Professora lança “Uma estrada colorida”: uma obra sobre diversidade e inclusão

A inclusão é um dos temas mais importantes do currículo escolar e assunto constante no dia a dia das comunidades escolares. Na rede pública de ensino do Distrito Federal, o respeito à diversidade e a pedagogia da inclusão são práticas educativas diárias, que visam a transformar a sociedade para assegurar justiça social, cidadania e dignidade a todos(as). Inspirada no tema da inclusão, a professora Rafaela Farias transformou o assunto em livro e, no dia 4 de outubro, a partir das 20h, no Auditório Paulo Freire, na sede do Sinpro no SIG, ela irá lançar o livro “Uma estrada colorida“.

Ela convida a todos e todas para o lançamento e explica que “a obra aborda, de forma sensível, a importância da diversidade e inclusão em nossa sociedade. Por meio da história da personagem Yane, uma criança que nasceu com pé torto congênito, e seu olhar sobre o mundo, a obra convida a todos e todas a refletir sobre as diferenças que tornam a todos únicos e especiais”.

 

A inspiração

Professora de Atividades, atualmente do CAIC JK do Núcleo Bandeirante, atuando em Classe Especial, Rafaela conta que o intuito desse livro é o de inspirar e sensibilizar os(as) leitores(as) sobre a importância de promover um mundo mais inclusivo e acolhedor para todas as pessoas e colaborar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, em que cada indivíduo seja valorizado por quem realmente é.

O livro conta um pouco da história de Yane, filha da autora, que nasceu com pé torto congênito. A ideia da construção do livro foi por causa da percepção, no dia a dia da escola, da presença de tanta diversidade e da dificuldade que ainda existe em acolher as diferenças. “Como atuo em Classe Especial, percebo ainda muitos desafios para a inclusão existir de fato e a necessidade de abordar cada vez mais o tema”, afirma Rafaela.

“Espero que este livro possa inspirar e sensibilizar leitores sobre a importância de promover um mundo mais inclusivo e acolhedor para todas as pessoas. Assim, podemos construir uma sociedade mais justa e igualitária, onde cada indivíduo seja valorizado por quem realmente é. Vamos percorrer essa estrada colorida rumo a um futuro mais brilhante e diverso?! Aguardamos vocês no lançamento”, convida a professora.

CLDF: Sinpro alerta categoria para movimentações da LOA

Com o Projeto de Lei Orçamentária de 2025 (PLOA) em tramitação na Câmara Distrital, o cronograma está correndo. Neste momento, é fundamental que toda a categoria esteja em alerta para lotar as galerias da CLDF e pressionar deputados e deputadas distritais, além de discutir pontos importantes do orçamento para a educação do Distrito Federal no ano de 2025. Para que o orçamento do ano que vem comece a ser votado no próximo dia 10 de dezembro (por lei, ele deve ser aprovado na última sessão legislativa do ano), uma série de etapas devem ser cumpridas.

A votação do orçamento 2025 vai determinar o futuro das próximas nomeações do concurso de 2022, a própria convocação de novos concursos públicos e a campanha salarial da categoria do Magistério Público, dentre outros investimentos para a educação pública do Distrito Federal, que sofre com superlotação de salas de aula e carência de novas escolas, para citar apenas alguns exemplos.

 

Educação no orçamento 2025: audiência dia 30/9

Na próxima segunda-feira, 30 de setembro, o presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura, deputado Gabriel Magno (PT), convoca uma Audiência Pública destinada à apresentação e discussão do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício financeiro de 2025. O encontro será na Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte, na CLDF, às 10h.

 

 

Tramitação do PLOA: emendas e audiências públicas

Há outras datas importantes para a tramitação do orçamento 2025, às quais a categoria deve ficar em alerta.

No dia 15 de outubro, às 10h, haverá apreciação do parecer preliminar do orçamento 2025 na Sala de Reunião das comissões, na CLDF. As emendas à LOA devem ser apresentadas pelos deputados e deputadas na segunda quinzena de outubro, entre os dias 16 e 30.

