Reposição de dias parados começa neste sábado (03)

A comissão de negociação do Sinpro se reuniu com a Secretaria de Educação na tarde desta segunda-feira (29) para tratar da recomposição do calendário escolar após a greve.

A reposição dos dias parados começa no próximo sábado, 3 de junho. Serão disponibilizados para reposição todos os sábados de junho e os dias 1º a 22 de julho (incluindo sábados). Isso significa que o recesso escolar do meio do ano, que separa o segundo do terceiro bimestre, será reduzido para 23 a 30 de julho.

A greve tomou 16 dias letivos, mas, para efeito de reposição, também são consideradas as paralisações de 14/03 e de 26/04, além do ponto facultativo de 6 de abril. As escolas que não repuseram essas três datas deverão fazê-lo no segundo semestre – nesse caso, terão autorização para fechar o primeiro semestre letivo dia 22/07 com 97 dias. O segundo, então, terá 103.

Os 3 dias de reposição no segundo semestre terão que cumprir alguns requisitos. Um desses dias deverá ocorrer no 3° bimestre (exceto nos sábados do dia 9/09 e 30/09) e os outros 2 dias deverão ocorrer no 4° bimestre, entre os meses de outubro ou novembro (exceto nos dias 14/10 e 04/11). Nenhum sábado de dezembro será disponibilizado para a reposição.

Mesmo quem não fez a greve terá de seguir o calendário de recomposição em alguns momentos: o dia 28 de julho, que era dia móvel, tornou-se dia de recesso para todos. E este dia deverá ser reposto em algum sábado no 3° bimestre (exceto nos dias 09/09 e 30/09).

Professores que fizeram a greve de forma parcial devem concluir a reposição no primeiro semestre.

Professores que atuam nas CREs e Sede deverão seguir o mesmo calendário de reposição/recomposição que os demais professores das escolas.

O encerramento do ano escolar está mantido conforme o calendário original, 21/12 – sendo 22/12 a data para aplicação de prova final. Durante a reposição, professores(as) e orientadores(as) educacionais terão garantido seu direito a licenças. Sugere-se evitar a utilização de abonos (inclusive TRE) nesse período, no entanto, não está proibido.

Um documento oficial da SEEDF com orientações sobre a reposição dos dias parados e a recomposição do calendário escolar está sendo produzido e será enviado às regionais de ensino. Para sanar dúvidas, procure o diretor ou diretora do Sinpro responsável por sua escola.

Clique AQUI para ver o calendário escolar com as datas de reposição.

 

“Meu menino colorido”: professora se inspira em sobrinho e lança livro sobre LGBTQIA+fobia

 

O lançamento da obra “Meu menino colorido” será neste sábado (3/6), no auditório do Centro de Ensino Médio 01 do Gama (Colégio do Gama – CG), às 20h. O livro é baseado em história real. Seu enredo ilustra um período difícil da vida de Guilherme, sobrinho da autora e professora aposentada, Zenilda Vilarins Cardozo. Ele sofreu ataques homofóbicos na escola por ocasião do Ensino Médio.

 

“O personagem “meu menino colorido” é um ser que carrega, em cada parte do seu corpo, uma cor do arco-íris, que revela o seu perfil psicológico, dotado de amor, empatia, serenidade, companheirismo. É um caleidoscópio humano”, afirma. Publicado pela LC Editorial, o livro é a terceira obra de Zenilda e está disponível do Amazon e no Instagram dela @zenildavilarins.

 

Ela diz que a inspiração para escrever esta obra veio da necessidade de falar sobre LGBTQIA+fobia de forma leve, contando uma história real que teve um desfecho feliz. “Infelizmente, não é o que se revela no cotidiano de muitas pessoas coloridas de nosso País, um país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo. A minha experiência de 34 anos no chão da escola trouxe reflexão sobre o papel das instituições e educadores nesse cenário e o fato de viver, pessoalmente, o drama concretizou a vontade de falar sobre”, afirma.

 

 

A professora lamenta o fato de que o tema LGBTQIA+ não tem espaço nas escolas. “Infelizmente, essa pauta ainda não tem abertura nas escolas e é preciso furar essa bolha. É preciso furar nas famílias também. No caso de minha família, esse tema só entrou para o debate depois dos acontecimentos com o Guilherme”, diz.

