Atenção professor/a! Não caia no golpe do telefone

O Sinpro-DF continua recebendo denúncias de professores/as e orientadoras/es educacionais sindicalizados que receberam ligações telefônicas de golpistas. As fraudes vêm tentando ser emplacadas mesmo diante das inúmeras alertas realizadas pelo Sindicato em todos os meios de comunicação com a categoria. Diante disso, é necessário ficar alerta às orientações.

O primeiro ponto a ser destacado é que o Sinpro-DF nunca solicitou depósito bancário ou envio de PIX para que sindicalizados/as tenham ganhos financeiros oriundos de processos na Justiça, como precatórios, ações de indenizações e outros. Além disso, o Sindicato não utiliza serviço telefônico com prefixo 0800 e nem liga de código de área diferente de 61.

Caso o/a sindicalizado/a receba alguma ligação suspeita, ligue imediatamente para um dos números do Sinpro-DF disponíveis no site da entidade.

O golpe
Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

O combate a essa farsa é antiga. A diretoria colegiada do Sinpro-DF já denunciou várias vezes a situação à Polícia Civil do Distrito Federal e continua atenta para que não haja nenhum tipo de prejuízo às/aos) filiadas/os.

Golpistas continuam tentando dar golpe na categoria por telefone

Mesmo diante de todos os alertas, comunicados publicados em nossa página e redes sociais e precauções tomadas pela diretoria do Sinpro para resguardar a categoria, alguns professores(as) e orientadores(as) educacionais continuam recebendo denúncias de que sindicalizadas(os) estão recebendo ligações telefônicas de golpistas. A forma é sempre a mesma: para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do sindicato.

Segundo as denúncias realizadas ao sindicato, em alguns casos o golpista se apresenta como Dr. Daniel, Dimas ou outros nomes, e chega a utilizar, em sua foto de perfil de WhatsApp, a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

O Sinpro-DF alerta que a solicitação de depósito bancário NUNCA foi adotada para que sindicalizadas(os) possam ter acesso a ganhos financeiros oriundos de processos na Justiça, como precatórios, ações de indenizações e outros, muito menos o pedido de pagamento por PIX. Além disso, o Sinpro-DF informa que não tem serviços telefônico com prefixo 0800, portanto não liga de prefixos 0800, e nem liga de código de área diferente de 61.

O combate a essa farsa é antiga. A diretoria colegiada do Sinpro-DF já denunciou várias vezes a situação à Polícia Civil do Distrito Federal e continua atenta para que não haja nenhum tipo de prejuízo às(aos) filiadas(os).

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro-DF alerta categoria para ter cuidado com o golpe do telefone

O Sinpro-DF continua recebendo denúncias de que sindicalizadas(os) estão recebendo ligações telefônicas de golpistas. Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do sindicato.

Segundo as denúncias realizadas ao sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como dr. Daniel e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

O Sinpro-DF alerta que a solicitação de depósito bancário nunca foi adotada para que sindicalizadas(os) possam ter acesso a ganhos financeiros oriundos de processos na Justiça, como precatórios, ações de indenizações e outros. Além disso, O Sinpro-DF informa que não tem serviços telefônico com prefixo 0800, portanto não liga de prefixos 0800, e nem liga de código de área diferente de 61. 

O combate a essa farsa é antiga. A diretoria colegiada do Sinpro-DF já denunciou várias vezes a situação à Polícia Civil do Distrito Federal e continua atenta para que não haja nenhum tipo de prejuízo às(aos) filiadas(os).

 

 

 

 
MATÉRIA EM LIBRAS

ATENÇÃO| PROFESSORES SOFREM TENTATIVA DE GOLPE TELEFÔNICO MAIS UMA VEZ

O Sinpro-DF, por meio da Secretaria de Assuntos Jurídicos, volta a informar a categoria sobre a tentativa de golpes praticados contra os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal. A exemplo de outras ocasiões, o sindicato recebeu mais uma denúncia de que professores(as) em atividade e aposentados(as) sindicalizados(as) estão recebendo ligações telefônicas de golpistas se passando por diretores, ex-diretores e funcionários da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do sindicato para extorquir dinheiro das vítimas.

