EC 312 Norte recebe rainha dos Países Baixos e apresenta o projeto “Aprender Valor”
Jornalista: Maria Carla
A Escola Classe 312 Norte (EC 312 Norte) recebeu, na semana passada, a visita de Máxima Zorreguieta, rainha do Reino dos Países Baixo (que engloba 12 províncias, dentre elas a Holanda do Norte e a Holanda do Sul), para conhecer o projeto de educação financeira “Aprender Valor”, uma parceria entre a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) com o Banco Central do Brasil, desenvolvido na escola.
Juntamente com ela, visitaram a escola o atual presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo o Governo do Distrito Federal (GDF), o projeto “Aprender Valor” é desenvolvido na EC 312 Norte com atividades capazes de articular habilidades relacionadas ao uso responsável do dinheiro com conteúdos e habilidades de Matemática, Língua Portuguesa e Ciências Humanas, de modo integrado.
Na ocasião, Paranaguá disse que a atual gestão do GDF vê o projeto como algo importante para o futuro dos(as) estudantes. “A gente sabe a importância de trabalhar com as crianças essa questão financeira para que elas possam crescer e se tornar adultos com essa visão diferente, de poupar, de gerenciar os seus recursos. A própria Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já preconiza isso, trabalhando de forma inclusiva e transversal com as outras disciplinas. Estamos muitos felizes com o resultado apresentado pelas crianças hoje”.
A visita repercutiu e várias mídias oficiais, locais e nacionais. Confira:
TV Sinpro desta quarta (21) apresenta pesquisa inédita sobre o impacto da pandemia na Educação Básica
Jornalista: Maria Carla
A edição do TV Sinpro desta quarta-feira (21/6) vai apresentar os resultados inéditos da pesquisa intitulada “Educação básica pública do Distrito Federal em tempos da pandemia da covid-19 – Experiências de 2020”.
Para isso, a diretora de Formação Sindical do Sinpro, Vanilce Diniz, irá receber duas das pesquisadoras que participaram do estudo: Edileuza Fernandes e Ana Sheila Fernandes Costa, ambas professoras doutoras da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE-UnB) e coordenadoras do Observatório da Educação Básica (ObsEB/UnB).
A pesquisa interinstitucional analisou a realidade da rede pública de ensino do Distrito Federal no ano de 2020 e constatou que a gestão pública da pandemia da covid-19 prejudicou a Educação Básica. O trabalho foi realizado pelo ObsEB/UnB e mostra, dentre outros prejuízos, que houve intensificação do trabalho dos(as) gestores(as), que desenvolveram atividades remotamente por mais de 10 horas diárias.
O TV Sinpro vai ao ar, ao vivo e aberto à participação da categoria, nesta quarta-feira, 21 de junho, às 19h, nas redes digitais do Sinpro (YouTube e Facebook) e na TV Comunitária. Não perca! Participe do programa e fortaleça nossa educação pública!
O Sinpro informa e lamenta, com muito pesar, o falecimento de Josefa Josiene do Nascimento, professora e vice-diretora da Escola Classe 22 do Gama (EC 22 Gama). Assim que o sindicato obtiver informações sobre velório e sepultamento, consolidaremos esta nota de pesar.
Informações de colegas da escola dão conta de que a professora Josefa faleceu a caminho do hospital nessa terça-feira (13). A família solicitou uma autópsia para saber o real motivo da morte. No fim de maio, ela realizou uma cirurgia para retirada do útero e, com ele, um câncer, no entanto, contava com 98% de chance de sobrevida.
Segundo informações de colegas da EC 22 do Gama, a professora adquiriu o direito de se aposentar em maio, no entanto, decidiu continuar trabalhando para terminar o seu mandato de vice-diretora e não deixar a atual diretora sozinha. “Ela sempre pensava no próximo”, comentam os(as) colegas.
Na EC 22 do Gama, a professora Josefa trabalhou como pedagoga da equipe e fez um trabalho tão bem-feito que passou a exercer a função de supervisora. Sua dedicação a levou a assumiu a direção quando a diretora da época saiu para tratamento de saúde. Atualmente, ela exercia a função de vice-diretora.
Josefa deixa esposo, quatro filhos vivos e dois netos. No ano passado, ela perdeu o filho especial a quem cuidou com especial atenção enquanto ele viveu e foi mãe dedicada aos outros filhos. Para colegas, amigos(as) e familiares, a professora Josefa “foi uma pessoal espetacular, uma profissional de excelência”.
