Dia Mundial do Docente reunirá educadores em ato de homenagem na capital federal

No Dia Mundial do/a Docente, celebrado nesta quinta-feira (5), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) reunirá cerca de 200 professores (as) de todo o Brasil para um ato em homenagem aos profissionais.

A concentração está marcada para as 18h, no gramado ao lado da rodoviária do Plano Piloto, em Brasília (DF). Está prevista, ainda, a projeção de um vídeo no paredão da rodoviária, com mensagens dedicadas ao trabalhador (a) da educação. Durante o ato, professores (as) farão testemunhos e relatos sobre a situação profissional em que se encontram em cada região do país.

“Trata-se de uma homenagem realizada, simultaneamente, em 174 países e convocada por entidades globais como a Internacional da Educação (IE), Unesco e Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, explica o presidente da CNTE, Heleno Araújo. “Com esta ação na capital federal, a CNTE inclui o Brasil em um momento de reflexão coletiva mundial de reconhecimento ao docente, responsável pela formação cidadã e profissional da humanidade”, reforça.

Em 2023, o tema da campanha da IE, “Imperativo global para reverter a escassez professores”, pede que governos de todo o mundo revertam este problema e apela aos líderes dos países para que invistam nos professores e em uma educação pública de qualidade.

“Os professores são o coração da educação. No entanto, em muitos países, os docentes estão abandonando a profissão que amam. Atualmente, cada vez menos jovens desejam se tornar professores. A Unesco estima que o mundo precise de mais de 69 milhões de novos professores até 2030, e a escassez só aumenta, gradativamente. Ação urgente é imperativa”, declarou a Internacional da Educação, entidade que representa 32 milhões de professores, por meio de 383 entidades– entre elas a CNTE -, em 178 nações.

A Internacional da Educação lembra, ainda, que a única forma de combater a escassez de professores na educação pública é atrair os trabalhadores para este profissão com políticas de formação e remuneração atrativas.

“ [Temos que] garantir que os professores em todo o mundo sejam bem formados, recebam apoio e sejam bem remunerados. É a única forma de reverter a escassez de professores e começar a construir a força de trabalho educativa de que necessitamos para o futuro que desejamos”, disse a IE.

Sobre o Dia 5 de Outubro

Realizado anualmente em 5 de outubro desde 1994, o Dia Mundial do/a Docente comemora o aniversário da aprovação da Recomendação da OIT/UNESCO de 1966 relativa ao Estatuto dos Professores de 1966, que estabelece referências sobre os direitos e responsabilidades dos/as professores, além de padrões para sua formação e educação inicial.

“Com a aprovação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 sobre educação, e a meta ODS 4 dedicada aos professores, que reconhece que eles são a chave para se alcançar da Agenda de Educação 2030, o Dia Mundial do/a Docente se tornou a ocasião para marcar o progresso e refletir sobre as maneiras para combater os desafios que ainda restam para a valorização da profissão de ensino”, relata a a Unesco.

Ato Nacional do Dia Mundial do/a Docente
Data: 5 de outubro de 2023 (quinta-feira)
Horário: 18h
Local: Gramado ao lado da rodoviária do Plano Piloto, em Brasília (DF)

 

* Com informações da CNTE.

MATÉRIA EM LIBRAS

Projeto do CEF 27 de Ceilândia mira no reconhecimento da potência do povo preto

O desejo de um coletivo de professores do CEF 27 de Ceilândia de abordar a temática racial ao longo do ano com estudantes deu origem ao projeto “Isso é Coisa de Preto”. O objetivo é resgatar o orgulho negro e valorizar o protagonismo desse povo, que no curso da história teve sua potência atacada, sua cultura explorada e sua religião-filosofia marginalizada pela colonização europeia.

 

O projeto está no segundo ano. Oficina de batalha de rap, rodas de conversa, palestras, grafite foram algumas das dinâmicas já aplicadas.

