Exposição traz trabalhos de artistas que fazem parte da história da arte brasileira
Jornalista: sindicato
Obras de Athos Bulcão, Roberto Burle Marx, Iberê Camargo, Carlos Vergara e outros artistas que fazem parte da história da arte brasileira ao longo dos últimos 60 anos serão levadas ao público pela exposição “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira”. O evento será inaugurado na terça-feira (4/2), na Caixa Cultural Brasília. A entrada é gratuita, com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h.
A mostra, com curadoria de Renata Azambuja e Emerson Dionísio, apresenta um recorte significativo da coleção privada dos colecionadores Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira, com esculturas, fotografias, instalações e gravuras, tendo a pintura como ponto forte.
Pesquisador de coleções privadas e institucionais, Emerson Dionísio, curador adjunto da mostra, diz que “a coleção ajuda a compreender os principais embates da pintura nas últimas cinco décadas, aqui no DF e no Brasil, os dilemas da figuração, a crise da representação, os diálogos com pintura urbana, os debates sociais, os caminhos percorridos pelas abstrações e arte conceitual”.
Segundo os curadores, a coleção é única pela sua diversidade, reunindo desde as primeiras gerações de artistas contemporâneos até novos talentos da cena artística brasileira, com ênfase na produção de Brasília e do Centro-Oeste.
A mostra “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira” fica aberta para visitação até 13 de abril.
O ano legislativo da Câmara distrital, que se inicia no próximo dia 1º de fevereiro, traz uma série de desafios às pautas da educação. Além dos projetos que tramitam na Casa, houve alterações na composição da Mesa Diretora e de Comissões, o que pode impactar nas pautas da categoria do magistério público.
Há cerca de 70 projetos de Lei em tramitação relacionados à educação. Alguns dialogam com a luta dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outros estão na contramão de uma educação pública de qualidade socialmente referenciada.
O Sinpro está em constante atuação na CLDF
O PL 1177, do deputado Gabriel Magno (PT), é um dos projetos que repercutem positivamente para a categoria do magistério público. Em análise na Comissão de Assuntos Sociais, o PL garante o livre exercício da profissão de professor de Educação física. A proposta é uma das respostas da mobilização do Sinpro e diversas outras entidades para evitar que o Conselho Regional de Educação Física (CREF) exija o registro de professores de educação física como condição para lecionar.
Também de autoria de Gabriel Magno, o PL 1251 define as condições mínimas de infraestrutura para escolas públicas, e é uma das ações contra a superlotação das escolas públicas do DF, que vem se agravando ano após ano em meio à negligência do governo Ibaneis.
Já na contramão de uma educação que incentiva o pensamento crítico e a paz, há projetos que preveem posto permanente de segurança armada nas escolas, como o da Política distrital de Segurança nas Escolas, além daqueles que são contra a liberdade religiosa e a liberdade de cátedra.
Cargos e consequências
A Mesa Diretora da CLDF recebe três nomes novos: Paula Belmonte (Cid) assume o recém-criado cargo da segunda vice-presidência da Casa; Robério Negreiros (PSD) estará à frente da quarta Secretaria. Ambos têm posicionamento polêmico com relação ao funcionalismo público distrital.
A presidência e a primeira vice-presidência da Mesa Diretora permanecem inalteradas, sob os respectivos comandos de Wellington Luiz (MDB) e Ricardo Vale (PT).
Algumas Comissões Permanentes da CLDF, que têm competências fundamentais no debate e na aprovação de projetos que afetam o cotidiano da educação e da qualidade do ensino no DF, também tiveram mudanças.
Deputado distrital Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação e Cultura (CEC) Foto: Carlos Gandra/CLDF
A principal delas para o magistério público, a Comissão de Educação e Cultura permanece sem alteração, sob o comando de Gabriel Magno (PT), professor da rede pública, dirigente sindical e ativista na defesa da educação pública de qualidade.
Outras comissões tiveram alterações em suas presidências. É o caso da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que discute temas que afetam diretamente servidores(as) públicos, como direitos trabalhistas, condições de trabalho e previdência – muitos deles, temas da pauta do magistério público. A CAS passa ao comando de Rogério Morro da Cruz (PRD). O parlamentar está alinhado à base governista.
