TV Sinpro anuncia Encontro sobre Ensino de Língua Portuguesa
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O TV Sinpro desta semana, que vai ao ar na próxima quarta-feira (13/11) na TV comunitária e nas redes do Sinpro, convida professores e professoras de Língua Portuguesa da educação básica a participarem do 5 Encontro Nacional sobre o Ensino de Língua Portuguesa, o Enelp. O evento ocorre nos dias 13 e 14 de dezembro, em formato presencial, na Universidade de Brasília.
Para falarem sobre o Enelp e sobre as atrações do Evento, participam do TV Sinpro as responsáveis pelo Encontro, as professoras Eloisa Pilati e Ana Carolina de Castro.
“Este encontro pretende fortalecer a articulação entre a Universidade e a prática da sala de aula, promovendo diálogos e divulgação científica, a fim construir e popularizar novas perspectivas para o ensino de língua portuguesa na educação básica.”, diz a professora Ana Carolina.
“A UnB, o Grupo Novas perspectivas para a língua portuguesa na sala de aula e a docentes da Seedf têm desenvolvido inúmeras metodologias e tecnologias com impactos importantes no processo de ensino e aprendizagem de línguas. Esse encontro irá reunir membros do grupo de pesquisa de várias universidades, fazer um balanço das inovações e descobertas feitas até o momento, promover o diálogo com a comunidade e pensar novas etapas para a agenda pesquisa em nível nacional e internacional”, diz a professora Eloisa Pilati.
O TV Sinpro começa às 19h na TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e nas redes sociais do sindicato (facebook e youtube).
Sinpro articula garantia de emendas da educação ao PLOA 2025
Jornalista: Vanessa Galassi
Em reunião com o presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa, deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil), a Comissão de Negociação do Sinpro reforçou a importância das emendas para a educação no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2025. No encontro, realizado nesta segunda-feira (11/11), o parlamentar se mostrou receptivo às demandas e fez o compromisso de discuti-las tanto no Legislativo como no Executivo.
As emendas foram elaboradas pelo Sinpro e serão apresentadas pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC), presidida pelo deputado Gabriel Magno (PT), que também participou da reunião com Pedrosa. Elas sintetizam as discussões do Sindicato junto ao governo ao longo dos anos para aprimorar a Carreira do Magistério Público. De forma geral, as emendas abordam a reestruturação da Carreira, a ampliação de recursos para o Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) e o reajuste do auxílio alimentação.
Durante a reunião, os dirigentes do Sinpro ressaltaram que, em 2022, a própria Secretaria de Educação do DF enviou à Secretaria de Orçamento proposta de reestruturação da Carreira do Magistério. O texto foi construído a partir de debate em grupo de trabalho específico, envolvendo governo e Sindicato. A proposta, entretanto, está parada. Nela, estão contidos os reajustes necessários para progressão vertical e horizontal, além da redução dos padrões da tabela salarial.
A Comissão de Negociação do Sinpro ainda aproveitou o encontro para solicitar ao parlamentar, da base do governo Ibaneis Rocha, que dialogue com o Poder Executivo sobre a urgência de dar celeridade ao cumprimento dos pontos do Acordo de Greve 2023 que ainda não foram contemplados. O Sinpro avalia que as negociações da Mesa Permanente de Negociação devem ser conclusivas, e que os projetos de lei necessários para dar andamento aos pontos em aberto sejam apresentados à Câmara Legislativa o mais rápido possível.
A Comissão de Negociação do Sinpro afirma que continuará atuando junto à Câmara Legislativa para que o Orçamento de 2025 garanta recursos à educação pública. O grupo lembra que isso é essencial para o avanço da Campanha Salarial deste ano, que reivindica reajuste de 19,8%, rumo à meta 17 do Plano Distrital de Educação.
Aposentadoria especial | Sinpro convoca categoria para ação na CCJ, nesta terça (12)
Jornalista: Vanessa Galassi
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que garante aos(às) orientadores(as) educacionais direito à aposentadoria especial entrou na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A reunião da Comissão será nesta terça-feira (12/11), no Anexo II, Plenário 1, às 14h30. O Sinpro convoca toda a categoria para acompanhar a votação. A concentração será às 13h30, em frente ao Anexo II da Casa legislativa.
“Depois de 18 anos em tramitação na CCJ, demos mais um passo importante pela admissibilidade da tão sonhada aposentadoria especial das orientadoras e dos orientadores educacionais. É importantíssimo que todas e todos participem da votação na Comissão, para que todos os parlamentares vejam que estamos firmes na luta”, avalia o diretor do Sinpro Luciano Matos.