 

“Acredito que foram dados passos importantes sobre a causa LGBTQIAP+ no Brasil, mas precisamos que esse alcance chegue às instituições de ensino, à formação continuada dos docentes e, em especial e de fato, ao currículo escolar. Infelizmente, a escola se torna um ambiente hostil no que diz respeito a essa pauta e se estende também às questões raciais”, afirma.

 

A experiência de Guilherme e de outros jovens, não aceitos socialmente, a inspiraram nessa produção. “Espero que, agora, a materialização da história do meu sobrinho, hoje, adulto, possa ajudar outros jovens e outras famílias que passam pela mesma situação”.

 

Spoiler, artesanato e fotografia

O enredo é uma narrativa rimada, inspirada na literatura de cordel, que é outra paixão literária de Zenilda. “Desde a minha infância, gosto da sonoridade, da simplicidade, que parece uma música que chega aos ouvidos de forma leve e envolve o ouvinte. Os adolescentes gostam muito do rap, cujas letras são histórias reais contadas por meio da rima. Assim, o rap e o cordel têm uma conversa entre si e é possível contar e cantar a história. Isso é uma das características de todas as minhas obras”, informa.

 

Voltado para o público pré-adolescente, o enredo de “Meu menino colorido” destaca os conflitos internos de um garoto ao se descobrir diferente de outros moradores do planeta das caixinhas, feito das diversas cores. O protagonista não se sente pertencente àquele lugar que separa as pessoas em caixas de cores únicas. “O preconceito leva Guilherme, meu sobrinho, a pensar a desistir de tudo. Mas, antes disso, ele é salvo pelo amor da mãe”, revela a autora.

 

O livro traz fotografias produzidas por Yan Matos. São fotos de um boneco de pano, confeccionado, especialmente, para este projeto literário. Zenilda conta que a artesã Tiana, de São Paulo, recebeu uma fotografia de Guilherme e as orientações de cores do arco-íris para cada parte do corpo. “Ela conseguiu confeccionar um boneco apaixonante”, comenta.

 

Perfil e pautas sociais

 

Aposentada há 3 anos, Zenilda trabalhou por 34 anos no magistério. Destes, 25 anos foi na Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEE-DF). A última escola em que ela lecionou foi a Escola Classe 22 do Gama (EC 22). A aposentadoria, materializada em janeiro de 2020, foi uma porta que se abriu para ela se aventurar no mundo da literatura. A verve literária foi percebida ainda no magistério, quando “eu escrevia textos que serviam de base para o meu trabalho pedagógico na sala de aula”.

Zenilda optou por uma literatura que contempla pautas sociais urgentes por entender que a educação precisa trabalhar em e para os direitos humanos e atualizar suas pautas e ações, trazendo para o centro do debate as causas sociais urgentes com vistas, realmente, para a formação do(a) cidadão(ã) de fato. “Falo de racismo, de violência contra a mulher, de representatividade feminina em espaços de poder e de LGBTQIA+fobia, que é o caso deste meu último trabalho”, finaliza.

Vídeo: reveja a explicação das propostas do GDF negociadas com a categoria

O Sinpro-DF deixou disponível para a categoria, no YouTube, vídeo no qual professores(as) e orientadores(as) educacionais do magistério público do DF poderão rever a explicação, ponto a ponto, das propostas do GDF negociadas com a categoria.

A live, realizada na quinta-feira (25), foi conduzida pelos diretores do Sindicato Cláudio Antunes e Letícia Montandon.

Perdeu a live? Quer rever? Então não perca tempo e acesse o link https://www.youtube.com/watch?v=TEHm4Z5onVA&t=778s

Síndrome de Burnout atinge um a cada três professores, aponta estudo

O magistério é atingido em cheio pela Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional, um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho.

De acordo com a coordenadora de Assuntos de Saúde do Trabalhador do SINPRO-DF, Élbia Pires, “os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão cada vez mais desmotivados(as), frustrados(as) e depressivos(as), pois a Síndrome de Burnout é frequentemente causada pelo acúmulo de estresse crônico no ambiente de trabalho, especialmente quando o(a) educador(a) se sente sobrecarregado(a), submetido(a) a pressões constantes ou enfrenta condições de trabalho desfavoráveis. E isso precisa mudar”, alerta.