Os golpes continuam acontecendo principalmente em tempos de pandemia. Orientamos que nenhum professor(a) faça depósitos ou informe dados pessoais para números desconhecidos. O Sinpro-DF, não adota esse tipo de procedimento para que o professor(a) possa ter acesso a ganhos financeiros oriundos de processos na justiça tais como precatórios, ações de indenizações, entre outros.

A luta para combater essa farsa é uma preocupação antiga da diretoria do sindicato, que já denunciou tudo à Polícia Civil do Distrito Federal.

Desta vez, segundo denúncias dos professores(a), o(a) golpista atual fala no primeiro contato em nome de um Dr. Daniel que inclusive, utiliza em sua foto de perfil, a logo marca do Sinpro-DF, solicitando em seguida um depósito em uma conta bancária vinculada à uma suposta pessoa com nome de Priscila, o que na prática é um crime.

 

ATENÇÃO

Para que o professor(a) tenha acesso ao setor jurídico do Sinpro-DF, disponibilizamos aqui, os telefones oficiais do nosso jurídico. Qualquer número incompatível com o que está disponibilizado aqui, orientamos os professores(as) a não passar nenhum tipo de informação pessoal ou dados bancários.

O Sinpro-DF está atento ao surgimento de novas denúncias e ressalta a importância dos(as) sindicalizados(as) desconfiarem de ligações e cartas com cobranças sobre qualquer assunto, principalmente os econômicos e esclarece que a entidade, EM NENHUM MOMENTO, cobra qualquer tipo de valor monetário para administrar as causas jurídicas dos(as) professores(as). Antes de passar qualquer dado pessoal, verifique se, de fato, está falando com um funcionário do sindicato. Ligue para o Sinpro-DF no 3343-4200/4201.

Outra maneira de se precaver contra falsos advogados é pedir o número de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com essa informação em mãos, é possível consultar a situação do profissional no Cadastro Nacional de Advogados (CNA).

Confira abaixo alguns dos números utilizados pelos criminosos para tentar aplicar golpe contra a categoria:

DR. DANIEL
99906- 6336

Os golpistas usam os dados abaixo para solicitar o depósito.

Agência: 3539-4
Conta : 42.633- 4 BANCO DO BRASIL
CPF: 078.700.309-37
Dr. PRISCILA REGIANA DA SILVA

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro informa a categoria sobre tentativa de golpe telefônico

O Sinpro, por meio da Secretaria de Assuntos Jurídicos, volta a informar a categoria sobre a tentativa de golpes praticados contra os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal. A exemplo de outras ocasiões, o sindicato recebeu novas denúncias de que professores(as) em atividade e aposentados(as) sindicalizados(as) estão recebendo ligações telefônicas de golpistas se passando por diretores, ex-diretores e funcionários da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do sindicato para extorquir dinheiro das vítimas.

A luta para combater essa farsa é uma preocupação antiga da diretoria do sindicato, que já denunciou tudo à Polícia Civil do Distrito Federal. O órgão está investigando e tomando as devidas providências para que os criminosos sejam presos.

De acordo com as vítimas, o contato ocorre por meio de ligações telefônicas e cartas. A quadrilha se faz passar pelo sindicato, usando até mesmo o número do telefone do Sinpro, e oferece atendimento jurídico para “auxiliar” no trâmite de processos judiciais.

Os golpistas abordam os(as) professores(as) sobre os mais diversos assuntos, em um caso recente registrado disseram a uma professora que ela tinha R$ 20 mil para receber, mas que, para liberar o recurso, teria de enviar R$ 5 mil para uma determinada conta, no Ceará. Depois disso foi que ela percebeu que era um golpe.

A professora diz que o número é o do Sinpro-DF e aparece no Google. O Sinpro já noticiou o Google e providências estão sendo tomadas.

 

Sinpro-DF orienta

O Sinpro-DF está atento ao surgimento de novas denúncias e ressalta a importância dos(as) sindicalizados(as) desconfiarem de ligações e cartas com cobranças sobre qualquer assunto, principalmente os econômicos e esclarece que a entidade, EM NENHUM MOMENTO, cobra qualquer tipo de valor monetário para administrar as causas jurídicas dos(as) professores(as). Antes de passar qualquer dado pessoal, verifique se, de fato, está falando com um funcionário do sindicato. Ligue para o Sinpro-DF no 3343-4200/4201.