Foram criadas duas novas Comissões na CLDF, que também podem apresentar algum impacto para questões educacionais. A Comissão de Saúde (CS) pode influenciar debates sobre a saúde de professores(as) e estudantes, especialmente em temas relacionados à infraestrutura escolar e condições sanitárias. Essa nova comissão estará a cargo de Dayse Amarílio (PSB), que até o ano passado comandava a CAS. Em algumas pautas, a deputada (que também é professora e pedagoga) acompanhou a defesa dos direitos dos(as) professores(as).
Outra comissão criada e que terá início no ano legislativo de 2025 é a Comissão dos direitos das Mulheres, a cargo da deputada Doutora Jane (MDB).
“Num cenário de uma Câmara pouco afeita às pautas da classe trabalhadora, buscamos estabelecer diálogo direto com cada um dos parlamentares que compõem a Casa Legislativa. Na Comissão de Educação, conseguimos empunhar nossas causas sempre, mas nem sempre é possível obter, em plenário, a maioria favorável à nossa pauta”, explica a diretora do Sinpro Márcia Gilda.
Segundo ela, “a mobilização da categoria é imprescindível”. “Só com a mobilização da categoria conseguimos pautar a valorização da carreira magistério e de melhores condições de trabalho”, alerta.
O Sinpro informa, com imenso pesar, o falecimento do professor aposentado Ediberto Queijada de Souza, nesse sábado (25/1), aos 66 anos. Segundo informações da família, o professor faleceu de morte súbita. Ele faria 67 anos no dia 5 de fevereiro. O velório foi realizado no último dia 27.
Professor de educação artística da rede pública de ensino do Distrito Federal, Ediberto Souza aposentou em 2017, após lecionar em várias escolas da Secretaria de Estado de Educação, como a Escola Parque 307/8 Sul, Polivalente, Escola Normal da Ceilândia, além de ter sido diretor do CEM 03 de Taguatinga Sul (Centrão).
O professor deixa uma filha e um filho, ambos adultos. O Sinpro lamenta e se solidariza com a família, amigos(as) e colegas.
Diretoras do Sinpro e da CNTE debatem desafios da educação pública, na TV Fórum
Jornalista: Vanessa Galassi
A diretora do Sinpro Luciana Custódio e a diretora da CNTE Rosilene Corrêa participarão do Fórum Sindical, realizado pela TV Fórum, nesta quarta-feira (29/1). No programa, elas debaterão os desafios da educação pública para 2025. O programa vai ao ar às 20h15, no canal da TV Fórum no Youtube (@forumrevista). Retransmissão no canal do Sinpro no Youtube e na página do Facebook.
Apresentado por Maria Frô, o Fórum Sindical desta quarta também traz o presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Fábio Moraes. Nesta edição, além dos desafios para 2025, também será feito um balanço dos principais enfrentamentos e conquistas de 2024.
Entre os temas, estão o Novo Ensino Médio, plataformização e privatização da educação, defesa da liberdade de cátedra, enfrentamento à violência da extrema direita, militarização das escolas, homescholling, entre outros temas.
Sinpro soma forças pela aprovação de PDL que suspende alterações no pagamento do 13º
Jornalista: Vanessa Galassi
A Câmara Legislativa do DF retoma suas atividades no dia 2 de fevereiro com a tarefa de avaliar o Projeto de Decreto Legislativo que anula as alterações no pagamento do 13º dos(as) servidores(as) públicos. Propositores do PDL, os deputados Chico Vigilante, Gabriel Magno e Ricardo Vale, da bancada do PT, atuam para que o projeto seja apreciado diretamente pelo Plenário da Casa.
Segundo o texto do PDL, a Instrução Normativa que parcela o pagamento do 13º salário dos servidores é ilegal, fere o Regime Jurídico Único dos Servidores e apresenta “vícios que maculam alguns de seus dispositivos”.
