VÍDEO | Sinpro, CUT e CNTE pela vida de todas as mulheres, contra o machismo, o racismo e o fascismo
Jornalista: Vanessa Galassi
Sinpro, CUT e CNTE foram algumas das entidades que fortaleceram a marcha “Pela vida de todas as mulheres, contra o machismo, o racismo e o fascismo. Sem anistia!”, realizada nesse 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, em Brasília.
No vídeo, os melhores momentos dessa manifestação, que pela voz de professoras e orientadoras educacionais organizadas pelo Sinpro, também reivindicou uma educação libertadora, guiada pela equidade de gênero e racial, capaz de provocar mudanças estruturais na sociedade.
O material traz declarações das diretoras da Secretaria de Mulheres do Sinpro, Mônica Caldeira, Regina Célia e Silvana Fernandes, além da diretora da Secretaria de Imprensa do sindicato, Letícia Montandon; da secretária de Mulheres da CUT-DF, Thaísa Magalhães, e das dirigentes da CNTE Rosilene Corrêa e Berenice Darc (também dirigente do Sinpro).
TV Sinpro apresenta os 25 anos do Projeto de Capoeira nesta quarta (12)
Jornalista: Luis Ricardo
O projeto Capoeira Adaptada permite, há 25 anos, que estudantes com deficiência pratiquem o esporte. Realizado pelo Centro de Ensino Especial 01 de Taguatinga desde 1999, o projeto pedagógico é tema do TV Sinpro desta quarta-feira (12/3). O programa vai ao ar às 19h, na TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e no canal do Sinpro no Youtube.
Com o apoio de toda comunidade escolar, estudantes com deficiência mostram para a sociedade que atividade física é para todos e todas. Fábio Ferreira dos Santos, professor de Educação Física do CEE 01, comenta que a capoeira, com suas características musicais, atividades físicas específicas, descontração e alegria, tem proporcionado aumento da autoestima, alegria, ganhos de mobilidade física, desenvolvimento de força, agilidade, flexibilidade e equilíbrio corporal aos(às) estudantes.
“O projeto conta com uma média de 80 estudantes, todos com algum tipo de síndrome ou deficiência, como deficiência intelectual, deficiência múltipla, Síndrome de Down, paralisia cerebral, autismo, dentre outras. Nesses 25 anos, percebemos que os alunos têm ganhos diversos, além de ter conhecimento sobre a Cultura Afrodescendente e sobre a história de nossos mestres precursores”, comenta o professor.
CAMPANHA SALARIAL | CREs Gama, Recanto das Emas e Brazlândia realizam assembleias regionais na terça-feira (11)
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro realizará, na terça-feira (11/3), assembleia regional com os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das Coordenações Regionais de Ensino (CRE) do Gama, Recanto das Emas e Brazlândia. A atividade será às 9h e às 14h. A pauta é a “Campanha Salarial 19,8%, rumo à Meta 17 – Pela reestruturação da Carreira Já!”.
No Gama, a assembleia será na subsede do Sinpro; Recanto das Emas, no CEF 101; e, em Brazlândia, no CEM 01.
As assembleias regionais prosseguem até o dia 20 de março em outras CREs. O próximo encontro será dia 13 de março, nas regionais do Taguatinga, Sobradinho e Samambaia.
As assembleias regionais são espaços democráticos de diálogo e de aprofundamento das pautas de reivindicações, além de serem instâncias preparatórias da categoria para a assembleia geral com paralisação, agendada para o dia 27 de março, às 9h, no estacionamento da Funarte.
Reestruturação do plano de carreira
A atual campanha salarial pretende, com a reestruturação da carreira, dobrar o vencimento-base da categoria do magistério público. A nova tabela é resultado de minuta construída em negociação, publicada em dezembro de 2022.
A reestruturação da carreira inclui, entre outros pontos, o achatamento dos padrões de 25 para 15; a possibilidade de os(as) professores(as) em regime de contratação temporária, quando efetivados(as), utilizarem o tempo de serviço para enquadramento nos padrões; a ampliação do percentual de mudança do padrão e a valorização da progressão horizontal (especialização, mestrado e doutorado) a partir da ampliação dos percentuais entre as tabelas. Os pontos convergem na valorização profissional e, consequentemente, na promoção de uma educação pública socialmente referenciada.
