Confira a programação de fim de ano da EPAT, de Ceilândia
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O fim de ano está bem agitado na Escola Parque Anísio Teixeira (EPAT), de Ceilândia. Na semana de 22 a 29 de novembro, ocorre a semana de música. São apresentações resultantes do trabalho realizado durante todo o ano letivo, nas oficinas de canto, teclado, violão, guitarra e violino. No dia 24 de novembro, será inaugurada a exposição de artes plásticas, e no dia 8 de dezembro, às 19h, haverá as apresentações das coreografias do espetáculo de dança. Os dois eventos ocorrem no auditório da escola.
Ao longo da semana musical, haverá apresentações musicais individuais ou em grupo, sempre no auditório da escola. A apresentação das coreografias são a conclusão das atividades e processos realizados na Oficina de Dança. As danças trazem os elementos, estilos e composições executados ao longo do semestre, com elaboração e composição de cenários e figurinos. A exposição de artes plásticas abarca a produção do ano letivo de desenhos, pinturas, esculturas e colagens.
Confira abaixo a programação completa da Semana de Música da EPAT.
A Escola Classe 33 de Ceilândia realizou no dia 11 de novembro seu primeiro chá literário. O evento foi a conclusão do projeto que durou todo o ano letivo. Todas as turmas da escola apresentaram seu projeto literário.
O projeto foi concebido pela diretora Sheyla da Cunha Cavalcante e da vice-diretora Paula Adriana Freitas.
“A ideia é incentivar a leitura e despertar o interesse das crianças pela literatura, e assim aproximar leitores(as) e escritores(as) – além de promover, também, a escrita das crianças”, conta a professora Valdene (Val) Rocha, que dá aula no primeiro ano.
E assim, as turmas produziram livros (individuais e coletivos), pinturas e desenhos. Para escreverem sobre os temas, pesquisaram sobre artistas brasileiras como Tarsila do Amaral ou sobre o cerrado.
Para comemorar os 53 anos da Biblioteca Demonstrativa do Brasil, a mostra das xilogravuras do artista plástico Valdério Costa será inaugurada nesta segunda-feira (20), às 16h, no espaço de exposições da BDB, ficando em cartaz até dezembro.
A exposição, com forte estética cordelista, se chama “Fragmentos do Reino Sol” e é influenciada pela obra de Ariano Suassuna criando uma estética de imagens que ilustram os cenários desérticos do sertão e suas histórias de humor e aventura. São oito obras da produção mais recente do artista.
“Essa pequena mostra reúne alguns arquétipos do imaginário do sertão nordestino, com uma temática que evoca fragmentos do universo da literatura de cordel e outras manifestações populares e tradicionais, que podem ser percebidas nas obras de Leandro Gomes de Barros, Ariano Suassuna e Vladimir Carvalho”, resume Valdério.
Valdério Soares da Costa nasceu em Natal (RN) em 13 de setembro de 1966. Mudou-se para Brasília no início dos anos 80. Laureado com a Medalha Mérito Distrital da Cultura Seu Teodoro, Governo do Distrito Federal /Secult-DF 2023. Vencedor do Prêmio Culturas Populares, categoria Mestres, Ministério da Cultura 2017. É graduado e mestrando em Artes Visuais pela UnB. Professor de Artes Visuais e História da Arte da SEDF. Poeta e artista plástico cadastrado pela Secretaria de Cultura do DF (com várias exposições individuais e participações em coletivas desde 1988). Com obras em diversas coleções no Brasil e no exterior.
A mostra tem entrada franca (no mesmo horário de funcionamento da biblioteca, na 506/507 Sul), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
O fotógrafo Jorge Monicci está precisando de sua ajuda para continuar trabalhando. Ele conta que, na manhã do dia 25 de outubro, teve o veículo arrombado, em Taguatinga (DF), e diversos itens pessoais e de trabalho foram furtados. O prejuízo estimado é de mais de R$ 15 mil. Ele lançou uma vaquinha virtual pelo site www.vakinha.com.br e nas redes sociais com o título “Salvem a minha arte”.
