CILRF II promove 3ª edição da Fête de la Musique: arte, cultura e aprendizado em cena
Jornalista: Maria Carla
O Centro Interescolar de Línguas do Riacho Fundo II (CILRFII) se prepara para viver mais uma imersão artística e cultural. A escola irá movimentar seus corredores com música, dança, poesia e criatividade. Entre os dias 20 e 23 de maio, irá realizar a 3ª edição da Fête de la Musique – um evento exclusivo para estudantes regularmente matriculados(as) no CILRFII.
A atividade faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola e é inspirada na tradicional Fête de la Muisque, uma celebração anual francesa, criada em 1982. Na França, a festa é gratuita, realizada sempre no dia 21 de junho, coincidindo com o solstício de verão no hemisfério norte, e comemora a música em suas mais diversas formas.
No CILRFII, a atividade transforma o ambiente escolar em um palco multicultural, em que estudantes regularmente matriculados(as) nos cursos de francês, inglês e espanhol assumem o protagonismo e realizam performances artísticas que exploram os idiomas e as culturas que aprendem em sala de aula.
São quatro dias de festa, com atividades nos três turnos — manhã, tarde e noite — envolvendo apresentações individuais e coletivas, que valorizam a expressão artística e a diversidade. A programação inclui também momentos de reflexão sobre a origem da Fête de la Musique e seu impacto no mundo, reforçando a música como uma linguagem universal.
Mais do que um evento, a Fête de la Musique no CILRFII é um espaço de integração pedagógica, celebração da cultura e reconhecimento do talento estudantil, fortalecendo o vínculo entre ensino de línguas e vivências culturais. A escola reafirma, assim, seu compromisso com uma educação pública criativa, inclusiva e conectada com o mundo.
Origem da Fête de la Musique
A Fête de la Musique (Festa da Música) francesa é uma criação do então Ministro da Cultura francês, Jack Lang, e do diretor de música Maurice Fleuret, com o objetivo de democratizar o acesso à música e incentivar músicos amadores e profissionais a se apresentarem em espaços públicos. https://fetedelamusique.culture.gouv.fr/
Confira o vídeo de divulgação produzido pelo CILRFII:
CNTE entrega a parlamentares mais de 350 emendas ao PNE
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) apresentou 351 emendas ao Plano Nacional de Educação (decênio 2024-2034) aos deputados federais, principalmente aos da comissão especial que trata do PNE. O pontos, entregues nessa quarta-feira (14/5), estão compilados em caderno elaborado pela Confederação e outras 18 entidades sindicais representativas da educação.
O caderno de emendas ao PNE contém 273 páginas, divididas de acordo com os 19 objetivos do Plano Nacional de Educação. Entre as alterações solicitadas, está a inclusão dos 10% do PIB para educação, além da inserção de temas como gênero, orientação sexual e diversidade.
“Para além de um conjunto de propostas de alteração na lei, o caderno de emendas da CNTE é a real natureza do Plano Nacional de Educação. É um trabalho discutido com todos os estratos da sociedade, elaborado por cidadãos e cidadãs e sancionado pelos legítimos representantes da sociedade no Poder Legislativo. A própria existência de um Plano Nacional de Educação para os próximos 10 anos é fruto de uma democracia madura, que busca incluir todas as pessoas em suas tomadas de decisões e objetivos a serem estabelecidos”, observa a dirigente da CNTE e diretora do Sinpro Berenice Darc.
O próprio relator do PNE, deputado Moses Rodrigues (União-CE), reconheceu que “houve avanços em muitas áreas”.
O prazo de apresentação das emendas ao PNE vai até dia 20 de maio. Em seguida, o projeto (PL nº2614/2024) será analisado pela comissão especial.
Polo de Altas Habilidades de Santa Maria lança o livro “Florescendo em palavras”
Jornalista: Maria Carla
O Polo de Altas Habilidades/Superdotação de Santa Maria apresenta um novo talento da literatura. Lançará, nesta sexta-feira (16), no auditório da Escola Técnica, o livro “Florescendo em palavras”, da estudante e escritora Malu C. Santana. O lançamento é aberto ao público e será realizado das 19h às 21h, no auditório da Escola Técnica de Santa Maria. A ocasião promete ser um momento de celebração da educação inclusiva, da literatura e do talento jovem.