Audiência pública debate o direito de alunos estudarem próximos de casa
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro, por meio do diretor Cláudio Antunes, será um dos convidados de uma audiência pública que vai debater O direito de crianças e adolescentes de estudarem em estabelecimento público de ensino próximo de casa. O evento será realizado na próxima sexta-feira (16), das 14h às 18h, no Auditório do Campus Riacho Fundo do Instituto Federal de Brasília (Avenida Cedro, AE 15, QS 16, Riacho Fundo I). Também estão confirmadas as presenças do deputado distrital Gabriel Magno, da professora Olgamir Amancia, de conselheiras tutelares, dentre outros.
A vaga em escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima da residência é um direito de toda criança. Isto traz mais segurança aos(às) estudantes, de forma a garantir o efetivo acesso à educação, evitando a necessidade de grandes deslocamentos. Com a falta de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) em construir novas unidades escolares e até mesmo em reformar escolas, aumentando assim o número de vagas, muitas famílias precisam procurar vaga em outras regiões administrativas, o que provoca transtornos e dificuldade dos pais em participarem da educação e do desenvolvimento educacional dos(as) filhos(as).
O diretor Cláudio Antunes lembra que muitas cidades do Distrito Federal estão, hoje, com as salas superlotadas porque o GDF insiste em não fazer a construção de novas unidades escolares. “Dentre os exemplos clássicos temos os casos da Cidade Estrutural e do Paranoá, lugares onde a falta de salas de aula forçou muitos estudantes a serem transportados para outras cidades, porque a própria cidade não tem vaga”.
Pesquisa demonstra que falta de políticas públicas na pandemia prejudicou a Educação Básica
Jornalista: Maria Carla
Uma pesquisa interinstitucional analisou a realidade da rede pública de ensino do Distrito Federal no ano de 2020 e constatou que a má-gestão pública da pandemia da covid-19 prejudicou a Educação Básica. Realizada pelo Observatório da Educação Básica da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (ObsEB/UnB) e com o título “Educação básica pública do Distrito Federal em tempos da pandemia da covid-19 – Experiências de 2020”, o estudo mostra que houve intensificação do trabalho dos(as) gestores(as), que desenvolveram atividades remotamente por mais de 10 horas diárias.
Os dados levantados por meio de questionários, detectaram também que as iniciativas dos(as) gestores(as) demonstram protagonismo na criação das condições materiais e tecnológicas para que o ensino remoto fosse viabilizado. Além disso, a pesquisa identificou o nível de conhecimento de tecnologias digitais e da tecnologia como linguagem, pelos participantes do estudo.
O levantamento mostra que 8,3% dos(as) entrevistados declararam que não tinham nenhum conhecimento; 39,1% tinham bom conhecimento; e, 4,2%, consideraram que tinham excelente conhecimento. As ações de formação continuada de professores(as), promovidas pela Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (EAPE/SEE-DF), foi a referência mais forte para 71,4% dos que buscaram conhecimentos para reorganizar o trabalho pedagógico no ensino remoto.
Uma das coordenadoras do estudo e professora da Faculdade de Educação da UnB (FE-UnB), Edileuza Fernandes Silva destaca que, “mesmo diante de todo o empenho e trabalho de docentes, gestores(as) e demais profissionais das escolas, o ensino remoto apresentou limites ao trabalho pedagógico: carência de equipamentos; desconhecimento das famílias para usarem as plataformas digitais; desatenção dos(as) estudantes com o ensino remoto; baixa participação dos(as) estudantes no processo pedagógico; conexão à Internet de baixa qualidade; adoecimento físico e emocional, e dificuldades familiares e financeiras”.
Ela explica que o interesse por uma pesquisa sobre o impacto da pandemia da covid-19 na Educação Básica surgiu pela constatação da ausência de estudos sobre o tema em períodos pandêmicos. “Fizemos buscas de estudos sobre o campo da educação em outros períodos pandêmicos na história brasileira, como a gripe espanhola, e não encontramos pesquisas. A educação foi e ainda é um dos campos muito afetados com a pandemia de covid-19, por isso o interesse de professores que integram o Observatório da Educação Básica da Faculdade de Educação/Universidade de Brasília em compreender a gestão e o trabalho pedagógico de escolas públicas no período pandêmico em escolas públicas do Distrito Federal”.
