Professora usa o teatro como agente de transformação

A partir de uma oficina de teatro, na qual crianças e adolescentes expõem seus sonhos, angústias, desejos e dificuldades que diariamente enfrentam em suas comunidades. Este diálogo é um dos pilares do Projeto Teatro Rodas Colaborativo, idealizado pela professora Elisabete Ferreira da Cunha de Sousa, ou simplesmente Bete Cunha. O intuito é trabalhar a educação em e para os direitos humanos, tendo o teatro como agente transformador, trabalhando questões culturais, sociais, de direitos humanos, sustentabilidade, autonomia dos(as) estudantes, dentre outras.

Para a professora, ações como esta, “contribuem significativamente para o desenvolvimento social, emocional, cultural, crítico, criativo, permitindo aos participantes um maior aprimoramento das suas habilidades de comunicação, trabalho em equipe, apreciação e valorização do teatro e da cultura, dentre outros”.

A primeira vez em que ele ocorreu foi em 2021 para 37 estudantes de 4º e 5º anos da Escola Parque 210/211 Sul, quando Bete, hoje professora da rede pública aposentada, trabalhou por contrato temporário (hoje ela aguarda convocação para retornar). Era um período difícil, quando foi necessário estimular a autoestima dos(as) alunos(as) em época de pandemia, além de questões sociais e ambientais. “A integração das artes cênicas com o currículo escolar e vida social dos estudantes, podem enriquecer o repertório de aprendizagem e práticas artísticas. Isso também pode ajudar no combate a diferentes formas de exclusão e/ou discriminação, senso crítico, etc, pois oferece ferramentas e oportunidades para discutir e debater sobre dificuldades encontradas em suas comunidades dentro e fora da sala de aula”, analisa.

Já a cena teatral “Não à violência contra as mulheres”, foi desenvolvida em abril e maio de 2023, na Casa Azul Felipe Augusto, no Riacho Fundo II, com 11 estudantes entre 11 e 17 anos. Este projeto teve a parceria da professora Silvana Fernandes, que ministrou a “Oficina Pedagógica Maria da Penha vai às Escolas”.

De acordo com Bete, ainda “no ano de 2023, durante o curso de Especialização em Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional, oferecido pelo CEAM – Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília, realinhei alguns objetivos e perspectivas deste projeto. Neste sentido, após os resultados da aplicação junto aos estudantes de Brasília, resolvi ministrar uma Oficina de Teatro com a participação da professora Letícia Cunha, no interior do Maranhão, durante o mês de janeiro de 2024, de forma voluntária e gratuita, onde os participantes discutiram e debateram sobre sonhos e dificuldades encontradas na comunidade deles”, diz. Com a participação de 11 jovens entre 11 e 15 anos na comunidade de Coelho Neto, terra natal da educadora, o resultado foi a cena teatral “Dois Reinos, 130 anos”, com os participantes abordando temas da realidade local como falta de saneamento e transporte, racismo e bullying, mas também abordando os contos de fadas. 

O Projeto Teatro Rodas Colaborativo conta com a participação efetiva da professora Maria Regina Souza Saraiva Nazareno (professora aposentada da SEEDF), ex-professora da Escola Parque 210/211 Sul e da professora Letícia Cunha de Sousa, artisticamente conhecida por Letícia Cunha que foi ex-aluna da Escola Parque 210/211 Sul. Atualmente, Letícia é professora da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, em regime de contratação temporária. O projeto se mantém com a colaboração das três educadoras. “Entretanto, por ele ter iniciado quando eu ministrava aulas para quatro turmas – inicialmente como professora efetiva e posteriormente como professora temporária –, as escolas contribuíam com recursos materiais/físicos, figurinos e equipamentos. Além disso, sempre busquei a parceria da comunidade, como os pais e/ou responsáveis, para auxiliar o estudante na leitura da peça/cena teatral”, relata Bete. 