A obra reúne uma coletânea de textos produzidos por Malu no período de 2020 a 2024, incluindo poemas, contos, minicontos e textos dissertativos. Durante a cerimônia, a autora fará leituras de algumas produções e estará disponível para autografar os exemplares. A ocasião promete ser um momento de celebração da educação inclusiva, da literatura e do talento jovem.
Malu é estudante atendida pelo Polo de Altas Habilidades/Superdotação de Santa Maria desde 2017. Atualmente, participa da Sala de Linguagens, um espaço dedicado ao desenvolvimento de estudantes com habilidades superiores em áreas como linguagem, raciocínio, criatividade e expressão escrita.
O Polo de Altas Habilidades/Superdotação é vinculado ao CAIC Santa Maria e atende aos(às) estudantes com características de superdotação, oferecendo acompanhamento especializado para o desenvolvimento de seus talentos.
O lançamento de “Florescendo em palavras” marca não apenas o início da trajetória literária de Malu C. Santana, mas também reafirma a importância de políticas educacionais que valorizem o potencial de jovens com altas habilidades.
SERVIÇOS
Lançamento do livro “Florescendo em palavras”, com sessão de autógrafos e leitura de textos
Convoca Já | Sinpro lança calendário de lutas com Comissão de Aprovados
Jornalista: Leandro Gomes
A campanha do Sinpro Convoca Já! apresenta novo calendário de lutas, com ações previstas para o mês de maio. Entre as iniciativas, estão faixaços em frente ao Palácio do Buriti, além de participação nas assembleias regionais e na assembleia geral dia 27 de maio, com indicativo de greve e paralisação. (Veja o calendário completo abaixo).
O objetivo das ações é intensificar a pressão sobre o governo do Distrito Federal, pela convocação dos(as) professores(as) que lutam pela efetivação e pela prorrogação da validade do concurso público do magistério de 2022, com vencimento no dia 27 de julho.
O calendário foi construído em reunião realizada pelo Sinpro com os aprovados, e as ações serão realizadas em conjunto com a Comissão de Aprovados do concurso.
No encontro, realizado no mês de abril, o grupo deliberou ainda a representação de denúncias em órgãos de controle, como o Tribunal de Contas e o Ministério Público, sobre a carência de profissionais da rede pública de educação do DF.
“Essas ações marcam a intensificação da mobilização do Sinpro e dos aprovados pela imediata convocação. Não é possível pensar em valorização da educação e de seus servidores com tantos profissionais fora da carreira. Nomear é valorizar”, disse a diretora do Sinpro Ana Bonina.
Veja o calendário de lutas para o mês de maio
15/05 – Faixaço em frente ao Palácio do Buriti, 8h e 14h
22/05 – Assembleias regionais, 9h e 14h
27/05 – Assembleia geral com indicativo de greve e paralisação, 9h, na Funarte
Convocação, uma luta do Sinpro
A imediata convocação de todos(as) os(as) aprovados(as) no último concurso do magistério é uma luta do Sinpro e integra as reivindicações da Campanha Salarial 19,8%, rumo à meta 17 – Pela reestruturação da carreira já!. O sindicato segue cobrando celeridade da Secretaria de Educação (SEEDF) em relação ao tema.
A partir da luta do Sinpro em torno da pauta, dois processos que tratam de possíveis nomeações tramitam no Sistema Eletrônicos de Informação (SEI). Um deles diz respeito às nomeações tornadas sem efeito na última convocação, em dezembro de 2024. O documento prevê, até maio deste ano, 99 nomeações: sendo 58 professores(as) e 14 orientadores(as).
O segundo processo trata da possibilidade de nomeação até julho deste ano. Segundo a Comissão de Negociação do Sinpro, o processo encontra-se na Secretaria de Economia, para autorização.
O GDF alega que, para dar prosseguimento à demanda, aguarda certidão do Tribunal de Contas sobre o limite prudencial ─ que trata do limite das despesas com pessoal.
“Seguiremos em luta, pressionando o GDF para que as nomeações ocorram. Já temos previsão orçamentária, um banco de aprovados aguardando apenas uma ‘canetada’. O que falta é vontade política do governo Ibaneis/Celina”, reforçou a diretora do Sinpro Ana Bonina.
Edição: Vanessa Galassi
Matéria publicada originalmente dia 8 de maio de 2025
Termoelétrica ameaça EC Guariroba e comunidade de Samambaia
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A Escola Classe Guariroba, localizada na zona rural de Samambaia, corre o risco de ser removida de seu local, caso seja aprovada a construção da Usina Termoelétrica (UTE) de Brasília. A situação leva incerteza e insegurança a uma comunidade que precisa daquela que é a única escola de anos iniciais a atender a região.