Ele conta que, além do conserto do carro, diversos objetos foram roubados, dentre eles, seu equipamento de trabalho: 1 lente fotográfica Canon EF 70-200mm 2.8 com estabilizador, (valor estimado: R$ 13.000 ); 1 mochila fotográfica de couro (valor estimado: R$ 1.560,00); 1 leitor de cartão (valor estimado: R$ 169,00); 1 cartão de memória 64gb (valor estimado: R$ 90,00); diversos cabos de transferência e disparador (valor estimado: R$ 350,00); 1 bolsa esportiva com roupas (valor estimado: R$ 500,00); 1 skate profissional (valor estimado: R$ 1.000,00); 1 case de lente (valor estimado: R$ 580,00); bolsa luva do flash (valor estimado: R$ 580,00).
“Peço a ajuda de todos/todas/todes para que eu consiga arrecadar o dinheiro e comprar meus instrumentos de trabalho. Ao final da vaquinha, iremos sortear 1 ensaio fotográfico meu para todos que ajudaram na campanha. Caso você queira fazer a doação diretamente para a minha conta, segue o meu PIX, CPF: 635.496.701-68”, pede o artista.
Participe! Toda vez que ajudamos alguém, sentimo-nos mais leves e nossa vida muda para melhor.
Entre em contato com Jorge Monicci para dirimir dúvidas pelo celular. O número é: 61-99976-4994.
SERVIÇO:
Confira como participar da vaquinha:
❗O prejuízo estimado é de mais de R$ 15 mil. Para conseguir, ao menos em parte, recompor o meu prejuízo material, criei uma vaquinha solidária online. 🐮💻
Observatório da Educação Básica repudia ampliação de escolas militarizadas no DF
Jornalista: Maria Carla
O Observatório da Educação Básica (ObsEB), vinculado à Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE/UnB), divulgou, nessa quinta-feira (16), nota de repúdio contra a decisão do governador Ibaneis Rocha, do MDB, de ampliar a militarização das escolas da rede pública de ensino da capital do País, anunciada no dia 14 de novembro de 2023. Na nota, o ObsEB afirma que essa declaração do governador do Distrito Federal é mais um ataque à gestão democrática e à formação crítica.
No texto, a entidade alerta para o fato de que “a denominada gestão compartilhada entre as forças de segurança e gestores civis, democraticamente eleitos, caracteriza uma fusão de dois modelos de atuação do Estado que confrontam os princípios da gestão democrática do sistema público de ensino do Distrito Federal (Lei 7.451/2012), em prol de uma educação pública democrática, inclusiva, laica e de qualidade social. Na contramão desses princípios, a política de militarização, conforme diversos estudos científicos apontam (Gomes, 2022; Torres, 2023; Barros, 2021; Rocha, 2021), visam manter a hegemonia de grupos sociais dominantes, agindo como expressão do monopólio legal da violência do Estado no interior da escola”.
Confira, a seguir, a nota do ObsEB na íntegra
Ampliação de escolas militarizadas no DF: ataque à gestão democrática e à formação crítica
O Observatório de Educação Básica (ObsEB), vinculado à Faculdade de Educação – Universidade de Brasília (FE/UnB), espaço de natureza política, científica, acadêmica e social, defende a educação pública, gratuita, laica, de qualidade social referenciada e democrática. Com esse propósito, vem a público manifestar seu posicionamento contrário à ampliação do programa de militarização de escolas públicas da rede de ensino do DF, anunciada pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, no dia 14 de novembro de 2023.
