Inscrições abertas para o I Simpósio Diversidade e Resistência

Estão abertas as inscrições para o I Simpósio Diversidade e Resistência, cujo tema é “Pesquisa e produção acadêmico-científica: luta, resistência e maternagem”, previsto para acontecer entre os dias 2 e 4 de dezembro, no Distrito Federal. Confira no final desta matéria os links para inscrição nas suas diversas modalidades e para apresentação de artigos acadêmicos.

O objetivo do evento é proporcionar reflexões sobre os impactos sociais do ativismo de mães e filhos (as, es) na pesquisa, extensão e produção acadêmica em diversos níveis e espaços educacionais. Confira também no Instagram da Plataforma 4 EAD (@plataforma4ead) e do coletivo Mães da Resistência (@maesdaresistencia).

O simpósio integra o programa do 1º Congresso Brasileiro das Mães da Resistência, que recebe apoio da UNAIDS Brasil – um programa comjunto da Organização das Nações Unidas (ONU) que tem objetivo liderar e coordenar a resposta golobal à epidemia de HIV/AIDS. As Mães da Resistência é um coletivo de mães, pais e familiares de pessoas LGBTQIAPN+ que lutam pelos direitos de seus(as/es) filhos(as/es) por e com eles(as/us).

Nos últimos anos, o Brasil tem revivido uma série de retrocessos nos direitos humanos relativamente à diversidade. No início deste mês, por exemplo, a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputado aprovou, por 12 votos favoráveis a cinco votos contrários, um Projeto de Lei (PL) inconstitucional, que proíbe o casamento homoafetivo e a união estável entre pessoas do mesmo sexo e cria outra modalidade de união civil. O PL seguiu para as Comissões dos Direitos Humanos e Constituição e Justiça para seguir sua tramitação ordinária da Casa Legislativa.

O Sinpro, por meio de sua Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade, manifesta seu total repúdio a esse PL e destaca que, nos últimos anos, tem alertado para os ataques contra a diversidade humana nas escolas e observado que isso tem levado o Brasil a involuir no campo dos direitos humanos e interferido, negativamente, na execução de uma educação pública inclusiva e alinhada na busca pela justiça e paz sociais.

Em postagem no Instagram, as Mães da Resistência declararam que “hoje [10/10/23] nós Mães da Resistência estivemos na Comissão de Previdência, Infância, Adolescência e Família, juntamente com vários grupos e movimentos LGBTS, para defender a união civil homoafetiva. Infelizmente, o projeto inconstitucional foi aprovado. A aprovação do projeto pela comissão ocorreu a despeito de jurisprudência já firmada pelo Supremo, que, em 2011, equiparou as relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis entre homens e mulheres, reconhecendo, assim, a união homoafetiva como um núcleo família. Nós continuaremos na luta pelo direito de nossos filhos, filhas e filhes constituírem suas famílias e pelo reconhecimento civil dessas uniões pelo Estado porque o que define família é o amor”

Inscrições aqui:

https://www.even3.com.br/1-simposio-de-diversidade-e-resistencia-377628

 

https://www.instagram.com/p/CxIgmluu6nF/?igshid=MzRlODBiNWFlZA==

 

https://linktr.ee/maesdaresistencialinks

 

Você pode escolher uma entre as seis (06) áreas temáticas previstas:

 

Gênero e diversidade na escola.

 

Gênero e diversidade na sociedade (saúde, segurança, assistência social, pobreza e mercado de trabalho, legislação e normativas de proteção a pessoa LGBTQIAPN+).

 

Gênero e diversidade e interseccionalidade(s) (raça-etnia e luta antirracista, pessoa com deficiência e luta anticapacitista; Cuidado, autocuidado e família).

 

A pesquisa e a extensão ou relatos de experiência como ações de combate à LGBTfobia e/ou de fortalecimento da identidade de pessoas LGBTQIAPN+.

 

A pesquisa e a extensão ou relatos de experiência como ações de fortalecimento das relações familiares e/ou maternagem, em núcleos que incluem pessoas LGBTQIAPN+.

 

A pesquisa e a extensão ou relatos de experiência como ações de combate às DSTs e HIV AIDS.