“Tudo o que sabemos é que, nos estudos de impacto ambiental da UTE, há a previsão de remoção de nossa escola daqui da DF-180. Não sabemos se isso vai acontecer, quando vai acontecer, como vai acontecer… a Secretaria (de Educação do Distrito Federal) nunca nos notificou, mas essa ameaça paira no ar”, conta a diretora da EC Guariroba, Nathália Pacheco.
A termoelétrica…
A UTE Brasília é projeto da Termo Norte Energia, do empresário Carlos Suarez, fundador da empreiteira OAS e conhecido comoRei do Gás. Prevê a construção da usina com três turbinas a gás na Fazenda Guariroba, em Samambaia, a 35 Km da Praça dos Três Poderes, para gerar 1.470 KW de potência “e fornecer energia elétrica ao sistema interligado, notadamente do submercado Sudeste/Centro-Oeste” – e não o Distrito Federal.
Como Brasília não tem gás natural, o funcionamento da usina seria viabilizado com um gasoduto, cuja implantação ficaria a cargo da Transportadora de Gás Brasil Central (TGBC), que coincidentemente tem como sócio o Rei do Gás.
Para a captação de água e descarte de efluentes (resíduos), será instalado um sistema de dutos para captar aproximadamente 110 m³/h de água do rio Melchior e um emissário com capacidade de descarga de efluente tratado de 104 m³/h, também com uma extensão total de 500 metros.
O rio Melchior é o mais poluído de Brasília, classificado na classe 4 de poluição. Receber efluentes de uma usina termelétrica pode piorar ainda mais a situação.
O próprio estudo de impacto ambiental da UTE Brasília aponta mais de 20 pontos negativos causados pela implantação da usina. Não há benefício social, ambiental e econômico para o DF.
Nas páginas 2 e 3 do documento “Perguntas frequentes”, sobre o estudo de impacto ambiental da UTE Brasília, consta como programa ambiental para atenuar impactos negativos e aumentar impactos positivos a informação: “Programa de Remoção e Realocação de Equipamento Público (Escola Classe Guariroba)”. Nada mais é informado a respeito da escola nesse documento.
Trata-se do primeiro caso de remoção de escola causado por implantação de termoelétrica no Brasil, segundo Juliano Bueno, diretor da Organização Internacional Ambiental Arayara. O impacto socioeconômico da remoção da EC Guariroba, no entanto, pode ser muito maior do que prevê o estudo de “impacto ambiental” da UTE Brasília.
… e a escola
Caso a construção da UTE Brasília seja aprovada, a EC Guariroba passará, pela segunda vez, por uma experiência traumática. Se não for fechada, terá que se mudar para outro endereço, algo que já aconteceu num passado não muito distante – e “foi o caos”, segundo a diretora Nathália Pacheco.
“Em 2016 e 2017, fomos removidos para a construção do aterro sanitário de Samambaia. Funcionamos provisoriamente no pátio da administração de Samambaia durante os anos letivos de 2016 e 2017, o que foi terrivelmente prejudicial para o rendimento pedagógico das crianças. Os índices de retenção, falta e evasão escolar aumentaram assustadoramente, porque a escola ficou distante de onde as crianças moravam. Nem na pandemia da Covid-19 nossos índices no Ideb e no Saeb caíram tanto quanto nesses dois anos”, preocupa-se a professora.
O impacto socioeconômico vai além da queda do rendimento escolar das crianças. Passa também pela disponibilidade do serviço de educação para uma população socialmente vulnerável e rural, que já sofre com a escassez deste “equipamento público”. A Escola Classe Guariroba atualmente atende a 350 estudantes em 17 turmas. Desse total, 102 estudam em período integral. A superlotação é realidade também na Guariroba, pois a demanda por vagas é muito maior.
“Todas as outras escolas das redondezas estão superlotadas. E a Guariroba não difere muito desse quadro, pois não temos mais como atender, por exemplo, à demanda por estudantes de primeiro ano”, conta Nathália. “Essa também é nossa grande preocupação, a oferta de educação para a região que nós atendemos. Temos uma preocupação imensa de deixar a comunidade desamparada por questão de educação, ou de vermos as crianças serem transferidas para uma escola que, além de superlotada, fica muito longe de casa”.
