Biblioteca Agostinho da Silva tem evento de lançamento nesta quarta (8) na UnB
Jornalista: sindicato
Na noite desta quarta-feira (08/11) a partir das 19h na Faculdade de Educação da UnB (Campus Asa Norte), Sala dos Papirus (Prédio FE 01), ocorre o lançamento da Biblioteca Agostinho da Silva, com as coleções “Educação, Reinvenção e Liberdade – Tomo I: Educar para a vida”, que traz as ideias (e projetos) – do filósofo sobre educação. E “Filosofia enquanto Poesia”, com três livros e vários artigos de Agostinho e ensaios de outros importantes intelectuais.
Na abertura, participarão Márcia Abrahão Moura (Reitora da UnB), Luís Faro Ramos (Embaixador de Portugal no Brasil), Carlos Henrique de Carvalho (Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFU), Liliane Campos Machado (Diretora da FAE – UnB), Danielle Pamplona Nogueira (Vice-Diretora da FAE-UnB), Amon Pinho (Diretor da Cátedra Agostinho da Silva – UFU) e Ana Clara Medeiros (Diretora da Cátedra Agostinho da Silva – UFU).
Em seguida, serão feitas exposições e diálogos por José Geraldo Sousa Júnior (FD – UnB), Celso Amorim (Presidência da República – Assuntos Internacionais), Maria Luíza Pereira (FAE – UnB), Marcus Mota (IDA – UnB), Romana Valente e Amon Pinho (diretores da Cátedra Agostinho da Silva – UFU).
Agostinho da Silva (1906-1994) foi um filósofo, poeta e escritor luso-brasileiro. Nasceu na cidade de Porto (Portugal) e após ser censurado e perseguido pela ditadura de Antônio Salazar, veio para a América do Sul, morando no Brasil por mais de 20 anos. Lecionou em universidades, traduziu autores clássicos, foi articulista e produziu ensaios e novelas. Retornou a Portugal em 1969, com o acirramento da ditadura brasileira.
A diretoria colegiada do Sinpro reitera que não haverá cobrança de taxa negocial da categoria, bem como nunca houve desconto de imposto sindical.
Por decisão política, o Sinpro-DF nunca recolheu imposto sindical quando ele existia (foi abolido pela última reforma trabalhista em 2017), por apostar no autofinanciamento: o Sinpro-DF sempre se sustentou através da contribuição voluntária de filiadas e filiados.
Diante da não cobrança da taxa negocial, não é necessário que professores(as) e orientadores(as) educacionais enviem ao Sinpro-DF qualquer tipo de requerimento ou formalização de pedido para negar a contribuição.
O que é taxa negocial
O imposto sindical era uma contribuição compulsória estabelecida em legislação desde a década de 40. A CUT sempre foi contra o imposto sindical. Entretanto, a forma como a reforma trabalhista o extinguiu teve brutal impacto sobre a organização sindical no Brasil, com muitas entidades fechando as portas.
Este ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) teve a compreensão de que os efeitos da luta sindical são expressos em cada acordo coletivo e beneficiam o conjunto da categoria à qual correspondem. Portanto, seria justo que todos os trabalhadores e trabalhadoras custeiem o processo que foi desenvolvido e culminou com o acordo coletivo – processo que demanda altos custos com advogados, materiais de divulgação, estrutura.
Assim, surgiu a taxa negocial. Diferente do imposto, segundo o qual bastava o sindicato existir, ela deve ser debatida e aprovada em assembleia em meio aos debates de campanha salarial e acordo coletivo, e não a qualquer tempo.
Base do Sinpro-DF
Por princípio e por acreditar no financiamento voluntário da entidade por sindicalizados e sindicalizadas, o Sinpro-DF reafirma que não há nem haverá (assim como nunca houve) desconto de taxa negocial de nenhum professor(a) ou orientador(a) educacional.
Canal no Youtube de professor tira dúvidas de alunos em geometria
Jornalista: sindicato
O Enem começou neste último final de semana. A segunda parte dos exames, será no próximo domingo (12/11), inclusive com a prova de matemática. Para ajudar os(as) estudantes, o professor Wellington Santos, do CED 16 de Ceilândia, criou há cerca de três anos um canal no Youtube, chamado “A Matemática É Linda”. O foco dele é em geometria.