 

E pode inscrever quantos trabalhos quiser! A equipe avaliadora não terá acesso à autoria, e sim ao resumo. Cada inscrição corresponde a um resumo/trabalho.

 

Seja como ouvinte, monitor ou apresentando trabalhos, este Simpósio vai ampliar seus horizontes e possibilidades na academia, no que se refere às suas relações e responsabilidades para com a população LGBTQIAPN+.

 

Atenção: as apresentações de trabalhos serão presenciais, no Edifício Cidade Corporate, Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Ministério dos Direitos Humanos; em Brasília/DF.

 

Os monitores (as, es) deverão ser residentes no Distrito Federal.

8º Festival Estudantil de Teatro Amador de Brasília

Dezesseis escolas públicas e privadas do Distrito Federal participarão do 8º Festival Estudantil de Teatro Amador de Brasília (FESTA). De 19 a 29 de outubro as unidades escolares realizarão 19 espetáculos em diferentes regiões administrativas do DF, ocupando 3 diferentes teatros: Teatro Sesc Paulo Autran (Taguatinga); Teatro Sesc Newton Rossi (Ceilândia); e Teatro dos Bancários (Asa Sul).

Dentre as escolas que participarão está o Centro Educacional 02 do Cruzeiro, que apresentará seu espetáculo às 20h do dia 21 de outubro, no Teatro Sesc Paulo Autran. A escola conta com o Grupo Teatral Noigandres (@grupo_teatral_noigandres), fundado em 1999 e desde então vem arrancando sorrisos, elogios e encantando as pessoas por onde passam com seus espetáculos. Hoje o grupo conta com uma nova geração de atores amadores, que se preparam para se apresentar com seu primeiro espetáculo “Feliz Idade” no festival de teatro amador FESTA.

Professor de Arte do CED 02 do Cruzeiro, Fábio da Silva explica que esta é a primeira vez que a escola vai participar do festival e pretende levar uma informação séria, com o tema educação sexual para os adolescentes. “Este projeto é importante porque pretendemos formar o estudante de uma forma completa, oportunizando o autoconhecimento e o contato com as diversas possibilidades de conhecer a profissão nas artes”, salienta.

A mostra competitiva será avaliada por um corpo de jurados formado por 3 profissionais de relevância no cenário cultural da cidade. A programação é gratuita e os ingressos estão liberados pela plataforma Sympla.

Conselho do Inas toma posse; Sinpro tem dois representantes

Nesta terça-feira, 11 de outubro, tomou posse o Conselho do Inas (Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal). O Sinpro-DF vinha insistindo na nomeação dos indicados ao conselho, que demorou a acontecer por responsabilidade do governo. Foi com base no fato de o conselho não estar ativo que o Sinpro-DF conquistou, na Justiça, uma liminar que suspendeu o aumento nos valores do GDF Saúde.

O Conselho do Inas é composto por 15 integrantes, incluindo representantes de diversas categorias. O Sinpro-DF tem duas cadeiras efetivas e três suplências. Trata-se de um espaço muito importante para o controle social do instituto, pois é através dele que se fazem o controle, o acompanhamento e a fiscalização, e que se tomam as decisões referentes ao GDF Saúde.

 

Valores do GDF Saúde

Nessa primeira reunião, o diretor financeiro do instituto, Luciano Cardoso de Barros Filho, apresentou estudos atuariais das condições do Inas, bem como planilhas e dados apontando que os custos da saúde suplementar aumentaram muito, o que se soma ao fato de o plano nunca ter tido seus valores reajustados desde a sua criação, há três anos. Segundo Luciano, o plano atende 100 mil pessoas – tendo grande porcentagem de professores(as) e orientadores(as) educacionais -, e desse grande contingente de beneficiários, muitos são idosos e idosas.

Após a disponibilização das informações, o Inas apontou que apenas com o aumento será possível sustentar o plano, que é de autogestão. A maioria do conselho votou pela confirmação do reajuste.

Os representantes do Sinpro-DF no conselho votaram contra a proposta. Entretanto, como ela foi aprovada pelo conselho, a expectativa é de que o governo derrube a liminar que o Sinpro tinha ganhado, e os novos valores devem começar a vigorar em breve.

