XIV Concurso de Desenho e Redação tem número recorde de inscrições

O XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro registrou 3.348 inscrições. O aumento é de 40% em relação ao concurso anterior, quando foram inscritos 2.390 trabalhos. Se comparado ao concurso de 2022, o crescimento é de mais de 100%.

“O aumento do número de inscrições mostra que, a cada ano, damos um passo à frente na nossa proposta de promover a arte e a cultura dentro das escolas como forma de expressar sentimentos, denunciar a ausência de políticas públicas locais para a Educação e fazer resistência ao cenário de desvalorização imposto”, afirma a diretora do Sinpro Letícia Montandon.

 

 

Ela ainda avalia que as mudanças feitas nesta edição somam para o sucesso do concurso. “Deixamos o prazo de inscrição mais longo, o que deu mais tempo para a produção de trabalhos. Além disso, voltamos a adotar a entrega dos trabalhos de forma presencial. Com isso, volta-se a agregar aos desenhos a técnica, que conta muito para analisar as formas de expressão pessoal”, avalia a dirigente sindical.

Nesta XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro, a categoria mais procurada foi a Desenho II, que abrange 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental. Só para esta categoria, somam-se 859 inscritos(as).

Neste ano, o Concurso de Redação e Desenho do Sinpro tem como tema: “Escola é lugar de ser feliz”. Entre os objetivos está “incentivar estudantes da rede pública de ensino do DF fortalecerem a ideia de escola como um ambiente de paz e conhecimento; denunciar os problemas que levam a violência para dentro das escolas, além de indicar o que é necessário fazer para prevenir e combater qualquer tipo de agressão no ambiente escolar”.

Serão premiados os três primeiros lugares de cada uma das 11 categorias. Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional receberão o prêmio convertido em dinheiro. Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria.

A premiação está prevista para a segunda quinzena de outubro, no auditório Paulo Freire do Sinpro-DF.

>> ACESSE AQUI O REGULAMENTO DO XIV CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHO DO SINPRO-DF00

Educação de qualidade ganha evidência no Grito dos Excluídos do DF

“Se importar com a educação é salvar vidas”. Essa foi uma das palavras de ordem do Sinpro-DF nesse Grito dos Excluídos, no 7 de setembro. Junto a outras pautas que denunciam a desigualdade social e refletem sobre um novo projeto de sociedade, professores(as) e orientadores(as) educacionais mostraram que a educação pública de qualidade é definitiva para combater o sistema vigente, que se fortalece ao ampliar o número de vulnerabiliazados.

“Quando o povo tem acesso à educação pública de qualidade, tem acesso ao planejamento de um futuro que vem com mais possibilidade de emprego e renda. Mais que isso, uma educação pública de qualidade forma cidadãos e cidadãs com consciência crítica, capazes de questionar, de não se conformar e de lutar contra injustiças”, afirma o diretor do Sinpro Cleber Soares. Ele explica que educação de qualidade é aquela que transforma a sociedade a partir do conhecimento. “Investir na educação, com a valorização de seus e suas profissionais, é imprescindível para consolidá-la como de qualidade”, enfatiza o dirigente sindical.

No DF, os participantes do Grito dos Excluídos se concentraram na Praça Zumbi dos Palmares, no Conic, às 10h. Lá, realizaram roda de capoeira, fizeram falas política e expuseram cartazes e faixas que criticavam, entre outros pontos, o confisco das aposentadorias e pediam a derrubada da reforma da Previdência de 2019. “É absurdo descontar no contracheque de quem já contribuiu”, alertava uma das faixas do Sinpro.

Cleber Soares, diretor do Sinpro, na panfletagem do Grito dos Excluídos

Em seguida, os(as) manifestantes se reuniram com o grupo de percussão de mulheres Batalá e seguiram em caminhada até a Rodoviária do Plano Piloto, onde realizaram panfletagem sobre as pautas da ação realizada em nível nacional.

Neste ano, o lema da 30ª edição do Grito dos Excluídos foi “Todas as formas de vida importam. Mas, quem se importa?”. A pergunta é também uma crítica ao sistema econômico vigente que, segundo os organizadores do ato, é responsável pela crise climática, que atinge, principalmente, as pessoas em vulnerabilidade social.

“O capitalismo explora de maneira insustentável os recursos naturais em nome do lucro. E é em nome do lucro que se alastra a crise climática que mata o mundo, a começar pelos que estão em vulnerabilidade social. Na luta pela construção de uma matriz de desenvolvimento voltado à sustentabilidade socioeconômica ambiental, a educação é uma das principais ferramentas. É com ela que aprendemos a fazer nossa parte dentro de um todo, mas, principalmente, é com ela que desvendamos os destruidores em grande escala do meio ambiente: mega indústrias, madeireiros, grandes pecuaristas, donos do agro”, diz o diretor do Sinpro Raimundo Kamir.