“Agora para o Enem de 2023 eu fiz uma playlist com exercícios resolvidos das questões de geometria dos exames anteriores. Não é só a resolução da questão que eu abordo. Também as técnicas de como resolver as questões, de interpretação, e de realização de cálculos sem o uso da calculadora, algo que os alunos têm dificuldade”, conta.
Já são mais de 200 inscritos, com 82 vídeos postados até o momento. O professor diz que também resolve “questões de cálculo para quem está na universidade, alguma dúvida específica de algum aluno. Pois não basta apenas resolver a questão, o aluno precisa entender os caminhos, e esse é o canal que consegui abrir para que eles pudessem ter acesso ao conteúdo revisado, com as atividades feitas da maneira correta e uma explicação bem detalhada e didática”.
Falta de professores na rede pública do DF é destaque na imprensa
Jornalista: Alessandra Terribili
A falta de professores na rede pública e o número escandaloso de profissionais em contratação temporária em vagas efetivas foi destaque nos portais Correio Braziliense e Metrópoles neste fim de semana.
O Sinpro vem denunciando essa situação há muito tempo à comunidade escolar e à população em geral, através de outdoors, debates nas escolas, inserções na TV, visita a parlamentares, denúncia ao Ministério Público, entre outras ferramentas. A campanha Convoca Já! ganhou força mais força ainda no início de 2023, e foi organizada em conjunto com aprovados e aprovadas do concurso de 2022.
A necessidade urgente de nomeações e de um novo concurso foi uma das pautas centrais da greve de 2023. O acordo com o governo que suspendeu o movimento paredista incluía itens como a nomeação dos aprovados e aprovadas no concurso de 2022 – vagas imediatas e cadastro reserva -; autorização para ampliação de carga horária de servidores da carreira Magistério; e preparação de um novo concurso público ainda em 2023. O governo não atendeu a nenhum desses itens até o momento.
A carência de orientadores e orientadoras educacionais também é enorme. Uma das principais reivindicações da categoria é a redução do número de estudantes por orientador para 300. Atualmente, o número é de 680. Esses profissionais também seguem aguardando convocação.
Segundo informações adquiridas junto à SEEDF por meio da Lei de Acesso à Informação, hoje, são 16.500 professores em regime de contrato temporário na rede. A Câmara Distrital estima que 15 mil desses profissionais estejam ocupando vagas efetivas.
Falta de professores na mídia
A matéria do Correio Braziliense, com o título “Faltam 15 mil professores efetivos nas escolas do DF, estima CLDF”, apresenta um dado fornecido pelo Sinpro, de que cerca de mil profissionais do Magistério se aposentam todos os anos. A SEEDF informou que vai contratar, em dezembro deste ano, 756 profissionais para magistério. “Isso não faz nem cócegas na necessidade do sistema. O governo não repõe as aposentadorias por concurso e quando o faz, é com vagas insuficientes”, disse ao Correio o diretor do Sinpro Cleber Soares.
A lista de docentes aprovados no último concurso e que aguardam serem convocados soma 3.880 nomes, somando vagas imediatas e cadastro reserva. O orçamento aprovado pelo governo para 2023 prevê a nomeação de 6.200 professores, diz a matéria do Correio Braziliense.
As consequências dessa política são desastrosas para a educação pública e para os direitos dos profissionais de educação: milhares de professores aprovados aguardando convocação; enquanto quem está ocupando essas vagas efetivas são professores temporários, que têm direitos limitados; e muitas turmas acabam ficando sem aula, porque não há substituto para um professor substituto.
O Metrópoles publicou a matéria “Para cada 10 professores, 7 são temporários nas escolas públicas do DF” na qual estima que 71% dos educadores em sala de aula são temporários. O portal entrevista o o especialista em Educação e doutor em psicologia educacional Afonso Galvão, que diz: “Hoje, a política de contratação de professores do GDF é de contratos temporários não de efetivos. O governo abandonou a lógica do concurso público. É um profundo desrespeito não só para com a categoria dos professores, mas para a Educação como um todo”.