Para Chicão Alves, que também compõe a direção do Sinpro, “todas as conquistas dependem da luta da categoria”. “Nós sabemos que todos os nossos direitos são fruto da nossa luta. Esse é um momento muito importante das nossas vidas, e é imprescindível que estejamos unidos e mobilizados.”
A deputada Érika Kokay (PT-DF) é relatora da PEC que trata da aposentadoria especial para orientadores(as) educacionais (PEC 573/2006), e já apresentou parecer favorável ao pleito dos(as) trabalhadores. Ela é uma das peças-chave na articulação com os demais membros da CCJ para que a proposta seja admitida. “Vencemos todas as resistências e conseguimos aprovar a admissibilidade da PEC 573”, afirma.
Após aprovação na CCJ, a PEC 573/2006 seguirá para uma comissão especial. Com o aval do grupo, a proposta seguirá para votação no Plenário da Câmara, em dois turnos. Só então ela poderá, se aprovada, ir para o Senado.
Como fica
Com a garantia da aposentadoria especial, orientadores(as) educacionais terão redução em cinco anos dos requisitos de idade e de tempo de contribuição necessários à aposentadoria voluntária.
Com isso, orientadoras educacionais poderão se aposentar com 50 anos de idade e 25 de contribuição. Já orientadores deverão ter idade mínima de 55 anos, além de 30 anos de contribuição. A alteração equipara a aposentadoria de professores(as) e orientadores(as) educacionais.
De acordo com a regra atual, a idade mínima exigida para a orientadora educacional se aposentar é 55 anos, além de 30 anos de contribuição previdenciária. Já o orientador deve ter no mínimo de 60 anos de idade e 35 anos de contribuição previdenciária.
Premiação do 2º Festival de Curtas será dia 13, no Cine Brasília
Jornalista: Vanessa Galassi
O Sinpro realizará na próxima quarta-feira (13/11) a cerimônia de premiação do 2º Festival de Curtas – Adélia Sampaio. A atividade será às 14h, no Cine Brasília.
“Realizaremos uma sessão histórica, com a exibição dos curtas selecionados e, em seguida, a premiação dos grandes vencedores. Esse será um momento que fará parte da história do Sinpro. Isso porque nosso sindicato acredita que a arte, sobretudo quando aliada à educação, é ferramenta poderosa de transformação social, pois gera reflexão, criticidade”, afirma o diretor do Sinpro Raimundo Kamir.
A Comissão Julgadora do festival selecionou 25 filmes, entre as categorias Educação Infantil; Ensino Fundamental; Ensino Médio e Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional. Será premiado apenas um curta de cada uma dessas categorias. Também receberá prêmio o curta mais votado pelo júri popular.
A segunda edição do Festival de Curtas do Sinpro escolheu como tema “Escola é Lugar de Ser Feliz”. O objetivo é incentivar estudantes e toda a comunidade escolar a refletirem sobre os fatores geradores de violência dentro das escolas, além de analisar a quem se pode atribuir a responsabilidade desse fenômeno e as ações necessárias para garantir um ambiente escolar pavimentado na cultura de paz.
O Festival de Curtas do Sinpro é exclusivo para estudantes da rede pública de ensino do DF.
Veja lista dos 25 filmes selecionados pelo júri popular
>> Educação Infantil
O Bruxinho que Atrasava o Conhecimento Escola Classe 12 do Gama ACESSE AQUI
Escola é Lugar de Ser Feliz Escola Classe 06 de Taguatinga ACESSE AQUI
A Turma Feliz
Escola Classe 12 do Gama ACESSE AQUI
Reflexões de um Diário: O Impacto do Bullying
Escola Classe 65 de Ceilândia ACESSE AQUI
Entramos na Trend
Escola Classe 416 Sul ACESSE AQUI
O Sorrir Faz Parte da Nossa Escola
Centro de Ensino Especial 02 de Brasília ACESSE AQUI
16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes – acontece no IFB Riacho Fundo
Jornalista: Maria Carla
O Instituto Federal Brasília (IFB) Campus Riacho Fundo recebe a 16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes, que começa nesta segunda-feira (11/11) e prossegue até sexta-feira (15). Com mostra competitiva, voto popular, oficinas de cinema e 53 curtas-metragens inéditos de 30 países, incluindo produções brasileiras realizadas entre 2023 e 2024, as sessões acontecem de segunda a sexta, a partir das 10h, no Auditório do IFB Riacho Fundo, com entrada gratuita, filmes para os públicos adulto, jovem e infantil.