 

Raimundo Kamir (dir.) e Levi Porto, diretores do Sinpro-DF

 

Se a educação pública emancipadora tem o potencial de desvendar o sistema capitalista como fator inquestionável de destruição da natureza, ela mostra também que comunidades de baixa renda, que têm em sua maioria pessoas negras, sofrem desproporcionalmente os impactos negativos da degradação ambiental. “Racismo ambiental é um conceito que temos que divulgar cada vez mais, sobretudo em sala de aula. São as pessoas negras as primeiras e mais prejudicadas com políticas e projetos de destruição ambiental. É principalmente a comunidade negra a mais afetada pelos lixões, pelos aterros sanitários, pela poluição da água, do ar e do solo”, alerta a diretora do Sinpro Ana Cristina Machado.

Ana Cristina Machado, diretora do Sinpro, na panfletagem do Grito dos Excluídos

 

O Grito dos Excluídos é organizado por movimentos populares, organizações sociais e entidades sindicais, ente elas a CUT. O objetivo é dar voz às mulheres, negros, indígenas, LGBTQIPAN+, sem teto, pessoas em situação de rua e todos os outros segmentos historicamente discriminados e com menos acesso a direitos e recursos.

 

>> Veja o álbum do Grito dos Excluídos

I Passeio Turístico do Sinpro para aposentados(as) foi um sucesso

Realizado na sexta-feira (6), o I Passeio Turístico do Sinpro foi uma experiência inédita que obteve sucesso total entre os(as) participantes. Cinquenta aposentados e aposentadas sindicalizados(as) inscritos(as) para essa primeira edição tiveram um dia de descanso e lazer no clube Águas Correntes Park. A atividade foi realizada entre 9h e 16h.

Além da diversão e do contato com a natureza e, sobretudo, com a água neste momento de seca extrema no Distrito Federal, os(as) inscritos(as) se divertiram coletivamente, praticando atividades recreativas, como a hidroginástica promovida pelo sindicato.

“Elas e eles passaram o dia descansando. Foi uma oportunidade de as pessoas se encontrarem e de estarem juntas à natureza. Tivemos hidroginástica promovida pelo Sinpro com a professora Sandra Reis da Costa, que esteve lá, fazendo essa atividade física com eles e com elas. Foi muito legal e todo mundo amou. Quem não quis fazer a hidroginástica ficou pelo clube, curtindo as piscinas de águas termais de lá. Durante o passei, o Sinpro serviu um almoço. Foi um dia alegre e maravilhoso”, afirma Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados.

O sucesso da atividade está comprovado nas mensagens que o sindicato recebeu dos e das participantes. Confira algumas:

 

 

 

Elineide informa que, em breve, o sindicato realizará novo passeio. “Fiquem atentos e atentas porque quando fizermos outra edição do Passeio Turístico do Sinpro informaremos e disponibilizaremos link para inscrições no site e redes digitais da entidade. É importante destacar que quem participou da primeira edição não poderá se inscrever novamente nas próximas edições da atividade para dar oportunidade a todos e todas que ainda não participaram”, destaca.

Águas Correntes Park

Um ônibus e uma Van foram disponibilizados para levar os(as) aposentados(as) inscritos(as) no I Passeio do Sinpro para o clube Águas Correntes Park. Um deles saiu do TaguaPark às 7h30 e, outro, que saiu da sede do Sinpro no SIG às 8h30.

Nesta primeira edição, o transporte e o ingresso para o Águas Correntes Park foram grátis para aposentados e aposentadas sindicalizados(as), mas as despesas efetuadas no local foram por conta de cada pessoa.

Localizado a 42 Km de Brasília, o Águas Correntes Park conta com uma infraestrutura completa com diversas atrações no melhor parque aquático do DF e entorno. Piscinas naturais e aquecidas, ofurôs de hidromassagem, rampas aquáticas e toboáguas, cachoeiras, rio, trilhas ecológicas, além de bares, restaurantes e salão de festa.

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7 de Setembro | Dia da Independência: uma reflexão crítica e a luta dos excluídos no Brasil

O Dia da Independência do Brasil, celebrado em 7 de setembro, marca a ruptura formal com a dominação portuguesa ocorrida em 1822. No entanto, a narrativa tradicional dessa data esconde as profundas contradições e desigualdades que ainda permeiam a sociedade brasileira. Em 2024, sob a gestão de um governo federal que valoriza a democracia, o 7 de setembro é celebrado com uma visão mais inclusiva e crítica, destacando as conquistas sociais e a importância da justiça social, temas que estão no centro do pensamento progressista e da esquerda, bem como dos movimentos sindical e popular.

