Alunas do CEL vão “tomar conta” de embaixadas: é o Girls Takeover 2023

Três alunas do Centro Educacional do Lago (CEL) vão “tomar conta” de embaixadas durante a próxima segunda-feira (18/9). No projeto, o CEL, escola publica bilíngue de ensino médio em tempo integral, atua com as embaixadas da Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia.

As alunas Bruna Cristina de Melo Silva e Luiza Silva Freitas, do segundo ano, e Lays Cristine da Mata Oliveira, do terceiro ano, foram selecionadas para “atuarem como embaixadoras de uma embaixada de um país nórdico”. A ideia é que elas se comuniquem em língua inglesa com diplomatas e se envolvam em questões de geopolítica, de gênero e de relações internacionais.

Seleção rigorosa
As alunas interessadas em participar passaram por um processo seletivo rigoroso para participar dessa atividade: “No CEL, temos vários editais para atividades bilíngues. Uma delas é o “Girls Takeover – Girls at the Nordic Embassies”, ou Garotas nas Embaixadas Nórdicas. Esses editais servem como preparação para se candidatarem a universidades estrangeiras”, explica o supervisor da escola, Vitor Rios Valdez.
As candidatas ao Girls Takeover precisaram comprovar proficiência em inglês com provas e entrevistas. Também foi feito um levantamento dos históricos escolares e rendimento acadêmico das candidatas. Pontuação extra é dada para as estudantes participantes do Programa de Alta Performance da escola, programa de incentivos e valorização de estudantes com boas notas e protagonismo juvenil. Quem apresentou currículo com atividades extracurriculares e carta de recomendação também marcou mais pontos no processo seletivo. Depois de todas essas etapas, as candidatas ainda fizeram uma redação sobre como ampliar o papel das mulheres na diplomacia brasileira.

Programação intensa
As três selecionadas terão bastante atividade durante todo o dia, de 8h00 a 17h00, incluindo transporte da escola até as embaixadas em veículos oficiais, reuniões internas nas embaixadas (registradas em vídeo) e reunião no Palácio do Itamaraty com a Associação das Mulheres Diplomatas do Brasil (AMDB). Depois dessa reunião, todas serão recebidas para almoço na residência oficial da embaixadora da Finlândia, Johanna Karanko. Durante a tarde, as reuniões serão com a nova embaixadora da União Europeia, Marian Schuegraf, e com representantes do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Durante a programação a estudante atua como embaixadora do país que representa, conduz reuniões e pauta temas de discussão.

 

Lição para toda a vida

Os relatos de quem participou das edições anteriores dão conta de como o projeto impacta na vida das selecionadas:

“A experiência do projeto Girls Takeover é única! Conheci as embaixadoras da Dinamarca, Finlândia e o embaixador da União Europeia, também tive a oportunidade de visualizar novos horizontes, criar projetos e me inspirar em mulheres extraordinárias que tornaram essa experiência possível. O projeto é maravilhoso e recomendo para todos, fui muito bem recebida, além de experimentar o dia a dia da embaixadora da Dinamarca Eva Pedersen, pude obter diversos aprendizados sobre a vida diplomática e abrir caminho para novas possibilidades. Assim, posso afirmar a importância desse projeto e o quão benéfico ele é, sou grata por ter tido essa oportunidade!”, contou Bruna.

“Foi uma experiência que eu nunca imaginei passar, nunca tive um interesse genuíno, mas definitivamente, uma das melhores que vivi até hoje! O aprendizado desse dia, só acrescentou em minha construção pessoal e de como eu devo me orgulhar todos os dias por ser uma mulher. A energia, o respeito, o compromisso, até mesmo o amor, que me foi passado, foi tão intenso, tão único! Poder fazer parte daquela equipe, de ter estado na presença de mulheres tão influentes foi muito gratificante, só tenho agradecer à todos e em especial a Embaixadora Johanna, projetos como esses são extremamentes importantes, obrigada!”, explicou Victoria.

