VIII Festival de Capoeira Adaptada reuniu grupos do DF; veja o vídeo

O Paradão (Centro de Convivência Mozart Parada), em Taguatinga Norte, sediou a oitava edição do Festival de Capoeira Adaptada do Distrito Federal. O encontro foi realizado pelo Centro de Ensino Especial (CEE) 01 de Taguatinga juntamente com as escolas convidadas, e aconteceu no final de novembro último.

O festival acontece desde 2012 e, nesta edição, teve a participação dos grupos Águia Dourada (CEE 01 de Taguatinga); Abadá (CEE 01 do Guará); grupo do CID (Centro de Iniciação Desportiva) do Mestre Paulão; e o grupo de capoterapia do Mestre Gilvan. Ao longo das oito edições, diversos grupos já participaram do evento. “A gente espera sempre que esse trabalho se amplie, pois a capoeira adaptada é direcionada a um grupo específico, demanda esforços específicos, e precisa de visibilidade”, afirma o professor Fábio Ferreira dos Santos, professor de educação física do CEE 01 de Taguatinga e integrante do grupo Águia Dourada – que, em 2024, completa 25 anos de existência.

A capoeira adaptada visa a incluir os estudantes com deficiência. O festival fortalece essa perspectiva, oferecendo rodas interativas com mestres, capoeiristas convidados e estudantes; apresentações culturais; além de espaços de confraternização, com música e lanche compartilhado.

O professor Jailson Kalludo, bicampeão em arremesso de peso 6 kg e na corrida de 400m nas suas categorias no Meeting Paralímpico da Caixa, e também praticante de para-capoeira, destaca a importância do festival: “Aqui reafirmamos que as pessoas com deficiência podem ir aonde quiserem e fazer o que quiserem: arte, esporte. Capoeira adaptada é inclusão”, ressalta ele.

Para o professor Fábio Ferreira dos Santos, a capoeira tem grandes contribuições para dar à educação: “A capoeira ajuda a fortalecer a cultura afro-brasileira, propiciando maior conhecimento do país, de sua cultura e de seu povo”, aponta ele. “Como a capoeira tem suas regras, ela também ajuda a ter disciplina, a ter respeito pelo semelhante, autoconhecimento emocional. Tudo isso gera a harmonia necessária para praticar a capoeira, e serve para a vida”, destaca ele.

Assista ao vídeo abaixo:

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Vencedores do concurso “Juventude que Muda a Educação Pública” irão apresentar projetos na Conae 2024

Cinco projetos de educadores de todas as regiões do país se destacaram e foram vencedores do concurso “Juventude que Muda a Educação Pública”. Promovido pela CNTE e suas entidades filiadas, entre outubro e dezembro de 2023, o projeto busca aproximar a juventude trabalhadora da educação com o movimento sindical, fortalecendo a identidade desses públicos na luta.

O coordenador do Coletivo da Juventude da Confederação, Luiz Felipe Krehan, conta que a ideia nasceu durante o encontro de juventude realizado em 2022, e foi definida como uma das metas de fortalecimento da organização de jovens para 2023.

“Acreditamos que muitos jovens trabalhadores na educação sabem que os projetos educacionais/sociais que estão envolvidos são formas de fortalecer a educação pública e de qualidade. O concurso é a nossa forma de dizer que a CNTE e seus sindicatos filiados estão na luta com esses educadores”, enfatizou Luiz.

Bruno Vital, que também coordena o Coletivo com Luiz, reforçou que o concurso joga luz sobre como a juventude está mudando suas realidades por meio da educação.

“Além de criar a identidade e a demarcação etária da juventude, o concurso nos ajuda a dialogar com esse segmento e também nos aproximar desses/as trabalhadores/as, estando eles/as sócios ou não a nossas entidades.”

Segundo os coordenadores, a segunda edição do concurso já se encontra em planejamento, e a intenção é tornar a iniciativa permanente.