No dia 6 de novembro, haverá audiência pública, com a apresentação do parecer geral do relator da LOA, que é o presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), Eduardo Pedrosa (União Brasil).

O parecer geral do relator deverá ser votado na Comissão de Orçamento da CLDF no dia 3 de dezembro, e seguir para o plenário a partir de 10 de dezembro.

 

Orçamento 2025: obras em primeiro plano, educação lá embaixo

O governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa o Projeto de Lei Orçamentária de 2025 (PLOA) com redução de R$ 52,7 milhões nos recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal para a educação. A proposta, que chegou à Casa legislativa no último dia 15, contraria a perspectiva de incremento de mais de R$ 300 milhões apresentada pelo próprio governo durante a discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2025, no primeiro semestre deste ano.

O orçamento total do DF teve aumento de R$ 5,94 bilhões. Para a educação, entretanto, o percentual de crescimento ficou abaixo do geral: apenas 2,8%, enquanto outras áreas tiveram acréscimo de quase 21%.

O presidente da Comissão de Educação Saúde e Cultura da Câmara Legislativa, deputado Gabriel Magno (PT), enviou ao secretário de Estado de Economia do DF, Ney Ferraz Junior, ofício solicitando o reestabelecimento do investimento adequado à educação por meio dos recursos do Tesouro local. A indicação, segundo o documento, tem como objetivo “evitar inadequações orçamentárias na política pública de educação no Distrito Federal”.

 

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Inscrições prorrogadas para o 2º Festival de Curtas do Sinpro

Estudantes das escolas públicas ganharam um tempo a mais para garantir participação no 2º Festival de Curtas – Adélia Sampaio, que tem como tema “Escola é lugar de ser feliz”. As inscrições que seriam encerradas neste dia 26 de setembro foram prorrogadas até 6 de outubro. Para participar, clique AQUI.

 

 

O principal objetivo da 2ª edição do Festival de Curtas do Sinpro é incentivar estudantes e toda a comunidade escolar a refletirem sobre os fatores geradores de violência dentro das escolas, além de analisar a quem se pode atribuir a responsabilidade desse fenômeno e as ações necessárias para garantir um ambiente escolar pavimentado na cultura de paz.

>> Leia tudo sobre o 2º Festival de Curtas – Adélia Sampaio AQUI 

O Festival de Curtas é voltado aos(às) estudantes, professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF. São cinco categorias: Educação Infantil; Ensino Fundamental; Ensino Médio; Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional.

As obras serão avaliadas por uma Comissão Julgadora, que elegerá os cinco melhores filmes de cada categoria e, posteriormente, o melhor filme de cada categoria. Os 25 filmes selecionados (cinco de cada categoria) serão disponibilizados para votação popular, de 25 de outubro a 6 de novembro.

Receberão premiação de R$ 2 mil o melhor filme de cada uma das cinco categorias e também o mais votado, entre todas as categorias, pelo Júri Popular. Professores(as) e orientadores(as) educacionais que coordenarem os curtas vencedores também serão premiados com R$ 1 mil. A premiação será realizada na primeira quinzena de novembro.

 

Acesse o regulamento do 2º Festival de Curtas – Adélia Sampaio: “Escola é lugar de ser feliz” 

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Sinpro lança cartaz que denuncia aumento da idade mínima para aposentar com a PEC 66

A campanha contra a PEC 66, conhecida como PEC da Morte, avança com força total. Como parte das ações, o Sinpro elaborou cartaz que denuncia uma das maldades da famigerada Proposta de Emenda à Constituição: o aumento drástico da idade mínima para aposentar.

Caso a PEC 66 seja aprovada, a regra previdenciária impões que professoras tenham pelo menos 57 anos para aposentar, e professores, 60 anos. Já orientadoras educacionais precisarão ter, no mínimo, 62 anos de idade, e orientadores, 65 anos. Atualmente, a regra previdenciária prevê idade mínima de aposentadoria de 50 anos para professoras e 55 para professores. Já para orientadoras educacionais devem ter idade mínima de 55 anos, e orientadores, 60 anos.