Tanto a programação de filmes como a classificação indicativa das sessões deve ser consultada na página do festival www.lobofest.com.br ou nas redes sociais @lobofestbsb. Como parte da programação do Festival acontecem oficinas gratuitas de produção de documentário e roteiro de filmes silenciosos com vagas limitadas. Este projeto é realizado pela Tabata Filmes com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O IFB Campus Riacho Fundo fica na Av. Cedro, AE 15, QS 16 – Riacho Fundo I, ao lado do Centro Olímpico.
As sessões foram batizadas com os títulos de algumas músicas dos álbuns. A mostra está organizada em sessões de aproximadamente uma hora de duração, com filmes agrupados por temática, linguagem e faixa etária do público. Nesta edição, o festival homenageia os álbuns Clube da Esquina (1970) e Clube da Esquina 2 (1972). “É uma oportunidade única de ver alguns dos filmes que mais impactaram os festivais internacionais e que agora estarão no IFB do Riacho Fundo”, afirma Ulisses de Freitas, que junto com Bruno Carmelo e Josiane Osorio, assina a curadoria do Lobo Fest.
São destaques desta edição do Lobo Fest as produções de cineastas de países que estão começando a se destacar no cenário internacional como o costarriquenho “Solo la Luna Comprenderá”, de Kim Torres, e o palestino “An Orange From Jaffa”, de Mohammed Almughanni. Há também produções de países com tradição como “Preparar vela” Jo-Ti Lee, de Taiwan, China, “Reviravolta”, de Mahin Sadri, Irã, e “Juro por tudo de mais sagrado”, de Sam Manacsa, Filipinas. Entre os brasileiros, o destaque fica para “Amarela”, de André Hayato Saito, e “Minha mãe é uma vaca”, de Moara Passoni, “Júpiter”, de Carlos Segundo, “Pássaro Memória”, de Leonardo Martinelli, e “O Terno da Cigarra”, do brasiliense David Alves Mattos (2023).
Link para o trailer do curta brasiliense “O terno da Cigarra”, de David Alves Motta
Premiação
Os filmes brasileiros apresentados nas etapas do Cine Brasília e do IFB Campus Riacho Fundo participam da mostra competitiva, que terá premiação pela escolha da audiência e do júri especializado formado por Fábio Krispin, Mônica Gaspar e Tiago Aragão. O mais votado em cada categoria receberá um prêmio no valor de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) cada, e o melhor filme nacional escolhido pelo júri receberá também um prêmio da DOT Cine para a pós-produção de um filme de curta-metragem.
Quem é quem no júri da mostra competitiva
Fábio Krispin é mestre em Teoria Literária pela Universidade de Brasília e licenciado em Letras (UnB) e História (UPIS). Atuou como professor em diversas instituições de Ensino Superior como Universidade Estadual de Goiás (Letras) e IESB (Publicidade e Jornalismo). Foi coordenador do curso de Produção Audiovisual na Faculdade UNICESP. Atuou também como tradutor de filmes e lançador de legendas eletrônicas em diversos festivais de cinema como a Mostra Internacional de Filmes de São Paulo, o Festival Internacional do Rio e diversos outros festivais e mostras independentes. Atualmente atua como produtor musical com ênfase na composição de trilhas sonoras.
Mônica Gaspar é doutoranda em Literatura e outras artes (UnB – 2023) e mestra em Artes Cênicas (UnB-2020). É atriz, escritora e diretora teatral com foco em teatro e acessibilidade, além de questões ligadas ao universo feminino e feminista. Livros publicados com outros autores: “Poeira e Batom 50 mulheres no Planalto Central” (2010), “Diversos dias” (2016) e “Projeto Pés – teatro-dança com pessoas com deficiência” (2024). Dirigiu os espetáculos acessíveis: “Diversos dias” (2013), “O improvável amor de Luh Malagueta e MC Limonada” (2016-2019), “Somos como somos e não cromossomos” (2021) e “Conversa de Drags” (2023 e 2024).
Tiago de Aragão dirigiu os curtas-metragens “Da Maior Importância” (2011), “Curió” (2014), “Entre Parentes”(2018) e “Luta Pela Terra” (2022). Seus últimos filmes circularam por festivais nacionais e internacionais. Em 2023, estreou o seu primeiro longa-metragem, “A Câmara”, no Festival Doclisboa. No momento, dirige o longa-metragem “Missão Pankararu”, em codireção com Camilla Shinoda
Oficinas gratuitas
Como parte da programação da 16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes, acontecem duas oficinas gratuitas para pessoas com mais de 16 anos.