Os educadores vencedores desta edição terão a oportunidade de apresentar os seus projetos na Conferência Nacional de Educação (Conae), que será realizada em Brasília no fim de janeiro.

Vencedores

Trabalhadores de até 35 anos de idade submeteram projetos que desenvolvem em suas escolas e/ou na comunidade escolar, com foco em Direitos Humanos, Inclusão e Ações Educativas Emancipadoras.

O processo de avaliação iniciou pelos sindicatos filiados à CNTE do estado onde foi feita a inscrição. Após a triagem, o projeto destaque de cada estado foi avaliado, e foram selecionados os melhores projetos de cada região do Brasil. Confira a lista de vencedores:

 

REGIÃO NORTE – Tocantins

Professor: Jonas Gomes da Silva

Projeto: Práticas Experimentais de Física e Olimpíadas de Foguete

Sindicato representante: SINTET-TO (Sindicatos dos Trabalhadores em Educação no Estado de Tocantins)

REGIÃO NORDESTE – Piauí

Professor: Antonio Grasiane de Sá

Projeto: Bonecos do Bem

Sindicato representante: SIMTEP-PI (Sindicato Municipal dos Trabalhadores da Educação de PIO IX)

REGIÃO CENTRO-OESTE – Distrito Federal

Educador: Jadson Reis de Sousa

Projeto: Entre diversidades e diferenças da 3 da Norte para o Mundo

Sindicato representante: SINPRO-DF (Sindicato dos Professores no Distrito Federal)

REGIÃO SUL – Rio Grande do Sul

Educadora: Vitória Nicolini Nunes

Projeto: O Brasil que Jean-Baptiste Debret viu X o Brasil que nós vemos

Sindicato Representante: CPERS-RS (Sindicato dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul)

REGIÃO SUDESTE – São Paulo

Educadora: Samira Moreira Guergolett

Projeto: Tutoria pedagógica bilíngue

Sindicato Representante: APEOESP – SP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo)

 

* Com informações da CNTE.

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Lei “Não e Não” é vitória das mulheres contra o assédio

“Não é Não” é uma expressão que vem sendo difundida há muitos anos para ressaltar que os homens não têm o direito de obter qualquer acesso não consentido aos corpos das mulheres. Por essa simbologia que remete a uma mobilização mundial, é esse o nome da lei 14.786/2023, recentemente sancionada pelo presidente Lula, que cria um protocolo para proteção e atendimento em casos de violência contra a mulher, fazendo com que bares, restaurantes, casas noturnas e outros estabelecimentos se responsabilizem pelo combate ao assédio e violência sexual.

A lei, de autoria da deputada gaúcha Maria do Rosário (PT), reconhece toda a legislação sobre violência contra mulheres existente no país, e estabelece procedimentos para que os estabelecimentos e eventos de grande circulação de pessoas façam sua adesão. “Proprietários e equipes que trabalham nesses ambientes não podem desconhecer que há mulheres e jovens sofrendo assédio, quando muitas vezes ocorre de forma explícita, e se omitam quando pedem ajuda. Precisam ser proativos e combater o problema”, afirmou a deputada.

O objetivo da lei é combater condutas como estupro, assédio e importunação sexual, além de qualquer outra forma de violência ou constrangimento de natureza sexual, inclusive contato físico não consentido, xingamentos, humilhações ou flerte insistente e ostensivo.

Segundo a pesquisa “Bares Sem Assédio”, que ouviu 2.221 mulheres maiores de 18 anos no país em um questionário disponibilizado pela internet no início de 2022, cerca de dois terços das brasileiras entrevistadas relataram já terem sofrido algum tipo de assédio em bares, restaurantes e casas noturnas. O estudo revelou também que 53% das entrevistadas já deixaram de ir a um bar ou balada por medo de assédio e apenas 8% frequentam regularmente este tipo de estabelecimento sozinha. 41% delas se sentem mais confortáveis na presença de um grupo de amigos. Dentre as que relatam assédios, 40% já foram seguradas por alguma parte do corpo por não terem dado atenção ao agressor. 63% contam que sentiram raiva e 49% impotência diante da violência.