 

Os cartazes estão sendo levados às escolas pela diretoria do Sinpro. Caso haja interesse, o material pode ser baixado AQUI.

Articulada na marcha dos prefeitos em Brasília, a PEC 66 obriga todos os entes federativos a adotarem integralmente em seus Regimes Próprios de Previdência Social a reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019), de Jair Bolsonaro. Isso inclui não só o aumento da idade mínima para aposentadoria, mas também mais tempo contribuição, redução dos valores de benefícios e aumento das alíquotas de contribuição para servidores ativos e aposentados.

A PEC 66 foi aprovada pelo Senado Federal em meados de agosto e, agora, está em tramitação na Câmara dos Deputados. Ela aguarda despacho do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Em seguida, irá para a Comissão de Constituição e Justiça e, se analisado que a proposta está dentro dos princípios constitucionais, a PEC seguirá para uma Comissão Especial, que tem o papel de analisar o mérito da proposta. Se aprovada, ela é promulgada pelo próprio parlamento. O Executivo federal não tem qualquer poder de sanção ou veto sobre Proposta de Emenda à Constituição.

Para que seja aprovada na Câmara dos Deputados, a PEC 66 precisa de três quintos dos votos dos parlamentares (308).

>> Leia mais sobre a luta do Sinpro contra a PEC 66

>> Comissão de negociação atua para barrar a PEC 66 em encontro com senador Izalci 

>> Sinpro articula apoio de parlamentares contra PEC 66

>> Sinpro busca apoio de parlamentares contra PEC 66

>> PEC 66 | PEC da Morte promete enterrar de vez direito à aposentadoria

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Edição 2024 do Baile dos Aposentados do Sinpro é um sucesso

O Baile das Aposentadas e dos Aposentados já é consolidado como tradição entre os aposentados e as aposentadas da categoria do Magistério Público sindicalizados(as) no Sinpro-DF. Este ano, a festa ocorreu na sexta-feira (20/9), a partir das 21h, no Clube do Exército, com animação da Banda Os Naftalinas. O sindicato serviu o seu tradicional buffet para animar os(as) participantes. Confira as fotos nas redes sociais do Sinpro.

Para o Sinpro e para a Secretaria de Aposentados do sindicato é uma satisfação realizar esse evento porque se vê no rosto de cada aposentada e aposentado o sorriso e a felicidade. Ano após ano, a cada edição do baile, constatamos que, nessa atividade, professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) se sentem representadas e cuidadas por este sindicato.

“Ver a felicidade delas ao reencontrarem pessoas que há muito tempo não se viam. É muito satisfatório para nós. Entendemos que o momento de lazer, de cultura, de encontro, revivendo momentos, a música, a dança mexendo com o corpo, o movimento de aposentados que continua acontecendo. É uma realização nossa que a gente pretende continuar, com alguns ajustes, mas sabendo que esse momento é importante para as pessoas da nossa categoria que estão aposentadas. Até para que elas se sintam vivas e atuantes e relembrando, inclusive, momentos de lutas que tiveram durante o período em que atuavam no chão da escola. Saímos deste evento com uma felicidade enorme porque a felicidade de nossa categoria é a nossa felicidade”, afirma Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados.

Todo ano a edição do Baile das Aposentadas e dos Aposentados do Sinpro é um sucesso. E, justamente por ser uma atividade exitosa, é muito procurada. Com isso, muitas vezes, não cabem todos e todas que querem participar dentro dos locais em que a festa é realizada. A entidade delimita uma quantidade de pessoas justamente para garantir a segurança da festa. “Vamos fazer novos ajustes para melhorar também esse aspecto do baile e melhorar os próximos”, finaliza.