>> Leia também: Reestruturação do plano de carreira dobra vencimento base da categoria https://sinpro25.sinprodf.org.br/reestruturacao-do-plano-de-carreira-dobra-vencimento-base-da-categoria/
Meta 17 do PDE Um dos principais pontos da Campanha Salarial é o atendimento à Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE). Em 2015, essa Meta estabeleceu que a remuneração da categoria do magistério público deve corresponder à média da remuneração dos demais servidores públicos do DF de mesma escolaridade.
CALENDÁRIO DE ASSEMBLEIAS
ASSEMBLEIAS REGIONAIS – 9h e 14h
25/02 | terça-feira >> Santa Maria
Local: CEE 01
>> São Sebastião
Local: Caic Unesco
>> 11/03 | terça-feira Gama
Local: Subsede do Sinpro
>> Recanto das Emas
Local: CEF 101
>> Brazlândia
Local: CEM 01
13/03 | quinta-feira >> Taguatinga
Local: Cemab
>> Sobradinho
Local: CEM 01
>> Samambaia
Local: CEE 01
18/03 | terça-feira >> Plano Piloto
Local: Sede do Sinpro (SIG)
>> Paranoá
Local: CEF 01
>> Núcleo Bandeirante
Local: CEM Urso Branco
20/03 (quinta-feira) >> Ceilândia
Local: CEM 03
>> Guará
Local: CED 03 (Centrão)
>> Planaltina
Local: CED 01 (Centrão)
*Em algumas regionais também haverá assembleia no período noturno, às 19h. Neste caso, o(a) diretor(a) informará à unidade escolar.
ASSEMBLEIA GERAL COM PARALISAÇÃO
Dia 27 de março, 9h, no estacionamento da Funarte
CALENDÁRIO DE LUTAS AMPLIADO
FEVEREIRO
Dia 17 | segunda-feira
Reunião com Gestores, virtual às 17h
Dia 20 | quinta-feira Reunião com delegados(as) sindicais, no Sinpro (SIG), às 19h
Dia 20 | quinta-feira
Comissão Geral: início do ano letivo e nomeações, na CLDF, às 15h
MARÇO
Encontro Ampliado dos(as) aposentados(as) *Data a ser confirmada
Dia 8 | sábado
Dia Internacional de Luta das Mulheres – Bloco carnavalesco, das 13h às 20h
Locais: Torre de TV, Rodoviária do Plano Piloto e Museu da República *Locais a serem confirmados
Dia 15 | sábado
Corrida do Sinpro. Concentração às 18h, na Praça do Buriti. Largada às 19h. Show musical com a Banda Samba Urgente, a partir das 20h30
Dia 18 | terça-feira
Convoca Já!, na CLDF *Horário a ser confirmado
Dia 24 | segunda-feira
Sessão solene aniversário do Sinpro, na CLDF *Horário a ser confirmado
ABRIL
Dia 4 | sexta-feira
Convoca Já!, na Rodoviária *Horário a ser confirmado
Dia 26 | sábado
1º Encontro Pós-Avançado de Formação Sindical, na Chácara do Professor, às 9h
EAPE | Afastamento remunerado para estudos: inscrições até dia 12
Jornalista: Roberta Quintino
Professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do Distrito Federal interessados(as) em participar do Processo Seletivo para Afastamento Remunerado para Estudos da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) têm até o dia 12 de março para efetuar a inscrição. O cadastro é feito via Sistema Eletrônico de Informações (SEI)
O edital prevê a oferta de 148 vagas para servidores das Carreiras de Magistério Público e de Políticas Públicas e Gestão Educacional que desejam cursar mestrado, doutorado ou pós-doutorado em programas de pós-graduação stricto sensu.
Para os profissionais da Carreira de Magistério Público que atuam com carga horária de 20, 40 ou 60 horas semanais, estão disponíveis 111 vagas, sendo 78 para mestrado e 33 para doutorado e pós-doutorado.