De 11 a 13 de novembro, acontece a oficina “Produção de documentário”, com o cineasta, diretor e produtor executivo Rodrigo Campos. Publicitário com mais de 15 anos de atuação, tem Formação em Cine/TV pelo CAV – Centro de Audiovisual São Bernardo do Campo, SP.; pós-graduação em Criação Visual e Multimídia, pela Universidade São Judas, SP e há 13 anos dedica-se à produção de projetos audiovisuais, trabalhando em dezenas de obras cinematográficas.
Podem se inscrever na oficina adultos e jovens a partir de 16 anos. “Produção de documentário” tem como objetivo introduzir o aluno na realização de filmes documentários experimentais, respeitando as etapas de pré-produção, produção e pós-produção. Explorar as linguagens audiovisuais e compreender as especificidades de cada função para a realização de uma obra audiovisual. É uma boa oportunidade para aprender um pouco mais sobre vídeo e cinema, sobre como realizar uma produção audiovisual e, mais do que isso, uma experiência de novas perspectivas e olhares sobre temas relevantes. As pessoas interessadas devem se inscrever pelo formulário eletrônico https://www.lobofest.com.br/oficinas
Nos dias 13 e 14 de novembro, acontece a oficina “Roteiro de cinema para filmes silenciosos”, com Ciro Inácio Marcondes, professor, crítico e pesquisador nas áreas de Histórias em Quadrinhos e Cinema. Leciona no curso de Comunicação e no Mestrado Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa da Universidade Católica de Brasília. Podem se inscrever na oficina pessoas com mais de 18 anos.
A partir da experiência com o curta-metragem turco Kabuk (Concha), a oficina propõe um exercício com a linguagem de cinemas silenciosos, partindo de seus sentidos, propostas de linguagem e construções fílmicas. Será discutido como elaborar emoções, histórias e personagens sem a circunstância dos diálogos, além da exposição de um breve histórico da linguagem silenciosa no cinema. A ideia é entender o silêncio como linguagem, e pensar outros tipos de funções sonoras que não sejam falas. Depois disso, a turma vai se juntar em grupos a partir de temas pré-definidos para elaborar um argumento e possível escaleta para um curta-metragem silencioso. Os alunos deverão levar caderno e caneta, ou se possível, laptop ou tablet. As pessoas interessadas devem se inscrever pelo formulário eletrônico https://www.lobofest.com.br/oficinas
Sobre os curadores
Bruno Carmelo é crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema e Le Monde Diplomatique Brasil. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
Josiane Osorio é cineasta, presidente do Fórum Nacional dos Festivais, curadora e programadora de mostras e festivais e comissária do audiovisual na CNIC biênio 2023/2025.
Rodrigo Campos é cineasta, diretor e produtor executivo. Publicitário com mais de 15 anos de atuação. Formação em Cine / TV pelo CAV – Centro de Audiovisual São Bernardo do Campo, SP. Pós-graduado em Criação Visual e Multimídia, pela Universidade São Judas, SP. Há 13 anos dedica-se à produção de projetos audiovisuais, trabalhando em dezenas de obras cinematográficas. Diretor dos filmes “Amabile” (2020), “Nunca Estarei Lá” (2022), “Chaer: Pirata Contemporâneo” (2024). Participou da produção das Séries documentais como “Histórias secretas do pop brasileiro” (2019), do diretor André Barcinski, e “Sullivan & Massadas: retratos e canções “(2024), coproduzida pelo Globoplay e dirigida por André Barcinski e Pedro Bial.
Há mais de 20 anos, Ulisses de Freitas desenvolve atividades voltadas à crítica, difusão e divulgação do audiovisual. Participou como curador e jurado em mostras e compõe a comissão de seleção dos festivais Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes e FIC Fantástico – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília. É responsável, também, por seleções de filmes infanto-juvenis e para crianças do espectro autista. Já integrou a comissão de seleção da Mostra Brasília do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Participa frequentemente como mediador de debates e palestras como as do BIFF – Brazilian International Film Festival, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Mostra Francis Ford Copola, Mostra do Novo Cinema Indiano, Mostra do Novo Cinema Dominicano e da programação do Cinefórum, promovido pelo Instituto Cervantes. Ministrou, também, a disciplina História do Cinema Brasileiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro) e integrou a equipe de professores do curso História do Cinema Mundial. Proferiu palestras sobre análise de filmes para professores e estudantes da rede pública do DF, bem como do curso de audiovisual do Instituto Federal de Brasília. Foi programador do Cine Bangüê, da Fundação Espaço Cultural da Paraíba entre 1992 a 1995.