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Comissão de negociação atua para barrar a PEC 66 em encontro com senador Izalci

O Sinpro continua a se mobilizar para barrar a Proposta de Emenda à Constituição 66/2023 (PEC 66), a PEC da Morte. Na sexta-feira (20), a comissão de negociação do sindicato se reuniu com o senador Izalci Lucas (PL-DF), no gabinete do parlamentar, para discutir o apoio dele à reivindicação da categoria do Magistério Público de não votar a favor da PEC 66/23.

O senador não participou do Café da Manhã com Parlamentares do Distrito Federal, realizado na segunda-feira (16/9), na sede do Sinpro no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), mas convidou a entidade para uma reunião em seu gabinete na sexta (20). Mesmo tendo sido a PEC 66 aprovada no Senado, na reunião, Izalci se dispôs a apoiar o pleito da categoria e a articular esse apoio junto à bancada do DF na Câmara, e, ainda, se a PEC voltar para o Senado, ele irá sustentar essa promessa.

Derrubar a PEC 66/2023 é um dos grandes desafios deste ano da categoria e de todos(as) os(as) servidores(as) do Governo do Distrito Federal (GDF) porque, se aprovada no Congresso Nacional, afetará de maneira catastrófica a aposentadoria dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais e de todo o funcionalismo público distrital. O Sinpro tem um calendário e um cronograma de ações para mobilizar a categoria e a população do DF a fim de impedir a aprovação dessa proposta.

Além de atividades diárias e também futuras, realizou, por exemplo, um Café da Manhã com Parlamentares; uma reunião com delegados e delegadas sindicais sobre o tema; e mutirões na Câmara Legislativa do DF (CLDF), na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, em uma campanha de comunicação sobre os danos da proposta. Irá também realizar seminários para debater a perversidade da PEC; diálogos com a população e várias outras ações estão entre as iniciativas listadas no cronograma de lutas.

O calendário envolverá não só a categoria do magistério público, mas todas as organizações sociais e sindicais, em nível nacional, que defendem um serviço público forte e de qualidade. Saiba tudo sobre esse assunto acessando as matérias a seguir.

Entenda por que o Sinpro luta para derrubar a PEC 66/2023:

PEC 66 | PEC da Morte promete enterrar de vez direito à aposentadoria

Reunião do Sinpro com delegados sindicais é estratégica na luta contra PEC 66

Comissão de aposentados do Sinpro entrega carta a parlamentares

 

 

Edição 119º da Xapuri destaca participação das mulheres nas Eleições Municipais 2024

As Eleições Municipais 2024 estão próximas. A votação será no dia 6 de outubro em 5.569 (dados do Tribunal Superior Eleitoral – TSE). Apesar de o Distrito Federal não participar de eleições municipais, prefeitos e vereadores eleitos em todo o País, sobretudo nos municípios circunvizinhos da capital do País, interferem na economia, no meio ambiente, no clima, na disponibilidade de água, de vagas nas redes públicas de saúde e educação, bem como nas oportunidades de emprego, enfim em toda a vida dos brasilienses e moradores da cidade. Daí a necessidade de os brasilienses estarem atentos em quem serão eleitos e eleitas neste pleito municipal.

A edição 119 da Xapuri, setembro/2024, traz o tema das eleições como manchete e a preocupação com a qualidade do voto dos eleitores e das eleitoras. Com o título “Eleições 2024: candidaturas femininas avançam, mas a desigualdade persiste”, a precária participação de mulheres nas eleições deste ano ganha evidência. A revista traz um panorama da participação delas nos últimos processos eleitorais municipais e identifica uma gigantesca desigualdade nos percentuais de candidaturas Brasil afora.

Sincronizada com os temas das eleições e das desigualdades, a revista também apresenta conteúdos acerca da biodiversidade, queimadas, garimpo ilegal, Bioma Cerrado queimado e transformado em agronegócio e suas lutas pela existência. Traz, dentre outros, conteúdos científicos e históricos, como, por exemplo, o tema da ecologia sobre a fauna extinta da América do Sul, bem como conteúdos acerca da luta de classe, com um histórico sobre as primeiras greves negras e a primeira prefeita do Brasil. A revista aborda, ainda, o direito à cidade,  novas rotas da seda e culinária regional. Tudo isso e muito mais estão presentes nesta edição da Xapuri.

