Confira os locais de saída dos ônibus para o ato com paralisação contra a PEC 66, nesta quinta (24)

O Sinpro disponibilizará transporte gratuito para professores(as) e orientadores(as) educacionais que aderirem ao ato com paralisação contra a PEC 66, nesta quinta-feira (24/10), em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados. Os ônibus sairão de 16 locais, às 13h. Confira abaixo:

 

Águas Lindas – Estacionamento do Dia a Dia
Brazlândia – Praça do Laço
Ceilândia – Estacionamento do BRB (Ceilândia Centro)
Formosa – Ao lado da Matriz
Gama – CEM 01 (CG)
Guará I – CEM 01 (GG)
Myriam Ervilha/EC Buritis
Núcleo Bandeirantes – Cemub
Paranoá – Praça Central
Planaltina – CEE 01
Recanto das Emas – Regional de Ensino
Santa Maria – CEE e EC 215
Samambaia – Estacionamento da Feira Permanente da 202
São Sebastião – Caic Unesco, passando por dentro do Mangueiral
Sobradinho – CEM 01 (Ginásio)
Taguatinga – Estacionamento ao lado da Administração do Taguaparque

 

Diante das demonstrações do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AP), que indicam empenho em dar celeridade à apreciação da PEC que pode inviabilizar a aposentadoria da categoria do magistério público e de todos(as) os(as) servidores(as) públicos(as) do DF, o ato contra a PEC 66 será com paralisação das atividades, e não mais com compactação de horário. A mobilização está agendada para 14h30.

Para intensificar a pressão contra a PEC 66, a diretoria do Sinpro-DF também realizará nesta quinta-feira visita aos gabinetes dos(as) deputados(as) que compõem a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, onde tramita a proposta. A ação é aberta a toda a categoria. Concentração às 10h, no anexo II da Câmara.

Na última semana, Arthur Lira enviou a PEC 66 à CCJ, mesmo diante da pressão nacional contra a alteração na Constituição. Pelo Regimento Interno da Câmara dos Deputados, uma PEC, quando aprovada pela CCJ, deve ter o mérito analisado por uma comissão especial, em um prazo máximo de 40 sessões. Entretanto, com a Casa sob a presidência de Lira, isso não vem sendo seguido. Admitidas pela Comissão, as propostas de emenda à constituição seguem direto para o Plenário. Com isso, a PEC 66 pode ser votada antes de dezembro.

 

Leia mais sobre a luta do Sinpro contra a PEC 66

>> Sinpro leva mobilização contra a PEC 66 a escolas da rede pública do DF

>> Reforma da Previdência é jabuti na PEC 66

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> PEC 66 | PEC da Morte promete enterrar de vez direito à aposentadoria

 

Acompanhe ao vivo o ato desta quinta-feira (24):

PEC 66 avança e pode ser votada a qualquer momento; ato desta quinta (24) será com paralisação

As decisões do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), intensificaram o calendário de lutas contra a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023. Lira vem demonstrando empenho em dar celeridade à apreciação da PEC que pode inviabilizar a aposentadoria dos(as) professores(as), orientadores(as) educacionais do DF e todos(as) os(as) servidores(as) públicos(as) do DF. A resposta da categoria do magistério público do DF será na mesma proporção.

O primeiro passo já foi dado. O ato contra a PEC 66 agendado para esta quinta-feira (24/10) será com paralisação das atividades, e não mais com compactação de horário. A hora e o local do ato estão mantidos: 14h30, em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados. O Sinpro disponibilizará ônibus até o local (divulgação em breve).

Para intensificar a pressão contra a PEC 66, a diretoria do Sinpro-DF também realizará nesta quinta-feira visita aos gabinetes dos(as) deputados(as) que compõem a CCJ. A ação é aberta a toda a categoria. Concentração às 10h, no anexo II da Câmara dos Deputados.

 

 

Na última semana, Arthur Lira enviou a PEC 66 à Comissão de Constituição e Justiça, mesmo diante da pressão nacional contra a alteração na Constituição. Pelo Regimento Interno da Câmara dos Deputados, uma PEC, quando aprovada pela CCJ, deve ter o mérito analisado por uma comissão especial, em um prazo máximo de 40 sessões. Entretanto, com a Casa sob a presidência de Lira, isso não vem sendo seguido. Admitidas pela CCJ, as propostas de emenda à constituição seguem direto para o Plenário. Com isso, a PEC 66 pode ser votada antes de dezembro.