Confira abaixo:

Aproximadamente um terço dos professores da educação básica sofre da síndrome de Burnout. É o que aponta um estudo feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Salários defasados, violência nas escolas e pressão por resultados estão entre os fatores que contribuem para a aumentar o estresse no exercício da docência. A pesquisa avaliou 397 professores, de vários estados, de colégios públicos e privados.

“Professor lida com violência física e verbal na escola, falta de estrutura, sofre pressão da gestão escolar e da exigência dos pais”, diz Raphaela Gonçalves, que conduziu o levantamento durante o mestrado em Ciências da Saúde.

Ela, que atua como professora e tem licenciatura em Biologia e Pedagogia, ainda destaca a falta de valorização. “A baixa remuneração exige carga horária cada vez maior para se manter financeiramente, fora o acúmulo de função, tendo um papel de psicólogo, de assistente social e na família”, diz.

No estudo, foi distribuído entre professores um formulário online, com três questionários. Um deles era sobre a prevalência de Burnout, com 25 perguntas de quatro dimensões: esgotamento pessoal (exaustão não relacionada a aspectos laborais); Burnout relacionado ao trabalho (exaustão e frustração ligadas ao trabalho); Burnout ligado aos alunos (influência da relação professor-aluno no entusiasmo profissional); Burnout relacionado aos colegas (sentimentos frente à equipe com a qual o profissional lida).

Após perguntas sobre cada variável (por exemplo “sente-se exausto logo pela manhã quando pensa em mais um dia de trabalho?”), o professor assinalava a frequência com que se identificava com a frase.

O segundo formulário era sobre satisfação no trabalho, com 66 perguntas. Entre os tópicos, salário, responsabilidades, colegas, condições de trabalho e reconhecimento. O outro questionário era sobre dados sociodemográficos. Em 32,75% dos participantes, havia sinais de Burnout.

Homens e mulheres

Segundo a pesquisa, a prevalência dos sintomas de esgotamento entre homens e mulheres era parecida. “Não teve um mais afetado que o outro. Mas, quando cruzamos os dados, vimos que fatores demográficos e a satisfação no trabalho afetavam esses grupos de maneira distinta”, diz Raphaela.

Segundo o estudo, maiores salários conferem diminuição das chances de esgotamento pessoal entre homens. Já para mulheres, quanto maior o salário, maior o risco de esgotamento.

“Para ganhar mais, ela tem de trabalhar mais, sofre mais cobrança. Em casa, ela continua trabalhando. Para mulher, fatores positivos no trabalho a deixam mais propensa ao Burnout.”

O mesmo vale para as mães. Quanto maior o número de filhos, a mulher tem mais risco de esgotamento pessoal. Já no homem, o número de filhos é inversamente proporcional ao risco de desenvolver o transtorno.

“Provavelmente para o homem, filho traz mais satisfação. Não que a mulher não se sinta realizada com os filhos, mas é um trabalho a mais, uma responsabilidade além.”

Outro ponto que chama a atenção foi a maior satisfação entre professores da rede pública. “Pode ter a ver com o fato de que professores da rede pública entendem sua função como propósito, meio de mudança. É um pouco diferente do professor na rede particular, que tem cobrança muito maior. Os pais, como pagam pelo ensino, estão muito mais presentes e exigem mais.”

“Medo absurdo”

Foi justamente a baixa satisfação com o emprego numa escola particular que levou Vanessa Paula Teixeira, de 47 anos, ao quadro de Burnout há quase dez anos. A pedagoga, que atua na área há 20 anos, antes lecionava para pessoas com deficiência (PcD), mas aceitou ir para a rede privada pelo salário ser mais alto. “Foi a pior coisa que fiz. Tudo que eu ganhava gastava em remédio”, relembra.

Segundo Vanessa, o esgotamento estava atrelado a fatores como pressão psicológica por parte da gestão e dos pais, prazos incompatíveis, sobrecarga e assédio moral. “Não conseguia dormir. Porque dormir significava virar o outro dia”, diz.