Outra maneira de se precaver contra falsos advogados é pedir o número de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com essa informação em mãos, é possível consultar a situação do profissional no Cadastro Nacional de Advogados (CNA). “As pessoas estão se identificando como Dr. Dimas e usando nomes de ex-diretores do Sinpro. É golpe. O sindicato não pede depósito de custas processuais, transferência bancária ou qualquer tipo de pagamento”, afirma o coordenador da Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sinpro, Dimas Rocha.

Confira abaixo alguns dos números utilizados pelos criminosos para tentar aplicar golpe contra a categoria:

 

Professores do DF são alvo de golpe telefônico

O Sinpro recebeu novas denúncias de golpistas ligando ou mandando cartas para professores(as) da rede pública do Distrito Feder com processos na Justiça e administrados pelo sindicato, solicitando que eles(as) façam depósitos para a conta destes criminosos com a suposta finalidade de agilizar o processo. Alguns destes golpistas se passam por advogados da entidade. Apesar de o golpe atingir todos os segmentos da categoria, os principais alvos são os aposentados.

A direção do Sinpro reafirma que antes de fazer qualquer procedimento, assinatura de documento ou transferência de recurso, ligue para a Secretaria de Assuntos Jurídicos do sindicato e certifique se pedido é legal ou se passa de uma tentativa de golpe.

 

Como funciona o golpe

A vítima recebe uma ligação de alguém se passando por funcionário do Sinpro, solicitando que ela entre em contato com o jurídico da entidade para tratar de assuntos referente aos processos em andamento. No entanto, quando a vítima faz a ligação, a chamada é desviada para outro integrante da quadrilha, que se passa por advogado do Sinpro. Na conversa, o indivíduo informa que o professor tem uma determinada quantia para receber, mas que, para isso, é necessário que faça um depósito de determinado valor em uma conta.

Segundo o Sinpro, a quadrilha é astuciosa e bastante convincente. Além de todos os dados da vítima e do processo, as chamadas recebidas exibem o número do Sinpro. Porém, após denúncias, a Polícia Civil informou que todos os números e contas averiguadas são de outro estado.

 

Orientação do Sinpro

Diante dos ocorridos, a entidade alerta que, em hipótese alguma, solicita a realização de depósitos para processos que ela mesma administra. A orientação do Sinpro é que, em casos de suspeitas, antes de passar qualquer dado pessoal, o professor entre em contato com a entidade.

Além disso, é preciso fazer uma ocorrência na delegacia mais próxima, informando os dados da quadrilha, como conta bancária e número de telefone. Por fim, para facilitar o trabalho da Polícia, é  importante anexar a  denúncia ao boletim de ocorrência já feito pelo sindicato.

Outra maneira de se precaver contra falsos advogados é pedir o número de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com essa informação em mãos, é possível consultar a situação do profissional no Cadastro Nacional de Advogados (CNA).

Professores do DF são alvo de golpe telefônico

Os professores da rede pública do Distrito Federal estão sendo alvo do famoso golpe do telefone. Desde de novembro do ano passado, o Sinpro  − sindicato que representa a categoria − tem recebido diversas denúncias de que golpistas estão se passando por advogados da entidade para extorquir dinheiro das vítimas. Apesar de o golpe atingir todos os segmentos da categoria, os principais alvos são os aposentados.

O golpe funciona da seguinte forma. A vítima recebe uma ligação  de alguém se passando por funcionário do Sinpro e solicitando que ela entre em contato com o jurídico da entidade para tratar de assuntos referente aos processos em andamento.

No entanto, quando a vítima faz a ligação, a chamada é desviada para outro integrante da quadrilha, que se passa por advogado do Sinpro. Na conversa, o individuo informa que o professor tem uma determinada quantia para receber, mas que, para isso, é necessário que faça um depósito de determinado valor em uma conta.

“Eles dizem que esse valor é para arcar com parte das despesas do processo, mas que será devolvido assim que o professor receber o valor total”, explica a diretora do Sinpro Monica Caldeira.

Segundo o Sinpro, a quadrilha é astuciosa e bastante convincente. Além de todos os dados da vítima e do processo, as chamadas recebidas exibem o número do Sinpro. Porém, após denúncias, a Polícia Civil informou que todos os números e contas averiguadas são de outro estado.