Além de todos os problemas do cotidiano de uma escola da rede distrital de ensino típicos do governo Ibaneis Rocha, a Escola Classe Guariroba e sua comunidade escolar ainda convivem com a insegurança e a incerteza do futuro da unidade de ensino. “Não temos informação nenhuma sobre qual será o futuro da escola, se ela será movida ou fechada. Essa falta de informação gera angústia, uma vez que a EC Guariroba tem uma importância muito grande para a comunidade”, explica a diretora.
A preocupação de Nathália com o rendimento escolar das crianças durante uma possível mudança da escola é compartilhada pela diretoria colegiada do Sinpro. “Não concordamos com a retirada da escola de seu atual endereço, pois a comunidade já sofreu o bastante durante a mudança causada pelo aterro sanitário. A comunidade escolar não pode ser prejudicada por conta de uma obra cujos benefícios para o DF não foram comprovados”, aponta o diretor do Sinpro Carlos Maciel.
Próximos passos
O projeto da UTE Brasília ainda dá seus primeiros passos. Nesta fase do projeto, estão previstas audiências públicas, em que a sociedade busca respostas das instituições envolvidas. O Ibama, responsável pelo licenciamento ambiental federal, e a Termo Norte, responsável pelo projeto da UTE Brasília, apresentarão o projeto e os estudos ambientais da usina numa Audiência Pública que será realizada dia 17 de junho de 2025, às 19h, no Complexo Cultural de Samambaia.
A audiência deveria ter ocorrido em março, mas foi suspensa pela justiça. Isso porque, à época, a população não teve tempo hábil para ser informada sobre a reunião, pois o evento foi divulgado com data errada.
Nessa terça-feira (13/5), a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal promoveu seminário para debater os impactos socioambientais da construção da UTE Brasília. Entre os problemas alertados pelos ambientalistas e movimentos sociais, estão o aumento de gases de efeito estufa e a intensificação da poluição do rio Melchior.
Segundo o representante do Ibama na audiência pública, Eduardo Wagner da Silva, as condições de dispersão atmosférica dos gases a serem gerados pela usina estão entre as várias preocupações. Isso porque a região tem clima seco em parte do ano. A Termo Norte não compareceu ao seminário na Câmara dos Deputados.
Nova Organização Sindical, Transformações no Mundo do Trabalho, Luta de Classes e Qualidade de Vida será o tema geral do 13º Congresso de Trabalhadores em Educação Carlos Mota – Luta, coragem e resistência. A decisão foi realizada em assembleia geral extraordinária nessa terça-feira (13/5). O evento, que será nos dias 27, 28 e 29 de junho no Centro Comunitário Athos Bulcão da Universidade de Brasília (UnB), reunirá professores(as) e orientadores(as) educacionais de toda a rede pública do Distrito Federal, para a discussão de temas específicos da categoria e elaboração de políticas voltadas à educação.
Na assembleia dessa terça, também foi aprovado que uma das principais tarefas do 13º CTE é a atualização do estatuto do Sinpro. Segundo a diretora do sindicato Márcia Gilda, “uma necessidade estratégica e democrática para dar seguimento à luta do magistério público”. “Um estatuto atualizado, que reflita as necessidades e os anseios da nossa categoria, assegura que o Sinpro continue sendo voz ativa e legítima dos professores e orientadores educacionais, ampliando a capacidade de respostas aos desafios do presente e futuro”, diz.
Márcia Gilda ainda afirma que o tema escolhido para o 13º CTE é “essencial para o momento que vivemos”. “São várias as transformações no mundo do trabalho voltadas para a precarização das relações trabalhistas, inclusive na educação. Um tema que instiga a gente falar da necessidade da consciência de classe e da importância da representação sindical”, avalia.
Mesa conduz os trabalhos da assembleia geral extraordinária. Foto: Deva Garcia.
Critérios de participação
1. Delegados(as) natos(as): diretores(as) do Sinpro. 1.1. Todos(as) os(as) professores(as) dirigentes que fazem parte de entidades nas quais o Sinpro é filiado são delegados(as) natos(as).