Neste ano, no final de agosto, o grupo de professores(as) trouxe para a roda de debates dos estudantes personalidades negras em diversas áreas da sociedade. Maria Carolina de Jesus, na literatura; Marielle Franco, na política; Rebeca Realleza, na música; Milton Santos, nas Ciências Sociais; Ruth de Souza, no teatro, cinema e TV; e Rafaela Silva, no esporte, foram os nomes destacados.

Como parte do projeto, as personalidades foram grafitadas no muro interno do CEF 27 de Ceilândia para lembrar, diariamente, que negritude é potência.

A atividade mais recente do “Isso é Coisa de Preto” trouxe para a escola, entre outros nomes, Mc Dudu e a advogada, musicista, produtora cultural e rapper Rebeca Realleza, um dos nomes de destaque da cultura hip hop nacional.

“A frase ‘isso é coisa de preto’ é vista atualmente de forma negativa. Na escola mesmo, é muito comum ter um certo receito de usar o termo preto ou negro. Então a gente trouxe essa expressão para dar a ela um caráter positivo, mostrando que pretos e pretas estão na política, na ciência, na arte e em todos os lugares. Mostrar isso possibilita que os estudantes comecem a ter essa mudança de paradigma, de como a negritude é vista”, explica o professor de Artes Danilo Andrade, um dos idealizadores do projeto, junto com a professora Kelly Cardoso e os professores Tiago Alexandre e Amanda de Azevedo, que eram do CEF 27, mas agora estão na Secretaria de Educação de Goiás.

Um dos desejos do professor Danilo é dar continuidade ao projeto e fazê-lo expandir para que outros estudantes negros “olhem para si próprios com maior apreço”. Entretanto, um dos maiores empecilhos para isso, segundo o professor, é a condição de professor em regime de contratação temporária.

“Eu fui aprovado no último concurso. Estou no cadastro reserva. E estou aguardando a nomeação”, conta Danilo. “Como professor em regime de contrato temporário, a gente tem essa incerteza do amanhã, do ano que vem, e isso é muito limitante nas nossas ações, nas nossas expectativas. Saber se estarei na escola no que vem acaba determinando a minha prática docente”, explica o professor.

Como todas as ações que miram no reconhecimento da potência negra, “Isso é Coisa de Preto” é resistência, assim como todos e todas aquelas que idealizam e colaboram com o projeto que faz da escola um espaço de transformação social.

 

Acesse AQUI o álbum da ação mais recente do “Isso é Coisa de Preto” que, entre outros nomes, trouxe Rebeca Realleza para o CEF 27 de Ceilândia.

 

 

CEF 04 do Gama comemora aniversário de 50 anos com encontro literário

Ana Alice (professora aposentada), Neilan (orientador), Raquel (orientador), Luciana (orientadora), Michael (itinerante altas habilidades), Rhomy (professora aposentada) e Alexandre Dias (diretor do CEF 04), além dos(as) estudantes, todos no auditório. Foto: Arquivo do CEF 04

 

A última sexta-feira (29/9) foi um dia de festa no Centro de Ensino Fundamental 04 do Gama (CEF 04 Gama), momento em que ex-alunos(as), professores(as) e orientadores(as) aposentados(as) e da ativa se reuniram para comemorar os 50 anos da escola com um grande encontro literário. O diretor do Sinpro, Carlos Fernandes, conta que teve a honra de representar o sindicato no evento.

“Tive a oportunidade de participar, representando o Sinpro, das comemorações dos 50 anos do CEF 04 do Gama. Foi uma festividade muito interessante e impactante porque se teve uma percepção de como é que se deve homenagear uma escola com 50 anos”, declara Carlos Fernandez, diretor do Sinpro.

Fernandes fez parte de uma Mesa de Debate com quatro professores(as) que formaram o primeiro corpo docente do CEF 04. “Isso, para mim, foi um momento de muita felicidade porque vi o que aconteceu, por intermédio desses professores, naquela época, como era a escola, como foi a vida deles até chegar aos dias atuais”.