Jogos Interclasses do CEF Queima lençol começam nesta segunda

O Ginásio de Esportes de Sobradinho recebe nesta segunda-feira (18/9) às 8h a abertura dos jogos interclasses do CEF Queima Lençol.

Na segunda-feira, haverá a cerimônia de abertura do evento, com pira olímpica e fogos.

De terça a sexta-feira, haverá campeonatos de futsal, queimada, basquete, tênis de mesa e golzinho para as turmas do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“Os alunos esperam o ano inteiro pelos jogos interclasses, estão todos bem animados”, disse a coordenadora do CEF Queima Lençol, Evaíde Flores Campos, que está organizando tudo junto com o coordenador Claudinei Batista, os professores de educação física João Carlos Romeiro, Valdir Pires Maciel e a professora Lívia Monteiro Guedes, e a diretora Lindonor Barbosa.

UnB: 10ª Semana de Geociências da UnB oferece minicursos e palestras a escolas públicas

O Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB) oferece, durante a Semana Universitária da UnB (de 25 a 29 de setembro), uma série de minicursos e palestras voltados para professores e alunos de geografia e ciências dos ensinos fundamental e médio.

“Temos também o Museu de Geociências, que recebe visitações regulares o ano todo, mas durante a Semana Universitária a programação de eventos é especial”, conta a professora Julia Barbosa Curto Ma, coordenadora de extensão do Instituto de Geociências.

Clique no botão abaixo para ver a programação completa da 10ª Semana de Geociências da UnB

Veja a programação

Julia e o professor Caio Santos, organizadores da 10ª Semana de Geociências, destacam alguns eventos para estudantes e professores do ensino básico:

 

PALESTRA DESLIZAMENTOS EM ÁREAS URBANAS (26/9 às 14h no auditório do Instituto de Geociências)

Muitos municípios brasileiros enfrentam problemas relacionados ao desabamento de encostas, que tem se intensificado nos últimos anos. A palestra em questão tem por objetivo mostrar ao público os fatores que controlam esse tipo de evento, incluindo a relação entre fatores naturais e fatores causados pela ocupação humana.

 

AUDIOVISUAL NA DIFUSÃO DO CONHECIMENTO GEOCIENTÍFICO: IMPORTÂNCIA E CUIDADOS (26/9 às 19h, auditório do Instituto de Geociências)

O poder do audiovisual é incontestável. Seus produtos, ao mesmo tempo em capturam nossa atenção com formas e cores, enviam mensagens capazes de influenciar profundamente nossas decisões pessoais e profissionais. A ciência, em nível mundial, explora este recurso de maneiras e aplicações variadas; enquanto no Brasil – particularmente falando das geociências -, este recurso vem ganhando cada vez mais atenção e adeptos. Vamos conhecer mais sobre a importância da utilização da comunicação audiovisual na difusão do conhecimento da geociência, e dos cuidados indispensáveis ao desenvolvimento de conteúdos audiovisuais que carregam informações científicas.

 

GEOCIENTISTAS ANALISAM FILMES E SÉRIES (27/09/2023 às 19h, auditório do Instituto de Geociências)

O cinema e a televisão frequentemente retratam eventos geológicos, e certas obras chegam a mostrar versões ficcionais do interior do planeta. Nessa atividade, buscaremos mostrar ao público os erros e acertos dessas produções e, de forma leve e lúdica, fornecer conhecimentos básicos de geociências para o público.

 

A EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE OS TERREMOTOS NO BRASIL (28/9 às 19h,  auditório do Instituto de Geociências)

Apresentar uma visão dos primeiros estudos  sobre terremotos brasileiros, investigação determinada  pelo imperador D. Pedro II, até chegarmos ao nível do  entendimento da Sismologia atual. Isto incluirá a  evolução da instrumentação sismográfica, o desafio  dos terremotos intraplaca e exemplos de grandes e  pequenos sismos que deixaram marcas na história do  Brasil. O que esperar no futuro?