Sobre o futuro, a professora quer “continuar ministrando o Projeto Teatro Rodas Colaborativo em escola como professora temporária e possivelmente dar continuidade em Coelho Neto-MA, cidade onde nasci, bem como iniciar a aplicação na Cidade Ocidental-GO, pois percebo a necessidade de mais ações voltadas para as artes cênicas nestas cidades”.

Ao final, Bete ressalta que “gostaria de agradecer a contribuição e o apoio destinados às minhas aulas de teatro, na pessoa de Maria Augusta Ferreira da Cunha, em memória”.

Para ver as fotos no álbum do Facebook do Sinpro clique aqui.

Ação social de aprovados(as) do concurso 2022 entrega materiais escolares a crianças da Cidade Estrutural

A ação social “Adote um Aluno – A Virada dos Aprovados”, foi um sucesso! Com apoio do Sinpro-DF, a campanha de arrecadação dos aprovados e aprovadas no concurso de 2022 da SEEDF entregou doações de materiais escolares a crianças do bairro Santa Luzia, na Cidade Estrutural, dia 10 de fevereiro.

A arrecadação, organizada pela Comissão de Aprovados, se deu entre 1º de janeiro e 3 de fevereiro. A meta inicial era atender 50 crianças e suas famílias, mas a mobilização intensa propiciou a superação dessa meta, e 90 crianças puderam ser atendidas! As famílias beneficiadas são vinculadas à Associação Mães Guerreiras.

No dia da entrega das doações, a comissão de aprovados(as) levou alimentação, pintura de rosto e até óculos de realidade virtual. O projeto mostrou a força social dos futuros servidores da SEEDF e da campanha Convoca Já. “Foi uma ação muito necessária para a comunidade e que fortalece a luta do Convoca Já no ano de 2024. Continuaremos lutando para a convocação de todos os aprovados!”, disse a diretora do Sinpro-DF Ana Bonina.

Dia 20 de março tem assembleia geral da categoria no estacionamento da Funarte, às 10h! É fundamental a participação de todos e todas – profissionais efetivos e temporários, da ativa e aposentados, e também aqueles e aquelas que aguardam nomeação. Clique AQUI e saiba mais sobre a pauta da assembleia.

Abaixo, assista o vídeo que registra a entrega dos materiais arrecadados.

MATÉRIA EM LIBRAS

CED Darcy Ribeiro celebra aprovação de 29 estudantes no PAS e vestibular da UnB

O Centro Educacional Darcy Ribeiro, localizado no Paranoá, está em festa pela conquista de 29 de seus(as) alunos(as) que foram aprovados para ingressar no ensino superior na Universidade de Brasília. Dos(as) 51 estudantes que se submeteram às provas para admissão na UnB, seja pelo PAS (Programa de Avaliação Seriada) ou pelo Vestibular, um expressivo 23,5% poderão cursar o ensino superior. A direção do CED atribui o sucesso ao empenho dos(as) estudantes que acreditaram em si mesmos, nas possibilidades de futuro e se dedicaram aos estudos.

Com um histórico consistente de aprovações desde a implementação do projeto Pré-PAS e Pré-Enem, coordenados há oito anos pelo professor de Matemática e supervisor pedagógico, Vinicius Elias da Costa, a escola lamenta que 17 alunos(as)  não puderam participar do vestibular devido a atrasos pela UnB na aprovação da documentação necessária para obter a isenção da taxa de inscrição.

Antes da pandemia, o CED chegou a aprovar mais de 45 estudantes em apenas um vestibular da universidade. “A pandemia, sem dúvida, também afetou os alunos, reduzindo o sentimento de pertencimento. Além disso, a implantação do novo sistema de ensino médio também prejudicou o ensino”, explica a diretora do Darcy Ribeiro, Aldeneide Conceição dos Santos Rocha, sobre a queda no histórico de aprovações, além do problema com as inscrições.