A composição da CCJ também não é favorável à luta em defesa dos serviços e dos(as) servidores(as) públicos. A presidência e a vice-presidência da são do PL. O partido vem se posicionando, de forma obstinada, em defesa de projetos e propostas que visam à implementação de um Estado mínimo. Dos 64 titulares, cerca de 10 parlamentares têm posição convicta em defesa dos serviços e dos servidores públicos.

O Sinpro alerta que, diante da conjuntura apresentada, é urgente a mobilização da categoria e a participação massiva nas atividades desta quinta-feira (24).

Pressão total
A luta contra a PEC 66 é nacional. Isso porque, além dos professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF, todos os servidores(as) que não tiveram a Reforma da Previdência de 2019 aplicadas ao Regime Próprio de Previdência Social serão atingidos.

No caso da categoria do magistério público do DF, entre os prejuízos, está o aumento de 7 anos na idade mínima para professoras aposentarem pela regra permanente. Além disso, nesse mesmo sistema, tanto professoras como professores e orientadoras(es) educacionais precisarão ter tempo de contribuição de 40 anos para aposentar com 100% da média de todos os salários recebidos desde julho 1994 (ou desde o início da contribuição).

Articulada na marcha dos prefeitos em Brasília, a PEC 66 obriga todos os entes federativos a adotarem integralmente em seus Regimes Próprios de Previdência Social a reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019), de Jair Bolsonaro.

Acompanhe o ato ao vivo:

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Parabéns, nomeados: a luta coletiva vale a pena!

Em meio a tantas lutas, hoje foi mais um dia de comemoração de vitórias. Na manhã desta quarta-feira, novos aprovados e aprovadas do concurso do magistério de 2022 foram à EAPE escolher a CRE.

O Sinpro-DF esteve presente na acolhida, recebendo essas pessoas que hoje se tornam servidores e servidoras públicas do Distrito Federal. Diretoras do sindicato tiraram dúvidas e auxiliaram com novas filiações, celebrando junto esse momento tão importante para o magistério público.

“Esse momento é fruto da luta coletiva da categoria por meio da ação sindical, e a luta continua por mais nomeações. Cada passo dado, cada nomeação feita, é uma vitória da luta contra a precarização do ensino público, contra o desmonte da carreira do magistério implementados por projetos neoliberais. Mais nomeações significa mais qualidade de ensino, significa profissionais valorizados e valorizadas. “É com muito orgulho e satisfação que damos as boas-vindas a todas as pessoas nomeadas na manhã desta terça-feira”, celebra a diretora do Sinpro Ana Bonina.

 

VEJA O ÁLBUM

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CEMI de Taguatinga realiza 9º Passeio Ciclístico Pedal da Paz neste sábado (26)

O Centro de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional de Taguatinga (CEMI) irá realizar, neste sábado (26/10), o 9º Passei Ciclístico Pedal da Paz. Com o tema “A paz é o caminho. Venha pedalar conosco!”, a escola convida a todos e todas a participarem do passeio. Nesta edição, haverá uma homenagem ao professor Adriano Moura Neradil (CRET), que faleceu em junho deste ano, aos 49 anos, após uma parada cardíaca quando pedalava na Floresta Nacional de Brasília (Flona).

A realização do 9º Passeio Ciclístico Pedal da Paz tem o objetivo de incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte, aliado à saúde e faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola. Busca promover a cidadania, o respeito às leis de trânsito, a cultura da paz e a reivindicação de uma ciclovia para o Setor M Norte para proporcionar a melhoria na qualidade de vida da comunidade local.

No dia do pedal, serão convidados os grupos de ciclistas da região, atletas da escola de diferentes modalidades. Também será realizado um momento de aquecimento, lanche saudável e, no início, uma atividade motivacional. Após isso, a escola dá início ao passeio ciclístico pelas avenidas da M Norte, começando na escola CEMI Taguatinga, seguindo até o McDonald’s, indo até a CAESB e retornando à escola.