Não perca esta edição! Taí a Revista Xapuri, edição 119, setembro/24, prontinha pra você. Se gostar, por favor, curta, comente, compartilhe em suas redes sociais.

Bom Proveito! Boa Leitura! https://xapuri.info/edicao119

Reunião do Sinpro com delegados sindicais é estratégica na luta contra PEC 66

Delegados(as) sindicais levarão aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais das suas escolas a gravidade da Proposta de Emenda à Constituição 66/2023, conhecida como PEC da Morte por enterrar de vez o direito à aposentadoria. A tarefa urgente foi orientada pelo Sinpro, em reunião nessa quinta-feira (19/9).

“Essa foi a primeira reunião de delegados e delegadas do segundo semestre, e ela tem uma importância imensa: fortalecer a mobilização contra uma das PECs mais perversas para nossa categoria e demais servidores públicos do DF, dos estados e municípios. Os delegados e as delegadas sindicais são essenciais nessa luta, já que estão todos os dias com seus colegas e atuam como um elo fundamental entre o Sinpro e a categoria”, afirma a diretora do Sinpro Vanilce Diniz.

 

 

Durante a reunião dessa quinta, diretores do Sinpro explicaram que a PEC 66/2023 obriga todos os entes federativos a adotarem integralmente em seus Regimes Próprios de Previdência Social a reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019), de Jair Bolsonaro. Isso inclui questões como aumento da idade mínima para aposentadoria, tempo maior de contribuição e diferença dos valores de benefícios.

No caso da categoria do magistério público do DF, a aprovação da PEC 66 traria, entre os prejuízos, o aumento da idade mínima para aposentar. Pela PEC da Morte, professoras devem ter pelo menos 57 anos e professores, 60 anos. Já orientadoras educacionais precisarão ter, no mínimo, 62 anos de idade e orientadores, 65 anos. Atualmente, a regra previdenciária prevê idade mínima de aposentadoria de 50 anos para professoras e 55 para professores. Já para orientadoras educacionais devem ter idade mínima de 55 anos e orientadores, 60 anos.

“Essa PEC prejudica todos e todas nós, mas principalmente as mulheres. Professoras terão acréscimo de 7 anos na idade mínima para aposentar e orientadoras educacionais, de 2 anos. Esse é apenas um dos prejuízos. Também há perdas no tempo de contribuição e proventos. Além disso, pela PEC 66, se o DF, estado ou município tiver ou quiser implementar regras ainda mais rígidas, eles podem”, ressalta a diretora do Sinpro.

A reunião com delegados(as) sindicais realizada pelo Sinpro nessa quinta (19/9) é uma orientação realizada em nível nacional pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), à frente da luta contra a PEC 66.

 

>> Leia mais sobre a luta do Sinpro contra a PEC 66

>> Sinpro articula apoio de parlamentares contra PEC 66

>> Sinpro busca apoio de parlamentares contra PEC 66

>> PEC 66 | PEC da Morte promete enterrar de vez direito à aposentadoria

 

 

 

Ajude professora Rosa na luta contra o câncer e na jornada pela vida

Amigas e amigos da professora Rosilene Conceição do Nascimento, a Rosa, estão realizando diversas ações para levantar recursos e custear o tratamento contra o câncer de ovário da docente. Entre as iniciativas, está o depósito solidário via PIX 852.597.131-68 (CPF de Rosilene). Quem puder contribuir, também pode doar pela plataforma Vakinha, no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/quimioterapia-rosa.

Professora Rosa, que leciona na Escola Meninos e Meninas do Parque, descobriu o câncer há cerca de um mês. A doença está em estágio avançado e já desenvolveu metástase.

