Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas encerra inscrições sexta-feira
Jornalista: sindicato
Estudantes de escolas públicas federais, estaduais e municipais têm prazo até sexta-feira (21/3) para se inscrever na 10ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. Podem participar da competição alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e dos três anos do ensino médio, que devem ser inscritos pela escola, no site www.obmep.org.br.
A prova da primeira fase será feita na própria escola, no dia 27 de maio, e terá 20 questões de múltipla escolha. Em cada escola, 5% dos alunos com melhor desempenho classificam-se para a segunda fase, na qual devem ser expostos os cálculos e o raciocínio usados em seis questões dissertativas.
Este ano, 6.500 estudantes vão receber medalhas e 46.200, menção honrosa. Os ganhadores de medalhas serão convidados a participar de programas de iniciação científica, mestrado em matemática e também de programas de treinamento para participação em competições internacionais. Professores, escolas e secretarias de Educação de municípios que se destacam também são premiados.
A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas é organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada, com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática e dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação. A primeira edição da competição foi em 2005 e teve participação de 10,5 milhões de alunos de 31 mil escolas. No ano passado, foram 19 milhões de estudantes, de 47 mil escolas de 99,3% dos municípios brasileiros. O objetivo da olimpíada é estimular o estudo da matemática e descobrir talentos na área.
(Da Agência Brasil)
GDF trata como sabotagem uniforme escolar que traz ensino com 'C'
Jornalista: sindicato
A Secretaria de Educação do Distrito Federal informou nesta segunda-feira (17) considerar um ato de sabotagem a confecção de um uniforme escolar com a palavra “encino”. Um estudante do Centro de Ensino Médio 01 de Brazlândia adquriu uma camiseta com o erro de grafia.
De acordo com a pasta, foram confeccionadas ao todo 2.800 camisetas, das quais 27 com o erro de grafia.
Por meio de nota, a Secretaria de Educação informou que considera “impossível” a reprodução das 27 camisas erradas no universo de 2.800 corretas. Essa certeza, diz a secretaria, se deve à técnica de produção das camisas adotada pela Fábrica Social, entidade responsável pela confecção das peças.
O GDF divulgou uma foto do molde que teria sido utilizado na confecção dos uniformes, produzidos pela Fábrica Social.
O problema foi notado pela irmã de Maykon dos Santos na sexta-feira (14). Como o uniforme era grande para ele, o garoto de 18 anos nunca o havia usado. O estudante cursa a aceleração e faz o 1º e o 2º anos do ensino médio ao mesmo tempo.
“Eu achei estranho quando ela falou”, disse o rapaz. “A gente recebeu as camisetas de graça na escola, mas, como ficaram grandes, paguei R$ 15 em outra e nem reparei nessa.”
Uma foto da camiseta foi postada em uma rede social. Em 14 horas, a imagem recebeu mais de 7,4 mil compartilhamentos.
As camisetas, com gola vermelha e o símbolo do Estádio Nacional, foram distribuídas há duas semanas na instituição. O colégio atende mais de 1,3 mil alunos entre 14 e 18 anos. Por telefone, o diretor Helton Lima informou que outras camisetas também apresentaram erro na escrita e que vai substituí-las a partir desta segunda.
A Fábrica Social confeccionou as camisetas e doou cerca de duas unidades para cada estudante da rede pública. A escolha do modelo é uma homenagem à Copa do Mundo.
(Do G1)
Em meio a reclamações de falta de professores em escolas da rede pública, Secretaria de Educação e Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) divergem sobre as causas do problema. O sindicato sustenta que o atraso na convocação dos professores aprovados no último concurso é o principal motivo da carência de educadores. “O banco está esvaziado. Existem postos, no entanto, não há professores, porque o concurso só será homologado no fim do mês” explica Cláudio Antunes Correia, diretor de imprensa do Sinpro. Além disso, a entidade denuncia a contratação irregular de profissionais temporários, que deixa muitas salas de aula vazias.
O subsecretário de gestão dos profissionais da Educação, José Eudes Oliveira, garante que não há substituições indevidas. Segundo ele, o problema é causado porque os professores temporários não aceitam cobrir licenças muito curtas. “Na rede pública, não falta professor. O que causa isso são as licenças curtas e a dificuldade de encontrar profissionais para esses períodos”, explica. Diante da denúncia do sindicato, o subsecretário explica que o quadro está completo. “Todo começo de ano, fazemos a divisão de turmas, que são preenchidas com professores de carreira. Se uma escola tem turma nova, ela gerou uma carência excepcional e, como os concursados ainda não foram liberados, alguns temporários preenchem em caráter provisório”, explica.