Ele destaca que a comemoração de 50 anos de uma escola da rede pública de ensino não é qualquer coisa. “Cinquenta anos que, se a gente se lembrar bem, a Região Administrativa do Gama era uma cidade-adolescente, quando a escola foi criada. Ou seja, havia muita coisa para se fazer naquela época e essa escola com seu corpo docente é uma das pioneiras do Distrito Federal”.

“Como eram os estudantes, os professores e a vida das pessoas, a cidade do Gama, o comércio naquela época? Isso tudo foi resgatado nas várias oficinas que teve na escola e, dentre elas, tinham brinquedos da época que as crianças que estudaram no CEF 04 usaram: muito diferentes das crianças de hoje. Eram brinquedos de uma sociedade que nem sequer imaginava a existência de um telefone celular, um game, Internet. Era outra realidade, outra vida”, informa Fernandes.

Ele conta que as oficinas trouxeram à lembrança que, apesar de a escola ter 50 anos e o Gama ter um pouco mais idade do que isso, ela é uma Região Administrativa (RA) muito jovem e muito há o que se fazer pela cidade. “O que estamos fazendo é contar a história viva e participar dessa história dessa RA”.

Disse também que uma das apresentações interessantes foi o “Chá literário”, com várias atrações e manifestações. Foi uma apresentação com registros da cultura regional. Ou seja, falando da diversidade, da questão ecológica e de problemas atuais, mas, ao mesmo tempo, resgatando a cultura da região como um todo.

“Foi uma grande oportunidade de apresentar o Sinpro e gostaria de, mais uma vez, parabenizar o pessoal do CEF 04, o diretor Alexandre Dias e demais integrantes da direção, supervisores, coordenadores, pessoal da secretaria, bem como os e as estudantes, principalmente, que fizeram essa festa maravilhosa. Acho que todas as escolas que fizerem isso, que resgatarem a sua própria história está no caminho certo porque quem não conhece a sua história não entende o presente”, declara o diretor do Sinpro.

Poliana Diniz, professora de ciências, atualmente supervisora pedagógica do CEF 04 do Gama, atua na escola desde o ano 2000. Ela explica que o tema principal da edição deste ano do Encontro Literário deste foi o aniversário de 50 anos do CEF 04. “Durante o encontro, os estudantes participaram de várias oficinas. Uma delas foi no auditório, com a participação de professores aposentados, ex-alunos e ex-diretores que foram entrevistados e contaram para os estudantes as experiências vividas no CEF 04”, explica a professora .

Segundo ela, estiveram presentes a ex-aluna Silvana Pereira, que foi a Rainha da Primavera de 1974; a professora Edna, que também foi aluna, em 1973; o senhor Neir, ex-estudante, em 1973, que se casou com a Rainha da Primavera; o professor e ex-diretor do CEF 04, Enóquio.

Também participaram da festividade, a ex-diretora Maria Valdinei e os(as) professores(as) aposentados(as) Neuton , Rhomy, Ivonete, Nágila, Yara , Penha, Arleth, Ana Alice, Osvaldo, Yolanda, que conversaram com os(as) atuais estudantes em evento realizado no auditório.

Poliana também cita a presença de ex-alunos(as) que prestigiaram o evento. “Contamos com a presença da ex-aluna Loane, que hoje é jornalista e produtora musical; a Letícia, recordista da Olimgama; Érica, formada em TI e mãe de três filhos que frequentam as altas habilidades do CEF 04; e Ryan Balbino, cantor e compositor de rap. Também estiveram presentes os orientadores Neilan e Jaqueline, que vieram também nos prestigiar”.

Ela informa que o Encontro Literário ofereceu momentos ímpares para a comunidade escolar com recitais de poesias, paródias produzidas pelos estudantes do CEF 04. O evento aconteceu nos dois turnos. Os(as) estudantes receberam um passaporte com o qual eles(as) tinham de participar, obrigatoriamente, de três oficinas.

