Audiência pública na Câmara debate o Piso Nacional do Magistério

A Comissão da Educação e Cultura da Câmara promoveu na terça (22) mais uma audiência pública sobre o cumprimento do piso salarial dos professores por estados e municípios. Gestores municipais e estaduais e a CNTE foram convidados para expor as dificuldades enfrentadas em cada esfera para o cumprimento da Lei do Piso. Foi defendido um maior repasse dos recursos da união para estados e municípios, mas sobretudo um melhor controle e gestão desses recursos por parte de prefeitos e governadores.
Deputado Newton Lima (PT-SP), presidente da Comissão, explicou no início do debate a importância de suplementar os recursos orçamentários destinados a estados e municípios no setor educacional. “Temos que nos preparar para pagar R$2800 em 2023, se é que queremos melhorar a qualidade da educação, por em prática a meta 17 do Plano Nacional da Educação, atrair maior quantidade possível de jovens para o magistério e dar condições dignas para o atual corpo docente”. O deputado destacou que esse reforço no orçamento de estados e municípios será viável com a vinculação dos royalties do petróleo e da mineração ao setor da educação.
A audiência foi proposta pelo Deputado Luiz Noé (PSB-RS), que destacou que o objetivo era discutir as formas de viabilizar o cumprimento da Lei do Piso e não de negá-la, já que “essa lei é uma conquista histórica para a área de Educação”, enfatizou.
Ricardo Dantas, secretário de Administração de Pernambuco, diz que a preocupação do Estado é com o futuro, já que atualmente o piso é pago normalmente. “A educação é o maior capital que pode ser investido pelo setor público para que nosso país possa alavancar o desenvolvimento que tanto precisa, mas por outro lado temos que fazer isso de maneira responsável, mantendo o equilíbrio fiscal”.
camara_discute_cumprimento_piso2Para o vice-presidente da CNTE, Milton Canuto de Almeida, tal equilíbrio fiscal é possível por meio de não só um maior investimento na Educação, mas também de uma melhor gestão desse orçamento. “Primeiro temos que fazer um debate dizendo que o recurso destinado à Educação é insuficiente para bancar a Educação que nós queremos. O segundo debate é de como nós vamos implementar esse recurso”.
Milton Canuto citou o caso do Piauí, estado onde os professores encerraram uma greve de 70 dias, no qual o Governo afirmava não ter recursos para pagar o piso dos professores. Depois de um estudo das contas do estado, foi verificado que a relação do número de alunos para cada professor era de apenas 8 para 1. “Dessa maneira, não seria possível pagar o piso para todos os docentes nem que os recursos fossem dobrados”, explica Milton. O Piauí tem 2500 professores fora da sala de aula.”Em Alagoas, Estado com os piores indicadores sociais e econômicos do país, 80 dos 102 municípios cumprem o Piso e a carreira e 20 estão em negociação. A menor relação professor aluno desses municípios é de 1 para 16.” Milton defende que é preciso identificar o problema de cada Estado e enfrentá-lo.
No final do debate, a deputada Fátima Bezerra (PT-RN) reafirmou a importância da aplicação de 10% do PIB no setor da Educação, lembrando que o magistério ainda é a carreira pior remunerada do país e um reajuste baseado no INPC não representa ganho real.
Também participaram da audiência a secretária-adjunta da Educação do Rio Grande do Sul, Maria Eulália Nascimento e o prefeito de Cruz Alta (RS), Vilson Santos.

Convocados professores(as) aprovados no concurso de 2010

Foi publicada nesta sexta-feira(18) no Diário Oficial do DF a convocação de 301 professores e professoras aprovados no concurso da Secretaria de Educação realizado em 2010. Esta convocação suprirá as carências abertas em 2012 por motivo de aposentadoria, falecimento ou exoneração. Foram incluídos nesta lista, atendendo a reivindicação feita pelo Sinpro e pela comissão de aprovados, 64 nomes para completar os 400 convocados no ano passado.A reunião com os concursados, que será realizada pelo Sinpro neste sábado na Eape, às 9h, está mantida (veja matéria específica neste site).
Essa é mais uma vitória dos professores organizados em seu sindicato. E ela continua pela convocação de todos os concursados e a realização de novos concursos para suprir as carências existentes nas escolas públicas do DF, em defesa de uma educação de qualidade para os alunos da escola pública. Clique aqui e veja a lista de contemplados.