Para a coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro, Mônica Caldeira, as mulheres são desrespeitadas e subjugadas recorrentemente nos mais diversos espaços, o que faz com que leis como essa sejam necessárias: “Um grande desafio para leis como a “Não é Não” é vencer a naturalização do assédio e de determinadas abordagens, que se amparam em estereótipos de comportamento e de imagem. Por exemplo: quando a mulher impõe limites, alguns homens agem como se ela estivesse ‘fazendo charme’, ou pudesse ser vencida pelo cansaço”, aponta Mônica.

Clique no botão abaixo para ler a íntegra da nova lei.

Não É Não

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Mostra Literária da EC 403 Norte leva público a voar na imaginação

Mostra Literária da EC 403 Norte. Da esquerda para a direita: Shirley Santana (diretora da escola); Regina Célia (diretora do Sinpro); Mirian de Oliveira (pedagoga EEAA); Andreia Nunes (vice-diretora da escola)

 

 

“Voe com a sua imaginação e participe”. Nada mais lúdico do que esse título da Mostra Literária que a Escola Classe 403 Norte (EC 403 Norte), da rede pública de ensino do Distrito Federal, realizou em 18 de novembro de 2023, para efetivar a culminância das atividades pedagógicas desenvolvidas durante o ano e que integram o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola.

O resultado desse esforço não poderia ser outro a não ser este de voar com a imaginação e apresentar ao mundo um acervo abundante de trabalhos literários com vários vieses que vão da política, do social, do cultural à música e à literatura: tudo desenvolvido durante o ano letivo na escola.

“Todo o trabalho e todas as pessoas que estiveram na escola puderam voar com a imaginação. Aqui encontramos um mundo literário, político, social, cultural, música e apresentações fantásticas dos trabalhos dos alunos, mostrando, assim, o trabalho de excelência da escola pública do Distrito Federal”, afirma Regina Célia Pinheiro, diretora do Sinpro-DF.

Shirley Santana, diretora da escola, considerou a Mostra Literária de 2023 sensacional porque a emoção é vibrante em cada estante de livros, em cada sala de aula em razão da participação dos(as) estudantes. “Essa mostra foi maravilhosa porque em cada estante e em cada sala de aula que você entra, você se emociona porque nós sabemos que foi algo construído com as crianças e elas se envolveram completamente nos nossos projetos”.

Mais uma vez a EC 403 Norte demonstra, na culminância de fim de ano, sua atuação de excelência na ação pedagógica. O trabalho é tão envolvente que toda a comunidade escolar, com destaque para as famílias dos(as) estudantes, se envolveram. “Da direção à equipe de limpeza, todos se envolveram na realização da Mostra Literária e é algo que precisa ser mostrado não apenas para o Distrito Federal, mas sim para o mundo”, afirma Shirley.

Andreia Nunes, vice-diretora da EC 403 Norte, explica que um dos ideais desta gestão era trazer as famílias para participar da ação pedagógica e envolvê-las. “A gente traz as famílias para opinarem, com sugestões de como a gente vai trabalhar”.

Mirian de Oliveira, pedagoga EEAA, admite que o trabalho é difícil e afirma que as superações das dificuldades se devem muito à união da equipe de professores(as) e à receptividade da direção. “A nossa equipe é unida. Os professores estão sempre juntos com a gente e a direção sempre está aberta a conversas”.

Confira o vídeo da Mostra Literária a seguir e “preparem-se para voar com sua imaginação através da literatura, da ciência, de temas políticos, da pedagogia da autonomia, dentre outras ferramentas de sonhos e construções!”, convida Regina Célia.

 

JANEIRO BRANCO: A importância de dar atenção à saúde mental

Um novo ano começa, e esse é um bom momento de se repensarem as próprias atitudes e se estabelecerem novos compromissos rumo a uma vida saudável e feliz. O Janeiro Branco é uma campanha que visa a destacar a importância de dar atenção à saúde mental, emocional e psíquica.