Ao longo do ano os alunos puderam participar também de atividades esportivas, artísticas e culturais. O CED mantém parcerias com Organizações Não Governamentais e instituições que apoiam atividades em período integral, além da formação dos estudantes. Eles(as) têm acesso a aulas de hip hop, capoeira, música, dança e fotografia. Algumas dessas atividades ocorrem na Escola Superior de Defesa, que cede espaço físico e fornece monitores para práticas esportivas como tênis, vôlei, natação e futebol. O Centro também tem a colaboração da Escola Nago de Capoeira, a ONG Ubuntu, e já recebeu palestras da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). “Procuramos oferecer o máximo possível de projetos e atividades para que os(as) alunos(as) possam descobrir suas potencialidades de maneira diversificada, respeitando as diferenças e as minorias”, afirma a diretora.

Ela destaca que o projeto político-pedagógico da escola visa acolher os(as) alunos(as) por meio do desenvolvimento de atividades que promovam o sentimento de pertencimento à sua própria história, permitindo que vislumbrem os desafios e as oportunidades que se apresentam. O respeito à diversidade, às diferenças e às minorias é fundamental para o ensino na comunidade escolar. “Temos alunos(as) de diversos países, alunos(as) indígenas. Trabalhamos para ressaltar as diferenças e o respeito às minorias, mostrando que todos devem ser respeitados, todos têm seu valor, todos têm suas potencialidades”, explica.

Para ela, é essencial que os(as) estudantes acreditem em suas próprias possibilidades. “Independentemente do turno, se eles(as) estiverem dispostos a se esforçar, estudar, buscar ajuda, a escola está aqui para isso. Para acolher, orientar e criar oportunidades para que alcancem seus objetivos. Não diremos a eles o que devem fazer, diremos que podem chegar onde desejarem e estaremos aqui para ajudar. Essa é a principal missão da nossa escola”, destaca a diretora.

O Centro Educacional tem 1.300 estudantes, sendo 270 deles(as) do ensino médio. Criada no mês de falecimento do antropólogo, historiador, sociólogo, escritor, político e professor Darcy Ribeiro, a escola foi inaugurada em 22 de fevereiro de 1997, por demanda da comunidade local no  programa “Orçamento Participativo”. O nome do CED  foi sugestão de um aluno da comunidade escolar.

 

Esta reportagem está aberta a atualizações. Se você é diretor(a) de escola de ensino médio e seus estudantes foram aprovados nas universidades, envie um e-mail para imprensa@sinprodf.org.br

Semana Pedagógica do Sinpro continua. Fique atento e participe!

A Semana Pedagógica do Sinpro continua dias 15 e 16 de fevereiro, quinta e sexta-feira. Profissionais da ativa e aposentados, efetivos e em contratação temporária podem participar.

A exemplo do ano passado, é possível acompanhar a Semana Pedagógica do Sinpro tanto de forma presencial, na sede do sindicato (SIG), quanto de forma online (a transmissão é feita pelo Youtube do Sinpro).

Para facilitar a participação de todos e todas, o Sinpro montou vários horários e sugerimos que todos(as) participem. Aqueles(as) que não puderem participar de toda a Semana Pedagógica podem participar dos temas que têm mais a ver com a sua área de atuação. As atividades serão realizadas nos períodos da manhã, tarde e noite.

 

Temáticas da Semana Pedagógica

Este ano a atividade trará temas atuais e necessários, que serão dados por importantes nomes da educação brasileira. Dentre os temas estão Área da didática; Educação; Direito dos(as) trabalhadores(as); Educação inclusiva, que vai tratar da questão do Transtorno do Espectro Autista (TEA); além de Diversidade sexual e de gênero.

 

Sinpro disponibiliza ônibus

Caso a escola tenha interesse em transporte para levar o(a) professor(a) e orientador(a) educacional para a Semana Pedagógica, o Sinpro disponibilizará ônibus até a sede do sindicato (SIG). A quantidade de ônibus é limitada às primeiras escolas que mostrarem interesse. O agendamento do transporte deverá ser feito pelo telefone 99323-8140 (Joelma).