No fim, será realizado um sorteio de uma bicicleta e outros brindes. A escola informa que todos(as) os(as) participantes levarão consigo uma bandeirinha ou fita branca com o tema pedal da paz. Esse projeto conta com o apoio do Sinpro-DF, da CAESB, da UBS 07 de Taguatinga e do Detran, que ajuda a escola na facilitação do deslocamento dos participantes durante o passeio.

SERVIÇO

Evento: CEMI – TAGUATINGA: 9º Passeio Ciclístico Pedal da Paz

Data: 26/10

Horários:
8H – Lanche

8h30 – Aquecimento e aferição de pressão

9h – Início da passeata

11h – Sorteio de prêmios

Local da largada e chegada: EQNM 36/38 – Área Especial S/N – Taguatinga – Setor M Norte.

CEI 01 da Estrutural comemora Dia das Crianças 2024 com alegria e diversão

No dia 11 de outubro de 2024, o Centro de Educação Infantil nº 01 da Cidade Estrutural (CEI 01 da Estrutural) celebrou o Dia das Crianças (12/10) com uma festa repleta de alegria e atividades lúdicas para os(as) estudantes. O evento proporcionou momentos inesquecíveis, em que os(as) estudantes puderam desfrutar de uma deliciosa distribuição de picolés, cachorro-quente, refrigerante, pipoca e algodão doce.

A festa do Dia das Crianças é uma atividade tradicional nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal. Este ano, no CEI da Estrutural, as crianças com idades de 4 e 5 anos, estudantes do 1⁰ e 2⁰ períodos da Educação Infantil, divertiram-se em diversas atrações, incluindo brinquedos de cama elástica, um minicircuito inflável, escorregadores infláveis na “boca do jacaré”, piscina de bolinhas, uma animada discoteca, parquinho e o divertido jogo “acerte e caia”. Além disso, ao longo da semana, atividades como caça ao tesouro, piquenique literário e jogos variados garantiram ainda mais diversão.

O pedagogo Carlos Augusto, que atua com o 2º período K no vespertino, destacou a importância de momentos como este na formação e desenvolvimento das crianças e contou que participaram da festa todas as 20 turmas da unidade, incluindo a turma da classe especial. Os(as) professores(as) também se envolveram, oferecendo lembrancinhas para marcar a ocasião especial.

A festa foi um sucesso, reafirmando o compromisso da unidade escolar em proporcionar um ambiente acolhedor e cheio de oportunidades para a aprendizagem e o lazer.

Confira nas redes sociais do Sinpro as fotografias do evento.

Já baixou? Sinpro App está disponível nas lojas de aplicativos

A mais recente versão do Sinpro App está disponível nas lojas de aplicativos Google Play e App Store. Essa versão tem muito mais funcionalidades para facilitar a vida de professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais.

Mais dinâmico e interativo, o Sinpro App é rápido e muito fácil de usar. Entre suas principais funcionalidades, estão: agendamento com o departamento jurídico do sindicato, reserva de quiosques na chácara do Sinpro, atualização de cadastro, inscrição em eventos, e muito mais. Além disso, a carteirinha virtual do filiado e da filiada está sempre disponível pelo app.

Aqueles e aquelas que ainda não são sindicalizados podem fazer sua filiação diretamente pelo Sinpro App, com toda comodidade.

Se você ainda não baixou o aplicativo do Sinpro, não perca mais tempo! Baixe agora: para localizá-lo na App Store, busque por “SinproDF APP”; e, no Google Play, busque por “SinproDFAPP” (sem espaços).

Assista o vídeo abaixo, que apresenta um passo a passo de como baixar o aplicativo e mostra as principais funcionalidades do Sinpro App.

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CLDF homenageia professores e professoras

Convocada por Gabriel Magno, presidente da comissão de educação, saúde e cultura, a Câmara Distrital realizou sessão solene, na noite da segunda-feira (21/10) em homenagem ao dia dos professores e professoras.

Na abertura, o deputado declarou que a sessão é “uma oportunidade de reconhecer os esforços e desafios da categoria. “São os professores que trabalham incansavelmente por uma educação pública democrática, inclusiva, plural e de qualidade social para todos. Essa celebração não pode ser feita sem a luta e busca por valorização da categoria”, enfatiza.

