Sinpro convoca a categoria para acompanhar votação do PL da Gaped/Gase e LDO
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro alerta a categoria a estar atenta e pronta para acompanhar, presencialmente, a votação do PL da Gaped/Gase, que está previsto para entrar na pauta de votação do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) nesta terça-feira (27), a partir das 15h.
Segundo informações da assessoria de governo, o PL deve chegar à Casa Legislativa entre hoje (segunda-feira, 26) e amanhã (terça-feira, 27), e deve ser colocado em votação amanhã (terça). A diretoria colegiada do Sinpro informa que o PL está classificado como regime de urgência e, por isso, ele deverá entrar direto para votação em Plenário.
Daí a importância da presença de todos(as) que puderem comparecer à CLDF. Essa urgência ocorre em razão de um pedido da Comissão de Negociação. Na quinta-feira (22/6), a Comissão de Negociação do Sinpro se reuniu com o Colégio de Líderes da CLDF e pediu urgência na aprovação da PL da Gaped/Gase. (Clique aqui e confira )
Ainda segundo informações da assessoria de governo da CLDF, a expectativa é a de que esse PL seja votado, nesta terça (27), antes do recesso parlamentar, juntamente com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que já está prevista para ser votada nesta terça-feira (27).
Emendas à LDO
O Sinpro também convoca todos(as) que estiverem em condições de participar presencialmente da votação da LDO, nesta terça (27), que terá emendas do interesse e que beneficiam a categoria do Magistério Público interpostas pelo deputado distrital Gabriel Magno (PT).
PL da Gaped/Gase
O PL da Gaped e da Gase visa a incorporar as duas gratificações ao vencimento básico dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. O PL foi encaminhado para a Casa Civil no dia 15 de junho.
A diretoria colegiada lembra que a incorporação das gratificações é uma luta cotidiana do sindicato, em conjunto com a categoria. O PL que define a incorporação da Gaped e da Gase contempla todos(as) os(as) educadores(as).
No documento final de greve, assinado pelo Sinpro e pela Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), a incorporação dessas gratificações deve começar a ser paga em outubro de 2023.
Confira, nos links a seguir, o PLDO e as emendas do deputado Gabriel Magno (PT)
O Sinpro informa, com muito pesar, o falecimento da professora Daniane Vieira na sexta-feira (23/6). Segundo informações da família, o velório e o sepultamento serão realizados na cidade dos pais da professora, Ipameri, Goiás.
Daniane Vieira foi professora de Língua Portuguesa da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) desde 1997. Atualmente, atuava na Sala de Altas Habilidades do CEMEB.
O Sinpro lamenta e se solidariza com a dor da família, dos(as) amigos(as) e colegas.
Seis escolas rurais participam do projeto “Trilhando João: Do Cerrado ao Sertão”
Jornalista: Maria Carla
Entre junho e julho de 2023, seis escolas rurais da rede pública de ensino do Distrito Federal serão palco de 12 apresentações (duas por escola) do projeto “Trilhando João: Do Cerrado ao Sertão”. Trata-se de um projeto de circulação do espetáculo de teatro para crianças “João, Joãozinho, Joãozito”, de autoria das professoras e atrizes Marília Cunha e Nadja Dulci e Ana Flávia Garcia.
Segundo informações do grupo de arte-educadores(as), o projeto é uma ação híbrida em teatro e arte-educação a ser realizada em circuito inspirado simbolicamente na geografia presente na obra de João Guimarães Rosa, pelo cerrado e sertão: de Brasília-DF a Sagarana-MG. Confira no final desta matéria o calendário de apresentação e as escolas.
O projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e, no DF, foram escolhidas as cidades do Paranoá e Planaltina; de Goiás, as cidades de Formosa e Cabeceiras; de MG, Arinos e Sagarana. Informações do grupo de arte-educadores envolvidos no projeto, a ação nas escolas será realizada em duas etapas: a primeira, por meio da mediação em arte-educação para estudantes e professores(as); a segunda fase será voltada à formação de plateia, com as apresentações do espetáculo.