A denominada gestão compartilhada entre as forças de segurança e gestores civis, democraticamente eleitos, caracteriza uma fusão de dois modelos de atuação do Estado que confrontam os princípios da gestão democrática do sistema público de ensino do Distrito Federal (Lei 7.451/2012), em prol de uma educação pública democrática, inclusiva, laica e de qualidade social. Na contramão desses princípios, a política de militarização, conforme diversos estudos científicos apontam (Gomes, 2022; Torres, 2023; Barros, 2021; Rocha, 2021), visam manter a hegemonia de grupos sociais dominantes, agindo como expressão do monopólio legal da violência do Estado no interior da escola. Nessa perspectiva, objetiva-se formar os estudantes para a conformação numa lógica pouco criadora e coercitiva, portanto, indivíduos estéreis de uma visão de mundo transformadora.
Além disso, a gestão compartilhada entre educação e segurança pública, sob os argumentos de garantir a segurança e a disciplina nas escolas, introduziu profissionais sem formação pedagógica em um contexto complexo e essencialmente educativo. Tal ação serve para atestar que os professores não têm capacidade para resolver o problema da indisciplina escolar nem educar com democracia, configurando-se em um processo de desfiguração da imagem do professor e afronta à sua autonomia para conceber, executar e avaliar o trabalho pedagógico, responsável pelo alcance dos objetivos e intencionalidades do projeto político-pedagógico das escolas. Essa divisão da gestão contribui também, para alienar ainda mais o gestor escolar do processo do seu trabalho, fazendo com que ele perca o sentido político-pedagógico de sua ação enquanto diretor.
As normas que militarizam a gestão escolar no DF tratam o fenômeno da violência como se fosse gerado pela escola e dentro dela e não como algo estrutural da sociedade, proveniente das diferenças sociais e da ausência de atuação do Estado. Assim, fica evidente que o projeto de “enfrentamento da violência no ambiente escolar” (DISTRITO FEDERAL, 2019) não passa de intenção vazia, pois o verdadeiro enfrentamento da violência escolar se faz com uma educação voltada para a democracia e com políticas públicas direcionadas à garantia de empregos, salários, educação, saúde, segurança, cultura e lazer.
É importante destacar, que a atividade policial no perímetro externo da escola é bem-vinda, pois a violência que ocorre na sociedade acaba reverberando no interior do estabelecimento de ensino. Portanto, se por um lado o trabalho preventivo ao redor do ambiente escolar deve ser feito pela polícia, por exemplo, com a ampliação do batalhão escolar, por outro, na sala de aula e demais espaços educativos, a formação humana é responsabilidade exclusivamente de docentes, que integram a categoria formada e preparada para mediar o processo de aquisição e produção do conhecimento com vistas à conscientização discente e sua participação ativa na transformação social.
Em face disso, é inaceitável a ampliação do programa como mecanismo de garantir a segurança na escola e no seu contexto.
EPC Proem pede doações para desenvolver projeto com lojinha
Jornalista: sindicato
A Escola Parque da Cidade Proem possui um projeto semestral, que agora no dia 22 de novembro às 13h terá a segunda edição: o Banco Proem/Lojinha Proem, que se complementam. Na verdade, a lojinha já até existia, mas não era atrelada com esse projeto de educação financeira e competências socioemocionais para os alunos do 1º ao 9º ano da escola, que é de natureza especial, que leciona para estudantes em vulnerabilidade social e pedagógica, com condição financeira fragilizada.
“A dinâmica do projeto é da seguinte forma: ao longo do semestre os estudantes vão depositando os cheques em suas contas no Banco Proem (Proens é a nossa moeda), que são conquistados diariamente por meio de realizações de atividades em todas as disciplinas (todos os professores participam): frequência escolar, atitudes de respeito, gentileza, empatia, zelo pelo patrimônio da escola, respeito à diversidade, evitar desperdício de alimento, entre outras atitudes e ações. No final de cada semestre os estudantes compram produtos da lojinha. Todos os produtos da lojinha são de doações” explica Rogerisson Caetano, professor de matemática e idealizador da iniciativa.