A mesa da sessão solene foi composta por apenas dois homens: o deputado Gabriel Magno e o representante dos estudantes secundaristas do DF, Hugo Leopoldo.

Compuseram a mesa da sessão solene representantes de diversas entidades representativas de trabalhadores da educação, como o Sinpro-DF, a Associação dos Docentes da UNDF, CNTE e Adunb, além do representante da união dos estudantes secundaristas, a candidata à prefeitura de Planaltina e professora aposentada da SEE-DF, Eva Márcia, e a deputada Érika Kokay.

Na noite solene, a diretora do Sinpro, Márcia Gilda, contou que sua filha lhe perguntou quando foi que ela decidiu ser professora, e ela respondeu: “Desde quando eu aprendi a importância de ler, interpretar e desvelar o mundo, porque o sistema não teme o pobre que passa fome, mas o pobre q sabe pensar.”

Márcia lembrou que os sonhos de cada aluno e cada aluna são depositados nas mãos de seus professores e de suas professoras. “Mas nós somos mediadores dos saberes de nossos estudantes, pois damos autonomia a eles”.

Do sonho para a realidade, Márcia cobrou do governo a nomeação de todos os aprovados no concurso de 2022: “Queremos a garantia de que todos os aprovados no concurso de 2022 sejam contratados, e para isso vamos batalhar para que a LOA contemple esses contratações”

Da realidade para o pesadelo, Márcia Gilda também apontou o problema da PEC 66, a PEC da morte, que está em tramitação na Câmara Federal: “Estamos atentos e queremos que a CCJ retire imediatamente esses jabutis de nossa aposentadoria”, em alusão às inclusões feitas na Proposta de emenda Constitucional que, no caso do magistério do DF, aumenta em 7 anos a idade mínima de aposentadoria de uma professora / orientadora educacional, e em 5 anos a de um professor / orientador educacional. “Por isso, saímos do formato da compactação para paralisação das aulas”, explicou. “Temos que mostrar a força da categoria que transforma a sociedade!” completou.

Os docentes da Universidade do Distrito Federal, representados pela diretora do SindiUNDF, professora Kíssila Mendes, formam a agremiação mais recente do magistério distrital. Mas não há muito o que comemorar, com uma reitora autoritária, que se recusa a receber os professores, professores perseguidos (há denúncia da exoneração do professor Gunther Ribeiro Amorim, da Ciência da Computação, na véspera do dia dos professores). Kíssila apontou a falta de planejamento da universidade que é um dos sonhos da comunidade do Distrito Federal, mas está completamente precária, e não tem nem cantina.

“Queremos uma universidade decente, democrática, uma universidade que pague adequadamente seus docentes, que esteja em todos os territórios do Distrito Federal, e não apenas no Lago Norte”, declarou a professora da UNDF.

A representante da Adunb, Maria Luiza Pinho Pereira, arrancou risos da plateia ao contar que foi abordada por uma das homenageadas da noite, que lhe disse: “fui sua aluna, e já estou aposentada”. Maria Luiza lembrou que “a educação é um campo de disputa. Queremos uma educação pública emancipadora. Não basta ser pública, tem que ser libertadora e emancipadora. Por isso, lutamos, como sindicato, não só pela nossa categoria, mas também para manter a instituição que nos emprega enquanto servidores públicos. Estamos em busca de uma política de estado.”

Gabriel Magno e várias outras integrantes da mesa lembraram da importância de se eleger representantes do magistério para as várias casas legislativas municipais, distreital, estaduais e federal: “Nossa luta coletiva é muito importante aqui. Precisamos marcar a presença do magistério e da educação na Câmara distrital, realizar vários atos do magistério durante o ano todo, para lotar o plenário ou o auditório desta casa, para fazer com que professores e professoras ocupem, de fato, este espaço do povo”.