Haverá distribuição de 12 exemplares do livro “João, Joãozinho, Joãozito – O menino encantado”, de Cláudio Fragata nas escolas contempladas. Outras escolas podem se inscrever para participar do projeto em 2024 pelo e-mail: trilhandojoao@gmail.com. O grupo disponibiliza também um blog, criado para compartilhamento dos conteúdos gerados pelas atividades: https://trilhandojoao.blogspot.com/. Além do blog, há um perfil no Instagram: https://www.instagram.com/trilhandojoao/
O espetáculo
Em nota à imprensa, o grupo explica que “a escolha do perfil desta circulação vem do resultado estético criado no espetáculo “João, Joãozinho, Joãozito”. A obra literária homônima retrata de maneira ficcional e poética a infância de João Guimarães Rosa, um menino quieto do interior do sertão de Minas Gerais que ainda muito cedo, se apaixona pelas palavras. O espetáculo possui uma dramaturgia física, em diálogo com teatro-dança e animação de objetos, que levanta as delicadezas das relações vitais do menino, propondo ao público um caminho estético inverso ao comumente oferecido às crianças, que envolve notadamente: multiplicidades a nível da dispersão e excessos de informação”.
Também informa que “a plasticidade é minimalista, com trilha original. Trata-se de um convite ao silêncio, ao valor das pequenas ações e a ênfase na simplicidade dos acontecimentos na vida do menino quieto”. Além disso, para a ação nas escolas foi produzida a “Agenda de Encantamento”, uma cartilha autoral impressa destinada aos(às) educadores(as), propondo repertório de abordagens poéticas-criativas-afetivas a partir da sugestão de jogos, cantigas, atividades lúdicas relacionadas ao espetáculo.
Artistas, estudantes e educadores estarão juntos em dois encontros. No primeiro. dia acontecem as mediações e a apresentação da Agenda de Encantamento (para professores) e da obra literária “João, Joãozinho, Joãozito – O menino encantado” para toda a comunidade escolar. No segundo dia, acontecem as apresentações do espetáculo, em um ambiente favorável ao reconhecimento e à fruição estética. Desta forma, a equipe visa proporcionar o encontro de João, Joãozinho, Joãozito com tantos outros meninas e meninos encantados, encontro de comunicação e afetos, onde o fenômeno artístico teatral se manifeste em sua potência máxima, como elemento indissociável na formação de cidadãos críticos e sensíveis.
“A escolha por circular nas escolas rurais com este projeto, nos conta da nossa necessidade de investigação artística: encontrar as crianças “meninos quietos” que possam trazer para nós pistas sobre a fruição de quem está mais perto da natureza, dos pastos, dos bichos, do céu e do silêncio. Até agora fizemos suposições sobre as estéticas desse imaginário da infância de João Rosa. Agora vamos lá encontrar essas crianças e descobrir que química dá esse reconhecimento”, explica Ana Flávia Garcia.
Calendário de apresentação e escolas envolvidas no projeto:
26/06 COLÉGIO ESTADUAL PADRE LAMBERTO VERRIJT (CABECEIRAS – GO)
27/06 – ESCOLA RURAL DE RAJADINHA (PLANALTINA)
28/06 – ESCOLA PROJETO PARANÃ (FORMOSA)
29/06 – ESCOLA NATUREZA (PARANOÁ) – com tradução em LIBRAS
06/07 – ESCOLA RIVALINO DURÃES (SERTÃO VEREDAS, ARINOS MG)
07/07 – ESCOLA VASCO BERNARDES DE OLIVEIRA (SAGARANA, ARINOS MG)
TV Sinpro desta quarta (28) transmite 1º Seminário de Formação do Caderno “É Preciso Ser Antirracista”
Jornalista: Maria Carla
O TV Sinpro desta quarta-feira (28) vai transmitir, na íntegra, o Primeiro Seminário do Caderno “É Preciso Ser Antirracista”, realizado no dia 11 de abril, no Auditório Paulo Freire, sede do sindicato SIG. O evento contou com a participação dos(as) organizadores(as) do caderno: professor Adeir Ferreira Alves e as professoras Aldenora Conceição de Macedo e Elna Dias Cardoso. Acesse o caderno no final desta matéria.