A cor branca, além da paz – necessária para a saúde mental -, também pode significar uma folha em branco, onde se podem escrever novas palavras ou se produzirem novos desenhos. O convite do Janeiro Branco é a que as pessoas renovem seus hábitos de modo a priorizar a saúde: sempre podemos recomeçar!

Ao longo do ano, trabalhadores e trabalhadoras são acometidos por diversas modalidades de adoecimento psíquico advindas da dinâmica de trabalho à qual estão submetidos. O estresse causado por sobrecarga de trabalho; o medo e a ansiedade que assolam aqueles que estão expostos a situações de violência e outros tipos de risco; as vítimas de assédio moral; as más condições de trabalho que conduzem a um esgotamento físico e mental; entre outras possibilidades.

Professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais vivenciam muitas dessas situações com muita frequência. Por isso, no fim de 2021, a psicóloga Luciane Kozicz, que coordena a Clínica do Trabalho do Sinpro, elaborou o estudo “Novas formas de trabalhar, novos modos de adoecer”, realizado com 714 trabalhadores da educação. Ela descobriu que a categoria do magistério público do DF sofre com prejuízos nas pregas vocais, distúrbios osteomusculares, lesões por esforço repetitivo e doenças do aparelho respiratório. Entre os danos psicológicos, destacam-se o estresse crônico, ansiedade, depressão e síndrome de Burnout. Os danos sociais que se sobressaíram relacionam-se a sobrecarga, hiperatividade, solidão e assédio moral.

É muito importante identificar o processo de adoecimento – por isso a importância da campanha de conscientização – e procurar ajuda para superá-lo. A Clínica do Trabalho do Sinpro foi criada em 2018 com essa finalidade. “Tem sido mais importante do que nunca dar atenção às questões da saúde mental, olhando com carinho para nós mesmos e também para os colegas ao nosso redor”, enfatiza Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro. “A solidariedade também é uma ferramenta fundamental para combater o adoecimento psíquico que leva tantos de nós a nos afastarmos de nossas atividades”, completa ela.

A Clínica do Trabalho promove atendimento psicológico individual para professores (as) e orientadores(as) educacionais e realiza palestra nas escolas. Para saber mais, clique no botão abaixo:

Clínica do Trabalho

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EC 502 do Itapoã realiza oficinas de capoeira

Reprise da publicação sobre as oficinas de capoeira realizadas na EC 502 de Itapoã. Confira, novamente, a atividade pedagógica que integra a formação dos(as) estudantes na construção de uma sociedade mais inclusiva, justa e, principalmente, antirracista, respeitando e acolhendo a pluralidade e diversidade. As oficinas foram realizadas pela EC 502 do Itapoã nos dias 27 de novembro (matutino) e 28 de novembro (vespertino). Na ocasião, escola recebeu 14 integrantes do grupo de capoeira Caps Paranauê (liderado pelo professor Antônio) para ministrarem oficinas de capoeira para cerca de 600 estudantes, desde a Educação Infantil, até o 5°ano do Ensino Fundamental.

A atividade prática foi um complemento das que ocorreram em sala com os professores regentes e tem como objetivos desenvolver aspectos corporais, lúdicos, artísticos, estéticos e musicais, assim como aqueles ligados à oralidade, história da população negra e história local por meio do jogo e da roda de capoeira. E também contextualizar a capoeira para as crianças explorando sua potente linguagem como recurso.

Gestora da escola, Paula Augusto diz que “como pedagoga, apoio e acho importantíssimo a prática da capoeira no cotidiano escolar. O ideal é que fizesse parte do currículo oficial da SEEDF, pois trabalha a corporeidade, o cognitivo e o desenvolvimento global das crianças. E desenvolve a coordenação motora, a percepção sensorial, corporal e o senso de  cooperação. Eu acho importante que projetos como esses de capoeira estejam presentes nas escolas públicas.Todas merecem ter capoeira na educação infantil e no ensino fundamental”.