Os(as) educadores(as) que participarem da atividade de forma presencial deverão solicitar a emissão da certificação pelo mesmo telefone. Para aqueles(as) que optarem pelo modelo remoto, a própria escola deverá solicitar o documento diretamente com o Sinpro. A unidade escolar escolhe o tema que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais participarão, envia os nomes e o sindicato envia o certificado para a escola.

Participe!

 

Confira os(as) palestrantes que participarão da Semana Pedagógica:

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MATÉRIA EM LIBRAS

Nota de pesar | Aline Ferreira Silva

O Sinpro informa, com profundo pesar, o falecimento de Aline Ferreira Silva, professora em regime de Contrato Temporário até 2023, no turno da noite do CEM 02 de Brazlândia.

Aline faleceu aos 42 anos no último domingo de carnaval (11/2/24).

Ela será sempre lembrada por seus familiares e alunos como uma pessoa querida, companheira e sempre atenciosa com todo mundo.

O Sinpro se solidariza com a família, colegas e amigos(as) da professora Aline.

Professora Aline Ferreira Silva, presente!

 

 

 

Nota de pesar | Denize Maria Salvador

O Sinpro informa, com profundo pesar, o falecimento de Denize Maria Salvador, professora do 1º ano da Escola Classe 05 do Paranoá, ocorrido no último sábado, dia 10/2, aos 64 anos, vítima de edema pulmonar.

Ela deixa três filhos, Keilla, Tais e Salomão.

Denize será sempre lembrada por seus familiares e alunos como uma pessoa querida, companheira e sempre atenciosa com todo mundo.

O Sinpro se solidariza com a família, colegas e amigos(as) da professora Denize.

Professora Denize Maria Salvador, presente!

 

 

 

Parceria entre Sinpro e Bancários produz vídeo sobre intolerância religiosa

Em vídeo, líder negro explica que intolerância a religiões de matrizes africanas é resultado de sistema racista

Uma parceria inédita entre a TV Povo Negro e o sindicato dos Bancários junto com o Sinpro-DF rendeu uma entrevista com o líder afrotradicional do Candomblé de Angola, Tata Ngunzetala (Francisco Aires Afonso Filho), registrada em vídeo. O Sindicato dos Professores ficou a cargo da produção e do roteiro da entrevista de 20 minutos.

De acordo com Tata, embora o Brasil tenha se tornado um Estado laico há 132 anos, os adeptos das crenças de matriz africana sofrem a maioria dos ataques de intolerância religiosa no país. O líder afrotradicional lembrou o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado no dia 21 de janeiro, data que, desde 2007, lembra a necessidade de respeitar a liberdade religiosa, princípio fundamental garantido pelo artigo 5º da Constituição Federal brasileira.

Líder social, escritor, comunicador e produtor cultural, Tata Ngunzetala é graduado em Teologia pela Fateb (1994) e em Pedagogia pela UnB (2002), ele atua na liderança dos Povos Tradicionais de Matriz Africana e preza pelo legado dos ensinamentos do candomblé. Sua contribuição comunitária é reconhecida pelo comprometimento com a preservação da cultura africana e das tradições dos povos originários.

Na entrevista, Tata Ngunzetala falou sobre a origem e características do candomblé até os dias atuais. Enfatizou que a intolerância a religiões de matriz africana é fruto de um sistema racista. E destacou a importância de as novas gerações valorizarem a ancestralidade. “É preciso que na sala de aula quando se refere a africanos não se fale os pretos, mas os povos africanos. Porque foram trazidos para cá indivíduos que tinham pertencimentos (povos específicos, línguas, nível hierárquico, tradições diferentes, como vestimenta, alimentação, ou seja, cada povo tinha uma cultura diferente). É fundamental respeitar isso”.