Programa do MEC vai investir na formação de professores

Deve entrar em funcionamento, no ano que vem, o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), do Ministério da Educação (MEC). Segundo o secretário de Educação Básica da pasta, Cesar Callegari, na próxima semana o ministério enviará uma correspondência a todos os prefeitos e governadores explicando os detalhes do programa, que pretende garantir a alfabetização de todos os alunos até os 8 anos de idade tendo como principal foco a melhora na formação dos professores que lecionam nos três primeiros anos do ensino fundamental.
“O Ministério da Educação está decidido a trabalhar de maneira colaborativa com cada um dos municípios e estados brasileiros para que nós possamos realizar essa tarefa, absolutamente indispensável para o sistema educacional brasileiro”, ressaltou Callegari para uma plateia composta de secretários municipais de todo país no Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação.
O foco da iniciativa é melhorar a formação dos 244 mil professores que lecionam no três primeiros anos do ensino fundamental. Entre as ações previstas está a distribuição de bolsas de incentivo para que os professores participem de cursos de capacitação fora do horário de trabalho.“É absolutamente indispensável valorizar esses profissionais. E a melhor maneira de valorizar esses profissionais é proporcionando um lugar de destaque na suas carreiras e um processo de formação continuada”, disse o secretário.
Callegari espera que todos os gestores municipais e estaduais enviem as demandas necessárias para a execução do programa até julho para que os recursos necessários sejam incluídos no orçamento de 2013.
Com informações da Agência Brasil

Cientistas reivindicam partilha dos royalties do pré-sal para educação

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) promoveu na tarde desta quarta-feira (16), no corredor de acesso ao plenário da Câmara dos Deputados, uma manifestação em favor da partilha de 50% do Fundo Social arrecadado com o pagamento de royalties pela exploração de petróleo na camada pré-sal para investimentos em educação e ciência e tecnologia.
Tramita na Câmara, desde outubro do ano passado, o Projeto de Lei (PL) nº 2.565/2011, que define as regras da partilha entre estados. A proposta recebida do Senado não inclui a partilha na proporção sugerida pela SBPC. No ato, a presidenta da entidade, Helena Nader, entregará ao relator da matéria, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), um documento com as reivindicações. O parlamentar é favorável ao investimento dos recursos em educação e ciência e tecnologia.
Segundo o relator, a votação no plenário da Câmara deverá ocorrer em junho (ainda sem data estabelecida). Zarattini disse à Agência Brasil que acredita que os cientistas “irão conseguir” a inclusão da partilha na proporção reivindicada. Para Helena Nader, se o país não investir esses recursos em educação e ciência “irá continuar a ter uma cultura extrativista” e perderá uma grande oportunidade para modernizar a economia e a sociedade. “O petróleo é finito”, lembrou antes de destacar que os recursos podem viabilizar obrigações legais das unidades da federação, como o pagamento do piso aos professores. “Só se descobriu o pré-sal porque houve antes educação, ciência e tecnologia”, disse se referindo à formação dos engenheiros e pesquisadores que criaram meios para extrair petróleo do fundo do oceano na costa brasileira.
Segundo a Comissão de Educação e Cultura da Câmara, também devem participar do ato os ministros Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação) e Aloizio Mercadante (Educação). Apenas a agenda do ministro Raupp confirma a presença. Os dois ministros já se posicionaram de forma favorável à partilha pleiteada pelos cientistas. Mas, segundo Helena Nader, isso não significa que a questão esteja fechada dentro do governo. “Não temos clareza da posição do Palácio do Planalto. Não tivemos nenhuma sinalização.”
Com informações da Agência Brasil