Sobre a Tábata Filmes
Projetos itinerantes, inclusivos e focados em temas importantes para nós e para a sociedade fazem parte do histórico da Tábata Filmes. Trouxemos para o DF um cinema de fora do circuito comercial, que encanta por sua diversidade e representatividade: tudo isso para lutar por culturas que todos possam conhecer e com as quais possamos nos identificar. Assim nos aproximamos uns dos outros e do mundo que nos cerca. Em 2014, a Tábata Filmes realizou a sétima edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, com uma circulação de aproximadamente 3 mil pessoas durante os três dias de evento e uma mostra competitiva que reuniu cerca de 90 filmes (45 nacionais). Desde então, realiza inúmeros festivais e atividades formativas para ampliar o interesse do público pelo cinema e a cadeia produtiva do cinema.
Sobre o Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes
Nascido em Brasília, o Lobo Fest– Festival Internacional de Filmes comemora sua 16ª edição este ano, e é considerado o primeiro festival internacional de Brasília dedicado aos filmes de curtas-metragens. O Lobo Fest tem apresentado um rico panorama mundial de curtas do cinema do presente. A mascote do festival é o lobo-guará, animal típico do Cerrado, conhecido por espalhar sementes em suas andanças, que aqui se torna um símbolo de disseminação e circulação de conteúdo.
Serviço:
16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes
Etapa IFB Campus Riacho Fundo | 53 filmes de curta-metragem
45 internacionais e 8 brasileiros
Quando | de 11 a 15 de novembro
Horários das Sessões | A partir das 10h
Endereço | IFB Riacho Fundo (ao lado do centro olímpico). Av. Cedro, AE 15, QS 16 – Riacho Fundo I
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa |verificar na programação do festival
Consciência crítica e sensibilidade marcam XIV Concurso de Redação e Desenho
Jornalista: Vanessa Galassi
“Acredite! Você pode fazer o que quiser”. Alice Monteiro Torres tem apenas dez anos, mas já faz falas potentes como essa. Estudante do Ensino Fundamental da Escola Classe Riacho Fundo, a menina transferiu ao desenho elaborado para o XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro o mesmo senso crítico e sensibilidade. Na obra, cenas cotidianas registradas nas escolas compõem a bandeira do Brasil, sem que isso fique evidente. No centro, a frase: “Construir-se como pessoa, transformar o mundo”, de Paulo Freire.
Luiza da Costa Vieira é um pouco mais crescida, tem 16 anos. Ela cursa o Ensino Médio no CED Agrourbano Ipê, no Riacho Fundo II, e escolheu a modalidade redação para concorrer no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro. Em um texto emocionante, que cita até o filósofo Immanuel Kant, a menina faz um desabafo quanto à opressão imposta dentro do ambiente escolar a grupos historicamente excluídos.
“Eu, como mulher negra, escuto muitas ‘piadas’ que, de fato, me deixam muito triste. As pessoas estão normalizando essas falas nas escolas. Falam e depois dizem que estão brincando. Mas ao meu ver, todo tipo de piada que mexe com uma característica física da pessoa ou com algo muito sensível para alguém não é brincadeira. E a normalização disso vem me deixando preocupada”, afirma a jovem.
Assim como Alice e Luiza, os(as) outros(as) estudantes vencedores(as) do XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro imprimiram consciência crítica e sensibilidade como principais marcas dos trabalhos premiados na cerimônia realizada nessa quinta-feira (7), na sede do Sinpro.
“Há grandes potenciais nas escolas públicas. Em todas as salas têm muitas crianças talentosas. O que falta é oportunidade para mostrar isso”, afirma a professora Francinéia Soares, da Escola Classe Córrego do Arrozal Sobradinho. Ela acompanhou a produção da estudante Isa Emanuele Martins Soares, que levou o 1º lugar na categoria Redação I.
“Essa iniciativa do Sinpro é importantíssima. São temas delicados de trabalhar. Comecei a participar do concurso em 2019, quando o tema foi feminicídio, que é um tema complicado de tratar com as crianças. Então, com o concurso, levamos esse importante debate para dentro das escolas, trazendo isso para as crianças de forma crítica e fazendo reflexões de como podemos contribuir para mudanças. Acredito que aqui, com essa iniciativa, plantamos sementes para um futuro com pessoas mais preparadas dentro da sociedade”, avalia a professora Klévia Lima, que atua na turma de altas habilidades do CAIC JK, no Núcleo Bandeirante.
Emocionada, a diretora do Sinpro Letícia Montandon, que coordenou o XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro, diz que a atividade vem alcançando resultados surpreendentes.