Ao Metrópoles, o diretor do Sinpro Samuel Fernandes disse: “Temos muitas escolas em que todos os professores são temporários e ficam apenas alguns meses na escola, não criando vínculo com a comunidade escolar. O que é mais difícil com o professor efetivo, pois muitos têm a opção de permanecer na mesma escola por muitos anos”.
Livro infantil de professora será lançado dia 11 em Planaltina
Jornalista: sindicato
“Anastácia, olhos cor do céu”, é o segundo livro da professora da SEDF e contadora de histórias Ana Paula Almeida. Moradora de Planaltina de Goiás e professora de atividades do terceiro ano no CEF Juscelino Kubitschek, em Planaltina, ela lançará o livro na própria escola, no dia 11 de novembro, em uma culminância do projeto literário “JK Lê”, das 8h às 11h. A obra estará à venda no local por R$39 ou também pode ser adquirida aqui.
O livro conta a história de Anastácia, uma menina negra de seis anos, que é curiosa, encantadora e sensível. Ao perguntar para a mãe a origem dos olhos azuis, a resposta é uma narrativa de amor, resistência, luta e perseverança. A obra faz refletir sobre a importância de todos conhecerem suas próprias raízes, valorizando a ancestralidade.
A autora escreveu esta obra, pois “como contadora de histórias, sou apaixonada por livros infantis que trabalham com o tema da consciência negra. Acredito que eu tenha a necessidade de abordar ancestralidade, cultura e a história afro-brasileira de várias formas. Não somente enfatizar a cor da pele, mas valorizar sua identidade ancestral”.
Com o livro, Ana Paula anseia que ele contribua para “que as crianças negras sintam-se representadas, respeitadas e empoderadas”.
Culminância de projeto literário reúne 400 pessoas na EC Chapadinha
Jornalista: sindicato
Para desenvolver os(as) alunos(as) pelo gosto da leitura, da escrita e da oralidade, o projeto Mundo da Leitura foi implementado em 2008 na EC Chapadinha, em Brazlândia. A partir de março, com cada turma recebendo uma maleta viajante (com lápis, lápis de cor, borracha, caderno, livro literário, cola e tesoura), o estudante a cada dois dias a leva para casa e com sua família faz a leitura do livro e um breve resumo e desenho sobre ele.
Já em setembro, “escolhemos uma autora com suas obras e cada turma desenvolve um trabalho a ser exposto em murais e no dia da culminância, no final do mês de outubro ou novembro todos os trabalhos são expostos. Neste dia, os alunos realizam apresentações literárias e contratamos escritoras que comparecem com suas obras e acontece a tarde de autógrafos”, conta Jacirene de Oliveira Morais, diretora da escola. São cerca de 250 estudantes que participam do projeto, desde a educação infantil até o quinto ano do ensino fundamental.
Este evento final, que ocorreu no dia 31 de outubro, contou com a participação da comunidade (cerca de 400 pessoas), alunos(as), professores(as) e coordenadores(as) intermediários(as) da Regional de Ensino de Brazlândia. A diretora afirma que “aproveitamos o projeto Ciranda Rural com o espetáculo literário ‘Baú de Histórias’, que percorre as Escolas do Campo, onde ocorreu várias contações de histórias pelo grupo Paepalanthus e a escritora Rose Costa apresentou, ‘Dona Rose tem Gatos’, sua nova obra”.
Os resultados do projeto são ótimos, o que reflete nos anseios dos próprios pais e responsáveis. “A comunidade escolar se sente inserida neste projeto, e já fica à espera deste evento, que faz parte de nosso projeto político-pedagógico. As crianças vêm demonstrando um maior gosto pela leitura, facilidade na oralidade e na escrita”, diz Jacirene.
Para ver as fotos do álbum do Facebook do Sinpro clique aqui.
O Sinpro-DF informa e manifesta profundo pesar pelo falecimento da professora Isabelle Guirelli, aos 43 anos. A professora foi sepultada, na manhã desta sexta-feira (3/11), no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul. Lecionava basquete no CID Cruzeiro. Segundo informações das redes sociais da própria atleta, ela lutava contra um câncer.