Os objetivos são aprimorar as competências socioemocionais, utilizar o dinheiro de forma mais consciente e equilibrada, tomar decisões acertadas sobre finanças e consumo, além da aquisição por parte dos estudantes, de produtos da lojinha que serão úteis para eles.
“Os estudantes têm duas aulas de Educação Financeira semanalmente. E sempre estão resolvendo situações-problema que envolvem finanças. Em alguns intervalos vendemos alguns produtos produzidos na oficina de culinária, e muitos estudantes não compram, pois querem economizar para a lojinha. Muitas das vezes colocamos produtos com valores altos e eles entendem que o produto não é de muita necessidade para eles e preferem poupar o ‘dinheiro’. Nas aulas eles relatam o seu dia a dia (questão de atraso em contas de luz, que dessa forma gera juros, multas). Relatam a questão de comprar a prazo e à vista. Fazem conversão de real para Proens. Entendem que o produto fica mais caro se há pouca oferta e muita demanda”, diz Rogerisson.
Como ajudar
As doações podem ser entregues na escola (Parque da Cidade) ou entrando em contato para que alguém da EPC Proem possa ir buscar: 3901-7620. Sugestões de o que doar: roupas (adolescentes), calçados (adolescentes), fone de ouvido, produtos de higiene pessoal (shampoo, hidratantes, creme de cabelo, desodorante, perfume, entre outros), bijuterias, ingressos para Nicolândia, patins, chocolates. Na última edição, chegaram a receber doações de bicicletas, mochilas e até de um celular.
Também é possível doar por pix, qualquer quantia. O valor arrecadado será revertido em produtos para a lojinha. A chave é 61994019400 (Associação de Pais, Amigos e Mestres da Escola do Parque da Cidade).
Para ver as fotos do álbum do Facebook do Sinpro clique aqui.
EC 01 de Taguatinga organiza a primeira Feira Literária
Jornalista: sindicato
Idealizada pelas professoras Tatiana Oliveira Santana e Luciana Dias, ambas foram as responsáveis pela elaboração do projeto e apoio aos professores, junto à coordenação pedagógica e gestão da escola para que tivesse êxito a primeira Feira Literária da EC 01 de Taguatinga, que ocorreu no dia 1 de novembro, reunindo 260 alunos(as) do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.
A Feira “é um projeto que vinha sendo construído nos últimos anos, mas que por conta da pandemia só conseguimos realizar agora. A antiga biblioteca da escola acabou sendo desativada para dar lugar a uma sala de aula em 2021 e assim assegurar o distanciamento necessário para a época. Com o apoio da ONG Amigos da Vida conseguimos inaugurar um espaço novo neste ano (Biblioteca Renato Russo) e colocamos o projeto em ação. Além de estimular o interesse pela leitura nos estudantes, priorizamos valorizar os autores nacionais e envolver as crianças não apenas nas histórias, mas também na biografia desses artistas. Os professores conseguiram contatos com alguns desses autores e os estudantes se sentiram honrados em poder conversar por exemplo com Mary Bussom e Jonas Ribeiro”, diz Tatiana Oliveira Santana, professora readaptada e uma das responsáveis pelo evento.
No evento, os alunos desenvolveram as atividades durante os três bimestres de acordo com cada autor e obra, que era escolhido por cada turma. Então, eles(as) interpretavam, apresentavam a obra no evento. “Os estudantes criaram produtos de arte, desenvolveram projetos, painéis e demonstraram destreza para apresentar os autores e suas obras para o público. A Feira foi um sucesso na qualidade dos trabalhos apresentados, pela organização dos stands e, claro, pelo conhecimento trocado e brilhantemente compartilhado. Foi um dia extremamente rico e encantador. Estamos contentes com o resultado e cheias de planos para 2024”, relata Tatiana.
A Feira também contou com a participação da comunidade escolar e com convidados contadores de histórias, como Maristela Papa, William Reis de Oliveira e Luciana Cavalcante.
Para ver as fotos no álbum do Facebook do Sinpro, clique aqui.