Márcia Abreu, que executa o apoio pedagógico na escola, foi quem organizou a oficina, junto com o professor de capoeira e a equipe da EC 502. Ela diz que “o trabalho com as diferentes linguagens pode ser bastante ampliado nesse contexto no qual as crianças são convidadas a explorar objetos musicais, vídeos, instrumentos. É fundamental garantir a elas tempo para explorarem mais autonomamente todos os materiais e descobrirem, por conta própria, recursos e possibilidades, antes de sua apresentação pelo professor, por um capoeirista ou por outro parceiro mais experiente. O mesmo se pode dizer sobre a exploração das imagens e dos elementos estéticos sobre a cultura negra e a prática da capoeira. É importante ampliar as referências visuais, evitando desenhos prontos ou estereotipados, que tendem a valorizar o lado folclórico mais do que a presença cultural do negro e da capoeira em nossa cultura”.

De acordo com ela, “as oficinas são parte de um trabalho sobre o mês da consciência negra. E as crianças amaram, se envolveram e foram sujeitas à sua própria aprendizagem e construção de conceitos”. Ela afirma que com a ação, percebeu a “mudança no comportamento, pois houve aprendizagem. E isso é o que nos motiva enquanto profissionais da educação”.

Para ver as fotos do álbum do Facebook do Sinpro clique aqui.

Publicado, originalmente, em 03 de dezembro de 2023.

Nota de Pesar | Neuzete Leite da Silva

Com muita tristeza, o Sinpro-DF informa o falecimento da professora Neuzete Leite da Silva, aos 58 anos, ocorrido ontem, 25/12/23, no Hospital de Base.

Neuzete trabalhou no CAIC Albert Sabin, em Santa Maria, por 13 anos – 9 deles na sala de leitura, fazendo empréstimos de livros e contando histórias.

A professora dedicou a sua vida ao estudo e trabalho ao magistério, e lutou, incansavelmente, por uma educação pública de qualidade para as filhas e filhos dos trabalhadores.

Neuzete deixa 1 casal de filhos e 3 netos.

O velório e sepultamento da professora Neuzete ocorre amanhã, 27/12, das 13h às 15h na Capela 3 do Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

A diretoria colegiada do Sinpro lamenta profundamente essa perda tão precoce, e é solidária à dor da família e dos amigos de Neuzete.

Professora Neuzete Leite da Silva: presente!

Orientadores e orientadoras educacionais se reúnem na chácara do Sinpro

No último dia 15 de dezembro, foi realizado na chácara do Sinpro o encontro formativo e comemorativo do dia do orientador e da orientadora educacional. O evento contou com a presença de vários profissionais, e painéis que dialogaram diretamente com a prática político-pedagógica do orientador e da orientadora educacional.

“Depois de um ano intenso de luta e de trabalho, diante de todo o descaso do GDF com a sobrecarga de trabalho, o encontro foi o último evento deste ano realizado pela diretoria colegiada do Sinpro, que destinou um olhar especial para esses e essas profissionais”, disse Luciano atos, diretor do Sinpro e orientador educacional.

 

Paineis formativos

Durante o encontro, orientadores e orientadoras participaram de painéis formativos. Ouviram (e compartilharam experiências) sobre vários assuntos.

A Dra. Luciane Kozicz, psicóloga clínica, psicanalista e pesquisadora do Núcleo de Trabalho e Linguagem da Universidade de Brasília, falou sobre o incômodo: de socorrista a intensivista.

Mônica Caldeira, diretora da Secretaria de Assuntos e Políticas para mulheres Educadoras do Sinpro, explicou sobre o conceito de trabalho decente da Convenção 190 da OIT numa reflexão com a(o) orientadora(o) educacional.

A diretora da Secretaria de Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, Márcia Gilda, expôs sobre o antirracismo na construção da Escola que queremos.