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Batalha de rimas do CEF 4 de Ceilândia abre as comemorações dos 50 anos da escola

No dia 6 de outubro, o CEF 4 de Ceilândia sediou mais uma batalha de rima de rappers, num intervalo cultural e recreativo. A ideia foi da diretora da escola, Madalena Arruda.

A batalha de rappers acontece desde 1997, e neste ano marcou o início das comemorações dos 50 anos do CEF 04 de Ceilândia.

Participaram os e as estudantes dos oitavos e nonos anos, e o pessoal do ensino especial – e o corpo docente também participou, pois os(aS) professores(as) e orientadores(as) educacionais da escola entendem a importância da cultura do hip hop para os adolescentes das comunidades periféricas. Houve a participação da professora Gislaine, do CID Judô, que conhecia alguns músicos mas todo o corpo docente teve participação no evento.

Também participaram da batalha de rappers os músicos Japão Viela 17, Tropa de Elite, os Mc’s Jhon, Balota, Hique e Hate e o DJ Marola.

A presença de rappers profissionais fez muita diferença: os músicos falaram aos alunos sobre a importância dos estudos, e principalmente a importância da leitura para fazer as construções de rima, além de se manter o cérebro sempre bem estimulado. E, no mês da consciência negra, também abordaram questões como respeito e violência com o recorte racial.

Nota de Repúdio | PL 580/2007 quer proibir casamentos homoafetivos

A diretoria colegiada do Sinpro-DF manifesta seu repúdio à aprovação do PL 580/2007 – que desconsidera o casamento homoafetivo como casamento civil – na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados.

Tal comissão é composta por maioria de parlamentares fundamentalistas, que ignoram os artigos da Constituição Federal que determinam a liberdade de consciência e de crença, tanto quanto o artigo que garante que todos são iguais perante a lei.

Felizmente, esses parlamentares e seus discursos de intolerância não representam a maioria da população brasileira. Com um trajeto democrático a percorrer pelas vias legislativas, o projeto, autoritário como é, não deve prosperar.

O Sinpro-DF saúda o voto contrário das deputadas Erika Kokay (PT-DF), Erika Hilton (PSOL-SP), Laura Carneiro (PSD-RJ) e dos deputados Pastor Henrique Vieira (PSol-RJ) e Tadeu Veneri (PT-PR); e reafirma seu compromisso com as lutas da população LGBTQIA+ pelo pleno exercício dos seus direitos, pela liberdade de ser na vida e no trabalho.

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Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher

Dia 10 de outubro é o Dia Nacional de Luta contra a Violência contra a Mulher desde 1980, resgatando a luta de mulheres que foram às ruas denunciar o crescimento dos casos de agressão e de morte de mulheres no país. Naquele momento, dois casos se tornaram emblemáticos – o da socialite mineira Ângela Diniz e o da cantora Eliane de Grammont -; e a luta contra a violência contribuiu muito para o movimento de mulheres se reorganizar no período pós-ditadura militar.

Aquela luta se fortaleceu, ampliou-se e rendeu frutos como a Lei Maria da Penha, uma grande vitória do movimento feminista, promulgada em 2006. E, tão importante quanto, contribuiu decisivamente para combater a misoginia e o patriarcado expressos em discursos como “em briga de marido e mulher não se mete a colher”.

Entretanto, os números da violência contra a mulher continuam assustadores, e a mobilização das mulheres continua sendo muito necessária. Uma das explicações para o aumento desses índices é o fato de que, hoje, há mais consciência sobre a violência de gênero, e portanto, denuncia-se mais.

Por outro lado, o recrudescimento de discursos de ódio, que elevaram e sustentaram Bolsonaro no poder, contribui muito para a intensificação da violência. Esses discursos autorizam a ação de agressores e feminicidas, e o descaso do Estado age como seu cúmplice – a redução do investimento em políticas públicas contra a violência, notável durante o governo Bolsonaro, também autoriza as mortes e as agressões.