Orientação do Sinpro

Diante dos ocorridos, a entidade alerta que, em hipótese alguma, solicita a realização de depósitos para processos que ela mesma administra. A orientação do Sinpro é que, em casos de suspeitas, antes de passar qualquer dado pessoal, o professor entre em contato com a entidade.  Além disso, é preciso fazer uma ocorrência na delegacia mais próxima, informando os dados da quadrilha, como conta bancária e número de telefone. Por fim, para facilitar o trabalho da Polícia, é  importante anexar a  denúncia ao boletim de ocorrência já feito pelo sindicato.

Outra maneira de se precaver contra falsos advogados é pedir o número de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com essa informação em mãos, é possível consultar a situação do profissional no Cadastro Nacional de Advogados (CNA).

“Em nenhuma situação, o Sinpro pede dinheiro para o professor. É importante que todos fiquem atentos e divulguem essa informação para que mais ninguém seja vítima dessa quadrilha. É fundamental que aqueles conheçam algum professor, que faça uma alerta”, finaliza Mônica.

Fonte: CUT Brasília 

Professores são alvo de golpe telefônico

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal estão sendo vítimas de golpe. O Sinpro-DF recebeu, novamente, denúncias de que professores(as) em atividade e aposentados(as) sindicalizados(as) estão recebendo ligações telefônicas de golpistas se passando por funcionários da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do sindicato para extorquir dinheiro das vítimas.

A luta para combater essa farsa é uma preocupação antiga da diretoria colegiada do sindicato que já foi denunciada à Polícia Civil do Distrito Federal.

De acordo com as vítimas,  o contato ocorre por meio de ligações telefônicas e cartas. A quadrilha se faz passar pelo sindicato, usando até mesmo o número do telefone do Sinpro, e oferece atendimento jurídico para “auxiliar” no trâmite de processos judiciais.

Os golpistas abordam os(as) professores(as) sobre os mais diversos assuntos, em um caso recente registrado: disseram para uma professora que ela tinha R$ 20 mil para receber, mas que, para liberar o recurso ela teria de enviar R$ 5 mil para uma determinada conta, no Ceará. Depois disso foi que ela percebeu que era um golpe.

A professora diz que o número é o do Sinpro-DF e aparece no Google. O Sinpro já noticiou o Google e providências estão sendo tomadas.

Sinpro-DF orienta

O Sinpro-DF está atento ao surgimento de novas denúncias e ressalta a importância dos(as) sindicalizados(as) desconfiarem de ligações e cartas com cobranças sobre qualquer assunto, principalmente os econômicos e esclarece que a entidade não cobra nenhum tipo valor monetário para administrar as causas jurídicas dos(as) professores(as).

Antes de passar qualquer dado pessoal, verifique se, de fato, está falando com um funcionário do sindicato. Ligue para o Sinpro-DF no 3343-4200/4201.

Outra maneira de se precaver contra falsos advogados é pedir o número de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com essa informação em mãos, é possível consultar a situação do profissional no Cadastro Nacional de Advogados (CNA).

Sindicalizados são alvo de golpe telefônico

De acordo com as vítimas,  o contato acontece por meio cartas e ligações, onde a quadrilha oferece atendimento jurídico para auxiliar no trâmite de processos judiciais. Os golpistas abordam os(as) professores(as) sobre os mais diversos assuntos, o mais recente, registrado nesta quinta-feira (10),  referia-se acerca da duplicidade do vale alimentação, em que o remetente assinado por (Eduardo P.), exigia 10% sobre os vencimentos para auxiliar no caso.

Sinpro orienta

O Sinpro está atento ao surgimento de novas denúncias e ressalta a importância dos(as) sindicalizados(as) desconfiarem de ligações e cartas com cobranças sobre assuntos econômicos, uma vez que o Sinpro não cobra nenhum tipo valor em cima das causas dos(as) professores(as). Antes de passar qualquer dado pessoal verifique se, de fato, trata-se de um funcionário do sindicato.

Outra maneira de se precaver contra falsos advogados é pedir o número de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com essa informação em mãos, é possível consultar a situação do profissional no Cadastro Nacional de Advogados (CNA).

 

Acessar o conteúdo