UnB oferece curso com certificado para professores de História da rede
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A Faculdade de História da UnB realiza, na próxima semana, entre os dias 21 e 24 de novembro, o curso de extensão “II Escola de História das Ciências da UnB”. Voltado para a capacitação de professores e de alunos de licenciaturas, o evento conta com diversas atividades, como conferência, mesa-redonda, minicursos e oficinas.
A II Escola de história das Ciências da UnB acontece no auditório da pós-graduação de História. É um evento 100% presencial e gratuito, e dará direito a certificados.
As inscrições do público externo à universidade podem ser realizadas pelo SIGAA da UnB, basta realizar um rápido cadastro. Clique no botão abaixo para fazer a inscrição.
Ajude a estudante de Medicina Ana Carla a ir a Oxford
Jornalista: Alessandra Terribili
Ana Carla é filha de um professor da rede pública e está se formando em Medicina na UnB! Ela foi aprovada para um estágio na conceituada Universidade de Oxford, na área de Ginecologia/Obstetrícia, ganhando uma das 50 vagas oferecidas ao mundo todo!
O período do estágio é de 6 semanas, entre janeiro e fevereiro de 2024. Para ela efetivamente conseguir cumpri-lo, há despesas importantes com hospedagem, passagens e diárias de alimentação, transporte e seguros beiram os R$ 30 mil.
A estudante só poderá realizar esse grande feito se conseguir juntar esse montante em poucas semanas. Para isso, ela conta com a solidariedade de todos e todas que puderem contribuir, seja através da vaquinha online (clique no botão abaixo), seja através do pix acarlafb@gmail.com. Ana Carla e sua família agradecem!
Vitória! Professores(as) que atuaram em CT entre 2014 e 2019 já estão recebendo ações de pagamento de gratificações
Jornalista: Alessandra Terribili
Professores e professoras que trabalharam na rede pública em contrato temporário entre 2014 e 2019 já estão recebendo o pagamento correto referente a gratificações (GAA, GAEE, GARZ, GADERL ou GADEED), graças à vitória em ação judicial movida pelo Sinpro.
Mais de 400 professores(as) já receberam esse pagamento, e cerca de 3 mil ainda o receberão. Funcionários do Sinpro e do escritório Resende, Mori e Hutchison Advocacia estão entrando em contato com aqueles e aquelas que ingressaram com essa ação judicial através do departamento jurídico do sindicato, para que enviem os documentos necessários.
Atenção: não caia em golpes! Nem o sindicato nem os funcionários(as) do escritório de advocacia JAMAIS pedem qualquer quantia em dinheiro para a liberação de precatórios ou solicita qualquer depósito bancário para a liberação de processos jurídicos. Os(as) advogados(as) somente entram em contato para agendar atendimentos, que ocorrem na sede e subsedes do Sinpro, ou de forma virtual, sem cobrar qualquer valor por isso.
“Em fevereiro desse ano, o Jurídico do Sinpro entrou em contato comigo por e-mail falando dessa ação. Em seguida entrei em contato com um dos diretores do sindicato pra perguntar se de fato estavam fazendo esse levantamento, pois tinha medo de golpe. O Jurídico do Sinpro analisou e constatou que eu teria direito de receber a diferença. Em todo tempo foram solícitos e tiraram todas as minhas dúvidas”, disse a professora Kelly Regina. “É importante enfatizar que mesmo hoje, atuando como professora efetiva, temos um sindicato que luta pelos direitos de todos os professores, independentemente do regime de contratação”, completou.
Se tiver dúvidas, procure um diretor ou diretora do Sinpro ou o escritório Resende Mori e Hutchison Advocacia, pelo whatsapp 3031-4400.
O Sinpro orienta professores(as) e orientadores(as) educacionais a verificarem se seus contracheques estão corretos. Se houver qualquer erro, procure o diretor ou diretora do Sinpro que visita sua escola.