Números

Pesquisa do Instituto Datafolha, realizada a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgada em março deste ano, revelou que todas as formas de violência contra a mulher aumentaram no Brasil durante o ano de 2022. O estudo “Visível e Invisível: A Vitimização de Mulheres no Brasil” mostrou que, a cada dia de 2022, cerca de 50 mil mulheres sofreram algum tipo de violência, sendo a maior parte das ocorrências contra mulheres negras.

A mesma pesquisa apontou que um terço das mulheres brasileiras já sofreu algum episódio de violência física ou sexual pelo menos uma vez na vida, número maior que o registrado globalmente (27%) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2021.

No Distrito Federal, o cenário é alarmante. São 26 mulheres vítimas de feminicídio até o momento, número que já é 45% maior do que o do ano passado inteiro. “É urgente que se fortaleçam as políticas de enfrentamento à violência contra a mulher”, destaca Silvana Fernandes, diretora da Secretaria de Mulheres do Sinpro. “Além das mortes, houve 38 tentativas de feminicídio só no primeiro semestre”, completa.

Papel da escola

A educação é uma ferramenta poderosa de combate à violência. Na escola, na exposição e discussão de conteúdos, podem ser questionados os valores que sustentam o ciclo da violência, promovendo relações de igualdade e de respeito.

É na escola que, muitas vezes, estudantes se sentem protegidos para relatar situações de violência vivenciadas em casa, por exemplo. Na escola, também, o acesso a ferramentas de proteção contra a violência podem ser facilitados, através do conhecimento da legislação e das estruturas oferecidas, por exemplo.

“Educar para o respeito, para a convivência e para a diversidade é um papel importante que a escola pode e deve cumprir para estimular a cultura de paz e o enfrentamento ao machismo e à misoginia, que vitimizam tantas mulheres todos os anos no DF, no Brasil e no mundo”, aponta a coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro, Mônica Caldeira. “É preciso o esforço de toda a sociedade para o fim da violência contra as mulheres, e a escola é parte importante disso”, diz ela.

Vamos debater!

O TV Sinpro desta semana aborda o tema da violência contra a mulher e feminicídios através do debate do livro “Histórias de Morte Matada Contadas Feito Morte Morrida:, das jornalistas Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues. As duas participaram de debate no Sinpro em junho último falando sobre a obra, que foi finalista do prêmio Jabuti 2022.

As autoras mergulharam em matérias publicadas, nos últimos 40 anos, sobre o assassinato de mulheres por motivações misóginas, incluindo casos como os de Ângela Diniz e Eliane de Grammont, até Sandra Gomide, Eloá Pimentel, Eliza Samudio, Viviane do Amaral, Viviane Sptinizer, Patrícia Accioli, Marielle Franco e outras vítimas de menor repercussão, mas com igual importância.

“Aprofundar conhecimento e reflexões sobre o tema nos ajuda a enfrentá-lo”, afirma a diretora do Sinpro Regina Célia, da Secretaria de Mulheres. “O TV Sinpro desta semana certamente contribuirá para isso, e nós convidamos todas e todos a assistir”.

O TV Sinpro vai ao ar nesta quarta-feira (11/10) às 19h, nas redes do Sinpro e na TV Comunitária.

>>> Saiba mais: MORTE MATADA OU MORRIDA: A IMPRENSA BRASILEIRA E O FEMINICÍDIO

Também em 11 de outubro, a Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF realizará mais uma edição do Cine Debate Sinpro Mulher. O filme discutido será “Angela”, de Hugo Prata, que traz à telona a história de Ângela Diniz, vítima de feminicídio na virada de 1976 para 1977, pelo namorado Doca Street.

Exclusiva para filiados(as) ao Sinpro-DF, a atividade será às 20h, no Cine Cultura, no Liberty Mall Shopping. Para participar, é necessário fazer inscrição gratuita AQUI. O espaço é sujeito à lotação.

>>> Saiba mais: “ANGELA” É FILME DA VEZ NO CINE DEBATE SINPRO MULHER, DIA 11

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Professora da EC 11 Sobradinho lança livro infantil sobre crianças TDAH

A Semana da Criança deste ano ganha um evento infantil diferenciado no Distrito Federal. A professora, pedagoga e psicopedagoga Taicy Ávila e o ilustrador Sami Ribeiro lançam, neste sábado (14), no café da Livraria Sebinho, na 406 Norte, o livro infantil “Joãozinho, o cuca fresca”. O evento começa às 15h e, dentre outras atividades, haverá momento de contação de história com acessibilidade em LIBRAS, oficinas de balão mania e pintura de rosto, tudo gratuito para as crianças.