(Do Correio Braziliense)
Com um mês de aula, escolas do DF apontam falta de professores
Jornalista: sindicato
Um levantamento feito pelo Sindicato dos Professores aponta que, passadas cinco semanas do início do ano letivo na rede pública do Distrito Federal, ainda faltam aproximadamente 1,5 mil profissionais efetivos nas escolas. A situação tem feito com que coordenadores assumam as turmas ou que as instituições liberem os alunos mais cedo. A Secretaria de Educação nega o déficit, dizendo que as 4,7 mil carências já foram preenchidas e que o problema está relacionado à resistência dos temporários em assumir cargos de pouca duração.
“Só em 2014, se somadas, há 90 mil dias de licença médica. Como são licenças pequenas, de um, dois dias, os temporários não querem assumir. Isso cria uma dificuldade para o sistema em ter uma normalidade absoluta”, afirma o subsecretário de Gestão dos Profissionais da Educação, José Eudes Oliveira da Costa. “Tentamos de todas as formas suprir as carências, mas as lacunas pequenas, de poucos dias, são o nosso grande problema. Estamos aperfeiçoando o nosso sistema para que a substituição dos professores de licença seja imediata.”
Diretora da Escola Classe 6 de Ceilândia, Fátima Bezerra disse que em janeiro apresentou o problema à pasta e que, sem resposta, passou a assumir parte das aulas para minimizar o prejuízo.
“Nossos coordenadores estão em sala, eu me revezo com a vice-diretora e damos aula também. O secretário diz que está tudo bem, mas é uma pena estar assim, a corda sempre arrebenta para o lado mais frágil”, declarou. “Fico três horas em sala, fazendo meu trabalho pela metade e ensinando pela metade. Acaba que não fazemos uma coisa nem outra.”
O problema se repete no Centro de Ensino Médio 2 do Gama. Lá, de acordo com o diretor, Lindomar Ramos de Brito, a carência é de 15 professores. Sem temporários para substituir os professores que estão de licença médica, ele libera os alunos mais cedo todos os dias.
“A gente tem algumas carências de professores definitivos, mas o que está realmente nos fazendo falta é o efetivo de professores temporários para substituir professores de atestado, de licença”, disse. “Ao todo, a carência é de 15 professores que tentamos equacionar. Se levar em conta que temos coordenadores pedagógicos em sala de aula, com menos contratações poderíamos diminuir o problema.”
O subsecretário afirmou ao G1 que os coordenadores só poderiam assumir o cargo após o preenchimento de todas as vagas de professores. “Essa é a orientação do GDF. Até lá, os coordenadores devem ser vistos como professores. Eles têm que estar em sala de aula”, declarou.
A dificuldade em preencher as vagas também acontece no Centro de Ensino Especial 01 de Taguatinga. Segundo a direção da escola, três professores estão afastados das atividades e não há substitutos no banco de professores. Na Escola Classe 8 do Cruzeiro, a carência é de oito professores. Desses, faltam dois professores efetivos para o 4º ano. Todos os outros estão de licença médica.
Mesmo conhecendo a resistência da categoria, a Secretaria de Educação anunciou que pretende resolver o problema com a contratação de 600 temporários, liberada pela Secretaria de Administração. O titular da pasta, Marcelo Aguiar, disse em entrevista ao DFTV 1 acreditar que, com isso, a situação vai se normalizar a partir deste mês.
“Isso acontece todos os anos. Isso é histórico na Secretaria de Educação. No início do ano sempre há um problema de ajuste”, declarou. “A partir de março, agora, está tudo normalizado.”
Na última quarta-feira (12), a direção da Escola Parque 303/304 Norte suspendeu as aulas em protesto pela falta de profissionais desde o início do ano letivo. Documentos apresentados pela direção apontam que o déficit de professores chega a sete, e o de monitores, oito. Com a medida, 745 alunos ficaram sem atividades.
(Do G1)
No último dia 25 de fevereiro, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados promoveu uma audiência pública, para ouvir sobre os substitutivos apresentados pela Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Segundo informações dos membros da Comissão, o projeto de lei do PNE deve ser aprovado até o final deste mês de março, passando a vigorar para a próxima década – 2015/2024.
O destaque da audiência foi dada à Meta 12 do PNE, que pretende “elevar a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos”, ao final da década do PNE.
