Professores já podem acessar o Guia de Livros Didáticos 2015

Os professores do ensino médio já podem pesquisar os livros que vão escolher para uso nas escolas da rede pública a partir do próximo ano. O Guia de Livros Didáticos 2015, que contém resenhas e informações de cada uma das obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), está disponível no portal eletrônico do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Os professores devem informar no sistema eletrônico do FNDE, no período de 22 de agosto a 1º de setembro, quais os livros escolhidos.  Segundo a autarquia, com o guia em mãos, professores, diretores e coordenadores pedagógicos podem conhecer melhor os livros e selecionar os mais adequados ao método de ensino de cada escola.
Na hora da escolha, devem ser selecionadas duas opções de cada componente curricular, de editoras diferentes. Caso não seja possível a aquisição dos livros da primeira opção, o FNDE comprará as obras da segunda opção. Para facilitar, o FNDE disponibiliza em seu portal uma série de documentos de apoio, como orientações para a escolha, compromissos da escola e normas de conduta.
Pelo PNLD, a cada ano um grupo de séries é beneficiado com os livros reutilizáveis, e em 2015 será o ensino médio. Serão escolhidas obras destinadas a alunos e professores, de português, matemática, história, geografia, física, química, biologia, filosofia, sociologia, língua estrangeira (inglês e espanhol) e arte.
O FNDE estima compras em torno de 90 milhões de exemplares para atender os 7 milhões de alunos do ensino médio. Também haverá aquisição de livros para reposição e complementação no ensino fundamental.
(Da Agência Brasil)

Alunos e professores da rede pública terão curso de educação ambiental

Alunos e professores da rede pública de educação do Distrito Federal podem se inscrever, até o próximo dia 8 de agosto, no curso de Educação e Sensibilização Ambiental na Floresta Nacional de Brasília. A capacitação acontecerá em setembro.
As vagas são limitadas, e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail flonabrasilia.df@icmbio.gov.br. O curso é oferecido pela Floresta Nacional de Brasília (Flona), em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF), Associação Amigos das Florestas, projeto Semeando o Bioma Cerrado e Rede de Sementes do Cerrado.
O objetivo do curso é desenvolver a consciência ambiental de professores e alunos, em 30 horas-aula distribuídas em atividades práticas e vivenciais de sensibilização e percepção ambiental, desenvolvidas na Flona.
(Da Agência Brasília)

Edição 2014 da Olímpiada do Conhecimento é lançada em São Paulo

Maior competição de educação profissional das Américas, a Olímpiada do Conhecimento vai reunir cerca de 800 estudantes de cursos profissionalizantes do país entre os dias 3 e 6 de setembro, em Belo Horizonte, anunciaram nesta quinta-feira os organizadores no evento de lançamento da edição 2014, em São Paulo.
“O jovem que participa de uma formação profissional é preparado para ser um cidadão comprometido com o desenvolvimento do país”, destacou Robson Braga, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
De acordo com Braga, 67% dos cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), que organiza o evento, são gratuitos, e 85% dos jovens que o fazem saem empregados, um incentivo “fundamental” para impulsionar a inserção dos jovens em universidades e mercado de trabalho.
O torneio brasileiro foi criado em 2001 e espera receber nesta oitava edição 105 mil jovens visitantes na capital mineira para acompanhar a competição, que é realizada a cada dois anos.
Para Abner Columbati, de 19 anos, que acabou o curso de confeitaria, a educação profissional é importante por “tornar os jovens profissionais de alta performance, ficando acima das expectativas do mercado”.
A Olimpíada testa habilidades técnicas e pessoais dos jovens de 17 a 21 anos que participam de cursos técnicos em 58 áreas e foram avaliados previamente em etapas estaduais.
“A ideia é unir talento com trabalho”, disse o diretor geral do Senai, Rafael Lucchesi.
O diretor também criticou a baixa produtividade do Brasil em relação a outros países, destacando que é “preciso mudar a cultura de valores do país, onde o trabalho não é tido como valor fundamental”.
Como parte da competição, os jovens que participam do torneio irão visitar escolas públicas de Belo Horizonte para entender a realidade da educação no Brasil e também motivar outros adolescentes a fazer cursos de aprendizagem, explicou Lucchesi.
Além disso, no dia 23 de agosto será criada uma Praça do Conhecimento na capital mineira, uma festa com atividades culturais de incentivo à educação profissionalizante.
Durante a competição haverá uma exposição sobre desafios da inovação na indústria, o evento Brasil Fashion para identificar talentos para a indústria da moda, com desfiles e palestras com nomes como Lino Villaventura, Alexandre Herchocovitch e Ronaldo Fraga.
No dia 2 de setembro, em evento simultâneo, será realizado pela primeira vez o Festival Internacional de Robótica, onde 210 alunos inscritos irão construir e programar robôs para resolver soluções tecnológicas, de acordo com a organização.
Nesta atividade, jovens de outros países participam como Estados Unidos, Chile, Canadá, Estônia e Áustria.
Após a Olímpiada, os vencedores representarão o Brasil na competição americana WorldSkills 2015, que será realizada pela primeira vez em São Paulo com as melhores equipes de 60 países.
(Do Terra)