Senadores se mobilizam por piso nacional dos professores

Diante do número crescente de estados e municípios que não cumprem o piso salarial dos Professores, um grupo de trabalho da Comissão de Educação, formado por cinco senadores, resolveu se mobilizar para exigir o cumprimento da Lei 11.738/08, que fixa o valor mínimo para o pagamento dos profissionais do magistério em todo o país. Na segunda-feira (14), em reunião com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, os senadores solicitaram que o Ministério Público encaminhe uma representação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a lei seja cumprida.
O último levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), concluído em março, mostra que 17 estados (das 27 unidades da Federação) descumprem a determinação legal de pagamento do piso, atualmente de R$ 1.451, aos que iniciam a carreira e aos professores que têm nível médio.
A Paraíba editou uma medida provisória no final de março que fixa o valor mínimo dos Professores em R$ 1.088,26. A decisão foi alvo de severas críticas de Cícero Lucena (PSDB-PB) em pronunciamento no Plenário. Para o senador, essa medida (MP 193) reduz os salários da categoria e desrespeita as progressões do plano de carreira sancionado pelo ex-governador e hoje senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que também participa do grupo de trabalho da Comissão de Educação. “A Paraíba foi surpreendida por um ato ditatorial do governo, mais um golpe de morte na Educação pública”, protestou Cícero, citando o fechamento de quase 200 Escolas estaduais e a tentativa de quebrar a autonomia financeira e sucatear a infraestrutura da Universidade Estadual da Paraíba.
Também fazem parte do grupo da Comissão de Educação Cristovam Buarque (PDT-DF), Ana Amélia (PP-RS) e Pedro Taques (PDT-MT).
Gratificações – Alguns estados, segundo a secretária-geral da CNTE, Marta Vanelli, querem pagar o piso para os Professores que têm nível superior, como é o caso da Paraíba. Outros, como Santa Catarina, onde os Professores encerraram greve na última terça-feira, querem incluir as gratificações no valor mínimo pago ao magistério. Essas manobras, segundo Marta, configuram descumprimento da lei do piso, que teve origem em projeto de lei de Cristovam Buarque.
A iniciativa do grupo de senadores de pedir a intervenção do Ministério Público, conforme requerimento de Cunha Lima aprovado pela Comissão de Educação, pode produzir resultados positivos, na avaliação de Cícero Lucena. Ao Jornal do Senado, ele disse que os senadores saíram da reunião com o entendimento de que o procurador-geral deverá concluir pela representação ao Supremo. “Não é garantia. É uma avaliação”, ponderou.
O procurador informou, ainda segundo o senador, que a possibilidade de entrar com uma reclamação no Supremo já vinha sendo estudada. Relatou ainda que o MP arquivou um pedido de representação feito pela Confederação Nacional de Municípios, que reivindica a flexibilização do piso.
Nessa queda de braço entre governantes e Professores, o Supremo se posicionou pela constitucionalidade da lei em abril do ano passado, quando julgou a ação declaratória de inconstitucionalidade proposta pelos governos de Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Para Cristovam, uma saída para estados e municípios que não conseguem pagar o piso seria a intervenção do governo federal, que assumiria a gestão financeira da rede Escolar.
Com informações do Jornal do Senado

CNTE lança campanha "Educação sem homofobia" nesta quarta(16)

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lançou a campanha “Educação sem homofobia” e disponibilizou um jornal mural sobre as atividades e discussões em torno da III Marcha de Combate à Homofobia, que acontecerá nesta quarta,dia 16 de maio, em Brasília (DF). A publicação ainda traz informações sobre o Dia Internacional de Combate à Homofobia, o PLC 122 e os avanços nas políticas de combate ao preconceito. Em 17 de maio de 1990, a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças (CID), declarando que ela “não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. Por iniciativa do acadêmico francês Louis-Georges Tin e depois de um ano de campanha, em 2005 foi realizado o primeiro Dia Internacional de Combate à Homofobia(International Day Against Homophobia, IDAHO, no inglês),na mesma data. O dia 17 de maio, além de relembrar que a homossexualidade não é doença, tem uma característica de protesto e denúncia. A cada ano a data é celebrada em mais países e apoiada por mais pessoas ao redor do mundo.
Em 2010, o então presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decreto instituindo o Dia Nacional de Combate à Homofobia, também celebrado no dia 17 de
maio. A atitude foi comemorada pela comunidade LGBT como um passo importante no combate ao preconceito aos homossexuais e na instituição de políticas públicas para a garantia dos direitos dessa parcela da população. Desde então, o dia é comemorado pela comunidade LGBT brasileira com várias atividades de conscientização da sociedade, cobrança de políticas públicas e celebrações do orgulho gay. As atividades internacionais do Dia Internacional de Combate à Homofobia são coordenadas pelo IDAHO.
REUNIÃO COLETIVO LGBT, 17/04/2012
CONVOCAÇÃO – III Marcha Nacional Contra Homofobia – 16/05/2012
MANIFESTO – III Marcha Nacional contra Homofobia
 