“Em cada oficina, o passaporte era carimbado e assinado. No fim de cada turno, cantamos parabéns com os(as) estudantes que participaram e,  em seguida, fizemos um lanche coletivo. Também foi oferecido um coquetel para os(as) convidados(as). Foi um evento bem organizado e feito com muito amor. E foi um sucesso”, afirma.

Um Baile no Etarismo

Por Edna Rodrigues Barroso*

Existem corpos que não pretendem parar de dançar, de se movimentar, de se divertir, de cantar, mesmo que alguém lhes declare que já não têm a mesma flexibilidade, a mesma leveza, a mesma agilidade.

Existem corpos que não pretendem parar de militar, de se envolver, de se posicionar, de reivindicar, mesmo que alguém lhes afirme que o mundo mudou, a sociedade mudou, a categoria mudou.

O menosprezo aos envelhecimentos tem se mostrado um preconceito crônico, especialmente no caso brasileiro. É uma subestimação que pode assumir contornos paternalistas, como a infantilização, e/ou inadmissíveis, como o desrespeito.

Por isso, cada vez mais, o Estado e a sociedade civil têm o dever de elaborar e adotar políticas públicas e ações que venham contrapor-se ao etarismo e às suas múltiplas e complexas manifestações, tendo o bom senso de nem romantizar e nem dramatizar o envelhecimento. Porque, como cantou Juca Chaves: “Idade não é culpa; Velhice não é desculpa; Nem mesmo a juventude é profissão”.

O Bailes das(os) Aposentadas(os) do Sinpro-DF é um exemplo da força e da mobilização daquelas e daqueles que se dedicaram ao magistério e à militância sindical e hoje usufruem de um direito social: a aposentadoria.
Direito esse (re)conquistado com muita luta por quem estava a bailar.
Ainda que haja a crítica de que a iniciativa possa parecer segregacionista, é preciso entender que a categoria é numericamente grande e que aposentadas(os) e não aposentadas(os) são segmentos distintos que formam uma única base.

Vendo e participando do Baile, é impossível não se emocionar ao ver tantos e tantas que consagraram (e ainda o fazem) parte significativa do seu cotidiano para causas coletivas. E como disse Gonzaguinha: “E eu não quero esquecer; Essa legião que se entregou por um novo dia.”
Nosso Baile é um contraexemplo ao etarismo, ao capacitismo, ao preconceito de gênero. As mulheres marcaram presença majoritariamente, retratando a categoria, quantitativa e qualitativamente. São mulheres que não se intimidam em dançar sozinhas ou acompanhadas das amigas, riem em grupo, cantam em coro e se alegram em encontrar as companheiras e companheiros de profissão, arrumam-se e perfumam-se para si, ou ignoram o “dress code”. Pessoas que vivem plenamente, em par ou ímpar.

Nosso Baile é, antes e acima de tudo, um espaço/tempo de celebração coletiva e de prazeres compartilhados. Sem saudosismos, mas com reverência a todas e todos que alimentaram (e alimentam) o “fogo da esperança” por dias melhores.

Agradecemos à Secretaria de Assuntos de Aposentados e Aposentadas pelo Baile de 2023. Que nosso sindicato esteja atento ao fato de que uma entidade classista constitui-se de razão e emoção.

Que venham outras e novas ações que promovam os interesses desse segmento da categoria, articulando-os aos que ainda não se aposentaram.
Aposentadoria sim! Inatividade nunca! Segue o baile.

*Edna Rodrigues Barroso é professora aposentada da SEEDF

 

Palestra foca em acessibilidade linguística para estudantes surdos

Garantir acessibilidade linguística no contexto educacional para estudantes surdos que não frequentam escolas bilíngues de surdos. Esse foi o objetivo central da palestra “A relação entre o professor regente e o intérprete educacional”, realizada por professores(as) do Atendimento Educacional Especializados lotados nas escolas polos de Estudantes Surdos/com Deficiências Auditivas do Gama. O evento fechou o mês do Setembro Azul.