Clique no link abaixo para se inscrever na 10ª Semana de Geociências

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CEF 34 de Ceilândia realiza Mostra de Ciências no sábado 16/9

A comunidade escolar do CEF 34 de Ceilândia está convidada para a 10ª Mostra de Ciências da escola no próximo sábado, 16 de setembro. Os estudantes de lá desenvolveram experimentos, pesquisas, e esculturas relacionados a diversos temas científicos.

Essa atividade de pesquisa desempenha várias funções pedagógicas importantes e ajuda os alunos a se tornarem cidadãos mais informados e conscientes, graças a uma experiência prática que vai além da abordagem expositiva do professor. Isso cria uma cultura de apreço pelas ciências e pela investigação científica entre os estudantes.

A 10ª Mostra de Ciências do CEF 34 de Ceilândia acontece no próximo sábado a partir das 8:30.

Veja o vídeo do evento

Por que celebrar e lutar pela independência

Leia abaixo artigo da dirigente da CNTE e ex-diretora do Sinpro, Rosilene Corrêa, abordando a relação entre as noções de independência, autonomia e soberania, destacando a importância da Educação nesses processos.

 

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Por que celebrar e lutar pela independência

 

Há poucos dias, comemoramos os 201 anos de independência do Brasil. Um fato importante, este ano, foi o resgate da data, que havia sido sequestrada por interesses privados de uma setor da sociedade capitaneado pelo bolsonarismo. Em 2023, o Dia da Independência voltou a ter caráter de celebração nacional, ou seja, de todos os brasileiros e brasileiras, e não uma festa particular de autoexaltação de uma pequena parte.

Para além de recuperar esse significado, a noção de independência é muito cara para as elaborações do campo progressista, tanto num nível macro – como quando falamos de um país – como no micro, nas relações interpessoais.

O feminismo, por exemplo, fala há muito tempo sobre a necessidade de se construir a autonomia das mulheres sobre seus corpos e suas vidas. Isso significa que as mulheres são donas dos próprios corpos para vestirem o que quiserem e para que ninguém as toque sem seu consentimento. Também significa que a autonomia financeira das mulheres, ou seja, garantir-lhes a renda necessária para que cuidem de si e de seus filhos, é, por exemplo, um passo importante para combater a violência doméstica. Quando elas são donas da própria vida, é menor a chance de ficarem reféns de um ciclo violento de relações intrafamiliares.

Num âmbito mais geral, hoje em dia, falar da independência de um país nos leva a pensar no conceito de soberania. Um país soberano toma e encaminha decisões sem interferência dos interesses de outros países. Um país soberano cuida de seu meio ambiente, da sua população mais vulnerável, de sua Saúde, de sua Educação, de sua Economia de acordo com os interesses de seu povo, sem sofrer chantagens políticas ou econômicas internacionais.

Para a formação de uma criança, construir sua autonomia é fundamental. Ter seu pensamento livre, conforme seus princípios, conforme sua vivência, seus valores. Confrontar seus valores com os do colega, expor-se à convivência, tudo isso constrói a identidade de um ser humano, constrói sua autonomia. E a escola é um espaço fundamental de mediação desse encontro: o indivíduo com ele mesmo, para que ele possa ser livre.

Assim dizendo, podemos associar a noção de independência com autonomia e soberania. E a consequência de todas elas é a liberdade. Por um país livre, de homens e mulheres livres. Que sempre celebremos a liberdade nos 7 de setembro vindouros.

Professoras vendem artesanato para salvar a vida de cãezinhos

Minhonzinho, Loli, Lolô, Mulatinho, Borboleta e Verinha. Esses seis cachorrinhos têm em comum o trauma do abandono. Mas também trazem consigo a alegria do encontro com protetoras que se desdobram em mil para assegurar que suas vidas sejam preservadas com qualidade e dignidade.