“A data de pagamento (do 13º salário), em casos excepcionais, até pode ser alterada por ato do Governador do Distrito Federal, mas não por ato de Secretário de Estado, pois esse não representa o Poder Executivo. No entanto, para alterar a data de pagamento, é preciso criar um regime de transição”, destaca o texto do projeto.
O PDL ainda argumenta que o pagamento do 13º no mês de aniversário do(a) servidor(a), prática adotada há 20 anos, é “um direito que já está integralmente incorporado ao patrimônio jurídico dos servidores efetivos, razão por que não pode haver modificação, a não por lei, que também deverá ter um prazo de transição para ser bem inserida no ordenamento jurídico”.
CLDF retoma as atividades legislativas no dia 2 de fevereiro
Para o deputado Chico Vigilante, a Instrução Normativa é “economia de palito em festa com caviar”. “A arrecadação do GDF apresenta ótimos número. Essa medida é totalmente desnecessária, afronta aos direitos dos servidores e não tem qualquer respaldo legal. Estamos mobilizados e acreditamos que esse PDL será aprovado”, afirma o parlamentar.
A mudança no pagamento do 13º salário caiu como uma bomba para a categoria do magistério público. Submetidos(as) à política de desvalorização salarial imposta pelo atual governo local, professores(as) e orientadores(as) educacionais trazem ao Sinpro inúmeros relatos de problemas financeiros graves.
“Essa política de desinvestimento na educação, associada à política de juros estratosféricos do BRB, impõe à nossa categoria uma situação de superendividamento. Com a decisão unilateral do GDF de parcelar o 13º dos servidores, aqueles e aquelas que haviam se organizado financeiramente, voltam a entrar no desespero. Mais que ilegal, essa Instrução Normativa é desumana”, afirma a diretora do Sinpro Márcia Gilda.
Segundo ela, o Sinpro vai somar esforços para a aprovação do PDL que anula as alterações no pagamento do 13º. “Esse projeto é necessário. Parlamentares que não estiverem de acordo com o PDL, indicarão que não têm compromisso com a categoria do magistério e com o conjunto do funcionalismo”, afirma a dirigente sindical.
De acordo com a Instrução Normativa nº 1, de 26 de dezembro de 2024, o pagamento do 13º salário, realizado integralmente no mês de aniversário dos servidores, passa a ser pago em duas parcelas: 60% no mês do aniversário e 40% até dia 20 de dezembro, com os descontos tributários e previdenciários.
Faça pressão: Ibaneis, tire a mão do meu 13º! O Sinpro mobiliza a categoria do magistério público do DF a acionar os deputados e as deputadas da Câmara Legislativa através da plataforma online Educação Faz Pressão, na busca de apoio para reverter as mudanças no pagamento do 13º, encaminhadas pelo governador Ibaneis Rocha.
Utilizar a plataforma Educação Faz Pressão é simples. Basta clicar na campanha “Ibaneis, tire a mão do meu 13º” e, em seguida, definir por qual rede social deseja fazer o contato com o parlamentar: WhatsApp, Instagram ou e-mail. Acesse a plataforma pelo botão abaixo:
Luta do Sinpro pelo pagamento dos retroativos avança com decisão favorável do STF
Jornalista: Vanessa Galassi
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin quanto à constitucionalidade do Plano de Carreira do Magistério Público do DF indica que o pagamento do retroativo da sexta parcela do reajuste salarial de 2013 está cada vez mais perto. Não cabe mais recurso à ação, que foi acompanhada pelo Sinpro desde que chegou ao STF.
“Realizamos uma série de diálogos (sobre o pagamento do retroativo) no Supremo, assim como também estamos fazendo no Judiciário local. Esse valor é um direito nosso, e não vamos abrir mão disso. Vamos continuar acompanhado o processo aqui no DF, onde o TJDFT (Tribunal de Justiça) julgará o mérito da ação que pauta o pagamento do que nos é devido”, afirma o diretor do Sinpro Cleber Soares. Ele lembra que o retroativo é consequência do “calote que a categoria levou”. “A sexta parcela do reajuste de 2013 deveria ter sido paga em setembro de 2015, mas só foi quitado em 2022, como resultado da luta organizada pelo Sinpro.”