Para a representante da CNTE, Rosilene Corrêa, a sessão solene é um momento simbólico, “pois estamos aqui representando toda a categoria”. Rosi apontou a contradição de parlamentares não comprometidos com a educação, que liberam verba para uma comunidade escolar num dia e, no dia seguinte, votam projetos contra a educação e contra a própria comunidade que recebeu sua verba na véspera. Ela lembrou, ainda, que a precarização da educação é um projeto neoliberal, e mundial: “60% dos professores de todo o Brasil estão em regime de contrato temporário. E a formação principal do professor hoje é via Educação a Distância. Há poucas empresas à frente de plataformas de educação, que dominam o mercado e empregam 50 professores para administrarem uma plataforma com mais de 500 mil estudantes. É muito lucro, não?”. Rosi concluiu lembrando que “temos muita luta pela frente, e a luta é o que nos fortifica e o que nos engrandece, e o que faz com que cada um e cada uma daqui deste auditório continue nessa caminhada.”

A deputada Érika Kokay denunciou que o único projeto de vulto do último governo federla foi o homeschooling, que busca isolar crianças, sem que tenham acesso a diferentes visões de mundo. Ela lembrou que consciência crítica a gente adquire na sala de aula. “É na sala de aula que a gente vira cidadão e constrói uma nação. A escola territorializa. Ela cria tranças de saberes, de fazeres, de existências.” Para a deputada, “coragem é coisa de nascença de todos os professores. Os educadores e educadoras são os flamboyants de nossas cidades.”

 

 

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2º Festival de Curtas: Etapa Júri Popular vai de 25/10 a 6/11

A partir desta sexta-feira (25/10), qualquer pessoa poderá participar da etapa de avaliação Júri Popular do 2º Festival de Curtas do Sinpro – Adélia Sampaio, que, nesta edição, tem como tema “Escola É Lugar de Ser Feliz”. O processo, feito de forma on-line, vai até dia 6 de novembro. Clique AQUI para participar.

 

>> Veja os filmes selecionados para o 2º Festival de Curtas 

 

Cada pessoa poderá escolher apenas um filme entre os 25 selecionados pela Comissão Julgadora do festival. Não será possível votar em mais de um curta, mesmo que sejam de categorias distintas. O filme mais votado será premiado com R$ 2 mil e troféu. O anúncio do curta eleito pelo Júri Popular será feito dia 13 de novembro, na cerimônia de premiação, que será no Cine Brasília.

A escolha do tema desta 2ª edição do Festival de Curtas do Sinpro, “Escola É Lugar de Ser Feliz”, tem como principal objetivo incentivar estudantes e toda a comunidade escolar a refletirem sobre os fatores geradores de violência dentro das escolas, além de analisar a quem se pode atribuir a responsabilidade desse fenômeno e as ações necessárias para garantir um ambiente escolar pavimentado na cultura de paz.

Você quer se aposentar? Pressão nas ruas e nas redes!

Com a PEC 66 de volta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal, a plataforma digital Educação Faz Pressão centra o foco nos integrantes dessa comissão na Câmara; e também nos deputados e deputadas federais do DF. Atuar por meio da plataforma Educação Faz Pressão é simples. Basta clicar na campanha “Diga Não à PEC da Morte” e, em seguida, definir por qual rede social deseja fazer o contato com o(a) parlamentar. (Acesse AQUI a plataforma)

Sugerimos o seguinte texto para pressionar o parlamentar ou a parlamentar:

 

Senhor(a) deputado(a), a PEC 66/23, já aprovada pelo Senado Federal, está tramitando na Câmara Federal. Eu gostaria que o senhor(a) apoiasse a Emenda Supressiva que irá retirar desta PEC os artigos que migram obrigatoriamente Estados e Municípios para a Reforma da Previdência de 2019 ( EC 103/19). A migração obrigatória retira a autonomia dos Estados e Municípios e prejudica servidores municipais, estaduais e do DF. A migração obrigatória ameaça a nossa aposentadoria de pelo menos duas formas graves: atrasa a data de aposentadoria e reduz fortemente a remuneração! Contamos com seu apoio.

 

A plataforma Educação faz Pressão já está calibrada para enviar as mensagens direto para os parlamentares titulares e suplentes da CCJ, bem como os deputados e deputadas federais do DF.