Visão do Sinpro

A diretoria colegiada do Sinpro-DF enfatiza a independência não apenas como um evento histórico, mas como uma busca contínua por soberania popular e econômica. Nas comemorações do 7 de Setembro, o sindicato tem dado destaque à defesa incondicional de políticas de inclusão educacional, econômica, culturais e sociais, à defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, bem como à promoção de uma educação pública e emancipadora. Para a diretoria do sindicato, a data é uma oportunidade de refletir sobre a independência do Brasil em termos de soberania nacional e também de independência perante as desigualdades sociais que ainda persistem.

O Sinpro tem reiterado a importância de fortalecer o Estado democrático de direito, voltado para a promoção do bem-estar social e a redução dessas desigualdades. As políticas sociais implantadas pelos governos democráticos, notadamente entre os anos 2003 e 2015 e nos dois últimos anos, como os programas de inclusão educacional, econômica e social Bolsa Família e Pé-de-Meia, são instrumentos de fortalecimento da sociedade brasileira, que precisa adquirir qualidade de vida, com o objetivo de garantir que a independência do País também signifique a independência de seus cidadãos e cidadãs diante da fome, da pobreza e da falta de oportunidades.

Grito dos Excluídos e Excluídas: 30 anos de resistência

O Sinpro também destaca a importância de fortalecer o Grito dos Excluídos e Excluídas. Paralelamente às celebrações oficiais do Dia da Independência, está em curso a 30ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas 2024, que representa a voz daqueles(as) que lutam por uma verdadeira independência. Desde 1995, o Grito dos Excluídos surge como um contraponto ao Grito da Independência, destacando as vozes silenciadas das periferias, dos campos, dos trabalhadores e trabalhadoras informais, e de todas as comunidades que continuam a sofrer com a exclusão e a injustiça social.

Este movimento, que acontece durante a Semana da Pátria, tem como principal objetivo trazer à tona as demandas e os desafios enfrentados pelos setores marginalizados da sociedade brasileira. Neste ano, o tema “30 anos de resistência: não há independência sem inclusão” reflete a luta contínua por direitos e igualdade, reforçando que a verdadeira independência só será alcançada quando todos(as) os(as) brasileiros(as) tiverem acesso a uma vida digna e a oportunidades iguais.

A defesa da escola pública e a influência de Paulo Freire

Um dos pontos centrais do Grito dos Excluídos e Excluídas em 2024 é a defesa da escola pública, gratuita, laica, inclusiva, emancipadora e socialmente referenciada. Este é um tema caro ao Sinpro e ao movimento dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, que tem a educação como um dos principais caminhos para a construção de uma sociedade livre e mais justa e igualitária. A luta por uma educação que promova a inclusão social, que seja crítica e que prepare os(as) cidadãos(ãs) para a participação ativa na sociedade, é uma das bandeiras históricas do movimento docente e do campo progressista brasileiro.

O educador Paulo Freire, um dos maiores expoentes do pensamento pedagógico crítico, é uma referência essencial nesse debate. Freire defendia uma educação que fosse, antes de tudo, um ato de liberdade, capaz de emancipar o indivíduo e de promover a transformação social. Para ele, a educação deveria estar a serviço dos(as) oprimidos(as), possibilitando que estes e estas se tornassem sujeitos de sua própria história. Essa visão se alinha, perfeitamente, com os ideais do Grito dos Excluídos e Excluídas, que busca dar voz e vez àqueles(as) que têm sido, historicamente, excluídos(as) dos processos de decisão e de desenvolvimento do País.

O 7 de setembro de 2024 no Brasil é, portanto, uma data marcada por contrastes. Enquanto o Brasil celebra, este ano, a retomada de programas sociais fundamentais abandonados entre 2016 e 2022, e comemora avanços sociais e a luta por um País mais justo e igualitário, o Grito dos Excluídos e Excluídas clama por uma independência que ainda não chegou para todos e todas. A defesa da educação pública, inspirada nos ideais de Paulo Freire, é central nesse debate, representando a esperança de que, por meio da educação, seja possível construir um Brasil verdadeiramente independente, soberano e inclusivo. Em um país que ainda enfrenta tantos desafios, o Grito dos Excluídos e das Excluídas lembra que a luta pela independência continua, e que essa luta deve incluir todos(as) os(as) brasileiros(as), sem exceção.

 

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1ª Feira de Exposição Povos Originários: Raízes do Brasil do CEF 02 de Brasília foi um sucesso

 

A primeira edição da Feira de Exposição Povos Originários: Raízes do Brasil do Centro de Ensino Fundamental nº 02 de Brasília (CEF 02 de Brasília) foi um sucesso. A atividade, que faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola, foi realizada em duas etapas: uma na segunda-feira (2) e, outra, na quarta-feira (4).