3. Delegados(as) sindicais que comprovem sua eleição por meio de ata atualizada (2025) terão a sua participação garantida, sem levar em consideração o número de delegados(as) a que cada escola tem direito. 3.1. Escolas e Unidades de Internação Socioeducativas e Prisionais com até 30 professores(as) têm direito a 1 vaga de delegado(a); 3.2. Escolas e Unidades de Internação Socioeducativas e Prisionais que tenham de 31 a 150 professores(as) têm direito a 2 vagas de delegado(a); 3.3. Escolas e Unidades de Internação Socioeducativas e Prisionais com mais de 150 professores(as) têm direito a três 3 vagas de delegado(a); 3.4. Duas vagas de delegado(a) para orientadores(as) educacionais por cada Coordenação Regional de Ensino (CRE). Os(as) orientadores(as) deverão ser indicados(as) pelo coletivo de suas respectivas regionais, com registro em ata; 3.5. Uma vaga de delegado(a) para professor(a) por cada Coordenação Regional de Ensino (CRE); 3.6. Uma vaga de delegado(a) para a Sede I da Secretaria de Educação; 3.7. Três vagas de delegados(as) para a Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (EAPE), sendo uma vaga para delegado(a) nato(a).
A eleição dos(as) delegados(as) ao 13º CTE deverá ser registrada em ata simplificada e entregue, de forma física ou digital, até dia 20 de junho. A entrega do documento físico deverá ser feita na sede ou subsedes do Sinpro (Veja aqui os endereços: https://sinpro25.sinprodf.org.br/fale-conosco/). Caso a opção seja pela entrega do documento digitalizado, a ata simplificada deverá ser enviada para o email joelma@sinprodf.org.br.
Os casos de desistência dos(as) delegados(as) deverão, obrigatoriamente, estar registrados em ata. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora do 13° Congresso.
Inscrições de teses e resoluções
O prazo para a inscrição de teses para o 13º CTE se encerra no dia 27 de maio: 30 dias antes da realização do congresso. A data é definida pelo estatuto do Sinpro. As inscrições devem ser feitas pelo email joelma@sinprodf.org.br. Mais informações pelo telefone 3343-4209.
As teses e/ou resoluções deverão abordar os temas definidos na assembleia dessa terça (13/5). São eles:
Conjunturas internacional, nacional e local;
Transformações no mundo do trabalho, luta de classes e qualidade de vida;
Organização sindical e reforma estatutária.
Qualquer sindicalizado(a) inscrito(a) no 13º CTE poderá apresentar teses sobre o temário aprovado. O(a) professor(a) ou orientador(a)educacional poderá escrever um único texto sobre todos os temas, apresentar uma tese por assunto ou ainda escolher um dos pontos para abordar. Cada tema deverá ter, no máximo, 5 mil caracteres, já contados os espaços.
Votação na assembleia geral extraordinária. Foto: Deva Garcia.
Brinquedoteca
O 13º CTE disponibilizará brinquedoteca com profissionais da área para crianças menores de 7 anos. A ficha de inscrição será feita na hora. O espaço funcionará todos os dias do congresso.
PROGRAMAÇÃO
27/6, SEXTA-FEIRA
16h – Início do Credenciamento
19h – Solenidade de abertura / Mesa de abertura
19h45 – Aula Magna: Caminhos da Educação Diante das Transformações no Mundo do Trabalho
Palestrante: Ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo
21h – Leitura e aprovação do Regimento Interno
Lançamento do 2º Caderno de Práticas Antirracistas
22h – Coquetel de encerramento, com atividades culturais
28/6, SÁBADO
8h às 9h – Café da manhã
9h às 10h – Painel: Conjunturas Internacional, Nacional e Local
Palestrantes: Antônio Lisboa (CUT), deputado distrital Gabriel Magno e Ana Prestes, socióloga e doutora em Ciência Política
11h às 12h – Votação do regimento do congresso
11h às 12h – Apresentação e defesa de Teses
12h – Encerramento do credenciamento
12h – Intervalo para o Almoço
Atividade Cultural
13h às 17h30 – Debate da Reforma Estatutária
20h – Posse da nova diretoria do Sinpro-DF
29/6, DOMINGO
8h às 9h – Café da manhã
9h às 12h – Debate da Reforma Estatutária
12h30 – Intervalo para o Almoço
13h30 – Assembleia Estatutária
17h – Encerramento/Atividade cultural
Carlos Mota
O professor Carlos Mota foi assassinado no dia 20 de junho de 2008, com um tiro no peito, dentro de casa, na região do Lago Oeste. Segundo investigação policial, a ação foi motivada por vingança. Dias antes, o docente havia repreendido um traficante que vendia drogas e assediava alunos(as) da escola. O acusado do homicídio foi condenado a 20 anos de prisão.