O Sinpro abriu mais um espaço de atuação contra a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023, a PEC da Morte. Por meio da plataforma digital Educação Faz Pressão, qualquer pessoa poderá, com poucos cliques, cobrar o compromisso dos(as) deputados(as) federais de barrar a PEC 66. As emendas impostas à proposta trazem alterações catastróficas nas regras previdenciárias aplicadas a professores(as), orientadores(as) educacionais e demais servidores públicos do DF, estados e municípios.

 

“Há tempos que a luta on-line vem fazendo diferença e definindo cenários. Não podemos desconsiderar a importância das ferramentas digitais de mobilização e luta. Ao contrário, temos que utilizá-las e dominá-las cada vez mais. Isso não quer dizer que não temos que atuar nas ruas”, considera a diretora do Sinpro Letícia Montandon.

Ela explica que o objetivo da ação é enviar o maior número possível de mensagens para deputados(as) federais(as) via redes sociais, mostrando as injustiças da PEC 66 e a necessidade das fim à proposta na Câmara.

“Quanto mais mensagens, mais certeza os parlamentares terão de que a categoria está mobilizada pelo direito à aposentadoria. Além disso, mostramos que estamos atentos e atentas aos passos dados na Casa Legislativa, e que lembraremos disso nas próximas eleições”, analisa Letícia Montandon.

PEC da Morte
Caso a PEC 66 seja aprovada com o atual texto, o DF – e todos os entes federativos – deverão aplicar integralmente a reforma da Previdência de 2019 aos Regimes Próprios de Previdência Social. No requisito idade mínima para aposentadoria pela regra permanente, por exemplo, professoras e orientadoras educacionais terão aumento de 7 anos na idade mínima, e os professores e orientadores, 5 anos.

A PEC 66 aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Em seguida, ela irá para a Comissão de Constituição e Justiça e, se analisado que a proposta está dentro dos princípios constitucionais, ela seguirá para uma Comissão Especial, que tem o papel de analisar o mérito da PEC. Se aprovada, ela é promulgada pelo próprio parlamento. O Executivo federal não tem qualquer poder de sanção ou veto sobre Proposta de Emenda à Constituição.

 

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Sinpro-DF se reúne com a CUT e outros sindicatos para fortalecer a luta dos(as) aposentados(as)

O Sinpro-DF realizou, na quarta-feira (16), uma importante reunião com o Secretário Geral do CUT Nacional e outros sindicatos afiliados à central. O objetivo do encontro foi organizar e planejar a pauta da luta dos(as) aposentados(as) para o próximo período. Este primeiro passo marca o início de um intenso debate sobre direitos humanos, com foco especial nos direitos da pessoa idosa e aposentada.

Essa reunião faz parte de uma série de ações a serem planejadas, incluindo aí novos encontros estaduais e no Distrito Federal. A intenção é mobilizar sindicatos e a própria CUT nos estados, no DF e nacional, para que se voltem de maneira mais incisiva às demandas da classe trabalhadora, com um olhar atento às necessidades das pessoas aposentadas e idosas.

“Para nós, do Magistério Público, esse tipo de organização é de suma importância e a gente se sente acolhida e protegida pela CUT, uma vez que ela abraça essa pauta e vem debater, organizar, mobilizar a classe trabalhadora também a partir das demandas das pessoas aposentadas, pensionistas e idosas”, destaca Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados do Sinpro-DF.

A diretora enfatiza a urgência dessa pauta: “É atual, urgente, sobretudo em épocas como hoje, em que os direitos dessas pessoas estão sendo retirados. Temos, cada vez mais, estudos estatísticos mostrando que a longevidade aumentou. Ao contrário do que deveria ser, os direitos estão sendo retirados. As pessoas precisam ter direito à saúde, ao bem-estar, à aposentadoria digna, vida digna”.

Ela convida aposentadas e aposentados da categoria a ficarem atentas e atentos às futuras mobilizações que surgirão a partir desse encontro: “Precisamos nos organizar a partir dessa pauta. O nosso sindicato, há muito tempo, está à frente dessa organização e dessa luta com uma secretaria específica para aposentados e aposentadas. Com o engajamento de outros sindicatos e das centrais nacional e estaduais, vamos conseguir uma mobilização mais ampla e acolhedora para esse segmento da população. Além disso, fortalece a luta porque juntos somos mais fortes”, conclui Elineide.

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