Para participar do processo seletivo de afastamento para mestrado, o(a) servidor(a) deve estar em efetivo exercício na Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) há, no mínimo, três anos consecutivos até a data de publicação do edital no Diário Oficial (28 de fevereiro de 2025). Para afastamento voltado a doutorado ou pós-doutorado, o tempo mínimo exigido é de quatro anos consecutivos.
Interessados(as) devem consultar o edital para mais informações sobre os critérios de seleção e a documentação exigida. Em caso de dúvidas, entre em contato com o Núcleo de Pesquisa e Publicação – Afastamento Remunerado para Estudos – EAPE, pelo telefone 3318-2421 ou pelo e-mail npp.subeb@se.df.gov.br
Convoca Já! | Sinpro e Comissão dos Aprovados fazem mutirão na CLDF por apoio à nomeação de concursados
Jornalista: Luis Ricardo
A categoria magistério público do Distrito Federal e a Comissão de Aprovados SEEDF 2022 realizarão nesta terça-feira (18/3), às 14h, na Câmara Legislativa do DF (CLDF), mais uma ação da Campanha Convoca Já. Ponto presente no Calendário de Lutas do Sinpro, professores(as), orientadores(as) educacionais e diretores(as) do Sinpro farão um mutirão nos gabinetes dos(as) deputados(as) distritais e entregarão uma carta aos parlamentares pedindo apoio às nomeações dos(as) aprovados(as). O documento também pede apoio para a prorrogação do concurso de 2022, que vence no dia 27 de julho.
No ano passado, foi aprovada previsão orçamentária na Lei Orçamentária Anual (LOA) para a convocação de 8.517 aprovados(as) em concurso público da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF).
“Existe orçamento para a nomeação dos aprovados e aprovadas no concurso público de 2022, e o que falta é vontade política do GDF. Essas nomeações são urgentes e devem ser uma luta de toda a categoria, pois reflete diretamente na nossa valorização e fortalecimento da carreira e, consequentemente, em uma educação pública de qualidade”, disse a diretora do Sinpro Ana Bonina, que é professora em regime de contratação temporária. Segundo a dirigente, a ação também visa à promoção de uma educação pública de qualidade.
Convoca Já!
A rede pública de ensino do DF apresenta uma grande demanda por professores(as) concursados. Para se ter uma ideia, atualmente o DF registra aproximadamente 15 mil professores(as) em regime de contratação temporária, número que ultrapassa o total de efetivos(as). Com isso, a convocação de todos(as) os(as) aprovados(as) no último concurso público do magistério não é apenas uma necessidade, mas uma urgência.
A luta pelo Convoca Já! dialoga diretamente com a Campanha Salarial 19,8%, rumo à Meta 17 – Pela reestruturação da carreira já!, do magistério público.
Outras ações já estão agendadas, como ações em locais de grande circulação do DF.
8 DE MARÇO | “Toda grande mudança social passa pela escola”
Jornalista: Vanessa Galassi
Neste 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, professoras e orientadoras educacionais da rede pública de ensino do DF, organizadas pelo Sinpro, se somaram à marcha “Pela vida de todas as mulheres, contra o machismo, o racismo e o fascismo. Sem anistia!”. No centro de Brasília, elas afirmaram que a educação pública de qualidade, guiada pela equidade de gênero e racial, provoca mudanças estruturais na sociedade.
Mulheres em marcha neste 8 de março. Trajeto foi da Torre de TV à Rodoviária do Plano Piloto | Foto: Luzo Comunicação
“Toda grande mudança social passa pela escola. A educação é e sempre foi terreno onde se trava a batalha entre a dominação e a emancipação. É por isso que existem projetos como o Escola Sem Partido, uma roupagem do fascismo. Quando se silencia a professora e o professor, quando a produção do conhecimento de forma livre é atacada e reprimida, impede-se a percepção de que há diferenças de gênero, de classe de raça”, afirma a coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro, Mônica Caldeira.
A dirigente sindical explica que “políticas que seguem a ‘cartilha’ do Escola Sem Partido não são apenas de cunho técnico ou de costume”. “São políticas ideológicas, uma ideologia que é contrária ao enfrentamento da desigualdade, sobretudo a de gênero e raça.”