O projeto está relacionado com a atuação da escola. Ou seja, a unidade oferta tempo integral e, em razão disso, o turno vespertino é dedicado ao currículo flexível. Além disso, entre as disciplinas, há uma denominada Cultura Afro-Brasileira e Indígena (CABI).Com isso, escola decidiu, este ano, trabalhar a pedagogia de projetos. A feira de exposição é o segundo projeto realizado esse ano pela instituição.

“Esse dos povos originários foi realizado durante mais de 2 meses e fizemos, dentro desse projeto, duas culminâncias: a primeira, na segunda-feira (2/9), que contou também com a participação do Sinpro, foi uma palestra proferida pelo professor Amarildo Souza, com participação de Lucas Marubo; a segunda, realizada na quarta-feira (4/9), fizemos uma exposição, uma espécie de museu, dos trabalhos realizados no bimestre”, informa Darc Lene Braga Pereira, professora de História e uma das coordenadoras do projeto.

Darc Lene atua em conjunto com a coordenadora Alexsandra Lima Machado Ferro e com o coordenador Matheus Ferreira no planejamento e execução dos projetos pedagógicos. Os trabalhos foram expostos durante o turno vespertino, com salas temáticas e apresentações de jogos indígenas sob a orientação do professor Eduardo Guimarães.”São sete salas de aula e cada sala expôs a partir de uma temática. Por exemplo, numa sala havia exposição de contos, redações; outra sala expôs grafismos; outra, comidas; mais uma com instrumentos que os e as estudantes construíram; e durante a exposição, fizemos, no pátio, apresentação de jogos, que o professor de jogos, o qual é professor de educação física, executou durante todo o bimestre. Ele apresentou três jogos, ‘arranca mandioca’, ‘uca-uca’, ‘galo de briga’ e ‘cabo de guerra'”, diz a professora.

Metodologia

O tema da atividade foi escolhido com a participação da equipe docente e estava atrelado ao objetivo do projeto. “O objetivo principal era o de formar professores e estudantes sobre os povos originários e a relação desses povos com a natureza, no sentido de mostrar que essa relação é imprescindível para a nossa sobrevivência humana. A construção do projeto ocorreu durante as coordenações coletivas e contemplou também  aulas de campo, com a visitação guiada ao Memorial  dos Povos Indígenas e ao  Santuário dos pajés.

A escola tem aproximadamente 20 professores que lecionam para estudantes com idades, no geral, entre 11 e 13 anos. O CEF 02 de Brasília é uma escola pequena com apenas sete salas de aula que abrange do 6º ao 7º ano. A feira foi um projeto interdisciplinar. Segundo a professora, todas as disciplinas, tanto as da BNCC como as do currículo flexível, participaram. Todavia, boa parte das atividades foram direcionadas para o turno vespertino, que era o currículo flexível, já que, à tarde, tínhamos um conjunto de disciplinas voltado para trabalhar de maneira integral com os e as estudantes”.

“No turno matutino, a escola oferta língua portuguesa, e, no vespertino, letramento. Assim, a participação de língua portuguesa foi com produção de contos, redações e histórias; geografia e educação ambiental, trabalharam a questão do território e, educação ambiental também trabalhou com lendas, construiu um amuleto e trabalhou a questão ambiental, abordando a preservação por meio do conteúdo do livro “Ideias para adiar o fim do mundo”, do líder indígena, ambientalista, filósofo, poeta, escritor, Ailton Krenak. Aliás, essa obra foi trabalhada também em língua portuguesa. Em História e CABI, foram trabalhadas sete etnias e foram responsáveis por fazerem o levantamento histórico dessas etnias”, explicou.

Coletivo de Juventude inicia projeto que une educação, desenvolvimento e defesa do meio ambiente

O Coletivo de Juventude do Sinpro colocou no centro dos debates a urgência de discutir e traçar estratégias de defesa do meio ambiente. Como principais ferramentas de conscientização e transformação, a educação emancipadora e a promoção de políticas públicas voltadas à garantia da preservação ambiental. Além de estudo e debates sobre o tema, o grupo aposta na vivência de experiências que tenham como filosofia uma matriz de desenvolvimento voltado à sustentabilidade socioeconômica ambiental.

O primeiro trabalho de campo do coletivo foi com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST). No último dia 31 de agosto, o grupo visitou o acampamento 8 de Março, localizado às margens da BR 020, na Fazenda Toca da Raposa, em Planaltina-DF. Lá, o Coletivo de Juventude do Sinpro conheceu algumas práticas das famílias acampadas desde 2012. Entre elas, o plantio de mais árvores, a produção livre de agrotóxicos e o desenvolvimento de espaços agroecológicos.