Com o apoio da Coordenação Intermediária de Educação Inclusiva da CRE do Gama e do Sinpro-DF, a formação foi realizada junto a gestores e professores(as) das escolas EC 09, EC 12, CEF 08, CEF 11 e CEM 01 do Gama. Para abordar o tema, foram convidadas a coordenadora da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga, Andréa Belém; e a intérprete de Libras da Diretoria de Acessibilidade da UnB Dannia Esteves.

Professor itinerante de Surdos/com Deficiência Auditiva do Gama Marcilene Carvalho, afirma que “essas ações coletivas são essenciais para incentivar a cultura colaborativa entre os profissionais do Atendimento Educacional Especializado nas escolas polos para estudantes surdos e com deficiência auditiva”. “O objetivo é propor atividades que rompam com o preconceito imposto pela categorização do conceito da surdez na perspectiva clínica de deficiência, além de pensar nas barreiras linguísticas e pedagógicas que interferem no desenvolvimento dos estudantes surdos. Essas ações formativas são importantes para incentivar o repensar pedagógico de todos os profissionais que atuam na educação de surdos”, diz.

Durante o evento, alunos(as) surdos das escolas públicas do Gama realizaram apresentações. Estudantes da EC 09 do Gama apresentaram o Hino Nacional Brasileiro em Libras e o estudante do CEF 08, José Manuel, com apoio dos colegas surdos, apresentou a releitura da poesia “A dor do silêncio”, de Renata Freitas. O poema aborda o direito linguístico da pessoa surda, em que num determinado período histórico, foi proibida comunicar em Libras, sendo obrigada a utilizar a oralidade no processo de comunicacional.

O evento ainda contou com exposição de desenhos do estudante surdo Maycon Santos, do CEM 01, e com relato da estudante surda Lorrane Flaira, egressa das escolas polos de estudantes surdos do Gama, que abordou suas perspectivas futuras após sua formação na educação básica.

Saiba como foi o Baile das Aposentadas e dos Aposentados

O tradicional Baile das Aposentadas e dos Aposentados do Sinpro de 2023 foi um grande sucesso! O evento encheu de animação o Net Live Brasília (Opera Hall) na última sexta, 29 de setembro.

Ao chegar ao local, os participantes foram recebidos por um par de asas que os convidava a “abrir suas asas e soltar suas feras”. O espaço instagramável gerou um movimento de alegria nas redes, pois a categoria registrou massivamente sua presença na festa.

Participaram do baile cerca de 2.500 professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados com seus convidados e convidadas. Todos dançaram ao som da banda Os Naftalinas, que tocou músicas para embalar todas as idades.

Foi um momento de encontro, descontração e amizade! Segundo a coordenadora da Secretaria de Aposentados do Sinpro, Elineide Rodrigues, foi possível verificar o sucesso do baile nos registros nas redes sociais, nos elogios recebidos e nos sorrisos das pessoas. “Para nós, foi uma satisfação muito grande promover esse evento de reencontros, de acalanto para a alma, e ver a felicidade no rosto dos nossos e das nossas colegas”, considerou Elineide. “Foi tudo preparado com muito afeto e muito cuidado, com um olhar especial para esse segmento da nossa categoria, que participou do início ao fim do evento”, completou ela.

Confira o álbum de fotos completo da festa no facebook. Clique no link abaixo:

VEJA AQUI

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Invisibilizados | debate e workshop dia 4 de outubro às 19h

Na próxima quarta-feira, 4/10, às 19h, o auditório do Sinpro no Plano Piloto recebe um workshop com o fotógrafo brasiliense Marco Mota, que desde o dia 24 de agosto expõe as fotos da mostra Invisibilizados no saguão da sede do sindicato. O evento é aberto a professores(as) e orientadores(as) educacionais, da ativa ou aposentados(as), e também a assinantes do jornal Correio Braziliense.

Na ocasião, Mota irá falar sobre suas fotografias e as técnicas empregadas em cada um dos quadros em exposição – numa visita guiada à exposição. O debate também contará com a participação do professor Luis Guilherme Baptista, coordenador do projeto Re(vi)vendo Êxodos.