A decisão de Zanin, já transitada em julgado (sem direito à recurso), deve interferir diretamente na ação rescisória do GDF que pede a suspensão dos processos judiciais referentes à quitação dos retroativos.
A desembargadora Vera Lúcia Andrighi é relatora dessa ação rescisória do GDF. No ano passado, ela chegou a conceder liminar ao governo local, suspendendo o pagamento dos retroativos à categoria do magistério público. Entretanto, para o Sinpro, agora não há mais espaço para questionamentos do GDF.
O mérito da ação rescisória do GDF deve ser julgado pelo conjunto dos desembargadores do TJDFT ainda neste primeiro semestre. Desde o ano passado, o Sinpro está em constante diálogo com o Judiciário local para colocar o tema em pauta e garantir o valor devido aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais.
TV Sinpro apresenta Sarau Cultural Obras do PAS, do CEM 02 de Ceilândia
Jornalista: sindicato
O TV Sinpro desta quarta-feira (29) apresenta a 13ª edição do Sarau Cultural do Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia. O programa vai ao ar às 19h, pela TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e pelas redes sociais do Sinpro (Facebook e Youtube).
A 13ª edição do Sarau Cultural do CEM 02 de Ceilândia teve a participação das 14 turmas do 3º Ano, cerca de 500 estudantes, e o envolvimento de todas as disciplinas e áreas de conhecimento.
Esvaldo Dantas, professor de língua portuguesa da escola há 4 anos, conta que a pegada pedagógica do sarau cultural é centrada nas obras do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB).
“Ao transformar os textos literários em apresentações artísticas, os estudantes aprofundaram sua compreensão sobre as obras, desenvolvendo habilidades cruciais para o sucesso no vestibular. A atividade proporcionou uma imersão completa no universo das obras, facilitando a memorização de personagens, enredos e temas relevantes para a prova”, disse.
Ele afirma também que a apresentação em público fortaleceu a confiança e a capacidade de comunicação, habilidades essenciais para a realização de uma boa prova.
O Sarau Cultural do CEM 02 de Ceilândia contou com a participação de jurados(as). Entre elas e eles, a diretora do Sinpro Márcia Gilda; a vencedora do o Prêmio ‘Mulheres Inspiradoras’ Gina Vieira Ponte; e o músico e compositor Marcelo Café, vencedor de diversos prêmios no Distrito Federal.
O Sinpro mobiliza a categoria do magistério público do DF a acionar os deputados e as deputadas da Câmara Legislativa através da plataforma onlineEducação Faz Pressão, na busca de apoio para reverter as mudanças no pagamento do 13º, encaminhadas pelo governador Ibaneis Rocha.
No apagar das luzes de 2024, e como de praxe de forma unilateral, Ibaneis Rocha definiu que o pagamento do 13º salário, realizado integralmente no mês de aniversário dos servidores, mudará. O valor será pago em duas parcelas: 60% no mês do aniversário, e os outros 40%, até o dia 20 de dezembro, com os descontos tributários e previdenciários.
A iniciativa do governador, tomada por meio de Instrução Normativa publicada no Diário Oficial do DF de 30 de dezembro de 2024, impacta diretamente na vida dos(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e do conjunto do funcionalismo público.
Utilizar a plataforma Educação Faz Pressão é simples. Basta clicar na campanha “Ibaneis, tire a mão do meu 13º” e, em seguida, definir por qual rede social deseja fazer o contato com o parlamentar: WhatsApp, Instagram ou e-mail. Acesse a plataforma pelo botão abaixo:
Qualquer pessoa poderá, com poucos cliques, cobrar o compromisso dos deputados e deputadas distritais com a defesa dos direitos da categoria.
Texto sugerido para as mensagens:
Sou profissional do Magistério público do DF e preciso do seu apoio para reverter as mudanças no pagamento do nosso 13º, encaminhadas pelo governador Ibaneis, sem discussão com ninguém. Ajude-nos! Essa mudança feita de forma arbitrária vai nos endividar ainda mais junto ao BRB e desorganizar a vida de muitos em nossa categoria!