Segundo dados extraoficiais, a taxa líquida de matrícula na educação superior, de acordo com o Censo da Educação Superior mais recente – 2012 – é de 13%. Para atingirmos 33% ao final da década do PNE, as estratégias previstas devem ser efetivamente implementadas, com acompanhamento permanente por todos os poderes e órgãos envolvidos na oferta da educação superior, pública e pela iniciativa privada.
A estratégia 12.20, rejeitada pelo Senado e com redação aprovada pela Câmara dos Deputados, tem por objetivo ampliar, no âmbito do Fies e do Prouni, os benefícios destinados aos estudantes dos cursos superiores, “de acordo com regulamentação própria, nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação”. Trata-se de mecanismo indispensável ao cumprimento da Meta 12.
O Prouni e o Fies são dois instrumentos poderosos para alavancar as matrículas nos cursos de graduação, desde que o Ministério da Educação conduza esse processo de forma a aumentar, especialmente, as oportunidades para os estudantes das escolas públicas da educação básica e os de baixa renda.
Somente com a participação preponderante da iniciativa privada na educação superior será possível o cumprimento da meta, ao final da década do 2.º PNE, de 33% da população de 18 a 24 anos de idade na educação superior. Hoje, as instituições mantidas pela iniciativa privada abrigam 75% dos estudantes matriculados nos cursos superiores, ou seja, cerca de 5.500 milhões, enquanto nas instituições públicas (federais, estaduais e municipais) não chegam a 2 milhões de matrículas.
A Estratégia 12.19, aprovada pela Câmara dos Deputados, também merece a aprovação final. Fixa prazo não superior a 180 dias “para a conclusão de processos de autorização de cursos, de reconhecimento ou renovação de reconhecimento de cursos superiores, de credenciamento ou recredenciamento de instituições”. Hoje existem prazos para o ingresso dos pedidos, mas não há prazo para a conclusão, ficando ao arbítrio das autoridades responsáveis por esses atos.
(Com informações do site Nota 10)
Câmara Mirim tem novas regras para participação de professor
Jornalista: sindicato
Novas regras deverão ser aplicadas para mudar a participação do professor no programa Câmara Mirim, da Câmara dos Deputados.
Pelo programa, alunos de escolas públicas e privadas, do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, podem viver a experiência de serem deputados durante um dia.
Agora, os professores que trarão seus alunos para o evento serão selecionados por um concurso nacional de projetos pedagógicos.
As inscrições já estão abertas. Segundo as novas regras, uma proposta de experiência educativa deverá ser escrita pelo professor interessado até 22 de abril de 2014, com o tema Câmara Mirim.
De acordo com a coordenadora do Plenarinho, Ana Cláudia Lustosa da Costa, os professores selecionados também participarão do programa Missão Pedagógica no Parlamento, que procura levar temas do Legislativo para as escolas.
“Como a gente tem o compromisso em transformar o Câmara Mirim em um programa cada vez mais pedagógico, mais educativo, a gente se aliou a outro programa que a Câmara já tem, chamado de Missão Pedagógica no Parlamento, que traz professores a Brasília, exatamente para discutir os valores políticos e do poder legislativo que a gente quer que o professor trabalhe com as suas escolas”. Escolha dos projetos
Os seis melhores projetos serão escolhidos no dia 13 de maio.
No dia 30 de outubro, os seis professores poderão trazer a Brasília até duas turmas ensino fundamental, com no máximo 40 alunos cada, para participar do Câmara Mirim, no Plenário da Câmara.
Para Ana Cláudia Lustosa, muitas crianças que participam do programa têm dificuldades para compreender o assunto abordado, por isso ele será discutido antecipadamente, em sala de aula. “Muitas vezes as crianças vêm a Brasília e participam das sessões mirins e não entendem exatamente o que está sendo discutido. Então, a gente ficou imaginando como seria uma forma de levar essa discursão antes para a escola, para preparar esses alunos para que todos cheguem aqui no mesmo nível. Com o mesmo tipo de informação e conhecimento sobre o que é o trabalho do parlamentar e sobre o que é o objetivo do programa”.
As despesas de hospedagem, alimentação e transporte ficarão a cargo de cada escola. Veja o passo a passo para o professor
(Da Agência Câmara)
A partir de hoje estão abertas as inscrições para a 11ª edição do Parlamento Jovem Brasileiro (PJB).