“É maravilhoso ver que dentro das escolas públicas, o lugar que a gente atua, que a gente defende, há pessoas, e muitas pessoas, que querem um mundo melhor, com mais justiça, inclusão, direitos. E quando eu falo pessoas, eu falo de estudantes, professores, orientadores educacionais, familiares, enfim, toda a comunidade escolar. O Concurso de Redação e Desenho do Sinpro dá espaço para que essas pessoas se mostrem, aprendam e ensinem ao mesmo tempo. E todos esses debates que promovemos não ficam restritos ao ambiente escolar: eles transpassam os muros das escolas”, afirma a sindicalista.
XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro
Nesta edição, o Concurso de Redação e Desenho do Sinpro teve como tema: “Escola É Lugar de Ser Feliz”. Entre os objetivos está “incentivar estudantes da rede pública de ensino do DF fortalecerem a ideia de escola como um ambiente de paz e conhecimento; denunciar os problemas que levam a violência para dentro das escolas, além de indicar o que é necessário fazer para prevenir e combater qualquer tipo de agressão no ambiente escolar”.
O XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro registrou 3.348 inscrições. O aumento é de 40% em relação ao concurso anterior, quando foram inscritos 2.390 trabalhos. Se comparado ao concurso de 2022, o crescimento é de mais de 100%. Acategoria mais procurada foi a Desenho II, que abrange 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental. Só para esta categoria, somam-se 859 inscritos(as).
Foram premiados os três primeiros lugares de cada uma das 11 categorias. Também foram contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria.
Artigo | Novo Plano Nacional de Educação: um desafio para próxima década
Jornalista: Maria Carla
A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem.
Não pode temer o debate.
A análise da realidade.
Não pode fugir à discussão criadora,
sob pena de ser uma farsa. (Paulo Freire)
(*) Por Rosilene Corrêa Lima
Em junho, poucos meses antes do aniversário de 103 anos de nascimento do educador Paulo Freire (Recife, 19/09/1921 – São Paulo, 02/05/1997), Patrono da Educacional Nacional e do Distrito Federal, a Câmara dos Deputados aprovou a extensão do atual Plano Nacional de Educação-PNE (2014-2024), para 31 de dezembro de 2025.
Conforme depoimento da deputada Socorro Neri (PP-AC), a extensão se fez necessária para que não houvesse descontinuidade no planejamento educacional no Brasil, uma vez uma vez que o projeto do novo plano (PL 2614/24), de autoria do Poder Executivo, com 18 objetivos para serem cumpridos até 2034, aguarda votação na Câmara.
Enviado pelo Planalto em 26 de junho, o novo PNE, que é um plano de Estado e não de governo, requer, em seu processo de aprovação e implementação, um amplo processo de diálogo para que, nesta próxima década, o Brasil não passe pelo vexame de ver atingidos apenas 3 dos 56 indicadores aprovados no PNE de 2014.
O deputado Reimont (PT-RJ) aponta que as metas não foram cumpridas por uma descontinuidade do processo de educação que vinha sendo construído no País, como, por exemplo, o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. Entretanto, quaisquer que sejam as razões do fracasso, a educação brasileira não pode se dar o direito fracassar por mais um decênio.
Para isso, ainda é tempo de apreender e inserir no novo PNE as contribuições inovadoras e revolucionárias de Paulo Freire, reconhecidas globalmente, para que as novas gerações possam se educar por meio de uma conscientização crítica e de uma aprendizagem dialógica, onde “educando/a e educador/a” possam colaborar, em parceria, no maravilhoso processo da aprendizagem.
Nesse sentido, o Novo PNE, elaborado a partir de consulta com os diversos setores e segmentos da Educação brasileira, sobretudo com os insumos da última Conferência Nacional de Educação (Conae), convocada pelo Decreto-Lei n. 11.697/23 e realizada em Brasília, em janeiro/24, que, em sua Plenária Final, avaliou o documento-referência do novo PNE (2024-2034).
O tema da Conae 2024 – “Plano Nacional de Educação 2024-2034: política de Estado para garantia da educação como direito humano com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável”, pautou as diretrizes propostas pelo Ministério da Educação (MEC) em busca de uma melhor compreensão dos problemas atuais e das necessidades presentes e futuras da Educação brasileira.
Embora o Novo PNE apresente uma base sólida de diretrizes, objetivos, metas e estratégias para a Educação no País, seu sucesso vai depender, principalmente, de sua articulação com os planos decenais de educação nos municípios, nos estados e no Distrito Federal. Uma mesma direção pedagógica depende da adesão nacional dos e das profissionais da educação, dos governos e da sociedade brasileira. Dela depende, em grande parte, o sucesso do novo PNE.