Lançamento: Cine Sinpro Com Você, Por Você para aposentados, com “Ainda Estou Aqui”
Jornalista: sindicato
Em comemoração ao Dia das Aposentadas e dos Aposentados, celebrado em 24 de janeiro, o Cine Sinpro inaugura o “Cine Sinpro Com Você, Por Você – Aposentada e Aposentado”. A primeira edição será nesta quarta-feira (29), às 10h, com o longa “Ainda Estou Aqui”, indicado em três categorias ao Oscar 2025. A exibição será no Cine Cultura do Liberty Mall. Com vagas limitadas, a atividade é gratuita e exclusiva para filiados(as).
“Nossas lutas precisam ser realizadas para a valorização da carreira, da vida econômica e financeira dos aposentados e das aposentadas, mas também em defesa de uma vida saudável. A arte e a cultura são fundamentais neste processo: estimula habilidades cognitivas, traz interação social e promove uma série de outros benefícios. Por isso, apresentamos ‘Ainda Estou Aqui’ e sua trama fantástica”, afirma a coordenadora da Secretaria de Assuntos para os Aposentados do Sinpro, Elineide Rodrigues.
“Ainda Estou Aqui”
Baseado na obra literária homônima de Marcelo Rubens Paiva, filho do deputado Rubens Paiva, “Ainda Estou Aqui” conta a história de Eunice Paiva, mãe de Marcelo. A obra mostra uma mulher corajosa que, por 40 anos, lutou, incansavelmente, para descobrir a verdade sobre o desaparecimento e morte de seu marido, Rubens Paiva, durante a ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985).
Com Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, Selton Melo e direção do cineasta Walter Salles, a obra marcou para sempre uma nova fase no cinema brasileiro: Fernanda Torres venceu, em 5 de janeiro, o prêmio de melhor atriz de drama no Globo de Ouro 2025. É a primeira artista brasileira a receber o troféu.
Nessa quinta-feira (23/1), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou que Ainda Estou Aqui foi indicado em três categorias ao Oscar 2025: melhor filme, melhor filme internacional e melhor atriz.
CEF 03 de Taguatinga conquista 4 medalhas de ouro na Olimpíada Nacional de Eficiência Energética
Jornalista: sindicato
As medalhas conquistadas pelos(as) estudantes do Centro de Ensino Fundamental 03 de Taguatinga (CEF 03 de Taguatinga) na Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2024 marcaram a trajetória da escola e da educação pública do Distrito Federal. Entre os 263 mil estudantes participantes da olimpíada, quatro são do CEF 03: todos e todas medalha de ouro.
Laila Lacerda Vidal, Tales Lacerda Vidal e Melissa Lacerda Vidal, os três do 9º ano, e Vicente Damasceno Soares de Freitas, 8º ano, são os medalhistas. Além de levar ouro, Vicente Freitas foi o melhor da capital do país e representou o Distrito Federal na premiação. A cerimônia de entrega das medalhas foi realizada em novembro do ano passado, com a participação de estudantes das 26 unidades federativas.
Representante do CEF 03 de Taguatinga na premiação, a professora de Ciências Naturais Dilma Moura dos Santos conta que a olimpíada foi realizada em duas etapas: de 7 a 12 de outubro de 2024, etapa on-line sobre os desafios de gamificação, com questões sobre o tema da eficiência energética. A segunda etapa, nos dias 26 e 27 novembro, foi realizada na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e abordou os “Desafios de Gamificação”.
“No dia 12 de dezembro, a festa foi no CEF 03 de Taguatinga Sul pela premiação dos estudantes do Distrito Federal”, lembra a professora Dilma Moura dos Santos, que participou da premiação junto com a professora Raquel do 8º ano da unidade escolar.
Promovida pela Aneel, a ONEE é considerada a principal olimpíada do conhecimento relacionada ao setor elétrico e tem como objetivo engajar estudantes em atividades que promovam a eficiência energética e a sustentabilidade. Além disso, pretende incentivar a educação sobre o consumo eficiente de energia elétrica.
Os medalhistas estão automaticamente classificados para a segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) de 2025, sem a necessidade de participar da primeira fase.