Em décadas de atuação, o docente marcou a educação pública do DF. Ele acreditava que o processo ensino-aprendizagem não se limitava ao espaço da sala de aula, pelo contrário, abrangia todos os aspectos da vida dos estudantes.
Um ano após a morte de Carlos Mota, a Câmara Legislativa do DF concedeu o título de cidadão honorário de Brasília ao professor, e o Centro de Ensino Fundamental do Lago Oeste mudou de nome: passou a se chamar Centro de Ensino Fundamental Professor Carlos Mota. O educador também foi tema do primeiro Concurso de Redação do Sinpro, criado no ano de seu assassinato.
Na Escola Parque Anísio Teixeira de Ceilândia (EPAT de Ceilândia), o esporte é uma das metas para promover a integração e a disciplina entre os(as) estudantes. Na edição deste ano da Copa EPAT, a escola promete agitar os meses de maio e junho com muita energia, talento e espírito esportivo. Confira o cronograma no final desta matéria.
“Em maio e junho serão realizadas as seletivas durante a semana e, nos fins de semana, serão as finais das modalidades”, informa a escola. Assim, segundo o calendário de atividades, as finais serão realizadas aos sábados, nos dias 17, 24 e 31 de maio.
No dia 17/5, serão as finais de basquete e futsal; em 24/5, competições de tênis de mesa e muay thai; e, no dia 31/5, tênis de quadra, ginástica rítmica, vôlei e xadrez. A escola promete dias de muita competição entre os estudantes e muita diversão.
As competições são o momento de pôr em prática o que foi aprendido nas oficinas e celebrar a força do esporte como ferramenta de educação, disciplina, integração e convivência.
Vale destacar ainda que a Copa EPAT faz parte do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola e tem por objetivo incentivar a participação dos(as) estudantes nas oficinas de Educação Física em competições escolares nas mais diversas modalidades.
Fique de olho no calendário das finais:
17/5 (sábado)
Modalidades: basquete e futsal
Horários: 8h às 11h30 e 13h30 às 17h30
Local: EPAT – Ceilândia
24 de maio (sábado)
Modalidades: tênis de mesa e muay thai
Horário: 8h às 11h30
Local: EPAT – Ceilândia
31 de maio (sábado)
Modalidades: tênis de quadra, ginástica rítmica, vôlei e xadrez
Horário: 8h às 11h30 (tênis de quadra e ginástica rítmica)
Horário: 13h30 às 17h30 (vôlei e xadrez)
Local: EPAT – Ceilândia
Com as finais, a Copa EPAT movimenta os corredores e as quadras da escola, fechando o grande ciclo esportivo 2025 com chave de ouro.
Copa EPAT
A Copa EPAT é um projeto pedagógico cuja competição esportiva busca promover a integração, a diversão e a superação para todos(as) os(as) envolvidos(as). Venha torcer, vibrar e apoiar Os(as) atletas de nossas escolas!
TV Sinpro desta quarta (14) apresenta o espetáculo “Contos da Terra Vermelha”
Jornalista: Maria Carla
O programa TV Sinpro desta quarta-feira (14) vai ao ar com o espetáculo literário “Contos da Terra Vermelha”, realizado na Escola Classe 26 de Setembro de Taguatinga (EC 26 de Setembro de Taguatinga). O programa será exibido às 19h, no canal do Sinpro no YouTube e na TV Comunitária (Canal 12 da NET).
O espetáculo, apresentado na EC 26 de Setembro em abril do ano passado, faz parte do “Projeto Contos da Terra Vermelha – Mais de 65 anos de histórias para contar”, uma criação coletiva do grupo Paepalanthus, formado por quatro professoras aposentadas da rede pública de ensino do Distrito Federal.
O projeto busca reverenciar a ancestralidade presente nesse território há mais de 10 mil anos e propõe um mergulho num tempo anterior à construção de Brasília. Conta histórias sobre a origem do povo Mebengokré, a lenda do Santo Antônio do Descoberto, a Mãe do Ouro e a Chegada da modernidade no interior do país fazem parte do repertório.
A montagem faz a junção das linguagens da narração de histórias, música e teatro de sombras, o que resultou na criação dessa apresentação que traduz uma experiência estética capaz de despertar a atenção para essa história pouco divulgada e de ajudar a desconstruir a ideia de que Brasília foi assentada sobre o nada, sobre o ermo.