“Vivemos um colapso ambiental, e é urgente que tenhamos uma matriz de desenvolvimento distinta da adotada. Educação, desenvolvimento e preservação da natureza devem andar juntos. Quando isso não acontece, o que há é apenas destruição”, afirma a diretora do Sinpro e integrante do Coletivo de Juventude do Sindicato Ana Bonina.

Historicamente, o MST adota práticas que unem o direito constitucional à terra, com geração de trabalho e renda; ao direito à alimentação saudável livre de agrotóxicos, a partir da utilização adequada e responsável dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente.

“Ainda temos muito o que aprender com o MST. A Secretaria de Políticas Sociais vem dando todo apoio ao Coletivo de Juventude do Sinpro para que sejam feitos vários outros encontros, assim como a realização de mais trabalhos de campo com diversos povos campesinos. A vivência faz parte do aprendizado”, afirma o diretor do SInpro Raimundo Kamir.

O Coletivo de Juventude do Sinpro reúne professores(as) e orientadores(as) educacionais de até 39 anos, e tem como objetivo criar estratégias de atuação para as demandas das pessoas jovens da categoria. Interessados(as) em integrar o grupo devem enviar mensagem para os WhatsApps (61) 99661-8162 (Ana Bonina) ou (61) 99695-8364 (Raimundo Kamir) e falar do interesse em participar do grupo.

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Professora precisa de ajuda para custear tratamento contra câncer

A professora recém-aposentada Adriana Fernandes de Carvalho precisa da ajuda da categoria, e de quem mais quiser colaborar, para custear a cirurgia de ressecção da maxila, septo nasal, esvaziamento cervical e uma cirurgia reconstrutiva, ou seja, ela vai retirar um câncer localizado na boca e reconstituir a face para tentar reduzir as sequelas faciais e funcionais.

A colaboração financeira pode ser depositada no PIX: 61982428334 (celular), no Nubank, da própria professora Adriana Fernandes de Carvalho.

Trata-se de um tumor cancerígeno altamente grave que, após retirado, necessita da realização de reconstrução da face. Hoje, Adriana precisa de 70 mil reais para a realização dessa cirurgia. É um procedimento médico de grande porte, muito complexo e delicado, que deve ser realizado por uma equipe médica formada por cirurgiões de diversas especialidades (cirurgião de cabeça-pescoço, cirurgião otorrino, cirurgião plástico reconstrutor, patologista, entre outros).

“A cirurgia é de extrema urgência, estamos correndo contra o tempo e, não se pode esperar pelo Sistema Único de Saúde, devido ao fato do SUS não realizar a cirurgia de reconstrução da face”, afirma. A colaboração financeira pode ser depositada no PIX: 61982428334 (celular), no Nubank, da própria professora Adriana Fernandes de Carvalho.

Adriana ingressou na Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) como professora efetiva em 2000, mas atuou como professora de contrato temporário de 1995 e 2000. Antes disso, também trabalhou na rede privada de ensino. Depois de se tornar professora efetiva, lecionou na Escola Classe Paraná de Planaltina e outras escolas dessa cidade-satélite, como a Escola Classe 11, que atualmente é o CEI 02; CEF 03; EC 08, que hoje é o CEF 08; EC 06; e, nos últimos 10 anos, até junho de 2024, atuava na Escola Classe 09 de Planaltina, onde se aposentou.

Inscrições para o XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro vão até amanhã (06)

Estudantes da rede pública de ensino do DF têm até amanhã, 6 de setembro para se inscrever no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro. O prazo foi prorrogado para viabilizar a ampliação do número de participantes.

“A procura está sendo grande. Todos os dias recebemos dezenas de materiais. Mas muitas pessoas vêm nos procurando para dizer que não tiveram tempo hábil para finalizar o trabalho. Como nosso intuito é envolver o maior número possível de estudantes, decidimos ampliar o prazo de inscrição”, explica a diretora do Sinpro Letícia Montandon.

 

 

Ela explica que o Concurso de Redação e Desenho do Sinpro dá prosseguimento à campanha ‘Quem bate na escola maltrata muita gente’, iniciada pelo Sinpro em 2008. “A violência é gerada fora das escolas, por fatores como desigualdade social, falta de oportunidades e os mais diversos preconceitos. E se não tivermos uma escola fortalecida, com profissionais valorizados, com infraestrutura, com salas de aula sem superlotação, com merenda de qualidade, com atendimento especializado para estudantes com deficiência, a violência invade o ambiente escolar”, explica a diretora do Sinpro.