Comitee e divulgadas pelo site: www.dayagainsthomophobia

Museu da Imprensa premia estudantes

Ocorreu na semana passada a solenidade de premiação da 14ª edição do concurso nacional do Museu da Imprensa de desenho, poesia, redação e monografia. Os alunos contemplados receberão a premiação em cadernetas de poupança da Caixa Econômica Federal, assim como seus respectivos professores, pelo incentivo à participação no concurso Museu da Imprensa.
Na categoria Poesia foram premiados os estudantes Alexandre Willik Neto (Colégio Ciman/1º lugar), Alice Alves Damasceno (Centro de Ensino Fundamental Myriam Ervilha/ 2º lugar), e Alexandre Augusto Van. W. Martins (Colégio Visão, de Formosa-Goiás, 3º lugar).
Depois foi a vez dos vencedores da categoria Desenho receberem seus respectivos prêmios. Os estudantes Wanderson Ferreira de Oliveira (Escola Classe Ponte Alta de Cima, do Gama-DF/ 1º lugar), Everton Alves Tavares (da mesma escola/ 2º lugar) e Lívia Torquato Jaguarivil (Escola Classe 24 de Ceilândia-DF) disseram-se satisfeitos com as colocações e dispostos a participar de novos desafios como esse.
Redação, a terceira categoria anunciada, esteve representada pelos estudantes Caetano Peres Nunes (Colégio Galois/ 1º lugar-Plano Piloto-DF), Éster Martins da Silva Belo (2º lugar) e Lara Cardoso Guimarães (3º lugar) ambos do Colégio Batista de Brasília).
As estudantes Maria José Nunes de Almeida (Faculdade de Direito de Sorocaba/SP/1º lugar) e Juliana Santos de Andrade (Centro universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU/ 2º lugar, de São Paulo, capital) vencedoras da categoria Monografia, quase em uníssono informaram pretender participar de outros concursos e consideraram o XIV Concurso Museu da Imprensa uma valiosa experiência, uma ótima oportunidade de praticar a pesquisa científica.
Ao final da cerimônia, o presidente da Comissão Julgadora Carlos Alberto Ribeiro de Xavier, do Ministério da Educação, em breve pronunciamento, agradeceu o convite para participar da comissão e destacou o alto  nível dos trabalhos apreciados.

Sinpro participa de audiência pública no Senado nesta terça(15)

A Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa realizará, nesta terça-feira (15), uma audiência pública para discutir, entre outros temas, o papel do Estado na implementação de políticas públicas voltadas ao segmento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros). O evento acontecerá no Auditório Petrônio Portela – no Senado Federal – a partir das 10 horas, com término previsto para as 17h30 do mesmo dia.
Na ocasião será apresentada uma proposta de substitutivo ao PLC 122. A iniciativa da apresentação do substitutivo é do Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD) e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT). Abaixo é possível conferir a programação completa do evento.
 
 
COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E PARTICIPAÇÃO LEGISLATIVA
AUDIÊNCIA PÚBLICA
 
ENTREGA PELO CONSELHO NACIONAL DE COMBATE A DISCRIMINAÇÃO E PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS – CNCD/LGBT E PELA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS, LÉSBICAS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS – ABGLT, DA PROPOSTA DE SUBSTITUTIVO AO PLC122.
 
Data: 15 de maio de 2012.
Local: Auditório Nereu Ramos – Senado Federal.
 
PROGRAMAÇÃO:
MESA DE ABERTURA:
Horário: 10h00 – 10h30
Senador Paulo Paim e Senadora Marta Suplicy
1. Hino Nacional
2. Entrega da proposta de substitutivo à senadora Marta Suplicy – Toni Reis e Keyla Simpson
 
Mesa 1. O papel do Estado e das Instituições na construção de uma sociedade de respeito à diversidade.
Horário: 10h30 – 12h30
Maria Berenice Dias – Presidenta da Comissão de Diversidade Sexual do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
Daniel Moraes dos Santos – Cientista Social e especialista em História e Culturas Políticas (UFMG). Professor Adjunto da Estácio de Sá- Belo Horizonte.
Débora Diniz – Antropóloga e pesquisadora da Universidade de Brasília.
Maria do Rosário – Ministra da Secretaria de Direitos Humanos/PR.
Joilde Miranda – Pastor
Marlova Jovchelovitch Noleto – Diretora Técnica e Representante Adjunto da UNESCO no Brasil
 
Mesa 2. As políticas positivas de combate á homofobia – Rio de Janeiro.
Horário: 12h30 – 13h00
Sérgio Cabral – Governador do Estado do Rio de Janeiro.
Claudio Nascimento – Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da SEDH/RJ.
 
Mesa 3. Testemunhos de Homofobia
Horário: 14h00 – 15h30
Christovan Pata – Educador, Professor da Rede Pública de Ensino no Espírito Santo. Diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
Elias Rodrigues da Silva – Pai de Adrielle Camacho, adolescente de 16 anos assassinada em Itaruma/GO.
Janaína Lima
Marlene Xavier
Tânia Teixeira
Cristiano Teixeira
Deputado Jean Wyllys – Coordenador da Frente Mista pela C idadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
 
Mesa 4. A Criminalização da Homofobia: Aspectos constitucionais e legais.
Horário: 15h30 – 16h30
Paulo Iotti – Advogado. Mestre em Direito Constitucional e Autor dos Livros “Manual da Homoafetividade” e “Da Possibilidade Jurídica do Casamento Civil, da União Estável e da Adoção por Casais Homoafetivos”.
Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia – Mestre e Doutor em Direito Constitucional – UFMG. Professor Adjunto na UFOP e na FDSM. Professor do Programa de Mestrado da FDSM.
Thiago Gomes Viana – Bacharel em Direito pela UFMA e Pós-graduando em Ciências Penais pela Universidade Anhanguera-UNIDERP.
Silas Malafaya – Pastor.
 
