso facilitará o envio online, tornando-o mais ágil. O kit deve estar preenchido e assinado. Caso julgue necessário acrescentar documentos extra – como certidão de divórcio, laudo médico, inventário e outros -, há um espaço determinado para isso.

As fichas financeiras devem ser enviadas ano a ano. Se você teve mais de uma matrícula no período (2015 a 2024), devem ser enviadas as fichas financeiras referentes a todas elas.

 

Veja como preencher o formulário que precisa ser entregue junto com a documentação


Atendimento presencial

A partir desta quinta-feira (21/3), a entrega presencial da documentação deverá ser agendada. Para melhor atender todos e todas, será disponibilizado um link para agendamento online. Detalhes sobre o procedimento, em breve. Por enquanto, o atendimento presencial continua sendo por ordem de chegada.

A assessoria jurídica do Sinpro alerta que a entrega dos documentos pode ser feita ao longo dos meses. Isso porque o prazo para acionar a Justiça com os cálculos de cada servidor(a) é extenso. Além disso, a ordem de pagamento dos valores não está relacionada com a ordem de entrega das informações.

Para facilitar o atendimento dos(as) filiados(as), o Sinpro preparou infraestrutura especial na sede e subsedes. Será disponibilizada, por exemplo, uma sala exclusiva em frente à subsede do sindicato em Taguatiga para entrega de documentos relativos ao pagamento dos retroativos. Além disso, na sede do Sinpro (SIG), serão montadas tendas e oferecidos todos os recursos necessários às necessidades dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.

 

Quem tem direito
>> Professores(as) e orientadores(as) educacionais que estavam na ativa de setembro de 2015 a março de 2022;

>> Professores(as) em contrato temporário que trabalharam de setembro de 2015 a março de 2022;
>> Professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as)/pensionistas com paridade e integralidade.

 

Documentação
Professores(as) e orientadores(as) educacionais que atendem aos pré-requisitos para receber os retroativos da parcela de reajuste salarial de 2015 devem apresentar a cópia dos seguintes documentos:

>> RG

>> CPF

>> Comprovante de Residência

>> Últimos três contracheques

>> Fichas Financeiras de 2015 a 2024. Veja o passo a passo:

1. Acesse o  Portal do Servidor. Insira seu CPF e senha

2. Clique em “contracheque”

 

3. Clique em “Ficha Financeira”

 

4. Selecione as fichas, ano a ano. Fique atento: pegue a Ficha Financeira na matrícula de atuação

Além disso, é necessária a entrega de um kit de documentos entregue pelo Sinpro (Declaração Cumprimento de Sentença Reajuste / Procuração / Contrato de Honorário / Autorização de Dedução de Honorários).

Baixe o Kit

Após a entrega da documentação e análise da assessoria jurídica do Sinpro, os requerentes receberão um email com o número do protocolo do processo. Com essa informação, será possível consultar o andamento da ação tanto junto ao Sinpro como pelo portal do TJDFT.

 

Não caia em golpe!

O Sinpro recebeu uma série de denúncias de tentativas de golpe, tendo como tema o recebimento dos retroativos. O sindicato alerta que NÃO é cobrada nenhuma taxa para dar prosseguimento à ação. Além disso, é importante que não sejam acessados links enviados por números desconhecidos ou mesmo informados dados pessoais por telefone ou email. Na dúvida, entre em contato com um diretor(a) do Sinpro ou ligue para o sindicato. (Veja nossos telefones AQUI)

O único valor a ser deduzido é o percentual de honorários de 10%, que somente será recebido pelo advogado ao FINAL da ação, em conjunto com o crédito do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional. Essa é uma determinação do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB.