Termina nesta sexta-feira (1) prazo de matrícula dos selecionados no Sisutec

Hoje (1º) é o último dia para que os selecionados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) façam a matrícula nas instituições. A lista dos aprovados está disponível site do Sisutec. O candidato deve verificar, na instituição de ensino em que foi encaminhado, o local, horário e procedimentos para a matrícula.
Nesta edição, foram oferecidas 289.341 vagas em cursos técnicos e gratuitos em instituições públicas e particulares e do Sistema S.
A segunda chamada será divulgada na terça-feira (5), e as matrículas estão previstas para os dias 6, 7 e 8. As vagas remanescentes serão disponibilizadas online para todos aqueles que fizeram o ensino médio, independentemente de terem feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Para concorrer, o candidato precisa ter concluído o ensino médio e feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, sem tirar zero na redação. Pelas regras do Sisutec, 85% das vagas são destinadas a candidatos que cursaram o ensino médio em escolas públicas ou privadas, como bolsistas integrais.
O Sisutec foi criado no ano passado, como parte do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O processo seletivo ocorre duas vezes por ano.
(Da Agência Brasil)

Escolas devem ajudar na integração de alunos novos no meio do ano

O segundo semestre mal começou e já está chovendo mensagens de papais e de mamães cujos filhos mudaram de escola agora no meio do ano. Todos contam a mesma história: o filho não está conseguindo se adaptar.
Os principais problemas são relatados por aqueles que vão para uma escola bem diferente da anterior: de privada para pública, de escola grande para pequena, de modelo construtivista para uma pedagogia mais rígida. Por aí vai.
Tenho um caso na minha família. Meu sobrinho de 14 anos migrou de São Paulo para uma cidade do sul do país com a família e, claro, teve de mudar de escola. Está estranhando tudo e conta que passa os intervalos das aulas sozinho –o que parece ser o mais traumático.
Para um adulto, esse tipo de problema parece pequeno. Aliás, nem parece ser um problema. “Logo passa, dê tempo ao tempo.” Mas não é bem assim.
A escola é a principal atividade da maioria dos estudantes. É uma rotina diária, que pode durar metade do dia ou o dia inteiro. Agora imagine como é ficar sozinho, angustiado e sofrendo durante a sua atividade principal e diária?
Pois é. Isso pode atrapalhar bastante o rendimento escolar dos novatos e deixar traumas por bastante tempo. Justamente por isso, a escola nova tem a obrigação de ajudar na integração dos alunos novos.
COMISSÃO
Conversei com alguns professores, especialistas e alunos para tentar descobrir o que pode ser feito de bacana na integração dos novos aluninhos. Cheguei a um modelo que parece bem legal: a própria escola pode determinar quem serão os alunos responsáveis por receber e integrar quem está chegando.
Isso, aliás, já aconteceu comigo em uma das mudanças de escola mais difíceis que tive: quando fui estudar, sozinha, aos 16 anos, em uma cidadezinha de outro país.
A escola em que estava matriculada pediu que um aluno, também estrangeiro, ficasse responsável pela minha integração. Antes mesmo de começarem as aulas, ele foi se apresentar na minha casa e me ensinou o caminho até a escola.
No início da aulas, esse aluno me recebeu na porta da escola, mostrou onde era a minha sala e me apresentou para um grupo animado de estudantes, que me chamou na hora do intervalo. Pronto: eu já estava integrada.
Essa iniciativa é legal porque passa para os próprios alunos a função da integração. Acaba virando uma espécie de mentoria.
Por que não fazer a mesma coisa por aqui?
A maioria das escolas entende que o processo de integração deve se dar sozinho, sem intervenção, “naturalmente”. Algumas escolas até ajudam com aulas extras de conteúdo para os que chegam defasados. Mas poucas se preocupam com a socialização, como se o aprendizado envolvesse apenas processos racionais cognitivos.
Quanto mais a escola for acolhedora, mais o estudante irá se envolver com os estudos. E, para quem está chegando, esse acolhimento tem de ser especial.
Como são recebidos os alunos novos na sua escola? Conte para o blog!
(Da Folha de S. Paulo)

Festival de teatro do CEM 804 do Recanto das Emas começa segunda-feira (4)

Entre os dias 4 e 12 de agosto, vai acontecer o 1º Festival de Teatro do CEM 804 do Recanto das Emas.
Os estudantes do 1º ano do 2º grau apresentarão espetáculos teatrais para a audiência. As apresentações serão no turno vespertino.