Mudança de cronograma
O TV Sinpro ao vivo sobre o Dia Internacional de Luta contra LGBTfobia, com a participação do professor Leonardo Café e da diretora da entidade Élbia Pires, anunciado anteriormente para esta quinta-feira (15/5), foi cancelado em razão de problemas de agenda dos(as) participantes.
13 de maio: o dia da falsa abolição e do combate ao racismo
Jornalista: Maria Carla
Nesta terça-feira (13), o Brasil marca o Dia da Abolição da Escravatura, em referência à assinatura da Lei Áurea em 1888. O gesto da Princesa Isabel, que oficialmente extinguiu a escravidão no papel, esconde uma realidade mais complexa: 137 anos depois, a pergunta permanece urgente e necessária: abolição para quem?
Para o Sinpro, a data representa o dia da falsa abolição. “Entendemos que o 13 de maio oficial é o ‘Dia da Falsa Abolição’ e demos outro nome à data. Hoje, a gente chama de Dia Nacional do Combate ao Racismo”, afirma Márcia Gilda, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do sindicato.
“A assinatura da Lei Áurea não foi um gesto de benevolência da monarquia, tampouco encerrou a exploração. Pelo contrário, foi fruto da intensa luta da população negra, organizada em quilombos, revoltas e redes de solidariedade. E ainda assim, a chamada ‘libertação’ não trouxe terra, emprego, educação, saúde, moradia ou reparação. O Estado brasileiro ‘libertou’ os corpos sem desmantelar as estruturas da escravidão”, avalia a dirigente sindical.
A abolição legal significou apenas a transição da escravidão formal para a exploração capitalista. O sistema econômico se reconfigurou para manter o lucro baseado na desigualdade e no racismo. A população negra — principalmente as mulheres negras — segue na base da pirâmide social, exercendo os trabalhos mais precarizados, mal remunerados e invisibilizados.
A escravidão mudou de forma.Está nas cozinhas dos apartamentos de luxo, nos corredores silenciosos dos hospitais, nos empregos informais, nos baixos salários, no encarceramento em massa, no genocídio da juventude negra e na exclusão das universidades e dos espaços de poder.
As mulheres negras, alicerces de luta e resistência, continuam sendo as mais atingidas por essa lógica perversa. Vivem a interseção do racismo, do machismo e da exploração de classe. “São elas as que sustentam o país, mesmo sendo as que mais sofrem com a ausência de políticas públicas. Por isso, o Sinpro afirma que não há o que comemorar no 13 de maio. Há, sim, o que denunciar. E há muito pelo que lutar.A liberdade real só virá com justiça social, antirracismo, feminismo e superação do capitalismo. Enquanto isso, seguimos em marcha, com consciência de classe, ancestralidade e resistência”, afirma Márcia Gilda.
CILC realiza VIII Festival de Cultura Japonesa sábado (17)
Jornalista: sindicato
O Centro Interescolar de Línguas de Ceilândia (CILC) vivenciará uma imersão em cores, tradições e sabores com o VIII Festival de Cultura Japonesa, realizado sábado (17/5), das 10h às 18h. O evento é aberto ao público. Entrada antecipada R$ 10 e, no dia, R$ 20.
Durante o festival, o CILC se transformará em um ambiente vibrante e mergulhará no universo nipônico para celebrar a riqueza cultural do Japão por meio de arte, gastronomia e performances tradicionais. O evento conta com comidas típicas, apresentações artísticas, concursos estudantis, oficinas, jogos tradicionais.
Também serão realizados concurso cosplay, feira geek, dança Bon Odori (uma comemoração tradicional do verão japonês, realizada em comunhão e com agradecimento aos antepassados pelas bênçãos da vida) e apresentação de Taiko (espetáculo com variedade de instrumentos japoneses de percussão). Haverá oficinas no período matutino e, no vespertino, serão realizadas as apresentações culturais.
Desde 2014, o Festival de Cultura Japonesa tem uma proposta pedagógica e cultural com foco na valorização da língua e cultura japonesa, e é dos poucos eventos dedicados a essa cultura na Ceilândia.
Aula de japonês
O CILC é uma das escolas de línguas da rede pública de ensino que oferta curso de japonês. O ensino é oferecido desde 2011, e o festival é uma importante vitrine desse trabalho para toda a comunidade.