Antirracista
Organizadas entre o Palácio do Buriti e o Congresso Nacional com centenas de outras trabalhadoras, professoras e orientadoras educacionais também apontaram a educação como mecanismo indispensável para o combate ao racismo.
Regina Célia, diretora do Sinpro, avalia que, embora a eliminação do racismo dependa de um esforço coletivo, a educação viabiliza a conscientização sobre esse processo.
“A educação tem a capacidade de fazer com que as pessoas percebam a necessidade de combater o racismo. Isso não é algo impositivo, mas um processo que considera, sobretudo, a conscientização. A educação, quando é emancipadora, promove pensamento crítico. E se há pensamento crítico, há luta contra o racismo, contra o machismo e contra todas as opressões”, afirma Regina Célia.
No campo da educação, o combate ao racismo não depende apenas de um currículo escolar que inclua essa perspectiva, mas exige o direito de meninas e mulheres negras poderem usufruir do pleno direito à educação.
Com estandarte contra a violência, Sinpro mostra que a luta pela vida de todas as mulheres passa pela educação | Foto: Luzo Comunicação
De acordo com dados de 2024 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 2022, mulheres dedicaram, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e/ou cuidado de pessoas, enquanto os homens gastaram 11,7 horas. Entretanto, as mulheres pretas ou pardas dedicaram 1,6 hora a mais por semana nessas tarefas do que as brancas.
Isso impacta diretamente no acesso à educação. Ainda de acordo com o IBGE, naquele ano, a participação de mulheres nos bancos escolares mais que dobrou se comparado ao ano de 2016. Entretanto, o avanço se deu no grupo de mulheres brancas, indo de 37,7% para 39,7%. A taxa de frequência escolar das mulheres negras caiu de 28,6% para 27,9%.
Para a diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) Berenice Darc, que também é diretora do Sinpro, a educação é imprescindível para que mulheres que ficaram anos distantes das políticas de financiamento e de inclusão possam ser beneficiadas.
“O Brasil tomou novos rumos quanto à promoção de políticas sociais. Mas as consequências de um governo avesso a qualquer tipo de melhoria social ainda traz marcas. Neste sentido, a política de alfabetização, por exemplo, é uma das principais políticas que chegam às nossas mulheres, as mulheres trabalhadoras, negras, que estão fora da escola porque precisam trabalhar, cuidar de casa, sustentar a família. É a partir daí que elas poderão se reerguer e caminhar rumo à própria autonomia. A educação transforma a vida das mulheres, e isso transforma o Brasil”, diz.
Violência de gênero nas escolas
Embora a educação seja um dos principais instrumentos para romper definitivamente com a violência de gênero, a prática machista que fere as mulheres também é reproduzida dentro das escolas.
Presente na marcha das mulheres deste 8 de março, a diretora do Sinpro Silvana Fernandes disse que já foi vítima de violência de gênero no ambiente escolar.
“Sofri violência na sala dos professores, quando eu fui chamada de pir4nh#. Isso porque, em um passeio, eu falei para os estudantes descerem do ônibus para conhecerem o Catetinho. Uma colega disse que não era para descer, e levou isso para a escola. Então, um professor disse: Por que aquela pir4nh# desceu os alunos? E quando fui reclamar, falaram assim: ‘aquela’ pir4nh#, porque se acha bonitinha, desceu os alunos”, conta a dirigente sindical.
Professoras e orientadoras educacionais afirmam que uma educação antimachista por mudar o mundo | Foto: Luzo Comunicação
Para Silvana Fernandes, estar na marcha das mulheres é também lutar para que o machismo reproduzido dentro das escolas seja eliminado. “Na educação, a maioria é mulher. Somos nós que sofremos com o machismo, inclusive dentro das escolas. E isso não pode acontecer mais. Por isso, temos que lutar”, afirma.
Investimento
No DF e em todo o Brasil, as mulheres são maioria no magistério público. O setor, entretanto, é um dos que recebe menos investimento dos governos estaduais.
No DF, durante o governo Ibaneis Rocha, o investimento em educação teve queda progressiva. Em 2019, o percentual da educação sobre o orçamento total era de 17,9%, e caiu para 14,4% em 2024. Em comparação com 2024, o orçamento destinado à educação em 2025 apresenta redução acentuada de rubricas para ações essenciais à qualidade do ensino público, tendo algumas delas atingido quase 100%.