A exposição Invisibilizados exibe até o dia 5 de outubro no saguão do Sinpro uma coleção com 21 fotografias autorais, tratadas em múltiplos processos de sobreposição de imagens, colagens e intervenções digitais. Desse total, 14 delas têm como base reproduções de registros históricos digitalizados e disponibilizados pelo Arquivo Público do DF e pelo Instituto Moreira Sales. “Os trabalhos têm como objetivo principal ampliar o debate sobre temas ainda tão presentes em nossa sociedade, e retratam situações de preconceito, privação de direitos, falta de acesso e de exclusão, em diferentes momentos da nossa história”, afirma Marco Mota.

Estudantes da EC 403 Norte dão aula sobre educação climática na Câmara dos Deputados

Gael, Débora, Gusttavo e Pedro foram o ponto alto da audiência pública sobre educação climática, realizada pelas Comissões de Meio Ambiente e de Educação da Câmara dos Deputados. Estudantes do 5º ano da Escola Classe 403 Norte, os alunos da professora Kathleen de Oliveira mostraram, nessa quinta-feira (28/9), os problemas ambientais pelos quais o Brasil e o mundo passam e como superar essa crise.

Diante de muita gente grande, eles foram convictos ao ressaltar que, quando se trata de questões ambientais, “estamos diante de uma emergência global”.

“Precisamos urgentemente realizar mudanças em favor da continuidade da vida. Não temos mais tempo para esperar!”, alertaram. Para mudar os rumos do país e promover a proteção ambiental, os estudantes indicam a necessidade de “vontade política”.

O quarteto ainda destacou o ataque ao bioma Cerrado, considerado o berço das águas por abrigar as nascentes de importantes bacias hidrográficas da América do Sul. “E o que estamos fazendo? Estamos trocando uma das vegetações mais antigas do mundo por imensas plantações de monocultura de soja e milho, inclusive com incentivos governamentais para o uso de agrotóxicos”, denunciaram.

Como encaminhamentos, Gael, Débora, Gusttavo e Pedro, que representaram ali a voz das crianças do Brasil, reforçaram a necessidade de “leis severas para os que desmatam, e incentivos para os que preservam as florestas”; “investimento nos órgãos de proteção ambiental” e “proteção das terras indígenas contra os garimpeiros e madeireiros”.

“Progresso jamais pode ser sinônimo de destruição”, concluíram os estudantes da Escola Classe 403 Norte.

A audiência pública foi solicitada pela deputada Socorro Neri (PP-AC), que contou com o apoio dos deputados Nilto Tatto (PT-SP), Moses Rodrigues (União-CE), Gilson Daniel (Podemos-ES), Professora Goreth (PDT-AP) e Daniel Barbosa (PP-AL). Ela e eles acreditam que a conscientização sobre questões ambientais precisa ser transversal com a educação em todas as etapas.

 

Premiação do Concurso de Desenho e Redação será dia 6; confira os vencedores

O XIII Concurso de Desenho e Redação do Sinpro se encerra no próximo dia 06 de outubro com a premiação dos vencedores e vencedoras em cada categoria. Com a participação de 639 estudantes na modalidade redação e 1751 na modalidade desenho, o concurso foi um sucesso e mais uma vez movimentou as escolas em torno de uma questão importante e atual. Desta vez, o tema foi: “Educar para um mundo socialmente sustentável”.

Foram 7 categorias na modalidade desenho e 5 na modalidade redação. Os vencedores em cada categoria ganharão um Tablet Samsung Galaxy Tab S6 Lite (1º lugar); um Tablet Galaxy Tab A8 (2º lugar) e um Tablet Samsung Galaxy Tab A7 Lite (3º lugar). Professores(as) ou orientadores(as) educacionais indicados(as) pelos estudantes vencedores também serão premiados com R$ 1,2 mil (1º lugar), R$ 800 (2º lugar) e R$ 500 (3º lugar). Clique abaixo para ler a lista completa de vencedores(as).