 

>> ACESSE AQUI O REGULAMENTO DO XIV CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHO DO SINPRO-DF

 

O XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro traz duas atualizações neste ano. Para evitar dupla inscrição, a inscrição será feita com o CPF do(a) estudante interessado(a) em participar do concurso. Além disso, nesta edição, os trabalhos voltarão a ser entregues exclusivamente de forma presencial, na sede ou subsedes do Sinpro-DF.

“Adotamos a entrega online na época da pandemia da Covid-19, para prevenir a circulação do vírus. Foi uma medida necessária diante da conjuntura. Entretanto, acabamos tendo alguns problemas. Algumas redações foram enviadas de forma ilegível e, no caso de desenho, a técnica aplicada, que agrega valor ao material, ficava perdida. Então, o retorno da entrega de forma presencial é uma forma de valorizar o trabalho dos estudantes”, diz Letícia Montando.

Inscrições
Podem participar do XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF “Escola é lugar de ser feliz” estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional.

As inscrições poderão ser realizadas de 18 de março a 31 de agosto. A inscrição poderá ser feita antes da entrega do trabalho. Entretanto, a entrega do trabalho também deverá ser feita, imprescindivelmente, até o último dia disponível para inscrição, indicado para 31 de agosto de 2024.

O trabalho deve ser entregue em folha específica disponível para download no link da inscrição, junto com autorização para utilização do trabalho concorrente em qualquer peça de comunicação do Sinpro-DF. O modelo de autorização também está disponível no link da inscrição.

O regulamento do concurso divide a apresentação de trabalhos em 11 categorias, nas modalidades redação e desenho. Para cada faixa etária/segmento há regras específicas, como, por exemplo, quantidade mínima e máxima de linhas para a redação.

Premiação
Serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. Em todas elas, o 1º lugar receberá um Tablet Samsung Galaxy Tab S7Fe Lite com 12,4″, Wi-Fi, Octa-Core e 128GB; o 2º será premiado com um aparelho Samsung Galaxy Tab S6 Lite com 10,4″, Wi-Fi, Android 13, Octa-Core e 64GB; e o 3º lugar ganhará aparelho Samsung Galaxy Tab A9 (Wi-Fi) 32GB, 4GB RAM, Tela de 11”.

Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional receberão o prêmio convertido em dinheiro, no valor referente ao aparelho eletrônico indicado na sua colocação.

Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1.200 para o 1º lugar, R$ 800 para o 2º lugar e R$ 500 para o 3º lugar.

FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO PARA O XIIV CONCURSO DE DESENHO E REDAÇÃO DO SINPRO “ESCOLA É LUGAR DE SER FELIZ”

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Jogos Escolares Paradesportivos do DF serão em outubro

Estudantes com deficiência matriculados nas escolas públicas do DF poderão participar dos Jogos Escolares Paradesportivos, agendado para a segunda quinzena de outubro. O regulamento do campeonato realizado pela Secretaria de Educação (SEEDF) com o apoio da Associação de Centro de Treinamento de Educação Física Especial (CETEFE) será divulgado em breve. As inscrições são gratuitas.

Poderão se inscrever estudantes com deficiência física, visual, auditiva, intelectual ou com Transtorno do Espectro Autista (TEA), de 9 a 20 anos. Eles(as) poderão optar entre nove modalidades: atletismo, natação, bocha, badminton, golbol, futebol PC (paralisia cerebral), futsal intelectual, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. Para cada modalidade serão aplicadas divisões por faixa etária e classes funcionais.

Para o coordenador dos Jogos Escolares Paradesportivos, Wanderson Cavalcante, o principal objetivo da competição é “a participação”. “Não estamos preocupados em ter campeões, de detectar talentos, em ter medalhistas. Queremos participação. Quanto mais estudantes participarem, melhor. Queremos que esse público, que é carente de eventos esportivos, tenha essa vivência”, diz Wanderson, que é professor de Educação Física da rede pública há cerca de 25 anos e atua na CETEFE.

Wanderson Carvalho, professor de Educação Física da rede pública de ensino do DF e coordenador dos Jogos Escolares Paradesportivos

O professor, que escolheu estudar e atuar com Educação Física para pessoas com deficiência quando ainda estava no Ensino Superior, explica que o “esporte é um instrumento de inclusão” e que, a partir dele, pode-se desenvolver a parte motora e intelectual das pessoas com deficiência, além de fazer o “resgate social e cultural que o estudante precisa”. “Quando trabalhamos uma Educação Física que inclui as pessoas com deficiência, conseguimos ver, na prática, o progresso da independência e da autoestima dessas pessoas. Quando colocamos várias pessoas com deficiência em jogos esportivos, eles se sentem parte daquilo”, diz.