Participaram da pesquisa 248 profissionais da educação, entre diretores(as), vice-diretores(as), supervisores(as), professores(as) de sala de aula, professores(as) de sala de recursos e/ou equipe de apoio à aprendizagem, coordenadores(as) pedagógicos(as) atuantes em escolas, coordenadores(as) pedagógicos(as) atuantes em Coordenações Regionais de Ensino (CREs) e a sede da Secretaria de Educação e orientadores educacionais.
Má-gestão pública
O estudo mostra que, ao seguir as orientações do governo Jair Bolsonaro (PL), o Governo do Distrito Federal (GDF) cometeu vários erros de gestão que prejudicaram a Educação pública. O estudo mostra que, apesar do Decreto Distrital nº 41.882, de 8 março 2021, em que o GDF declarou estado de calamidade pública no âmbito da saúde no Distrito Federal em decorrência do novo coronavírus SARS-COV-2 e orientou o isolamento físico, o uso de máscaras de proteção e a suspensão das aulas em escolas e universidades públicas e privadas, sem compreender a dimensão da pandemia, retomou as atividades escolares com o uso das plataformas Google Classroon, Teams, Meet e Skype em uma transposição das atividades presenciais para on-line.
Segundo Edileuza Fernandes, “num primeiro momento, as condições materiais e tecnológicas reais para dar continuidade às aulas foram comprometidas, tornando visíveis a insuficiência da internet banda larga em escolas públicas. Compete ao Estado prover escolas das condições para garantir o direito dos estudantes à educação. Essas condições poderiam ter sido mais efetivas”.
Ausência de investimento público
A “ausência” de políticas públicas apropriadas por parte do Estado afetou a educação como um todo. A pesquisa identificou que o ensino remoto pode ter aumentado o nível de sofrimento mental manifestado por professores(as), gestores(as) e estudantes e, ao mesmo tempo, foi baixa a incidência de programas de acolhimento e de saúde mental nas escolas. O adoecimento foi agravado pelo uso diário das tecnologias que desencadearam ansiedade, depressão, problemas oftalmológicos, estresse etc.
“Os resultados da pesquisa, além de evidenciarem as mazelas e dificuldades já existentes na escola pública, agravadas no período pandêmico analisado (2021), apontam para a urgência de investimentos imediatos em políticas públicas na área das tecnologias voltadas para a Educação Básica e em inclusão tecnológica e digital para as escolas públicas”, explica a professora.
A pesquisa foi coordenada por Ana Sheila Fernandes Costa, Edileuza Fernandes Silva, Maria Abádia da Silva, todas professoras da Faculdade de Educação da UnB, coordenadoras do Observatório de Educação Básica da FE-UnB.
Eleição de delegados(as) para o 14º CONCUT e 15º CECUT neste sábado (17/6)
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca seus(as) sindicalizados(as) para participar da Assembleia que irá eleger delegados e delegadas para representar a categoria no 14º Congresso Nacional da CUT (14º CONCUT) e no 15º Congresso Estadual da CUT (CECUT).
A Assembleia será realizada neste sábado (17/6), às 10h, na sede do Sinpro do Setor de Indústrias Gráficas (SIG).
Confira, a seguir, a proposta de horários e de procedimentos que ocorrerão para a realização da Assembleia:
10h – 1ª chamada da Assembleia e abertura do credenciamento
10h30 – Abertura da Assembleia, orientações e encaminhamentos para o processo
11h – Abertura das urnas (continua o credenciamento)
15h – Encerramento do credenciamento e fechamento das urnas.
Inscrições abertas para o XIII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro
Jornalista: Vanessa Galassi
“Educar para um mundo socialmente sustentável” é tema do XIII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF. A atividade, lançada na terça-feira (6/6), é gratuita e direcionada a estudantes da rede pública de ensino. As inscrições para o concurso começaram também na terça (6/5) e vão até 11 de agosto. Faça AQUI sua inscrição.
Nesta edição, é feita a reflexão de que um mundo sustentável vai muito além da coleta seletiva ou da reciclagem de materiais: engloba as pessoas e suas condições de vida, os recursos naturais do planeta, a produção, a distribuição e o consumo de bens e serviços.
“Dessa forma, a educação pública é peça-chave para que formemos pessoas que compreendam um mundo sustentável como um mundo com justiça e esperança. O espaço da escola é determinante para que essa formação ampla e crítica seja feita”, analisa a coordenadora de Imprensa e Divulgação do Sinpro-DF, Letícia Montandon.
O Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF integra a campanha “Quem bate na escola maltrata muita gente”, idealizada pelo Sinpro-DF em 2008, com o objetivo de tornar o espaço escolar um espaço de paz e construção para uma sociedade equânime.
Inscrições
Podem participar do XIII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF “Educar para um mundo socialmente sustentável” os estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional.
Nesta edição, foram criadas duas novas categorias na modalidade redação, específicas para estudantes do Sistema Socioeducativo e do Sistema Prisional. A demanda, feita pelos profissionais que atuam no setor, tem como objetivo é proporcionar que esses estudantes, que, majoritariamente, enfrentam um abismo educacional, possam participar do XIII Concurso de Desenho e Redação do Sinpro em condições de igualdade com os demais estudantes da rede pública de ensino. Na categoria desenho, os estudantes do Sistema Socioeducativo e do Sistema Prisional participarão juntamente com os demais estudantes inscritos(as), de acordo com a etapa/modalidade de ensino.
As inscrições, que começaram dia 6 de junho, podem ser realizadas até 11 de agosto. O(a) participante poderá fazer a inscrição e entregar o trabalho posteriormente, desde que não extrapole o prazo de 11 de agosto. Para fazer o upload do trabalho, basta clicar em “anexar documentos”. Embora as inscrições possam ser feitas apenas pela internet, a entrega do trabalho poderá ser feita digital ou presencialmente, na sede ou em uma das subsedes do Sinpro-DF.
O trabalho deve ser entregue em folha específica disponível para download no link da inscrição, junto com autorização para utilização do trabalho concorrente em qualquer peça de comunicação do Sinpro-DF. O modelo de autorização também está disponível no link da inscrição.
O regulamento do concurso divide a apresentação de trabalhos em 12 categorias, nas modalidades redação e desenho. Para cada faixa etária/segmento há regras específicas, como, por exemplo, quantidade mínima e máxima de linhas para a redação.
Premiação
Serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. Em todas elas, o 1º lugar receberá um tablet Samsung Galaxy Tab S6 Lite; o 2º será premiado com um aparelho Tablet Galaxy Tab A8; e o 3º lugar ganhará um Tablet Samsung Galaxy Tab A7 Lite. Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional poderão optar pela conversão do prêmio em dinheiro.
Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1.200 para o 1º lugar, R$ 700 para o 2º lugar e R$ 500 para o 3º lugar.
Professor soluciona problemas de geometria online para quem vai fazer Enem
Jornalista: Maria Carla
O professor Wellington Santos oferece, gratuitamente, em seu canal do YouTube, aulas com resolução de exercícios de matemática com foco em goemetria.
Com o título “Matemática é linda” (@matematicaelinda), o canal está nas redes desde 2014. “São atividades para o Enem e demais vestibulares de um nível médio e alto de dificuldade”, afirma.
Segundo ele, geralmente, não existe na Internet a solução para esses tipos de exercícios. Ele informa que os vídos ajudam muito os(as) estudantes que estão se preparando para o Enem.
Professora interpreta “Vovó Rosalinda” e encena performance digital em Libras para surdos
Jornalista: Maria Carla
A professora Rosa Pires realiza uma performance digital com o título “O Silêncio que vos fala”, com Vovó Rosalinda, e a disponibiliza em canal do YouTube (confira o link no final desta matéria). Professora de Artes na Escola Bilíngue Libras Português Escrito de Taguatinga (EBT), da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), Rosa interpreta Vovó Rosalinda – uma personagem criada por ela mesma – e encena uma performance digital para crianças e jovens surdos (as).
A performance em vídeo é apresentada em Libras e voltada à educação inclusiva para crianças e jovens surdos. Segundo ela, “a apresentação é composta por elementos visuais que auxilia na compreensão e aprendizagem da pessoa surda, além de trazer elementos do teatro. A proposta surgiu durante a minha imersão na cultura surda”.
A professora Rosa Pires leciona Artes na EBT/SEE-DF desde 2017. Ela explica que a ideia inicial era contar histórias em Libras para crianças surdas e contribuir, por meio da Arte, para uma educação ampla e interativa de forma a promover o protagonismo do sujeito surdo, logo evolui para o projeto de mestrado profissional em Artes na Universidade de Brasília (UnB).
“A performance é a finalização de um projeto de mestrado da UnB em Artes. A temática da dissertação é uma pesquisa que busca averiguar qual a importância da Arte na educação inclusiva e como atividades artísticas na escola podem contribuir para promover o protagonismo do indivíduo surdo”, explica a professora.