Educação no campo é tema de plenária nesta quinta-feira (31)

Com o intuito de elaborar as Diretrizes Operacionais para a Educação do Campo, a Secretaria de Educação do Distrito Federal, por meio da Subsecretaria de Educação Básica, realiza nesta quinta-feira (31) uma plenária para discutir assuntos relacionados ao Fórum Permanente de Educação do Campo do DF. O evento acontecerá no auditório da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (EAPE), localizada na 907 Sul, a partir das 8h30.
“A construção dessas diretrizes está baseada no Plano Distrital de Educação. Esse plano é um documento que será encaminhado para votação da Câmara Legislativa. Assim, vamos buscar atingir as melhorias para a educação no campo”, explicou a coordenadora de Educação em Diversidade da pasta, Ana José Marques.
O DF possui 75 escolas localizadas na zona rural. O grande diferencial da educação oferecida nessas áreas é que lá a construção curricular é feita junto à comunidade. “Nós buscamos levantar quais são os interesses daquele lugar. Nosso foco fica em ensinar o que eles precisam aprender, levando em consideração seu ambiente, estilo de vida, trabalho e necessidades”, destacou a coordenadora.
Os representantes dessas 75 escolas comparecerão à plenária. Além deles, também participarão as coordenações da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb); a Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação; as subsecretarias de Infraestrutura e Apoio Educacional (Siae) e de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional (Suplav); as secretarias de Agricultura, de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, de Saúde e de Cultura; a Universidade de Brasília (UnB); o Instituto Federal de Brasília (IFB); movimentos sociais; e representantes da sociedade civil. O encontro é aberto a quem quiser participar.
(Da Agência Brasília)

Artigo: "Pensemos juntos na Educação", por Bruno Peron

Que é possível fazer para estimular o interesse dos jovens nas escolas? Até o momento atual, estes espaços educativos são apenas condicionamentos precoces de crianças para que, quando elas cresçam, reconheçam suas condições como seres pobres ou ricos, ignaros ou letrados, marginais ou bem-sucedidos.
Assim, digo que escolas têm cumprido a função de funis que canalizam lágrimas de uma sociedade educacionalmente desigual em que o Estado desestimula enquanto o mercado seleciona através de cobrança de mensalidades.
Faço um exame breve do ensino secundário no Brasil, portanto sem avaliar o ensino superior. Aos poucos, demonstro que o problema da educação está menos nas universidades, como muitos educadores apregoam, e muito mais na mentalidade dos jovens que terminam o ensino secundário. Esta etapa de sua formação é a que vai definir o nível dos cidadãos que se soltam nas arenas do mercado de trabalho e nas interações públicas. Não nos surpreendamos com que, na mesma calçada, seres mal-educados trombem com seres de nobreza cívica.
Para prosseguir meu raciocínio, é preocupante que os jovens tenham cada vez menos desejo de ir às escolas. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) indicam que somente 22,4% dos jovens de famílias pobres no Brasil completam o ensino secundário quando chegam aos 19 anos, enquanto 84,1% dos vinte por cento dos jovens de famílias mais ricas o terminam nesta idade (Priscilla Borges, iG Brasília, 29 de junho de 2014).
Ademais, meios de comunicação e profissionais da área informam-nos que escolas públicas são lugares de estrutura precária, professores desmotivados e sem autoridade, métodos enfadonhos de ensino-decoreba, tráfico de drogas, e provocações entre colegas que não se dão bem. Quando gestores escolares fazem algum investimento em infraestrutura e tecnologia, escolas viram cenário de furtos e vandalismo. Mostra-se, assim, desrespeito com a formação dos jovens e denigrem-se tentativas de construção de um país com cidadãos.
A meu ver, há dois objetivos essenciais em relação ao ensino secundário no Brasil. O primeiro é o de reduzir a evasão escolar para que os jovens estimulem-se a frequentar regularmente as escolas. Mas não basta que essas pessoas estejam nas escolas. O segundo é a necessidade de melhorar também o aprendizado e as técnicas com que se formam nossos jovens. Só assim a chance será maior de que tenhamos mais afinidades cívicas com as outras pessoas com quem nos encontramos nas calçadas. Enquanto alguém pacientemente preserva a limpeza de logradouros públicos, o outro não hesita em cuspir nos pés daquele transeunte.
Na situação atual, o ensino secundário prepara para o êxito no vestibular, mas descuida a formação para a vida. Muitas vezes, ainda, os professores descontam seus fracassos em estudantes que aguardam estímulos de educadores em casa e nas instituições educativas. Aponto também a chatice da formação formulaica (e.g. fórmulas de física, matemática) em prejuízo do preparo cidadão. Isto ocorre porque, muitas vezes, o próprio professor é um meio-cidadão que tem pouco a oferecer a seus ouvintes ávidos de conhecimento.
Por isso, o processo de aprendizagem tem que ser lúdico e agradável. É preciso, igualmente, relacionar o aprendizado científico, social e técnico com assuntos que estudantes experimentam em seu dia-a-dia. É possível fazer isso com visitas a feiras e laboratórios. Assim sendo, há esperança num despertar de interesse dos jovens no ambiente escolar e nos conhecimentos que melhorariam suas relações com os outros e seu entendimento do mundo.
A vida é cheia de imprevistos, situações que exigem raciocínio e desafios de relacionamento. Assim, a remuneração de professores não é tão simples para resolver o problema da educação como a fração hora/aula sugere. O interesse dos jovens, por sua vez, depende muito de que suas famílias esperam deles e do modelo de Brasil que o Estado e as organizações privadas e civis desejam. Por conseguinte, a educação implica o entendimento de fases e processos de formação de cidadãos. E ela continua a moldar os adultos que povoam este país.
Por isso, leitor, é importante que pensemos juntos na educação.
Igualmente, estendamos as mãos aos que têm fome de mudanças.
(Do Portal Vermelho)