“Este seminário oferece uma boa oportunidade para todos(as) os(as) profissionais da educação desenvolverem a Educação Antirracista em seus espaços de trabalho, pois ele apresenta e discute uma excelente ferramenta de apoio às práticas pedagógicas elencadas no caderno”, informa Márcia Gilda Cosme, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.
O TV Sinpro desta quarta (28) é gravado e vai ao ar às 19h, nas redes digitais do Sinpro (YouTube e Facebook) e na TV Comunitária. Não perca! Participe do programa e fortaleça nossa luta por uma educação pública antirracista!
Sinpro realiza encontro do Coletivo de PcD para Trabalhadores e Trabalhadoras do Magistério Público dia 29 de junho
Jornalista: sindicato
O Sinpro convida os(as) trabalhadores e trabalhadoras com deficiência do Sinpro (Coletivo de PcDs) para um encontro na quinta-feira (29), a partir das 14h, no Auditório Paulo Freire (SIG). Para participar, os(as) integrantes devem fazer a inscrição clicando aqui.
Trata-se do primeiro encontro do coletivo em 2023 e tem o objetivo de fomentar um reencontro dos(as) participantes. A reunião visa a discutir os seguintes temas: Lei Brasileira de Inclusão (LBI), aposentadoria especial para pessoas com deficiência (PcDs), reserva de vagas no concurso público, avaliação biopsicossocial, políticas que estão sendo desenvolvidas para pessoas com deficiência e dialogar para saber como ocorre o trabalho dos(as) PcDs na Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF).
Carlos Maciel, diretor da entidade, informa que, com o encontro, o Sinpro vai retomar e fortalecer a organização do coletivo, que esteve com funcionamento precário nesses últimos anos da pandemia da covid-19. “A gente pretende dialogar e, a partir dessa conversa, vamos fazer um plano de ação para as próximas reuniões do coletivo, com algumas pautas escolhidas para o debate e mais conhecimento, falar da inclusão no próprio sindicato, a inclusão nos nossos espaços. Também vamos falar sobre como tem ocorrido a acessibilidade e sobre as atividades que a gente faz”.
“O encontro de PcDs é um momento de debate e de diálogo para estabelecermos estratégias e caminhos que garantam a este grupo da nossa categoria acesso pleno ao trabalho, respeitando as especificidades de cada um e de cada uma, de forma que a educação seja, de fato, inclusiva, de maneira que a educação seja o espaço que recebe, acolhe e inclui todos, todas e todes sem exceções”, finaliza Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do sindicato.
Inscrições para pós-graduação no Ciência é 10 vão até 15 de julho
Jornalista: Maria Carla
A Universidade de Brasília (UnB) está com inscrições abertas, até 15 de julho, para o curso de pós-gradução lato sensu em Ensino de Ciências para Anos Finais do Ensino Fundamental, denominado “Ciência é 10” (C10), na modalidade Educação a Distância (EaD). As inscrições estão disponíveis no SIGAA – Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas. Confira no link a seguir: http://bit.ly/ciencia10
A especialização é destinada a professores(as) da rede pública de ensino graduados(as) em Ciências, Biologia, Física, Química que ministram aulas de ciências no Ensino Fundamental II (6º ao 9º Ano). A especialização é ofertada por meio do Instituto de Física (IF) e da Coordenação Institucional do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), com apoio operacional do Centro de Educação a Distância (CEAD/UnB).
A UnB informa que o curso é estruturado em quatro eixos temáticos (“Vida”, “Ambiente”, “Universo” e “Tecnologia”) e propõe formar docentes com uma visão crítica e investigativa. Os(as) estudantes terão encontros presenciais no polo de apoio escolhido no momento da inscrição. São 200 vagas disponíveis, distribuídas nos seguintes polos UAB: Águas Lindas de Goiás (GO), Anápolis (GO), Brasília/Asa Norte (DF), Formosa (GO), Gama (DF), Luziânia (GO), Planaltina (GO) e Santo Antônio do Descoberto (GO).