Minhonzinho, Loli, Lolô, Mulatinho e Borboleta foram resgatados pelas professoras aposentadas e protetoras Izabela Cintra e Ana Cláudia Corrêa. Eles têm sequelas de leishmaniose e cinomose, além de incontinência urinária. A chance de adoção desses animais, devido ao quadro de saúde, é praticamente zero. Por isso, foram levados a um lar temporário pago, custeado por Izabela e Ana Cláudia.

“De hospedagem, cada animal tem o custo de R$ 300 por mês, ou seja, são R$ 1.500 a cada 30 dias. Além disso, ainda temos que pagar R$ 1.200 de ração. Chegamos a ter ajuda de algumas pessoas, mas não é nada que chegue perto de custear integralmente esses gastos”, conta a professora Izabela Cintra.

Verinha não foi para o lar temporário. Encontrada em um canil clandestino, ela tem como tutora professora Izabela. Mas assim como os outros cãezinhos, Verinha tem problemas severos de saúde que geram um gasto alto.

“Verinha tem 8 anos, incontinência urinária e, há dois anos, foi diagnosticada com câncer. Eu troco a fralda dela de quatro a cinco vezes por dia. Ela chegou a fazer cirurgia, mas houve recidiva. Para ter qualidade de vida, ela faz tratamento medicamentoso. Até agora, já foram mais de R$ 4 mil. Além disso, por causa do estado de saúde, Verinha só come na seringa, e aí são R$ 30 por dia para pagar o suplemento”, diz a professora Izabela.

Para conseguir fechar a conta no fim do mês, Izabela e Ana Cláudia usam da criatividade. As duas arregaçaram as mangas começaram a confeccionar imãs de geladeira e ecobags. Os imãs são de biscuit e trazem personalidades como, por exemplo, Frida Kahlo. As ecobags são feitas com sacolas de ração. Os itens são feitos completamente à mão e podem ser adquiridos em local a ser combinado ou no 1º Piquenique dos Aposentados e das Aposentadas com Feira Cultura, agendado para 16 de setembro.

>> Leia também: 1º PIQUENIQUE DOS APOSENTADOS E DAS APOSENTADAS COM FEIRA CULTURAL

 

“Minha vida mudou”
Professora Izabela é protetora há 12 anos. O primeiro cão resgatado foi um Shih Tzu encontrado em uma caixa de isopor, completamente ferido. De lá pra cá, Izabela já perdeu as contas de quantos cães e gatos já tirou das ruas do dos maus-tratos.

Um dos principais problemas apontados pela professora e protetora é a ausência de políticas governamentais para o segmento. “Não existem iniciativas por parte de governo nenhum que ajude os protetores. Além disso, os aparelhos públicos que existem voltados para animais têm uma demanda imensa e nunca são completamente gratuitos. Para uma castração em um lugar desses, por exemplo, o tutor precisa pagar pelo menos R$ 50 de exame e R$ 50 de medicação. Isso é muito para quem, muitas vezes, não tem nem o dinheiro do ônibus”, denuncia.

Além da ausência de políticas públicas para o amparo de animais abandonados, ainda há a análise questionável da polícia e da Justiça em casos de resgate. “Meu primeiro processo foi quando eu resgatei um pitbull. O pitbull estava com 12 quilos. Normalmente, um cachorro desses tem 60 quilos. Quando vi isso, eu pulei o muro da casa, peguei o cachorro, levei para a clínica. Fui para a delegacia. Chegando lá, fiquei lá 4 horas, e o autor saiu em 45 minutos. E quem respondeu processo fui eu. Não tem problema. Hoje é um cão feliz e bem adotado”, fala Izabela sem arrependimento.

Felizmente, Izabela conta que existem bons corações em seu caminho. “Temos algumas clínicas veterinárias que nos ajudam e algumas pessoas também que colaboram.”