Jogadora e treinadora, ela foi multicampeã de basquete. Foi atleta das seleções de base, fez parte das comissões técnicas das seleções femininas e seguiu carreira como professora da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF). Ainda segundo informações do perfil dela nas redes sociais, Isabelle iniciou sua carreira na Escola Santo Antônio, em que cursou seu Ensino Fundamental.
Apresentou um projeto e conseguiu criar um time. Participou de campeonatos com bons resultados. Nos 10 anos em que trabalhou na escola, treinou equipes para jogos escolares no Distrito Federal, conquistou títulos e participou de olimpíadas escolares em Poços de Caldas, em 2008.
Ela tomou gosto pelo ofício de treinadora e passou por diversas equipes. Em 2005, a professora concluiu sua Especialização em Treinamento Esportivo, pela Universidade de Brasília (UnB). Em maio de 2021, Isabelle foi certificada como técnica de basquete de base da World Association of Basketball Coaches (WABC), o que representou algo muito especial para ela e para o basquete do DF.
O Sinpro se solidariza com seus familiares, amigos(as), colegas e alunos(as) e reitera seu profundo respeito à professora, desejando à ela o descanso eterno e, à família e amigos(as), a resiliência para seguir em frente.
CEM 02 de Ceilândia realiza projeto que exalta negritude
Jornalista: sindicato
Tudo começou quando os professores observavam que as alunas negras do CEM 02 de Ceilândia escondiam os próprios cabelos debaixo de toucas e lenços, faziam procedimentos de alisamento químico, ou deixavam os mesmos presos, porque muitas tinham vergonha de mostrá-los, porque sofreram bullying, ou na infância ou mesmo na adolescência.
O projeto pedagógico inicialmente nomeado Crespas e Cacheadas, surgiu em 2015 e é um ensaio fotográfico que convida os(as) estudantes do ensino médio a participarem de sessões de fotografia, com toda a produção, maquiagem, com objetivo de valorização do perfil que antes eles(as) julgavam não terem o mesmo valor. Desde 2022, os meninos também participam e a escola renomeou para Cresp@s e Cachead@s. Neste ano, 15 fotógrafos participaram do projeto com cerca de 60 alunos(as).
“Muitos alunos e principalmente alunas vêm do ensino fundamental com muitos traumas e sequelas de bullying por conta da cor da pele e tipo de cabelo e quando entram na nossa escola, sabendo que há um projeto que valoriza o cabelo crespo ou cacheado, que há uma afirmação da beleza negra, elas se sentem fortalecidas e começam a se soltar. Isso tudo coincide com várias mudanças de comportamento e de afirmação”, afirma Gildenor Araújo, professor de história e coordenador do projeto.
Um dos propósitos do projeto é a valorização das culturas afro-brasileira e africana, a busca da ancestralidade, pois promove uma mudança de comportamento, aumenta a qualidade de vida, combate a baixa autoestima, quando o(a) jovem percebe o valor da sua identidade.
“Eu comecei a participar do projeto em 2022 como um dos fotógrafos. Começou como uma iniciativa de sala de aula para tratar de autoestima e posteriormente a atividade se ampliou, com apoio do professor Gildenor Araújo que fez uma proposta para que fosse construído um mural na escola para as fotos ficassem expostas o ano todo. Então me chamou muita atenção os alunos que estavam retratados nas fotos passarem ali quase que diariamente e ficarem ali admirando suas próprias fotos e chamarem os colegas para olharem também, era uma situação constante. Isso foi um ganho impressionante. Dar visibilidade para eles e eles também se sentirem visibilizados dentro do projeto”, diz Roberto Schiavini, coordenador pedagógico e professor de sociologia.
De acordo com Roberto, “a exposição faz com que a visibilidade se dê uma forma positiva (tem o maquiador, eles vêm paramentados, os fotógrafos têm todo o cuidado no tratamento das fotos), então isso gera um ótimo efeito. Um dos resultados mais diretos é o combate ao bullying, a retratação deles se dá de uma forma positivada”.