O líder afro ensinou: “Quando falamos de ancestralidade, estamos falando de vida eterna, que não tem nada a ver com salvação e condenação. Tem a ver com reconhecimento, eu sou resultado de quem já veio antes de mim. Por isso que o mais velho é muito cuidado, muito respeitado. Se a tradição africana fosse a predominante hoje no Brasil, não teríamos idosos desrespeitados, abandonados. Não teríamos crianças abandonadas, porque o conceito africano é esse, que a criança é responsabilidade coletiva. E o mais velho é um bem coletivo no sentido de ser o futuro ancestral. Quanto mais velho, mais ele se aproxima da ancestralidade. Então, o mais velho de hoje é o mais próximo da ancestralidade”.

Em 2021, Ngunzetala foi vítima da intolerância da PM de Goiás, quando da caçada a Lázaro Barbosa, suspeito de matar uma família do DF. À época, a PMGO invadiu espaços sagrados e fotos desses locais foram divulgadas pelas autoridades como se fossem da casa de familiares do assassino. “Fizeram uma inquisição religiosa”, denunciou o líder afro, acrescentando que houve uma tentativa de, por parte das forças policiais, associar a religião ao crime e algo satânico.

 

Escalada da intolerância

É alarmante a escalada da intolerância religiosa no Brasil nos últimos 5 anos. O número de denúncias ao Disque 100 teve um aumento de 140,3%, saltando de 615 em 2018 para 1.418 em 2023. Os dados são do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

De acordo com dados do IBGE, as religiões de matriz africana, com a umbanda e o candomblé, estão entre as cinco mais seguidas no Brasil. As religiões possuem mais de um milhão de adeptos no país, enquanto os católicos praticantes representam a maioria, com cerca de 123 milhões, seguidos pelos evangélicos, totalizando 113 milhões.

A punição para quem pratica crimes de intolerância religiosa foi fortalecida em janeiro de 2023. Se condenado, o réu pode cumprir até cinco anos de prisão, além de multa.

A lei 14.532, que versa sobre o tema, equipara injúria racial ao racismo e protege a liberdade religiosa, tornando o crime imprescritível e inafiançável.

 

Material didático

“A entrevista com Tata Ngunzetala é um excelente material para dar apoio ao debate sobre racismo e intolerância religiosa”, aponta a coordenadora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro, Márcia Gilda. “É um excelente material para ser usado em visitas a escolas em projetos de educação antirracista”, completa.

 

Veja a entrevista com Tata Ngunzetala

 

(Com material do Sindicato dos Bancários)

CEM 03 de Taguatinga comemora 54 aprovações no vestibular

Fruto de um intenso trabalho do corpo docente desde o início do ensino médio, o CEM 03 de Taguatinga comemora as recentes 54 aprovações oriundas de 42 alunos(as) do terceiro ano na UnB e IFB, sendo 22 pelo vestibular, 27 pelo PAS (Programa de Avaliação Seriada) e 5 pelo SISU (Sistema de Seleção Unificada).

“Obviamente o corpo docente está muito feliz e realizado, pois é um longo e árduo trabalho ao longo de 3 anos. Muitos deles trabalham as obras em sala de aula, além do conteúdo. Agora, estamos planejando uma comemoração em breve com os estudantes e nossos professores”, diz Regina Cotrim, professora da rede pública há 21 anos e desde o ano passado coordena um projeto na escola chamado NAVE (Núcleo de Apoio aos Vestibulandos).

Para a educadora, “hoje meu sonho pessoal e trabalho coletivo é colocar o máximo de estudantes de escola pública na UnB e demais instituições públicas”.

O número de aprovados pelo SISU e PROUNI ainda estão sendo levantados, portanto eles aumentarão.

A diretoria do Sinpro parabeniza os(as) estudantes aprovados(as) e incentiva os demais que não desanimem (inclusive dos 54 aprovados, 2 já eram ex-alunos da própria escola, que perseveraram).

Esta reportagem está aberta a atualizações. Se você é diretor(a) de escola de ensino médio e seus estudantes foram aprovados nas universidades, envie um e-mail para imprensa@sinprodf.org.br .