(*) Rosilene Corrêa Lima – vice-presidenta do PT-DF. Diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Ex-diretora do Sinpro-DF.
Artigo publicado, originalmente, na Revista Xapuri, em 1º/11/2024.
VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria foi um sucesso
Jornalista: Maria Carla
A Unidade de Internação de Santa Maria (UISM) realizou, nessa terça-feira (5), o VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação, com o tema “Escola é lugar de ser feliz”. O tema foi inspirado no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF. Nesta edição, o vencedor foi a dupla GC e EJ. Confira fotos nas redes sociais do Sinpro. Link no final desta matéria.
O festival é uma das etapas do Projeto RAP – Ressocialização, Autonomia e Protagonismo e fruto da parceria com o Núcleo de Ensino da UISM, Secretaria de Justiça e Cidadania, Coordenação Regional de Ensino de Santa Maria (CRE-Santa Maria), Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), Black Tape e Movimento Underground de Brasília (MUB).
Projeto RAP
O Projeto RAP integra o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola desde 2015. “São 9 anos de projeto sempre bem-sucedido”, afirma o professor Francisco Celso Leitão Freitas, professor de história da UISM, que atende a estudantes dos Anos Finais e Ensino Médio. “Porém, por meio do Projeto RAP, atendo também a todos os adolescentes da UI”, informa.
“O nosso ‘VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação’ foi um sucesso. Os socioeducandos foram além das expectativas, mostrando que a escola é um lugar de ser feliz, mas, para tornar esse lugar escolar de fato feliz, a gente deve enfrentar todas as formas de violências, como racismo, machismo, homofobia, gordofobia, etarismo, capacitismo entre outras para que a gente possa tornar o convívio e a convivência escolar cada dia mais acolhedora para todos e todas”, complementa o professor Francisco.
Com participação intensa dos estudantes, o festival é interno para os(as) socioeducandos da UISM. Embora seja aberto a todos, eles têm a liberdade de participar ou não. O nome dos participantes não pode ser identificado por causa das limitações e proteção impostas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
“Escola é lugar de ser feliz”
Inspirado no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF, a edição deste ano trouxe o tema “Escola é lugar de ser feliz” para o VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação. Além das apresentações dos socioeducandos, rapper’s Amaro, Markão Aborígine e Taliz fizeram a abertura do festival e compuseram o Júri juntamente com Leilane Costa, diretora do Sinpro-DF.
PLOA 2025: GDF escamoteia redução de recursos para a educação
Jornalista: Vanessa Galassi
O projeto de lei orçamentária anual (PLOA) para 2025 estima um montante de R$ 66,6 bilhões para o Distrito Federal. O valor reservado à educação, entretanto, além de ser insuficiente para as necessidades do setor, apresenta uma série de inconsistências e polêmicas. A análise foi compartilhada pelo Sinpro e parlamentares, após apresentação do texto do projeto de lei por técnicos da área econômica do GDF em audiência pública realizada nesta quarta-feira (6/11), na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa.
“Nós do Sinpro marcamos presença na audiência na CEOF e mostramos que não abriremos mão da garantia de recursos suficientes para a educação no orçamento de 2025. Sem isso, não há valorização profissional, não há ensino público de qualidade. Nos manteremos firmes em mais essa batalha”, afirma a diretora do Sinpro Márcia Gilda.
Uma das primeiras observações feitas pelo deputado Gabriel Magno (PT) quanto ao PLOA 2025 foi a redução de R$ 52,7 milhões nos recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal para a educação.
A proposta, enviada pelo Executivo local à CLDF no último dia 15 de setembro, contraria a perspectiva de incremento de mais de R$ 300 milhões apresentada pelo próprio governo durante a discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2025, no primeiro semestre deste ano.
O deputado ainda apontou inconsistência nos números da PLOA para a educação. “O orçamento da educação é de R$ 14,3 bi, só que quando a gente pega todas as unidades orçamentárias e soma, dá R$ 12,9 bi. Onde está afixada essa diferença de valores?”, questionou.
Outro ponto polêmico é a manobra feita pelo GDF para atingir o mínimo constitucional de 25% de recursos para a educação. Na contramão de legislações vigentes, o governo insere no percentual os recursos voltados ao passe livre estudantil e à Universidade do DF, mesmo que a lei vete que despesas com educação superior sejam computadas para limite dos mínimos constitucionais.