Cerca de 75 a 80 fotos vão para o mural, mas muitas outras são tiradas e os(as) alunos(as) recebem links para baixarem as próprias fotos, após autorização dos pais ou responsáveis para participarem do projeto. E o resultado, vai aos poucos também mudando esta relação dos estudantes com seus familiares.
“A juventude está muito carente de apoio familiar em decorrência das demandas de cada família com a correria pela sobrevivência. Muitas vezes, elas e eles não têm o apoio, a atenção. Isso é um comportamento que está alheio a classe social. Mas eu já recebi alguns feedbacks por parte das alunas e alunos que houve uma melhora nessa questão, porque muitos traziam essas negativas do seio da família”, diz Gildenor.
Para ver as fotos do álbum do Facebook do Sinpro clique aqui.
Sinpro-DF e Proeduc discutem a necessidade de convocações já
Jornalista: Alessandra Terribili
Na segunda-feira, 30 de outubro, a comissão de negociação do Sinpro reuniu-se com os procuradores Anderson Pereira de Andrade e Fernanda da Cunha Moraes, da Proeduc – Promotorias de Justiça de Defesa da Educação, do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT). A pauta principal da reunião foi a latente necessidade de convocação de concursados para as vagas efetivas na rede pública de ensino.
Os representantes do Sinpro expuseram a difícil realidade das escolas públicas atualmente. A quantidade de carências definitivas é enorme, e o Governo do Distrito Federal tem protelado as nomeações necessárias, e recorrido à contratação temporária. Hoje, 2/3 dos professores em sala de aula nas escolas públicas têm vínculo temporário, sendo que boa parte desses está aprovada no último concurso, aguardando convocação.
O GDF vem sistematicamente descumprindo o acordo de suspensão da greve, que previa a convocação de todos os aprovados e aprovadas do último concurso, nas vagas imediatas e no cadastro reserva. Nenhuma nomeação foi feita até o momento. Em reunião com o Sinpro, a Secretaria de Educação anunciou que convocará 756 profissionais em dezembro. O número é insuficiente, uma vez que, segundo estimativa do Sinpro, a carência na rede é de 8 mil profissionais.
Mesmo diante dos cálculos da própria secretaria, os 756 previstos para dezembro são absolutamente insuficientes: a SEEDF fala em 4 mil nomeações necessárias. Entretanto, o governador Ibaneis vetou o item da LOA (Lei Orçamentária Anual) que previa nomeação de 6.200 profissionais. O Sinpro-DF está acompanhando de perto e tem conversado com parlamentares para que esse veto seja derrubado pela Câmara Legislativa.
“Precisamos de nomeações urgentes, e em número muito maior do que está sendo previsto pela Secretaria, para evitar que o início do ano letivo de 2024 seja comprometido por salas de aula lotadas e turmas sem professores, por exemplo”, destaca Cleber Soares, integrante da comissão de negociação do Sinpro. “A Proeduc se mostrou muito sensível a essa causa, e disponível para contribuir com a resolução do problema, inclusive mediando o debate com o governo”, completa ele.
Na reunião, a comissão também salientou os demais itens que compunham o acordo de suspensão da greve. Alguns daqueles itens seriam de fácil encaminhamento, bastando, apenas, a vontade política do governo para se concretizarem, como, por exemplo, as ampliações de carga horária.
Uma nova reunião entre Sinpro-DF e Proeduc deve ser agendada para dar sequência à luta pelas nomeações. O conjunto de itens da pauta de suspensão da greve seguirão sendo tratados em mesa de negociação com o governo. Acompanhe as redes e o site do Sinpro.
Ato público contra a privatização da Rodoviária do Plano Piloto nesta quarta-feira, 1º/11
Jornalista: Maria Carla
CUT-DF realiza, nesta quarta-feira (1º/11), a partir das 16h, ato público contra a privatização da Rodoviária. Com o mote “Brasília não está à venda”, a Central informa que a concentração será nas proximidades do semáforo localizando na Plataforma Superior da Rodoviária, próximo ao Conjunto Nacional.
Participe! Contamos com a participação de todas e todos para mostrar ao governo Ibaneis que Brasília é um patrimônio público e não pode ser privatizada.