Ela informa que essa amostra em vídeo-performance traz a personagem da Vovó Rosalinda demonstrando a importância da Arte para abordar temáticas, como família, inclusão, afeto, acolhimento, respeito e valores. “A forma teatral com que se apresenta a personagem demonstra o poder do lúdico em encantar e despertar a atenção das pessoas para temas tão sensíveis e importante para nossa sociedade como a inclusão e o preconceito”.
Outros personagens também compõem o repertório para apresentações artísticas e performances em vídeos, outras informações estão disponíveis no site. “A ideia do projeto em formato de performance digital é a abrangência que tem hoje a cultura que compõem o ciberespaço. Essa apresentação extrapola as paredes que delimitam o espaço físico da sala de aula, atingindo pessoas de todo Brasil que tem hoje a Libras como segunda língua. É possível também mostrar para os não-surdos como a língua de sinais pode ser expressiva e dinâmica, despertando o interesse na aprendizagem e aquisição dessa língua, o que pode facilitar cada vez mais a comunicação do surdo e promover sua inclusão na sociedade”, afirma.
A Escola Bilíngue Libras Português Escrito de Taguatinga é voltada para estudantes surdos(as) da rede pública de ensino que tem como primeira língua a Libras. Há 25 anos, ela se dedica à Arte-educação. É mestranda em Artes pela Universidade de Brasília (UnB); especialista em Libras e Arte Intermidiática Digital, licenciada em Artes Cênicas pela Faculdade Dulcina de Moraes (FADM/DF) e em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG). “Minha disciplina é Artes. Embora esteja há 25 anos na educação, foi no Ensino Especial que me encontrei”, finaliza.
A professora produz seu próprio site: https://www.rosapires.com.br/ e divulga sua Arte no Instagram: @rosapires76. Confira, a seguir, o vídeo que está disponível no canal do Youtube:
Inscrições abertas para quem deseja fazer graduação na UnDF
Jornalista: Maria Carla
A Universidade do Distrito Federal (UnDF) realiza seu primeiro processo seletivo de estudantes para vários cursos de graduação e está com inscrições abertas para quem tem Ensino Médio completo e deseja ter um curso superior.
Para se inscrever, os(as) candidatos(as) não podem ter ensino superior completo e nem estar matriculado em outra instituição pública de ensino superior. Confira o Edital completo e demais informações no site da universidasde disponível no final deste texto.
As inscrições são gratuitas e elas se iniciam às 8h desta quarta-feira (7/6/2023) e se encerram às 23h59, do dia 21/06/2023 (Horário de Brasília).
Do total de vagas ofertadas pela UnDF, no mínimo 50% serão destinadas estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas.
As inscrições devem ser feitas no site da instituição https://universidade.df.gov.br/. As notas e a classificação do processo seletivo também serão divulgadas por lá.
Critérios para fazer a inscrição
Das vagas ofertadas:
Duas são destinadas a candidatos(as) com deficiência que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública, com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5.
Quatro para candidatos(as) que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública, com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita e que se autodeclaram negros ou indígenas.
Uma para candidatos com deficiência que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública e com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5.
Três para candidatos que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública e com renda familiar bruta igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita.
Duas para candidatos com deficiência que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública, com renda familiar bruta igual ou superior a 1,5.
Quatro para candidatos que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública, com renda familiar bruta igual ou superior a 1,5 salário mínimo per capita e que se autodeclaram negros ou indígenas.
Uma para candidatos com deficiência que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública e com renda familiar bruta igual ou superior a 1,5.
Três para candidatos que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública e com renda familiar bruta igual ou superior a 1,5 salário mínimo per capita.
Vinte para ampla concorrência.
Os critérios descritos para o curso de Pedagogia são os mesmos para os demais cursos a seguir, confira:
Número de vagas e cursos:
Pedagogia: 40 vagas
Matemática: 40 vagas
Engenharia de software: 40 vagas
Sistemas de informação: 40 vagas
Gestão ambiental: 40 vagas
Serviço social: 40 vagas
Produção cultural: 40 vagas
Gestão pública: 40 vagas
Gestão de tecnologia da informação: 40 vagas
Para concorrer às vagas de graduação na UnDF, o(a) estudante deve ter alcançado nota mínima no Enem de 300 pontos em linguagens; 300, em ciências humanas; 200, em matemática; 200, em ciências da natureza; e, 200, em redação.