Durante a audiência pública, o deputado Gabriel Magno afirmou que incluir no mínimo constitucional valores que não são de competência da educação significa “diminuição de recurso para as escolas, para reformas, para pessoal”. Na mesma linha, a deputada Paula Belmonte (Cidadania) abordou a questão da transferência da responsabilidade orçamentária pelo passe estudantil ser da Secretaria de Educação. “Precisamos entender qual é a estratégia política do governo. Estamos falando aqui de aumentar acessibilidade do passe estudantil, vamos começar a falar de gratuidade, que é algo que concordamos 100%. Mas isso vai cair na conta de quem? Na conta dos alunos e dos professores.”
Ainda na área de educação, chama atenção no PLOA os aumentos indicados para o setor: todos voltados a instituições privadas.
Questionados se a PLOA garantia recursos para cumprir os acordos firmados com os diversos setores do funcionalismo público, inclusive com o magistério público, os representantes da Secretaria de Economia do GDF titubearam. Segundo eles, em evidência, estão garantidos recursos para cumprir com o reajuste salarial de 6%, firmado até a metade de 2025.
O cronograma de eventos referente à tramitação do PLOA 2025 na CLDF indica para dia 12 de novembro a apreciação e votação dos pareceres parciais do PLOA.
Acordo
Por meio de acordo articulado por um conjunto de parlamentares que defendem a educação pública, estão garantidas as correções de emendas voltadas à educação e vetadas na Lei de Diretrizes Orçamentárias 2025.
Formação sindical em Caldas Novas para a 35ª turma de aposentados(as) foi um sucesso
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF realizou, entre os dias 28 e 31 de outubro, a 35ª turma do curso de formação sindical para aposentados(as) sindicalizados(as), em Caldas Novas, Goiás. Cerca de 50 professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) filiados(as) à entidade participaram da atividade, considerada um sucesso tanto pelos(as) participantes quanto pela diretoria do sindicato. O evento teve o objetivo de aprofundar o envolvimento dos(as) aposentados(as) da categoria no movimento sindical, mantendo-os(as) informados(as) sobre questões políticas e sociais, além de proporcionar um ambiente de lazer e convivência.
O curso é uma parceria entre o Sinpro-DF e a Escola da CUT da Região Centro-Oeste (ECOCUT) e visa a proporcionar a continuidade da formação sindical. Para muitos(as), essa foi a oportunidade de participar de um curso que não haviam conseguido realizar enquanto estavam na ativa. A proposta é promover aprendizado, fortalecer os laços de solidariedade entre os(as) participantes incentivados a se manterem ativos no movimento sindical e social.
Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados, destacou a importância do curso, ressaltando que a combinação de estudos e momentos de lazer em Caldas Novas contribui para o sucesso da iniciativa. “A cidade, com suas águas termais, oferece um ambiente de bem-estar para os aposentados(as), que, muitas vezes, estão na faixa etária acima de 50 anos. Além de aprenderem, eles e elas também se divertem, fazem novas amizades e renovam os laços com o movimento sindical”, afirmou.
Durante a primeira etapa do curso, os participantes debateram temas relevantes, como o contexto político atual no Distrito Federal, no Brasil e no mundo. A discussão sobre a mulher trabalhadora aposentada foi um dos pontos centrais. Elineide enfatizou como a participação da mulher na sociedade e no mercado de trabalho se transformou ao longo dos anos, desafiando as estruturas patriarcais e garantindo o espaço da mulher no mercado de trabalho, na aposentadoria e em movimentos sociais. A reflexão gerada durante os debates trouxe uma energia positiva para todos(as) os(as) presentes, que se sentiram empoderados para continuar sua jornada de participação política.
A segunda etapa do curso está prevista para o primeiro semestre de 2025, quando outros(as) aposentados(as) que não puderam participar da primeira fase terão a oportunidade de se aprofundar no conteúdo. O curso é realizado anualmente, sendo a primeira etapa realizada no segundo semestre, geralmente, entre outubro e novembro; e, a segunda, no primeiro semestre do ano seguinte. A pré-inscrição para participar da atividade deve ser feita na Secretaria de Aposentados do Sinpro, com a funcionária Elieuza, para que os interessados possam garantir sua vaga.
Além das palestras e debates, o Sinpro-DF disponibiliza o transporte para os(as) participantes, que são acompanhados(as) por diretores(as) do sindicato e da Secretaria para Assuntos de Aposentados. No fim do curso, os(as) participantes recebem um certificado de conclusão, emitido pela Escola da CUT e pela Secretaria de Formação do Sinpro. Este curso é uma oportunidade valiosa para os(as) aposentados(as) se manterem atualizados(as) sobre temas importantes e continuarem a contribuir para o fortalecimento do movimento sindical, mostrando que a luta não tem prazo de aposentadoria.