A correria, a preocupação e o alto gasto se tornam insignificantes diante do amor que Izabela e Ana Cláudia têm pelos animais que resgatam. “Esses animais significam tudo para mim”, diz Izabela com a voz embargada, e continua: “Hoje eu gosto muito mais de bicho do que de gente. A Verinha e todos os outros animais que resgatei me transformaram em uma pessoa melhor. Ter um animal especial te ensina a ter mais empatia, mais solidariedade, mais amor ao próximo”.

Maltratar e abandonar é crime
Segundo levantamento feito pela Confederação Brasileira de Proteção Animal, em 2021, o DF registrou cerca de 700 mil animais abandonados. No Brasil, em 2022, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), existiam cerca de 30 milhões de animais abandonados nas ruas: 10 milhões são gatos e 20 milhões, cães.

Desde 1998 a Lei Federal 9.605/98 entende o abandono de animais como crime. Em 2020, com a aprovação da Lei Federal 14.064/20, garantiu-se o aumento da pena de maus-tratos com reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda, quando se tratar de cão ou gato.

A Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) define que, para o bem-estar dos animais, devem ser mantidas cinco liberdades: livre de fome e sede; livre de desconforto; livre de dor; livre de lesões e doenças; livre para expressar seu comportamento natural; livre de medo e estresse.

Colabore
Os imãs vendidos pelas professoras custam R$ 25 cada. Interessados podem encomendar a confecção de uma figura ou personagem preferido. Já as ecobags custam R$ 12.

As vendas podem ser combinadas pelo WhatsApp 61 9992195191

Quem quiser colaborar com a causa também pode depositar qualquer quantia no PIX 61 9992195191 (Izabela Cintra).

Visite o perfil @adotenoquadradino no Instagram e saiba mais

 

Zuri e a educação antirracista: lançamento dia 14

O Professor Simão de Miranda lança seu próximo livro, a História de Zuri, na próxima quinta-feira, 14/9, a partir das 18:30, no Restaurante Osteria Vicenza, no Complexo Brasil 21 (Setor Hoteleiro Sul, Q6).

O livro “A História de Zuri” é um conto sensível sobre história e cultura afrobrasileira, educação antirracista e dignidade humana para crianças, jovens e toda a família.

Zuri é uma menina que desde cedo se posiciona contra o racismo e usa o conhecimento para combater as injustiças e a opressão contra o povo negro. O livro tem um final surpreendente!

A história de Zuri traz ilustrações comoventes de André Cerino, e está sendo publicado pela editora Eiros.

 

Sobre o autor

Simão de Miranda tem pós-doutorado em Educação, Doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano, é professor, escritor e palestrante internacional. Realizou mais de 1.000 formações no Brasil, Argentina, Cabo Verde, Cuba, Portugal e São Tomé e Príncipe.
Publicou mais de 70 livros sobre formação de professores e literatura para crianças. Tem obras traduzidas em Portugal e México e uma distribuída em 23 países. Seus livros integram catálogos das Feiras de Frankfurt na Alemanha, Bolonha na Itália e Bogotá na Colômbia.
Recebeu 22 prêmios literários, um deles da Academia Brasileira de Letras. Foi colaborador das revistas Nova Escola, Ciência Hoje e Capricho.
Foi professor de Educação Básica, graduações e pós-graduações;
É docente na Pós-Graduação em Neurociências, Educação e Desenvolvimento Infantil na PUC do Rio Grande do Sul; docente na Pós-Graduação em Pedagogia, Gestão e Docência na PUC do Paraná;
É fundador, coordenador e docente na Especialização em Educação Infantil na Perspectiva Histórico-Cultural do Instituto Saber no Distrito Federal;
É integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas História, Sociedade e Educação no Brasil, fundado e presidido pelo Saviani, que concentra estudiosos da Pedagogia Histórico-Crítica no Brasil.
Foi formador de professores na EAPE por 13 anos;
É Cidadão Honorário de Brasília.

CEF 20 Ceilândia celebra abertura de Jogos Interclasse

No último dia 11 de setembro, O CEF 20 de Ceilândia celebrou a abertura de seus jogos interclasse.