Marcha de mulheres, no centro de Brasília, reuniu centenas de trabalhadoras. Várias delas eram professoras e orientadoras educacionais | Foto: Luzo Comunicação
Para a professora aposentada do DF e diretora da CNTE Rosilene Corrêa, o desinvestimento em educação “sinaliza a manutenção da desigualdade de gênero”.
“Se no magistério somos majoritariamente mulheres, quando não se investe na educação, desvaloriza-se um percentual importante de mulheres trabalhadoras. Por isso, quando lutamos pela valorização da educação, estamos também fazendo um movimento que coloca as mulheres em um outro patamar de igualdade com os homens”, explica.
A secretária de mulheres da Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), Thaísa Magalhães, que também é professora da rede pública do DF, afirma que o mesmo fenômeno acontece em outras categorias que são compostas majoritariamente por mulheres.
“Atividades ligadas ao cuidado, como a educação infantil, a enfermagem, o trabalho doméstico, em uma sociedade machista e capitalista, são vistas como ‘extensões naturais’ da mulher, não como profissão. É dessa forma que lucram com a exploração das mulheres trabalhadoras, como nós, professoras”, afirma.
Ela ainda afirma que não há qualquer espaço da sociedade em que não haja reprodução do machismo. “Por isso, nós da educação, que também sofremos com a violência, com a desvalorização, com a subalternização, temos que nos conscientizar da necessidade de combater o machismo. E essa é uma tarefa que, sim, tem que passar pela sala de aula.”
8M | Sinpro fortalece marcha unificada; concentração na Torre de TV
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Sinpro se junta às diversas entidades da sociedade civil que, unificadas, realizarão marcha no centro de Brasília para marcar o Dia Internacional de Luta das Mulheres no sábado, 8 de março. A concentração será às 13h, na Torre de TV. De lá, as mulheres marcharão até a Rodoviária do Plano Piloto.
“A ideia da manifestação é dar visibilidade a pautas como feminicídio, racismo, antifascismo, melhoria das políticas públicas para as mulheres, insegurança alimentar e defesa da democracia. E nós, professoras, observamos que uma educação antimachista e com letramento de gênero traz um novo horizonte tanto para os estudantes quanto para as estudantes”, explica a coordenadora da secretaria de mulheres do Sinpro, Mônica Caldeira.
A programação do 8 de março ainda reúne outras atividades culturais e formativas. “Vai ter uma programação especial, com rodas de conversa, falas de movimentos sociais, apresentações de mulheres do hip-hop e o show de Vera Verônika”, conta a diretora do Sinpro Regina Célia, também da secretaria de mulheres.
“É importante a participação de todas as mulheres do Distrito Federal nessa marcha unificada para dar visibilidade às nossas pautas. Sugerimos que as professoras estejam na marcha com a camiseta entregue no último seminário de mulheres do Sinpro”, avisa Silvana Fernandes, diretora do Sinpro que também faz parte da secretaria de mulheres.
Casos de CTs com problemas no contracheque serão solucionados até dia 14
Jornalista: Vanessa Galassi
Professores(as) em regime de contratação temporária com divergências na folha de pagamento de fevereiro terão correção no documento e receberão os valores devidos até 14 de março. Nesta folha estará incluída a correção dos valores do auxílio-alimentação. Essa é a primeira vez que o ajuste desse auxílio é realizado neste tipo de documento. As informações são da Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep/SEEDF), em reunião solicitada pelo Sinpro, nesta sexta-feira (7/3).
Comissão de Negociação do Sinpro em reunião com a Sugep
Segundo a Sugep, do total de CTs, 210 professores(as) ainda apresentam inconsistências no contracheque. Desses, 113 assumiram o cargo após o fechamento da folha e 97 foram atingidos por erro no sistema de pagamento. Para a correção dos dados, a Secretaria de Educação já solicitou à Secretaria de Economia a abertura de folha suplementar.
“Enquanto um professor ou uma professora CT estiver com qualquer tipo de divergência no contracheque, iremos atuar para solucionar o caso”, afirma a diretora do Sinpro Márcia Gilda.