Rosilene Corrêa, diretora da Central Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), apresentou o impressionante relatório do Grupo de Trabalho do Ministério da Educação que fez um levantamento sobre a violência nas escolas, com o perfil e motivações dos agressores.

A diretora de Política Educacional do Sinpro e diretora da CNTE Berenice Darc falou sobre os desdobramentos da PEC 573, que trata da aposentadoria especial de orientadores(as) educacionais.

“Temos pautas importantes para o ano que vem, dentre elas está a aprovação da PEC 573, que trata da questão da aposentadoria, e outras pautas de luta da categoria”, lembra Luciano.

Secretaria de Mulheres do Sinpro realizou encontro de vivência e formação; confira vídeo

Dia 9 de dezembro, aconteceu o encontro de mulheres com vivências, imersão e formação. O evento foi a culminância dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. Dividiu-se em dois momentos, um com atividades de autoconhecimento e autocuidado; e outro político e coletivo.

Assista ao vídeo abaixo para saber como foi!

Realizado na chácara do Sinpro, o encontro começou com atividades de reflexão e autofortalecimento. Nesse momento de imersão interior, foi oferecido às cerca de 70 participantes um escalda-pés com ervas aromáticas, e as mulheres refletiram sobre suas individualidades, fortalezas, medos, desejos e sonhos.

A segunda parte do encontro foi de formação política, sobre feminismo e patriarcado. Com os índices de violência urbana, as participantes construíram uma árvore de luta, em que as raízes representam as tradições do patriarcado; o tronco são as ações para se romper com essa cultura, e os frutos seriam os resultados de uma revolução feminista, a partir dessa nova realidade.

“Há uma força dentro de cada uma de nós mulheres. Porque desde pequenas somos obrigadas a criar estratégias para vencer o machismo e a misoginia, seja reagindo à imposição do trabalho doméstico, seja sabendo que estudar é nossa melhor saída. O encontro de mulheres de 2023 foi uma maneira de fazer com que cada mulher reencontre com essa sua força interior e se conecte com ela na rede de solidariedade, na sororidade. Uma pela outra sempre!”, declarou a coordenadora da secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras, Mônica Caldeira.

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Sinpro realiza ação política e solidária de doação de sangue

Na manhã de 12 de dezembro, professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais aprovados no concurso de 2022 realizaram uma ação política e solidária para chamar a atenção do governador Ibaneis Rocha e da população do DF. O ato, chamado pelo Sinpro, foi uma doação de sangue coletiva para abastecer os estoques do Hemocentro.

Essa ação vem se somar a diversas outras iniciativas que o Sinpro-DF tem tomado: outdoors espalhados por todo o DF; inserções na TV; ações nas redes sociais; movimentação junto aos parlamentares da Câmara Legislativa e ao Ministério Público; além dos debates nas escolas e com as comunidades escolares.

>>> Saiba mais: CONVOCA JÁ: SINPRO EXPÕE DADOS QUE MOSTRAM NECESSIDADE URGENTE DE NOMEAÇÕES


Reunião do Sinpro com o governo

A pressão tem sido intensa, e na última reunião da comissão de negociação do Sinpro com o governo, ficou garantido que dia 29 de dezembro será publicada a nomeação dos 776 professores(as) e orientadores(as) educacionais aprovados(as) no último concurso do magistério público, nas vagas imediatas.

Na ocasião, a Comissão de Negociação lembrou que, mesmo com os 776 novos(as) servidores(as) do magistério, o ano letivo de 2024 se iniciará com o déficit de, ao menos, 300 vagas. Isso porque, por ano, cerca de 1000 servidores do magistério público se aposentam. E vale lembrar que a convocação de todos os aprovados e aprovadas no concurso de 2022 – vagas imediatas e cadastro reserva – fez parte do acordo que suspendeu a última greve do magistério, em maio de 2023.

>>> Saiba mais: SINPRO PRESSIONA E GDF GARANTE NOMEAÇÃO DE APROVADOS ANTES DA VIRADA DO ANO

 

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