 

CLIQUE AQUI E SAIBA QUEM SÃO AS GANHADORAS E GANHADORES

 

A premiação acontecerá no próximo dia 6 de outubro, às 14h, no auditório do Sinpro (SIG). Para a coordenadora da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Letícia Montandon, o concurso alcançou seus objetivos por ter envolvido tantos estudantes, profissionais do magistério e escolas: “As produções apresentadas foram de muita qualidade, e não foi fácil para a comissão julgadora definir os vencedores e vencedoras”, comemora Letícia. “Ficamos muito orgulhosos do resultado, porque ele mostra o belíssimo trabalho que professores e professoras desenvolvem nas salas de aula”, destaca ela.

O Sinpro parabeniza todos os participantes do concurso pela qualidade dos trabalhos apresentados, em especial, estudantes, professores(as) e orientadores(as) educacionais premiados com os primeiros lugares. Ano que vem tem mais concurso de desenho e redação, e o mote será o combate à violência nas escolas, com o tema: “Escola é Lugar de Ser Feliz”.

 

Origem do concurso

O Concurso de Redação do Sinpro foi criado em 2009, em meio à necessidade de se debater o combate à violência nas escolas. A campanha “Quem bate na escola maltrata muita gente” foi motivada pelo assassinato do professor Carlos Mota, que era diretor do CEF do Lago Oeste, hoje chamado CEF Carlos Mota, em 2008.

No início, o concurso tinha apenas a modalidade redação e era dirigido a estudantes do ensino médio. Era uma forma de movimentar as escolas e envolver as comunidades escolares com o combate à violência e com a campanha.

A iniciativa foi tão bem sucedida que seguiu acontecendo nos anos posteriores e se ampliou também para a modalidade desenho. São 14 anos desde o primeiro concurso, e somente em 2020 ele não aconteceu, devido à fase mais aguda da pandemia da covid-19.

 

 

Profmat abre inscrições para mestrado em 2024

Está aberto, e termina na próxima sexta-feira (6/10), o período de inscrições para o Exame Nacional de Acesso ao Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat) 2024. A iniciativa visa a proporcionar formação matemática aprofundada relevante para o exercício da docência na Educação Básica, especialmente a professores(as) que busquem aprimoramento da formação profissional.

Podem se inscrever no exame, professores(as) em exercício da docência de Matemática na Educação Básica das redes pública e privada, portadores(as) de diploma de curso de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), em qualquer área, respeitando-se as normas de cada Instituição Associada.

Interessados(as) têm até às 17h (horário de Brasília) do dia 6 de outubro para registrarem sua inscrição no site profmat-sbm.org.br  ou direto no link https://ena.profmat-sbm.org.br/info.php. São 1.800 vagas ofertadas por 98 instituições de todo o Brasil para o ingresso no Profmat em março de 2024. A prova busca comprovar o domínio matemático dos(as) candidatos(as) e consistirá de 30 questões de múltipla escolha.

A avaliação será realizada no dia 21 de outubro de 2023, em caráter presencial, iniciando-se às 14h com término às 17h. O edital completo, com todos os detalhes do Exame Nacional de Acesso ao Profmat em 2024, está disponível neste link. https://profmat-sbm.org.br/ingresso-2024/

 

Sobre o Profmat

O Profmat é um programa de Mestrado semipresencial na área de Matemática com oferta nacional. É formado por uma rede de Instituições de Ensino Superior, no contexto da Universidade Aberta do Brasil/Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (Capes), e coordenado pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), com apoio do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

Atualmente, o Profmat conta com 106 instituições associadas, que garantem que o programa tenha abrangência nacional. Além disso, são elas que asseguram o caráter de gratuidade do Programa, e são responsáveis, por intermédio das respectivas Coordenações Acadêmicas Institucionais, por toda a coordenação das atividades do Profmat, descritas no Regimento do Profmat e suas normas.

O Profmat foi recomendado pela Capes, reconhecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e validado pelo Ministério da Educação (MEC) com nota 5 (nota máxima para programas de mestrado).

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