Cento e cinquenta estudantes participaram da última edição dos Jogos Escolares Paradesportivos, realizada em 2023. Wanderson Cavalcante diz que todos os esforços estão sendo feitos para ampliar esse número. “Muitas vezes há falta de conhecimento (sobre os Jogos Escolares Paradesportivos) do público e até mesmo das próprias escolas. Queremos, justamente, chegar a este público que sabe que pode participar da competição, mas não sabe que essa competição existe”. Atualmente, a rede pública de ensino do DF atende mais de 30 mil alunos com necessidades específicas, segundo a Agência Brasília, portal de notícias oficial do Governo do Distrito Federal.

CED 416 de Santa Maria adota projetos pedagógicos e supera desafios

Após anos enfrentando desafios e uma série de avaliações negativas, o Centro Educacional 416 de Santa Maria (CCMDF – CED 416 de Santa Maria) implantou diversos projetos pedagógicos em conjunto com a comunidade escolar para transformar a qualidade de ensino e melhorar a imagem da escola perante a sociedade.

Essas iniciativas têm feito da escola um exemplo de sucesso e superação. Uma das principais medidas adotadas para elevar a qualidade do ensino foi fomentar uma preocupação coletiva com a eficácia educacional, atribuindo a responsabilidade por essa qualidade não apenas às disciplinas com maior carga horária, como matemática e língua portuguesa, mas a todos os envolvidos na educação, desde o Ensino Fundamental até o Ensino Médio.

Jades Daniel Nogalha de Lima, professor de história e atual supervisor pedagógico, com mestrado em gestão, educação e tecnologias, relata que a escola superou grandes desafios para, recentemente, alcançar boas avaliações em competições externas, como as Olimpíadas de Matemática, Ciências, Astronomia e uma boa nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2023. “Temos nos dedicado intensamente a melhorar a qualidade da educação, e isso, sem dúvida, levou aos resultados positivos que agora se refletem na nossa nota do Ideb”, afirma Jades.

Ele conta que, em primeiro lugar, houve muita dedicação e comprometimento dos(as) professores(as) no sentido de observar e identificar as dificuldades de cada estudante de forma individual e adotar ações coletivas para superação dessas dificuldades. “Por exemplo, se percebêssemos que determinado aluno estava com dificuldade de leitura e de interpretação, a ação coletiva era para que esse aluno pudesse ler um texto de história, de geografia, e não só de língua portuguesa, e conseguisse entender que cada texto tem como objetivo o aprimoramento do conhecimento do estudante de forma pontual. Essas adequações, nas ações coletivas, fizeram com que cada estudante pudesse superar as dificuldades individuais. Acreditamos que essa foi uma ação muito importante”.

Em segundo lugar, a escola implantou uma ação que, na opinião do professor, foi crucial para transformar o ambiente violento e desmotivador da escola. “Focamos em preparar os estudantes para as avaliações externas, incluindo resoluções de questões do PAS [Programa de Avaliação Seriada] e do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]. Os professores passaram a trazer essas avaliações para a sala de aula, não só as da Universidade de Brasília, mas principalmente as do Saeb [Sistema de Avaliação da Educação Básica], para que os alunos dos 9º e 3º Anos, e de outras séries, soubessem o que esperar dessas provas. Os alunos foram incentivados a realizar essas provas, e sem essas ações, um bom resultado seria, praticamente, impossível de ser alcançado. Além disso, esse foco em avaliações externas ajudou a combater a violência, criando um ambiente mais pacificado, engajado e motivado. Houve uma preparação coletiva do corpo docente para capacitar os alunos a lidarem melhor com essas provas, além de reforços positivos, como premiação pela participação e desempenho”, explica.

Na opinião do supervisor pedagógico, a comunidade do CED 416 também tem passado por mudanças que podem ter influenciado nos resultados da escola. Ele destaca que a escola tem recebido alunos de novas áreas, como o recente setor de condomínios Total Ville, um bairro de classe média em Santa Maria.

Violência

Jades conta, ainda, que todo esse empenho é resultado de uma sucessão de avaliações negativas da escola. “Antes da pandemia da covid-19, a escola enfrentava dificuldades pedagógicas e outros tipos de problemas, como o tráfico de drogas dentro dela e a violência externa, que repercutia internamente. Houve um enfrentamento coletivo a essas violências, com palestras, ações junto à comunidade, projetos pedagógicos desenvolvidos pelo corpo docente e pelo SOE [Serviço de Orientação ao Estudante]”.