“Outubro chegou, e o meu novo livro também! Dê livro de presente! Leve as crianças pra comemorarem o mês delas no lançamento do livro, com contação de história!”, convida a professora. Ela informa que “o livro mostra o crescimento, do nascimento até os 8 anos, de Joãozinho. Um garoto hiperativo, mas também muito curioso, criativo e inteligente. A narrativa é permeada pelo bom humor e muito afeto das relações de Joãozinho na família e na escola”.

Destinado a leitores com idades entre 4 e 10 anos, Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental, a obra conta, de forma divertida e afetuosa, uma história de pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). “Este livro é uma história divertida e afetuosa inspirada nos dois “Joãozinhos” da minha vida, meu pai e meu sobrinho, portadores de TDAH e são curiosos, criativos e inteligentes, além de hiperativos, como o personagem-título do livro”, afirma a professora Taicy Ávila.

Ela explica que “a proposta é ser uma obra bem-humorada e afetiva, em que os pequenos leitores e as pequenas leitoras podem se identificar com o crescimento e as aprendizagens de Joãozinho”. Ambos com TDAH, o pai de Taicy já é falecido e seu sobrinho, o outro homenageado no obra, é um rapaz de 27 anos, economista e, segundo ela, “se divertiu muito lendo o livro e se lembrou muito das peraltices da infância”, conta a professora.

Taicy Ávila é professora da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), desde 1988, e especialista em Educação Infantil e em Arte de Contar História, além de mestre em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde. Atualmente, leciona na Escola Classe 11 de Sobradinho (EC 11 Sobradinho), local em que adora contar histórias. “Sami Ribeiro, parceiro na elaboração de “Joãozinho, o cuca fresca”, é um ilustrador de mão cheia”, informa.

Ela também é autora iniciante. “Este é o segundo livro de minha carreira de autora iniciante. Também faço parte da Casa de Autores”. O primeiro livro tem o título “Um sonho de escola” e contou com a ilustração de de Vanessa Alexandre. Nessa obra, ela conta o cotidiano de Bia, uma menina com paralisia cerebral, na escola, abordando os temas da paralisia cerebral, pessoa com deficiência, diversidade humana, inclusão escolar, amizade.

“Nesse sonho de escola, a inclusão se dá com a inserção de novos materiais e adaptações simples na rotina, para que todos possam aprender e se desenvolver num ambiente cheio de ludicidade, histórias e amizade. Ao final, Rodrigo, o melhor amigo de Bia na escola, ensina à professora uma descoberta surpreendente e cheia de poesia sobre a diversidade humana”, informa.

 

 

SERVIÇO

Livro: “Joãozinho, o cuca fresca.”

Data do lançamento: 14 de outubro

Horário: 15h

Local: café da livraria Sebinho (406 Norte)

Para contatos: @taicy

 

Confira o vídeo sobre a obra a seguir:

 

Festa Sinpro Com Você, Por Você celebrou com alegria o Dia do Professor e da Professora

A Festa Sinpro Com Você, Por Você, acontecida no último sábado, 7 de outubro, foi um grande sucesso! Celebrando o Dia dos Professores e das Professoras, e celebrando também os 50 anos da cultura hip hop, a festa colocou mais de 6 mil pessoas para dançar ao som de DJ Chokolaty, Banda Terminal Zero e Diogo Nogueira, a grande atração da noite.

O evento também contou com a apresentação do projeto RAP – Ressocialização, Autonomia e Protagonismo, que atende jovens que cumprem medida socioeducativa de privação de liberdade na Unidade de Internação de Santa Maria. O projeto utiliza a musicalidade e a poesia do rap como ferramenta pedagógica emancipadora para promover valores da cultura de paz e dos direitos humanos.