Durante a reunião desta sexta (7/3), a Subsecretaria de Gestão de Pessoas ainda informou que há 52 professores(as) CTs com erro nos dados bancários informados. Eles e elas receberam o contracheque com os valores corretos, entretanto, devido às inconsistências nas informações da conta bancária, não tiveram o pagamento creditado. A maioria desses(as) professores(as) está nas regionais de Ceilândia e do Paranoá. Para terem a liberação dos valores, eles(as) deverão comparecer presencialmente à Unidade Regional de Gestão de Pessoas (Unigep).
A correção no contracheque dos CTs foi realizada após o Sinpro entrar em contato com a Sugep no dia 26 de fevereiro, logo após ser informado dos casos de divergência. No diálogo, a Subsecretaria informou que os números apresentados na prévia do contracheque estavam incorretos porque antes mesmo de a Secretaria de Educação atualizar os valores devidos aos(às) professores(as) CTs, a Secretaria de Economia havia liberado o documento para visualização.
Sinpro enfrenta ataques hacker e onda de fake news; dados da categoria estão protegidos
Jornalista: Leandro Gomes
Nos últimos dias, o site do Sinpro foi alvo de diversos ataques cibernéticos. Foram 176.427 investidas no período de uma semana: uma média de 25 mil por dia. Nenhum ataque foi bem-sucedido, graças ao sistema de segurança do Sinpro, que identifica e bloqueia a ação de hackers.
O Sinpro garantiu que os dados da categoria permanecessem em segurança, sem qualquer tipo de vazamento. O site do Sindicato não armazena informações pessoais e não possui qualquer ligação com o sistema de cadastro da entidade sindical.
Paralelamente às tentativas de invasão ao site, o Sinpro também enfrenta uma série fake news, com ataques sistemáticos aos(as) dirigentes sindicais do Sindicato e ao trabalho desenvolvido por eles(as).
“Os episódios simultâneos e cada vez mais frequentes são mais uma tentativa de deslegitimação do papel do sindicato enquanto instituição política e instrumento de organização da classe trabalhadora. A tentativa é de apagamento de mais de 40 anos de história do Sinpro. Mas não conseguirão. Manteremos nossa luta, independentemente de qualquer ataque”, afirma a diretora do Sindicato Márcia Gilda.
O Sinpro informa que está atento às tentativas de ações de hackers e vem tomando as devidas medidas para proteger a privacidade de toda a categoria.
Como forma de garantir e combater a onda de fake news, o Sinpro lançará, em breve, uma plataforma para checagem de fatos. O objetivo é enfrentar a máquina de desinformação, ampliando a transparência das ações desenvolvidas pelo Sindicato.
Professora lança livro sobre riscos no ambiente virtual no sábado (15)
Jornalista: Vanessa Galassi
A professora na Sala de Apoio à Aprendizagem da Escola Classe 01 de Sobradinho e integrante do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem de Sobradinho (SEAA), Quezia Aguiar, lança o livro “Que jogo é este? Perigos no ambiente virtual”, neste sábado (15/3). O lançamento será a partir das 17h, na Livraria Sebinho (SCLN 406, Asa Norte).
A obra mostra, de forma acessível e interativa, como funciona o processo de aliciamento virtual por abusadores, os riscos do uso excessivo das redes sociais para as relações familiares e a importância de denunciar situações de violência sexual no ambiente digital. Além disso, enfatiza como crianças e adolescentes podem superar o medo de ameaças e pedir ajuda a um adulto de confiança. Entretanto, “Que jogo é este? Perigos no ambiente virtual” também aborda possibilidades de aprendizado e de interação neste ambiente.
Psicóloga, escritora e professora, Quezia tem outras obras publicadas, como os livros “Educação Sexual Protetiva” e “Meu corpo não é brinquedo”.
Serviço
Lançamento do livro “Que jogo é este? Perigos no ambiente virtual” Data: 15 de março Horário: 17h Local: Livraria Sebinho – SCLN 406, Asa Norte, Brasília-DF Contato: Quezia Aguiar / (61) 981266591 / queziaaguiar.psicologia@gmail.com / @queziaaguiar.psi