Não perca! As inscrições poderão ser feitas até o dia 15 de julho, por meio do link: http://bit.ly/ciencia10
Objetivos
O objetivo do curso é oferecer ferramentas que contribuam para uma ação dinâmica do(a) educador(a) no enfrentamento dos desafios do cotidiano de suas escolas e de suas salas de aula, de forma conectada à realidade da sociedade tecnológica e globalizada.
Esta ação acompanha uma visão questionadora e investigativa em que a observação, a experimentação, a proposição de hipóteses e a análise de resultados são estimuladas tanto para o docente como para os(as) estudantes, na compreensão de que o ensino e o aprendizado em Ciências são muito mais do que o acúmulo de informações a se expor e a se reter. Além disso, o curso se propõe a dialogar com a sala de aula, com o material didático, a prática docente, com os recursos didático-tecnológicos existentes e, sobretudo, com a escola.
O Ciência é 10 tem por eixo norteador o redimensionamento da prática docente dentro e no entorno das situações cotidianas das salas de aula de Ciências, e ainda está estruturado em quatro eixos temáticos: Vida, Ambiente, Universo e Tecnologia.
Sinpro declara apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Jornalista: Maria Carla
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) declara seu apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) por suas lutas históricas por justiça social rural e urbana e reforça, agora, todo esse apoio neste momento em que políticos de extrema direita, muitos dos quais com pendências na Justiça por grilagem de terras públicas, quilombolas e indígenas, usam uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e o dinheiro público para promoverem perseguições ao MST, um movimento social legítimo.
O Sinpro não se furta a denunciar o uso indevido de uma CPI e do próprio Congresso Nacional em benefício próprio pela bancada ruralista e outros empresários, muitos dos quais comprovadamente envolvidos em crimes ambientais e trabalhistas; outros, comprometidos com a Justiça por crimes administrativos, quando exerceram função pública; e, boa parte deles(as), com envolvimento em invasões de Terras Indígenas, grilagem de terras públicas e de pequenos proprietários rurais; também há outros suspeitos de associações criminosas com milícias urbanas, contrabando de todo tipo, armas, tráfico de drogas e de pessoas; e vários são implicados em garimpo, extração de madeiras e exploração de outras riquezas valiosas nacionais de forma ilegal em todo o território brasileiro.
Os deputados protagonistas da CPI do MST repetem o gesto da ditadura militar (1964-1985), quando os generais golpistas, apoiados e financiados por latifundiários e empresários nacionais e estrangeiros, usaram o Estado nacional para perseguirem as Ligas Camponesas e assassinarem lideranças rurais, indígenas, quilombolas, dentre centenas de outros. A CPI não tem lisura para suspeitar e perseguir o movimento legítimo de trabalhadores(as) rurais. Além disso, não há um recanto do Brasil em que esse grupo de políticos e seus financiadores não tenham causado algum grave estrago, prejuízo, destruição, desfalques e até mortes de pessoas, basta lembrar, dentre muitos ataques à população, o massacre de Eldorado dos Carajás, em 17 de abril de 1996, e outras tragédias. Na avaliação da diretoria do Sinpro, a CPI deveria ser para investigar a ação dessa bancada, eivada de suspeitas de crimes, no Poder Público e na apropriação indevida de riquezas do País.
Vale lembrar que o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), um dos principais protagonistas dessa CPI, foi considerado, mundialmente, como uma ameaça global quando exerceu o cargo de Ministro do Meio Ambiente no governo Jair Bolsonaro (PL) e é acusado de ser responsável pelo desmatamento recorde de todas as florestas e unidades de conservação do Brasil, pelo maior índice de incêndios florestais, de fazer aliança com madeireiros ilegais, de praticar o negacionismo climático, de desmonte da fiscalização, de aliança com garimpeiros ilegais, de desmonte do Ibama e do ICMBio, de extinção de unidades de conservação. Clique aqui e confira.
Na reunião ministerial do dia 22 de abril de 2020, Salles alertou os ministros sobre o que considerava ser uma oportunidade trazida pela pandemia da Covid-19: para ele, o governo deveria aproveitar o momento em que o foco da sociedade e da mídia estava voltada para o novo coronavírus para mudar regras que poderiam ser questionadas na Justiça, conforme vídeo divulgado, na época, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello.