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Atenção! Número do diretor do Sinpro Cleber Soares foi Clonado

Sinpro participa do 2º Seminário da Educação Inclusiva na CLDF

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizará o 2º Seminário da Educação Inclusiva do DF, nesta segunda (18), das 14h às 18h, com o objetivo de discutir os desafios e obstáculos para o pleno exercício do direito à educação inclusiva e acessível. O evento, aberto ao público mediante inscrição online, ocorrerá no auditório da CLDF, com transmissão ao vivo pelo YouTube. O Sinpro-DF estará representado por Carlos Maciel, diretor de Política Educacional.

O seminário contará com a presença de parlamentares, representantes do Ministério da Educação, da Secretaria de Estado de Educação do DF, ativistas de pessoas com deficiência (PCD), familiares e pesquisadores da política de educação inclusiva. Serão debatidas questões relacionadas às garantias de acesso, permanência e desenvolvimento do bem-estar nas escolas, pautadas no modelo social das deficiências, além do enfrentamento das barreiras e ambientes incapacitantes da sociedade.

A iniciativa é do deputado distrital Fábio Félix (PSOL), e estão previstas as participações de Érika Kokay, Deputada Federal (PT); Juliana Braga, Defensora Pública do DF; Josiane Pereira Torres, Coordenadora-Geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo do Ministério da Educação; Andrea Medrado, Representante da Frente Parlamentar de Educação Inclusiva do DF; Agna Alves da Cruz, do movimento Vidas Negras com Deficiência Importam;  e Lucinete Andrade, Conselheira Tutelar, entre outros nomes (confira abaixo todos os nomes e a programação).

 

2º Seminário da Educação Inclusiva
Local: Auditório da Câmara Legislativa do DF
Data: 18 de março de 2024
Horário: 14h às 18h
Formulário para inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScE0TY5Jy4kT-NPtX5Dpkf0zMj6mYYBantCQ8mmgv-97LmnQQ/viewform 
Link da transmissão: https://www.youtube.com/TVCamaraDistrital

 

Programação:

14h00 | ABERTURA

14h10 | MESA 1 – A Educação Inclusão em 2024 e Lançamento da Cartilha de Educação Inclusiva

Mediador: Deputado Fábio Félix

Érika Kokay – Deputada Federal
Juliana Braga – Defensora Pública do DF
Josiane Pereira Torres – Coordenadora-Geral de Estruturação do Sistema Educacional Inclusivo do Ministério da Educação
Helvia Paranaguá – Secretária de Estado de Educação do DF
Andrea Medrado – Representante da Frente Parlamentar de Educação Inclusiva do DF

15h30 | MESA 2 – Acesso, Permanência e Direitos na Educação Inclusiva no DF

Mediadora: Jéssica Borges

  • Dulcinete Castro Nunes Alvim – Diretora da Educação Inclusiva e Atendimentos Especializados
  • José Eduardo Lanutti – Professor e doutor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e da Universidade Estadual Paulista (Participação Remota)
  • Helma Salla – Professora da SEEDF e Doutora em Educação com ênfase em Atendimento Pedagógico Domiciliar
  • Carlos Maciel – Diretor de Política Educacional do Sinpro
  • Francielle Siqueira do Nascimento Brito – Psicóloga da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia
  • Adriana Tavares – Empresária e mãe atípica

16h40 | MESA 3 – Desafios e Barreiras pelo Direito à Educação: Nenhuma a Menos!

Mediadora: Keka Bagno

  • Vera Lucia Ribeiro – Subsecretária de Educação Inclusiva e Integral
  • Renata Bonotto – Linguista e Doutora em Informática na Educação com ênfase em Tecnologia Assistiva e Comunicação Aumentativa e Alternativa (Participação Remota)
  • Laércio Ferreira dos Santos – Professor da SEEDF e Mestre em Educação Especial
  • Agna Alves da Cruz – Representante do movimento Vidas Negras com Deficiência Importam
  • Lucinete Andrade – Conselheira Tutelar

14 de março: 110 Anos de Abdias do Nascimento

Neste dia 14 de março, celebramos os 110 anos do nascimento de Abdias do  Nascimento, uma figura icônica no movimento negro, tanto no Brasil quanto no mundo. Originário de uma família de poucos recursos, Abdias nasceu em Franca, São Paulo, em 1914, e dedicou sua vida à luta pela igualdade racial e à preservação da cultura afro-brasileira. Ao longo de seus 97 anos de vida, desempenhou diversos papéis, sendo reconhecido como ativista, intelectual, escritor, poeta, professor universitário, jornalista, dramaturgo, ator de teatro, artista plástico, dirigente partidário, secretário do governo do Rio de Janeiro, deputado federal e senador.