O salão da Opera Hall (Net Live) ficou lotado de muita animação! O hip hop, o samba e diversos ritmos brasileiros deram o tom da festa e todos se divertiram muito: “Foi uma noite especial de comemoração do nosso dia, cheia de energia e vibrações tão comuns a essa categoria que resiste e luta diariamente por uma educação pública de qualidade”, declarou o coordenador da Secretaria de Cultura do Sinpro, Bernardo Távora.

Clique no botão abaixo para acessar o álbum completo de fotos no facebook:

Veja o álbum

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CEM JK sedia Campeonato Nacional de Street Workout e Calistenia neste domingo (8)

 

O Centro de Ensino Médio Júlia Kubitschek (CEM JK), da Candangolândia, vai sediar, neste domingo (8), o Campeonato Nacional de Street Workout e Calistenia – Workout Fest VII. O evento é aberto ao público em geral. Basta levar um quilo de alimento não perecível a ser doado à entidade Educamar, que atende a 230 crianças em situação de vulnerabilidade. Prestigie! Leve 1 kg de alimento e assista, presencialmente, o campeonato!

Nesta edição, haverá participação de estudantes atuais e ex-alunos formados no CEM JK, além de outros da rede pública, como, por exemplo, do Centro de Ensino Médio 414 de Samambaia (CEM 414), escola que está criando um projeto para implantar um centro de treinamento desse esporte. Do CEM JK, vão competir o atual aluno Jessé e os já formados: Caio, Douglas, Filipe, Leonardo, João, Vitor e Kaio. Do CEM 414, haverá a participação de Alisson, Ayrton, Maria e Rômulo.

“Essa edição marca o retorno do festival. O último aconteceu em 2017, após 6 anos, o campeonato ressurge para resgatar a identidade da modalidade que surgiu para suprir uma necessidade com forte impacto social”, informa Heli Mendes de Lacerda, diretor da escola desde 2017. Segundo ele, “este evento não apenas proporcionará oportunidades para os atletas mostrarem suas habilidades, mas também será um espaço para troca de experiências e aprendizado. A realização em uma escola é especialmente significativa porque envolve os jovens e cria um ambiente propício para inspirar futuros atletas e promover a importância do esporte na educação”, afirma

Lacerda diz também que, “além do fato de que a Snakes, equipe de calistenia e street workout que treina no CEM JK, foi fundada por estudantes da própria escola, que buscavam uma prática esportiva para melhorar o estilo de vida, que fosse acessível, ao ar livre e que todos pudessem participar de forma igualitária. Os treinos em nosso Centro de Treinamento dentro da escola são abertos ao público de segunda à sexta, 18h, e boa parte de nossos atletas é aluna da própria escola, já formada no JK ou estudantes da rede pública do DF”, informa.

CEM JK: maior equipe

Maior equipe de calistenia do Distrito Federal, os(as) participantes do CEM JK competiram, recentemente, em São Paulo. A maioria dos(as) participantes é formada por alunos, ex-alunos e pessoas da comunidade candangolense. O CEM JK se consolida como pólo da prática desse esporte no Distrito Federal. Tudo começou em 2018, quando a professora de educação física Dione Gumes levou o esporte para dentro da escola e incentivou os(as) estudantes a praticarem o esporte. Atualmente, Dione é aposentada, mas deixou seu legado na escola.

O diretor informa, ainda, que a calistenia do CEM JK foi batizada com o nome da professora Dione . Na época, a nossa escola instalou um equipamento de calistenia em 2018. Os alunos treinavam na rua em um equipamento precário e sofrendo os riscos de estarem sem proteção.  Daí surgiu a ideia de colocar dentro da escola. Não foi fácil, mas, conseguimos convencer uma deputada a destinar uma emenda parlamentar e construimos a primeira calistenia oficial dentro de uma escola. Antes existiam apenas as duas oficiais no DF”.

Desde então, os(as) estudantes começaram a treinar, bem como pessoas da comunidade. “Hoje, o CEM Júlia Kubitschek tem a maior equipe de calistenia do Brasil. Várias pessoas de outras cidades-satélites também treinam no CEM JK e querem expandir o projeto para outra escola em Samambaia. O sucesso foi grande. A comunidade respeita a escola e esse vínculo de parceria está crescendo. Esse ano o deputado Hermeto destinou verba com a qual foi construída a cobertura da calistenia. Agora, podemos treinar em dias de chuva e de sol”.