Escola Meninos e Meninas do Parque já atende quase 100 estudantes

Fundada em 1992, a Escola Meninos e Meninas do Parque (EMMP) atende hoje 97 alunos, a maioria composta por crianças e jovens em situação de rua ou que moram em abrigos do Distrito Federal.
“Nós buscamos fazer mais que a escolarização deles. Muitos estão fora de uma sala de aula há anos, e, quando chegam aqui, não tem como trabalhar apenas o conteúdo programático com eles. A gente precisa acolher essas pessoas para que elas se sintam à vontade e fiquem”, explicou a coordenadora pedagógica, Ivete Aguiar, à Agência Brasília.
De acordo com a professora, a escola atende os estudantes no período da tarde. Pela manhã, aqueles que moram na rua são encaminhados aos Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centro Pop) ou ao programa Cidade Acolhedora, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), para que façam o asseio pessoal e se alimentem. Às 12h, eles chegam à EMMP, almoçam e, na sequência, seguem para as salas de aula.
“Nosso principal objetivo é formar o cidadão. A qualquer época do ano, a pessoa pode vir se matricular. A gente procura facilitar na questão de documentação para que não percamos o estudante e ele não perca a oportunidade de ser reinserido na sociedade”, destacou a coordenadora.
Ela lembra que a instituição pública acolhe hoje praticamente meninos e meninas fora da série adequada para suas idades. Assim, existem dois projetos: Educação de Jovens e Adultos e Correção de Idade e Série.
Apesar das parcerias com os órgãos da Sedest, a instituição educacional é composta por funcionários da Secretaria de Educação e é uma das principais escolas na capital do país voltadas exclusivamente para atender esse público.
Após mais de 20 anos de existência, a EMMP comemora alguns resultados positivos. Um de seus ex-alunos foi aprovado no vestibular da Universidade de Brasília, e outros ingressaram em instituições particulares. Alguns foram inseridos diretamente no mercado de trabalho, e grande parte saiu das ruas. “Eles normalmente não voltam para suas famílias, mas constituem uma nova família”, finalizou a coordenadora pedagógica.
(Da Agência Brasília)

Olimpíada de Língua Portuguesa tem 254 escolas com professores inscritos no Distrito Federal

A 4ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, programa de formação de professores realizado pelo Ministério da Educação e pela Fundação Itaú Social, chega neste ano a 5.014 cidades, atingindo 90,02% dos municípios do país. Ao todo foram computadas 170.266 inscrições de professores de 46.902 escolas de todo o Brasil. No Distrito Federal, 254 escolas estão inscritas. As escolas participantes de municípios que aderiram à Olimpíada têm até o dia 15 de agosto para selecionar os textos na primeira etapa e enviá-los às Secretarias Municipais de Educação, garantindo assim a participação.

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