Na reunião, ele disse: “Então pra isso precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de COVID e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas. De IPHAN, de ministério da Agricultura, de ministério de Meio Ambiente, de ministério disso, de ministério daquilo. Agora é hora de unir esforços pra dar de baciada a simplificação, é de regulatório que nós precisamos, em todos os aspectos.”
Câmara do Livro do DF lança a 37ª FeLib nesta terça-feira (27/6)
Jornalista: Maria Carla
A Câmara do Livro do Distrito Federal lança, nesta terça-feira (27/6), a 37ª Feira do Livro, com o tema “Mulheres a toda prosa”. O lançamento será realizado no Parque Ana Lídia no Parque da Cidade, às 14h.
O lançamento nesta terça (27) é aberto ao público e contará com a presença de autoridades e convidados(as). O evento representa também o início das divulgações da edição deste ano da feira nos meios de comunicação do Distrito Federal.
Na cerimônia, a Câmara do Livro vai apresentar a programação da 37ª FeLib, que irá ocorrer entre 22 de setembro e 1º de outubro, com previsão de receber 8 mil pessoas por dia durante os 10 dias de evento.
Na ocasião, entre setembro e outubro, a 37ª FeLib apresentará vários eventos literários, shows, vendas de livros entre outros.
Categoria escolhe delegação do Sinpro que irá participar do 14º CONCUT e 15º CECUT
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada parabeniza os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que participaram da Assembleia, realizada nesse sábado (17/6), para escolha delegados e delegadas que representarão a entidade no 14º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (14º CONCUT) e do 15º Congresso Estadual da CUT (15º CECUT).
A categoria mostrou, mesmo em dia de reposição de aula, estar engajada no fortalecimento da luta da classe trabalhadora e da central sindical que a representa. Na Assembleia, com participação de mais de 800 professores(as) e orientadores(as) educacionais, a Chapa 1 foi eleita com 96% dos votos.
Para o 15º CECUT, que será realizado em agosto, foram eleitos(as) 103 delegados(as) e 31 suplentes. Já para o 14º CONCUT, a ser realizado em outubro, foram eleitos(as) 34 delegados(as) e dez suplentes. A delegação ao 14º CONCUT irá eleger as direções da CUT Brasília e CUT Brasil.
A participação demonstra a importância da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do Distrito Federal, principalmente no próximo período da história do País, que, a exemplo dos últimos anos, será marcado por lutas e resistências em razão do fato de o Congresso Nacional, o governo Ibaneis Rocha (MDB) e a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) serem extremamente conservadores.
Diante desse quadro de conservadorismo neoliberal e atuação sistemática dos partidos e políticos da extrema direita nas duas Casas Legislativas federais e, no caso do DF, no Governo do Distrito Federal (GDF) e na CLDF, é preciso fortalecer a CUT, que terá papel fundamental na defesa da manutenção e na ampliação dos direitos da classe trabalhadora.
104ª edição da Revista Xapuri divulga o projeto de sustentabilidade do CED Agrourbano Ipê
Jornalista: Maria Carla
A edição de junho da Revista Xapuri traz matéria do Sinpro-DF sobre a experiência de sustentabilidade desenvolvida no Centro Educacional Agrourbano Ipê (CED Agrourbano Ipê), localizado no Caub I, em Riacho Fundo II.
Na matéria, o professor e biólogo Leonardo Hatano revela como desenvolve um projeto de sustentabilidade na escola e comprova que o respeito é condição sine qua non para a existência de um mundo sustentável. A matéria intitulada “Só há sustentabilidade se houver respeito” está na página 38 do periódico.
Confira também, nesta edição, outros temas, como o que está na manchete da revista: “Junho do orgulho LGBTQIAPN+”. Além do combate à LGBTfobia, a edição traz assuntos pungentes do Brasil atual, como a resistência indígena ao PL do Marco Temporal, a questão agrária e outros da pauta nacional.