 

 

Ela tentou iniciar o tratamento pelo SUS, mas está em 270º na fila de espera para atendimento oncológico. Diante da urgência, sua amiga Asinete Chaves, junto com outros amigos, se mobilizou para viabilizar a primeira sessão de quimioterapia na rede particular de saúde.

“Ela já realizou a primeira sessão. Cada sessão custa mais de R$ 12 mil, e, nesta primeira fase do tratamento, ela precisará de, pelo menos, seis sessões”, explica Asinete.

Amiga de Rosa há 25 anos, Asinete ressalta que todos os esforços estão sendo feitos para arrecadar fundos para o tratamento da professora. “Tem gente vendendo roupas, tem gente organizando galinhadas. Cada um está se virando como pode. Também estamos entrando com várias ações na Justiça para tentar agilizar o tratamento pelo SUS, já que o caso é grave”, conta Asinete.

3ª edição do projeto Festeja Arrozal comemora o “Amor pelo Brasil”

As festas populares são uma excelente oportunidade para engajar diversas atividades interdisciplinares e para ampliar o universo linguístico. Por isso que a Escola Classe Córrego do Arrozal, situada no Núcleo Rural Córrego do Arrozal, em Planaltina, não perde a oportunidade de usar essas festas e temas da tradição popular nos seus projetos acadêmicos. É o caso, por exemplo, do projeto Festeja Arrozal, realizado no dia 14 de setembro.

Este ano, a escola pôs em curso a terceira edição do Festeja Arrozal, que, com o tema “Brasilidades – Amor pelo Brasil”, envolveu toda a comunidade escolar em atividades criativas e engajadas. O evento contou com uma variedade de ritmos leves, batuques e harmonias que representaram a música brasileira em sua forma mais atual. A temática da Educação do Campo teve destaque nas apresentações.

“É um orgulho ver a cultura do campo ganhar vida no palco. Nossa Escola Classe Córrego do Arrozal se transformou em um verdadeiro palco de cultura e alegria. Cada detalhe da nossa festa cultural contou uma história e mergulhou na riqueza das tradições do nosso País, onde a brasilidade foi reverenciada. O olhar das crianças, cheios de curiosidade e alegria, é o coração pulsante dessa celebração cultural”, afirma Meireane Gonzaga Silva Teixeira, professora de Educação Básica e vice-diretora da escola.

Na opinião dela, a escola desempenha um papel crucial na valorização das tradições. “As tradições são importantes para execução de vários projetos acadêmicos porque trazem uma rica temática, que permite a exploração de diversos tipos de linguagens, o resgate de brincadeiras, a culinária e as memórias do território”.

Festa do Arrozal – Um PPP em território campesino

O Projeto Festeja Arrozal, segundo Meireane, é um evento leve, potente, colorido, afetivo e cultural. “Um projeto contemplado em nosso Projeto Político Pedagógico (PPP), que nos conecta às nossas raízes e tradições. É um espaço de difusão e circulação de manifestações culturais, ampliando o repertório cultural das nossas crianças, do 1º ao 5º ano e da Educação Integral em Tempo Integral.

Na opinião da vice-diretora, essa festa é “uma verdadeira viagem pelos ritmos contagiantes da nossa cultura, unindo tradição e modernidade”. Este ano, além das danças tradicionais da nossa terra como expressão da cultura brasileira, foram realizadas brincadeiras populares, quitutes, comidas típicas e muita música, com um repertório que incluiu forró e muito mais. “Celebrar as raízes culturais e o talento das nossas crianças é a essência desse projeto, que contou com a participação ativa de toda a comunidade escolar, incluindo professores, equipe de coordenação, colaboradores e famílias”.

A professora considera fundamental analisar as características, necessidades e possibilidades da realidade da comunidade escolar, como a de uma escola do campo, e no caso, como a do Núcleo Rural Córrego do Arrozal. “Essa constatação reforça a importância da tessitura de projetos como o “Festeja Arrozal”, que visa a reconhecer os elementos educativos presentes no território campesino dos nossos estudantes”, finaliza.

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