“Começava a dar o horário de ir trabalhar, me dava uma falta de ar que parecia que eu ia morrer. Era um medo absurdo do horário de estar naquele lugar”, relata Vanessa, que também diz ter emagrecido por falta de apetite.

Ela buscou auxílio de psicólogo e de psiquiatra e tomou remédios. Após dois anos, a escola a demitiu quando ela voltou de licença, justamente por questões de saúde mental. Vanessa então deixou de lado a educação por alguns anos e depois retornou como professora infantil na rede pública. “Hoje vivo em outra realidade.”

Segundo a neuropsicóloga Carolina Garcia, que estuda a saúde mental na docência, entre os sintomas do Burnout estão o desejo de se afastar do trabalho, pensamentos negativos sobre sua atuação e mudança no comportamento alimentar e do sono. O tratamento deve ter acompanhamento psicológico e psiquiátrico e, em muitas situações, é necessário afastamento do trabalho, no mínimo, por seis meses. “É difícil se recuperar no mesmo ambiente que a gente acabou adoecendo”, pondera.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Sinpro alerta para o prazo final da prova de vida de aposentados e pensionistas nascidos em maio

O Sinpro-DF alerta os(as) aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário no mês de maio e ainda não fizeram a prova de vida que faltam apenas dois dias para terminar o mês. Essa comprovação deve ser feita até 31 de maio. A prova de vida é uma comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

O procedimento pode ser realizado de forma presencial, ou seja, o(a) beneficiário(a) por ir, pessoalmente, a qualquer Agência do BRB e fazê-la. Ou pode fazer virtualmente, on-line, por meio do aplicativo disponível nas lojas da iOS e Android. Confira o procedimento virtual no final desta matéria.

 

Ampliação do prazo para nascidos em janeiro

O sindicato informa que o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) ampliou por poucos dias o prazo dessa comprovação de vida para atender os(as) nascidos(as)  em janeiro que não fizeram a prova de vida no mês correto. Clique aqui e confira matéria do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/ultimos-dias-para-nascidos-em-janeiro-se-recadastrarem-no-iprev/

Segundo o instituto, aposentados(as)  e pensionistas(as) do Governo do Distrito Federal (GDF) nascidos em janeiro têm uma última chance para fazer a prova de vida. O Iprev estendeu o prazo do cadastramento até 9 de junho. No site da autarquia, o instituto explica que a medida foi necessária para atender às 657 pessoas aniversariantes do primeiro mês do ano que ainda não realizaram a prova.

O Sinpro apela a todos(as) os(as) aposentados(as) e pensionistas da Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF) nascidos em maio a realizarem a prova de vida até o dia 31 de maio para evitarem o transtorno da suspensão do benefício. Reforça ainda que a extensão do prazo até 9 de junho para os nascidos em janeiro que não fizeram a comprovação à época é a última chance de não ter o benefício bloqueado.

 

Aplicativo Prova de Vida GDF

Criado durante a pandemia da covid-19, o aplicativo Prova de Vida GDF oferece agilidade no atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado. Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.

 

Outras formas de fazer a prova de vida

Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES ANDROID

https://play.google.com/store/search?q=prova+de+vida+gdf&c=apps&pli=1

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APLICATIVO PARA CELULARES iOS

https://apps.apple.com/br/app/prova-de-vida-gdf/id1614842989

 

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Fique de olho: golpistas voltam a atacar categoria

Professores(as) e orientadores(as) educacionais foram novamente surpreendidos com novo golpe financeiro. Desta vez, os criminosos enviam, via WhatsApp, informe de rendimento, com assinatura falsificada do responsável pelo escritório de advocacia que presta assessoria jurídica para o Sinpro-DF.

Informe de renda é documento que costuma ser enviado pelo Sinpro. Entretanto, este informe que é enviado pelos golpistas aponta valores referentes a processos movidos pela vítima. O objetivo é, posteriormente, extorqui-la, alegando que, para receber o montante, é preciso realizar algum tipo de pagamento. O telefone que os golpistas entram em contato com as vítimas é 4042-0830.