O programa simula uma jornada parlamentar em que os jovens estudantes participam de debates e votações como se fossem deputados, conhecendo, com isso, o trabalho de um parlamentar federal. Para participar, o estudante precisa elaborar um projeto de lei propondo mudanças para melhorar a realidade do País. O tema é livre, mas deve ter impacto nacional.
Essa experiência possibilita a formação de um conceito positivo acerca do Poder Legislativo, informa sobre o processo legislativo e educa para a participação e cidadania.
Serão selecionados 78 projetos. O número de representantes jovens por estado e no Distrito Federal é feita de maneira proporcional, como nas eleições oficiais. São Paulo, por exemplo, que tem o maior número de deputados na Casa, recebe 11 parlamentares jovens, enquanto o Distrito Federal e o Acre, que têm oito representantes, recebem um representante jovem.
O programa é voltado para alunos do ensino médio ou técnico de escolas públicas e privadas de todo o Brasil, com idade entre 16 a 22 anos. O interessado tem que estar matriculado no 2º ou no 3º ano do ensino médio ou no 2º, 3º ou 4º ano do ensino técnico, na modalidade integrada ao ensino médio. Inscrições
As inscrições estão abertas até 23 de maio. Os interessados em participar do programa devem entregar a ficha de inscrição na sua escola, juntamente com o projeto de lei elaborado, a cópia da identidade, a declaração de matrícula no ensino médio/técnico e, em caso de menor de idade, o termo de autorização dos pais ou responsáveis. Esses documentos serão encaminhados aos coordenadores estaduais do Parlamento Jovem nas secretarias de Educação dos estados, responsáveis pela primeira etapa da seleção para o programa.
O evento será realizado na semana de 21 a 26 de setembro de 2014 nos plenários da Câmara.
Em 2013, na décima edição do Parlamento Jovem Brasileiro, o recorde de inscrições do programa foi superado, chegando a 1.631 projetos de lei encaminhados por estudantes de todo o País.
O programa mantem canal de comunicação entre os estudantes de todo o Brasil e a Câmara dos Deputados: a fanpage do Parlamento Jovem Brasileiro no endereçowww.facebook.com/parlamento.jovembrasileiro . Conheça e curta a página!
(Da Agência Câmara)
Policiais procuram dupla que invadiu CEF 209 e atirou em aluno de 14 anos
Jornalista: sindicato
Menos de 15 dias após um adolescente de 14 anos ser baleado no Caseb, na 909 Sul, outro aluno da mesma idade levou um tiro dentro de uma unidade pública de ensino do Distrito Federal. Desta vez, o caso aconteceu em Santa Maria. Por volta das 21h30 de quinta-feira, dois homens entraram no Centro de Ensino Fundamental 209 pela porta da frente, atiraram no adolescente do 6º ano e fugiram depois de pular o muro. O disparo atingiu o pé da vítima, que relatou à polícia não conhecer os acusados. A 33ª Delegacia de Polícia investiga o caso. Os peritos passaram a manhã no local, mas, até a publicação, nenhum suspeito havia sido preso.
A vítima estuda à noite por estar matriculada na Educação de Jovens e Adultos (EJA). De acordo com a Secretaria de Educação, a escola tem um vigia contratado para controlar a entrada e a saída dos jovens. No entanto, no período noturno, não é necessário usar uniforme, o que prejudica a identificação. Por meio de nota, a pasta informou ter uma parceria com o Batalhão Escolar, que faz rondas, vistorias e palestras nos colégios públicos.
A família do adolescente não se conforma com a insegurança dentro da unidade de ensino. “A gente deixa o nosso neto lá, e acreditamos que ele está seguro. De repente, ficamos sabendo que ele foi baleado. É revoltante”, reclama a avó da vítima. Ela clama por mais vigias ou policiais no local. “Ele estava estudando, não estava na rua. Estou pensando em sair de Brasília. Aqui, não temos mais tranquilidade”, lamenta.
A avó descreveu o menino como tranquilo e não acredita em acerto de contas. “Ele não conhecia os homens que atiraram nele. Alguns colegas disseram que a bala era para outro garoto”, conta. Após o tiro, o aluno foi encaminhado ao Hospital Regional do Gama e não corre risco de morte. Vizinhos da escola relataram ao Correio o momento do tiro. “Pensamos que era uma bombinha, do tipo chumbinho, pelo estalo. Mas logo vimos todo mundo correndo. Os estudantes estavam desesperados, e o menino gritava de dor”, revelou uma moradora, que preferiu não se identificar.