 

Brasília Workout Fest VII

O diretor do CEM JK informa que o Brasília Workout Fest VII em todas suas etapas ocorrem em um contexto de avanços significativos e desafios para a implantação da Política Nacional de Juventude, esporte, lazer e de consolidação do sistema de atividade ao ar livre nos estados e municípios.

“O evento visa a promover um estilo de vida saudável e a envolver jovens e adultos no esporte, integrando a comunidade do Brasil com o público de outros estados por meio da prática da Calistenia e Street Workout – prática esportiva que utiliza o peso corporal para realizar um conjunto de exercícios”, explica.

Passeio Ciclístico e Caminhada da EC 04 do Cruzeiro ensina a paz no trânsito

No último sábado de setembro, dia 30, os(as) estudantes das turmas de 1º a 5º Anos e Classes Especiais da Escola Classe 04 do Cruzeiro (EC 04 Cruzeiro) tiveram uma aula prática sobre a paz no trânsito. Participaram desta edição do “Passeio Ciclístico e Caminhada Pintando o 4 com paz no trânsito” em várias ruas. “O tema do passeio veio complementar um trabalho sobre o conhecimento das regras de trânsito”, informa Simone Alves Cardozo Martins, professora de Atividades e, atualmente, diretora da escola.

A atividade faz parte do Projeto Vivência, Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola, que, este ano tem como tema “Pintando o 4”. Simone explica que, com o tema central do projeto “Pintando o 4”, a escola trabalhou as quatro artes: música, dança, literatura e artes visuais. E destaca o fato de que o diferencial deste ano foi a realização, no dia 30/9, do passeio ciclístico e caminhada como abertura das comemorações do Dia das Crianças [12 de outubro], buscando uma integração maior entre família, estudante e escola.

“Essa é uma atividade tradicional na E.C. 04 do Cruzeiro que, devido à pandemia da covid-19, foi suspensa, mas, este ano, retornamos. O Passeio Ciclístico é um momento de união, cidadania, incentivo ao esporte e uma prática de pertencimento à comunidade do Cruzeiro, sempre levando o nosso Projeto Vivências, que este ano tem como tema: “Pintando o 4”, para conhecimento da nossa comunidade”, afirma.

Simone informa que “um dos principais objetivos do ‘Passeio Ciclístico e Caminhada’ é desenvolver nos estudantes a importância da atividade física, o conhecimento sobre as regras de trânsito, buscando sempre conscientizar para o respeito e a paz. Assim, oportunizando vivenciar o que foi aprendido em sala de aula”.

Inclusão

Simone informa que, “infelizmente, entre os 270 estudantes matriculados, nem todas as crianças têm bicicleta, por isso mudamos o nome do evento para ‘Passeio Ciclístico e Caminhada’ para que as crianças que não têm bicicleta, participem caminhando, juntamente com os servidores da escola”.

Na EC 04, o trabalho de inclusão é realizado diariamente. “Ao desenvolverem um trabalho com as crianças em sala de aula sobre as regras de trânsito, os professores reforçam a importância à acessibilidade, principalmente, para as Pessoas com Deficiência (PCD). Neste trabalho, os estudantes confeccionaram cartazes para levar no dia do passeio”, diz a direção.

As mães, pais e responsáveis por estudantes também participam e, segundo a direção, eles e elas sempre ficam ansiosos(as) para participar desses momentos. “É um momento de Vivência sobre o que é aprendido na escola e sempre buscamos a parceria dos pais para a formação integral dos nossos estudantes. A família é símbolo de referência na vida da criança é de extrema importância integrá-los nesses momentos”.

Após o passeio teve almoço comunitário com galinhada vendida na escola e uma dinâmica de dança. “O Passeio Ciclístico e Caminhada da EC 04 é acompanhado por este sindicato desde a sua primeira edição, em 2010, sempre muito bem organizado, pautado nas vivências e projetos da escola, bem como no Currículo em Movimento da Secretaria da Educação. Traz consigo parte da história da escola e integra a história da comunidade do Cruzeiro Novo”, finaliza a diretora do Sinpro, Regina Célia Pinheiro.

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