O Sinpro lembra que, em nenhum momento ou sob qualquer hipótese o sindicato pede dinheiro para prosseguimento de ações ou liberação de precatórios. Por isso, em qualquer hipótese, o Sinpro solicitará depósito bancário, realizar PIX ou qualquer outro tipo de pagamento quando acionado por telefone, email, WhatsApp ou qualquer outro meio de comunicação. Além disso, é importante ter cuidado e não clicar em links suspeitos, não baixar arquivos sem verificar a procedência e não enviar documentação pessoal. Em caso de dúvidas, ligue para 3031-4400 (escritório de advocacia) ou 3343-4200 (Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sinpro).

Veja outros tipos de golpe que foram/são aplicados contra professores(as) e orientadores(as) educacionais no link https://sinpro25.sinprodf.org.br/criminosos-inovam-na-tentativa-de-dar-golpe-na-categoria-nao-caia-nessa/

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Arcabouço fiscal pode trazer prejuízos para a Educação e para o DF

A Câmara dos Deputados concluiu na quarta-feira (24) a votação do novo regime fiscal – conhecido como arcabouço fiscal – para as contas da União, que vai substituir o atual teto de gastos. O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA), para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 93/23, do Poder Executivo.

Durante as votações, Plenário rejeitou todos os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de mudar trechos do texto. Isso pode trazer prejuízos para a Educação brasileira e para o Distrito Federal, vez que entratam no texto o FUNDEB e FCDF.

Segundo o projeto aprovado, as regras procuram manter as despesas abaixo das receitas a cada ano e, se houver sobras de receitas, deverão ser usadas apenas em investimentos, buscando trajetória de sustentabilidade da dívida pública.

Os critérios para a variação real (descontada a inflação) da despesa são fixados de forma permanente, sem depender do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), como constava no texto original.

Assim, a cada ano, haverá limites da despesa primária reajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e também por um percentual do quanto cresceu a receita primária descontada a inflação.

FUNDEB – O relator Cajado – diferentemente  do projeto original do Executivo – com a apresentação do substitutivo ao PLP nº 93/2023, incluiu o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na regra que irá limitar os gastos do governo.

Segundo a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da própria Câmara dos Deputados, “a inclusão da complementação da União dentre as despesas limitadas pelo arcabouço fiscal obrigará a redução de outras despesas, inclusive em programas educacionais, como os da merenda e do transporte escolar, além do livro didático”.

A nota da Consultoria da Câmara afirma ainda que a inclusão da complementação da União ao Fundeb dentre as despesas submetidas ao limite de gastos representará “restrição fiscal”, atualmente inexistente. “[Isso] dificultará o alcance do padrão mínimo de qualidade na educação básica, bem como o atingimento das metas previstas no plano nacional de educação”, diz o texto, que ressalta, ainda, que as regras do fundo já garantem que não haja aumento de gastos imprevistos em períodos de dificuldades ou recessão.

De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), dessa forma, o texto aprovado piora ainda mais o programa de Temer e amplia a dificuldade de investimentos no ensino público e a execução do Plano Nacional de Educação (PNE).

FCDF – Outro ponto problemático diz respeito ao Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), um instrumento financeiro previsto na Constituição Federal para garantir recursos destinados à segurança pública, saúde e educação no DF. Atualmente, o FCDF corresponde a mais de 40% do orçamento da capital do país. Em 2023, o orçamento do DF é de R$ 57,36 bilhões, dos quais R$ 22,97 bilhões são oriundos do FCDF.

Na avaliação da Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), a inclusão do FCDF no arcabouço fical vai trazer prejuízos. “Isso vai acarretar em serviços públicos com menos qualidade, já que haverá menos investimentos em infraestrutura e na remuneração dos servidores, em especial nas áreas da saúde, educação e segurança”, afirma o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues.

O GDF e os parlamentares do DF alertam que a capital federal pode ter uma perda de R$ 87,7 bilhões em 10 anos.

O secretário de Planejamento, Orçamento e Administração do DF, Ney Ferraz, disse que é “uma situação bem preocupante. Não digo de forma imediata. Pelos cálculos e estudos que a gente tem feito, isso vai impactar, realmente, em meados de 2026 em diante. Não vai ter cortes, não vai diminuir o fundo, mas vai deixar de crescer na mesma velocidade e proporção das necessidades, como investimento em melhoria das condições dos servidores, com novos concursos, nomeações e aumento do salário”.