Encerramento: Senadora Marta Suplicy

Abertas as inscrições para a VI Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente

Até 12 de junho, alunos de escolas públicas e particulares – do 6° ao 9° do Ensino Fundamental e do Ensino Médio – podem se inscrever, gratuitamente, para participar da 6° edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente, projeto desenvolvido pela Fiocruz em parceria com a Abrasco.
A Olimpíada visa a despertar o desejo dos estudantes pela ciência e tecnologia, criando oportunidades para reflexão sobre questões e problemas referentes à saúde e ao meio ambiente. Os trabalhos podem ser desenvolvidos em três modalidades: produção de textos, Produção Audiovisual e Projeto de Ciências. Para participar basta acessar o site: http://www.olimpiada.fiocruz.br/6obsma/index.html.
O critério de escolha dos projetos será baseado na originalidade e criatividade dos trabalhos. Os professores, responsáveis pela inscrição, devem enviar o material original, via Correios, para sua coordenação regional. A Olimpíada terá vencedores por etapa regional e nacional. Os primeiros colocados da etapa regional ganharão uma viagem à cidade do Rio de Janeiro para conhecer o campus da Fiocruz e participar de eventos ligados à premiação e à formação técnico-científica.
Modalidades dos projetos
A Olimpíada, dividida em duas categorias – Ensino Fundamental e Médio – poderá ter projetos desenvolvidos nas três modalidades abaixo:
Projeto de Ciências: os trabalhos apresentados nessa modalidade podem ser diversos, inclusive experimentos científicos destinados à verificação de fenômenos naturais ligados a saúde e/ou meio ambiente. O projeto deve ser realizado em grupo (alunos, turmas ou escolas).
Produção Audiovisual: o vídeo deve estar relacionado com objetivo da Olimpíada e ter duração de, no máximo, 10 minutos. Realizado em grupo, os trabalhos desenvolvidos poderão ser de animação; documentário e ficção; vídeo-arte; programa de entrevista; reportagem ou videoclipe.
Produção de Texto: os trabalhos podem ser individuais ou coletivos. O texto deve ser inédito e original, podendo, no máximo, ter um total de 10 páginas e pode ser ilustrado. Serão aceitos: contos, composições, histórias, poemas, crônicas, novelas, reportagens jornalísticas, paródias, entre outros.
Para mais informações acesse: http://www.olimpiada.fiocruz.br/6obsma/index.html.

Definidos padrões para reposição do calendário escolar

Em reunião realizada na manhã do último dia 7, a comissão de negociação do Sinpro e o secretário de Educação, Denilson Costa,  acertaram os parâmetros para a reposição dos dias letivos perdidos em função do movimento grevista da categoria. Os parâmetros que foram acordados hoje, são as indicações resultantes da plenária realizada no último sábado com mais de 500 professores e professoras na sede do Sinpro.
A reposição começa já no próximo sábado, dia 12, e deve terminar até o dia 29 de dezembro. Como a adesão à paralisação variou de escola para escola, caberá aos professores e professoras de cada unidade de ensino definirem seu calendário específico. Haverá 42 possibilidades de datas para a reposição dos 35 dias letivos (34 de greve e um da paralisação para a assembleia do dia 8). O primeiro semestre terminará no máximo até o dia 14 de agosto e o segundo deve começar no máximo até o dia 15 de agosto.
Foi preservada uma semana de recesso em julho, no período de 15 a 22. As professoras e professores do EJA, CILs, Escolas Parque, sistema prisional ou de restrição de liberdade e educação profissional terão autonomia para montar calendário específico. A SEEDF se comprometeu a garantir toda estrutura administrativa, alimentação para os alunos e foi acertado com o DFTrans a liberação do passe livre estudantil Fácil e também transporte para alunos da zona rural.
Outras negociações
O GDF adiantou que até sexta-feira desta semana irá chamar a comissão para a reunião de retomada das negociações dos pontos da nossa pauta. Também foi apontado que a eleição para diretores de escolas ocorrerá na primeira semana de agosto.
Clique aqui e confira as possibilidade de datas para a montagem do calendário.

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