Cada turma da escola participou do desfile de abertura, que contou ainda com apresentação de ginástica artística e aula de step.

Os Jogos Interclasse têm campeonatos de futsal, voleibol, tênis de mesa, basquetebol, queimada, dama, xadrez e jogos eletrônicos. A competição se encerra dia 16.

O álbum com todas as fotos do evento de abertura dos Jogos Interclasse está disponível no Facebook do Sinpro. Clique no botão abaixo.

VEJA O ÁLBUM 

 

Participe da rifa solidária da professora Rafa

Rafaela Farias é professora em regime de contrato temporário na rede pública do DF. Em julho último, ela passou por uma tragédia pessoal, um triste acidente que a fez perder a filha. Sua sobrinha sofreu danos graves e continua na UTI. O marido de Rafaela, que também é professor em contrato temporário, está em recuperação, com problemas nas mãos e no joelho; e ela mesma quebrou o fêmur em dois lugares.

Atualmente, Rafa e seu marido estão arcando com altos custos com medicamentos e tratamentos médicos para se recuperarem. Como são professores temporários, as limitações são muitas! Por isso, ela lançou uma rifa solidária para ajudar a arcar com esses custos.

Colabore participando! “Contamos com a ajuda e generosidade de cada um de vocês. Sua participação fará toda a diferença nesse momento de superação e reconstrução da nossa família”, diz Rafaela.

O sorteio será realizado dia 11 de outubro. O primeiro lugar será premiado com R$500, e o segundo lugar receberá R$200.

Clique aqui para participar da rifa:

CLIQUE AQUI

Cátedra Paulo Freire busca mapear práxis freireanas

No próximo dia 28 de setembro, mês do aniversário de nascimento de Paulo Freire, ocorre no Campus Planaltina da UnB o encontro anual da Cátedra “Vivenciar Paulo Freire e demais práxis emancipatórias”. A ideia da coordenação do evento é, antes mesmo do encontro, promover um pré-mapeamento de estudos de casos de aplicações da práxis freireana.

A Cátedra Paulo Freire é um espaço acadêmico para trocas de experiências aberta aos demais movimentos sociais (sindicatos, organizações sociais etc.)

Como parte da programação do evento, haverá um espaço aberto para troca de relatos de experiências educativas ou projetos de inspiração freireana. A ideia é que as pessoas possam compartilhar seu trabalho e também conhecer outras inspirações.

A professora Rosy Vasconcelos, coordenadora da Cátedra, pede que as pessoas que tenham experiências freireanas a compartilhar preencham o formulário, mesmo que não possam participar do evento. “Temos certeza de que há relatos incríveis na rede distrital de educação”, aposta.

Clique aqui e responda o formulário 

Rede da prática freireana

Rosy explica que o formulário é a primeira etapa de um projeto de pesquisa permanente. “No credenciamento para o encontro, pedimos respostas a algumas perguntas extras, para que possamos fazer um levantamento de práticas freireanas já existentes em vários segmentos da sociedade. A etapa seguinte vai buscar mais detalhes dessas experiências, para que tenhamos futuramente elementos para constituirmos uma rede de trabalho em Paulo Freire”, conta.

Esse registro possibilitará a construção de uma rede em torno do pensamento e prática freireana no Distrito Federal. O formulário a seguir também registra sua iniciativa, de seu coletivo ou escola como parte de diagnóstico feito pela Cátedra para posterior divulgação.

“Reunimos vários segmentos dos movimentos sociais, populares, professores, a comunidade da UnB, a comunidade externa, profissionais interessados na temática freireana, pesquisadores, artistas. O grupo é muito grande e diversificado, e são abordados temas nas áreas de educação, cultura, arte, dentre outras. “É o momento de congraçamento desses educadores e militantes em Paulo Freire”, explica Rosy.

As respostas devem ser enviadas até o dia 18 de setembro.

Clique aqui e responda o formulário

 

O e-mail para contato é pfreirecatedrafup@gmail.com.

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