A escola ainda enfrenta várias dificuldades que não foram resolvidas, como problemas com a infraestrutura inadequada, salas de aula superlotadas e a necessidade de atender aos alunos de diferentes níveis de ensino, já que é um CED. “A defasagem de aprendizagem no pós-pandemia fez com que muitos alunos apresentassem déficits educacionais significativos, dificultando o processo de ensino regular. Já lidávamos com a desmotivação, a falta de perspectiva e o baixo engajamento dos alunos em relação à educação, e esses problemas persistiram. Esses desafios eram enormes, e aos poucos estamos adotando projetos, palestras e trabalhando em conjunto com o SOE, corpo docente e coordenadores para levarmos os alunos a outros ambientes, oferecendo atividades externas que os motivem. Acredito que isso tem gerado resultados positivos”, destaca o professor.

Jades acredita que, aos poucos, essas dificuldades, cada vez mais, serão sanadas, porque o corpo pedagógico está voltado para unificação e alinhamento do ensino, com o envolvimento de todas as disciplinas e de todos os setores da escola em projetos pedagógicos com o objetivo de superação dos desafios. “O grande desafio é envolver toda a comunidade escolar e fazer com que todos — disciplinas, professores e comunidade — abracem a ideia de que a escola pertence à comunidade do 416. Estamos conseguindo mostrar aos estudantes que a escola é um patrimônio de todos e faz parte de toda a comunidade. Nós, professores e equipe de gestão pedagógica, também abraçamos essa comunidade, que é nossa. Dessa forma, os alunos e, por consequência, os pais e toda a comunidade, também se envolvem com a escola. Graças a esse engajamento, conseguimos uma nota no Ensino Médio que nos colocou em sexto lugar no ranking das 10 melhores escolas, junto com o CED 08 do Gama”.

A nota de destaque da escola foi 4.7, em 2023, depois de uma nota 4.0, em 2021. “Esse resultado reflete o esforço coletivo de todo o corpo docente, com cada área contribuindo com projetos para melhorar a qualidade da aprendizagem dos alunos. Além do Ideb, o CED 416 participa de várias outras avaliações externas, não com o objetivo de ranqueamento, mas para que os estudantes conheçam e entendam o que há além dos muros da escola, como destaca a disciplina projeto de vida. Os alunos são incentivados a explorar essas oportunidades, que ajudam a perceber o mundo fora da escola e a entender que o conhecimento não se limita ao ambiente escolar. A escola abre portas para diferentes tipos de avaliações e conhecimentos, proporcionando aos alunos uma visão mais ampla.”, explica o Supervisor Pedagógico.

Projetos

Atualmente, o CED 416 está com vários projetos voltados para a manutenção desse conhecimento do estudante e seu aprimoramento, como o projeto NAmoral, uma parceria entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), criado para difundir o conceito de cidadania plena, o valor da honestidade e colaborar na formação de cidadãos responsáveis. A escola foi contemplada, recentemente, com o projeto “Programadores de Futuro”, que é uma formação dentro da Unidade Escolar em formato de eletiva com o objetivo de formar estudantes em futuros profissionais de programação.

Há o projeto “Estrelas – Guiando o Caminho para o Sucesso”. “Trata-se de um projeto liderado pelos coordenadores da escola, para que possamos pegar aqueles estudantes que se destacam pelas notas e por sua conduta disciplinar, para que sejam monitores de outros estudantes que estão precisando de melhorar seu desempenho escolar. É uma ação em que os melhores estudantes apoiam os que estão com dificuldades acadêmicas. Ele está sendo iniciado. Há o projeto “Saindo da Rotina”, que visa retirar o aluno do ambiente escolar tradicional e, constantemente, oferecemos possibilidades para ele reconhecer a importância da aprendizagem prática por meio do contato com diversos contextos e realidades fora da escola. De alguma forma, esse projeto propõe ampliar os horizontes dos estudantes, ao mesmo tempo que promove uma educação mais holística e significativa”, informa o professor.

Outros projetos estão sendo iniciados, como o “Projeto PASso a PASso”, que surgiu para preparar os nossos estudantes para as avaliações externas, principalmente para o PAS e o Enem. Esse é um projeto que temos procurado desenvolver com as eletivas da nossa escola. Outro projeto é o “Horta e Ciência – Semeando Saberes e Colhendo Conhecimentos”, que surge com a compreensão de que a horta escolar não é apenas um espaço para cultivo de plantas, mas também uma ferramenta valiosa para promover aprendizado significativo interdisciplinar. Com ele, a escola busca unir os conceitos da horta, da ciência, do meio ambiente, para que o estudante possa explorar e aplicar os conhecimentos em diversas áreas científicas, além do desenvolvimento de suas habilidades práticas e socioemocionais.

“Dessa maneira, com o esforço de todos, estamos fazendo com que o nosso aluno entenda e perceba que a escola tem ainda muito a oferecer dentro e também fora do ambiente escolar.  Com dedicação e empenho, acreditamos que o futuro reserva ainda mais conquistas e oportunidades para todos nós, é o que deseja a nossa equipe pedagógica”, finaliza.

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