(Do Correio Braziliense)
Alunos de todo país são chamados a trocar trabalhos
Jornalista: sindicato
Programa integra professores do país e estimula a disseminação de projetos criados por alunos
Um garoto da Bahia compartilha uma receita de Acarajé com um gaúcho que toma chimarrão. O estudante de uma comunidade ribeirinha da Amazônia assiste a vídeos com depoimentos de paulistas. Em Pernambuco, alunos leem artigos sobre mobilidade urbana e o uso da bicicleta no Paraná. Todas as trocas acontecem pela internet com a mediação de um professor. Essa é a ideia do Programa Aprender em Rede, uma iniciativa educacional do Instituto Crescer que irá promover o intercâmbio de experiências regionais e culturais entre alunos de escolas públicas e privadas. As inscrições para participar do projeto estarão abertas até o dia 31 de março.
A proposta surgiu a partir da necessidade de utilizar a inovação e a tecnologia para auxiliar no processo de aprendizado. Com a autorização da escola e dos responsáveis pelos alunos, professores de todo o país podem se inscrever no programa e assumir a tarefa de acompanhar os estudantes no desenvolvimento de um projeto que represente a realidade local de cada um deles. Durante dez semanas, os alunos irão organizar equipes, fazer pesquisas e escolher uma forma para compartilhar o conhecimento adquirido. As formas de compartilhamento variam: pode ser um livro, um vídeo, um álbum fotográfico ou até mesmo um artigo. No final, os professores compartilham os trabalhos dos seus alunos em uma comunidade do Aprender em Rede criada no Facebook.
O legal é que o A gente valoriza que o projeto tenha a voz e a vida dos alunos
“O legal é que o professor deixe o aluno livre para escolher a forma com ele quer disseminar o conhecimento. A gente valoriza que o projeto tenha a voz e a vida dos alunos”, explicou Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer e especialista em tecnologias aplicadas à educação.
Segundo ela, isso possibilita o desenvolvimento de uma educação personalizada que desenvolve a autonomia dos estudantes e utiliza ferramentas tecnológicas para colocar ele em contato com outras culturas. “É muito mais interessante para o aluno poder assistir um vídeo de pessoas falando sobre o Amazonas do que ter a obrigação de decorar uma série de informações.”
O Aprender em Rede irá trabalhar com alunos do ensino fundamental até o médio. Cada etapa terá um tema que foi pensado para desenvolver habilidades e conhecimentos necessários para as respectivas faixas etárias. No fundamental 1, os alunos irão treinar conceitos como fração e princípios da alimentação saudável a partir da troca e do preparo de receitas regionais. Os alunos do fundamental 2 serão convidados a registrar o lugar em que vivem com apoio de câmeras digitais, filmadoras e aparelhos celulares. Para os estudantes do ensino médio, a atividade proposta é pesquisar sobre o uso da bicicleta na sua cidade, podendo escrever conteúdos que auxiliem na mobilidade. “Pensamos em trabalhar com eles a questão da cidadania e como eles podem colaborar com a própria comunidade”, diz Luciana.
Com esse projeto a gente quis pensar em uma forma de utilizar os recursos que a escola e os alunos já possuem.
Entre a quinta e a sexta semana do projeto, os professores devem selecionar trabalhos produzidos por alunos de outras escolas que foram compartilhados na comunidade do Facebook. Eles apresentam os conteúdos para os seus alunos e escolhem como irão utilizar em sala de aula. Feito isso, os estudantes analisam os trabalhos produzidos por colegas de outras partes do país e os resultados dessa avaliação também são compartilhados na comunidade.
Para a diretora do Instituto Crescer, o projeto do Aprender em Rede mostra que é possível inserir a tecnologia no ensino de forma acessível, seja com o Facebook ou com os próprios aparelhos celulares dos estudantes. “O tempo inteiro a gente fala sobre inovação, mas não vê isso acontecer na prática. Com esse projeto a gente quis pensar em uma forma de utilizar os recursos que a escola e os alunos já possuem.” Serviço:
Inscrições: entre os dias 5 e 31 de março de 2014
Mais informações: aprenderemrede@institutocrescer.org.br Fonte: Porvir
Inscrições para jogos escolares do DF ocorrem até o dia 30
Jornalista: sindicato
Estão abertas as inscrições para os jogos escolares do Distrito Federal. Para participar, é necessário ter entre 12 e 17 anos e estudar em instituições públicas.
A competição reúne 18 modalidades. Os cadastros podem ser feitos até 30 de abril no Centro Integrado de Educação Física, na 907 Sul.
(Do G1)