Confira a lista dos(as) alunos do(as) CEM 03 de Taguatinga aprovados para a UnB e IFB em 2024:

  1. Alan Semil – Engenharias
  2. Ana Beatriz Bertini Silva – Pedagogia
  3. Ana Beatriz da Silva Santos – Direito/Relações Internacionais
  4. Ana Cecília – Serviço Social
  5.  Ana Larissa – Saúde Coletiva
  6. Carolina Rodrigues Gomes – Saúde Coletiva
  7. Cibele Xavier – Administração
  8. Daniel Pereira da Cruz – Teoria Crítica e História da Arte
  9. David Leda Oliveira – Geografia
  10. Eliel Figueiredo – Educação Física
  11. Emilly Gabrielle da Silva – Pedagogia/Matemática
  12. Estefani Gonzaga – Administração
  13. Gabriel Augusto Lopes Fernandes – Agronomia
  14. Gabriel Oliveira Brandão – Agronomia
  15. Geovana Gabriely Araujo Oliveira – Pedagogia
  16. Geovana Mirella – Biologia/IFB
  17. Haydee Henriques – Ciências Contábeis
  18. Henrique Pedrosa Marques – Engenharia Civil/Economia
  19. Herik Saymon – Ciências Contábeis
  20. Ighor Guimarães – Matemática
  21. Isabele Sousa dos Santos – Pedagogia
  22. Isadora Guedes Sousa – Ciências Sociais
  23. Kauany Gonçalves – Design de Produtos/IFB
  24. Jaqueline da Silva Oliveira – Fonoaudiologia
  25. João Paulo Cortes – Ciências Contábeis
  26. Josué Augusto – Física
  27. Julia Pires de Oliveira – Enfermagem
  28. Jullya Beatriz Meireles – Pedagogia
  29. Laura Diniz Costa – Fonoaudiologia/Terapia Ocupacional
  30. Laura Siqueira Silva – Educação Física
  31. Letícia Rodrigues Ferreira – Direito
  32. Luiza Gonçalves Monteiro – Arquitetura e Urbanismo
  33. Maria Eduarda – Gestão de Agronegócio
  34. Millena Sousa – Ciências Sociais
  35. Pedro Henrique – Química Tecnológica
  36. Pedro Lucas – Agroecologia/IFB
  37. Pedro Murilo Batista Ferreira – Língua Estrangeira Aplicada
  38. Raphael Blesson – Arquivologia
  39. Raquel Alves – Filosofia
  40. Ryan Tenório – Filosofia
  41. Stephanie Iorrana dos Santos Araújo – Ciências Contábeis
  42. Tainá Costa – Gestão de Políticas Públicas

Nota de pesar | Isnar Longuinho

O Sinpro informa, com profundo pesar, o falecimento de Isnar Dantas Longuinho, professor de matemática e pedagogo do CED 310 de Santa Maria, aos 49 anos, ocorrido na sexta-feira (9/2).

Isnar havia sido diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica em junho de 2023.

Ele deixa a mulher, Maria da Conceição Freitas Longuinho, com quem não teve filhos.

Isnar será sempre lembrado por seus familiares e alunos como uma pessoa querida, companheira e sempre atenciosa com todo mundo.

O velório do professor será realizado neste sábado (10/2), na cidade de Parnaíba, no Piauí.

O Sinpro se solidariza com a família, colegas e amigos(as) do professor Isnar.

Professor Isnar Longuinho, presente!

 

 

 

Professor da rede pública pede ajuda para tratamento de câncer

Familiares e colegas do professor Cláudio Lopes Rodrigues criaram uma rede de apoio para ajudar no tratamento do educador, diagnosticado com câncer. Lotado na Escola Classe 31 de Ceilândia, Cláudio fazia uma cirurgia de vesícula quando descobriu o câncer e desde então realiza o tratamento da doença em Goiânia.

Diante do alto custo em remédios e em todos os procedimentos, o professor tem tido dificuldades em arcar com os gastos hospitalares e em medicamentos.

O Sinpro pede a ajuda dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para esta causa. Qualquer ajuda financeira pode ser enviada para o Pix 539.910.521-72 (Cláudio Lopes).

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