Em 1944, Abdias fundou o Teatro Experimental do Negro (TEN), pioneira entidade afro-brasileira que uniu a luta pelos direitos civis e humanos dos negros à valorização da herança cultural africana. Além disso, foi responsável por outras iniciativas pioneiras, como o Museu da Arte Negra (MAN), criado em 1950 para destacar a arte, cultura e identidade negras, e o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (IPEAFRO), que preserva o acervo documental do MAN e do ativista.

“A celebração do nascimento de Abdias do Nascimento é uma honra para os afrodescendentes no Brasil hoje, pois estamos falando de um dos maiores defensores da cultura e igualdade para a população negra, que lutou incansavelmente pela promoção dos direitos civis e humanos do povo negro”, destaca a professora Márcia Gilda, diretora do Sinpro-DF para Assuntos de Raça e Sexualidade.

O Sinpro-DF relembra e comemora Abdias, referência internacional na luta contra o racismo e a discriminação e pela integração dos afrodescendentes sem preconceito de espécie alguma. A sua importância e legado continua a inspirar gerações na luta contra o racismo estrutural e pela promoção da diversidade e inclusão.

Alunos do CEF Drª Zilda Arns se destacam no Grand Slam de Taekwondo

Estudantes do Centro de Ensino Fundamental Drª Zilda Arns, do Paranoá, se destacaram no maior evento nacional de Taekwondo, organizado pela Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD). Realizado entre os dias 6 e 10 de março, no Rio de Janeiro, o Grand Slam atrai os melhores atletas de suas categorias em todo o país, competindo por vagas na Seleção Brasileira Juvenil 2024.

Ana Júlia Borges Passos conquistou o 3º lugar na categoria juvenil de 15 a 17 anos, enquanto João Paulo dos Santos Gomes se classificou em 5º lugar em sua categoria. Os jovens são praticantes do esporte na Associação Esportiva Cosmo de Taekwondo (AECT), uma instituição sem fins lucrativos que mantém parceria com o CEF Drª Zilda Arns, que cede espaço para a prática do esporte. Desde meados de 2022, a AECT oferece aulas gratuitas para alunos da escola e membros da comunidade.

O professor e técnico dos atletas, Jean Cosmo Santos, ressalta que a prática esportiva não apenas fortaleceu a disciplina, responsabilidade e obediência dos estudantes, fruto dos valores do esporte, entre eles, a  cortesia, a integridade, a perseverança e o autocontrole. “Desde que os meninos começaram a praticar Taekwondo, têm se dedicado tanto aos estudos quanto ao esporte. A prática esportiva não os atrapalha, pelo contrário, ela os ajuda a desenvolver disciplina e responsabilidade tanto em casa quanto nos estudos”, destacou ele, mencionando também os benefícios do apoio financeiro proporcionado pelo programa federal Bolsa Atleta, que auxilia os jovens atletas e suas famílias.

Antes de competirem no Grand Slam, Ana Júlia e João Paulo já haviam alcançado os principais títulos regionais do Centro-Oeste, o que lhes assegurou a participação neste evento de destaque. Ana Júlia, que neste ano deixou a escola, continua treinando na AECT e já havia se destacado nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBS) de 2022, conquistando uma medalha de bronze e o apoio do programa federal Bolsa Atleta na faixa etária de 12 a 14 anos.

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