Texto, agora, segue para análise do Senado Federal.

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Sinpro realiza campanha do agasalho: “Faça a diferença! Doar é um gesto de amor”

O Sinpro já iniciou sua tradicional campanha do agasalho. Com o lema “Faça a diferença! Doar é um gesto de amor”, a campanha visa a estimular a categoria a praticar o desapego e a exercer a solidariedade em favor de quem nada tem. Doar agasalhos a quem precisa nesta época de frio é também uma forma de justiça social.

As doações podem ser depositadas nas caixas disponíveis na sede e nas subsedes do sindicato. A arrecadação das doações prossegue até 31 de julho.

É a hora de retirar dos armários roupas, cobertas e objetos que não nos servem mais e que podem ser essenciais para outras pessoas.

O Sinpro informa que a comunidade escolar também pode participar. Basta depositar roupas quentes, casacos, meias, luvas, cobertores, sapatos e todos os tipos e tamanhos de agasalhos que ajudem a amenizar a situação de quem não tem como se proteger do frio.

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Assembleia Geral nesta quinta, 25

Professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas se reunirão em assembleia geral nesta quinta-feira (25/5), às 9h30, no estacionamento da Funarte. A categoria está em greve desde o dia 4 de maio.

Na assembleia, serão discutidos os rumos do movimento grevista, que tem ampla adesão dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.

Nesta segunda-feira (22/5) foram realizadas assembleias regionais para avaliar a proposta do GDF, apresentada à Comissão de Negociação do Sinpro-DF, no último dia 17. Novo encontro com o governo está agendado para a próxima quarta-feira (24).

Entre os pontos negociados com o GDF, estão a convocação de todos(as) os(as) aprovados(as) no último concurso público realizado para o magistério, em 2022; direito a atestado de acompanhamento para professores(as) em regime de contratação temporária; extensão para aposentados(as) sem paridade dos R$ 200 referentes ao auxílio saúde incorporado ao vencimento da categoria; incorporação da Gaped/Gase a partir de 2024 (em três anos, com duas parcelas de 5% a cada ano) (VEJA AQUI LISTA COMPLETA COM AS PROPOSTAS)

A Comissão de Negociação do Sinpro avalia que a proposta do GDF indica avanços. Entretanto, ainda há ajustes a serem feitos para que os pontos estejam mais próximos de atender as necessidades da categoria do magistério público.

>> Leia também: CATEGORIA PRESSIONA GDF A APRIMORAR PROPOSTA APRESENTADA; GREVE CONTINUA

Em breve, o Sinpro-DF disponibilizará horário e local de saída dos ônibus que levarão a categoria à assembleia geral.

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Sinpro disponibiliza ônibus para a Assembleia Geral desta quinta (25)

O Sinpro-DF disponibiliza ônibus para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais participarem da Assembleia Geral, nesta quinta-feira (25/5), às 9h30, no estacionamento da Funarte.

A pauta será sobre as próximas ações da greve iniciada no dia 4 de maio. Os ônibus saem de 18 cidades-satélites, às 8h. Confira o horário e os locais de saída a seguir.

 

Lista dos ônibus:

ÁGUAS LINDAS – Shopping de Águas Lindas

PLANALTINA DE GOIÁS – Em frente ao Fórum

PLANALTINA – CEE 01 Planaltina

SOBRADINHO – CEM 01 (ginásio)

PARANOÁ – (Igreja da Praça Central)

CED PAD-DF

SÃO SEBASTIÃO – CAIC Unesco

NÚCLEO BANDEIRANTE – CED 01 RF II, CETELB RF I, CEMUB/CRE Candangolândia

SANTA MARIA – CE Especial (passando pela EC215)

GAMA – CEM 02

RECANTO DAS EMAS – CRE

RECANTO DAS EMAS – CED Mirian Ervilha/Escola Buriti/Jiboia

SAMAMBAIA – Estacionamento da Feira Permanente da 202

TAGUATINGA – Estacionamento ao lado da Administração do Taguaparque

CEILÂNDIA – (estacionamento do BRB do centro)

BRAZLÂNDIA – Praça do Laço

FORMOSA – Igreja Catedral no Centro

GUARÁ – Estacionamento do GG

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