Inscrições abertas para o I Simpósio Diversidade e Resistência
Estão abertas as inscrições para o I Simpósio Diversidade e Resistência, cujo tema é “Pesquisa e produção acadêmico-científica: luta, resistência e maternagem”, previsto para acontecer entre os dias 2 e 4 de dezembro, no Distrito Federal. Confira no final desta matéria os links para inscrição nas suas diversas modalidades e para apresentação de artigos acadêmicos.
O objetivo do evento é proporcionar reflexões sobre os impactos sociais do ativismo de mães e filhos (as, es) na pesquisa, extensão e produção acadêmica em diversos níveis e espaços educacionais. Confira também no Instagram da Plataforma 4 EAD (@plataforma4ead) e do coletivo Mães da Resistência (@maesdaresistencia).
O simpósio integra o programa do 1º Congresso Brasileiro das Mães da Resistência, que recebe apoio da UNAIDS Brasil – um programa comjunto da Organização das Nações Unidas (ONU) que tem objetivo liderar e coordenar a resposta golobal à epidemia de HIV/AIDS. As Mães da Resistência é um coletivo de mães, pais e familiares de pessoas LGBTQIAPN+ que lutam pelos direitos de seus(as/es) filhos(as/es) por e com eles(as/us).
Nos últimos anos, o Brasil tem revivido uma série de retrocessos nos direitos humanos relativamente à diversidade. No início deste mês, por exemplo, a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputado aprovou, por 12 votos favoráveis a cinco votos contrários, um Projeto de Lei (PL) inconstitucional, que proíbe o casamento homoafetivo e a união estável entre pessoas do mesmo sexo e cria outra modalidade de união civil. O PL seguiu para as Comissões dos Direitos Humanos e Constituição e Justiça para seguir sua tramitação ordinária da Casa Legislativa.
O Sinpro, por meio de sua Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade, manifesta seu total repúdio a esse PL e destaca que, nos últimos anos, tem alertado para os ataques contra a diversidade humana nas escolas e observado que isso tem levado o Brasil a involuir no campo dos direitos humanos e interferido, negativamente, na execução de uma educação pública inclusiva e alinhada na busca pela justiça e paz sociais.
Em postagem no Instagram, as Mães da Resistência declararam que “hoje [10/10/23] nós Mães da Resistência estivemos na Comissão de Previdência, Infância, Adolescência e Família, juntamente com vários grupos e movimentos LGBTS, para defender a união civil homoafetiva. Infelizmente, o projeto inconstitucional foi aprovado. A aprovação do projeto pela comissão ocorreu a despeito de jurisprudência já firmada pelo Supremo, que, em 2011, equiparou as relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis entre homens e mulheres, reconhecendo, assim, a união homoafetiva como um núcleo família. Nós continuaremos na luta pelo direito de nossos filhos, filhas e filhes constituírem suas famílias e pelo reconhecimento civil dessas uniões pelo Estado porque o que define família é o amor”
Inscrições aqui:
https://www.even3.com.br/1-simposio-de-diversidade-e-resistencia-377628
https://www.instagram.com/p/CxIgmluu6nF/?igshid=MzRlODBiNWFlZA==
https://linktr.ee/maesdaresistencialinks
Você pode escolher uma entre as seis (06) áreas temáticas previstas:
Gênero e diversidade na escola.
Gênero e diversidade na sociedade (saúde, segurança, assistência social, pobreza e mercado de trabalho, legislação e normativas de proteção a pessoa LGBTQIAPN+).
Gênero e diversidade e interseccionalidade(s) (raça-etnia e luta antirracista, pessoa com deficiência e luta anticapacitista; Cuidado, autocuidado e família).
A pesquisa e a extensão ou relatos de experiência como ações de combate à LGBTfobia e/ou de fortalecimento da identidade de pessoas LGBTQIAPN+.
A pesquisa e a extensão ou relatos de experiência como ações de fortalecimento das relações familiares e/ou maternagem, em núcleos que incluem pessoas LGBTQIAPN+.
A pesquisa e a extensão ou relatos de experiência como ações de combate às DSTs e HIV AIDS.
E pode inscrever quantos trabalhos quiser! A equipe avaliadora não terá acesso à autoria, e sim ao resumo. Cada inscrição corresponde a um resumo/trabalho.
Seja como ouvinte, monitor ou apresentando trabalhos, este Simpósio vai ampliar seus horizontes e possibilidades na academia, no que se refere às suas relações e responsabilidades para com a população LGBTQIAPN+.
Atenção: as apresentações de trabalhos serão presenciais, no Edifício Cidade Corporate, Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Ministério dos Direitos Humanos; em Brasília/DF.
Os monitores (as, es) deverão ser residentes no Distrito Federal.











Lacerda diz também que, “além do fato de que a Snakes, equipe de calistenia e street workout que treina no CEM JK, foi fundada por estudantes da própria escola, que buscavam uma prática esportiva para melhorar o estilo de vida, que fosse acessível, ao ar livre e que todos pudessem participar de forma igualitária. Os treinos em nosso Centro de Treinamento dentro da escola são abertos ao público de segunda à sexta, 18h, e boa parte de nossos atletas é aluna da própria escola, já formada no JK ou estudantes da rede pública do DF”, informa.
Maior equipe de calistenia do Distrito Federal, os(as) participantes do CEM JK competiram, recentemente, em São Paulo. A maioria dos(as) participantes é formada por alunos, ex-alunos e pessoas da comunidade candangolense. O CEM JK se consolida como pólo da prática desse esporte no Distrito Federal. Tudo começou em 2018, quando a professora de educação física Dione Gumes levou o esporte para dentro da escola e incentivou os(as) estudantes a praticarem o esporte. Atualmente, Dione é aposentada, mas deixou seu legado na escola.